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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Jornalistas e as mordomias do bicho

Exemplo marcante de hipocrisia, cinismo e cretinice explícitas: jornais do Rio destacam que bicheiros pagaram festa de juizes e desembargadores. O mundo vai acabar por isso? Contudo, ninguém fala, registra, lembra e muito menos patrulha, que jornalistas e suas digníssimas, e olhem que são jornalistas e colunistas metidos a importantes, costumam ir para camarotes de banqueiros do bicho, na Marques de Sapucai, na maior alegria e felicidade. A vida é bela. Querem só para eles, claro. Exemplo, o camarote da Escola Grande rio, todo ano, todo carnaval, é lotado de coleguinhas. Porque não vão tirar fotos? Porque não saem nas colunas sociais? Porque são farsantes e vestais grávidas.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Tucanato recolhe assinaturas para a "CPI de Thor"

"Tanto o operador, como Furnas, como todos chegaram à conclusão de que o que aconteceu foram descargas atmosféricas, ventos e chuvas muito fortes na região de Itaberá, em São Paulo, o que provocou um curto cuircuito em três circuitos que levam as linhas de transmissão de Itaipu para Itaberá"

Edison Lobão, ministro das Minas e Energia


"Apagão": a coisa é simples e óbvia. Diferente do “apagão” tucano, que ocorreu por absoluta falta de investimentos durante mais de cinco anos, as causas do que aconteceu na madrugada de quarta-feira passada foram de ordem natural. SP registrou mais de 70 raios naquela noite. O ministro Lobão e as demais autoridades do setor passaram a madrugada inteira acompanhando toda a situação. Deram entrevistas ao vivo, enquanto o apagão ainda acontecia. Não se furtaram. Logo de manhã já tinham informações consistentes. Foram competentes em informar corretamente a população. O problema não foi por falta de investimentos no sistema. Quer dizer, no caso tucano, a trapalhada foi um fenômeno “antropogênico” (para usar o termo da moda entre os ecoterroristas). No caso de Lula, não. Foi um acidente de ordem natural. Aliás, a mídia golpista sempre criticou justamente as iniciativas decisivas da ministra Dilma de investir em hidrelétricas e nas linhas de transmissão, como no caso do Madeira e Santo Antônio e no Linhão de Tucuruí. Quem não se lembra da grande mídia servindo de caixa de ressonância para as bravatas da tucana enrustida, Marina Silva (e de seus patrões das ONGs ecopilantras), contra as iniciativas corajosas de Dilma em fazer com que o Estado brasileiro voltasse a investir no progresso para os brasileiros? Mas, chega a notícia que a oposição pretende engrossar contra o governo. Arthur Virgílio e Álvaro Dias prometem convocar São Pedro ainda nesta semana para depor no Senado. E há quem diga que já existem assinaturas suficientes para a instalação de uma “CPI dos Raios”. O raciocínio é o seguinte: já que haverá um encontro insólito em Copenhague para se discutir as "mudanças climáticas", quando se sabe que são provocadas não por fatores humanos, mas por mudanças lá no Sol (segundo especialistas do próprio IPCC), porque não se fazer o mesmo com relação às intempéries que atingiram as linhas de transmissão aqui no Brasil? Um assessor amazonense de Virgílio até sugeriu que o nome da CPI fosse “CPI de Tupã”. O alto tucanato paulista não concordou. FHC acha o nome muito “caipira”. Acredita que seria necessário um nome mais, digamos... “moderno”, globalizado”, de "Primeiro Mundo"... menos tupiniquim. A imprensa amestrada logo concordou com o sociólogo da dependência eterna. Já a batizou de “CPI de Thor”, deus anglo-saxônico. Acham que pega melhor, mais "chic"...



quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O que acontece por aí...

Coisas óbvias

Arruda operou com sucesso um tendão de Aquiles. Falta cuidar do outro, que dói mais, Joaquim Roriz. Não demora a universitária Geisy, ultrajada pelos colegas, aparecerá na Playboy. Duvido que seus hipócritas agressores e críticos deixarão de comprar a revista.

CPI da Petrobras: uma avaliação

O senador João Pedro (PT-AM) considera que a CPI da Petrobras fez um bom trabalho do ponto de vista técnico e administrativo. "Estamos trabalhando desde agosto. Ouvimos delegados da Polícia Federal, representantes do Tribunal de Contas da União, presidente da Petrobras e diretores da Agência Nacional de Petróleo", afirmou. João Pedro destacou que foi a primeira vez que uma CPI tornou disponíveis, na Internet, os documentos recebidos na integra. "Optamos por dar publicidade aos documentos recebidos. Qualquer pessoa pode acessar a página do Senado e obter informações sobre a CPI", declarou.

O gigolô da sordidez

Arnaldo Jabor, novamente joga as patas imundas em Lula, Collor, Sarney, etc. Jabor quer ser o porta-estrume do PSDB. Tem que entrar na imensa fila. O velhaco e sacripanta Jabor, ou seria Jabá, como bem cunhou Sebastião Nery, não tem moral nem qualificações para ensinar convivência política e bons modos para ninguém. É leviano, canalha e irresponsável. Ninguém de bom senso leva Jabor(ou Jabá?) a sério. É um pobre diabo que já nasceu com a alma podre.

