quarta-feira, 31 de março de 2010

Operado em São Paulo, Sarney deve ter alta ainda hoje

Operado na noite desta terça-feira (30) para a remoção de um cisto benigno no lábio superior, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), passa muito bem e deve receber alta nesta quarta-feira (31) do Hospital Sírio Libanês. A cirurgia durou uma hora e, às 23h30, ele já estava no quarto. Segundo o boletim médico, ele reagiu muito bem à intervenção cirúrgica e seguirá internado em apartamento comum após a cirurgia. O presidente do Senado deve ficar em São Paulo durante a páscoa, aguardando a retirada dos pontos.
Num procedimento semelhante a uma cirurgia plástica, em razão da delicada região em que se situava o cisto, a incisão foi feita pela parte interna do lábio, dispensando-se a "retirada do bigode do presidente", ao contrário do que maus colunistas tentaram especular através de notas, sem qualquer sentido jornalístico ou sensibilidade humana, nos últimos dias.
Sarney tem 79 anos. Fará 80 no próximo dia 24. Em grande parte, dedicados à política. Foi o grande timoneiro da difícil transição democrática, após o regime militar. Foi governador, deputado e senador pelo Maranhão, presidente da República, senador do Amapá por três mandatos consecutivos, presidente do Senado Federal por três vezes, sendo responsável pela modernização da Casa e pela criação do inédito Sistema de Comunicação da instituição. Tudo isso, sempre eleito. São 55 anos de vida pública. É também acadêmico da Academia Brasileira de Letras (desde 1981) e da Academia das Ciências de Lisboa.
Durante toda a noite e hoje de manhã, seu gabinete recebeu centenas de ligações e emails de amigos, aliados, autoridades e populares em busca de informações sobre o estado de saúde do senador. Na próxima semana o presidente já deve retomar seu trabalho normal em Brasília. O problema foi constatado há duas semanas pelos médicos que atendem o presidente do Senado em Brasília. Os exames detectaram cisto benigno e Sarney seguiu para uma avaliação em São Paulo, onde se optou pela remoção.

Said Dib

Veja abaixo a íntegra do boletim:

"Presidente do Senado José Sarney

O Sr. José Sarney de Araujo Costa, Presidente do Senado, foi internado no Hospital Sírio-Libanês no dia 30 de março, às 10h, para submeter-se a procedimento cirúrgico de retirada de lesão no lábio superior.A cirurgia teve início às 20h, com duração aproximada de duas horas, onde a lesão foi removida. O paciente passa bem e seguirá internado em apartamento comum. As equipes que o assistem são coordenadas pelos Profs. Drs. Cristina Abdalla (dermatologista clínica e cirúrgica), Antonio Carlos Hermann de Andrade e Alberto Gattaz (cirurgiões plásticos) e Roberto Kalil Filho (cardiologista clínico).

Dr. Antonio Carlos de Onofre de Lira

Dr. Riad Younes

Diretor Técnico Hospitalar Diretor Clínico"

domingo, 28 de março de 2010

Os maus administradores que se cuidem. Estamos de olho...

Muito bom e saudável que O Globo amplie os espaços dedicados ao leitor. Reitero sempre que a seção dos leitores é excelente termômetro de avaliação para toda autoridade que se preza. Quando o leitor reclama, protesta ou alerta está prestando um enorme serviço para a coletividade. O leitor que se revolta com as coisas erradas, é um cidadão por inteiro. Está defendendo seus direitos e estimulando os outros a fazer o mesmo. Sem medo, sem hipocrisia, sem patrulhamento. Longe de mim pretender ser inventor de rigorosamente nada. Mas, começei a mandar cartas para jornais e revistas na década de 70, quando deixei de ser jornalista do jornal O Globo. Na época, os espaços do leitor eram escassos. Quase ninguém tinha interesse ou coragem para denunciar ou analisar irregularidades. Jamais deixei de escrever chamando a atenção para preços exorbitantes de produtos, de ruas esburacadas, de falta de policiamento, de água ou de luz, etc. Muita gente chegava para mim e pedia, por exemplo, "fala da farmácia tal que mete a mão no nosso bolso". Apurava e escrevia. Sempre informando meus dados pessoais. Nunca deixei de fazê-lo. Com o tempo, felizmente, os próprios veículos de imprensa começaram a perceber e a constatar, como fez o Globo, que a queixa e a opinião do leitor são fundamentais para engrandecer o jornal ou a revista. Tanto que, agora, o leitor cada dia mais estimulado, vibra com sua trincheira de reinvindicações ainda maior. Os maus administradores que se cuidem.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Machões de meia pataca

Concordo com Josuelina Carneiro, de Brasilia. Criticar é diferente de insultar. Muitos confundem as coisas. Se aproveitam da liberdade de expressão para xingar e vociferar. Volto ao tema por rigorosa necessidade. Josuelina, onde será que estavam muitos desses valentões que hoje botam banca e insultam homens públicos, nos tempos negros da ditadura? Sentados, no computador, são todos machões de meia pataca.

Dengue no lago Norte

O leitor Fábio Coury alerta que a dengue chegou na 709 Norte. Também aviso que no lago Norte estão sendo registrados diversos casos da doença. O perigo é constante. A população sofre. Quando não é bandido roubando casas e carros, é a dengue, amedrontando toda a população.

Suframa na Feira de Xangai


A Suframa participou, em Brasilia, na Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos(Apex-Brasil), da reunião para os preparativos da “Expo-Xangai 2010”, que será realizada na China de 1º de maio a 31 de outubro. O evento contará com a participação de 190 países e será importante, também, para a divulgação das cidades-sede brasileiras da Copa do Mundo de 2014, com a finalidade de obter negócios e atrair investimentos para o Brasil. O coordenador-geral de promoção comercial da Suframa, Jorge Vasques, acredita que o estande brasileiro na mostra deverá ser visitado por 7 milhões de pessoas.

Parabéns ao grande brasileiro, o meu amigo Bernardo Cabral

Quero participar das homenagens, neste sabado, dia 27, para o jurista, professor, ex-ministro, ex-senador, cidadão do mundo, Bernardo Cabral, que completa 78 anos de idade. Cabral pode olhar para o passado e ver que o tempo não passou em vão. Pelo caminho, deixou marcos de realizações que representam contribuições importantes para o Brasil e para a coletividade. Mais um aniversário de Bernardo Cabral é data cheia de significados. Espero que o Brasil possa contar com o talento e a experiência de Cabral por muitos anos.

