sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Jornalistas e as mordomias do bicho
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Tucanato recolhe assinaturas para a "CPI de Thor"
"Tanto o operador, como Furnas, como todos chegaram à conclusão de que o que aconteceu foram descargas atmosféricas, ventos e chuvas muito fortes na região de Itaberá,
"Apagão": a coisa é simples e óbvia. Diferente do “apagão” tucano, que ocorreu por absoluta falta de investimentos durante mais de cinco anos, as causas do que aconteceu na madrugada de quarta-feira passada foram de ordem natural. SP registrou mais de 70 raios naquela noite. O ministro Lobão e as demais autoridades do setor passaram a madrugada inteira acompanhando toda a situação. Deram entrevistas ao vivo, enquanto o apagão ainda acontecia. Não se furtaram. Logo de manhã já tinham informações consistentes. Foram competentes em informar corretamente a população. O problema não foi por falta de investimentos no sistema. Quer dizer, no caso tucano, a trapalhada foi um fenômeno “antropogênico” (para usar o termo da moda entre os ecoterroristas). No caso de Lula, não. Foi um acidente de ordem natural. Aliás, a mídia golpista sempre criticou justamente as iniciativas decisivas da ministra Dilma de investir em hidrelétricas e nas linhas de transmissão, como no caso do Madeira e Santo Antônio e no Linhão de Tucuruí. Quem não se lembra da grande mídia servindo de caixa de ressonância para as bravatas da tucana enrustida, Marina Silva (e de seus patrões das ONGs ecopilantras), contra as iniciativas corajosas de Dilma em fazer com que o Estado brasileiro voltasse a investir no progresso para os brasileiros? Mas, chega a notícia que a oposição pretende engrossar contra o governo. Arthur Virgílio e Álvaro Dias prometem convocar São Pedro ainda nesta semana para depor no Senado. E há quem diga que já existem assinaturas suficientes para a instalação de uma “CPI dos Raios”. O raciocínio é o seguinte: já que haverá um encontro insólito em Copenhague para se discutir as "mudanças climáticas", quando se sabe que são provocadas não por fatores humanos, mas por mudanças lá no Sol (segundo especialistas do próprio IPCC), porque não se fazer o mesmo com relação às intempéries que atingiram as linhas de transmissão aqui no Brasil? Um assessor amazonense de Virgílio até sugeriu que o nome da CPI fosse “CPI de Tupã”. O alto tucanato paulista não concordou. FHC acha o nome muito “caipira”. Acredita que seria necessário um nome mais, digamos... “moderno”, globalizado”, de "Primeiro Mundo"... menos tupiniquim. A imprensa amestrada logo concordou com o sociólogo da dependência eterna. Já a batizou de “CPI de Thor”, deus anglo-saxônico. Acham que pega melhor, mais "chic"...
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
O que acontece por aí...
Arruda operou com sucesso um tendão de Aquiles. Falta cuidar do outro, que dói mais, Joaquim Roriz. Não demora a universitária Geisy, ultrajada pelos colegas, aparecerá na Playboy. Duvido que seus hipócritas agressores e críticos deixarão de comprar a revista.
CPI da Petrobras: uma avaliação
O senador João Pedro (PT-AM) considera que a CPI da Petrobras fez um bom trabalho do ponto de vista técnico e administrativo. "Estamos trabalhando desde agosto. Ouvimos delegados da Polícia Federal, representantes do Tribunal de Contas da União, presidente da Petrobras e diretores da Agência Nacional de Petróleo", afirmou. João Pedro destacou que foi a primeira vez que uma CPI tornou disponíveis, na Internet, os documentos recebidos na integra. "Optamos por dar publicidade aos documentos recebidos. Qualquer pessoa pode acessar a página do Senado e obter informações sobre a CPI", declarou.O gigolô da sordidez
Arnaldo Jabor, novamente joga as patas imundas em Lula, Collor, Sarney, etc. Jabor quer ser o porta-estrume do PSDB. Tem que entrar na imensa fila. O velhaco e sacripanta Jabor, ou seria Jabá, como bem cunhou Sebastião Nery, não tem moral nem qualificações para ensinar convivência política e bons modos para ninguém. É leviano, canalha e irresponsável. Ninguém de bom senso leva Jabor(ou Jabá?) a sério. É um pobre diabo que já nasceu com a alma podre.Tiro no pé
O bem intencionado Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Beltrame, deu um tiro no próprio pé e, o pior, teve que voltar atrás, por dizer que a “Cidade Maravilhosa” não é violenta. Gostaria tanto de concordar com Beltrame, sei dos esforços dele, mas... não dá. A violência se alastra no Rio como uma praga. Todos amamos o Rio de Janeiro, inclusive o mundo, mas os cariocas estão atravessando uma situação quase beirando o caos.Operoso Trio
O mundo ficou sabendo pela coluna "Sim e Não" que o governador, o prefeito e o ministro, se reuniram durante horas em Brasília e saíram rindo. Fiquem certos os incrédulos que a vida é bela e o Sol é sempre radiante. Claro, pelo menos para Eduardo Braga, Alfredo Nascimento e Amazonino Mendes. O que o respeitado e operoso trio decide é valioso para os amazonenses, em geral, e para a Humanidade, em particular. Seguramente, depois da proveitosa reunião em Brasília, foram jantar uma suculenta marmita, porque, afinal, nem o fabuloso trio é de ferro.Justiça seja feita...