Tiro no pé

O bem intencionado Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Beltrame, deu um tiro no próprio pé e, o pior, teve que voltar atrás, por dizer que a “Cidade Maravilhosa” não é violenta. Gostaria tanto de concordar com Beltrame, sei dos esforços dele, mas... não dá. A violência se alastra no Rio como uma praga. Todos amamos o Rio de Janeiro, inclusive o mundo, mas os cariocas estão atravessando uma situação quase beirando o caos.

Operoso Trio

O mundo ficou sabendo pela coluna "Sim e Não" que o governador, o prefeito e o ministro, se reuniram durante horas em Brasília e saíram rindo. Fiquem certos os incrédulos que a vida é bela e o Sol é sempre radiante. Claro, pelo menos para Eduardo Braga, Alfredo Nascimento e Amazonino Mendes. O que o respeitado e operoso trio decide é valioso para os amazonenses, em geral, e para a Humanidade, em particular. Seguramente, depois da proveitosa reunião em Brasília, foram jantar uma suculenta marmita, porque, afinal, nem o fabuloso trio é de ferro.

Justiça seja feita...

Parabens aos senadores Papaleo Paes, João Agripino e Alvaro Dias por se manifestarem, com vigor, sensibilidade e, sobretudo sem temer os torpes e venais patrulheiros de plantão, a favor dos funcionários do Senado. Os 3 senadores deram boa lição à Mesa Diretora, presidida por José Sarney.
Para os maus, torpes e vigaristas, os rigores da Lei

Como leitor permanente da coluna “Imprensa”, do atilado Euler de França Belém, faço um reparo ao comentário da nota ironizando Fernando Collor de Mello, por que ganhou na Justiça outra ação contra irresponsáveis travestidos de jornalistas isentos. Não se trata, como observa a nota, de se esperar que a imprensa deva começar a tratar Collor “como santo”. Mas, apenas, com o respeito que ele ou qual quer outro ci­dadão em pleno exercício de seus direitos, políticos e pessoais, merece. Collor passou o diabo nas mãos de marginais fantasiados de jornalistas. Foi alvo de colossais leviandades e covardias. Suportou tudo calado. Enfrentou seu calvário de quase nove anos com rigorosa altivez. Passou a saber, mais do que ninguém, como funcionam os bastidores da sordidez da imprensa e seus mecanis­mos quando os canalhas dos jornais, revistas, rádios e te­levisões precisam dobrar pessoas através da intimidação, da mentira, da falsidade e da hipocrisia. Dia desses, e a seção “Imprensa” fez bem em publicar, o leitor ficou sa­bendo, através de artigo de Luiz Nassiff, como age o jorna­lismo sádico e safado da “Veja”, quando o alvo é prejudi­car alguém que não se curva ou não se curvou a suas pre­potências. O ex-presidente e senador Fernando Collor res­peita e tem diálogo com a banda boa da imprensa. Com os maus, torpes e vigaristas, Collor agora se vale dos rigores da lei. É um direi to que a Constituição confere a todo brasileiro. E do qual Collor não abre mão. Quem duvidar e achar que tem aquilo roxo que experimente.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Said Barbosa Dib

Mídia apátrida: coincidências macabras

A sabotagem da Base de Alcântara

Toda vez que se quis privatizar/desnacionalizar – ou simplesmente destruir - empresas ou conquistas brasileiras, “crises” forjadas pela grande imprensa apareceram com o objetivo de se quebrar resistências da opinião pública e, por conseguinte, da classe política. Os exemplos são muitos. Quando FHC, o homem da CIA no Brasil, quis impor o absurdo acordo Brasil/EUA sobre a Base de Alcântara (MA), em detrimento do nosso programa espacial, não se poupou críticas caluniosas contra os técnicos brasileiros. Informações eram tratadas de formas deturpadas e irônicas contra a capacidade tecnológica do Brasil de lançar foguetes. Naquele contexto, houve a explosão da base de lançamento do VLS (Veículo Lançador de Satélites), em 2003, matando 21 excelentes técnicos brasileiros. O VLS tinha sido desenvolvido com tecnologia totalmente brasileira, excluindo a participação dos EUA. Mesmo com argumentos consistentes comprovando que os lançamentos foram sabotados e sem uma conclusão técnica definitiva sobre o “acidente”, o programa foi desativado, sendo substituído por acordos dependentes de pacotes tecnológicos estrangeiros. De repente, não se viu mais ironias maldosas na grande mídia amestrada sobre o VLS brasileiro. Os tucanos venceram. O Brasil perdeu.