Fernando Collor de Melo, uma reflexão histórica

Fotos: Arquivo Nacional e Moreira Mariz

"Peço desculpas, as mais sentidas e as mais humildes, aos brasileiros que passaram por constrangimentos, traumas, medos, incertezas e dramas pessoais com o bloqueio do dinheiro. Lamento que tenha acontecido. Hoje, não faria de novo". Assim o senador Fernando Collor (PTB-AL), mostrando amadurecimento político e a força de sua personalidade, se manifesta hoje sobre o empréstimo compulsório criado para debelar um perigoso processo hiperinflacionário, mas que deixou apenas 50 mil cruzados novos (equivalente a R$ 6 mil) nas contas correntes, cadernetas de poupança e demais investimentos em 16 de março de 1990, dia posterior à posse do primeiro presidente eleito após o regime militar. Hoje fica fácil dizer que aquela foi uma decisão errada, mas, para um estadista, não se pode pecar jamais é pela omissão. Collor não foi omisso. Fez o que acreditou que era, naquele contexto delicado, o melhor para o Brasil. Aliás, todos os candidatos - e suas equipes econômicas - daquela eleição sabiam que medidas drásticas teriam que ser tomadas independente de quem vencesse. Como Collor mostra na entrevista a seguir, se não fosse ele, teria que ser Lula ou outro candidato que teria que arcar com o peso da decisão de controlar a liquidez gigantesta da economia. Collor errou em um aspecto específico, mas não se omitiu no conjuto de ações que eram necessárias ao atendimento das demandas dos 35 milhões de votos que recebeu. Como Presidente, mais acertou do que errou. Deu início à modernização da economia com medidas estruturais importantes para o processo de abertura, desagradando setores arcaicos da economia nacional (que acabariam por derrubá-lo), criou o Código do Consumidor e o Estatuto da Criança e do Adolescente e moralizou a máquina pública. Não deixe de ouvir a histórica entrevista a seguir. Muito esclarecedora.


Leia a matéria e ouça a entrevista completas na Agência Senado e na Rádio Senado.








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quarta-feira, 24 de março de 2010

Collor garante votação do pré-sal e defende direitos adquiridos e contratos assinados

O presidente da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), senador Fernando Collor (PTB-AL), defendeu, em entrevista à Agência Senado, a urgência constitucional de 45 dias para votação dos quatro projetos de lei do pré-sal, que já estão no Senado, o respeito aos contratos assinados e o direito do Rio de Janeiro e do Espírito Santo em manter as compensações que têm como estados produtores. Collor informou que o primeiro dos projetos, o que cria a Petrosal, deverá ser votado até o dia 19 de abril, ou a pauta ficará trancada. O senador disse que defende os projetos da forma que vieram do Executivo, sendo favorável apenas à mudança de nome da empresa que vai gerir os contratos, hoje chamada informalmente de Petrosal. Collor reconhece, no entanto, que o debate no Senado será mais complicado do que foi na Câmara, porque 54 dos atuais 81 senadores terão que renovar os mandatos, e alguns disputarão governos estaduais. "Em ano eleitoral, tudo fica mais complexo". Por isso, ele entende que as mudanças da chamada Emenda Ibsen Pinheiro, que divide em partes iguais entre os estados o dinheiro do pré-sal e dos contratos antigos, poderão ter muito apoio.

Cezar Motta / Agência Senado

Maluf vai processar promotor irresponsável de NY e exige ser retirado da lista da Interpol

Através de nota, deputado anunciou já ter contratado advogados americanos para cuidarem do caso

(Foto: J. Batista/Ag. Câmara) - O ex-governador e ex-prefeito de São Paulo, deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) e seu filho Flávio decidiram processar o promotor de Nova Iorque Robert Morgenthau, que os acusou de terem participado de um esquema de superfaturamento e de propina na prefeitura de São Paulo. Em Nova Iorque, Maluf é acusado de conspiração em quarto grau, ocultação de valores desviados e roubo de dinheiro do município. Por causa desses supostos crimes, Morgenthau solicitou à Polícia Internacional (Interpol, com sede na França e da qual 188 países são signatários, inclusive o Brasil) a inclusão dos nomes de Maluf e de seu filho na lista de "difusão vermelha", com o alerta de "procurados".
Por meio de nota, a assessoria de imprensa do deputado informou que Maluf contratou os advogados americanos Bryan Skarlatos e Sharon McCarthy para processar o promotor a fim de interromper a "ilegalidade perpetrada contra a família", ação considerada por Maluf como "descabida e intempestiva". O objetivo é retirar inclusive o alerta vermelho da Interpol.
Segundo o promotor Morgenthau, quando prefeito de São Paulo, Maluf teria transferido os "recursos roubados" da prefeitura da capital paulista para uma conta em Nova Iorque, que recebeu o nome de Chanani. De lá, o dinheiro teria seguido para uma conta bancária na Ilha de Jersey. O promotor norte-americano também acredita que o dinheiro aplicado na conta bancária de Nova Iorque tenha retornado ao Brasil para comprar artigos pessoais e pagar despesas de campanhas políticas, entre elas, a do ex-prefeito Celso Pitta, que administrou a cidade entre 1997 e 2000.
Segundo a assessoria, o promotor dos EUA não poderia ter processado um congressista brasileiro por supostos fatos que teriam ocorrido no Brasil. De acordo com a nota, a inclusão do nome do deputado na lista da Interpol e a acusação de conspiração e roubo de dinheiro público contra ele são "mera vingança" do promotor de São Paulo Silvio Marques, responsável pelas investigações no Brasil.
Mas na última sexta-feira (19), Marques negou que as investigações contra o deputado sejam uma forma de represália.
Já segundo o jornal O Globo, o texto, assinado por Adilson Laranjeira, assessor de imprensa de Maluf, diz que "De uma maneira arbitrária e não condizente com o que rege o Direito Internacional e a soberania das nações livres, um promotor distrital de Nova Iorque decidiu acusar cidadão brasileiro, membro do Congresso Nacional, de supostos fatos que, por absurdo, teriam ocorrido no Brasil, com o fim de serem julgados pela Corte Americana, inclusive emitindo ilegalmente um alerta vermelho para a Interpol.
"Desta maneira, Paulo e Flávio Maluf contrataram os advogados americanos Bryan Skarlatos e Sharon McCarthy do escritório Kostelanetz & Fink, LLP para processar o procurador-geral do Condado de Nova Iorque com base no artigo n º 78 do CPLR (Civel Practice Law and Rules), frente à Corte Suprema do Estado de Nova Iorque, com o propósito de imediatamente interromper a ilegalidade perpetrada contra a família, encerrando-se essa ação ilegal, descabida e intempestiva, baixando-se inclusive o Alerta Vermelho da Interpol.
"Por fim, nos EUA, a defesa de Paulo e Flávio Maluf afirma que as acusações feitas pelos promotores distritais americanos ainda não foram julgadas por nenhuma instância do Poder Judiciário daquele país, não havendo qualquer decisão, liminar ou definitiva, sobre estes fatos.
"Trata-se de mera vingança, absurda, pelo fato do Deputado Paulo Maluf, ter apresentado projeto de Lei 265/07 responsabilizando pessoalmente autores de processos ilegais e sem base jurídica, conforme confissão emitida pelo promotor Silvio Marques (O Estado de São Paulo, 20/03, página 18).
"A família confia na Justiça americana e na soberania brasileira para impedir tamanha violência contra cidadãos e o Congresso brasileiros".
Adilson Laranjeira, assessor de imprensa de Paulo Maluf.

