quinta-feira, 31 de maio de 2012

Dia Mundial do Meio Ambiente


Collor será orador na sessão solene no Congresso

Foto Oficial da Rio-92, Presidente Collor com os Chefes de Estado que participaram do evento

O senador Fernando Collor, que comandou com sucesso a iniciativa Rio-92, que abriu caminhos venturosos para tudo que se faz ou se prevê, hoje, em relação ao meio ambiente, será um dos oradores, segunda-feira (4), na sessão especial do Congresso Nacional em comemoração ao Dia Mundial do meio Ambiente. O evento acontece às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que será realizada de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro. A sessão solene no Congresso está marcada para as 12h, no Plenário do Senado.

Veja também:

"Bernardo Cabral, o Cronista"


O jurista, ex-ministro e ex-senador Bernardo Cabral precisou botar a mão direita na tipóia, depois de tanto autografar, em Manaus, exemplares do livro "Bernardo Cabral, o Cronista". Imperdível. Confiram a seguir a capa e a bela dedicatória de Júlio Antônio Lopes, advogado e conselheiro da Editora Amazônia.

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dilma com Lula, Gilmar com a Veja


A meu ver a leitura é clara: Dilma fica com Lula, Gilmar Mendes com a "Veja'. Quem conhece o temperamento forte de Dilma não estranhou a declarada e candente manifestação de apoio ao ex-presidente. Gilmar, por sua vez, preferiu levar adiante com virulência o constrangedor arranca-rabo com seus eventuais desafetos. Dilma não gostou do tom intolerante do ministro. Comprou a briga. Deu um tranco nos brigões. Fez bem. O Brasil maduro e respeitado precisa sair do melancólico palco das pantomimas.

O que acontece por aí...


Deus levou mais um digno, Jorge Martins

Tristeza entre jornalistas e radialistas: Deus levou o querido amigo, irmão de fé, Jorge Martins. Atencioso, solidário, atuante, Jorge sempre trabalhou em defesa do bom jornalismo. Uma das bravas lutas de Jorge foi em defesa do desenvolvimento e respeito do futebol de Brasília. Trabalhou até o fim. Escreveu sua famosa e lida coluna "Crocodilo" até o último instante. Jorge soube fazer amigos em todos os segmentos da sociedade. Foi um autêntico guerreiro. Um homem digno. Um beijão, querido irmão.

Papagaiada geral empobrece o Brasil

A pantomima tomando conta do Brasil. Francamente. Deus nos acuda! Lula não é Santo, Gilmar Mendes também não, e, muito menos, a revistinha ordinária "Veja".

Jornal 'Metro' veio para ficar

Cada dia melhor o jornal Metro de Brasília. Não fica devendo nada, em matéria de informação, aos demais jornais da cidade. Claro, o leitor fica sabendo de tudo de maneira mais enxuta. Hoje, na correria da vida, o leitor não tem tempo nem paciência para ler matérias laudatórias. Geralmente autênticos romances de última. E o Metro -DF tem outra vantagem espetacular, excelente atração jornalística para o leitor, e dor de cabeça para picaretas e espertalhões engravatados: a cáustica e certeira coluna do Cláudio Humberto.

Belo e verdadeiro artigo do senador Eunicio Oliveira para O Globo

Parabéns pela publicação do artigo do senador Eunício Oliveira (PMDB/CE), sobre o significado transformador da nova lei de acesso à informação pública para a sociedade brasileira. Aproveito para estender meus cumprimentos ao antropólogo Roberto Da Matta, que, em parceria com o cientista político Paulo Kramer, produziu para a CGU uma pesquisa ampla e minuciosa prevendo as mudanças que a lei trará para o relacionamento entre burocratas e cidadãos, ou seja, entre estado e povo no Brasil.

Venal Demétrio é sabujão da Veja, Estadão e Globo

A exemplo do leitor Ronald Cintra Shellard (Carta capital nº 699) também considero o sociólogo Demetrio Magnoli um pomposo pobre diabo. Um excremento ambulante. Demétrio é mais um vassalo ávido para mostrar serviço aos poderosos da mídia, como Estadão, O Globo e Veja. No bolorento artiguete "Os bons companheiros", claro, também republicado na imunda Veja, Demétrio sordidamente coloca Mino Carta no balaio de asneiras contra Collor de Mello. Na Carta Capital Mino já contou, com detalhes, quem é o franciscano de barro Demétrio Magnoli, que, matreiramente colocou o rabo entre as pernas. Quanto a Collor, o exército da fancaria destrambelhada não admite que o ex-presidente e senador processou e venceu, na Justiça, a editora Abril e a revista Veja. Mal sabem, por má-fé ou burrice, que Collor apenas combate a banda podre da imprensa. Quando solicita a presença do jornalista Policarpo Junior na CPI do Cachoeira, o mesmo Policarpo que já compareceu em outras duas Comissões de Inquérito na Câmara Federal, e nem por isso o mundo acabou nem a Veja fechou, o senador Collor  simplesmente defende o verdadeiro jornalismo do jornalismo viciado, manipulador e leviano. Portanto, nesta linha, é sempre oportuno recordar trechos do editorial de Mino Carta, na Carta Capital, sobre a pretensiosa e mentirosa Veja:""Não se trata simplesmente de um manual de como o jornalismo pátrio atua, a inventar, omitir e mentir, mas também de mediocridade, parvoíce e ignorância".

terça-feira, 29 de maio de 2012

Fernando Collor de Mello é entrevistado por Paulo Henrique Amorim


Paulo Henrique Amorim entrevista, com exclusividade, o ex-presidente da República e atual senador Fernando Collor de Mello, no Entrevista Record Atualidades, na Record News. A primeira parte da conversa foi ao ar ontem, às 22h. A segunda parte será exibida na próxima segunda-feira (4), no mesmo horário. O encontro, gravado no estúdio da emissora em Brasília nesta segunda-feira (28), teve como tema sua passagem pela presidência e a cassação de seu mandato.
- Fui absolvido pelo Supremo. E meu mandato? Não deveria tê-lo de volta?, questionou o senador. Ele revelou ainda: "Sem PC Farias não haveria campanha presidencial."
Collor comentou também a atuação do procurador geral da República, Roberto Gurgel, nas investigações contra Carlos Cachoeira:
-Não tenho dúvida que Gurgel cometeu um crime.
Collor lembra que tem como trunfo o fato de nada ter sido comprovado contra ele, depois de inúmeras acusações; e que nunca, jamais, em todo processo que o depôs da Presidência, agiu no sentido de impedir seja a imprensa, sejam os políticos, de averiguarem as informações. Confira a seguir a 1ª parte da entrevista.