Petrobras, vazamentos e o acidente da P-36

A Petrobras sempre foi referência na prospecção de petróleo em águas profundas. Quase não se ouvia falar em acidentes em alto mar ou em terra, nem mesmo relatos acerca de vazamentos. Diante das resistências à privatização da empresa, durante o governo apátrida do “Silvério dos Reis tucano”, FHC (sempre ele!), logo surgiram casos de vazamento e acidentes com os petroleiros. O maior foi com a plataforma P-36, quando 11 petroleiros morreram. Junto com o caso do vazamento na Baía da Guanabara, em 2000, ampliou-se a campanha que procurava denegrir a imagem da empresa nacional, que hoje é uma referência em todo o mundo. Foi naquele contexto que surgiu Lei 9478, que estabelecia as licitações/doações (leilões) que, mesmo não se privatizando a Petrobras, permitiu que grandes multinacionais do petróleo pudessem meter a mão em nosso patrimônio. Com a participação gringa entre os acionistas, as remessas de lucro se ampliaram, o que é péssimo para o processo de capitalização de interna e a balança de pagamentos. Sem investir um centavo em tecnologia e no mapeamento e prospecção do petróleo, as grandes holdings estrangeiras fizeram a festa. De repente, não se falou mais das plataformas e vazamentos da Petrobras. Será que os problemas foram todos resolvidos ou é por conta da manutenção da Lei 9478 (e suas conseqüências), que ainda vigora? Mas, novamente, os tucanos venceram. O Brasil, perdeu. Graças a Deus, Dilma e Lula, hoje, estão tentando reverter a situação.

O “Apagão de FHC” e a privatização das distribuidoras estaduais

Outro caso foi a chamada crise do "Apagão Elétrico". O sistema hidroelétrico brasileiro (genuinamente nacional), com seus grandes reservatórios e sistemas eficientes de transmissão de energia, permitiu que se fizessem barbaridades durante os cinco primeiros anos do tucanato de FHC, sem que a sociedade percebesse, pois havia reservas de água acumuladas. Mas havia a decisão política de se privatizar de qualquer jeito. Diante das resistências, criou-se um sistema híbrido pelo qual as geradoras continuaram estatais e as distribuidoras passaram a ser privatizadas, apenas para se fazer caixa para manter o famigerado "superávit primário" com o objetivo de beneficiar os banqueiros da plutocracia financeira internacional. A campanha contra as geradoras estaduais, mostradas sempre como ineficientes e deficitárias, foi constante. Não se explicava ao público que as estatais – todas elas - foram proibidas pela equipe econômica de FHC de investir em novas usinas hidrelétricas e em linhas de transmissão. Considerava-se "investimento" o dinheiro das privatizações, que apenas transferiram a propriedade de empresas já existentes e não aumentaram a capacidade instalada. Resultado: diante do caos elétrico, quase todas as distribuidoras dos estados foram privatizadas, encarecendo tarifas e piorando os serviços. O Brasil continuou, até o fim do governo tucano, priorizando o pagamento de juros aos banqueiros, em detrimento de investimentos em infra-estrutura elétrica. O consumidor teve que pagar tarifas extras, as termelétricas foram priorizadas (o que é, tecnicamente, um erro) e as chuvas aumentaram, fato que salvou o tucanato. A grande mídia logo esqueceu de tudo e as distribuidoras estatais acabaram mesmo em mãos privadas (com dinheiro do BNDES). Os canalhas tucanos se deram bem. O Brasil, perdeu. Somente a ministra Dilma, quando no Ministério das Minas e Energia, bem mais tarde, ousaria falar em investimentos reais novamente, fato que lhe rendeu severas críticas dos golpistas anti-nacionais de sempre. Claro!


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    “Caso Renan Calheiros”, Bush e o etanol brasileiro

    Em 2007, Renan Calheiros, aliado de Lula, ficou no olho do furacão. Enquanto a corrupção no atacado – aquela das remessas de lucro dos grandes oligopólios estrangeiros – rolava solta, a imprensa amestrada pegava no pé do presidente da mais importante instituição do Legislativo brasileiro. Acusava-o de ter tido as despesas com a manutenção da amante e de sua filha pagas por um lobista de uma empreiteira. Caso semelhante ao de 1989, quando o então candidato Lula, na época visto como uma ameaça radical ao sistema, teve seu caso com a enfermeira Miriam Cordeiro revelado no Jornal Nacional às vésperas da eleição. Não foi, claro!, o caso de FHC, amigo complacente das transnacionais. Embora a mídia soubesse do seu filho com uma jornalista da “Globo”, o fato não só nunca foi divulgado pela grande mídia brasileira como nunca se perguntou ao político como foram sustentados a mãe e o filho no exterior. O filho de FHC e as circunstâncias em que ele e a jornalista foram "escondidos" na Espanha é, aliás, o maior caso de omissão da imprensa “nacional”. Na verdade, o pecado de Renan foi escrever o artigo "Pé atrás e olhos bem abertos", em março de 2007, quando o presidente Bush visitou o Brasil. No texto, Renan, vinculado à classe de usineiros de Alagoas e apostando no projeto de Lula para o etanol como fonte alternativa importante, advertia o presidente sobre a necessidade de que, numa eventual parceria com os EUA, dever-se-ia colocar em pauta a questão dos subsídios agrícolas daquele país e tratar a questão de forma soberana, pois o país é detentor da tecnologia e possui grande superioridade comparativa no setor. Renan dizia: "Uma parceria com os Estados Unidos (...) pode ser bastante vantajosa para o Brasil. Mas, nessa diplomacia movida a álcool, são no mínimo duvidosas as intenções do presidente Bush, ao deixar de lado as inúmeras divergências comerciais que turvam as relações entre os dois países." Acabou bombardeado pela imprensa comprada, principalmente a de São Paulo. Os tucanos ficaram felizes, como se diz em Goiás, “que nem pinto no lixo”, com a saída de Renan da Presidência do Senado. O Brasil só não perdeu, porque Lula, do alto dos seus mais de 60% de aprovação popular, soube, então, criar alternativas políticas.