Com informações da Agência Brasil

Renan endurece com área econômica do governo para defender agricultores endividados

Renan diz que só haverá acordo para a votação com o atendimento aos agricultores

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) solicitou em Plenário, já na quinta-feira retrasada (11), ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, o compromisso público de solucionar urgentemente o problema do endividamento dos agricultores brasileiros, especialmente da Região Nordeste. O senador condicionou a aprovação da Medida Provisória 470/09 a um compromisso da área econômica com a solução dessa questão.
Ao reconhecer a boa vontade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para resolver o problema, Renan criticou a área econômica do governo, acusando os técnicos do Ministério da Fazenda de "falta de sensibilidade" para com os pequenos agricultores nordestinos. Mesmo tendo o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), garantido que a questão seria resolvida por determinação do presidente Lula, Renan manteve sua determinação de apenas votar a MP 470/09 após um pronunciamento do ministro da Fazenda no sentido de solucionara questão das dívidas dos agricultores do Nordeste. Com o objetivo de dar tempo ao Ministério da Fazenda para que se pronunciasse sobre o assunto, a ordem do dia da sessão plenária, no início da noite, chegou a ser suspensa por 30 minutos pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Em apartes os senadores José Agripino (DEM-RN) e Efraim Morais (DEM-PB) manifestaram seu apoio a Renan. Diante da reação do senador alagoano, foi novamente adiada, desta vez para a terça-feira do dia 16, a votação do projeto que abre crédito de até R$ 6 bilhões à Caixa Econômica Federal, com o propósito de atender à demanda por empréstimos e financiamentos em sua área de atuação. O mesmo projeto, que deveria ter sido votado no dia 10 destina R$ 1 bilhão ao Banco do Nordeste do Brasil S.A, para "fortalecer a área de atuação da instituição".

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Ou assista ao vídeo a seguir com o pronunciamento...

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terça-feira, 23 de março de 2010

Comissão apresentará projeto visando melhor qualificação profissional dos brasileiros


Durante o quarto painel da Agenda 2009-2015 Desafios Estratégicos Recursos Humanos para Inovação e Competitividade, realizado na noite desta segunda-feira (22/3), o presidente da Comissão de Infraestrutura, senador Fernando Collor (PTB), anunciou que ao final das 14 audiências públicas sobre o tema, prevista para o mês de junho, a Comissão deverá elaborar projetos, aproveitando algumas das sugestões apresentadas, visando o melhoramento da formação profissional. Para o senador, é fundamental que os debates possam ser transformados em ações concretas. Ele lembrou que durante o seu Governo foi criado o Programa Brasileiro de Qualidade e Competitividade para que, a partir da abertura do mercado, as empresas brasileiras pudessem concorrer em condições de igualdade com as empresas estrangeiras que começavam a invadir o mercado brasileiro. Agora, o senador sugeriu que fosse criado um programa para a formação e qualificação não apenas da mão-de-obra, mas de docentes, visto que em muitas áreas há carência de professores. O painel desta segunda-feira debateu sobre os Desafios, Necessidades e Perspectivas da Formação e Capacitação de Recursos Humanos em Energia – Petróleo e Etanol e contou com a participação de Marco Aurélio Pinheiro Lima, Diretor do Laboratório Nacional do Bioetanol; Diego Hernandes, Gerente Executivo de Recursos Humanos da PETROBRÁS; Raimar Bylaardt, Gerente de Tecnologia do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis, IBP e Rafael Lucchesi – Diretor de Operações da Confederação Nacional da Indústria – CNI. Nos três debates anteriores, uma questão que ficou clara para os membros da Comissão é o distanciamento existente entre o mundo acadêmico e a realidade de algumas profissões. O senador acredita que esse problema é um dos pontos que podem ser atacados por meio de projetos ou sugestões enviadas pela Comissão ao Governo Federal. A respeito da criação de um programa nacional para a formação e qualificação da mão-de-obra e de docentes, o presidente da CI destaca que existem algumas iniciativas isoladas, mas é necessário que o Governo Federal assuma esse papel. Collor entende que “cada vez mais se verifica um enorme esforço no sentido de se obter um desenvolvimento duradouro”. O senador destacou a informação prestada por um dos palestrantes, Diego Hernandes, de que hoje apenas três universidades formam engenheiros navais em todo o país e que o déficit desses profissionais é muito grande. A próxima audiência pública será dia 29 e terá como tema "Desafios, necessidades e perspectivas na formação e capacitação de recursos humanos para exploração, refino e distribuição dos produtos existentes nas reservas petrolíferas do pré-sal”. No ano passado, a Comissão realizou vários painéis sobre os desafios da infraestrutura no país e entre os resultados destacam-se a elaboração de melhorias ao Projeto do Marco Regulatório do Saneamento básico e a criação de um projeto de Marco Regulatório dos Bicombustíveis.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Simon espera o quê para dizer adeus?

Perfeito, Alexandre de Mattos Felix. Também acho que Simon já vai tarde. É aquela vestal grávida que durante décadas enganou tantos e, ainda, é um fato, continua enganando. Alega que se despede em 2015. Pôxa, faria um bem enorme se fizesse seu bota-fora já. E você, Alexandre, por ser gaúcho e morar no Rio Grande do Sul, seguramente sabe tudo de Simon. o encantador de serpentes Simon espera até 2015, é claro, comover quem suceder Lula, para ver se consegue um cargo que continue lhe possibilitando holofotes grátis. Sempre foi assim. Não mudará.

Porta-recadeiro brigando com os próprios neurônios


É incrível como a má-fé açoda o ódio e escurece o raciocínio. O colunista Mauro Santayana, JB do dia 19, coluna "As perversas Circunstâncias", mostra-se desapontado porque Collor uniu-se a candidata Dilma e ao presidente Lula. Santayana tornou-se porta-recadeiro dos mais assíduos, da tucanada vigente. E o mais grave e melancólico, em tom pretensioso e professoral, tenta ensinar Lula e Dilma a fazer política. Santayana também joga seus dardos venenosos e rancorosos no senador Gim Argello, igualmente aliado de primeira hora da candidata Dilma. Percebo ultimamente um Mauro Santayana brigando com os próprios neurônios, atormentado, porque o que tem escrito não tira o sono dos homens públicos que lamentavelmente insulta. Deveria patentear tanto ódio e intolerância.

sábado, 20 de março de 2010

Hildeberto Aleluia

A MÍDIA PEDE SOCORRO
Da Redação
Em sua nova coluna, Hildeberto Aleluia discorre sobre os rombos financeiros monumentais da mídia ao redor do mundo, traçando paralelos entre a comunicação no Brasil e na França, citando a ajuda econômica dada pelos respectivos governos.
Para conferir a coluna na íntegra: http://www.agenciario.com/colunistas/aleluia.asp.