Comentário de Said Barbosa Dib:

Ótima entrevista. Muito esclarecedora. Concentrando no aspecto da História do Brasil, o ex-presidente tem toda razão, pois foi realmente deposto. Você se lembra porque, efetivamente, Collor foi deposto? Quando o motorista Eriberto França foi usado como respaldo para as denúncias sobre o esquema PC Farias, o PT automaticamente encampou a história, a CPI tomou força e Collor acabou deposto por um “golpe de mestre” das elites políticas, simplesmente porque, pelo seu caráter forte (arrogância de um jovem de 40 anos), nunca aceitou se submeter aos esquemas e “mensalões” do Congresso que, em 2006, assistimos estarrecidos na TV, por exemplo. Tudo rápido e simples. Tiraram o homem de cena sem choro nem vela. O primeiro presidente da República eleito pelo voto direto após 25 anos, Fernando Collor de Mello teve seus atos ditos “ilícitos” julgados publicamente. E, de acordo com o depoimento do senador Pedro Simon (PMDB-RS), notório adversário de Collor, realmente “nunca criou nenhum obstáculo para que a CPI que investigou seu tesoureiro PC Farias” os apurasse, fornecendo-lhe, ao contrário, o apoio necessário do aparelho policial a ele subordinado. O então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Sydney Sanches (o Jobim da época, no sentido de politização do Judiciário), comandou a sessão do Congresso em que o chefe do governo foi cassado - e fez vista grossa para a ilegalidade flagrante da recusa em aceitar a renúncia do presidente, encaminhada em texto de próprio punho antes do julgamento. Collor fala disso na entrevista a PHA. Collor foi impedido (sofreu golpe de Estado), perdeu os direitos políticos por oito anos e nunca foi condenado a coisa alguma pelos crimes pelos quais foi punido com a perda do mandato. Mas, ainda hoje, algumas pessoas mal intencionadas execram o ex-presidente Collor sem nem bem saber o porquê, acusando-o de modelo e exemplo de uma grande “corrupção institucionalizada”. Mas ao mesmo tempo, estranhamente, não sabem identificar um único exemplo de corrupção, esquecendo até que Collor ganhou, repito!, todas as ações contra ele na Justiça, sendo inocentado de todas as acusações que lhe foram imputadas. E quando muito restou somente uma única acusação e "grande" exemplo de corrupção: um Fiat Elba. Não se trata aqui de tentar inocentar o ex-presidente Collor, mas tão somente de fazer justiça histórica e uma constatação: todo o alarde em torno de um propalado “mar de corrupção” da administração Collor resume-se a uma grande campanha de mídia cujo único dado apresentado seria um reles Fiat Elba. Parece até uma vingança surrealista dos carros nacionais, chamados de “as carroças” por Collor, diante do processo de abertura e modernização iniciado pelo então presidente e que provocou o ódio de setores acomodados do empresariado. É isso mesmo. Todo esse alarde de "mar de corrupção" só por causa de um reles Fiat Elba, acusação feita a um homem rico desde o nascimento que, com certeza, não iria se sujar por tão pouco. A verdade é que PC Farias não tomou um único centavo do governo ou de verbas públicas. Nada que se aproxima do que ocorreu com a compra descarada de votos para a emenda da reeleição de FHC ou o “mensalão” de Lula. O grande crime de PC foi realmente tomar dinheiro de particulares, de empresários. Todo o dinheiro que ele arrecadou e amealhou antes, durante e depois da campanha, era dinheiro de empresários, que deram a Collor para ter seus interesses protegidos, mas que Collor simplesmente ousou atropelar, a começar por Roberto Marinho. E por isso foi sacrificado, vilipendiado, execrado e tirado à força da Presidência da República. Assim como a Globo e a Veja ajudaram a construir a candidatura Collor para ser o anti-Lula, logo que perceberam que o presidente não iria comer em suas mãos, começaram a campanha para apeá-lo do poder. Quer dizer: no caso de Collor não houve o aparelhamento do Estado, a utilização de verbas públicas para comprar parlamentares, a utilização e desvio de dinheiro dos institutos de pensão e toda a recente ignomínia de FHC, por exemplo. E tudo isso é solenemente esquecido até hoje. É por isso que, quando se comemorou os 15 anos do “Código do Consumidor” (a coisa realmente mais importante do governo Collor) não se ouviu ninguém dizer que foi Collor que o instituiu. Parece coisa de “pogroms” soviéticos que eliminavam os nomes indesejáveis do partido comunista dos livros de História e das fotografias oficiais.

Said Barbosa Dib é analista político e historiador em Brasília

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Prêmio Zuzu Angel


Hildegard Angel, o Instituto Zuzu Angel de Moda e o Partido Socialista Brasileiro (PSB), por meio de sua Secretaria Estadual de Mulheres, convidam para a linda homenagem à grande estilista e mãe, Zuzu Angel. Será dia 30 de maio (quarta-feira), às 18:30h, na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) - Palácio Tiradentes, à Rua Dom Manoel s/n - Centro - Rio de Janeiro. Após a solenidade, os presentes serão convidados a acenderem velas como lembrança dos que tombaram na luta pela redemocratização. O ato ocorrerá nas escadarias do Palácio Tiradentes, aos pés da estátua do Inconfidente. 


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Comunicação do Senado esclarece a Época sobre gestões de Sarney e sobre processo judicial


A Secretaria Especial de Comunicação Social do Senado Federal encaminhou carta à revista Época com esclarecimentos sobre a gestão de José Sarney na Presidência da República e na presidência do Senado. A carta também explica fato relacionado a processo judicial envolvendo Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, e o jornal O Estado de São Paulo.
Leia a íntegra:

“Prezado Hélio Gurovitz   

A propósito do artigo “Quem vai desenterrar a verdade do presente?”, do Sr. Guilherme Fiuza, na edição de 28 de maio de 2012 da Revista Época, cabe esclarecer:

– Como presidente, Sarney restabeleceu as eleições diretas para Presidência da República e para prefeitos de capitais; legalizou todos os partidos políticos; restaurou a liberdade sindical; extinguiu a censura prévia à imprensa imposta pelos militares; e criou o SIAF, ainda hoje considerado o meio mais eficiente de se averiguar nossas contas públicas. Para citar apenas algumas medidas inovadoras e democratizantes tomadas pelo presidente Sarney.