Parabens aos senadores Papaleo Paes, João Agripino e Alvaro Dias por se manifestarem, com vigor, sensibilidade e, sobretudo sem temer os torpes e venais patrulheiros de plantão, a favor dos funcionários do Senado. Os 3 senadores deram boa lição à Mesa Diretora, presidida por José Sarney.
Para os maus, torpes e vigaristas, os rigores da LeiComo leitor permanente da coluna “Imprensa”, do atilado Euler de França Belém, faço um reparo ao comentário da nota ironizando Fernando Collor de Mello, por que ganhou na Justiça outra ação contra irresponsáveis travestidos de jornalistas isentos. Não se trata, como observa a nota, de se esperar que a imprensa deva começar a tratar Collor “como santo”. Mas, apenas, com o respeito que ele ou qual quer outro cidadão em pleno exercício de seus direitos, políticos e pessoais, merece. Collor passou o diabo nas mãos de marginais fantasiados de jornalistas. Foi alvo de colossais leviandades e covardias. Suportou tudo calado. Enfrentou seu calvário de quase nove anos com rigorosa altivez. Passou a saber, mais do que ninguém, como funcionam os bastidores da sordidez da imprensa e seus mecanismos quando os canalhas dos jornais, revistas, rádios e televisões precisam dobrar pessoas através da intimidação, da mentira, da falsidade e da hipocrisia. Dia desses, e a seção “Imprensa” fez bem em publicar, o leitor ficou sabendo, através de artigo de Luiz Nassiff, como age o jornalismo sádico e safado da “Veja”, quando o alvo é prejudicar alguém que não se curva ou não se curvou a suas prepotências. O ex-presidente e senador Fernando Collor respeita e tem diálogo com a banda boa da imprensa. Com os maus, torpes e vigaristas, Collor agora se vale dos rigores da lei. É um direi to que a Constituição confere a todo brasileiro. E do qual Collor não abre mão. Quem duvidar e achar que tem aquilo roxo que experimente.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Said Barbosa Dib
Mídia apátrida: coincidências macabras
A sabotagem da Base de Alcântara
Toda vez que se quis privatizar/desnacionalizar – ou simplesmente destruir - empresas ou conquistas brasileiras, “crises” forjadas pela grande imprensa apareceram com o objetivo de se quebrar resistências da opinião pública e, por conseguinte, da classe política. Os exemplos são muitos. Quando FHC, o homem da CIA no Brasil, quis impor o absurdo acordo Brasil/EUA sobre a Base de Alcântara (MA), em detrimento do nosso programa espacial, não se poupou críticas caluniosas contra os técnicos brasileiros. Informações eram tratadas de formas deturpadas e irônicas contra a capacidade tecnológica do Brasil de lançar foguetes. Naquele contexto, houve a explosão da base de lançamento do VLS (Veículo Lançador de Satélites), em 2003, matando 21 excelentes técnicos brasileiros. O VLS tinha sido desenvolvido com tecnologia totalmente brasileira, excluindo a participação dos EUA. Mesmo com argumentos consistentes comprovando que os lançamentos foram sabotados e sem uma conclusão técnica definitiva sobre o “acidente”, o programa foi desativado, sendo substituído por acordos dependentes de pacotes tecnológicos estrangeiros. De repente, não se viu mais ironias maldosas na grande mídia amestrada sobre o VLS brasileiro. Os tucanos venceram. O Brasil perdeu.