A MIDIA PEDE SOCORRO

Imagine a cena: o Presidente da Republica em seu palácio reúne a mídia do país, agonizante por falta de dinheiro, e pergunta quanto é necessário em dinheiro para que ela não vá à bancarrota.Três bilhões de euros, de uma só vez, para salvar os órgãos de comunicação da França. Foi quanto autorizou o Presidente Sarkozy ao tesouro Francês. Sabemos, ele, o povo francês, e nós que a república francesa jamais verá este dinheiro de volta. E não vai demorar muito para se constatar que grande parte dos “ ajudados” naufragaram e os que ficaram vão precisar de ajuda financeira outra vez, logo, logo. É calamitosa a situação da mídia, na França, especialmente a mídia impressa. Outrora baluartes de vendas, ícones de circulação, e de opinião também, jornais como Le Monde, LeFígaro, LeParisien, Liberation,
L!Express, L!Humanité, claudicam em tiragens cada vez menores. E olha que a França está no rabo da inclusão digital na Europa. Mas a internet fere de morte todos os meios de comunicação franceses, assim como em todo o mundo.
Corta para o Brasil. Três bilhões de euros são mais de 7 bilhões de reais, algo como 4 bilhões de dólares. Quanto em reais o governo brasileiro investe, doa ou ajuda a mídia no Brasil? Ninguém sabe. Mas pelo que se sabe, os números daqui não estão longe dos números franceses e com um agravante: no Brasil a ajuda vem todos os anos. Somente o governo federal, oficialmente, reconhece que sua verba de publicidade, anual, está em torno de 2 bilhões de reais. Acredito que seja muito mais, pois só estão computados aí os números das verbas de publicidade autorizadas por processos licitatórios para a publicidade institucional. Se juntarmos os números do governo federal em COMUNICAÇÃO, mais a chamada publicidade legal, mais os números dos estados e municípios , mais os gastos dos poderes legislativos e judiciário, em suas esferas federais, estaduais e municipais de publicidade institucional e legal, ultrapassaremos com folga os números franceses. Isso sem contar os incentivos e a elisão fiscais.
Empresas de comunicação, mídia, gozam de um sistema tributário especial, particularmente as editoras. Se estes números forem traduzidos em termos matemáticos ficarão assustadores. Sem contar também com o custo das empresas de comunicação do próprio governo. Mas é o preço da “liberdade” de informação. Sem essa “ajuda”, a imprensa sucumbiria. Sem a participação publicitária dos governos, federal, estadual e municipal, a maioria da mídia no Brasil já teria morrido. Ela não suportaria os seus custos unicamente com as verbas do setor privado. Isso traz problemas no que diz respeito à qualidade e independência da informação. Governos são fortes e sabem pressionar para fazerem valer seus pontos de vistas. É uma eterna luta de gato e rato. Hoje é assim que funciona. Se você prestar atenção e passar a observar a quantidade de publicidade dos governos vai tomar um susto.
No Brasil os governos anunciam para tudo, até o legislativo faz campanha de publicidade. Não deveria ser assim, governos se fazem comunicar pela eficiência na prestação de seus serviços. Eles não deveriam ter anúncios institucionais como a empresa privada vendendo sua marca. Governos se vendem por si só, nas esquinas, quando funcionam. Quando interessam à massa, informações governamentais deveriam ser veiculadas de graça. A Lei manda que o balanço anual da empresa estatal seja publicado em um só jornal de grande circulação no município onde está a sede da empresa. Pois saiba que todos os jornais do eixo Rio- São Paulo - Brasília, este mês, ficaram muito agradecidos à Casa da Moeda do Brasil, portanto ao governo, quando fez publicar seu balanço em todos eles. Esse é só um exemplo do que acontece diariamente aqui entre nós.

HILDEBERTO ALELUIA É JORNALISTA

quinta-feira, 18 de março de 2010

Reconhecimento necessário e justo....

O Brasil comemorou os 20 anos de sucesso do Código de Defesa do Consumidor. Mais uma lei do governo Fernando Collor que consagra os direitos do cidadão. Outras leis em vigor do ex-presidente e senador Collor, que precisam ser lembradas e destacadas, já que, infelizmente, o brasileiro tem memória curta: na cultura, a lei Rouanet, no esporte, a lei Zico, a lei dos Direitos Humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente, A lei dos Direitos Humanos, etc, e, também, o combate incansável e vitorioso contra a inflação. A propósito de Collor, o senador pelo PTB de Alagoas foi entrevistado pelo O Globo, que fez ampla cobertura sobre os 20 anos do Plano Collor. O ex-presidente salientou os esforços e a seriedade do governo Lula, observando que "O governo Lula é, sem dúvida, de todos os governos brasileiros, o que pode apresentar o maior cartel de acertos". Na matéria, Collor comenta que nas ruas costuma ser abordado pelos ex-caras pintadas, que já adultos, dizem para ele:" Eu fui realmente mobilizado, não sabia nem o que era, agora que estou entendendo o que significou essa abertura da economia".Então, a resposta do ex-presidente vem imediata, com uma ponta enorme de orgulho:"E você tem aí, graças ao meu governo, o seu celular, o seu laptop, o seu Orkut e o seu Facebook".

Direitos do Rio precisam de algo mais que lágrimas e lamentações

Lamentável que o arrogante e demagogo vampiro Ibsen Pinheiro saia das profundezas do inferno para vomitar urina e fezes contra os direitos do Rio de Janeiro. Mas, é preciso ser dito e frisado que a bancada carioca na Câmara federal foi incompetente e omissa na questão do pré-sal. Sérgio Cabral precisa acordar, mobilizar os parlamentares que realmente gostem do Rio de Janeiro. No senado a parada será indigesta. Apenas lágrimas eleitoreiras não convencerão os senadores.

terça-feira, 16 de março de 2010

Santander compra "liberdade de imprensa" de mídia tucana...


Gringo "Santander", banco turbinado por FH&Cia, escancara compra do "jornalismo" falimentário do "Estadãozinho" e do "Folhetin Serrista" para detonar Dilma. Jornalistas desses veículos devem estar em crise existencial...

