sexta-feira, 28 de junho de 2013

Falei com quem sabe e jogou muito


Sobre o Brasil x Espanha, liguei para quem sabe e jogou muito: o cracaço Gerson. O Canhotinha de Ouro é da opinião que temos time, neste momento aproveitando a euforia e a torcida, além de certo entrosamento, para vencer os atuais campeões do mundo. Mas Gerson sabe que a Espanha tem passe melhor do que o Brasil. E, assim, quem tem mais a bola, tem mais chances de vencer. Outra preocupação do cerebral Gerson, que deixou de jogar há 40 anos e a seleção ainda não encontrou um substituto á altura dele,  no meio-de-campo, são os nossos bons laterais. Apóiam com eficiência, mas costumam demorar a voltar. Ou seja, os espanhóis conhecem bem Marcelo e Daniel Alves. Vão explorar bastante as subidas deles. Gerson quer Hernandez junto com Paulinho. Neymar precisa deixar de ir muito para o meio-de-campo. é jogador perigoso perto da área adversária. Alguém precisa saber jogar e se aproximar mais dele. A meu ver, o parceiro ideal para jogar perto de Neymar é Ganso. Mas aí é outra história. Gerson acha que o Brasil precisa chutar mais a gol. Inclusive Hulk, que tem chute forte. Por fim, Gerson reitera: ganha o jogo quem errar menos passes. Sobretudo no meio-de-campo. Porque o contra-ataque deles é muito forte.

O que acontece por aí...


Lula na Academia, já

Ora bolas, se FHC entrou na ABL porque Lula também não pode entrar? Por acaso FHC tem mais neurônios do que Lula?

Saúde para Juca

Nada como passar por um problema cardíaco para a pessoa passar a ver a vida diferente. Com menos amargura, arrogância e leviandade. Avaliando melhor seus semelhantes e, sobretudo, evitando  fazer juizo precipitado deles. O texto de quem passa por problema médico tão sério fica  mais leve e carinhoso. Nesta linha, com o colunista Juca kfoury não poderia ser diferente.  Votos para que ele tenha muita saúde, para aplaudir seus vitoriosos desafetos que ele critica e até insulta, implacavelmente, travestido de dono da verdade.

Mais japonês na zona

Diretores da empresa Brother Industries manifestaram à Suframa o interesse de instalar uma unidade fabril no Pólo Industrial de Manaus. A Brother, multinacional japonesa com sede em Nagoya, atua com destaque no segmento de impressões, fabricando máquinas impressoras matriciais e multifuncionais. Seria a primeira fábrica da Brother na America Latina.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Meninos Mascarados


Estou achando a garotada brasileira muito mascarada. Bom colocar a sandália da humildade. Tiago Silva joga muito, mas tem hora que um bicão resolve o problema. Lembro que até Pelé fazia gol de bico. Coutinho idem. Se o Brasil jogar tão mal como jogou ontem, mesmo sendo contra a Itália, sei não. Nadaremos para morrer na praia. O torcedor não merece tamanha desfeita.

J. Bernardo Cabral: "Constituinte Exclusiva?!"


Não é de agora que há numerosas declarações sobre a convocação de uma Constituinte restrita ou Mini-Constituinte, etc... No entanto, hoje é a própria presidente Dilma Rousseff que vem de propor um amplo debate sobre a convocação de um plebiscito para fazer uma reforma política “ampla e profunda” via Constituinte exclusiva. Quero, de logo, me insurgir contra qualquer proposta nesse sentido – com o respeito que os seus defensores merecem – eis que não vive o país sob o signo de uma ruptura político-institucional. Não é necessário fazer em retroação mais longínqua no tempo. Basta 1964. Qual a semelhança entre o Brasil de hoje e o daquele ano? No primeiro semestre de 1964, sob os impulsos de um movimento popular, fruto ou não de equívoco, as Forças Armadas, com o apoio, manipulado ou não, de significativa parcela da classe política (parlamentares, governadores e prefeitos), destituíram o Presidente da República e operaram lesões na ordem político-institucional vigente, através dos chamados atos institucionais. Após um período de convivência da Constituição de 1946 com os atos institucionais, o Congresso Nacional foi chamado a institucionalizar o quadro jurídico resultante, através da elaboração da nova Constituição, que foi promulgada a 24 de janeiro de 1967 e entrou em vigor a 15 de março do mesmo ano. Durou pouco e, no curto espaço de tempo de sua vigência, ouviram-se as primeiras vozes em favor da convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, ideia que, informalmente, foi defendida, desde abril de 1964, pelo saudoso Senador pela Bahia, Aluísio de Carvalho Filho. A ideia não prosperou, uma vez que a 13 de dezembro de 1968 o estamento militar impôs ao Presidente da República a edição de ato institucional de nº 5, que promoveu a completa ruptura político-institucional. Eis aí o motivo forte de então para a convocação da Assembleia Nacional Constituinte: a imperiosa saída da excepcionalidade institucional para a plenitude do Estado de Direito. Como pois, no momento atual pretender alguém negar a existência de um tempo de liberdade e da plenitude do Estado de Direito? É o que me leva a adotar opinião contrária ao chamado novo pacto constituinte. Ademais, a doutrina consiste em ver a Constituição como lei fundamental, onde se resguardam, acima e à margem das lutas de grupos e tendências, alguns poucos princípios básicos, que uma vez incorporados ao seu texto tornam-se indiscutíveis e insuscetíveis de novo acordo e nova decisão. Como não é todos os dias que uma comunidade política adota um novo sistema constitucional ou assume um novo destino, cumpre extrair da Constituição tudo o que permite a sua virtualidade, ao invés de, a todo instante, modificar-lhe o texto, a reboque de interesses meramente circunstanciais.


Bernardo Cabral é jurista, ex-ministro, ex-deputado constituinte e ex-senador do Amazonas.

O que acontece por aí...


Sem Dilma é tiro no pé

Político que não ficar com Dilma nesta quadra confusa e tumultuada brasileira, estará dando tiro no próprio pé. Perderá o avião da História. Não é hora de torcer por desacordos, futricas ou acusações. Aquele que mostrar maturidade política e responsabilidade, trabalhando e somando esforços para tirar lições vindas das eloquentes manifestações populares, crescerá junto com o Brasil. Merecerá dias de orgulho. Será visto como cidadão completo, que não se omitiu nem se acovardou.

Aécio e Renan com Dilma é maturidade

Cláudio Humberto informa que Aécio Neves e Renan Calheiros manifestaram apoio à presidente Dilma, nesta quadra difícil e tumultuada da vida brasileira. Parabéns aos dois. Mostram maturidade política. Sabem que não é hora de desacordos, futricas ou acusações. O jovem Aécio não faz oposição inconsequente nem irresponsável. Os rumos do Brasil precisam caminhar juntos com os anseios da população. As soluções que Dilma precisa e tem apresentado à sociedade para superar com grandeza e espírito público estes momentos conturbados, não têm, não terão, figurinos político-partidário nem tão pouco eleitoreiro. Políticos esclarecidos, qualificados e responsáveis como Renan e Aécio, perfilados, somando esforços com Dilma, é forte indicio que o Brasil deseja crescer, evoluir, tirando boas lições das manifestações populares.

Tarifa de ônibus reduz para R$ 2,75 em Manaus


A tarifa do transporte público em Manaus vai reduzir para R$ 2,75 a partir desta segunda-feira, 1o de julho. A decisão foi anunciada na tarde desta quarta-feira, 26, pelo prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, após reunião com o governador do Amazonas, Omar Aziz, e representantes do Movimento Passe Livre (MPL). A entrevista coletiva foi concedida na casa do governador no bairro Aleixo, zona Centro-Sul. Para chegar a este valor, o governo do Estado desonerou o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) dos ônibus utilizados no transporte coletivo, o que equivale a R$ 1 milhão por mês. Já a Prefeitura de Manaus vai subsidiar parte da tarifa, o equivalente a R$ 700 mil todos os meses.  Mesmo com o subsídio mensal e a redução, tanto o governador quanto o prefeito se comprometeram a continuar conversando com intenção adotar novas medidas que possibilitem outros ajustes. Segundo Arthur Neto, o subsídio mensal foi a fórmula encontrada neste momento para oferecer à população um preço mais justo. Ele lembrou que este é apenas o ponto inicial para que no futuro o sistema seja completamente autônomo e que os passageiros se mostrem satisfeitos com a qualidade do serviço que é oferecido. A próxima meta é dotar de maior qualidade a estrutura do transporte. “Atendemos uma reivindicação popular importante e, caso seja possível, podemos até mesmo fazer novos ajustes. O dinheiro não cai do céu. Este subsídio está saindo de outros setores. Os custos para manter o transporte coletivo são muito altos, mas ainda estamos esperando o governo federal, que também prometeu investir neste setor”, afirmou o prefeito. O governador Omar Aziz afirmou que a passagem não está sendo reduzida de forma impensada, pois a atitude de baixar sem pensar nas consequências poderia quebrar o sistema. Ele ainda atentou para o fato de Manaus ter sido a primeira capital de todo o Brasil a ter baixado o valor da tarifa, antes mesmo das manifestações que tomaram as ruas. “O Estado já subsidia a passagem através do ICMS do diesel, o que dá R$ 26 milhões de ano. Ao longo dos próximos meses vamos conversar com a sociedade para saber se existem outros pleitos que podemos atender. O que tem que prevalecer é a vontade do coletivo. Eu e o prefeito estamos fazendo um grande esforço para que, sempre que pudermos, baixar a tarifa”, explicou o governador. De acordo com a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), a meia-passagem custará R$ 1,40.

