domingo, 27 de fevereiro de 2011

Governador Alckmin age com inteligência

O governador tucano Geraldo Alckimin age com inteligência quando elogia qualidades da presidenta Dilma, ao contrário de Serra e outros ressentidos que preferem insultar e vociferar. Alckmin mostra que faz política madura. Não pretende prejudicar a população do maior Estado brasileiro tratando com deselegância a presidenta. Elogiando Dilma, o governador do PSDB também sabe que tem, assim, autoridade para igualmente criticá-la quando for preciso. Tudo dentro das regras do interesse público. Belo exemplo de Alckmin.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Maldade suprema contra os avós

Muita maldade os avós maternos do menino Sean serem impedidos de visitar o neto. Certamente não só por obra da justiça americana de Nova Jersey, mas, claro, por pressão do idiota pai da criança. A dor ainda é maior porque Sean morou desde criança no Brasil. com os avós maternos. É muita crueldade. E o pior, como fica a cabeça da criança, vendo tantas desavenças em sua volta?Sei não, quem sou eu para julgar, mas, a princípio, o David, americano pai do Sean, é um grande mau caráter, sem princípios nem coração.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Dilma foi bem na rica e poderosa Folha, mas se esqueceu da Tribuna de Hélio Fernandes

Foi marcante, saudável e estimulante a presença da presidente Dilma na Folha de São Paulo, saudando os 90 anos do jornal e fazendo questão de frisar que a liberdade de expressão precisa ser preservada e respeitada. Nesta linha, a propósito, seguramente Dilma ainda não foi avisada pelos assessores que o jornal carioca Tribuna da Imprensa, trincheira de lutas, a exemplo da Folha, ainda não recebeu da União a indenização que tem direito, determinada e aprovada pelo STF. Já se passaram 2 anos. Triste, lamentável e intolerável. Por enfrentar tantas dificuldades, deixou de circular a Tribuna da Imprensa impressa e, o blog do jornal, criado por Hélio Fernandes, infelizmente segue o mesmo melancólico caminho.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Deixem Agacial trabalhar

Creio que os ferozes, pretensiosos e desinformados algozes do deputado distrital Agaciel Maia, deveriam primeiro deixá-lo trabalhar, para, então, criticá-lo ou, possivelmente, elogiá-lo. Insultando Agaciel levianamente como fazem alguns, estão desrespeitando os eleitores que votaram nele. O ex-diretor-geral do Senado exercerá o mandato com rigor e vigor. Vai surpreender muita gente. Sobretudo os eternos paladinos de barro. Agaciel Maia jamais esmorecerá nem perderá de vista o objetivo traçado que é o de servir aos brasilienses. O fato de Agaciel ter sido eleito presidente da poderosa Comissão de Economia e Orçamento apenas enobrece mais ainda o seu mandato, aumentando, também suas responsabilidades. Agaciel jamais fará nada que desmereça ou prejudique a população. Agaciel não é criança nem irresponsável. Seus críticos é que parecem parceiros da hipocrisia e do oportunismo.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Melhor assim

Caramba, finalmente. Antes tarde do que nunca. A colunista Eliane Cantanhede admitiu, copiosamente, que a oposição brasileira não é de nada. Nesta linha, a tendência é piorar. Políticos que fazem oposição a Dilma, são os mesmos que inutilmente fizeram de tudo e mais um pouco para desestabilizar o governo Lula. Não sabem trabalhar. Falam muito, agem pouco. São incompetentes. O PT e aliados, como o PMDB, podem dormir sossegados que DEM e PSDB não incomodam nem metem medo.

Imprensa em Foco

Data:16.02.11
Veículo:

O Globo

Em 2010, 44 jornalistas foram mortos no mundo

Brasil registrou uma morte; maior problema no país são ações judiciais para censurar reportagens, diz comitê
Tatiana Farah

SÃO PAULO. Em 2010, 44 jornalistas foram assassinados em todo o mundo, entre eles um no Brasil, segundo relatório do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) (...)
(...)o coordenador sênior do CPJ para o programa das Américas, Carlos Lauría, informando que, em quatro anos, o narcotráfico no México matou 30 repórteres.
(...)- No Brasil, o pior é a censura judicial. Centenas de ações seguem na Justiça brasileira, buscando censurar coberturas de interesse público. O caso emblemático é o do senador José Sarney contra "O Estado de S.Paulo". Ele exemplifica os problemas que a imprensa brasileira tem para cobrir temas sensíveis e de claro interesse público. As decisões são tomadas principalmente por juízes de primeira instância, mais suscetíveis às pressões - disse Lauría.(...)

E S C L A R E C I M E N T O

O Globo publica carta que corrige informação de fonte utilizada pelo jornal

Com referência à matéria "Em 2010, 44 jornalistas foram mortos no mundo" (16/2), informo que o sr. Carlos Lauría não expressou a verdade ao declarar que o senador José Sarney teria imposto censura judicial ao jornal "O Estado de S. Paulo". Talvez tivesse sido sua intenção referir-se ao sr. Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, que no decorrer do segundo semestre de 2009 abriu e desistiu de ação contra o referido jornal. Vale, de qualquer modo, renovar o teor de nota divulgada por esta secretaria, em agosto daquele ano, na qual o presidente José Sarney declara: "Não fui consultado sobre essa iniciativa, de exclusiva responsabilidade dele, Fernando Sarney, e de seus advogados, e por isso é uma distorção de má-fé querer me responsabilizar pelo fato."

Pedro Luiz Rodrigues

Secretário de Imprensa da Presidência do Senado


Leia também:

Fernando Sarney:”divulgação de ligações é atentado à Constituição Federal”

Sarney viabilizou a criação do sítio "Contas Abertas"

O novo "Estadão": "Eu sou terrível"

"Mídia e Democracia Representativa: reflexões"

Arquivada ação do jornal O Estado de S. Paulo contra proibição de veicular matérias sobre Fernando Sarney

Censura: a solidariedade que o Estadão pede é a mesma que sonegou a Requião no Paraná


Comentários do "Amapá no Congresso"

Ataques ao principal aliado de Lula no Congresso: contradições insolúveis

A crise chegou à imprensa mundial há algum tempo. Com falta crônica de crédito e o crescimento da rede mundial, mudanças preocupantes estão ocorrendo. Veículos tradicionais, como o Le Monde, o Washington Post, o The New York Times, The Economist e El Pais , estão sem liquidez até para pagar empregados. É a realidade batendo à porta da “liberdade de expressão” fajuta dos grupos empresariais . E o irônico é que quase todas estas publicações foram justamente apologistas da desregulamentação dos mercados mundiais, fator principal da atual crise financeira. O fato é que estão sem anunciantes. E os anúncios representam mais de 80% de seus faturamentos. O valor das vendas nas bancas, como no Brasil, há muito não significa quase nada, menos de 2%.


A crise está também no Brasil


Por aqui, como divulgado por Izabela Vasconcelos e Anderson Scardoelli, do site Comunique-se, o jornal O Estado de S. Paulo surpreendeu seus jornalistas nesta quarta-feira (16/2) com a demissão de 22 profissionais, tanto da versão impressa, como no online. O diretor de conteúdo do Grupo Estado, Ricardo Gandour, explicou que as demissões foram motivadas por redução de custos. “É um enquadramento nas metas orçamentárias. Foi um ajuste que já vinha sendo feito no Grupo. Já tivemos no JT e agora no Estadão e estadão.com", afirmou. Isto explica em parte porque o jornalão vem apelando para manchetes e matérias sensacionalistas e sempre sem qualquer cuidado com as fontes e a qualidade dos textos. A outra parte da explicação é decorrente da primeira. A decadência financeira vem fazendo o jornal cair numa certa “prostituição” político-financeira-ideológica. Está tendo a necessidade desesperada de transformar seu conteúdo em panfletos para políticos e grupos econômicos cada vez mais, jogando sua tradição e sua credibilidade no esgoto. E tudo isso acontece justamente quando a imprensa tradicional em todo o mundo vem sendo desacreditada e superada pelos internautas de redes sociais, blogs, etc. O alvo principal do “Estadãozinho” não poderia ser outro: José Sarney, que há muito vem apoiando o projeto Lula/Dilma.