Por Said Barbosa Dib

Como a fonte pagadora é a mesma - o governador José Serra e seus acólitos da plutocracia financeira internacional -, e como os jornalões estão, a cada dia, perdendo credibilidade e dinheiro diante das campanhas eleitoreiras que fazem, os banqueiros decidiram escancarar logo: vão financiar descaradamente o governador tucanóide nas eleições de 2010 para manter a hegemonia da plutocracia financeira. A idéia é unir “diferenças” que nunca foram diferentes em prol de algo em comum: detonar a candidatura Dilma. É este o conceito da campanha que anuncia a definitiva integração do famigerado Banco Real ao mais famigerado ainda, o espanhol Santander, o banco que mais lucrou com a desnacionalização perpetrada pelo “governo” FH&Cia. Os jornalistas assalariados devem estar morrendo de vergonha... A frase escolhida para assinar as peças publicitárias explicita esse convite: "Vamos fazer juntos?" Fazer o quê, caras pálidas? Mais desgraças contra o Brasil? A verdade é que o banco resolveu reunir os dois mais amestrados e canalhas jornais de São Paulo em uma ação inédita contra o Brasil. Sob o patrocínio do Santander, os ingênuos assinantes do Estadão estão recebendo nesta terça-feira, 16, um exemplar da Folha de S. Paulo, e vice-versa. Tipo assim: "perdemos a vergonha na cara. Somos os dois lados de uma moeda podre. Ou seja, desespero puro dessa gente. Perderam a compostura. A campanha da agência Talent quer difundir o novo "jeito de ser e fazer negócios no banco" e, por isso, convenceu os “concorrentes” (gêmeos siameses nas campanhas apátridas...) a se juntarem na iniciativa. "Esse projeto foi de produção complexa, mas bastante simples no acerto com os dois veículos, pois, acredito, eles entenderam claramente o conceito e perceberam que não era somente uma ação publicitária, mas uma proposta que levaria as pessoas a terem mais informações", diz o diretor-geral de mídia da Talent, Paulo Stephan. Um mesmo pacote traz o dois jornais (tipo: “estamos desesperados diante da Internet, pelo amor de Deus, nos salve... de nós mesmos”), onde um anúncio propõe: "Tome decisões levando em conta mais pontos de vista. Vamos fazer juntos?" A diretora Comercial do Estadãozinho, Isabel Borba, avalia que se trata de uma ação ousada (entenda-se: desesperada...diante da queda de credibilidade dos dois folhetins nos últimos anos), "ao gerar impacto e, ao mesmo tempo, quebrar um paradigma, mostrando que trabalhar juntos, unindo duas empresas concorrentes, valoriza e dignifica a indústria que representamos" (reparem na confissão que está nesta declaração: “indústria que representamos”... E Cadê aquela conversa de “imparcialidade”....). Toda a linha da campanha costura a atitude que uma nova cultura colaborativa, no sentido de defender a importância de trabalhar em conjunto com todos os públicos - em especial os que estavam acostumados à cultura do Real, o banco comprado -, pode ter espaço no mundo dos negócios do novo Santander (lembram da falcatrua que foi a compra do Real...e do Nacional, lembram?). Outros "rivais" vão se unir nessa campanha (Quer diazer: falam do que seria uma possível vontade de Lula de controlar a mídia e acabam por confessar: estão criando uma central monopolítica da mídia golpista. Escancararam de vez...). Em data e horário a ser definido, os âncoras das rádios Bandeirantes AM, BandNews, Eldorado e Jovem Pan AM vão gravar, juntos, uma conversa sobre tema ainda não escolhido. O resultado desse encontro será transmitido simultaneamente pelas quatro emissoras. A maior ambição da campanha é evitar um choque ante as diferenças das duas instituições, que sempre tiveram atitudes diversas (ÁH!!1então tá...). O vice-presidente de Gestão, Marketing e Comunicação do Santander, Fernando Martins, diz que a mensagem principal é mostrar "os benefícios que a união dos bancos traz para os clientes". É esperar pra vê este monstrengo golpista. Ainda bem que existe a Internet e os blogs críticos...

Leia a matéria sobre o assunto no “Estadão”...

Do Blog do Saïd Dïb



segunda-feira, 15 de março de 2010

Assassinos soltos e cretinos

Era só o que faltava: o moleque que assassinou o querido cartunista e o filho agora culpa Deus pela atrocidade que cometeu. Fazer o que com um canalha desses? Agora seguramente vai para uma clínica, coitadinho, é doente, depois 3 refeições por dia e banho de sol e, não demora, será solto. Como continua em liberdade outro assassino, o Pimenta Neves. O pobre diabo ficou deprimido. A justiça vai levando. Até advogado o crápula Pimenta Neves pretende ser. É um Brasil às avessas. Os maus riem dos bons. Lamentável.

Patrulhamento de protozoários e amebas

Repudio, energicamente, o torpe, covarde e intolerante patrulharnto de alguns protozoários e amebas, travestidos de isentos e paladinos de meia pataca, contra o jornalista Hélio Doyle. A que ponto obscuro chegou a estupidez humana. Respeitem o profissional e cidadão Hélio Doyle, a meu ver figura inatacável, se desejarem ser respeitados. Cresçam e apareçam, porque seguramente Hélio Doyle não é homem de dobrar a espinha nem de tão pouco se intimidar com cretinices de decaídos. Trabalhem, sigam seus caminhos e deixem Hélio Doyle em paz. Doyle tem histórico de trabalho em Brasília, não sei se seus pretensiosos desafetos poderão dizer o mesmo.

domingo, 14 de março de 2010

Foi Collor quem iniciou a modernização da economia

“O Globo” fez excelente cobertura dos 20 anos do Plano Collor. Parabens. Sobretudo porque teve a grandeza de ouvir o próprio ex-presidente Collor. Evidente que Collor mudou. Para melhor. Amadureceu. Tinha apenas 40 anos quando assumiu a Presidência da República. Claro que errou muito, mas também acertou bastante. Com coragem e determinação tirou o Brasil das amarras do atraso e da subserviência. Como ele mesmo salientou, as duras medidas econômicas tomadas pelo seu governo, são adotadas até hoje por todos seus sucessores. É claro sinal que Collor trabalhava certo, visando o bem coletivo. Foi Collor quem iniciou a modernização da economia do país. Nem o torpe, ilegal, hipócrita e covarde impeachment jamais tirará estes méritos e acertos do ex-presidente. Collor voltou à cena política. Como senador continua trabalhando com vigor pela melhoria da qualidade de vida dos brasileiros. Collor olha para frente. Sempre foi assim. Não guarda rancor no coração. Os sentimentos menores deixa para os decaídos profissionais e de plantão.

sábado, 13 de março de 2010

Festa, que festa?