Obras

Além de baixar a tarifa de ônibus, a Prefeitura de Manaus já anunciou uma série de intervenções para melhorar o sistema de transporte coletivo na cidade. No dia 2 de julho começam as reformas dos terminais 3, 4 e 5, além da reestruturação das plataformas nas avenidas Torquato Tapajós e Constantino Nery. O Bus Rapid System (BRS) também começa a ser implantado no próximo mês. Para dar mais qualidade ao transporte coletivo, Arthur Neto também já anunciou que a Prefeitura de Manaus vai retomar o controle de circulação dos ônibus na cidade, com câmeras e GPS. Assim, o poder público poderá ter conhecimento se os coletivos estão realmente circulando. Outra medida, que será implantada em breve, é o controle total do sistema de bilhetagem eletrônico, que hoje se encontra nas mãos das empresas.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O que acontece por aí...


Mandela é bom nome para mudanças

Caso não apareça nenhum líder para levar adiante o movimento das passeatas, sugiro o nome altivo, respeitado, admirado e exemplar de um autêntico guerreiro, Nelson Mandela.

Dilma foi firme e sincera na televisão

A meu ver, foi sincera, clara, firme e oportuna a fala de Dilma na televisão. Dirigiu-se ao povo de alma e coração abertos. Ninguém, em sã consciência, deseja ver o Brasil entregue aos facínoras, marginais, vândalos e irresponsáveis que insistem em contaminar o verdadeiro sentimento e objetivo das justas manifestações. Dilma exortou o diálogo com todos os segmentos da sociedade. Anunciou novas medidas que beneficiarão a coletividade, em especial, mais recursos para a educação e para a segurança. Sem paz o Brasil não vai crescer. As badernas nas ruas somente alegram os maus brasileiros, a velha corja adepta do quanto pior, melhor. Podem tirar o cavalo e o jumento da chuva. O Brasil jamais será cubanizado.


Collor quer isentar trabalhador do vale-transporte

Em discurso, o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) propôs, em projeto, medidas para que o vale-transporte favoreça o trabalhador que tem protestado contra o aumento das tarifas de transporte-público. Collor justificou sua iniciativa salientando que a aprovação da proposta seria parte do cumprimento do papel do Congresso, "em resposta rápida à mais iminente reivindicação das ruas". Para Collor o principal motivo que deflagrou a série de manifestações populares foi o aumento do valor das tarifas dos transportes públicos. A seu ver, "o vale-transporte tornou-se a principal fonte de financiamento para o transporte urbano e é responsável por perto de 50% do faturamento do setor". Contudo, acrescentou o senador, 6% do gasto total com transportes são custeados pelo próprio trabalhador, o que, na prática, a seu ver, "configura mais uma despesa no seu já apertado orçamento". O projeto apresentado por Collor isenta o trabalhador de qualquer participação no custo do vale-transporte.

Mudar o Hino

A alma, a energia, o coração, a certeza, e as esperanças das manifestações indicam que o belo Hino Nacional brasileiro precisará alterar alguns de seus  versos.

Espanha joga o fino

A seleção da Espanha é um caso sério. Não é a toa que é campeã do mundo. Joga o fino. Encanta quem realmente gosta do bom futebol, do jogo bem jogado. A seleção espanhola tem um objetivo em campo: manter a posse de bola. e o faz com maestria. Ou seja, parece elementar, quem tem a bola, deixa o adversário preocupado, atento. Quem joga contra a Espanha, se errar um mísero passe, principalmente se for no meio-de-campo, corre sério risco de levar gol. Os espanhóis, verdadeiramente um magistral combinado Barcelona e Real Madrid, não dão chutão. Não rifam a bola. Não fazem firula desnecessária. Jogam bonito, mas simples e com objetividade. Deixam os adversários tontos. E quando finalmente conseguem roubar a bola dos espanhóis, se não forem rápidos como uma flecha e inteligentes, logo ficam sem ela. Perdidos, desarvorados, porque todos os jogadores espanhóis sabem jogar. São do ramo. Caso estejam em dificuldade para iniciar uma jogada, não têm vergonha de atrasar a bola para um companheiro da defesa. Saem jogando com paciência e consciência. Dificilmente erram passes. E, na maioria das vezes, jogam, avançam, distribuem o jogo, com a bola no chão. Felipão que fique esperto. Se fosse ele dormia com Daniel Alves e Marcelo, ótimos laterais brasileiros, que jogam na Espanha. Seguramente podem passar boas sugestões e dicas para Felipão. Mas o Brasil ainda tem que jogar muito, tudo que sabe, vencer os jogos, para então mostrar que realmente tem competência para enfrentar a Espanha em igualdade de condições. Porque o papo do Brasil ser penta campeão do mundo, como realmente o é, não amedronta em nada a sensacional seleção espanhola.

Dilma cancelou ida a Parintins

A presidenta Dilma cancelou ida ao belo festival folclórico de Parintins. Iria dia 28, primeiro dia do festival, para reinaugurar o novo bumbódromo. Sábia decisão de Dilma. o clima politico anda tenso. Urubu quase voando de costa, diria o saudoso e craque Standislaw Ponte-Preta.  o comunicado é do secretário de cultura do Amazonas, Robério Braga.

Água fria nos pessimistas

A Fifa jogou água fria nos pessimistas, plantadores de noticias mentirosas e incentivadores  do quanto pior, melhor: Nunca passou pela cabeça da entidade suspender a Copa das Confederações, muito menos transferir para outro país a Copa do Mundo de 2014. São canalhas, da mesma laia dos arruaceiros e vândalos das manifestações. Timeco de maus brasileiros. Turba de fracassados e recalcados. Todos os países que sediaram copa do mundo enfrentaram problemas. O Brasil não é diferente. A Nação brasileira é feita de pessoas de brios, trabalhadora e determinada. Também mostraremos ao mundo que temos competência para realizar uma copa com sucesso e segurança

Cadeia para os malfeitores

Basta. Encheu. Cansou. Não tem perdão. Hora de colocar nas ruas as Forças Armadas para conter, de vez, a ousadia e a crescente irresponsabilidade dos malfeitores. Cadeia neles. As autoridades precisam saber se impor. Agredindo e provocando policiais e destruindo o patrimônio público e privado, a gangue de marginais fantasiados de estudantes afronta as instituições e envergonha o Brasil aos olhos do mundo. A situação tornou-se insuportável, temerária e perigosa. É preciso agir rápido e com rigor. As manifestações estão sendo contaminadas pela ação covarde dos arruaceiros e vândalos. Os governantes precisam  transmitir confiança à população.  À esta altura perplexa e preocupada com a sanha dos patifes, que insistem em transformar o país numa imensa praça de guerra.

Arruaceiro rico e burro

Rico, exibicionista, truculento e, tudo indica, com raros neurônios, o universitário arruaceiro que depredou o prédio da prefeitura de São Paulo, faria melhor se canalizasse tanta energia nos ringues do MMA. Poderia, quem sabe, como lutador de artes marciais, desafiar e vencer o campeão invicto Anderson Silva.

Sem medo, mas sem time


Parreira garante que a seleção brasileira não tem medo da seleção da Espanha. Ótimo. Boas falas. Seria horrível Neymar e companhia entrar em campo já derrotados. Mas, na verdade, marra brasileira à parte, o Brasil não tem time para enfrentar a Espanha em igualdade de condições.