Os alvos: Lula, Dilma e Sarney

Sarney, o homem que viabilizou, sem qualquer apoio, a transição democrática e garantiu, como nunca, plena liberdade de expressão. Não se pode esquecer que, ao garantir a liberdade sindical e não aceitar repressão aos trabalhadores, foi bombardeado pela imprensa de então que, em análises sempre simplistas e descontextualizadas, passava a imagem de que a explosão reivindicativa dos trabalhadores era coisa do Sarney, o cordeiro que necessariamente tinha que ser imolado, sempre. Fenômeno típico do sistema presidencialista. Depois de anos de repressão violenta contra os trabalhadores e os sindicatos, o País foi sacudido por uma ampla onda de greves (mais de duas mil), capitaneadas pela CUT e pelos petistas nada moderados de então, mal começava o novo governo, o primeiro civil em muitos anos. As diversas negociações entre grevistas, patrões e governo deixaram claro que a realização de um “pacto social”, defendido pelo Presidente, seria bastante delicado e difícil de acontecer, mas, em momento algum o governo deixou de negociar e mediar os conflitos através das juntas de conciliação promovidas pelo ministro do Trabalho, Almir Pazzianoto. Para atender e responder aos jornalista que lhe atacavam, Sarney chegou a montar, pela primeira vez, uma sala de imprensa no Planalto. Criou-se, também, naquele período turbulento, por determinação do Presidente Sarney, a cultura da negociação entre patrões e empregados e instituiu-se, definitivamente, a Justiça Trabalhista, com enorme eficiência devido à criação de centenas de Juntas de Conciliação e Julgamento. Foi uma área em que o governo atuou com grande e sensível competência, tanto política quanto jurídica. Mas, na mídia, nada foi mostrado como deveria. Ou seja, mostrava-se o problema, mas não as soluções e os esforços assumidos. Mas, a todos os movimentos grevistas, incluídas duas tentativas fracassadas de greves nacionais, o democrata Sarney reagiu com paciência, estimulando patrões, empregados e integrantes do governo a administrarem democraticamente esse fenômeno inerente às economias industrializadas, preparando o terreno para a adoção das regras que hoje se encontram cristalizadas no art. 9° da Constituição de 1988 e na Lei n° 7.783, que sancionou em 28 de junho de 1989. Como conseqüência natural da política de abertura adotada em relação às greves, o governo também se comportou de forma marcadamente liberal no tocante ao reconhecimento de entidades sindicais. Pois, é bom lembrar que, até a promulgação da Constituição dei 988, o ministro do Trabalho dispunha de poder discricionário em matéria de legislação sindical. Prevaleciam, portanto, as antigas disposições da CLT relativas a esta matéria, especialmente aquelas constantes do Título V. Mas, desde aquela época, a falsa imprensa aliada às poderosas corporações transnacionais do Eixo Rio/São Paulo - e que nunca aceitaram as políticas de Sarney para acabar com as desigualdades sociais e regionais -, não deixou o homem em paz. É este o José Sarney, o mesmo que, pacientemente, durante os dois últimos anos, respondeu item por item a absolutamente todas as acusações que lhe imputaram. Respostas que, aliás, nunca foram publicadas pelo jornalão paulista. O lamento geral dos jornalistas sérios que cobrem o Congresso é de que o “Estadão”, que já foi considerado um dos mais sóbrios e sérios veículos, perdeu de vez qualquer veleidade ética e pudor jornalístico. Consideram que a diminuição das vendas e a perda de publicidade o estão levando a uma posição exageradamente apelativa e vinculada demais com interesses políticos específicos.


A hipocrisia da autocensura bastante lucrativa

O motivo maior das críticas é o espaço reservado pelo “O Estado de São Paulo” para uma espécie de calendário que conta o tempo em que o jornal estaria sendo “censurado”. Considera-se que tal posição mostra que a questão se tornou ou um recurso eficiente e desesperado de se aumentar as vendas do jornal ou, pior, uma forma de chantagem política muito bem paga, que estaria vinculada aos interesses da oposição em enfraquecer a então candidatura Dilma. A avaliação é de que a tese da “censura” não cola e que o jornal é que vem impondo uma autocensura bastante pragmática para se manter o foco em Sarney, principal responsável pelo apoio do PMDB ao governo e à candidatura Dilma. Desde 29 de janeiro de 2010, aguarda-se definição judicial sobre o processo que impede a irresponsabilidade do jornal de divulgar informações em segredo de justiça sobre a Operação Boi Barrica. O jornal foi proibido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF), em 31 de julho de 2009, de noticiar fatos relativos à operação da Polícia Federal, pelo simples fato de que as informações foram obtidas de forma ilegal e ilegítima. O que vem causando desconforto por parte de muitos profissionais da imprensa é que, mesmo amparado pela Constituição e pela Justiça - e não querendo fazer o jogo propagandístico do jornal -, em 18 de dezembro daquele ano Fernando Sarney entrou com pedido de desistência da ação contra o Estadão. Mas o jornal não aceitou o arquivamento. Claro que não, pois acabaria com o jogo de cena. Mas, a atitude de Fernando Sarney demonstrou que a pretensa “censura” era, realmente, uma autocensura do jornal para se fazer de vítima. Prova disso é o fato de que, no dia 29 de janeiro, o advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira apresentou ao TJ-DF manifestação em que sustentava a preferência ansiosa do jornal pelo prosseguimento da ação. Muitos do meio jornalístico andam preocupados com a consequências para a democracia. Teme-se que posições irresponsáveis como as do Estadão possam alimentar a ideia na população de que Lula estava certo, quanto criticava a parcialidade desmedida dos principais veículos de comunicação contra ele. Mas, casos como esses trazem reflexões importantes que foram discutidas na 5ª Conferência Legislativa sobre Liberdade de Imprensa, no ano passado, promovida pela Câmara: a existência da Internet e das redes sociais poderão fazer frente aos veículos tradicionais? Como e em que dimensão? Até que ponto a democracia representativa poderá melhorar ou piorar diante das novas tecnologias empregadas na comunicação? As instituições e os jornais estão preparados para enfrentar esses novos desafios? Os poderosos donos de jornais e suas manipulações, em contraste com as informações diretas das redes sociais, podem levar a população a apoiar ideias totalitárias ou uma concentração de poderes em líderes carismáticos? Estas são questões importantes a serem debatidas sempre.

Said Barbosa Dib, historiador, analista político e assessor de imprensa




quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O que acontece por aí...

Democracia x Sarney

Tinha 34 anos quando a Marinha mandou-me servir no Palácio do Planalto, no Gabimete Militar da Presidencia (Tancredo Neves -eleito). Vivi todo o sofrimento desse notável brasileiro de perto que veio a falecer antes de assumuir o poder. Entretanto, como brasileiro, tenho obrigação de dizer que pouquíssimos políticos fariam uma transição democrática como Sarney o fez. Apesar de todas as chantagens do Sr "Ulisses" (para ter mais poderes e mandar no governo), Sarney manteve a paz e enfrentou 1.200 greves durante seu governo. Hoje podemos dizer que vivemos numa democracia plena graças a ele. A História dirá no futuro, não há como fugir dos fatos.

Alvaro José Telea Pacheco (Do "Bronca Geral" do Cláudio Humberto - 17/02)

Informem-se mais sobre Sarney

Será que os colegas sabem que, no governo dele, em dólar, o mínimo chegou a $439,43? Que, ao contrário do que se propala, o seu governo, sem a mesma força político-eleitoral de Lula e Dilma (Sarney assumiu numa crise trágica), teve um resultado que, visto com os olhos de hoje, é surpreendente: crescimento e pleno emprego — o PIB per capita em dólares dobrou, chegando a US$ 2.923 (em 2004 estava US$ 2.789), enquanto o desemprego era o menor de nossa História (2,36%). O país era a 7a potência industrial do mundo. Tivemos $67 bi de saldo comercial (contra um déficit de 8 bilhões de dólares no período de 1995/2002). O PIB passou de 189 para 415 bilhões de dólares, e a dívida externa caiu de 54% para 28% do PIB. A produção de petróleo passou de 2,7 para 8 bilhões de barris. Por que pegar no pé do ômi dessa forma? Não está na hora de mais respeito com um cara com 56 anos de vida pública, sempre eleito? Leia mais em http://sarneyeademocracia.blogspot.com/
Said Barbosa Dib, assessor de Sarney, com muito orgulho (Do "Bronca Geral" do Cláudio Humberto)

Gol de Placa

Gol de placa do governo de São Paulo, contratando Ronaldo, que seguramente continua fenõmeno, para cuidar e zelar pelos planos paulistas junto à copa do Mundo de 2014. Semelhante atitude tomou a CBF, sabendo da importância e da credibilidade mundial do mais famoso aposentado brasileiro, depois de Lula.

Dilma acerta mudando para Aldo Rebelo

A presidenta Dilma marcará gol de placa trocando Nelson Jobim por Aldo Rebelo no Ministério da Defesa.

Caso "Tribuna da Imprensa": e a ABI, não vai se pronunciar em defesa da imprensa realmente livre?


Convocação aos Amigos da Tribuna da Imprensa

Carlo Germani propõe que os comentaristas e leitores ajudem a patrocinar a Tribuna, para evitar que o blog deixe de circular na internet, por falta de apoio financeiro.

(Para colaborar com a Tribuna da Imprensa, a conta bancária é a seguinte: Caixa Econômica Federal (104), agência 211, conta corrente 323-4, CPF 100101497-91).