    A “crise” construída do Senado, o “Estatuto das Estatais” e as Eleições 2010

    Neste ano o assunto mais importante para o futuro do Brasil é a questão do chamado “Pré-Sal”. O mundo, neste cenário, vive efetivamente a crise do "pico do petróleo". A perspectiva de exploração realmente soberana desta potencialidade, com as necessárias modificações do modelo propostas pela ministra Dilma Rousseff (uma figura desenvolvimentista, nacionalista e extremamente competente), trouxe uma nova e violenta campanha golpista. Depois do próprio presidente Lula, o principal apoiador da candidatura de Dilma é o ex-presidente Sarney, que sempre pregou que o PMDB se mantenha no apoio firme ao projeto "Dilma 2010". Além deste “pecado terrível” para os golpistas de sempre, o presidente do Senado, preocupado em criar um estatuto comum para empresas públicas, sociedades de economia mista e suas subsidiárias, apresentou o projeto de lei complementar (PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 207) que institui o “estatuto jurídico da empresa pública”, o chamado "Estatuto das estatais". Ele quer fazer cumprir a Constituição, que prevê a regulamentação dos parágrafos 1º e 3º do artigo 173. Sua proposta, ao definir o tratamento jurídico que deve ser dispensado às estatais (sejam federais, estaduais, distritais ou municipais), visa "acabar com as divergências sobre o que são e como devem ser tratadas essas empresas". O projeto cria regras claras e uniformes sobre questões importantes, como o regime e regras societárias; fiscalização e controle; licitações, obrigações e contratos; normas contábeis mais rígidas e eficazes; responsabilidades dos administradores e do controlador; regime de avaliação, individual e coletiva, do desempenho dos administradores, realizada pelo Conselho Fiscal; esclarecimento das competências dos Tribunais de Contas. A proposta também reforça a função social da empresa pública e da sociedade de economia mista, com “preocupação no desenvolvimento social brasileiro e não somente nas regras estritamente capitalistas”. Quer dizer: o projeto de Sarney incomodou muita gente poderosa que defende, no Brasil, as grandes empresas estrangeiras, pois cria as condições institucionais para que as propostas políticas e técnicas, realmente nacionalistas de Dilma, possam se concretizar. Portanto, Sarney, além do claro apoio político que vem dando à base parlamentar do governo, está apoiando Lula e Dilma também sob o ponto de vista institucional e técnico. Não é por outro motivo que veio a ser o grande “boi de piranha” da mídia golpista tucanóide contra o Senado Federal nos últimos meses. Se percebermos a lógica descrita em todos os casos anteriores, verificar-se-á que os problemas que Sarney enfrentou não são resultantes de uma certa idéia fixa dos pseudo-jornalistas que cobrem o Senado, com questões pretensamente moralistas, mas o resultado das reações raivosas das forças anti-nacionais contra as ações consistentes do atual bloco de poder hegemônico, que caminha para dias cada vez mais soberanos para o País. A questão é muito mais complexa e complicada. Portanto, como disse Renan Calheiros, quando o assunto é o combate às já manjadas forças apátridas tucanóides, deve-se ficar com o “pé atrás e os olhos bem abertos”. Essa gente é perigosa...

    Said Barbosa Dib, historiador e analista político em Brasília.

    Obs.: No último dia 04, a CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado - aprovou o parecer sobre o projeto do senador Sarney, tendo-o encaminhado à Secretaria-Geral da Mesa, para as devidas providências. Hoje encontra-se na Subsecretaria de Coordenação Legislativa do Senado. Veja os detalhes da tramitação, clicando aqui.

domingo, 8 de novembro de 2009

Aconteceu...

Parabéns ao Vascão. Merecemos comemorar.

Idiotas, fantasiados de torcedores vascainos, colocaram faixa cretina no Maracanã criticando Eurico Miranda. Claro que os esforços da atual diretoria do Vascão foram recompensados com a volta do clube à primeira divisão do futebol brasileiro. Estamos de parabéns e merecemos comemorar. Mas, é preciso frisar aos intolerantes e recalcados que, quando Eurico Miranda deixou a presidência do Vasco, o time estava em nono lugar na tabela do Brasileirão. Milhões de torcedores amam de verdade o Vasco. Contudo, ninguém mais do que Eurico Miranda.


Caetano Veloso amuado

Espero que Caetano Veloso, sabidamente um homem inteligente, não fique amuado nem se aborreça até o final do ano, porque o presidente brasileiro que ele chamou de "grosso, cafona e analfabeto", foi recebido, em Londres, pela Rainha Elizabeth II. "Um luxo", exclamaria Joãozinho Trinta.

Alvaro Dias pede solução para Aeros e Aerus

Alvaro Dias (PSDB-PR) lamentou que o governo não auxilie os pensionistas dos Fundos de Pensão Aerus, dos trabalhadores da Varig, e Aeros, que congrega trabalhadores das antigas empresas aéreas Vasp e Transbrasil. Em pronunciamento nesta quinta-feira (5) o senador informou que, em reunião ocorrida no dia anterior, no gabinete do senador Paulo Paim (PT-RS), o representante da Advocacia Geral da União disse que, no encontro de contas entre os fundos e o governo, o governo tem mais a receber do que a pagar.