Ministério do Planejamento autoriza concurso para SUFRAMA

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira (21) a Portaria nº 218, de 20 de junho de 2013, autorizando a realização de concurso público e o provimento de 154 postos do Plano Especial de Cargos da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA). As oportunidades estão distribuídas em cargos de nível superior (117 vagas), em áreas como Engenharia e Economia, e cargos de nível intermediário (37 vagas). De acordo com a portaria do MPOG, o provimento dos cargos deverá ocorrer a partir de julho de 2013 e estará condicionado, dentre outors critérios, a adequação orçamentária e financeira da nova despesa à Lei Orçamentária Anual (LOA). A extinção de 200 postos de trabalho terceirizados da SUFRAMA, ocorrida recentemente, foi apontada como uma das contrapartidas para a publicação da portaria. A responsabilidade pela realização do concurso será da SUFRAMA, que terá prazo de seis meses para publicar o edital de abertura do certame. Detalhes como remuneração, conteúdos programáticos, atribuições dos cargos, lotação e locais e datas de realização das provas, entre outros, serão disponibilizados no edital. A autarquia trabalha, desde já, na composição da comissão que ficará responsável por organizar todos os procedimentos e etapas do concurso público. “Deveremos estar, até meados de julho, definindo a comissão que vai cuidar do edital. Espero, no máximo em dois meses, a contar desta definição, estar com o edital na rua”, disse o superintendente da Zona Franca de Manaus, Thomaz Nogueira. O superintendente ressaltou que o concurso vem no momento certo. “Estamos com carência de profissionais, sobretudo após o desligamento de grande parte dos funcionários terceirizados. Esse concurso vai ajudar a reajustar nosso quadro de servidores”, afirmou.


Câmara lança livro sobre Arthur Virgílio

“Que liquidem com o direito do povo brasileiro de ser livre,
de ser digno, mas que o façam sem nossa conivência, sem a nossa participação.
Se um dia esse Congresso se diminui, se agacha, merece ser fechado com o apoio do povo!”

Arthur Virgílio Filho,

outubro de 1965

A Câmara dos Deputados lança na próxima terça-feira (dia 25) um ensaio biográfico sobre o advogado, jornalista e político amazonense Arthur Virgílio Filho. A obra, organizada pelo jornalista Mário Adolfo, traz além da biografia desse que foi considerado um dos mais corajosos políticos a enfrentar a ditadura militar no país, os discursos proferidos por ele durante os mandatos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Hoje, 25 anos depois, Arthur Virgílio Filho é citado como um homem imprescindível de seu tempo. O político, que foi cassado pelo Ato Institucional n°5 e teve seus direitos suspensos por dez anos, levou ao Congresso Nacional a discussão de temas caros ao país naquela época. Entre eles, a ditadura militar; a reforma agrária; inflação; a perda da hegemonia brasileira no mercado mundial da borracha; criminalidade; falta de amparo ao trabalhador e a tentativa de destruição da Petrobras pelas forças armadas. Arthur Virgílio Filho como homem público também encampou uma luta pela educação no estado em que nasceu. Criou a Universidade Federal do Amazonas, a primeira do Brasil e a maior da região Norte. Escrito entre 2007-2008 o  livro traz um ensaio biográfico sobre Arthur Virgílio Filho, além dos principais discursos proferidos por ele durante os mandatos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

Sobre o autor 


Mário Adolfo, autor do livro é jornalista formado pela Universidade federal do Amazonas (UfAM). Entrou para o jornalismo em A Crítica de Manaus e há 25 anos trabalha na redação do EM TEMPO, onde atualmente ocupa o cargo de Diretor de Redação. Mário ganhou o Prêmio por duas vezes (1984 e 1995); e o Prêmio Caixa Econômica de Jornalismo Social, além de ser Menção Honrosa no Prêmio Ayrton Senna.   

Música no Museu dá ênfase à voz em Junho


O sucesso das harpas em maio, com seus 150 concertos, um novo recorde de Música no Museu, tem seqüência nos primeiros dias de junho, com dois eventos: um no Corcovado e outro na Comunidade do Alemão, encerrando, assim, o VIIIRioHarpFestival. Junho, aliás, como já é tradicional, Música no Museu privilegia a voz nos seus concertos do Rio de Janeiro, mesclando trechos de óperas, clássicos brasileiros e europeus com música coral. Serão 30 concertos no Rio de Janeiro e, contando com as apresentações nas outras cidades, chegam a 40, incluindo a versão internacional, com a pianista Fernanda Canaud que se apresenta em Portugal, nas cidades de Lisboa, Alcobaça e Coimbra. Já para o mês de julho outra novidade: os concertos serão todos realizados por jovens músicos, já que Música no Museu foi inserido na programação oficial do Encontro Mundial da Juventude. Na abertura, dia 1º, às 18:30hs, a organista Domicila Ballesteros tocará na Igreja Santa Cruz dos Militares. Na expectativa de sua presença, as saudações musicais de

Sergio da Costa e Silva – Diretor de Música no Museu.- tel: (21) 2253-8645

PPB de duas rodas em fase final de discussão


A Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) realizou  nova rodada de reuniões para tratar das alterações nos Processos Produtivos Básicos (PPBs) do setor de Duas Rodas. Esta foi o quarto encontro para discutir o tema e contou com a participação de todos os representantes dos sindicatos e associações envolvidos com o segmento instalados no Polo Industrial de Manaus (PIM) – como a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), Associação dos Fabricantes de Componentes da Amazônia (Aficam), Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), Sindicato da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários, Rodoviários e Duas Rodas (Simefre) e Associação Nacional de Fabricantes e Atacadistas de Motopeças (Anfamoto) – bem como de fabricantes do setor. Acompanhado pelo superintendente da SUFRAMA, Thomaz Nogueira, que presidiu a reunião, o superintendente adjunto de Projetos da autarquia, Gustavo Igrejas, apresentou números apurados pela Superintendência ao longo de 2013 e comparou os índices deste ano com o que o setor apresentou em outros períodos. O aumento na importação de insumos para fabricação de motocicletas no PIM e o crescente mercado de ciclomotores (motos de até 50 cilindradas) foram destacados por Igrejas. Após a apresentação dos dados, Gustavo Igrejas explicitou a proposta de minuta de Portaria Interministerial que a SUFRAMA redigiu levando estes dados em conta e a partir, principalmente, do que foi discutido nas três reuniões anteriores, ocorridas nos meses de dezembro do ano passado e em fevereiro e março deste ano, e as sugestões apresentadas pelos representantes do segmento. Dentre outras propostas, com a nova redação a autarquia visa reverter o quadro de importação dos insumos para o segmento, que chegou a 34% até maio deste ano, aumentar a produção dos ciclomotores no Polo Industrial de Manaus, tendo em vista o crescimento do mercado, e aumentar a produção local de partes e peças metálicas para motocicletas de todas as cilindradas. A ideia principal é agregar valor local e simplificar os processos do segmento, trazendo benefícios às empresas do setor independente do porte delas.

60 dias

Os representantes do segmento presentes demonstraram acordo com a proposta apresentada pela SUFRAMA, mas pediram um prazo de até 60 dias para que o texto da minuta fosse revisado por todos a fim de ser levado à consulta pública. O presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, resumiu o sentimento de todos presentes à reunião ao afirmar que o objetivo maior é “fortalecer a indústria de duas rodas instalada no Polo Industrial de Manaus”. O superintendente Thomaz Nogueira afirmou que a autarquia “tem uma agenda qualitativa para o segmento, e precisamos lidar para que isso seja posto em prática”, tendo em vista a importância do setor para o Polo Industrial de Manaus, tanto em termos de geração de empregos, quanto em faturamento.