Carlo Germani

Tenho notado a ausência do Helio Fernandes, que pela terceira vez sumiu do blog (e agora felizmente voltou). Conversei com o editor Carlos Newton e ele me explicou que os dois estão desanimados por não terem condições financeiras para seguir com o blog sem patrocinadores, pois a indenização da Tribuna ainda não saiu. E não existe “almoço grátis”.
Sabemos que outros blogs importantes são patrocinados pelo governo, por bancos ou empresas estatais e privadas, dependendo da defesa dos interesses de cada qual. Mas nenhuma empresa, nenhum governo, ninguém se interessa em patrocinar um blog que atue com total independência, que não esteja a serviço de ideologia alguma, como a “Tribuna da Imprensa“, o único espaço na internet brasileira que tem essa característica.
Por isso, decidi organizar uma campanha para PATROCINAR o blog, de uma forma direta, como acontece com o “Jornal do Brasil”, o “Valor Econômico” e outros jornais, que cobram o acesso a seus sites, através de assinatura mensal. A diferença é que o pagamento ao blog da Tribuna seria voluntário, no valor que cada um quiser e quando quiser.
Sei que muita gente vai me acompanhar nessa iniciativa, que interessa a todos aqueles que lutam pelo País e pela Justiça Social. Assim peço a quem tiver condições, que deposite mensalmente alguma contribuição, em conta bancária a ser indicada pela direção da Tribuna. Se você ficar em dúvida quanto ao valor, deposite 10 reais, 20 reais, 50 reais, sei lá, uma quantia que não lhe faça falta e ajude o blog da Tribuna.
É o momento de todos nós, que temos o mestre Helio Fernandes como a referência maior em jornalismo, a oportunidade de contribuir após décadas de lutas pela VERDADE, pela DENÚNCIA e pela LIBERDADE.
Amigos virtuais do blog, é a nossa oportunidade de agradecer tudo isso, com uma pequena colaboração financeira. Vamos nos mobilizar, e convidar novos participantes para o blog. O blog Tribuna da Imprensa veio para ficar.

***

Carlos Newton

A iniciativa do comentarista Carlo Germani pode propiciar que o blog continue a existir, enquanto não é paga a indenização que a Tribuna da Imprensa ganhou no Supremo. Na realidade o blog vem sendo feito apenas pelo Helio e por mim, com colaboração de Carlos Chagas, Pedro do Coutto, Roberto Monteiro Pinho e dos comentaristas. O trabalho é insano, 365 dias ao ano, de manhã, de tarde e de noite, para editar o blog, digitar os textos do Helio, moderar e postar os comentários o mais rápido possível, caso contrário o pessoal reclama.
Os recursos de que precisamos são pequenos, apenas para pagar um digitador que fique à disposição do Helio (que não gosta de redigir direto no computador, prefere a máquina de escrever, porque aproveita para se exercitar). Temos de contratar também um editor, para executar o blog, e ele precisa ser bom jornalista, para atuar também como revisor das matérias e dos artigos dos colaboradores, como tenho feito.
Precisamos cobrir também as despesas de registro e domínio dos dois endereços (http://www.heliofernandes.com.br/ e http://www.tribunadaimprensa.com.br/ ), pois há pagamento anual (uma espécie de jóia) e pequena mensalidade. Por fim, existem gastos com material de escritório, especialmente papel de fax (para receber textos do Helio), toner de impressora, despesas com telefone, manutenção de computador etc.
É claro que não poderemos continuar indefinidamente na situação que estamos. Se não houver patrocínio, Germani tem razão, o blog vai mesmo acabar. É triste, mas é a realidade.


Comentários de Vicente Limongi Netto - fevereiro - 16th, 2011 at 11:23:

Carlos, agora que li a boa sugestão do Germani. Como devo fazer para ajudar? Hélio abrirá conta? Explique. Estou às ordens. A Tribuna, impressa ou eletrônica, verdadeira trincheira das liberdades e da democracia, não morrerá jamais.

Vicente Limongi Netto - fevereiro - 16th, 2011 at 11:38

Aquino tem razão: cada um deve contribuir, mensalmente, como puder e quiser, de grão em grão, com a boa vontade, grandeza, sensibilidade e solidariedade, venceremos os canalhas que não pagam a indenização da Tribuna, Apesar de ser decisão do Supremo Tribunal Federal, a Suprema Corte brasileira! Que infelizes e insensíveis magistrados são estes que insistem em contrariar decisão do STF? Por acaso são nazistas? Quem sabe? Por que também a nossa ABI não compra essa boa briga? Estranho e lamento a omissão. Se a ABI não se coloca à frente dos interesses da liberdade de expressão, francamente, em quem mais a nação e os próprios jornalistas vão acreditar?

Confira os diversos comentários de apoio dos leitores do Helio, clicando aqui

http://www.tribunadaimprensa.com.br/

(Para colaborar com a Tribuna da Imprensa, a conta bancária é a seguinte: Caixa Econômica Federal (104), agência 211, conta corrente 323-4, CPF 100101497-91).

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O que acontece por aí...

Sarney provou que realmente é democrata

Quem conhece bem o ex-presidente e senador José Sarney, não se surpreendeu com a notícia do Cláudio Humberto. Os que conhecem a formação acadêmica, política e humanística de Sarney, não esperavam outra decisão do presidente do Senado e do Congresso nacional. Sarney levou na esportiva, com grandeza e sabedoria dos que sabem envelhecer com dignidade, o comentário postado no twitter do STF, onde a servidora, com humor ferino, lembrou que depois da aposentadoria de Ronaldo, só falta o Sarney. Também saudável a manifestação de Sarney afirmando e frisando que não deseja nenhum tipo de punição para a funcionária engraçada. Ah, como tem poderoso na vida pública que imediatamente exigiria punição para a servidora "rebelde" se fosse ele o atingido! Que sirva de exemplo a magnífica lição de desprendimento de José Sarney.

Agaciel Maia é competente

Grande vitória política e pessoal do deputado Agaciel Maia, eleito presidente da poderosa Comisão de Economia e Orçamento da Câmara Distrital. Agaciel é jovem, com enorme futuro político pela frente. Será um atuante parlamentar. A eleição de Agaciel para deputado foi sua primeira grande vitória e resposta irretrucável a seus demagogos e covardes detratores. Sua segunda vitória foi agora, elegendo-se para comandar a comissão técnica mais importante da Casa. Os incompetentes e raivosos oportunistas que cortem os pulsos.

O verme Abdelmassih continua solto

A "justiça" brasileira realmente é piada de mau gosto. O canalha e assassino Pimenta Neves solto e, agora, outro verme, o ordinário Abdelmassih, também fora das grades, rindo da cara de todos. O que adianta condenar o ordinário a 278 anos de cadeia se não passará nem um ano realmente preso? É preciso se modificar urgente os diversos códigos brasileiros. Obsoletos ou apenas para proteger bandidos e assasinos ricos. Que mude-se o Código Civil e o Código Penal, como as comissões de especialistas, criadas por Sarney no Senado, estão preparando para análise de deputados e senadores. Tenho certeza que a presidenta Dilma se sente envergonhada diante das absurdas leis brasileiras.

Aplausos para a coragem de Beltrame

O Secretário Beltrame mais uma vez foi firme e corajoso, enfrentando e punindo, com o apoio da policia federal, policiais corruptos da policia civil do Rio de Janeiro. Leio, estarrecido, que delegados magoados estão fazendo agora campanha contra Beltrame. Morro de rir. Queriam o que, que Beltrame comunicasse com antecedência a cada um dos maus policiais que eles seriam presos ou afastados dos cargos? Pena que na policia brasileira não existam mais Beltrames.

Só os idiotas não evoluem

Collor aliou-se a Lula porque acreditava e acredita ser a melhor opção política para o país. Collor sofreu, foi derrubado, caluniado, penou calado no seu calvário de décadas. Mas, com o passar do tempo, as pessoas amadurecem. Refletem onde erraram e porque. Procuram melhorar. Só os idiotas permanecem estáticos. Lula e companhia, por sua vez, também admitem que erraram muito, que se valeram de jogo político sujo para tirar Collor da Presidência da República, para a qual foi eleito com votação esmagadora. Collor acertou na sua escolha. Lula trabalhou seguindo suas diretrizes econômicas. Assim como fez FHC. Collor não se arrepende de apoiar Lula, de exaltar as realizações do petista, da mesma forma que continua apoiando a presidenta Dilma. A vida segue. Política não é feita com o fígado, mas com o cérebro.