Leia a íntegra na matéria da Agência Senado

JOSÉ CARLOS WERNECK

Seu único “crime” foi modernizar o Brasil.

O ex-presidente Fernando Collor de Mello deveria permanecer no Senado e, em 2014, concorrer à presidência da República,de onde foi alijado por um complô que uniu os setores mais atrasados da política nacional e a pseudo “elite” empresarial brasileira.Enfim foi vítima do que havia de pior em matéria de política e de idéias.Seu único “crime” foi modernizar o Brasil.Em pouquíssimo tempo transformou uma economia carcomida e cartorial,num sistema aberto,onde o consumidor foi o maior beneficiário da livre concorrência.E governou por pouquíssimo tempo,mas o suficiente para aplicar um choque de modernidade no País.Se JK fez cinquenta em cinco Collor deu um avanço de um século em muito menos tempo.Foi um injustiçado em todos os sentidos.Invejado,massacrado,caluniado e humilhado por uma turba que uniu analfabetos, bandidos, inocentes úteis e idiotas inúteis. O maior erro que cometeu foi o bloqueio dos ativos financeiros nas instituições bancárias,mas esse foi o único ATO DE SEU GOVERNO QUE RECEBEU O APOIO INCONDICIONAL DOS PETISTAS.Aqui quero fazer justiça ao falecido governador Leonel Brizola,do PDT,um dos poucos políticos a reclamar veementemente contra o bloqueio financeiro,imediatamente após sua decretação.Mas assim mesmo,o dinheiro bloqueado foi devolvido corrigido,conforme o prometido e mesmo que o confisco não tivesse ocorrido a inflação de mais de 80%,ao mês,que Collor herdou teria se encarregado de transformar os ativos em pó,como era usual nos “planos econômicos” anteriores.Se hoje temos uma economia moderna e competitiva,somos obrigados a reconhecer,que esse processo,agora irreversível,começou no governo de Fernando Collor,tanto é que seus sucessores,muito sabiamente, mantiveram os avanços implantados.Por tudo isso e pela violência constitucinal que foi sua destituição da presidência da República,acho que o Brasil tem uma dívida com o presidente Fernando Collor de Mello.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Bendito analfabeto

Caetano Veloso disse para Sonia Racy que ama e vota em Marina Silva, e que Lula é analfabeto, cafona e grosso. Bendito analfabeto eleito e reeleito Presidente da República e que só não disputa e ganha o terceiro mandato porque a Constituição não permite. Não se pode, em sã consciência, sobretudo pessoas inteligentes como Caetano, negar o valor pessoal, político e eleitoral de Lula

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ronaldinho Gaúcho

Análise equivocada

A meu ver foi injusta e equivocada a avaliação do caderno de esportes do Correio Braziliense sobre a atuação de Ronaldinho Gaúcho, no jogo do Milan contra o Real Madrid. Ronaldo fez excelentes jogadas, atuou com objetividade, se movimentou bem, deu belos passes, dividiu e "roubou" bolas e chutou a gol, sim, ao contrário do que disse o jornal. Foi dele a jogada que resultou no pênalti, cobrado com perfeição, em jogo difícil, mas equilibrado, do principio ao fim. Acredito que Ronaldinho esteja novamente empenhado em jogar futebol. Não precisa nem jogar aquilo tudo quando era do Barcelona. A mediocridade é tão grande hoje nos gramados que jogando a metade do que jogava já basta. A bola e os deuses do futebol agradecerão.

Fernando Collor

Quem “tiver aquilo roxo” que desafie seus direitos constitucionais...

Como leitor atento e permanente da coluna "Imprensa", comandada pelo atilado Euler Belém, faço um reparo ao comentário da nota ironizando Collor de Mello, porque ganhou na justiça outra ação contra irresponsáveis travestidos de jornalistas isentos. Não se trata, a meu ver, como observa a nota, que a imprensa deva começar a tratar Fernando Collor "como Santo". Mas, apenas, com o respeito que ele ou qualquer outro cidadão em pleno exercício de seus direitos, políticos e pessoais, merece. Collor passou o diabo nas mãos de marginais fantasiados de jornalistas. Foi alvo de colossais leviandades e covardias. Suportou tudo calado. Enfrentou seu calvário de quase 9 anos com rigorosa altivez. Collor passou a saber, mais do que ninguém, como funcionam os bastidores da sordidez da imprensa e seus mecanismos, quando os vermes e canalhas dos jornais, revistas, rádios e televisões, precisam dobrar pessoas através da intimidação, da mentira, da falsidade e da hipocrisia. Dia desses, e a seção "Imprensa" fez bem em publicar, o leitor ficou sabendo, através de artigo de Luiz Nassiff, como age o jornalismo sádico e safado da "Veja", quando o alvo é prejudicar alguém que não se curva ou não se curvou a suas prepotências. O ex-presidente e senador Fernando Collor respeita e tem diálogo com a banda boa da imprensa. Com os maus, torpes e vigaristas, Collor agora se vale dos rigores da Lei. É um direito que a Constituição confere a todo brasileiro. E do qual Collor não abre mão. Quem duvidar e achar que tem aquilo roxo que experimente.

domingo, 1 de novembro de 2009

SUFRAMA: superando metas...