– Por seis votos a três, o plenário do STF arquivou a Reclamação (RCL) 9428 do Estadão contra a proibição imposta pelo TJDFT de publicar matérias sobre o processo judicial, que corre em segredo de Justiça, contra Fernando Sarney. Em voto seguido pela maioria, o relator Cezar Peluso manifestou-se pela extinção do processo, por não ver na decisão do TJDFT conexão com a decisão tomada pelo STF no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 130, conforme alegado pelo jornal. Segundo o ministro, a Suprema Corte não tratou especificamente da censura à imprensa, mas sim, genericamente, da questão da liberdade de imprensa. “O objeto da reclamação reduz-se ao impedimento de publicar dados de um inquérito judicial sob segredo de justiça”, sustentou o relator, afastando qualquer vinculação entre a decisão do TJDFT e o decidido na ADPF 130. Em 18 de dezembro de 2009, Fernando Sarney entrou com pedido de desistência da ação contra o Estadão, que não aceitou o arquivamento, para manter o foco no senador José Sarney. Prova disso é que, no dia 29 de janeiro de 2010, o advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira apresentou ao TJDFT manifestação em que sustentava a preferência do jornal pelo prosseguimento da ação.

– Em 57 anos de mandato de Sarney no Congresso Nacional, não há registro da contratação de um único parente seu. Notícias divulgadas pela imprensa não apresentam nenhum trecho de gravação onde se mencionem tratativas sobre “atos secretos” em diálogos com o diretor-geral do Senado, porque o fato e as gravações não existiram.

– Identificados pela Fundação Getúlio Vargas os chamados “atos secretos”, uma comissão de sindicância, com apoio da PGR e do TCU, apurou os fatos e os responsáveis foram punidos.

Fernando César Mesquita
Secretário de Comunicação Social do Senado Federal”

Imprensa venal, covarde e hipócrita


Meus candentes cumprimentos ao jornalista Mino Carta pelo perfeito e irretrucável perfil que traçou da ordinária, venal, covarde e mentirosa revistinha Veja. A matéria de Mino Carta bem que poderia mexer com os brios de alguns membros da CPI do Cachoeira, serviçais e adoradores de plantão da publicação, a pretexto de defender a liberdade de imprensa. Na verdade é apenas um timeco da empulhação que começou a tomar conta dos trabalhos da comissão.

domingo, 27 de maio de 2012

Fiuza é mais um canalha sem moral para insultar Collor


Quando trabalhei no O Globo, com muita honra, rato não escrevia em jornal. Quanto mais no Globo. Nem pensar. Seria uma afronta aos leitores, ao bom senso e ao verdadeiro jornalismo. Hoje, pasmem, rato gordo, cabeludo e desdentado tem espaço em jornal. E, por mais incrível que pareça, também no Globo. Um deles, nascido em algum esgoto do mangue é Guilherme Fiuza. Moleque ordinário que gosta de tirar onda com Collor de Mello. Mas o velhaco e imundo Fiuza perde tempo. Não se cria querendo intimidar Collor. Fiuza é mais um pobre diabo sabujão dos abutres patrulheiros. Todos da mesma laia. Se merecem. Sei que meu texto não será publicado pelo Globo. Mas deveria. As palavras foram feitas para serem usadas. Sobretudo as duras. Quem joga as patas contra os outros usando o precioso espaço que dispõe na imprensa, antes de mais nada, a meu ver, é covarde e leviano. O agressor precisa receber o troco. Panfleto meus artigos no facebook, no meu blog, nas ruas, no metrô, na praia ou nas portas das igrejas. Evidente que saberão quem realmente é o crápula Fiuza. Ninguém tem o direito de atacar os outros impunemente. A verdadeira História ainda fará justiça a Collor de Mello. Pulhas como Fiuza, do timeco de hienas, jamais assustarão Collor com chavecos, deboches, ameaças. piadinhas infames e chula ironia. Beócio que se mete a valentão com Collor tem que ser realmente homem e agüentar o tranco. Não é, portanto, o caso de Guilherme Fiuza. Um pigmeu. Um excremento. Um rabiscador asqueroso, na definição de Collor, se dirigindo à banda pobre da imprensa, da qual Fiuza é notório expoente.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Collor, 20 anos depois

 
Algumas considerações sobre a extensa matéria do atilado jornalista Raymundo Costa, sobre Fernando Collor: como todo ser humano que preza a vida, o calejado ex-presidente pode dizer, sem arrogância, que como Chefe da Nação errou bastante no varejo, mas, também, acertou e muito, no atacado. Collor hoje acertaria em cheio se citasse a frase do saudoso tribuno Carlos Lacerda, que como ele, também enfrentava de frente seus desafetos: "Os homens de bem não me temem, só os outros". O legado mais importante de Collor na Presidência da República foi a abertura externa da economia, passo fundamental para a integração competitiva do Brasil no mercado mundial e uma ruptura absolutamente necessária com meio século de uma política mercantilista caduca, baseada no protecionismo tarifário e não tarifário e na manipulação cambial em favor dos "amigos do rei". O tempo é mesmo senhor da razão, como Collor sempre frisou. A vida segue para todos. Não poderia ser diferente para Collor. Hoje se torna enfadonho e até tolice, recordações destrambelhadas de figuras eternamente ressentidas e monitoradas pela má-fé. Quem guarda ódio e mágoas no coração são os decaídos, os perdedores. Como senador, Collor segue trabalhando com determinação, firmeza e espírito público. Não tem que se envergonhar de nada. Na CPI do Cachoeira atua de acordo com a Constituição. Não se deixa monitorar por ninguém. Ao contrário da análise vesga de alguns, Collor não foi afastado da Presidência da República por corrupção, mas, sim, por um processo de natureza meramente política. A seguir, no Judiciário, foi absolvido no STF por absoluta e rigorosa falta de provas que pudessem envolvê-lo em crime de responsabilidade ou corrupção no exercício de Chefia da Nação. A propósito, em palestra na Escola da Magistratura da Justiça Federal da 3ª Região, em setembro de 2011, o jornalista da TV-Globo, Caco Barcelos, afirmou que o impeachement de Collor começou na imprensa com a entrevista de um irmão ressentido e doente. "A imprensa não provou uma linha do que ele disse", frisou Barcelos, acrescentando: Collor sofreu uma punição política, mas não se provou nada contra ele. A denúncia judicial e a denúncia da imprensa devem ter sido, portanto, incompetentes". Por fim, cito o professor da UnB e cientista político Paulo Kramer, analisando a presença de Collor na Presidência da República:"Collor patrocinou a abertura comercial e defendeu o conjunto de propostas de reforma macro e microeconômica apelidado de projetão, colocando a sociedade diante de uma incontornável agenda de eficiência, qualidade, produtividade e competitividade".