Renan propõe desoneração do ICMS para produtos da cesta básica

Em reunião hoje realizada com os líderes dos partidos da base aliada, o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, classificou a idéia lançada por Renan como “interessante”.
O líder do PMDB, Renan Calheiros, estava propondo a desoneração do ICMS nos produtos da cesta básica como forma de aumentar o poder de compra do salário mínimo que o governo está defendendo, no valor de R$545,00.
Além da desoneração do ICMS para os produtos da cesta básica, Renan também quer uma melhor definição sobre os índices de correção do valor do salário mínimo. Atualmente, a regra em vigor contempla a inflação do ano anterior e a variação do Produto Interno Bruto de dois anos anteriores. Daí que o valor de R$545,00 somente considera a inflação de 2010, porque o PIB de 2009 foi negativo. Renan aceita o atual valor do mínimo, mas exige que seja melhor discutida a política de valorização do salário mínimo para os anos futuros.

Lai mais...

A Idade não tem limites


Morro de dar risadas quando leio ou ouço jornalistas renomados vituperando contra o presidente JOSÉ SARNEY por conta não apenas de sua idade, mas por sua longevidade no poder. Mas, qual a razão de meu gargalhar? É que esses coleguinhas mal-humorados e tendenciosos esquecem de olhar para nossa própria profissão, antes de emitirem seus comentários preconceituosos aos veteranos. Primeiro, vejo meu próprio caso. Se Sarney tem mais de 50 anos de vida política, eu tenho mais de 50 anos de vida jornalística. E exemplos de jornalistas longevos, ativos e competentes não são poucos: Roberto Marinho, o criador do império Globo, comandou suas empresas quase até os 90 anos. Adolpho Bloch foi outro, liderando seu grupo editorial e de televisão também até quase os 90 anos. O criador da rede Bandeirantes, João Saad, manteve-se na direção da empresa até os 80 anos. Sílvio Santos, comandante do grupo SBT também já ultrapassou a barreira dos oitenta, assim como o editor do Estadão, Ruy Mesquita, que continua brilhante aos 85 e nosso saudoso Octávio Frias, o criador do grupo Folha, que manteve sua ativa participação na empresa até além dos 90 anos. E o nosso sempre combativo Hélio Fernandes? Noventinha! Mino Carta, este continua firmíssimo, quase chegando aos 80 anos. Se sairmos do universo dos grandes dirigentes de empresas jornalísticas e entrarmos no mundo das redações, registramos que muitos dos mais brilhantes profissionais que ainda labutam também não são propriamente meninos. Com 50 ou mais anos de batalha temos muita gente de primeiríssima, como Alberto Dines, Paulo Henrique Amorim, Robert Appy, Joelmir Betting, Boris Casoy, Alexandre Garcia, Carlos Chagas, Villas-Boas Corrêa e Zuenir Ventura, entre outros. E com mais de 40 anos de profissão? Nomes de profissionais extraordinários, como Clovis Rossi, Ricardo Boechat, Carlos Alberto Sardenberg, Ricardo Kotscho, entre muitos outros e outras. Os jornalistas mais jovens devem pensar duas vezes antes de apontar a idade, a experiência como um defeito. Não devem também se irritar com o sucesso de quem quer que seja.

Gilberto Amaral

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sarney viabilizou a criação do sítio "Contas Abertas"

Data:12.02.11
Veículo:"Contas Abertas"

Resposta ao site Contas Abertas

Com relação à matéria publicada no site Contas Abertas Contas Abertas, a Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado informa que em 2010 foram gastos R$ 62.088,77 (média mensal de R$ 5.174,06) em despesas de alimentação e material de manutenção da Residência Oficial, local de recepção oficial a autoridades nacionais e estrangeiras.Cabe observar que o presidente do Senado vive em residência própria, não utilizando recursos públicos para sua manutenção.Com relação ao valor apontado na matéria do Contas Abertas, trata-se de estimativa preliminar para todo o exercício de 2011, devendo ser oportunamente ajustado quando da convocação de nova licitação.

Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado



Comentário do blog "Amapá no Congresso":

Interessante. O assunto é transparência. E de transparência Sarney entende. À convite da equipe do Siga Brasil (criado por Sarney), o Contas Abertas, que fez um excelente trabalho de fiscalização, realizou na última quinta-feira (10/02) uma exposição para técnicos do Prodasen, no Senado Federal (por ordem de Sarney). Na ocasião, o Secretário-Geral do Contas Abertas, Gil Castello Branco, demonstrou a importância do Siga Brasil para o acompanhamento das contas públicas e comentou a relevância do sistema para o controle social.
“O Siga Brasil é indiscutivelmente um excelente serviço que o Senado Federal presta aos cidadãos. É uma eficiente ferramenta disponível para a sociedade acompanhar as receitas e as despesas públicas, proporcionando o aprimoramento da qualidade e da legalidade dos dispêndios”, afirmou Castello Branco.
O encontro foi coordenado pelo Consultor de Orçamento do Senado, Orlando de Sá Cavalcante Neto, e contou com a colaboração do Assessor Especialista em Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) Carlos Blener, também do Contas Abertas.
O consultor Orlando Neto fez exposição sobre os novos aprimoramentos do Siga Brasil, entre eles a inclusão dos investimentos das empresas estatais, convênios, dados do Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento (Sigplan). As novas informações ainda encontram-se em fase de homologação.
O Siga Brasil é um sistema de informações sobre orçamento público que permite acesso amplo ao Siafi e a outras bases de dados sobre planos e orçamentos, por meio de uma única ferramenta de consulta. O Contas Abertas agradece o convite e parabeniza a equipe pelas novas ferramentas implementadas no sistema.
Fonte: "Contas Abertas"

Uma história de transparência que vem facilitando a vida da cidadania e da imprensa

É importante lembrar, também, que o Senado Federal, por ordem justamente do senador Sarney, disponibilizou o Portal da Transparência, que tem por finalidade veicular dados e informações detalhados sobre a gestão administrativa e a execução orçamentária e financeira do Senado Federal, compreendendo, entre outros, os gastos efetuados por seus órgãos, inclusive os supervisionados, bem como suas unidades integrantes. E esta não é uma iniciativa nova em relação às administrações do senador Sarney. Foi o governo Sarney (1985-1990) que criou o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), que acabou com a conta movimento do Banco do Brasil e instituiu a Comissão de Defesa dos Direitos do Cidadão, apelidada pela imprensa de Ouvidoria, para apurar denúncias contra o governo. Foi igualmente o senador José Sarney, na presidência do Senado, que criou todo o sistema de comunicação da Casa: TV, rádio e agência - para viabilizar o acompanhamento direto dos trabalhos dos senadores -, o Portal da Transparência e o Siga Brasil, que dão acesso do público a todas as informações administrativas do Senado. Jornalistas e colunistas que, hoje, procuram estigmatizar Sarney como símbolo do que é “pouco transparente”, fazem isso por pura vingança corporativa. Sabem que, quando colocam em questão os detalhes dos gastos do Senado, se utilizam ou do portal “Contas Abertas” para suas acusações, ou consultam diretamente os dados do próprio SIAFI – Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal. A contradição é: como podem considerar Sarney “pouco transparente”, se tais mecanismos de consulta do Orçamento só existem justamente por causa de uma decisão política corajosa de Sarney quando foi Presidente da República? Para quem não sabe, foi o presidente Sarney que elaborou programa de redução das despesas e revisão dos gastos públicos, dando sistematização e transparência ao processo orçamentário (unificando o Orçamento e criando o SIAF) e saneando o Banco do Brasil e o Banco Central. Já em 1986, criou a “Secretaria do Tesouro” e acabou com a “Conta Movimento do Banco do Brasil”, o que viabilizaria, mais tarde, a Lei de Responsabilidade Fiscal e a atuação do COAF, por exemplo. Quem se lembra, hoje, do que era a conta movimento do Banco do Brasil? Era o instrumento mais importante e mais desagregador da política brasileira. O Banco do Brasil tinha uma carteira que administrava recursos resultantes de emissões de papel-moeda e que se destinava a socorrer empresas de amigos do governo, inclusive da grande mídia. Era a “maquininha ´mágica` de fazer dinheiro, um dos fatores mais importantes que pesava sobre a inflação e que tornavam privados os recursos que deveriam ser públicos" (palavras de Sarney). Pois foi Sarney o primeiro Presidente que teve coragem de acabar com esta aberração de fazer dinheiro e inflação. Não existe, na História da República, gesto maior de moralização e transparência de recursos públicos do que este, uma verdadeira revolução no trato com o dinheiro público, pois todo mundo que chegava à Presidência deixava essa monstruosidade orçamentária continuar porque era altamente útil ao aliciamento político. E isso nunca deu manchete de jornal. Mas, como era de se esperar, o ato do Presidente Sarney provocou a ira de importantes políticos e o surgimento de inimigos poderosos nas elites e nos jornais. É, pois, no mínimo, uma contradição, jornalistas de hoje acusarem Sarney de não ser transparente, quando se utilizam justamente nos mecanismos de transparência criados por ele. Por outro lado, já como presidente do Senado, Sarney aplicou no Legislativo a revolução que havia iniciado na Presidência da República. O Senado Federal, desde o final dos anos 70, era a casa de menor prestígio do Congresso Nacional. Durante a Ditadura Militar, a presença dos senadores biônicos desprestigiou a instituição. Mas este cenário mudou durante a década de 90, justamente por causa da decisão de Sarney de criar, com a ajuda do competente jornalista Fernando César Mesquita, a TV Senado, que passaria a ser referência para todas as demais TVs públicas que viriam. Com ela, a transmissão ao vivo das Sessões Plenárias e das reuniões das comissões abriu ao país uma realidade conhecida por poucos. Chefe da Secretaria de Comunicação da época, Fernando César Mesquita lembra: “divulgava menos de 1% dos fatos produzidos pelos senadores quando não se omitia ou distorcia os fatos. Agora, eles seriam acompanhados passo a passo no Senado”. Os jornalistas especialistas na cobertura da Casa foram os que mais chiaram, pois perderam o monopólio na tradução do que ocorria. Quer dizer, perderam o poder de manipular opiniões. No início, eram somente quinze horas no ar, transmitidas apenas para Brasília. Em maio de 1996, o sinal da TV Senado já estava em todo o Brasil pelo sistema de satélite digital. Antes de completar um ano, a TV Senado já transmitia sua programação durante vinte e quatro horas, inclusive nos finais de semana. Com a explosão de CPIs, os índices de audiência aumentaram e chegaram a superar o desempenho de diversas TVs comerciais. O povo começou a ver que o que os colunistas falavam não era bem uma verdade absoluta.Portanto, aquela idéia do excelente Bob Fernandes de que "cerca de 12 jornalistas conduzem a opinião pública a respeito da política nacional" parece não se sustentar mais. É verdade que alguns jornalistas ainda acreditam nisso e confundem o inquestionável poder da mídia com o seu poder individual. É verdade que colunistas medíocres, - mas influentes -, continuarão recebendo seus jabás. Mas é verdade também que a transparência da própria instituição evoluiu muito. E evoluiu justamente por causa daquele que vem sofrendo os maiores e mais vis ataques: José Sarney. Parece que alguns não perdoam o que fez Sarney quanto à transparência desde que foi Presidente da República. É isso.
Said Barbosa Dib, historiador, analista político e assessor, com muito orgulho, do presidente Sarney