Com a participação de 27 empresas, 12 delas estrangeiras, a rodada de negócios deste ano da "5ª Feira Internacional da Amazônia", a realizar-se em Manaus de 25 a 28 de novembro, espera superar a marca dos 10 milhões de dólares obtidos no ano passado. A meta é trazer um maior número de participantes para as negociações e aumentar a variedade de produtos ofertados. O evento é iniciativa da Suframa com o apoio do Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior. As empresas internacionais que estarão presentes são dos Estados Unidos, Suécia, Uruguai, Palestina, Equador, Peru e Chile. As nacionais são de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Alagoas, Maranhão e Paraná. A Feira faz parte do calendário oficial da agenda turística federal.

Profissionais ou torcedores?

Não adiantou. Quebraram a cara. Dois torcedores do Corinthians "trabalhando" na transmissão da “TV Globo”, no jogo do Palmeiras com o Corinthians: Cleber Machado e Casagrande(infeliz retorno!). Felizmente o outro comentarista, Caio, fez a diferença. Profissional, manteve-se isento e firme. Parabéns! Cleber e Casagrande deram péssimo exemplo. Se querem torcer, tudo bem, deixem os microfones em paz e vão para a arquibancada. Não deixarão saudade

Intolerantes e covardes

A meu ver são intolerantes, covardes e canalhas os moleques travestidos de estudantes que agrediram uma jovem numa universidade do ABC paulista por estar usando uma minissaia. Um melancólico futuro aguarda essa corja de desajustados.

Um colunista e um secretário de segurança

Um elogio: ao colunista Tostão, por destacar o valor técnico dos jogadores veteranos em atividade no futebol profissional, fazendo com que o excelente “Brasileirão” fique ainda melhor; Uma crítica: à delegada Martha Vargas, por impedir a presença da reportagem do Correio Braziliense na coletiva que tratou do triplo assassinato na “113 Sul”. Ainda bem que Brasília dispõe de um secretário de segurança competente que contornou a desagradável situação.

Timeco presunçoso do "SporTV"


O canal "SporTV" é repleto de arrogantes na área do futebol. Analistas e comentaristas de meia pataca. Não sabem nada. Nunca colocaram uma chuteira nos pés. Torcem descaradamente pelo Flamengo. Distorcem tudo, desconhecem tática, falam e observam o que as imagem mostram para o telespectador. Milton Leite, um dos mais boçais dos rebotalhos, no jogo Flamengo e Santos, fez piadinha infame porque Petskovic fez uma observação equivocada. Esqueceu que durante a transmissão, várias vezes chamou Léo Moura de Léo Lima. O outro asno, Paulo Cesar Vasconcelos, consegue ser ainda pior. Há uns 2 anos, declarou no ar, ao vivo e a cores, que o sérvio Petskovic era 'mais um ex-jogador em atividade". Quem gosta do bom futebol, mesmo não sendo torcedor do “mengo”, tem visto Pet jogar muito bem, encantando a torcida com jogadas objetivas e inteligentes. E o "analista" de araque, PC Vasconcelos, não tem a grandeza de fazer auto-crítica. É um cretino. A propósito, quando PC Vasconcelos falou tamanha besteira, me encontrava em Belém. No mesmo hotel também estava Galvão Bueno. Comentei com ele a idiotice do Vasconcelos. "Mas Limongi, você também não se engana?". "Claro, mas sou torcedor, não sou analista profissional". Existem outros também fracotes no timeco presunçoso do SporTV. Erram toda hora. Botam uma banca danada. No jogo Vasco e Fortaleza, o "narrador" Luis Carlos se fartou de berrar "matematicamente". O correto é aritmeticamente. Neste ponto, é raro o que não fala ou escreve errado. Serve de consolo para os que insistem em cometer o erro grosseiro. Sem perder a pose de pseudos “sabem tudo”.

sábado, 31 de outubro de 2009

Eleições 2010: há alternativas...


Eleições 2010

Enquete encerrada. Como se pode constatar, pelo gosto de nossos leitores, existem alternativas importantes que injustificadamente não são consideradas pelas pesquisas de opinião profissionais... Por que será que não colocam, como fizemos nesta enquête, o nome de Collor como uma alternativa para as pessoas pesquisadas?

Votos até o momento do encerramento: 303

1. Fernando Collor de Mello

130 (42%)

2. General Heleno

68 (22%)

3. Dilma Rousseff

66 (21%)

4. Roberto Requião

56 (18%)

5. José Serra

50 (16%)

6. Roseana Sarney

45 (14%)

7. Aécio Neves

24 (7%)

8. Ciro Gomes

18 (5%)

9. Heloísa Helena

12 (3%)

10. Outro qualquer

12 (3%)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Palmeiras vivíssimo

Cretinos quebraram a cara, azarando e escrevendo bobagens contra o Palmeiras. Quem pagou o pato foi o Goiás. O Flamengo perdeu duas vezes, quarta e com o show de Obina, esnobado pelos dirigentes do Mengo. Já o Fluminense, jogou muito bem contra o bem armado time do Atlético. Se o Fluminense jogasse sempre assim, não estaria nesta situação dramática. E o Conga? Joga muito o argentino. Poderia ir para o Palmeiras ano que vem. Quem sabe?