Petrobras, vazamentos e o acidente da P-36
A Petrobras sempre foi referência na prospecção de petróleo em águas profundas. Quase não se ouvia falar em acidentes em alto mar ou em terra, nem mesmo relatos acerca de vazamentos. Diante das resistências à privatização da empresa, durante o governo apátrida do “Silvério dos Reis tucano”, FHC (sempre ele!), logo surgiram casos de vazamento e acidentes com os petroleiros. O maior foi com a plataforma P-36, quando 11 petroleiros morreram. Junto com o caso do vazamento na Baía da Guanabara, em 2000, ampliou-se a campanha que procurava denegrir a imagem da empresa nacional, que hoje é uma referência em todo o mundo. Foi naquele contexto que surgiu Lei 9478, que estabelecia as licitações/doações (leilões) que, mesmo não se privatizando a Petrobras, permitiu que grandes multinacionais do petróleo pudessem meter a mão em nosso patrimônio. Com a participação gringa entre os acionistas, as remessas de lucro se ampliaram, o que é péssimo para o processo de capitalização de interna e a balança de pagamentos. Sem investir um centavo em tecnologia e no mapeamento e prospecção do petróleo, as grandes holdings estrangeiras fizeram a festa. De repente, não se falou mais das plataformas e vazamentos da Petrobras. Será que os problemas foram todos resolvidos ou é por conta da manutenção da Lei 9478 (e suas conseqüências), que ainda vigora? Mas, novamente, os tucanos venceram. O Brasil, perdeu. Graças a Deus, Dilma e Lula, hoje, estão tentando reverter a situação.
O “Apagão de FHC” e a privatização das distribuidoras estaduais
Outro caso foi a chamada crise do "Apagão Elétrico". O sistema hidroelétrico brasileiro (genuinamente nacional), com seus grandes reservatórios e sistemas eficientes de transmissão de energia, permitiu que se fizessem barbaridades durante os cinco primeiros anos do tucanato de FHC, sem que a sociedade percebesse, pois havia reservas de água acumuladas. Mas havia a decisão política de se privatizar de qualquer jeito. Diante das resistências, criou-se um sistema híbrido pelo qual as geradoras continuaram estatais e as distribuidoras passaram a ser privatizadas, apenas para se fazer caixa para manter o famigerado "superávit primário" com o objetivo de beneficiar os banqueiros da plutocracia financeira internacional. A campanha contra as geradoras estaduais, mostradas sempre como ineficientes e deficitárias, foi constante. Não se explicava ao público que as estatais – todas elas - foram proibidas pela equipe econômica de FHC de investir em novas usinas hidrelétricas e em linhas de transmissão. Considerava-se "investimento" o dinheiro das privatizações, que apenas transferiram a propriedade de empresas já existentes e não aumentaram a capacidade instalada. Resultado: diante do caos elétrico, quase todas as distribuidoras dos estados foram privatizadas, encarecendo tarifas e piorando os serviços. O Brasil continuou, até o fim do governo tucano, priorizando o pagamento de juros aos banqueiros, em detrimento de investimentos em infra-estrutura elétrica. O consumidor teve que pagar tarifas extras, as termelétricas foram priorizadas (o que é, tecnicamente, um erro) e as chuvas aumentaram, fato que salvou o tucanato. A grande mídia logo esqueceu de tudo e as distribuidoras estatais acabaram mesmo em mãos privadas (com dinheiro do BNDES). Os canalhas tucanos se deram bem. O Brasil, perdeu. Somente a ministra Dilma, quando no Ministério das Minas e Energia, bem mais tarde, ousaria falar em investimentos reais novamente, fato que lhe rendeu severas críticas dos golpistas anti-nacionais de sempre. Claro!