Aplausos para Ronaldo

Creio que Ronaldo Fenômeno merece todos os elogios, carinho e e respeito dos torcedores. Como atleta deu muitas alegrias aos clubes onde jogou e, sobretudo, pela seleção brasileira. Ronaldo é, portanto, um profissional vencedor. Um ser humano carismático e de boa índole. Ficou rico graças a seus esforços pessoais. Ronaldo não merece ser achincalhado por ninguém. É injusto tratar Ronaldo com chacotas tolas e descabidas. Mesmo fora do futebol profissional Ronaldo continuará querido e sempre lembrado por tudo de bom que fez pelo bom futebol. Merece ser feliz.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Quem tem medo de José Serra?

Ninguém. Serra tinha poder e voto quando era governador. Sem mandato e membro de um partido cada vez mais indo de ladeira abaixo, José Serra não encontra no horizonte político espaço que lhe dê fôlego e ânimo para novas jornadas. Vir a presidir o combalido PSDB pouco acrescentaria as suas ambições. Agora Serra não tem mais um jovem Aécio Neves indiferente à Presidência da República. O senador mineiro vem com todo gás. Para o cargo que lhe convier. Por fim, Serra saindo do PSDB, iria para onde? Fundaria novo partido? Nos outros partidos importantes, como PMDB, PT, PTB ou PDT, o simpático Serra não seria bem recebido nem pintado de ouro.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O que acontece por aí...

O “quanto pior, melhor” da tucanada recalcada

Que ranço? Lula é Dilma. Dilma é prosseguimento de Lula. O PT, repito, é Lula. Sem Lula, repito, o PT não existiria. Lula, repito, elegeu e continuará elegendo quem quiser. Inclusive ele, claro. Deixemos Dilma governar. Comparações desnecessárias, geralmente inócuas e inoportunas não acrescentam nada de positivo. A não ser para os que preferem o surrado e estúpido quanto pior, melhor. Acreditem, existe este tipo de gente. Lula, aliás, para terminar, salientou ontem o que escrevi logo depois que Dilma foi eleita: Lula precisa continuar ajudando Dilma. O fracasso de Dilma será o fracasso de Lula. Aí, evidente, a tucanada recalcada e incompetente vai adorar.

Serra e Maia não são nada

A meu ver perdedores, recalcados e eternos donos da verdade de araque, como César Maia e José Serra, além de outros ainda menos votados, não têm autoridade para criticar nem dar conselhos para a presidenta Dilma.

Do Tribuna da Imprensa:

Antonio Santos Aquino

fevereiro 11th, 2011 at 8:12

Hélio, falas de conspiração de Itamar. Não havia necessidade de conspiração, Collor e César Farias praticaram tantas trapalhadas que Itamar não precisava conspirar para assumir a presidência. Collor cavou sua própria sepultura. É só lembrar das sobras de campanha conhecida como “operação Uruguai” e a compra do carro Elba, com cheques da corrupção, em nome de Collor.

Resposta de Vicente Limongi Netto:

fevereiro 11th, 2011 at 12:35

Aquino, não sei que trapalhadas Collor praticou. Se as tem e fez, Itamar sabia de tudo. Foi, a meu ver, um vice inútil e covarde. PC depois das eleições continuou arrecadando dinheiro, sem o endosso, sem a concordância, sem o conhecimento, de Collor. Você, Aquino, em sã consciência, na tua casa, com tua família, saberás dizer quanto tua mulher, filhos ou netos gastaram no almoço? Quanto vão gastar amanhã? Ora, se havia um fiat na Dinda, servindo à cozinha do presidente, seguramente Collor não sabia de nada, muito menos de onde veio. Pode-se até criticar Collor por outras coisas, por ter errado muito, mas, jamais, por tolices como as sempre citadas mas que não passam de tolos argumentos. Aquino sabe, muito bem, que arrancaram Collor do poder por outros motivos. O fiat, da Dinda, serviu de pretexto. Quando Collor percebeu que a CPI não era “matar” PC, mas, sim, ele próprio, era tarde. Aliás, Aquino, Collor e Itamar fizeram as pazes no Senado. Gesto grandioso dos dois. Amadurecimento político que faz bem à vida pública brasileira.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Sarney defende comissões especiais para maior rapidez nas reformas de códigos de leis

A agilidade das comissões especiais de experts e juristas para reformar e atualizar a legislação brasileira é apontada pelo presidente José Sarney (PMDB-AP) como caminho importante para "ajudar a resolver questões importantes para a realidade do dia-a-dia dos cidadãos brasileiros". A rápida elaboração pelo Senado dos projetos de lei dos novos códigos de Processo Civil e Processo Penal, iniciativas de Sarney, são citados como exemplos do sucesso dentro do Senado. No momento aguardam aprovação da Câmara para entrar em vigor. Mesmo processo ocorre com os Códigos Eleitoral e de Defesa do Consumidor. A comissão que trabalha o Código Eleitoral prevê para maio a entrega do novo texto. A Reforma Política, que teve a comissão especial constituída neste dia nove, tem prazo de 45 dias para entregar sua proposta de mudanças.
Nova lei de execução penal
Sarney pretende criar uma comissão para reformar também a Lei de Execuções Penais. "O que nós estamos vendo é que o problema carcerário brasileiro cada vez se torna mais grave e é hoje um verdadeiro caos", analisa e defende "tratamento imediato", com instrumentos legais, para tentar resolver a questão. "Esse problema carcerário brasileiro é muito difícil e demanda muito trabalho. Da parte do Executivo, a construção de delegacias, que dêem melhor qualidade de vida para os que estão presos e o estabelecimento de sistema de inteligência, que possa combater o crime organizado". Sarney relembra que, há 15 anos, participou de seminário no México onde se debatia o crime organizado "como ameaça ao futuro da humanidade", colocado no mesmo nível dos outros problemas graves, "como a questão nuclear ou as doenças desconhecidas".

Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado

Veja também:

José Sarney

Netas de Tiradentes

Fiquei com pena de Tiradentes. De repente está passando à História como sugador da Nação. Tinha tantos privilégios que até hoje transmite a quatro trinetos pensões de dois salários mínimos. Não temos realmente o gosto de fazer justiça. O maior de todos os heróis brasileiros não pode ser alvo de notícias que podem levar a conclusões erradas. Um menino francês, numa enquete sobre a identidade nacional, disse que ser francês era cantar a Marselhesa, belicosa, a convidar os cidadãos às armas. Aqui, tenho medo de perguntar a um estudante quem é Tiradentes e ele me responder que é aquele que tem quatro trinetos recebendo pensão do governo. O Brasil, formado, ao contrário dos países da América Espanhola, num processo de construção civil, tem relativamente poucos heróis nacionais na verdadeira acepção do termo. Sem dúvida o maior, pelo martírio e pela dedicação à causa da Independência brasileira, é o Alferes Joaquim José da Silva Xavier. O governo português o condenou à morte na forca, ordenando que “depois de morto lhe seja cortada a cabeça e levada a Vila Rica, onde no lugar mais público dela, será pregada em um poste alto, até que o tempo a consuma, e o seu corpo será dividido em quatro quartos, e pregados em postes, pelo caminho de Minas, no sítio da Varginha e das Cebolas, onde o réu teve as suas infames práticas, e os mais nos sítios das maiores povoações, até que o tempo também os consuma, declaram o réu infame, e seus filhos e netos tendo-os, […] e a casa em que vivia em Vila Rica será arrasada e salgada”. Nos autos da devassa registra-se que prepararam uma cilada para que ficasse provado que Tiradentes conspirava contra o Rei. Um espião lhe diz: “Eu aqui estou para trabalhar para ti”. Tiradentes responde: “E eu, a trabalhar para todos.” Nossa dívida com Tiradentes deve continuar para sempre. Na Câmara o projeto 7.377/2010, encaminhado pelo Presidente Lula, apóia os jogadores das seleções campeãs do mundo de 1958, 1962 e 1970. O projeto assegura aos jogadores e seus sucessores um prêmio de 100 mil reais e uma pensão de cerca de 3.500 reais. Alguns vivem em estado de penúria. Sou a favor deles. É justo que assim procedam com os que deram nome e glória ao país e ao nosso povo. Também é aceito com naturalidade que os que sofreram perseguição política recebam aposentadorias especiais e indenizações, por vezes vultosas. É justo. Nossos heróis devem ser cultivados. Seus descendentes devem ser respeitados e ajudados pela nação. Quem trabalhou por todos merece o reconhecimento de sua pátria. .

José Sarney
foi governador, deputado e senador pelo Maranhão, presidente da República, senador do Amapá por três mandatos consecutivos, presidente do Senado Federal por três vezes. Tudo isso, sempre eleito. São 55 anos de vida pública. É também acadêmico da Academia Brasileira de Letras (desde 1981) e da Academia das Ciências de Lisboa.

Deveriam prender o canalha Pimenta Neves

Faz tempo, volto a perguntar e exigir: quando o canalha e assassino Pimenta Neves será preso, por matar a jornalista Sandra Gomide? O verme continua solto e deprimido? A justiça brasileira realmente só trata no pau, somente é severa e dura, com pobres, com desempregados, com aqueles brasileiros que não têm dinheiro para pagar bons advogados. Pimenta Neves em liberdade é um escárnio, uma afronta ao bom senso. Pimenta Neves solto desmoraliza a verdadeira Justiça brasileira.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Aristóteles Drummond

Sou Sarney, e daí?

Colegas queridos, gente do bem, acabam caindo na orquestração anti-Sarney e falam mal de sua nova – e quarta – eleição para presidir o Senado Federal. Ora, meus amigos, como é que se pode condenar um homem que foi presidente da República, deixou o poder e ainda disputou três eleições para o Senado, podendo gozar as delícias de sua São Luiz, onde tem uma bela casa na praia do Calhau. E ainda vem ao Rio para as reuniões da Academia Brasileira da qual é membro. Aliás, também faz parte da Academia de Lisboa e poderia, portanto, frequentar aquela que é a mais encantadora cidade da Europa e onde possui amigos e tem seus livros editados.
Façamos as contas! Sarney foi suplente de deputado federal, eleito em 54, e assumiu parte do mandato. E, de 58 para cá, esteve sempre no exercício de mandatos eletivos. Será que o povo é tão despreparado que elege há mais de meio século um político que não seja merecedor de reiteradas manifestações de apreço? Será que o nosso saudoso dr. Tancredo Neves, louvado justamente por vocês todos que criticam o Sarney, escolheria ou aceitaria para seu vice um homem que não fosse dotado da mais ilibada reputação e vida pública? E José Aparecido? O Odilo Costa, filho? O Ferreira Gullar? O Renato Archer, que fez oposição ao Sarney e acabou seu ministro? Os acadêmicos elegeriam quem não tivesse mérito para a imortalidade? E teria dois de seus filhos eleitos e reeleitos?
Sarney criou as bases da CPLP e do Mercosul que Itamar acabou por concretizar. Diga-se que, sem os dois, tais entidades jamais existiriam, pois FHC e Lula deram pouca bola para ambas. Lula ainda ajudou a criar o problema da presença da Venezuela de Chávez no Mercosul, que dará trabalho nos próximos anos.
Logo, convenhamos que esta campanha contra um homem com vida pública tão longeva, cercado de gente de qualidade – inclusive uma notável mulher, que é D. Marli –, é fruto da mesquinharia de gente menor, que explora um sentimento nobre da sociedade que é a revolta contra os políticos em geral. Mas Sarney não é símbolo destes – todos eleitos pelo povo, é claro –; o sistema é que nos proporciona uma democracia caríssima. Os militares, que também gostam de falar mal, limitavam salários de políticos, com vereadores do interior trabalhando aos sábados, o que era suficiente, sem ganhar. E cortavam na carne, como na cassação do senador da ARENA que foi apanhado em flagrante extorsão e foi inocentado pelo Senado.
Sarney tem servido ao Brasil e não a regimes e a presidentes. Não fosse assim, não estaria tão forte e respeitado. E, como presidente da República, vale uma consulta aos números oficiais (nunca contestados), que não costumam mentir, que mostram os avanços em obras e no social. Na política, governou com uma Constituinte enlouquecida, que tornou o país quase ingovernável e, ainda por cima, abriu mão de um ano do mandato para o qual fora eleito com Tancredo.
Amigos queridos me perdoem, mas vamos mais devagar às críticas a Sarney. Não podem falar de sua casa na Praia do Calhau e ficarem mudos com os apartamentos de mil metros de outros que vocês adoram, por serem intelectuais e se vestirem como europeus. Nada demais, mas, se for para criticar, vamos diversificar.

Aristóteles Drummond é jornalista carioca. Escreve artigos semanais publicados no Caderno Domingo do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, Diário de Petrópolis, Diário de Barretos, Correio da Serra, de Barbacena e no Diário do Comercio de São Paulo. Membro do PEN Clube do Brasil, do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro e da Associação Cultural da Arquidiocese do Rio, Leia mais..

Said Barbosa Dib

“Pintou na rede é peixe”. Caiu na Internet é Luís Vernando Veríssimo. Batata!

Desconfie de textos repassados com o nome do grande cronista. De modo geral são falsos. O anonimato “façanhudo” (royalties para Darcy Ribeiro) da rede mundial permite equívocos. Sempre que algum espertalhão queira dar algum respaldo as mais variadas e bizarras manifestações, lá está a assinatura apócrifa do genial gaúcho, amante do jazz. Ele mesmo já advertiu que “o mais admirável da internet é que tudo posto nos seus circuitos acaba tendo o mesmo valor, seja receita de bolo ou ensaio filosófico, já que o meio e o acesso ao meio são absolutamente iguais (…) É o texto com autor falso, ou o falso texto de autor verdadeiro”. E adverte: “Ainda não entendi o recado ou a estranha lógica de quem inventa um texto e põe na internet com o nome de outro, mas o fato é que os ares estão cheios de atribuições mentirosas ou duvidosas”. Em uma de suas crônicas, cita o caso de um texto “que circulou bastante, que comparava duplas sertanejas com drogas e aconselhava o leitor a evitar qualquer cantor saído de Goiânia”, que lhe valeu muita correspondência indignada e xingamentos óbvios. Esta é a sina de quem tem sucesso, mas, principalmente, credibilidade: ser alvo de pilantras dos mais variados matizes.

“Wikileaks Brasil” versus Carta Capital?

Aconteceu também com o tal Assange, criador do Wikileaks. O autodenominado “Wikileaks Brasil” disse, nesta terça-feira (8), ter vazado inquérito da Operação Satiagraha, deflagrada em julho de 2008, quando prendeu Daniel Dantas. O site diz ser o inquérito completo. E até disponibilizou tudo: Parte1, Parte2, Parte3, Parte4, Parte5, Parte6. Mas, Natalia Viana, a moça que está concorrendo merecidamente ao Troféu Imprensa, justamente por ser a representante oficial do Wikileaks no Brasil, através da “Carta Capital”, disse que o site Wikileaks Brasil é “organizado por um grupo anônimo sem qualquer ligação com o WikiLeaks de Julian Assange”. E esclarece que “os documentos não chegaram a ser enviados ou analisados pelo WikiLeaks oficial”. Quer dizer: usaram a credibilidade internacional do site para dar uma maior dimensão aos documentos de uma briga local.

Ricardo Noblat: patrimonialismo em nome da arte, pode?