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Roriz não muito distante de Arruda

Arruda na frente. Parabéns. Mas qual é a novidade? Quem exerce o cargo, tem a caneta com tinta na mão e outros poderes. Não faz mais do que obrigação liderar pesquisas para se reeleger. Ficaria surpreso é se Arruda estivesse atrás de Roriz. Seria a suprema incompetência. Contudo, apesar de Roriz afastado, sem espaço na mídia e agora em partido pequeno, o ex-governador mostra uma tenacidade espantosa. Ninguém pode negar que Roriz é carismático. Arruda não perde Roriz de vista. Não é trouxa. Trabalha feito um mouro. Os cabelos estão escassos e brancos. Faz parte. O jogo é para profissionais.

Lula entra nos 64

Parabéns ao presidente pelos seus 64 anos de idade. O Poder faz bem, mas também envelhece. Lula erra, claro, mas também acerta muito. Só os asnos, tomados pela cegueira da intolerância, não admitem que Lula tem muito valor. Não é fácil governar e administrar um país imenso, cheio de problemas e desníveis sociais como o Brasil, mas Lula não entrega os pontos.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Gilberto Mestrinho é eterno

Sua luz continuará a brilhar. A irradiar esperança, otimismo, competência, firmeza, lealdade, bondade e credibilidade. Nesta linha, o Senado Federal, em sessão solene, através de sinceras e emocionantes palavras, como de Artur Virgilio, Renan Calheiros, e os irmãos Maria, Luis Carlos e João Thomé Mestrinho, acentuaram e destacaram os traços marcantes do lúcido patriota Gilberto Mestrinho. Os esforços de toda a vida de Mestrinho foram em busca da realização do homem. O Brasil e a vida pública precisam de mais Gilbertos Mestrinhos. Oxalá eles apareçam.

Sobre "carinhos" e asneiras...

Tudo gente fina

Se não aconteceu nada com os ministros do STF, Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, que bateram boca para o Brasil e para o mundo, porque deverão ser punidos os dois desembargadores maranhenses que trocaram alguns "carinhos", com direito ao jornal nacional?

Lula entra nos 64

Parabéns ao presidente pelos seus 64 anos de idade. O Poder faz bem, mas também envelhece. Lula erra, claro, mas também acerta muito. Só os asnos, tomados pela cegueira da intolerância, não admitem que Lula tem muito valor. Não é fácil governar e administrar um país imenso, cheio de problemas e desníveis sociais como o Brasil, mas Lula não entrega os pontos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

JOSÉ CARLOS WERNECK


O presidente Fernando Collor de Mello sempre tem grandes idéias.Creio, que até ele mesmo, não tem noção da dimensão que seu curto período de Governo teve para o Brasil.Foi o presidente que deu um avanço de um século na carcomida economia do País. Se hoje temos celulares,computadores,automóveis modernos a um preço mais accessível a população,tudo foi graças a abertura promovida por Fernando Collor.Ele foi injustamente alijado da presidência,graças a um bem urdido complô,que uniu os setores mais atrasados da política brasileira e empresários,que estavam acostumados a lucros fáceis e se sentiram prejudicados com a abertura econômica.Aí surgiram as mentiras,as calúnias e tudo o mais que culminou com o espetáculo mambembe de sua cassação.Só não vê quem não quer.Basta chegar à janela e olhar a rua.Catadores de lixo para reciclagem,com seu celular nas mãos. Carros iguais ao dos países do primeiro mundo a preços dolarizados inferiores aos do"Opala Diplomata",que era considerado o modelo mais luxuoso,entre as "carroças" nacionais.Depois veio o presidente Itamar,que ressussitou o "fusquinha",para alegria dos bobocas,Mas aí já era tarde demais,pois o processo de modernização do Brasil era irreversível. Fernando Collor de Mello foi o único presidente brasileiro,que nivelou o povo por cima.

Do "Bronca Geral" do Cláudio Humberto...

Limongi

Gente!!!!!!! Visitei o blog do Limongi, fiquei animado com o volume de informações " indispensáveis e importantes que encontrei lá. Recomendo a leitura a todos que tem tempo sobrando.

João Valenciano Renz
Brasilia - DF

domingo, 25 de outubro de 2009

José Carlos Araújo

A colunista Anna Ramalho noticiou o lançamento do livro do excelente radialista José Carlos Araújo. Se eu estivesse no Rio de Janeiro iria com o maior prazer. José Carlos é um figuraço. Seguramente também abraçaria o eterno craque Gerson, colega de Garotinho na Rádio Globo e, de quebra, ouviria com emoção o fabuloso cantor Agnaldo Timóteo cantar o Hino Nacional. Noite inesquecível.

sábado, 24 de outubro de 2009

Apoio

O governador Arruda fez muito bem em visitar o jovem Cesar Oliveira Ferreira, ultrajado, humilhado e ofendido nos seus direitos de cidadão e ser humano, por um "profissional" irresponsável.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Atenção amazônidas...

O faturamento do polo industrial de Manaus cresceu 12,95% em agosto, na comparação com o faturamento de julho. Em agosto as empresas do polo totalizaram 2,439 bilhões de dólares, contra 2,159 bilhões de julho. É isso. Notícia boa é sempre bem vinda...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O carioca não merece...