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“Caso Renan Calheiros”, Bush e o etanol brasileiro
Em 2007, Renan Calheiros, aliado de Lula, ficou no olho do furacão. Enquanto a corrupção no atacado – aquela das remessas de lucro dos grandes oligopólios estrangeiros – rolava solta, a imprensa amestrada pegava no pé do presidente da mais importante instituição do Legislativo brasileiro. Acusava-o de ter tido as despesas com a manutenção da amante e de sua filha pagas por um lobista de uma empreiteira. Caso semelhante ao de 1989, quando o então candidato Lula, na época visto como uma ameaça radical ao sistema, teve seu caso com a enfermeira Miriam Cordeiro revelado no Jornal Nacional às vésperas da eleição. Não foi, claro!, o caso de FHC, amigo complacente das transnacionais. Embora a mídia soubesse do seu filho com uma jornalista da “Globo”, o fato não só nunca foi divulgado pela grande mídia brasileira como nunca se perguntou ao político como foram sustentados a mãe e o filho no exterior. O filho de FHC e as circunstâncias em que ele e a jornalista foram "escondidos" na Espanha é, aliás, o maior caso de omissão da imprensa “nacional”. Na verdade, o pecado de Renan foi escrever o artigo "Pé atrás e olhos bem abertos", em março de 2007, quando o presidente Bush visitou o Brasil. No texto, Renan, vinculado à classe de usineiros de Alagoas e apostando no projeto de Lula para o etanol como fonte alternativa importante, advertia o presidente sobre a necessidade de que, numa eventual parceria com os EUA, dever-se-ia colocar em pauta a questão dos subsídios agrícolas daquele país e tratar a questão de forma soberana, pois o país é detentor da tecnologia e possui grande superioridade comparativa no setor. Renan dizia: "Uma parceria com os Estados Unidos (...) pode ser bastante vantajosa para o Brasil. Mas, nessa diplomacia movida a álcool, são no mínimo duvidosas as intenções do presidente Bush, ao deixar de lado as inúmeras divergências comerciais que turvam as relações entre os dois países." Acabou bombardeado pela imprensa comprada, principalmente a de São Paulo. Os tucanos ficaram felizes, como se diz em Goiás, “que nem pinto no lixo”, com a saída de Renan da Presidência do Senado. O Brasil só não perdeu, porque Lula, do alto dos seus mais de 60% de aprovação popular, soube, então, criar alternativas políticas.
A “crise” construída do Senado, o “Estatuto das Estatais” e as Eleições 2010
Neste ano o assunto mais importante para o futuro do Brasil é a questão do chamado “Pré-Sal”. O mundo, neste cenário, vive efetivamente a crise do "pico do petróleo". A perspectiva de exploração realmente soberana desta potencialidade, com as necessárias modificações do modelo propostas pela ministra Dilma Rousseff (uma figura desenvolvimentista, nacionalista e extremamente competente), trouxe uma nova e violenta campanha golpista. Depois do próprio presidente Lula, o principal apoiador da candidatura de Dilma é o ex-presidente Sarney, que sempre pregou que o PMDB se mantenha no apoio firme ao projeto "Dilma 2010". Além deste “pecado terrível” para os golpistas de sempre, o presidente do Senado, preocupado em criar um estatuto comum para empresas públicas, sociedades de economia mista e suas subsidiárias, apresentou o projeto de lei complementar (PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 207) que institui o “estatuto jurídico da empresa pública”, o chamado "Estatuto das estatais". Ele quer fazer cumprir a Constituição, que prevê a regulamentação dos parágrafos 1º e 3º do artigo 173. Sua proposta, ao definir o tratamento jurídico que deve ser dispensado às estatais (sejam federais, estaduais, distritais ou municipais), visa "acabar com as divergências sobre o que são e como devem ser tratadas essas empresas". O projeto cria regras claras e uniformes sobre questões importantes, como o regime e regras societárias; fiscalização e controle; licitações, obrigações e contratos; normas contábeis mais rígidas e eficazes; responsabilidades dos administradores e do controlador; regime de avaliação, individual e coletiva, do desempenho dos administradores, realizada pelo Conselho Fiscal; esclarecimento das competências dos Tribunais de Contas. A proposta também reforça a função social da empresa pública e da sociedade de economia mista, com “preocupação no desenvolvimento social brasileiro e não somente nas regras estritamente capitalistas”. Quer dizer: o projeto de Sarney incomodou muita gente poderosa que defende, no Brasil, as grandes empresas estrangeiras, pois cria as condições institucionais para que as propostas políticas e técnicas, realmente nacionalistas de Dilma, possam se concretizar. Portanto, Sarney, além do claro apoio político que vem dando à base parlamentar do governo, está apoiando Lula e Dilma também sob o ponto de vista institucional e técnico. Não é por outro motivo que veio a ser o grande “boi de piranha” da mídia golpista tucanóide contra o Senado Federal nos últimos meses. Se percebermos a lógica descrita em todos os casos anteriores, verificar-se-á que os problemas que Sarney enfrentou não são resultantes de uma certa idéia fixa dos pseudo-jornalistas que cobrem o Senado, com questões pretensamente moralistas, mas o resultado das reações raivosas das forças anti-nacionais contra as ações consistentes do atual bloco de poder hegemônico, que caminha para dias cada vez mais soberanos para o País. A questão é muito mais complexa e complicada. Portanto, como disse Renan Calheiros, quando o assunto é o combate às já manjadas forças apátridas tucanóides, deve-se ficar com o “pé atrás e os olhos bem abertos”. Essa gente é perigosa...