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Renan parabeniza governo pelo Programa Ação Brasil Carinhoso


O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) anunciou sua satisfação por ter participado, dia 14/05, do lançamento, pela presidente Dilma Rousseff, do Programa Ação Brasil Carinhoso, “uma das mais importantes ações de combate à pobreza absoluta na primeira infância já lançadas no Brasil”. De acordo com o líder do PMDB, o programa beneficiará cerca de 4 milhões de famílias. Ele irá destinar R$ 70,00 para cada membro das famílias extremamente pobres que seja integrada por pelo menos uma criança com até seis anos de idade. O senador disse que o programa irá concentrar suas ações nas Regiões Norte e Nordeste, onde estão 78% das crianças brasileiras que vivem na pobreza absoluta. O parlamentar acrescentou que o programa irá aumentar o acesso às creches e ampliar a cobertura dos programas de saúde. Segundo ele, será lançado “um amplo programa” de controle da anemia e da deficiência de Vitamina A. O programa também disponibilizará gratuitamente remédios contra asma, assim como já é feito com a hipertensão e com o diabetes.

Agência Senado 

Collor quer depoimento de diretor da revista Veja


Collor: relações de revista com contraventor devem ser esclarecidas

Fernando Collor (PTB-AL) defendeu os depoimentos do dono da editora Abril, Roberto Civita, do diretor da revista Veja em Brasília, Policarpo Junior, e do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, à CPI do Cachoeira. De acordo com o senador, está em curso uma “tentativa de manipulação” para fazer a sociedade acreditar que há uma “campanha de cerceamento à liberdade de imprensa e de controle dos meios de comunicação, simplesmente por se tentar investigar ligações da revista Veja com o crime organizado, por se tentar ouvir o jornalista Policarpo Junior e o senhor Roberto Civita numa CPI”.
— Nada mais retrógrado, dissimulado e miasmático do que a velha e conhecida tática de desviar o foco do debate para encobrir a realidade — afirmou.
Collor disse haver “fortes indícios” de que a revista vem “mantendo ligações escusas e suspeitas com uma organização criminosa, por meio de troca de favores, por meio de troca de informações, por meio de tráfico de influência”.
Para o senador, é preciso ficar claro até que ponto há uma “coabitação perniciosa que extrapola uma mera relação jornalista-fonte”. Ele afirmou que investigar “essa coabitação” não tem nada a ver com cerceamento à liberdade de imprensa.
— Falamos de crimes, e não de ferir a livre manifestação — afirmou.
Collor defendeu o comparecimento espontâneo de Policarpo e de Civita à CPI, para que convençam a opinião pública de que “tudo não passa de uma relação típica da lide jornalística, como alegam”.

Jornal do Senado

Confira o pronunciamento na íntegra, clicando aqui.

Ou veja abaixo o vídeo da TV Senado com o discurso completo

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Foco da Comissão da Verdade: discussão inútil

Por Cel. Gilberto J. Schneider
Causa espanto a renitente discussão que tomou conta dos meios de comunicação sobre o alcance das investigações a serem procedidas pela Comissão da Verdade. A Lei 12.528/2011 que a institui e regula suas atribuições é muito clara, ao estabelecer:
Art. 1º É criada, no âmbito da Casa Civil da Presidência da República, a Comissão Nacional da Verdade, com a finalidade de examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos praticadas no período fixado no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.
Ora, a finalidade é esclarecer violações de direitos humanos praticadas em determinado período a fim de garantir direito à memória e à verdade histórica e promover reconciliação. Não há no texto legal exclusão de qualquer violação ou autor, assim como não há atribuição judicante, portanto não cabe à Comissão avaliar a eventual punibilidade do fato para usar como critério discriminador da investigação. Presente violação não devidamente esclarecida, deve então ser investigada.
O direito à memória e verdade histórica certamente também não admite parcialidade e exclusão. Pelo contrário, a história só pode ser completa, ampla, contemplando todos os fatos e circunstâncias que são sua própria essência, ou não teremos história e sim estórias. A própria razão de ser da Comissão é justamente trazer à luz aqueles fatos ainda não esclarecidos, portanto, excluir qualquer violação dos direitos humanos praticada no período fixado contradiz o fundamento de sua existência.
Reconciliação nacional é um termo difícil de definir e de explicar seu sentido no dispositivo legal citado. De qualquer forma, não se concebe qualquer tipo de reconciliação em que se exclui do processo qualquer parte com quem se quer reconciliar.
A tentativa de descaracterizar algumas das violações de direitos humanos ocorridas no período (mortes e mutilações de inocentes, entre outras) afronta a inteligência dos brasileiros. Como dito anteriormente, não está em questão a punibilidade dos atos e sim o esclarecimento de suas circunstâncias e autoria. Ou será que o direito à vida, à segurança e integridade dos inocentes vitimados pela esquerda não é direito destes, ou, pior, não são estes tão humanos quanto os demais? O proclamado direito à memória dos familiares das vítimas da esquerda não existe?
O editorial assinado por Vladimir Safatle na Folha de São Paulo (22/05/2012 – A2), em que este agride de forma desrespeitosa o Min. Gilson Dipp, integrante da Comissão da Verdade, é exemplo claro dessa visão distorcida. O articulista acusa o Ministro de “má-fé e constrangimento de setores da esquerda”, diante da declaração deste de que “toda violação dos direitos humanos será investigada”. Ora, o Ministro apenas repetiu o que está cristalino na Lei que institui a Comissão. Àqueles que, como Safatle, querem uma Comissão com outra finalidade, não lhes é negado o direito de lutar democraticamente por esse objetivo, mas assumindo sua posição, esclarecendo seus intentos e respeitando a sociedade.
O fato de ter sido vítima de violação de seus direitos humanos em algum momento, não descaracteriza, nem exime ninguém da autoria de violações dos direitos humanos de suas eventuais vítimas em outro momento. A morte violenta de uma pessoa inocente é e sempre será uma violação ao seu direito à vida, independente da motivação de seu algoz. Se as circunstâncias que envolvem o fato podem oferecer explicações que o justifiquem, ou excluam a reprovabilidade da sociedade ao seu autor, são questões do campo da punibilidade que não anulam o direito à vida da vítima e, portanto, precisam ser esclarecidas.
É conhecido o adágio que diz que para todo fato existem sempre ao menos 3 verdades – a minha, a sua e a verdade. De qualquer forma, não se concebe uma verdade histórica que não jogue luz sobre todos os fatos. Se a verdade que se busca é a verdade histórica, nenhum fato ou circunstância pode preliminarmente ser excluído, seja ele meritório ou demeritório para qualquer dos envolvidos no fato histórico. Se não é esse o objetivo da Comissão instaurada pela Lei 12.528/2011, que se mude a Lei e/ou a designação da Comissão
Por todos estes argumentos é forçoso concluir que a discussão sobre o alcance das investigações da Comissão da Verdade é totalmente injustificada e inócua.

terça-feira, 22 de maio de 2012

O que acontece por aí...