Arthur vai ao encontro de Dilma para levar reivindicações das ruas


O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, vai a Brasília, nesta segunda-feira, 24, para um encontro com a presidente Dilma Rousseff, atendendo chamado da própria presidente, que se reúne com os prefeitos das capitais para discutir os desdobramentos das manifestações que tomaram conta do país. O cerimonial do Palácio do Planalto convidou prefeitos e governadores para a reunião onde a presidente vai apresentar uma pauta para a mobilidade urbana, mas também  ouvir os governantes sobre os problemas em suas respectivas cidades e estados. O prefeito vai a Brasília juntamente com o governador do Amazonas, Omar Aziz. Tão logo recebeu o convite, o prefeito confirmou sua ida a Brasília. “Vou aproveitar o momento para relatar a presidente todas as ações que já antecipamos no quesito melhoria dos transportes públicos”, afirmou o prefeito, lembrando que a Prefeitura de Manaus foi a primeira a reduzir a tarifa de R$ 3,00 para R$ 2,90, tão logo foi anunciada a desoneração das alíquotas de Pis/Cofins para as empresas de transporte público. Além disso, na segunda-feira, 17, o prefeito anunciou em entrevista coletiva várias medidas para melhorar os serviços de transportes e o trânsito em Manaus. Entre as mudanças anunciadas estão a reformas de terminais de passageiros, implantação do Bus Rapid System (BRS), reestruturação das plataformas nos principais corredores de ônibus, construção de abrigos nas paradas. Anunciou ainda medidas de controle do sistema, como instalação de câmeras e GPS, controle do sistema de bilhetagem eletrônico, recarga do vale-transporte no próprio veículo, entre outras.  Na mesma coletiva, o prefeito também anunciou medidas para desafogar o trânsito, como construção de baias para o transporte coletivo e intervenções na Bola do Coroado e Bola das Letras, na avenida Jacira Reis. As obras e intervenções têm início no dia 02 de julho. “O prefeito de Manaus tem a consciência que essa parte cabe à prefeitura e estamos trabalhando diuturnamente para fazer a nossa parte”, afirmou o prefeito, destacando porém que, além de apresentar um relato de suas ações, vai levar à presidente Dilma as reivindicações que foram ouvidas nas ruas, durante as manifestações do último dia 20, quando mais de 75 mil pessoas tomaram as principais avenidas da cidade. “O que a rua nos disse é que quer mais investimentos em serviços públicos. Quer mais serviços e com mais qualidade. E isso eu vou levar à presidente”, disse Arthur. Além de Dilma, devem participar das conversas os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, da Saúde, Alexandre Padilha, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, da Educação, Aloizio Mercadante, e das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, além do secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e do titular da Controladoria Geral da União, Jorge Hage

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Comissão de Relações Exteriores se opõe a exclusividade do registro do termo 'amazon' na internet

Marilia Coêlho
O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado (CRE), senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) pediu, nesta quinta-feira (20), que a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) elabore um posicionamento oficial da comissão quanto ao pedido da empresa Amazon de exclusividade sobre o termo amazon na internet. O pleito da empresa americana, criticado por senadores e embaixadores, foi tema de audiência pública na comissão nesta manhã.
O pedido de registro do termo está em processo de avaliação na ICANN, sigla em inglês de Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números, e já foi contestado por Brasil e Peru. Caso seja aprovado o pedido de registro, o termo amazon será de uso exclusivo da empresa, em detrimento de interesses do Brasil e dos demais países que compõem a Amazônia Global. Qualquer organização desses países que quiser registrar um site com o final .amazon terá de pedir autorização prévia da empresa comercial detentora do domínio.
Ao final da audiência pública, a CRE aprovou ainda um voto de apoio e solidariedade aos membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), elaborado pela senadora Vanessa Grazziotin e relatado pela senadora Ana Amélia (PP-RS). Para Ana Amélia, a exclusividade do domínio .amazon seria mais maléfica que a proteção de outras palavras que já entraram em brigas de patentes, como “cupuaçu”.
- A palavra engloba todo um bioma, contendo flora, fauna, produção extrativa, conhecimentos tradicionais, cultura, enfim, uma complexidade de componentes, muitos dos quais utilizam a palavra “Amazônia” em sua denominação e cuja utilização poderia vir a ser ameaçada caso se propicie a pretendida proteção – afirmou Ana Amélia.
O processo na ICANN
A ICANN abriu um processo para registro de domínios (nomes ligados a endereços eletrônicos) na internet de janeiro a abril de 2012. Segundo o representante do Brasil na ICANN, embaixador Everton Lucero, foram feitos 1930 pedidos, entre eles, o da empresa Amazon pelo registro do termo amazon.
O pedido da empresa americana ainda está em processo de avaliação. De acordo com Lucero, durante o processo, é possível contestar os pleitos, o que já foi feito por Brasil e Peru por meio de um aviso prévio no caso do pedido da empresa americana.
- Em si, o aviso prévio não significa um veto. Ele significa que aquele que está pleiteando o nome saberá previamente que há uma preocupação a respeito – explicou.
O diretor do Departamento de Temas Científicos e Tecnológicos do Ministério das Relações Exteriores (MRE), embaixador Benedicto Fonseca Filho, afirmou  que já houve duas tentativas de consenso entre a empresa americana e os membros da OTCA , sem sucesso. A próxima tentativa será na reunião da ICANN em Durban, na África do Sul, que será realizada em julho. Em agosto essa avaliação inicial de cada pedido feito à ICANN deve ser concluída.
Preocupação do Brasil
Fonseca Filho deixou claro que não há um litígio entre a empresa Amazon e o governo brasileiro. No entanto, ele se mostrou preocupado com alguns direcionamentos e decisões da ICANN contrários a recomendações do Comitê Gestor de Governos (GAC) da própria instituição.
- Houve um tempo longo em que houve um certo pacto de cavalheiros em que as recomendações do comitê governamental eram seguidas pela ICANN. Isso, a partir de 2011, deixou de acontecer – afirmou.
O embaixador do MRE explicou que, em 2007, quando as regras do processo de registro de domínios estavam sendo discutidas, o Comitê Governamental fez uma recomendação à direção da ICANN para que não fossem objeto de pedido de registro os nomes ligados ao patrimônio, geografia e cultura dos países.  Segundo ele, essa recomendação não foi atendida e é a raiz do problema.
Fonseca Filho disse ainda que o Brasil mantém uma crítica à ICANN pelo fato de ela estar constituída sob a legislação dos Estados Unidos. Segundo ele, no caso de um litígio jurídico entre os países amazônicos e a empresa Amazon, quem decidiria seria um juiz da Califórnia.
- Essa situação nos parece absurda e o governo brasileiro desde o início tem contestado isso – afirmou.
Everton Lucero afirmou, no entanto, que como ainda não foi tomada nenhuma decisão de registro de domínios, não se pode dizer que a entidade vai desconsiderar as orientações do Comitê Gestor. Ele disse que levará todas as preocupações à alta direção da corporação e garantiu que a ICANN levará em consideração as questões políticas envolvidas no caso.
Soberania ameaçada
Para o secretário-geral da OTCA, embaixador Robby Ramlakha, depender de uma empresa comercial que não tem nada a ver com a Amazônia ameaça a soberania dos países amazônicos.
- Para nós, oito países independentes, soberanos, pedir permissão a essa empresa para proteger o nosso domínio, para proteger a nossa identidade, a nossa cultura, vai longe de mais – afirmou.
Durante a audiência, a senadora Vanessa Grazziotin anunciou a campanha, lançada nesta quarta-feira (19), que está recolhendo assinaturas contra o pleito da empresa Amazon. Para participar, basta acessar o endereço eletrônico www.nossaamazonia.org.br. As assinaturas recolhidas serão entregues na reunião do Comitê Gestor de Governos (GAC) da ICANN na reunião de Durban, na África do Sul.
Agência Senado

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Que povo e governantes caminhem juntos por um Brasil mais digno


Seguramente não é esse o Brasil que sonho para meus netos: a baderna, a barbárie, a covardia, o ódio e a estupidez açoitando aqueles que realmente lutam, trabalham, reivindicam, por dias melhores, por mais justiça social, mais empregos, mas segurança e mais saúde. Os brasileiros, especialmente os jovens manifestantes, felizmente são a maioria esmagadora dos movimentos que sensibilizam o país inteiro. O bom senso não pode tolerar que arruaceiros e vândalos dominem as manifestações. Sob pena delas perderem a grandeza, os altos sentimentos e os objetivos pelas quais nasceram e, pelo visto, vão prosperar em grande escala. Os governantes já sentiram a pressão. Não são tolos de não adotar providências urgentes e firmes, que sensibilizem a população, demonstrando, na prática, com decisões políticas que povo e governantes caminham juntos por um Brasil mais digno e com melhores condições de vida para todos.

terça-feira, 18 de junho de 2013

O que acontece por aí...


Notícia do competente Cláudio Humberto:

“AL: Collor lidera pesquisa ao governo

O senador Fernando Collor de Melo (PTB) lidera a corrida para o governo de Alagoas, com 24% das intenções de votos, de acordo com pesquisa Vox Populi. Collor está à frente do prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), que marca 17%; do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), com 14%; e do também senador Benedito Lira (PP), que tem 11%, segundo sondagem do Vox Populi. Detalhe: nem Renan nem Palmeira serão candidatos ao governo alagoano em 2014.”

Protestar sem baderna é mais inteligente

Seguramente não é esse o Brasil que sonho para meus netos: a baderna, a barbárie, a covardia, o ódio e a estupidez açoitando aqueles que realmente lutam, trabalham, reivindicam, por dias melhores, por mais justiça social, mais empregos, mas segurança e mais saúde. Os brasileiros, especialmente os jovens manifestantes, felizmente são a maioria esmagadora dos movimentos que sensibilizam o país inteiro. O bom senso não pode tolerar que arruaceiros e vândalos dominem as manifestações. Sob pena delas perderem a grandeza, os altos sentimentos e os objetivos pelas quais nasceram e, pelo visto, vão prosperar em grande escala. Os governantes já sentiram a pressão. Não são tolos de não adotar providências urgentes e firmes, que sensibilizem a população, demonstrando, na prática, com decisões políticas que povo e governantes caminham juntos por um Brasil mais digno e com melhores condições de vida para todos.