Comemorar o quê? Só se for para exaltar a resistência da população ordeira e trabalhadora de Brasilia, diante de tantos absurdos e abusos. Colossais gatunagens que humilham e revoltam o brasiliense. Festival de cinismo e impunidade que deixam JK, Lúcio Costa, Ernesto Silva, José Carlos de Almeida Azevedo, Edisio Gomes de Mattos, Katucha, Paulo Cabral, Joaquim Tavares, entre outras tantas figuras queridas e decentes que amavam Brasília, constrangidas e tristes no céu. Que se destine a dinheirama pelos 50 anos de Brasilia para iniciativas mais úteis, necessárias e urgentes, como reforma de hospitais, de prontos-socorros, de vias públicas e de saneamento.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Generalizações perigosas


Com raras exceções, chovem opiniões idiotas e descabidas, inclusive de profissionais e dirigentes esportivos tidos como sérios e respeitáveis, sobre a performance melancólica do jogador Adriano. Exemplo absurdo ofereceu o médico do flamengo, alegando com o maior descaramento que "todo jogador de futebol bebe". As generalizações são perigosas e tolas. Duvido que muitos dos jogadores magistrais da Copa de 70 concordem com o açodado médico do flamengo, que vem a ser, aliás, também o médico da Seleção. Um absurdo que o bom senso não pode tolerar. Os cretinos não param por aí. Como defensores do irresponsável Adriano, chegam ao cúmulo de lembrar que Garrincha também bebia. Além do sacrilégio, vem a burrice, porque Mané Garrincha era gênio, resolvia em campo pelo time inteiro. Foi, com razão e justiça, a "alegria do povo". Adriano não amarraria os cadarços das chuteiras de Garrincha. Deve urgente procurar um médico, e não ser tratado e bajulado como um garoto bobão, rico e mimado, por imbecis que infelizmente lidam com o futebol.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Time milionário leva chocolate melancólico

Muito ruim o time do milionário Milan. Fiquei envergonhado. Ronaldinho Gaúcho bem que tentou. Deu bons passes, procurou abrir espaços, tentou fugir da forte marcação inglesa. Acabou também penalizado diante da incrível mediocridade do time italiano. O Milan tem jogadores que não seriam nem reservas de alguns times brasileiros. Assim, Ronaldinho vai ter que fazer mágica para mostrar seu talento e sensibilizar Dunga para merecer ser convocado. Foi triste. Um chocolate melancólico.

Agnaldo Timóteo contra o emporcalhamento das cidades

Helio Fernandes: Em 1982, candidato a deputado federal pelo PDT de Brizola, foi o mais votado do Brasil: acima de 600 mil votos. Depois mudou para São Paulo, foi vereador por dois mandatos. Agora volta a ser candidato a deputado federal.Foi recebido especialmente pelo próprio presidente Lula. Pediu ao presidente que mandasse mensagem, principalmente aos jovens, em todo o país, para que não pichassem nem sujassem as cidades. Lula disse a ele, textualmente: “Timoteo, vou fazer imediatamente, é uma grande idéia”. Esperemos.
Vicente Limongi Netto: Hélio, Timóteo é competente. Tem sensibilidade e um faro impressionantes para sacar as coisas que precisam ser feitas. Agnaldo é forte exemplo de que é melhor para o fortalcimento da classe política: contar com candidatos autoditadas, simples e lutadores, mas com ficha limpa, do que ao contrário. Evidente que Lula endossou a idéia genial de Agnaldo, porque também conheceu o lado duro e difícil da vida. Ambos superaram as dificuldades com trabalho, honestidade e, sobretudo, amor pelo Brasil e pela coletividade.

Um ótimo artigo, mas com uma ressalva fundamental

Como de hábito excelente o artigo da jornalista Dad Squarisi, CB do dia 11.03. "Mudam as Moscas", constatando e lamentando que no Brasil se costuma fazer muita onda, que viram moda, mas os vícios e irregularidades, monitorados pela hipocrisia e pela impunidade permanecem intocáveis. Apenas discordo quando Dad cita como exemplo o torpe impeachment de Collor, como uma esperança para dias melhores que logo viraram fumaça. A meu ver, foi exatamente o contrário. As esperanças acabaram para os brasileiros e para o país quando Collor foi brutal e covardemente arrancado da Presidência da República, cargo para o qual foi eleito por mais de 35 milhões de votos. Collor trabalhava para arrancar o Brasil das amarras do atraso. Foi Collor, com determinação e sem temer perigosos patrulheiros, que abriu a economia do Brasil ao mercado internacional. Duvido que algum ministro do então presidente Collor tenha ouvido dele algum pedido escuso ou antiaético. Foi Collor que iniciou as reformas que modernizaram a economia. Caiu porque não atendeu aos apetites de falsos democratas e maus empresários, que não admitiam suas mudanças, porque prejudicavam suas negociatas e patifarias então intocáveis há décadas no Brasil.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Collor: cercado de competência

O general de Exército Darke Nunes de Figueiredo é o mais nova aquisição da equipe do ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL). Vem se juntar a outro militar valoroso e competente, o também general de Exército, Marco Antônio Sávio. Darke é ex-Chefe do Estado-Maior e ex-Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército. Um craque, com ampla visão estratégica dos problemas nacionais. Outros atributos do cidadão e militar Darke Nunes de Figueiredo: a lealdade, a confiança e a coragem moral e física.

Homenagem merecida

Bernardo Cabral merece todas as homenagens. É bom quando entidades importantes e valorosas como a CNT, proclamam e exaltam os méritos de um cidadão como Cabral, a vida inteira dedicada a coletividade e ao bem comum

Bandidos e covardes travestidos de humoristas

Lamento que "O Globo" abrigue em suas páginas bandidos, irresponsáveis e ordinários, travestidos de humoristas. Refiro-me, claro, ao monte de estrume e covardia “Agamenon Mendes Pedreira”, personagem vazio criado pelos debilóides decadentes Hubert e Marcelo Madureira, da repetitiva Casseta & Planeta. Meliantes canalhas e covardes que têm o descaramento de insultar pessoas, mas sempre escondidos atrás de pseudônimo. Facínoras que não engrandecem a valorosa classe dos legítimos humoristas. São asnos nocivos e perigosos, que se julgam engraçados. Não passam de reles pobres diabos, sem autoridade para ofender ou tentar fazer graça à custa de ninguém.

Boa dupla, Dilma e Marina

Boa foto no Cláudio Humberto: Dilma e Marina. A senadora, nascida e criada no PT, agora no PV, é grande nome. Engrandece o parlamento. Seguramente no segundo turno, se houver, apoiará a ministra Dilma. Marina, a seguir, poderá voltar a ser ministra, numa ampla e necessária coligação pela governabilidade.

terça-feira, 9 de março de 2010

Mulheres...