Cachoeira faz pouco caso da CPI

Foi um escárnio, uma colossal pantomima, um cenário que humilha o Legislativo e, mais uma vez, deixa claro que as leis brasileiras protegem  os marginais, sobretudo os que têm dinheiro para pagar advogados famosos e caros. Cachoeira entrou mudo e saiu calado. Completa e irritante perda de tempo. Deputados e senadores só não chamaram Cachoeira de Santo. Tudo inútil. Cachoeira manteve postura como se estivesse chamando todos os parlamentares de otários.

Dilma, Collor e os ressentidos

O ódio e o ressentimento fazem mal ao sangue e ao coração. A má-fé é parceira da desinformação e moram no quintal da burrice. Collor não foi apeado da Presidência da República por causa de corrupção, mas, sim, em razão de um massacrante jogo político de cartas marcadas. A seguir o STF inocentou Collor de todas as torpes acusações de seus detratores. Ou seja, a Suprema Corte deu ao atual senador Collor uma certidão de isenção, correção e honestidade com a coisa pública. Os direitos políticos do cidadão e homem público Collor de Mello estão consagrados em lei. O choro é livre. As criticas destrambelhadas precisam ter fim. A verdadeira História ainda fará justiça ao ex-presidente. Foi Collor quem abriu e expandiu a economia brasileira ao comércio internacional. Todos os presidentes que sucederam Collor seguiram suas diretrizes econômicas. O Brasil dispõe de leis aprovadas na gestão Collor, que ajudam a melhorar a qualidade de vida do brasileiro. A iniciativa de Dilma convidando os ex-presidentes para a solenidade de instalação da Comissão da Verdade foi um marcante e desprendido gesto democrático que dignifica a gestão da presidente. Acredito, inclusive, que Dilma deveria chamar mais vezes os ex-presidentes para somar com ela, esforços, experiências e ações que beneficiem a população.

domingo, 20 de maio de 2012

O que acontece por aí...


Eliane e Collor

É deplorável, irritante e torpe, o sistemático tratamento rancoroso que a colunista Eliane Cantanhêde ("Opinião" de 20/5) dedica ao ex-presidente e senador Fernando Collor. Freud talvez explique tanta empulhação.

Imprensa venal, covarde e hipócrita

Meus candentes cumprimentos ao jornalista Mino Carta pelo perfeito e irretrucável perfil que traçou da ordinária, venal, covarde e mentirosa revistinha Veja. A matéria de Mino Carta bem que poderia mexer com os brios de alguns membros da CPI do Cachoeira, serviçais e adoradores de plantão da publicação, a pretexto de defender a liberdade de imprensa. Na verdade é apenas um timeco da empulhação que começou a tomar conta dos trabalhos da comissão.

Merval, Collor e Gaspari

Dirijo-me, pela ordem, aos colunistas Merval Pereira e Elio Gaspari(20/5): o primeiro, para repudiar energicamente como tratou,  com arrogância e deselegância o senador Collor, chamando-o de "laranja da tramóia petista' contra a imprensa. Seguindo a ótica vesga e chula de Merval poderia indagar: E Merval, é "laranja" ou porta-sabujo de quem?; quanto a Elio Gaspari, lamentável que tenha publicado especulação velha e sem sentido, inaceitável para uma coluna que se diz "diferente": O ministro Edison Lobão é candidato ao governo do Maranhão e não à presidência do Senado. E o senador Renan Calheiros, por sua vez, é candidato à sucessão de Sarney na Presidência do Senado e não ao governo de Alagoas.

Preferência

Alguns estão destacando e sugerindo o nome da ministra Eliane Calmon para Presidente da República. Desejo salientar que, de minha parte, prefiro votar no Ministro do STF e do TSE, Marco Aurélio de Mello. Votaríamos nele, com prazer e convicção. Eu, toda a família e milhões de outros brasileiros.

sábado, 19 de maio de 2012

Revelar salários é demagogia. O Brasil tem problemas maiores para resolver


Em países de primeiro mundo e civilizados, onde  o índice de criminalidade   é  baixo e a corrupção não é tão descarada, onde a  inveja, o ressentimento e o pré-julgamento não têm vez,  a divulgação dos salários dos servidores é medida que não causa atropelos para ninguém. No Brasil, onde a escalada da violência e da insegurança é avassaladora, a decisão é perigosa, polêmica e até diria, demagógica. Servirá para semear pânico e intranquilidade, porque os bandidos disporão de informações, poderão até escolher suas vítimas.  Antes destas medidas que me parecem muito mais eleitoreiras, é preciso primeiro arrumar o Brasil: fazer com que, por exemplo, a saúde e a educação cheguem aos índices de satisfação próximos ou iguais aos estabelecidos pelas organizações internacionais.  Aliados a estes fatores há centenas de outros que estão sem nenhuma contemplação financeira ou administrativa. Só com a educação o Brasil mudará a mentalidade do brasileiro.  Precisamos de  atitudes  que preparem o cidadão para  um país melhor  e mais justo.  Consultar, fiscalizar, monitorar ou tutelar salários,  apenas aumentará  o numero de presidiários, prejudicando a abertura de novas  escolas e a  qualidade de ensino. Os hospitais continuarão matando pessoas, ao invés de salvá-las. Muitos deles sem dispor de gases, esparadrapos, lençóis e remédios que atendam pacientes com doenças crônicas. Já é tempo do governo deixar de humilhar o cidadão, passando a respeitá-lo como merece.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Collor e a Veja


Há uma distância enorme entre respeitar e temer. Collor respeita a imprensa, mas não teme a imprensa. Ao contrário dos senadores Álvaro Dias, Kátia Abreu e Pedro Traques, fartos em elogios à "Veja", votando contra o requerimento do senador alagoano que pedia a convocação do jornalista Policarpo Junior, citado em diversas gravações com o contraventor Carlinhos Cachoeira.

O carinhoso Collor


Que fique claro. É preciso acabar com esta torpe escalada de conversa fiada e melancólica maledicência: nenhum dos açodados críticos do senador Fernando Collor defende mais a liberdade de expressão, em toda sua plenitude do que ele. O que energicamente Collor repudia é a má-fé, a mentira e o ressentimento digitados, editados e embrulhados como informação isenta. Collor é respeitoso com todos. Exige que a recíproca seja verdadeira. Costuma ser contundente porque não é servil. Como o programa lançado pela presidente Dilma, Collor é carinhoso. Como tem sangue nas veias, reage com firmeza aos que lhe jogam as patas. Collor segue a definição do bravo, fulgurante e saudoso Carlos Lacerda, retrucando os insultos de seus medíocres desafetos, "os homens de bem não me temem, só os outros". 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Parabéns e obrigado Nilton Santos!!!


Hoje o bicampeão mundial Nilton Santos completa 87 anos. O lateral esquerdo vestiu as camisas do Botafogo e da Seleção Brasileira em toda sua vida. E soube honrá-las muito. Coisa rara hoje. Foi o melhor na lateral direita e, no final de carreira, continuou dando show de técnica e categoria como quarto-zagueiro. Além de ser homem honrado e pai de família dedicado. O Brasil precisa de gente assim. Parabéns, "Enciclopédia"!