Bronca do atento e isento Carlos Esteves:

“Sem claques

Com certeza, as vaias à Presidente Dilma não foram produzidas por claques, o que vem ocorrendo com frequência, inclusive, suponho, em manifestações públicas. Mas destaco que pelo menos ela não é pé-frio, ao contrário do seu antecessor. O Brasil ganhou de 3x0 e o torcedor saiu satisfeito. Que ela volte ao estádio, agora no Maracanã, e traga a sorte para o jogo com o México. Por outro lado, caso a Presidente tivesse recebido aplausos, sua assessoria não teria minimizado como o fez com justificativas bobas e sem consistência, para as vaias que recebeu. Vicente Limongi, que não compõe sua Assessoria, foi extremamente mais competente em sua bronca de hoje, defendendo a Presidente.”

Opinião do valoroso patriota Everaldo Ferro:

Triste com a vaia

“Mermão, boa tarde, muito boa a sua análise. Fui pego de surpresa, fiquei triste com a vaia, mais teve aplauso e muito, acho que bem mais do que vaia, contando os que ficaram calados. Nossa Presidente é forte e foi lá porque ela representa a maioria do nosso povo, o nosso sentimento, a nossa Pátria. Parabenizo nossa Presidente e achei uma vaia sem princípio, totalmente covarde, para a nossa Nação. Mais a democracia é assim, qualquer um político que estivesse lá, passaria por aquilo, como disse o Presidente da FIFA, o povo que vaiou é mal educado, e ai é o nosso maior problema. Situações como essa acontece diariamente em todos os locais do nosso país, são gestos covardes no transito, nos lares, nas escolas, nos hospitais, cidades, estados, e porque não, o nosso País, isso porque o nosso povo, não está preparado para a vida, infelizmente. Abraço. Everaldo.”

Do Hélio Fernandes na TRIBUNA DA IMPRENSA:

...

PS – Você está certo, Limongi, certíssimo, quando diz: “Pronto, já era esperado. Deixem o Neymar em paz. Ele é jovem, centrado, responsável. Faz o que entende nos momentos de folga e lazer. Contanto que não prejudique suas atividades de atleta profissional”.

PS2 – E termina: “Que Deus continue iluminando os passos de Neymar, que prossiga sua trajetória vitoriosa. Sempre apoiado pela família, o que é fundamental. Ficaria surpreso se Neymar não gostasse de se divertir”.

PS3 – Ricardo Sales, rigorosamente verdadeiro. Chamei de “Mobral”, porque eram rigorosamente analfabetos. Até o Augusto, zagueirão do Vasco quando era “Expresso da Vitória”, funcionava como censor. Polícia civil, foi requisitado para trabalhar na Tribuna.

PS4 – Fui dezenas de vezes chamado à Polícia Central, ficava na esquina da Tribuna. O “chefão” reclamava: “O senhor não deixa os censores tomarem café ou comer um sanduíche no restaurante do jornal”.

PS5 – Resposta: “Só dou uma cadeira para eles sentarem, para não atrasar a saída do jornal”. Ele me olhava surpreendido, mandava: “Pode se retirar, o senhor é audacioso”.

PS6 – A Tribuna foi o único jornal que não preenchia os espaços em branco. Muitos se orgulham de terem colocado receita de bolo, de comida, serviam à ditadura. Nós não, saíamos com os espaços em branco.

PS7 – Eles podiam ter fechado o jornal, tinham medo da repercussão internacional. Estrangulado o jornal financeira e publicitariamente, resistimos mais 43 anos, só fomos fechar em 2008, depois que joguei tudo que tinha, não dava mais.

PS8 – Tivemos 1005 (mil e cinco) primeiras páginas com espaços em branco. E páginas internas, mais de SEIS MIL, da mesma forma, e centenas delas estavam INTEIRAMENTE EM BRANCO. Não cedi de maneira alguma, perdi tudo, mas resisti até o fim. E não me arrependo de maneira alguma. Fiz o que precisava fazer. Na próxima ditadura, não estarei mais aqui, mas será inevitável. Resistam.

PS9 – O dólar subiu acima de 2,156, apesar do BC entrar vendendo duas vezes. Mas Mantega deixou entrever que no seu arsenal de combate à inflação, o câmbio não será uma das armas utilizadas.

PS10 – A Bolsa continuou caindo e Eike Batista continuou vendendo. O que levou o Santander a dizer, “em 2014, Eike estará sem caixa”. Já está sem caixa. Devia estar comprando, as ações podem cair mais um pouco, mas voltarão a se recuperar. Bolsa não sobe sempre, Bolsa não desce sempre.”

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O que acontece por aí...


Dilma não Merecia

A meu ver foi de um tremendo mau gosto, injusta e desnecessária a demorada vaia para a presidente Dilma, no belo estádio Mané Garrincha. Lembro que Lula também foi vaiado no Maracanã e foi reeleito Presidente da República. Dilma foi ao estádio abrir oficialmente a Copa das Confederações. Poderia não ter ido. Seria deselegante. Ao lado de Dilma um constrangido presidente da FIFA. No esporte deve-se vaiar, quando merecer, os atletas. Jamais uma visitante ilustre, no caso a Chefe da Nação, recebendo convidados do mundo inteiro. Isso não ocorre em países considerados mais civilizados e evoluídos. A democracia permite tudo. Menos excessos que chegam perto da estupidez, da ingratidão, da falta de educação e da burrice. Dilma pode errar, no varejo. Mas, acerta, e muito, no atacado. Não mede esforços para melhorar a qualidade de vida da população.  Centenas de torcedores que vaiaram Dilma puderam comprar ingressos caros porque têm hoje um padrão de vida melhor. Que antes não tinham. Creio, por fim, que as vaias não abalarão o vigor de Dilma pelo trabalho.


Espanha joga o fino


A seleção da Espanha é um caso sério. Não é a toa que é campeã do mundo. Joga o fino. Encanta quem realmente gosta do bom futebol, do jogo bem jogado. A seleção espanhola tem um objetivo em campo: manter a posse de bola. e o faz com maestria. Ou seja, parece elementar, quem tem a bola, deixa o adversário preocupado, atento. Quem joga contra a Espanha, se errar um mísero passe, principalmente se for no meio-de-campo, corre sério risco de levar gol. Os espanhóis, verdadeiramente um magistral combinado Barcelona e Real Madrid, não dão chutão. Não rifam a bola. Não fazem firula desnecessária. Jogam bonito, mas simples e com objetividade. Deixam os adversários tontos. E quando finalmente conseguem roubar a bola dos espanhóis, se não forem rápidos como uma flecha e inteligentes, logo ficam sem ela. Perdidos, desavorados, porque todos os jogadores espanhóis sabem jogar. São do ramo. Caso estejam em dificuldade para iniciar uma jogada, não têm vergonha de atrasar a bola para um companheiro da defesa. Saem jogando com paciência e consciência. Dificilmente erram  passes. E, na maioria das vezes, jogam, avançam, distribuem o jogo, com a bola no chão. Felipão que fique esperto. Se fosse ele dormia com Daniel Alves e Marcelo, ótimos laterais brasileiros, que jogam na Espanha. Seguramente podem passar boas sugestões e dicas para Felipão. Mas o Brasil ainda tem que jogar muito, tudo que sabe, vencer os jogos, para então mostrar que realmente tem competência para enfrentar a Espanha em igualdade de condições. Porque o papo do Brasil ser penta campeão do mundo, como realmente o é, não amedronta em nada a sensacional seleção espanhola.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Covardia de estudantes


Incrível e triste o relato do jornalista Giba Bergamin Jr (Cotidiano de hoje) mostrando a covardia e a indignidade de 10 estudantes agredindo um PM nas manifestações pelo passe livre. O policial foi surrado, sangrou, mas, embora armado, não atirou. Talvez estivesse lembrando de seus filhos, naquela fúria torpe e medonha. Lamentável exemplo de selvageria  que não vai acrescentar nada de positivo ao currículo escolar dos maus elementos que participaram da melancólica e desnecessária tolice.  

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O que acontece por aí...


Minha namorada

Amo minha mulher. Tudo que tenho devo a ela. Se não fosse a Wrilene eu estaria  até hoje, largado e perdido, bebendo pinga no Beirute!