Com os versos da primorosa Adélia Prado, saúdo o dinamismo, a beleza, a competência, o amor e a perseverança das mulheres:
"Não tenho tempo para mais nada/ser feliz me consome".

sábado, 6 de março de 2010

Flávia Grosso, o nome do trabalho

Não se pode destacar os 43 anos vitoriosos da Suframa, sem frisar ou salientar a gestão competente da superintendente Flávia Grosso. Nos muitos momentos de crise lá estava Flávia Grosso atenta, lutando pelos interesses da Suframa e pelo fortalecimento do polo industrial de Manaus. É profissional que dialoga com todos os segmentos. Com o trabalho árduo na função, também se tornou hábil e respeitada negociadora, junto aos empresários e figuras do primeiro escalão do governo federal. Sua voz é ouvida e suas ponderações são acolhidas por aqueles que decidem os destinos do país. Não tem hora de descanso nem tempo para férias. Flávia também tem livre trânsito com a classe política. Todos eles reconhecem e aplaudem os esforços da operosa superintendente visando o bem comum. Flávia dignifica o cargo, que exerce com invulgar espírito público.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Agnaldo Timóteo visita Lula e declara apoio à eleição de Dilma Presidente


O palanque de Dilma Rousseff recebeu reforço de peso. Agnaldo Timóteo, uma das mais maravilhosas vozes do Brasil de todos os tempos, foi apresentado à Chefe da Casa Civil pelo próprio presidente Lula. Fez questão de declarar seu apoio à candidata e informou que será novamente candidato a deputado federal. Ele acha que a eleição de uma mulher, depois de um operário, mostra a maturidade e a força de nossa democracia. A conversa foi longa, proveitosa e agradável. Lula gosta muito de Timóteo e elogiou a decisão do cantor de retornar à Brasília, onde poderá ajudar o futuro governo Dilma no Congresso. Polêmico, brigão e sem papas na língua, Timóteo iniciou carreira política a partir de 1982, no PDT,quando foi o deputado federal mais votado da história do Rio, com mais de 800 mil votos. No meio do mandato rompeu com Brizola, mas sempre se mostrou um admirador do velho caudilho. Derrotado ao governo do Rio, em 1986, foi reeleito deputado federal em 94, em outra votação expressiva. Em 96 foi eleito vereador na cidade do Rio de Janeiro. E desde 2005 é vereador em São Paulo. Portanto, a admiração que possui dos brasileiros, pela sua personalidade forte e pela atuação política consistente, transcende às fronteiras estaduais. Um dos grandes aliados de Paulo Maluf, há muito vem declarando sua admiração pela grande preocupação social do governo Lula. Embora atuando na política local de São Paulo, continua muito prestigiado em Brasília, onde é sempre ouvido pelas mais variadas autoridades federais. Na Capital é recebido pelas principais lideranças, dos mais variados partidos, na Esplanada dos Ministérios. Um dos gabinetes em que está sempre presente é o do amigo José Sarney, com quem gosta de discutir diversos temas nacionais, mas principalmente os relacionados com a cultura.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Collor anuncia aprovação pela ONU de sua sugestão em se realizar a "Rio + 20"

O senador Fernando Collor (PTB-AL) anunciou em Plenário, nesta terça-feira (2), a aprovação, pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), do pedido de realização no Brasil, em 2012, da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio + 2020). Formalizada em março de 2007 pela Comissão Mista Permanente de Mudanças Climáticas - quando ele, Collor, presidia o colegiado - , o evento será, de acordo com ele, uma oportunidade de rever metas estabelecidas na conferência Rio-92, como a carta de compromissos conhecida como "Agenda 21".
Collor, que era presidente da República quando da realização da Rio-92, avaliou a conferência como um dos mais importantes eventos já realizados sobre os problemas ambientais que ameaçam a sobrevivência da espécie humana. Ele frisou que participaram do encontro 175 chefes de Estado, com suas respectivas delegações.
- Foi lá que se consolidou, pela primeira vez, o conjunto completo de temas que, até hoje, guia a agenda internacional de negociações ambientais - observou.
Collor lembrou dos documentos que resultaram do evento, dentre os quais destacou a importância da chamada "Agenda 21" - "ao mesmo tempo o documento-base recomendado para a elaboração dos planos nacionais de preservação do meio ambiente, e o principal instrumento de avaliação do desempenho ambiental dos inúmeros governos signatários".
Em sua avaliação, a retomada daquelas discussões nesse momento justifica-se de diversas formas.
- Destaco a necessidade de proceder ao balanço vintenário pormenorizado das realizações da "Agenda 21", nos diversos países, e a oportunidade de operar a adequada transição do Protocolo de Quioto, cuja vigência se extinguirá justamente em 2012, o ano da Rio + 20 - disse.
Collor destacou que a proposta recebeu apoio integral do governo brasileiro desde sua apresentação, e agradeceu especialmente o apoio do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e dopresidente Luiz Inácio Lula da Silva, que abraçou a ideia na Cúpula do Clima, realizada em dezembro último, na Dinamarca.

Homenagem ao ex-senador Rui Soares Palmeira

Fernando Collor apresentou, ainda nesta terça-feira, requerimento para realização, no dia 7 de maio, de sessão especial de homenagem ao centenário de nascimento do ex-senador alagoano Rui Soares Palmeira.
De acordo com Collor, a trajetória do ex-senador, especialmente durante a luta pela redemocratização nos anos 40, o coloca "entre as personalidades mais expressivas da política alagoana".
Além de Collor, assinaram o requerimento os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), João Tenório (PSDB-AL), Jayme Campos (DEM-MT), Romeu Tuma (PTB-SP) e Gim Argelo (PTB-DF).
Leia o pronunciamento na íntegra...

Ou assista ao pronunciamento no vídeo abaixo...


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Uái!!! Lula, o Haiti e o Chile são em Unaí, Minas Gerais