Projeto 40 Horas de Criatividade


O Projeto 40 HORAS DE CRIATIVIDADE, que propõe uma total e intensa vivência artística, convida pesquisadores, oficineiros, críticos, galeristas, público em geral e insistentes trabalhadores da arte contemporânea, a participarem desse evento cujas atividades ocorrerão nos dias 18, 19 e 20 de maio de 2012, no Atelier Lourenço de Bem. Iniciativa organizada pelo Atelier Lourenço de Bem tem por objetivo fomentar reflexões, impulsionar a criação e circulação da arte, além de configurar importante ato de experimentação. Aberto ao público em geral, este poderá conferir todo o processo de criação dos artistas, bem como assistir a apresentações de convidados especiais. O resultado das obras realizadas durante esses três dias de intenso trabalho, serão expostas no Espaço Cultural Banco BVA da Fundação Universa, no período de 30 de maio a 8 de junho. Artistas, pintores, escultores, músicos, poetas, performáticos e demais interessados em participar devem se inscrever pelos telefones:
(61) 3409-1453 / 9995-8818

Taxa de inscrição para os artistas: R$ 50,00 por dia e livre para os visitantes.

Atelier Lourenço De Bem - Sexta 18 - Sábado 19 - Domingo 20, das 8,30 às 20,00hs.
Endereço: SMLN MI 8, conjunto 02, casa 18-B – Entrada pela área verde

EXPOSIÇÃO DAS 40 HORAS DE CRIATIVIDADE NA FUNDAÇÃO UNIVERSA
Abertura: 30 de maio 2012 - às 19hs
Visitação: 31 de maio à 08 de junho 2012
( Segunda a sexta das 9hs às 19hs )

Fundação Universa - Espaço Cultural Banco BVA
SGAN 609 Módulo A - L2 Norte - Asa Norte - Brasília - DF

Dilma e ex-presidentes


Na qualidade de eterno otimista, creio que seria útil ao Brasil, à democracia e ao próprio coração de todos eles, se começassem a ser mais frequentes encontros da presidente Dilma com os ex-presidentes Sarney, Lula, Collor e FHC. Todos têm vasta experiência administrativa, poderiam auxiliar a Chefe da Nação em beneficio dos interesses da população.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Encontro republicano


A cerimônia que marcou a instalação da Comissão da Verdade, no Palácio do Planalto, também proporcionou grande encontro republicano. A solenidade que deu início a um momento de afirmação da democracia reuniu também os últimos cinco chefes de Estado, com exceção de Itamar Franco, que morreu em 2011. Ao lado dos ex-presidentes da República José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff deu posse aos sete membros do colegiado que tem a missão de esclarecer violações de direitos humanos praticadas durante a ditadura. Para Sarney, que conduziu o processo de redemocratização do País, a criação da Comissão da Verdade é um avanço. “É um avanço grande que nós demos e espero que a Comissão realmente encerre de uma vez por todas esses problemas e que seja esclarecido tudo que temos que esclarecer sobre o que passou”, afirma Sarney.
Os ex-presidentes da República José Sarney, Fernando Collor, Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso e a presidenta Dilma Rousseff, na cerimônia de instalação da Comissão da Verdade (Foto: Ricardo Stuckert)

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Collor caminha para frente


O colunista e acadêmico Merval Pereira(16/5) equivoca-se ao afirmar que o senador Collor atua com sentimento de vingança na CPI do Cachoeira. Collor deixa este objetivo e esta tarefa para a competente personagem Nina,  na novela "Avenida Brasil", que o Brasil inteiro acompanha com entusiasmo.Collor é homem maduro, calejado, não cultiva rancor nem ódio no coração. Tanto que pertence à base de apoio do governo Dilma, do PT, partido que, como é público, comandou as ações contra ele, na tumultuada CPI do PC Farias. Quem vive de passado é museu. Só poste é estático. Collor caminha para frente. A montanha de lixo do passado, Collor deixa para os decaídos e eternos ressentidos.

A França não é mais a mesma

Por Said Barbosa Dib*

O mundo está mudando de forma acelerada e confusa. E não é para melhor. Tem coisas que ocorrem que eram inimagináveis até bem pouco tempo. Um presidente francês do pós-guerra, recém eleito, indo a Berlin beijar a mão e pedir bênçãos de chefe de Estado germânico. O normal, o esperado em qualquer país soberano, seria o eleito receber a visita de chefes de governo e de Estado nas cerimônias da posse. Pelo menos bilhetinhos ou telefonemas. E a ironia é que foram a Revolução Francesa e a Era Napoleônica que inventaram o conceito de Soberania Nacional. Até Deus tentou evitar a vergonha. Mandou raio contra o avião do presidente socialista para tentar impedi-lo de ir em frente. Não adiantou. François Hollande mostrou que a França não é mais a mesma. Nem o velho e injustiçado presidente Philippe Pétain, que foi obrigado a assinar armistício que entregava a França ao Terceiro Reich, foi tão subserviente. Afinal, no seu caso, a ocupação nazista era realidade em pelo menos 60% do território francês. Tinha um álibi. Alguém teria que assinar o documento diante do fato consumado. Hoje, as amarras são econômicas. Mas, o que importa para o mundo é o seguinte fato: desde o Tratado de Verdun (843), passando pelo Sacro Império Romano Germânico, pelas Guerras Napoleônicas (1799-1815), pela Guerra Franco-Prussiana (1870-71), pela Primeira Guerra Mundial (1914-18) e pela Segunda Guerra Mundial (1939-45), sempre que as relações franco-germânicas foram desiguais, a Europa, em especial, e o Mundo, em geral, pagaram caro por isso. Péssimo agouro! Principalmente em tempos de crise econômico-financeira estrutural.

* Said Barbosa Dib, historiador e analista político

O DNA da pornográfica "Veja" é de canalha


O título acima da minha bronca geral seria suficiente para resumir o perfil da sujíssima "Veja". Canalhas fantasiados de donos da verdade. A revistinha continua encalhando mais do que nunca nas bancas. Como mente descaradamente e seu torpe arsenal de patifarias praticamente esgotou, os ordinários que editam aquela porcaria agora requentam matérias contra Collor. Matéria com o finado irmão, doente e ressentido. Publicaram sem apurar nada, como levianos que são. Nada se provou contra Collor. Caiu em razão de um jogo politico. Covardes, não assinam o bolorento texto editado na sarjeta das ratazanas. Collor, por sua vez, fala a verdade, e usa a arma mais preciosa que tem para enfrentar os vermes engravatados, a tribuna do senado.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Comisão da verdade precisa ser isenta


Repito, transcrevo, meu texto, publicado hoje, na Folha de São Paulo, no importante "Painel do Leitor": A garantia do advogado José Carlos Dias de que a Comissão da Verdade vai apurar os excessos de violência dos dois lados, tranquiliza a Nação, passando a certeza que o trabalho da comissão será realmente séria e operosa.