Dilma e o Datafolha

Só uma catástrofe  impedirá a reeleição de Dilma.

Seleção fraca vence adversário ainda pior

Bastou uma vitória contra uma mediocre seleção francesa para Felipão e a Globo, sempre ela, deitarem falação. Somos os melhores, todos nos respeitam, evoluimos muito, entre outras sandices. O ufanismo de Galvão Bueno e áulicos é pernicioso. Não acrescenta absolutamente nada a longa e penosa trajetória de obstáculos que o Brasil realmente precisa vencer para de fato retornar ao primeiro plano do futebol mundial. A atual seleção ainda é fracote. Jogamos no meio com 3 volantes, ou seja, com medo do adversário. na frente, um Neymar perdidão e um Hulk, imaginem, atualmente considerado um dos melhores jogadores brasileiros. Francamente. Onde chegamos.

Moleques de volta ao Brasil

A Globo continua fazendo matérias enaltecendo os marginais travestidos de torcedores do Corinthians, que estavam presos na Bolívia. Os novos santos brasileiros são tratados como bons meninos. Apenas mataram no estádio um torcedor boliviano. os coitadinhos vão acabar sendo recebidos pelo governador Geraldo Alcjmin e homenageados na Assembléia Legislativa. Pobre e cretino Brasil. A Globo também deveria fazer jornalismo e saber como passa a família do jovem torcedor boliviano assassinato. Onde mora, qual o sentimento dos pais dele, se o jovem tinha namorada, o que estudava, quais eram seus sonos, etc. A Globo fará isso? Duvido. Mais: ainda restam 5 marginais presos na Bolívia. Seguramente será feriado na volta deles ao Brasil. A matéria no avião em festa será feita por Patrícia Poeta.

Libertaram os moleques corintianos

Entrevista boba, ridícula, incompetente, embora anunciada no Jornal Nacional com o maior destaque, a da correspondente Delis Ortis com os "torcedores" irresponsáveis (agora querem se passar por santinhos) do Corinthians, que estavam presos na Bolívia. Incrível como os tais "torcedores" são medíocres, mal sabem falar. Entrevista tremendamente ruim. Um fiasco. Tomara que, pelo menos, a prisão do bando sirva de lição. Que deixem de ir aos estádios para promover badernas. Como a do jogo na Bolívia, que resultou na morte do torcedor boliviano.

Música no Museu

Ordem do Mérito Cultural 2008
Latin American Quality Awards 2011

O sucesso das harpas em maio, com seus 150 concertos, um novo recorde de Música no Museu, tem seqüência nos primeiros dias de junho, com dois eventos: um no Corcovado e outro na Comunidade do Alemão , encerrando, assim, o VIIIRioHarpFestival. Junho, aliás, como já é tradicional, Música no Museu privilegia a voz nos seus concertos do Rio de Janeiro, mesclando trechos de óperas, clássicos brasileiros e europeus com música coral. Serão 30 concertos no Rio de Janeiro e, contando com as apresentações nas outras cidades, chegam a 40, incluindo a versão internacional, com a pianista Fernanda Canaud que se apresenta em Portugal, nas cidades de Lisboa, Alcobaça e Coimbra. Já para o mês de julho outra novidade: os concertos serão todos realizados por jovens músicos, já que Música no Museu foi inserido na programação oficial do Encontro Mundial da Juventude. Na abertura, dia 1º, às 18:30hs, a organista Domicila Ballesteros tocará na Igreja Santa Cruz dos Militares. Na expectativa de sua presença, as saudações musicais de Sergio da Costa e Silva – Diretor de Música no Museu.- tel: (21) 2253-8645

Mestrandos em Defesa Nacional da Venezuela conhecem a ZFM

Comitiva formada por estudantes, professores e dirigentes do curso de Mestrado em Segurança e Defesa Integral e Integração, promovido pelo Instituto de Altos Estudos da Defesa Nacional (IAEDEN) da Venezuela, assistiram palestra sobre a Zona Franca de Manaus (ZFM), ministrada pelocoordenador-geral de Planejamento e Programação Orçamentária da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), Emmanuel de Aguiar. A apresentação foi realizada na sede do Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM).Os integrantes da turma Hugo Chávez Fria conheceram um pouco dos aspectos históricos e socioeconômicos do modelo e se mostraram interessados, sobretudo, pelas relações comerciais entre o Brasil e a Venezuela. Também foi destacado, na palestra,  o papel do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) – que atua no desenvolvimento de produtos a partir de pesquisas com insumos regionais – e as pesquisas científicas que atestam o fato de o Polo Industrial de Manaus (PIM) ser responsável pela preservação de 98% da floresta nativa do Amazonas. Entre os 40 estudantes, quatro brasileiros (dois oficiais do Exército, um da Marinha e um da Aeronáutica) também assistiram à apresentação. O Amazonas é a última etapa do roteiro de visitas dos alunos do IAEDEN ao Brasil. Antes, eles estiveram nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal. No discurso de agradecimento, o diretor do IAEDEN, general Angiolillo Fernandez, ressaltou as semelhanças entre os povos brasileiros e venezuelanos e frisou que deveria haver um voo direto entre Manaus e Caracas para facilitar o intercâmbio entre os países (os alunos terão que retornar para São Paulo no domingo, para poder chegar na Venezuela).

Projeto para reduzir tarifa de embarque de passageiro em região de fronteira avança no Senado

As tarifas aeroportuárias para embarque de passageiros em voos domésticos e internacionais com origem ou destino nas cidades gêmeas de municípios estrangeiros na fronteira poderão ter tratamento isonômico. A medida está prevista em projeto de lei do Senado (PLS 303/2012) aprovado  pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Hoje, segundo a autora do projeto, senadora Ana Amélia (PP-RS), a grande disparidade entre essas tarifas (R$ 21,57 para voos domésticos e R$ 71,50 para os internacionais) prejudica as cidades gêmeas fronteiriças, que precisam aprofundar a integração. A ideia surgiu a partir do relato de empresário de Santana do Livramento, na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, que tinha de pagar pela tarifa de voo internacional para ir até a cidade gêmea de Rivera, separada por uma rua do município brasileiro vizinho. O projeto será examinado, em decisão terminativa, pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) e depois seguirá para a Câmara dos Deputados.

Eunício Clama por Pequenos Agricultores

Procede a indignação, o repúdio e a denúncia do senador Eunicio Oliveira: os Bancos estão se transformando nos maiores latifundiários do Brasil, à custa da sertanejo, que sofre e passa por momentos terríveis por causa da forte estiagem que assolou o Nordeste. Segundo o líder do PMDB, os gulosos Bancos ainda humilham os honestos e pequenos agricultores, tratando-os como bandidos e tornando-os inadimplentes. O senador Eunicio protesta e não admite tamanha crueldade. A culpa é da seca prolongada que já arruinou sua colheita e matou seu gado. Nesta linha, Eunicio Oliveira manifesta a certeza de que será aprovado o relatório de sua autoria para a MP que assegura a renegociação dos financiamentos e agricultores do semiárido e suspende as execuções de dívidas.

Timóteo tem razão: Daniela é oportunista

Concordo com o correto, corajoso, leal e sincero cidadão e fabuloso cantor, Agnaldo Timóteo: Daniela Mercury não passa de uma hipócrita, cínica e oportunista, anunciando-revelando só agora seu profundo amor pela jornalista fulana de tal. Como frisou Timóteo, caramba, depois de namorar mais do que chuchu na serra e ter 5 filhos, é que a "sincera" Daniela Mercury resolveu sair do armário. Quis aparecer, sair do esquecimento profissional e ser badalada pela mídia. Daniela realmente conseguiu.