No balanço de mortos na guerra carioca, os bandidos sairam perdendo. Que morram mais, sempre. Bandido bom é bandido morto, ensinava o policial Sivuca. Já morrem tarde.
O ordeiro povo carioca não merece viver dias de pavor. A impressão que se tem, diante de tanta violência e impunidade é que o Rio de Janeiro não tem governo, não tem autoridade, não tem energia e coragem para debelar confrontos com bandidos. Onde já se viu, a população precisar viver acuada, em pânico, sabendo que os desordeiros e assassinos estão agindo, impunemente? O governo Federal precisa agir com vigor, reagir como manda a lei e a Bíblia, olho por olho, dente por dente. Caso contrário os traficantes tomarão conta, literalmente, do Rio de Janeiro. É um absurdo. O Brasil e o mundo assistem perplexo tanta barbaridade. Os ressentidos, recalcados e pessimistas que não gostam do Rio e torcem sempre contra, primeiro pela Copa de 2014 no Brasil e, a seguir, as Olimpíadas de 2016, no Rio, seguramente estão adorando. É hora do basta.

sábado, 17 de outubro de 2009

Senado Federal

Collor defende regime de partilha para pré-sal

Ao coordenar audiência pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) nesta segunda-feira (19), para discutir a Petrosal - estatal que o governo pretende criar para representá-lo nos contratos de exploração do petróleo na camada pré-sal - o presidente do colegiado, senador Fernando Collor (PTB-AL), defendeu a adoção do regime de partilha para a exploração das novas reservas petrolíferas de alta profundidade.
Na avaliação do senador, as condições atuais de exploração de petróleo no Brasil são diametralmente diversas das que vigiam no país, por exemplo, na década de 70, quando se deu a implementação dos contratos de risco pela Petrobras. Hoje, argumentou, a probabilidade de êxito em perfurações no pré-sal é muito maior, dando "produções extraordinárias".
O senador apontou a "racionalidade" do regime de partilha, uma vez que, nesse sistema, o Estado brasileiro terá o controle da produção desde o momento em que o óleo sai da superfície da lâmina d'água até a sua comercialização.
- No regime de concessão o Estado não tem esse poder; a comercialização fica ao alvitre daquele concessionário e isso implica em problemas muito sérios para o país, no caso da comercialização ser feita a um preço que não interessa à questão econômica brasileira - alertou Collor.
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Cuecão de couro do Supla: emenda ficou pior que soneto...


É esse tipo a tôa, que não se dá o respeito, tamanho homem, chamado Eduardo Suplicy, que acha engraçado desfilar diante das televisões vestindo cueca vermelha, dentro do Congresso, que queria derrubar José Sarney da presidência do senado? Taxar Suplicy de ridículo é elogio. Trata-se, a meu ver, de um paspalhão, de um trapalhão que merece ser cassado.
É um pobre diabo que deveria passar a usar aquela cueca vermelha na cabeça.

Vicente Limongi Netto


"Pânico" irá retirar imagem de sunga no Senado, diz Suplicy

O senador petista Eduardo Suplicy (SP) anunciou em nota que o programa da Rede TV "Pânico na TV" não deve exibir na edição deste domingo, o trecho em que ele apareceria vestido de sunga vermelha por cima do terno no Salão Verde do Congresso Nacional. As imagens foram gravadas pela equipe do programa a pedido da apresentadora Sabrina Sato na última quarta-feira à noite. A ação só teve repercussão dois dias depois, quando o corregedor da Casa Legislativa, o senador Romeu Tuma (PTB-SP), disse que seria aberta uma sindicância para analisar se o caso se configura como quebra de decoro parlamentar.

Devido à consequência negativa da “brincadeira” de se vestir como super-homem, Suplicy se reuniu na noite deste sábado com os responsáveis pelo programa, Emílio Surita e Alan Rapp, e ficou acordado que a parte em que aparecesse o senador seria retirada. “Fiz o apelo para Emílio Surita e Alan Rapp para não colocarem aquela parte que gerou a polêmica. Eles resolveram atender ao meu pedido, sobretudo porque afirmaram que de maneira alguma tiveram a intenção de provocar qualquer ofensa ou diminuição da minha imagem ou do Senado Federal”, afirmou em nota. O senador alega que concorda com a opinião de amigos que teria sido melhor se não tivesse atendido ao insistente apelo da apresentadora. “Tenho a convicção de que não houve tanto da parte da equipe daquele programa, ou de minha parte, qualquer intenção de ferir a imagem do Senado Federal”, frisa o parlamentar.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Eleições 2010

O PDT deveria lançar o senador medíocre


Seria ótimo, uma dádiva dos céus, se o pior senador que Brasília já teve, o mais medíocre governador do DF e o mais fraco reitor da história da UnB, aquele que diz ter diploma que não tem, realmente for novamente candidato à Presidência da República. Além de tirar em último lugar, nos veríamos livres da presença enfadonha e hipócrita dele no Senado.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Amizade


Taí uma foto bacana de se rever. O então governador de Alagoas, Fernando Collor, homenageando o Presidente da FIFA, o meu amigo João Havelange. Dois vitoriosos. Gente de bem anda com gente de bem...