Ninguém defende mais a Liberdade de Expressão do que Collor


Que fique claro. É preciso acabar com esta torpe escalada de conversa fiada e melancólica maledicência: nenhum dos açodados críticos do senador Fernando Collor defende mais a liberdade de expressão, em toda sua plenitude, do que ele. O que energicamente Collor repudia são a má-fé, a mentira e o ressentimento digitados, editados e embrulhados como informação isenta. Collor é respeitoso com todos. Exige que a recíproca seja verdadeira. Costuma ser contundente porque não é servil. Como o programa lançado pela presidente Dilma, Collor é carinhoso. Como tem sangue nas veias, reage com firmeza aos que lhe jogam as patas. Collor segue a definição do bravo, fulgurante e saudoso Carlos Lacerda, retrucando os insultos de seus medíocres desafetos, "os homens de bem não me temem, só os outros". 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O que acontece por aí...


Francisco faz Justiça ao governo Collor

Com o título "A modernização da economia brasileira", de Fernando Aloisio dos Santos, de Fortaleza, o autor destacou, com fatos, objetividade e isenção, algumas ações positivas do governo Collor, que trouxeram benefícios para a população e para o Brasil. Francisco salientou bem: determinações firmes de Collor, sobretudo na área econômica, todas elas seguidas e adotadas pelos outros Presidentes da República que vieram depois dele. De minha parte assinaria sem susto e com prazer a bronca-texto do Francisco, porque analisa com inteligência e argumenta sem má-fé, ódio ou ressentimento, os fatos como eles são realmente

Comissão da verdade

A garantia do advogado José Carlos Dias de que a Comissão da Verdade vai apurar os excessos de violência dos dois lados("Poder" de hoje), tranquiliza a Nação, passando a certeza que o trabalho da comissão será realmente sério e operoso.

Sarney engrandece o Legislativo

Bem vindo, senador Sarney! Sua grandeza pessoal, intelectual e política engrandece o Poder Legislativo e o Brasil!

Collor trabalha pela governabilidade

Lourinaldo, Collor não faz parte de quadrilha nenhuma. Se elas existem no governo, como você diz, Collor desconhece. Passa longe delas. Collor é da base de apoio ao governo, pelo PTB, mas tem objetivos permanentes e claros: trabalhar por Alagoas, pelo Brasil e pela governabilidade.

Sapatada foi pouco

No Tribunal, em Oslo, Noruega, jogaram um sapato no maníaco que assassinou 77 pessoas. O mesmo fizeram com Bush, no Iraque. Foi pouco para ambos. Mereciam é uma certeira tijolada na cara.

Ministros do STF só temem as leis divinas

Tem horas que a empáfia é assustadora. Morro de rir. Pelo que saiba, ninguém ameaçou ministros do STF. Portanto, achei hilariante a incisiva declaração do ministro-presidente da Corte Suprema, Ayres Britto, publicada no CH: "Nenhum ministro do STF teme nada". Ótimo, maravilha. Bom saber. Ficaria surpreso é se os ministros temessem alguma coisa de qualquer mortal. Francamente! Creio que esta troca de farpas e ironias entre membros do judiciário e políticos não vão acabar bem. É uma fogueira de vaidades irrelevante disputando migalhas da imprensa.

domingo, 13 de maio de 2012

Miro,CPI e Collor


O deputado Miro Teixeira seguramente se acha o máximo. O fato de ser decano de Comissões de Inquérito, não lhe dá o direito de querer ditar regras de conduta para ninguém. Muito menos para o senador Fernando Collor, que como Presidente da República sofreu o diabo nas mãos de sanguinários e pseudos donos da verdade, na CPI do PC Farias. Na verdade, aquela comissão não visava PC-Farias. O alvo dos pseudos carrascos e juizes era o próprio Collor. Atuando agora na CPMI do Cachoeira, o objetivo de Collor é evitar exatamente a politização  desvairada dos acontecimentos. Collor trabalha sem açodamento, sem mágoas ou ressentimentos, apenas fundamentado na Constituição e no bom senso. Se a intenção do fogoso Miro Teixeira é disputar o troféu de campeão da bazófia, na CPI do Cachoeira, que vá em frente. Encontrará muitos concorrentes. Com exceção de Collor de Mello.

O que acontece por aí...


Mania tola de brasileiro

Brasileiro é assim. Deveria patentear mania tão irritante e ineficiente. Só agora, véspera da Rio+20, governo federal e Câmara dos deputados resolveram abrir "guerra" contra os preços altos dos hotéis cariocas. Em país sério o assunto teria sido tratado com antecedência. Seguramente já estamos sendo alvos de chacotas no exterior. Fica a impressão que o Brasil não estava a devida importância à conferência.

Sapatada foi pouco

No Tribunal, em Oslo, Noruega, jogaram um sapato no maníaco que assassinou 77 pessoas. O mesmo fizeram com Bush, no Iraque. Foi pouco para ambos. Mereciam é uma certeira tijolada na cara.

sábado, 12 de maio de 2012

Ministros do STF só temem as leis divinas


Tem horas que a empáfia é assustadora. Morro de rir. Pelo que saiba, ninguém ameaçou ministros do STF. Portanto, achei hilariante a incisiva declaração do ministro-presidente da Corte Suprema, Ayres Britto, publicada no CH: "Nenhum ministro do STF teme nada". Ótimo, maravilha. Bom saber. Ficaria surpreso é se os ministros temessem alguma coisa de qualquer mortal. Francamente! Creio que esta troca de farpas e ironias entre membros do judiciário e políticos não vão acabar bem. É uma fogueira de vaidades irrelevante disputando migalhas da imprensa.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Mário Manuel Coelho de Mello: “Cidadão do Amazonas”

Os deputados Sinésio Campos, Ricardo Nicolau e os demais parlamentares estaduais da Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas, estão de parabéns. Merecida a homenagem ao nosso velho e bom amigo Mário Manuel Coelho de Mello, competente e valoroso secretário da representação amazonense em Brasília. Segue abaixo, para os amigos leitores do blog, o convite para a sessão Especial de Outorga do título de “Cidadão do Amazonas”, que se realizará no dia 15 próximo, às 10 horas. Clique na imagem.