Transporte Coletivo: Arthur Neto reduz tarifa de ônibus para R$ 2,90


O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, anunciou, na manhã desta sexta-feira, 07, a redução da tarifa de transporte coletivo dos atuais R$ 3,00 para R$ 2,90. Com a medida, a meia passagem também será reduzida, de R$ 1,50 para R$ 1,45. O decreto com a nova tarifa já foi assinado e o valor passa a vigorar a partir de segunda-feira, 10. A redução se deu após revisão da planilha de despesas do sistema de transporte coletivo da capital por conta da Medida Provisória n° 617, de 31 de maio de 2013 e publicada no Diário Oficial da União em 1º de junho, assinada pela presidente Dilma Rousseff, que reduz a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS - incidentes sobre a receita decorrente da prestação de serviços regulares de transporte coletivo municipal rodoviário, metroviário e ferroviário de passageiros. “Vou ligar ainda hoje para a presidente Dilma Rousseff e comunicar a ela a nossa postura. Não sei quantas outras cidades já fizeram isso, mas eu estou fazendo porque o cálculo aponta que é possível a redução. Depois de 17 meses de demora, tive que fazer o reajuste da tarifa porque o sistema estava descapitalizado, desequilibrado. Algumas empresas tinham ótimas linhas e outras tinham péssimas linhas e para resolver essa situação criamos a Câmara de Compensação, onde quem ganha mais ajuda quem ganha menos. Com a medida provisória assinada em maio, vimos que a redução não vai prejudicar o sistema”, declarou Arthur Neto. A tarifa deve ser reavaliada novamente em abril de 2014. Para dar celeridade ao sistema de transporte coletivo, Arthur declarou que a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) vai intensificar o combate ao transporte clandestino além de limitar a entrada de novos veículos no sistema alternativo e executivo. Segundo ele, o número de mototaxistas deve ser reduzido após a regulamentação da categoria, que vai discutir as regras do sistema em audiência pública na próxima segunda-feira, 10. “Adotando essas medidas nós vamos conseguir aumentar o Índice de Passageiros por Quilômetro (IPK). Isso significa que cada ponto de aumento do IPK vai possibilitar a redução da tarifa. Pode ser que daqui um ano, quando formos reavaliar a tarifa do sistema, esse valor seja diminuído”, afirmou Arthur.

Corredor

Outra medida anunciada durante a manhã foi a criação de um corredor exclusivo para ônibus na Avenida Epaminondas, no Centro, a partir da próxima semana. A localização de outros corredores exclusivos já está em estudo, pela SMTU. “O Manaustrans vai começar a fazer a pintura desse corredor exclusivo além da sinalização. Isso vai fazer com que o ônibus faça aquele trajeto mais rápido e os outros veículos vão utilizar a rua Luís Antony, que hoje está praticamente inutilizada. Pedimos aos motoristas que não invadam o corredor exclusivo. Se todos contribuírem um pouquinho, vai dar tudo certo. Estamos acreditando na educação da população”, afirmou o superintendente da SMTU, Pedro Carvalho.

Reportagem: Leonardo Fierro

Fotos: Altemar Alcântara

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Programa do Prado é boa opção esportiva


Começou bem o programa esportivo do Renato Mauricio Prado, no canal Fox. Opção seguramente excelente para quem não agüenta mais os programas do gênero, como o "Bem,amigos" e um outro, mil vezes pior, na ESPN. Sucesso ao Renato. Que conseguiu uma façanha: apresentar ao público um Leão polêmico, mas divertido, sincero e bom analista. Tomara que breve Prado paute o fabuloso Gerson, o canhotinha de ouro. Aí, então, o programa dele vai alcançar mais audiẽncia do que a novela da globo, "Amor à vida".

terça-feira, 4 de junho de 2013

Decisão do Senado sobre tramitação de MPs tem apoio do Planalto


Em reunião nesta terça-feira (4) com o presidente do Senado, Renan Calheiros, a presidente Dilma Rousseff defendeu a decisão da Casa de não votar às pressas medidas provisórias aprovadas pela Câmara perto do prazo final validade. Após a votação da MP dos Portos, no dia 16 de maio, a Mesa do Senado deliberou por não analisar medidas que cheguem à Casa com menos de sete dias de validade.
De acordo com Renan, no encontro, Dilma negou qualquer mal estar com o Senado por não ter votado a medida provisória que viabilizava o desconto nas tarifas de energia.
- A presidente defendeu que o Senado tem o direito a um prazo para discutir as MPs. Ela disse que entendeu a decisão, e a defendeu internamente. Ela concordou que a Câmara apreciasse num curtíssimo espaço de tempo a proposta do presidente José Sarney que redefine esses prazos – disse Renan.
O presidente do Senado informou ainda que o governo vai encaminhar por projeto de lei, e não por medida provisória, o marco regulatório da mineração.
O vice-líder da minoria, senador Cyro Miranda, do PSDB de Goiás, elogiou a decisão do Palácio do Planalto de enviar projeto de lei e não MP ao Congresso. 
- Estamos pedindo isso há mais de três anos. Através de projeto de lei, temos a chance de discutir. Medida provisória não se discute, é imposta. Todas as matérias que o governo quiser mandar serão bem-vindas através de projeto de lei. Ele terá uma ampla discussão e a chance de acertarmos será muito maior – disse.
O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, também participou do encontro com Dilma.
As informações são da Rádio Senado.
Agência Senado

FHC no Maracanã

Justiça seja feita: durante os 8 anos como Presidente da República, FHC não perdia um  bom jogo de futebol. Sempre foi um assíduo torcedor do Corinthians. Não perdia nem treino do seu clube de coração. O tempo passou e FHC foi cuidar da vida. A agenda de formidáveis palestras pelo mundo não permitia que o príncipe dos sociólogos fizesse o que mais gosta. Ir ao Morumbi ou maracanã. Mas tem em casa guardadas com carinho camisas autografadas por grandes jogadores. Craques como ele. Domingo FHC bateu na mesa e decidiu: ir ao maracanã. As palestras onde ele sempre se mostra encantado com os rumos do Brasil, que esperem. FHC chegou ao Maracanã e ficou logo assanhado. Ser aplaudido por aquele multidão seria a glória. Vieram as primeiras palmas. FHC esboçou um aceno, mas Aécio alertou sua excelência que as palmas eram para os jogadores brasileiros entrando em campo para o tradicional aquecimento. Curioso, como todo bom desportista, FHC perguntou a Aécio quem era o Neymar. Afinal, seria fantástico conhecer finalmente um brasileiro mais famoso do que ele. Foto com Neymar seria excelente para alavancar a candidatura de Aécio Neves. Mesmo porque quem não amaria tirar foto com FHC? Começou o jogo. Com o ex-presidente amuado porque não apareceu ninguém para pedir autógrafo. FHC estranhou a presença em campo do cidadão de bermuda preta e camisa azul. Atrasava o inicio do jogo. Aécio socorreu FHC, informando que aquele homem com apito na boca era o árbitro. Foi a deixa para FHC cravar Aécio com mais perguntas. Todas pertinentes. Quem era a bola. Se o uniforme do Brasil era o amarelo ou o vermelho. Quem era o louco gritando na beira do campo o tempo todo e, finalmente, qual era a razão daquelas duas traves, uma em cada lado. 

Zuenir tem razão


Discordo muito do Zuenir Ventura, já fui rude com ele algumas vezes e peço desculpas pelos exageros, mas subscrevo integralmente o que ele escreveu hoje, dia primeiro, lamentando que a justiça(sic) tenha mandado libertar os réus do incêndio da boate Kiss, ao mesmo tempo que repudia os gracejos imbecis do torpe advogado deles, contra aqueles que se manifestaram contra a soltura dos 4 irresponsáveis. O Brasil precisa, de uma vez por todas, dispor de leis severas, que acabe com a colossal impunidade, que a toda hora favorece acusados  que têm dinheiro.

AP 470: Barbosa teria criado processo sigiloso para ocultar provas que desmontam "mensalão"

Inquérito paralelo, ao qual os réus nunca tiveram acesso, foi montado em 2006 pelo ministro do STF em estratégia que envolveu o então procurador geral da República, Antonio Fernando de Souza

por Maria Inês Nassif, do GGN e da Carta Maior publicado 03/06/2013

VALTER CAMPANATO/ABR

joaquim barbosa esparramado
Joaquim Barbosa, hoje presidente do STF, negou acesso dos réus às provas produzidas em processo sigiloso
São Paulo – O então procurador geral da República, Antonio Fernando de Souza, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, criaram em 2006 e mantiveram sob segredo de Justiça dois procedimentos judiciais paralelos à Ação Penal 470. Por esses dois outros procedimentos passaram parte das investigações do chamado caso do “Mensalão”. O inquérito sigiloso de número 2454 correu paralelamente ao processo do chamado Mensalão, que levou à condenação, pelo STF, de 38 dos 40 denunciados por envolvimento no caso, no final do ano passado, e continua em aberto. E desde 2006 corre na 12ª Vara de Justiça Federal, em Brasília, um processo contra o ex-gerente executivo do Banco do Brasil, Cláudio de Castro Vasconcelos, pelo exato mesmo crime pelo qual foi condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato.
Esses dois inquéritos receberam provas colhidas posteriormente ao oferecimento da denúncia ao STF contra os réus do mensalão pelo procurador Antônio Fernando, em 30 de março de 2006. Pelo menos uma delas, o Laudo de número 2828, do Instituto de Criminalística da Polícia Federal, teria o poder de inocentar Pizzolato.
O advogado do ex-diretor do BB, Marthius Sávio Cavalcante Lobato, todavia, apenas teve acesso ao inquérito que corre em primeira instância contra Vasconcelos no dia 29 de abril deste ano, isto é, há um mês e quase meio ano depois da condenação de seu cliente. E não mais tempo do que isso descobriu que existe o tal inquérito secreto, de número 2474, em andamento no STF, também relatado por Joaquim Barbosa, que ninguém sabe do que se trata – apenas que é um desmembramento da Ação Penal 470 –, mas que serviu para dar encaminhamento às provas que foram colhidas pela Polícia Federal depois da formalização da denúncia de Souza ao Supremo. Essas provas não puderam ser usadas a favor de nenhum dos condenados do mensalão.
Essa inusitada fórmula jurídica, segundo a qual foram selecionados 40 réus entre 126 apontados por uma Comissão Parlamentar de Inquérito e decidido a dedo para qual dos dois procedimentos judiciais (uma Ação Penal em curso, pública, e uma investigação sob sigilo) réus acusados do mesmo crime deveriam constar, foi definida por Barbosa, em entendimento com o procurador-geral da República da época, Antonio Fernando, conforme  documento obtido pelo advogado. Roberto Gurgel assumiu em julho de 2009, quando o procedimento secreto já existia.