Outro caso curioso e paradigmático vem da grande imprensa amestrada de sempre, os que vivem de chantagens e “jabás” e que odeiam as instituições nacionais. Ricardo Noblat teve o desplante de publicar um texto aparentemente apócrifo de Luís Fernando Veríssimo. Ele mesmo, só pra variar. O título é “Tiririca e Sarney”. Digo “apócrifo” porque simplesmente me recuso a acreditar que Veríssimo cometeria esta injusta indelicadeza com o presidente Sarney, um homem que foi governador, deputado e senador pelo Maranhão, presidente da República, senador do Amapá por três mandatos consecutivos, presidente do Senado Federal por três vezes, sempre eleito. São 56 anos de vida pública. É também acadêmico da Academia Brasileira de Letras (desde 1981) e da Academia das Ciências de Lisboa. Quer dizer: um intelectual como Veríssimo. E... por que não?, uma indelicadeza com Tiririca também que, afinal de contas, foi eleito. Não é, definitivamente, o estilo de Veríssimo. O texto tem um quê fascista, elitista, aristocrático, rancoroso e preconceituoso, de gente que não gosta nada das regras do jogo democrático. Coisas que não condizem nada com a ironia elegante e honesta de Veríssimo. Me recuso a acreditar. Prefiro a hipótese de que esta seja mais uma reação abestalhada do blogueiro platinado ao processo de modernização e limpeza do Senado empreendida por Sarney que, entre muitas outras coisas saneadoras, acabou com a mamata do senhor Ricardo José Delgado, vulgo Noblat, que tinha um contrato anual de R$ 40,3 mil com o Senado para a produção e apresentação de um programa semanal de jazz "para a Rádio Senado". Como um dom Quixote, o moço lutou para realizar um sonho: ter o seu próprio programa de rádio. Não bastava ter uma bela coleção de jazz, não bastava fazer uma dessas rádios da Internet, onde se posta a suas músicas prediletas para os amigos... Não, ele queria e lutou por mais: queria produzir uma rádio de verdade. E sabendo que tinha muito poder, que poderia melindrar políticos, conseguiu o que queria: transformou seu sonho em realidade à custa do Senado Federal, portanto, de dinheiro público. Seu gosto musical é considerado tão bom (por ele mesmo), que achou que não deveria ficar apenas para ele. Tinha que ser compartilhado. Foi bondoso com o Senado e conosco, a ponto de fazer o sacrifício de doar R$ 1.200,00, religiosamente, todo santo mês, durante quase 10 anos, à instituição Senado Federal. Sem considerar o "tempo perdido" e coisa e tal. Isto é que é bondade.Mas...em nome de boas intenções, senhor Noblat, o Inferno está cheiro. Quando o Senado faz um contrato, sobretudo sem licitação, para lhe pagar o R$ 3.360,00 por mês, estamos falando de dinheiro do Orçamento da União. Eu não conheço nenhum contribuinte que tenha sido consultado sobre a necessidade ou não de se ter o prazer de ouvir, numa rádio pública, os seu gosto musical, por mais qualificado que ele seja. A Rádio Senado tem por função cobrir as atividades legislativas da Casa e, para preencher a programação com atividades culturais e entretenimento, tem uma equipe suficientemente qualificada para produzir qualquer programa cultural. Ou poderia facilmente reproduzir programas das diversas outras rádios educativas. Aliás, seria até bom que se produzisse programas com músicas brasileiras, não necessariamente o jazz, um estilo estrangeiro. Por outro lado, faço questão de reproduzir um comentário de um internauta no “Conversa Afiada’, do Paulo Henrique Amorim, que achei muito pertinente:

“Mas na explicação dada por Noblat, tem outras peculiaridades interessantes. Segundo ele o programa custava R$ 1.200,00. Logo, se estão pagando o ´mensalinho` de R$ 3.360,00, já há um claro superfaturamento aí, uma vez que a justificativa apresentada seria que a rádio arcasse com os custos, e estes seriam de R$ 1.200,00, segundo o próprio Noblat. Entendo que há impostos, etc, mas se sobra R$ 1.750,00 para a produtora e R$ 490,00 para ele, totalizando R$ 2.240,00 líquidos, há um superfaturamento de R$ 1040,00 sobre o custo. Se não é superfaturamento, então não é apenas arcar com os custos, é também arcar com os lucros. Outro exotismo, que não entendi, é por que o Senado faz o contrato com ele, e ele paga a produtora, quando o normal seria o inverso? Esse tipo de triangulação costuma ser empregado nas práticas popularmente conhecidas como “laranjas”, mas longe de mim pensar que seria o caso do abnegado mecenas do Senado. Da mesma forma, longe de mim pensar que tal mecenas seria capaz de fazer o repasse de R$ 1.750,00 à produtora de forma informal, naquilo que vulgarmente é conhecido como caixa-2”.

As questões levantadas são realmente muito pertinentes. E só há uma resposta: o senhor Noblat é daquela espécie canalha de pseudo-jornalistas que falam mal de políticos e instituições apenas para chantageá-los e se darem bem. Noblat fala de patrimonialismo da classe política, mas qual o nome que se dá para a utilização da estrutura do Senado para realizar um capricho seu? É hora dos brasileiros ficarem mais atentos a figuras meãs como o senhor Noblat. As críticas e a atenção da imprensa junto ao Parlamento são sempre positivos, melhora o desempenho dos congressistas e ajuda a identificar ladrões. Mas, ataques sistemáticos da imprensa amestrada contra o Senado, a Justiça e o próprio Executivo, cheiram a nazismo e stalinismo da pior espécie. Estão preparando a população desavisada para se substituir as instituições brasileiras (bem ou mal, eleitas e constituídas pelo povo brasileiro), por tecnocratas associados às ONGs internacionais e entidades multilaterais.

Mas, para melhor compreensão do que ocorre, faço questão que o caro leitor dê novamente uma olhada no que postei há um bom tempo sobre o assunto:
Mídia e Congresso: a tranparência criada por Sarney e a Internet estão acabando com o jabá de colunistas pilantras
Said Barbosa Dib é historiador e analista político em Brasília
Blog do Said Dib

De olho no que acontece...

Justiça merecida também é assim

É o tipo da justiça com as próprias mãos que gosto e apoio: os próprios presos mataram, decapitaram e cortaram em pedaços, ordinários detentos pedófilos e o verme que abusou das filhas durante anos, inclusive das netas. Os presos no Maranhão autores dos grandes feitos prestaram um enorme bem à humanidade. Repito, direitos humanos são para humanos.

Confio no Trabalho do Lobão

Confio no operoso trabalho do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão. Falhas no sistema elétrico acontecem. Como em qualquer setor de atividade. O importante é continuar trabalhando duro e com competência, como costuma fazer Lobão, para que falhas não voltem a ocorrer, prejudicando a tudo e a todos. É bobagem, no inicio de governo, tentar se fazer cavalo de batalha diante de eventuais erros.

Conselho da Suframa e novos projetos

Pela primeira vez o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, preside, próximo dia 24, em Manaus, reunião do Conselho da Suframa que avaliará novos projetos industriais. A autarquia também comemora 44 anos de criação. Pimentel anunciará o lançamento da 6*Feira Internacional da Amazônia, a realizar-se de 26 a 29 de outubro. O ex-presidente Lula compareceu em duas edições da Feira. A propósito do sucesso da Zona Franca, o polo de Manaus obteve recorde histórico de faturamento em 2010, 35.1 bilhões de dólares.

A vestal grávida vai acabar papa

A vestal grávida gaúcha, que Cláudio Humberto corretamente chamou de franciscano, pretendia entregar o apartamento do Senado e passar a morar debaixo da ponte. Além de trocar as passagens de avião pelas de ônibus. Contudo, agora que descobriu-se que o santíssimo senador recebe uma baita grana de aposentadoria, além do salário de parlamentar, alguns já pensam em indicá-lo para uma futura canonização pelo Vaticano. Ou, quem sabe, até virar Papa Pedro, o Puro.

Saudades do reitor Azevedo

Seguramente, hoje, o ex-aluno e advogado Kakay não criticaria o reitor José Carlos Azevedo, diante do caos sáfaro em que se encontra a combalida e desmoralizada UnB. Pudera, como salientou o Cláudio Humberto na Band, agora a UnB é comandada pelo Zé do MST. Reitor mais competente do que Azevedo será dificil. Dignificou o cargo e a instituição.

Salve Mandela

Grande notícia: o fantástico Nelson Mandela deixou o hospital.

Fernando Collor realmente entende tudo o que aconteceu... E é aí que está a esperança..