Carta enviada ao Correio Braziliense sobre o casamento gay


Senhor Redator,

Refletindo sobre a matéria publicada na edição de ontem desse Jornal, que fala do apoio de Obama ao casamento gay, penso que lá como cá, a sociedade que se forma e se transforma, tem novas demandas, e o Estado a obrigação de analisá-las, considerá-las, e até de atendê-las, como o fez o STF sobre a relação civil entre pessoas do mesmo sexo.  Quem não aceita esses novos conceitos de família e de união estável, está preso a um contexto de vida e só conhece aquela velha fórmula racional. O contato com a realidade social, àquela que vem das ruas, é perigoso e altamente ameaçador para o mundo ordenado e seguro dos que não têm repertório para mudanças, ou mesmo para os fanáticos, que felizmente são apenas uma minoria barulhenta dentre os que professam as diversas religiões no nosso País.

Haroldo Michiles
 SQN 231, Bl.G,apto.103-Asa Norte
 Identidade 1164140-SSP-DF
 Brasília-DF

Farpas perigosas


O professor Joaquim Falcão ("Poder de hoje), tem razão, o procurador-geral Roberto Gurgel politizou, na resposta irônica que deu aos parlamentares, favoráveis a ida dele à CPMI do Cachoeira. A situação ficou mais tensa com o claro apoio que Gurgel recebeu de alguns ministros do STF. O advogado do ex-ministro José Dirceu entrou na roda para botar mais lenha na fogueira das vaidades, afirmando que o procurador desrespeitou os políticos. Tomara que o assunto não traga mais dissabores e trocas de farpas entre congressistas e  membros da Suprema Corte. Caso contrário os trabalhos da CPI começarão a perder força e cairão mais uma vez no descrédito popular.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Sociólogo esperto


Edição de hoje, dia 10, do Estadão, publica artigo do sábio Demétrio Magnoli. Ainda bem que Demétrio existe. O que seria de nós, pobres mortais, sem as luzes do Magnoli? Pelo título do artigo, "Um texto marginal", imagina-se que era mais uma fiel autocrítica do fabuloso sociólogo. Qual o que. Na verdade, Demétrio, como disciplinado expoente tucano, mira sua metralhadora de plástico no STF, em Collor, Sarney, Sérgio Cabral, etc. Ninguém segura Demétrio e sua sensacional veia crítica. De quebra, para que ninguém que o conheça bem estranhe, Magnoli elogia FHC, seu eterno ídolo e companheiro de tantas jornadas. Demétrio é assim. Não se queixa da vida. Só dos desafetos do PSDB. Quem não gostar das perfumarias de Magnoli, troque de página ou mude de jornal.

Zona Franca de Manaus

Resultados positivos do modelo foram destacados em sessão especial no Senado Federal

Fábio Alencar 

Os 45 anos da Zona Franca de Manaus foram lembrados segunda-feira (7), durante sessão especial no Senado, em Brasília, onde, apesar das preocupações demonstradas com o futuro do modelo, o tom dos discursos foi de comemoração pelos avanços registrados na solução dos principais desafios da região. O primeiro a discursar foi o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB), que destacou os dois projetos do Executivo em favor da Zona Franca que tramitam no Congresso. Um amplia o modelo em mais 50 anos a partir de
2023 e outro estende os benefícios para a região metropolitana de Manaus. E se a próxima fronteira da Amazônia é a biodiversidade, é preciso colocar a floresta dentro do modelo, o que será feito com a inclusão da Região Metropolitana, justificou. Braga acrescentou que outras ações federais, como o linhão de Tucuruí, podem ajudar a solucionar entraves logísticos históricos da região. Podendo ir além. Com o linhão de Tucuruí aliado a um outro linhão, saindo de Santo Antônio e Jirau (Roraima) para Manaus, a capital amazonense pode virar um hub de energia e acabar com o atual modelo de fornecimento, que fez a cidade sofrer com o apagão bem antes do restante do País, lembrou. 


O Senador também destacou que, graças ao desenvolvimento alcançado com o Polo Industrial de Manaus, o governo tem condições de auxiliar as mais de 650 mil famílias ribeirinhas, que estão sofrendo neste momento com a cheia dos rios. Famílias que poderiam estar agora remando para São Paulo em busca de melhores condições, ressaltou. O deputado Pauderney Avelino (DEM) também destacou a importância da ZFM como motor da economia no Amazonas e a união da bancada em sua defesa. E para isso contando com a solidariedade do Governo, seja lá de que partido for. Com a aprovação da resolução 72, que passa a valer em janeiro de 2013  e estabelece alíquota única de 4% de ICMS para produtos importados, resguardando a Zona Franca - o parlamentar espera que o próximo ano seja especial para o País. Muitas empresas que antes só importavam agora vão produzir no Brasil e não só no Amazonas, como em São Paulo, Goiás, Espírito Santo... seja onde for, gerando empregos no Brasil, disse. O deputado Francisco Souza (PSC) representou a Assembleia Legislativa do Amazonas na sessão especial e elogiou a iniciativa como forma de destacar a importância da ZFM para todo o País.


Agência regional

O superintendente da SUFRAMA, Thomaz Nogueira, também usou a tribuna durante a sessão e lembrou que não apenas o Amazonas, mas todos os estados de abrangência da autarquia (como Acre, Amapá, Rondônia e Roraima) se beneficiam do modelo que, assim, acaba sendo fundamental para o desenvolvimento de uma região que compõe 25% do País. Nogueira apontou como tendência para os próximos 50 nos do modelo o domínio do processo produtivo e o avanço nas pesquisas em biodiversidade. Nos primeiros 45 anos cumprimos a missão de integrar a região e com o bônus da preservação ambiental. Agora temos que gerar riqueza com a biodiversidade e nos assenhorar dos processos produtivos, destacando a importância dos investimentos em ciência e tecnologia. No encerramento, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), autora da proposta da sessão especial, apontou que a união da bancada na defesa da ZFM - após a resolução 72 - agora estará voltada para criar ambiente para dar à SUFRAMA condições de agir como agência de desenvolvimento. Ela disse que esta será uma das principais bandeiras da bancada este ano, lutando pela maior liberação de recursos para a autarquia investir na região.

Meu comentário:

O senador Eduardo Braga teve a grandeza e o desprendimento de salientar que foi Bernardo Cabral, como relator-geral da Constituinte, que teve a sensibilidade de perpetuar na Constituição a Zona Franca de Manaus. A propósito, sempre é oportuno frisar opinião da competente ex-superintendente da Suframa, economista Flávia Grosso. Para Flávia, por tudo que fez em beneficio do Amazonas e do Brasil, o ex-deputado, ex-presidente nacional da OAB, ex-ministro da Justiça e ex-senador Bernardo Cabral, merecia uma estátua nas praças públicas de Manaus. Também presentes nas homenagens pelos 45 anos do Pólo Industrial de Manaus,  os presidentes da Fieam e do Cieam, Antônio Silva e Wilson Périco.

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