Tudo bem que o presidente Lula queira garantir seu futuro em alguma organização multilateral depois de sair do Planalto. Tem todo o direito de arranjar o seu ganha-pão por lá. Que receba até o Prêmio Nobel. Tudo é possível hoje em dia. Afinal, Obama, o senhor da guerra, não recebeu o da “Paz”? Mas, uma coisa é a vontade subjetiva e o bom coração do Lula cidadão. Outra bem diferente é a sua prerrogativa como presidente do Brasil. Não é certo que o cidadão Lula se utilize da Presidência da República para lhe garantir a simpatia da comunidade internacional à custa dos impostos dos brasileiros. Esta coisa de ajudar todo país que passa por dificuldade mundo afora, ao mesmo tempo que mantém nossos aposentados e pensionistas na miséria, com o argumento falacioso de que não tem dinheiro, não tem cabimento algum. Enquanto Lula passeia pelo mundo para fazer proselitismo e salvar os infelizes do planeta com nosso dinheiro, até hoje os recursos prometidos para os brasileiros que sofreram em Angra dos Reis, por exemplo, ainda não chegaram. Há notícias de que até os recursos prometidos ao estado de Santa Catarina, há muito devastado pelas chuvas, também não foram ainda totalmente disponibilizados. Depois de ajudar os haitianos, o bom samaritano Lula prometeu também ajuda aos nossos irmãos chilenos. O Brasil já anunciou o envio de um hospital de campanha ao país vizinho, para ajudar no atendimento aos feridos. Tem pontes móveis, telefones via satélite, geradores de energia, sistema de avaliação de danos, centros de diálise, sistemas de potabilização de águas salinas, cozinhas e albergues de campanha. Mas, o mais curioso e que arranhou meu ouvido é o envio de aparelhos de hemodiálise. Sim, aparelhos de hemodiálise. Lula vai enviar esses aparelhos para o Chile, ao mesmo tempo que a cidade mineira de Unaí, desde janeiro de 2009, passa por situação insustentável justamente pela falta desses aparelhos. Os moradores sentem dor e indignação na longa viagem para fazer hemodiálise, pois são obrigados a viajar para Goiás, num percurso de mais de 400 quilômetros, para realizar sessões de hemodiálise. Viajando de ônibus, duas a três vezes por semana e com a saúde debilitada, a cansativa rotina é realizada desde outubro (e olha que o problema começou em janeiro de 2009) por cerca de 80 infelizes pacientes renais. Dois já morreram. Afinal, não eram haitianos nem chilenos.
Veja o vídeo do drama denunciado pela TV Alterosa a seguir...

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*Said Barbosa Dib é historiador e analista político em Brasília

Blog do Saïd Dïb

O que acontece por aí...merece comentário...

O Brasil perde um grande homem

Vicente Limongi Netto:

"Morreu uma das figuras mais maravilhosas e marcantes que Deus colocou neste mundo: o professor, cientista, físico, matemático, intelectual, militar, José Carlos de Almeida Azevedo, poderoso e competente ex-reitor da Universidade de Brasília. Instituição que valorizou, respeitou, dignificou e amou com eficiência e rigoroso zelo público. Conviver com Azevedo era uma constante alegria para o espírito. Um sentimento de desprendimento e esperança para o coração. Morre aos 78 anos, deixando um legado de fé, de consciência, de credibilidade e, sobretudo, de inteligência, integridade e cultura. Sua vocação era o ensino.Sua convicção, viver como homem de bem, ensinando aos moços lições de decência e caráter. Traços que o separam eternamente da mediocridade, como definiu Helio Fernandes”.

Comentário de Helio Fernandes:

"Estive poucas vezes com ele, quase não vou a Brasília. Mas nessas vezes pude sentir o homem competente, culto, generoso, desprendido, um verdadeiro Reitor. Quem fazia os maiores elogios a ele, foi um grande amigo, jornalista, professor e depois senador, Pompeu de Souza. Este, com quem trabalhei quando fui diretor da redação do inovador Diário Carioca, era um admirador total do professor José Carlos Azevedo. E ter a admiração de Pompeu, quase a mesma de ter a admiração geral de alunos e professores da UnB. Além de tudo, nesse tsunami de corrupção que faz Brasília naufragar há 54 anos, ele se mantinha inatingível, não havia nada que o atingisse. Você fez bem em ressaltá-lo."

O gaúcho Dunga deve ter inveja do GAÚCHO Ronaldinho... Não é possível!!!

Concordo com o oportuno "Perguntar Não Ofende", da coluna Panorama Esportivo, do “O Globo” de 27.01: "Até onde vão os delírios do técnico Dunga?". Ele precisa se convencer que não é Deus. Que não ganhou nada ainda. Classificar o Brasil para a Copa é obrigação de todo treinador. O Brasil nunca deixou de disputar uma Copa do Mundo. Dunga também erra feio quando faz pouco caso das opiniões de famosos ex-jogadores. Eternos craques que jogaram muito mais do que ele. Como Tostão, Gerson, Paulo César Caju, Rivelino, Zico e Carlos Alberto Torres. Todos se manifestam favoráveis à convocação de Ronaldinho Gaúcho. É um tremendo disparate deixar de fora um jogador do nível técnico de Ronaldinho. Sobretudo porque o jogador tem jogado muito. Está em forma. Não se sabe porque Dunga é tão teimoso e arrogante. Engana-se pensando que agindo assim está respeitando as tradições e o bom nome da seleção Penta Campeã do Mundo. Dunga também desrespeita a opinião do torcedor, o maior aliado da Seleção. A maioria esmagadora deles quer, conta e espera que Ronaldinho Gaúcho seja convocado. Não chamando Ronaldinho Gaúcho, Dunga fortalece os adversários do Brasil. É claro. Os outros treinadores seguramente ficam aliviados, achando que Dunga ou é maluco, otário ou não sabe nada de futebol. Francamente!

Álvaro Dias critica a política externa brasileira


O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) criticou a política externa empreendida no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Em pronunciamento nesta terça-feira (2), o parlamentar disse que o presidente foi "muito criticado" por, durante sua visita a Cuba, na semana passada, ignorar a morte do dissidente político Orlando Zapata, após 85 dias de greve de fome. O parlamentar afirmou que "o silêncio providencial de Lula repercutiu negativamente em todo o mundo". Disse também que a postura do presidente brasileiro foi elogiada pelo ex-presidente cubano Fidel Castro.

Leia a íntegra na matéria da Agência Estado

Cães assassinos

Aplausos para proposta parlamentar vetando reprodução de cães assassinos, como pit bull e rotweiller. O ideal, a meu ver, seria exterminar todos eles. Até quando, continuarão matando seres humanos?

Da coluna do Gilberto Amaral...

Marilene Pinheiro foi a Florianópolis comemorar o aniversário do filho brasiliense, Rafael, que mora na bela ilha catarinense. O ministro da Cultura, Juca Ferreira, exibindo visual novo: uma argola de ouro, na orelha direita. Belo exemplo de força de vontade: a gari da secretaria de Limpeza e Serviços Públicos de Manaus, Valdisa de Menezes Gomes, 35 anos de idade e um filho de 17, formou-se em Administração de Empresas, pelo Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas. Parabéns!!!

De volta ao assunto... Tenho que insistir...

Futebol e carnaval sempre foram válvulas de escape do povo brasileiro. Golbery costumava dizer que deveria ter Copa do Mundo e Carnaval todos os anos. Ajudaria a esquecer os problemas brasileiros. Nesta linha, como estamos perto da Copa do Mundo na África do Sul, creio que o mais famoso torcedor do país, o presidente Lula, que gosta do futebol bem jogado, deveria opinar se concorda ou não com a bronca, a meu ver injusta e inexplicável do técnico Dunga, com o jogador Ronaldinho Gaúcho. Não convocar Ronaldinho Gaúcho é um presente dos deuses para as seleções adversárias. Francamente. Até as pedras das ruas sabem disso. Menos o sábio Dunga.

terça-feira, 2 de março de 2010