Fernando Collor, ex-presidente e senador por Alagoas, mais uma vez, mostrou que, depois de todas as injustiças inomináveis e ignominiosas de que foi vítima, realmente amadureceu... e cresceu. E muito... Surpreendentemente, o grande, mas inexplicavelmente ressentido e defensivo Itamar, quando foi abordado pelo ex-presidente Collor, com a convicção dos amadurecidos, com a cordialidade dos verdadeiros cristãos, com a honestidade dos humanistas e verdade dos estadistas, não teve como resistir à realidade:

- Ele foi muito educado. Realmente me surpreendeu – confessou Itamar ao explicar a cordialidade quase entusiástica com a qual os dois ex-inimigos se cumprimentaram ao se reencontrar. Isto se chama brasilidade e bom senso.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sarney quer que as experiências de Collor e Itamar façam parte da Comissão de Reforma Política

Os ex-presidentes da República e atuais senadores, Itamar Franco (PPS-MG) e Fernando Collor (PTB-AL) deverão integrar a Comissão de Reforma Política. A informação é do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ao chegar nesta terça-feira (8) ao Senado Federal. Ele explicou que já tem uma lista com alguns dos nomes que serão convidados a compor a comissão a ser instalada aInda nesta semana.
- Os ex-presidentes da República que estão no Congresso evidentemente farão parte da comissão - assinalou.
De acordo com Sarney, a expectativa é anunciar ainda hoje os integrantes da comissão, que terá um prazo de 60 dias de funcionamento.

Salário Mínimo

Indagado por jornalistas a respeito do reajuste do salário mínimo, Sarney defendeu o acordo feito pelo então presidente Luiz Inácio e Lula da Silva e as Centrais Sindicais, que leva em conta a inflação e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. Na opinião do presidente do Senado, o Congresso Nacional não deveria ter que analisar o reajuste do mínimo.
Com a Medida Provisória 516/10, assinada no fim do ano passado, o governo fixou em R$ 540 o piso nacional de salários, mas a presidente Dilma Rousseff já admite reajustar o mínimo para R$ 545.
- Uma das coisas que considero como distorção em medidas provisórias é o fato de nós termos absorvido, na Constituição de 1988, a capacidade de votar o salário mínimo, quando, na realidade, isso compete exclusivamente ao Poder Executivo - argumentou Sarney.

Agenda

Sarney visita, nesta terça-feira, às 11h, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, e, às 15h, encontra-se com a presidente da República, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, para retribuir a vinda de ambos ao Congresso na abertura do ano legislativo.

Rodrigo Baptista / Agência Senado

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Manuela, minha neta querida, amada. Com o irmão Miguel, em férias. E vem por aí mais um netinho lindo que está na barriga da mamãe Joana...

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Collor e Lindberg

Quis o destino que Fernando Collor e Lindberg Farias se encontrassem no Senado. O mundo gira. As pessoas nascem, crescem, evoluem e amadurecem. Collor e Lindberg agora estão na mesma trincheira. Foram eleitos para defender os interesses coletivos. Diz a verdade popular que quem vive de passado é museu.Sabem que precisarão trabalhar juntos em benefícios dos pleitos da população. Nenhum deles produzirá rigorosamente nada de positivo se não estiverem unidos pelo diálogo e pelo desprendimento. O Brasil precisa da determinação e do espírito público de Collor e Lindenberg.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Entre patas imundas e ressentidos, falta respeito aos ex-presidentes...

Checagem

O metido a sabidão site Congresso Vesgo, ou Caolho, geralmente e pretenciosamente chamado de Congresso em Foco, novamente lança suas patas imundas contra Collor de Mello, divulgando pesquisa mentirosa e venal. Pobres diabos.Aprendam a trabalhar com isenção e correção.Também irresponsáveis jornais e outros veículos que publicam asnices do tal site sem procurar checar a veracidade das informações.

A reeleição de Sarney no Helio Fernandes

“Hélio, É preciso que se respeite a trajetória política e a longa vida pública de José Sarney. Alguns dos textos aqui publicados são colossais insultos e criticas descabidas. Francamente. O ressentimento e o rancor insistem em vencer os argumentos e a isenção.”

Agnaldo Timóteo brilha no Recife

Os pernambucanos foram agraciados. Um dos principais nomes da música popular brasileira, meu amigo e político amado tanto em São Paulo quanto no Rio, o cantor Agnaldo Timóteo, brilha em três apresentações no Manhattan Café Theatro, em Recife. Os pernambucanos agradecem. Nós de Brasília, invejamos... A casa oferece mesas limitadas para ouvir os sucessos do mineiro. Começa agora, às 22:00, desta quinta-feira.

Manhattan Café Theatro - Rua Francisco da Cunha, 881, Boa Viagem, Recife.Preço - R$ 80Contato - 3325-3372

Collor elogia mensagem de Dilma


O senador disse que a presidenta pode contar com seu apoio para a erradicação da miséria
Assessoria

O senador Fernando Collor (PTB-AL) elogiou o discurso de apresentação da mensagem do Governo Federal, feito pela presidente da República, Dilma Rousseff, durante a abertura dos trabalhos do Congresso Nacional na tarde desta quarta-feira (2/2). Collor disse que a presidente poderá contar com seu apoio, especialmente para a aprovação de projetos nas áreas de saúde, educação, segurança, meio-ambiente, prevenção de tragédias naturais, reformas política e tributária, entre outros pontos abordados no discurso. Na avaliação do senador petebista, o compromisso reafirmado pela presidente Dilma Rousseff de erradicar a miséria no país é um dos compromissos mais importantes assumidos pelo Governo. Ele disse que o Congresso Nacional deve atuar em conjunto com o Executivo a fim de elaborar e votar leis que possibilitem a erradicação da miséria, que passa, necessariamente, pela melhoria da educação e da qualificação profissional. O senador lembrou que no ano passado discutiu a questão da qualificação profissional dos brasileiros durante debates promovidos pela Comissão de Infraestrutura do Senado Federal, da qual era presidente, junto a entidades governamentais, iniciativa privada e o mundo acadêmico. “O ensino técnico profissionalizante foi apontado pelos especialistas como uma das soluções para atender as demandas do Brasil com programas como o PAC e o Pré-sal”, declarou Collor. O ensino técnico profissionalizante foi um dos pontos abordados pela presidente Dilma para melhorar a educação, ao lado do aumento do número de creches, pré-escola e das vagas para o Programa Universidade para Todos (Prouni). Em relação à saúde, a presidente estipulou uma meta de criação de 500 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) com investimentos de R$ 2,6 bilhões, além da aplicação de R$ 2,5 bilhôes em unidades básicas de saúdes (UBS) e na criação de infraestrutura de apoio para as equipes de saúde da família.Collor acredita que essa iniciativa do Governo Federal poderá desafogar os hospitais públicos das grandes cidades e melhorar o atendimento da saúde à população mais carente. Ele entende que as ações de saúde, educação e saneamento básico, devem ser promovidas de forma coordenada, pois só assim terão resultados efetivos. Outro ponto que chamou a atenção do senador Fernando Collor foi com relação ao programa de prevenção para evitar tragédias provocadas por fenômenos naturais. Ele lembrou as chuvas que ocorreram em Alagoas em junho passado, quando dezenas de pessoas morreram e centenas ficaram desabrigadas. Embora a presidente tenha se referido, em seu discurso, aos desabamentos e mortes ocorridos no Rio de Janeiro no inicio deste ano, Collor disse que não poderia deixar de lembrar a tragédia que se abateu sobre Alagoas no meio do ano passado e que repercutem até hoje para milhares de pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas chuvas. “Se tivéssemos uma política de prevenção, como quer a presidente Dilma, talvez muitas vidas tivessem sido salvas”. Por fim, o senador lembrou a importância de reformas como a política e a tributária, que foram prometidas pela presidente. Collor destacou as mudanças em relação à tributação no país especialmente as que possam permitir a desoneração das atividades indutoras do crescimento e de bens de consumo popular, conforme mencionou Dilma Rousseff.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Pensem no povo

Já devidamente matriculados na escola destinada a servir o povo, o Brasil e as instituições, deputados e senadores precisam estudar em conjunto os temas que afligem a população. No Legislativo não se consegue nada isoladamente. Não se beneficia a coletividade se não for através de ações coletivas. Pena que alguns não pensem assim. Preferem jogar para a platéia. São os eternos reféns dos holofotes fáceis. São parlamentares que nada produzem de positivo para a população. Pertencem ao melancólico timeco que atrasa o país e desmoraliza a classe política. São demagogos profissionais. Seguem a torpe cartilha de cada um por si e Deus por todos. Fora com eles.

Dilma venceu obstáculos com méritos

Bom destacar e recordar meu texto de 2009, logo que Dilma soube da doença. Era época difícil. Alguns asnos preferiam debochar dela e da doença. Pobres diabos. Dominados pelo rancor, recalque e ressentimento. Dilma venceu os obstáculos com galhardia e, hoje, com méritos, é a Presidenta do Brasil.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Evolução e amadurecimento político

O encontro mais esperado no Senado aconteceu. Os senadores Fernando Collor (PTB-AL) e Lindeberg Farias (PT-RJ) se abraçaram com grande cordialidade no primeiro encontro durante abertura dos trabalhos da Casa. Amadurecimento político é isto.