A história do processo que ninguém viu

Em março de 2006, a CPMI dos Correios divulgou um relatório preliminar pedindo o indiciamento de 126 pessoas. Dez dias depois, em 30 de março de 2006, o procurador-geral da República, rápido no gatilho, já tinha se convencido da culpa de 40, número escolhido para relacionar o episódio à estória de Ali Baba. A base das duas acusações era desvio de dinheiro público (que era da bandeira Visa Internacional, mas foi considerado público, por uma licença jurídica não muito clara) do Fundo de Incentivo Visanet para o Partido dos Trabalhadores, que teria corrompido a sua base aliada com esse dinheiro. Era vital para essa tese, que transformava o dinheiro da Visa Internacional, aplicado em publicidade do BB e de mais 24 bancos entre 2001 e 2005, em dinheiro público, ter um petista no meio. Pizzolato era do PT e foi diretor de Marketing de 2003 a 2005.
Pizzolato assinou três notas técnicas com outro diretor e dois gerentes-executivos recomendando campanhas de publicidade e patrocínio (e deixou de assinar uma) e foi sozinho para a lista dos 40. Os outros três, que estavam no Banco do Brasil desde o governo anterior, não foram mencionados. A Procuradoria-Geral da República, todavia, encaminhou em agosto para a primeira instância de Brasília o caso do gerente-executivo de Publicidade, Cláudio de Castro Vasconcelos, que vinha do governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso. O caso era o mesmo: supostas irregularidades no uso do Fundo de Incentivo Visanet pelo BB, no período de 2001 a 2005, que poderia ter favorecido a agência DNA, do empresário Marcos Valério. Um, Pizzolato, que era petista de carteirinha, respondeu no Supremo por uma decisão conjunta. Outro, Cláudio Gonçalves, responde na primeira instância porque o procurador considerou que ele não tinha foro privilegiado. Tratamento diferente para casos absolutamente iguais.
Barbosa decretou segredo de Justiça para o processo da primeira instância, que ficou lá, desconhecido de todos, até 31 de outubro do ano passado, quando a Folha de S. Paulo publicou uma matéria se referindo a isso (“Mensalão provoca a quebra de sigilo de ex-executivos do BB”). Faltavam poucos dias para a definição da pena dos condenados, entre eles Pizzolato, e seu advogado dependia de Barbosa para que o juiz da 12ª Vara desse acesso aos autos do processo, já que foi o ministro do STF que decretou o sigilo.
O relator da AP 470 interrompera o julgamento para ir à Alemanha, para tratamento de saúde. Na sua ausência, o requerimento do advogado teria que ser analisado pelo revisor da ação, Ricardo Lewandowiski. Barbosa não deixou. Por telefone, deu ordens à sua assessoria que analisaria o pedido quando voltasse.
Quando voltou, Barbosa não respondeu ao pedido. Continuou o julgamento. No dia 21 de novembro, Pizzolato recebeu a pena, sem que seu advogado conseguisse ter acesso ao processo que, pelo simples fato de existir, provava que o ex-diretor do BB não tomou decisões sozinho – e essa, afinal, foi a base da argumentação de todo o processo de mensalão (um petista dentro de um banco público desvia dinheiro para suprir um esquema de compra de votos no Congresso feito pelo seu partido).
No dia 17 de dezembro, quando o STF fazia as últimas reuniões do julgamento para decidir a pena dos condenados, Barbosa foi obrigado a dar ciência ao plenário de um agravo regimental do advogado de Pizzolato. No meio da sessão, anunciou “pequenos problemas a resolver” e mencionou um “agravo regimental do réu Henrique Pizzolato que já resolvemos”. No final da sessão, voltou ao assunto, informando que decidira sozinho indeferir o pedido, já que “ele (Pizzolato) pediu vistas a um processo que não tramita no Supremo”.
O único ministro que parece ter entendido que o assunto não era tão banal quanto falava Barbosa foi Marco Aurélio Mello.
Mello: “O incidente [que motivou o agravo] diz respeito a que processo? Ao revelador da Ação Penal nº 470?”
Barbosa: “Não”.
Mello: “É um processo que ainda está em curso, é isso?”
Barbosa: “São desdobramentos desta Ação Penal. Há inúmeros procedimentos em curso.”
Mello: “Pois é, mas teríamos que apregoar esse outro processo que ainda está em curso, porque o julgamento da Ação Penal nº 470 está praticamente encerrado, não é?”
Barbosa: “É, eu acredito que isso deve ser tido como motivação...”
Mello: “Receio que a inserção dessa decisão no julgamento da Ação Penal nº 470 acabe motivando a interposição de embargos declaratórios.”
Barbosa: “Pois é. Mas enfim, eu estou indeferindo.”
Segue-se uma tentativa de Marco Aurélio de obter mais informações sobre o processo, e de prevenir o ministro Barbosa que ele abria brechas para embargos futuros, se o tema fosse relacionado. Barbosa reitera sempre com um “indeferi”, “neguei”. (Veja sessão emhttp://www.youtube.com/watch?v=p8i6IIHFQP8&list=PLE4D1CD8C85A97629&index=1) 
O agravo foi negado monocraticamente por Barbosa, sob o argumento de que quem deveria abrir o sigilo de justiça era o juiz da 12ª Vara. O advogado apenas consegui vistas ao processo no DF no dia 29 de abril do mês passado.

Um inquérito que ninguém viu

O processo da 12ª Vara, no entanto, não é um mero desdobramento da Ação Penal 470, nem o único. O procurador-geral Antonio Fernando fez a denúncia do caso do Mensalão ao STF em 30 de março de 2006. Em 9 de outubro daquele ano, em uma petição ao relator do caso, solicitou a Barbosa a abertura de outro procedimento, além do inquérito original (o 2245, que virou a AP 470), para dar vazão aos documentos que ainda estavam sendo produzidos por uma investigação que não havia terminado (Souza fez as denúncias, portanto, sem que as investigações de todo o caso tivessem sido concluídas; a Polícia Federal e outros órgãos do governo continuavam a produzir provas).
O ofício é uma prova da existência do inquérito 2474, o procedimento paralelo criado por Barbosa que foi criado em outubro de 2006, imediatamente ganhou sigilo de justiça e ficou sob a responsabilidade do mesmo relator Joaquim Barbosa.
Diz o procurador na petição: “Por ter conseguido formar juízo sobre a autoria e materialidade de diversos fatos penalmente ilícitos, objeto do inquérito 2245, já oferecia a denúncia contra os respectivos autores”, mas, informa Souza, como a investigação continuar, os documentos que elas geram têm sido anexados ao processo já em andamento, o que poderia dar margens à invalidação dos “atos investigatórios posteriores”. E aí sugere: “Assim requeiro, com a maior brevidade, que novos documentos sejam autuados em separado, como inquérito (...) ”.
Barbosa defere o pedido nos seguintes termos: “em relação aos fatos não constantes da denúncia oferecida, defiro o pedido para que os documentos sejam autuados em separado, como inquérito. Por razões de ordem prática, gerar confusão.”
No inquérito paralelo, o de número 2474, foram desovados todos os resultados da investigação conduzida depois disso. Nenhum condenado no processo chamado Mensalão teve acesso a provas produzidas pela Polícia Federal ou por outros órgãos do governo depois da criação desse inquérito porque todas todos esses documentos foram enviados para um inquérito mantido todo o tempo em segredo pelo Supremo Tribunal Federal.