Said Barbosa Dib, historiador e analista político em Brasília.
Obs.: No último dia
domingo, 8 de novembro de 2009
Aconteceu...
Parabéns ao Vascão. Merecemos comemorar.
Idiotas, fantasiados de torcedores vascainos, colocaram faixa cretina no Maracanã criticando Eurico Miranda. Claro que os esforços da atual diretoria do Vascão foram recompensados com a volta do clube à primeira divisão do futebol brasileiro. Estamos de parabéns e merecemos comemorar. Mas, é preciso frisar aos intolerantes e recalcados que, quando Eurico Miranda deixou a presidência do Vasco, o time estava em nono lugar na tabela do Brasileirão. Milhões de torcedores amam de verdade o Vasco. Contudo, ninguém mais do que Eurico Miranda.
Espero que Caetano Veloso, sabidamente um homem inteligente, não fique amuado nem se aborreça até o final do ano, porque o presidente brasileiro que ele chamou de "grosso, cafona e analfabeto", foi recebido, em Londres, pela Rainha Elizabeth II. "Um luxo", exclamaria Joãozinho Trinta.
Alvaro Dias pede solução para Aeros e Aerus
Alvaro Dias (PSDB-PR) lamentou que o governo não auxilie os pensionistas dos Fundos de Pensão Aerus, dos trabalhadores da Varig, e Aeros, que congrega trabalhadores das antigas empresas aéreas Vasp e Transbrasil. Em pronunciamento nesta quinta-feira (5) o senador informou que, em reunião ocorrida no dia anterior, no gabinete do senador Paulo Paim (PT-RS), o representante da Advocacia Geral da União disse que, no encontro de contas entre os fundos e o governo, o governo tem mais a receber do que a pagar.
Leia a íntegra na matéria da Agência Senado
JOSÉ CARLOS WERNECK
Seu único “crime” foi modernizar o Brasil.O ex-presidente Fernando Collor de Mello deveria permanecer no Senado e, em 2014, concorrer à presidência da República,de onde foi alijado por um complô que uniu os setores mais atrasados da política nacional e a pseudo “elite” empresarial brasileira.Enfim foi vítima do que havia de pior em matéria de política e de idéias.Seu único “crime” foi modernizar o Brasil.Em pouquíssimo tempo transformou uma economia carcomida e cartorial,num sistema aberto,onde o consumidor foi o maior beneficiário da livre concorrência.E governou por pouquíssimo tempo,mas o suficiente para aplicar um choque de modernidade no País.Se JK fez cinquenta em cinco Collor deu um avanço de um século em muito menos tempo.Foi um injustiçado em todos os sentidos.Invejado,massacrado,caluniado e humilhado por uma turba que uniu analfabetos, bandidos, inocentes úteis e idiotas inúteis. O maior erro que cometeu foi o bloqueio dos ativos financeiros nas instituições bancárias,mas esse foi o único ATO DE SEU GOVERNO QUE RECEBEU O APOIO INCONDICIONAL DOS PETISTAS.Aqui quero fazer justiça ao falecido governador Leonel Brizola,do PDT,um dos poucos políticos a reclamar veementemente contra o bloqueio financeiro,imediatamente após sua decretação.Mas assim mesmo,o dinheiro bloqueado foi devolvido corrigido,conforme o prometido e mesmo que o confisco não tivesse ocorrido a inflação de mais de 80%,ao mês,que Collor herdou teria se encarregado de transformar os ativos em pó,como era usual nos “planos econômicos” anteriores.Se hoje temos uma economia moderna e competitiva,somos obrigados a reconhecer,que esse processo,agora irreversível,começou no governo de Fernando Collor,tanto é que seus sucessores,muito sabiamente, mantiveram os avanços implantados.Por tudo isso e pela violência constitucinal que foi sua destituição da presidência da República,acho que o Brasil tem uma dívida com o presidente Fernando Collor de Mello.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Bendito analfabeto
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Ronaldinho Gaúcho
Análise equivocadaA meu ver foi injusta e equivocada a avaliação do caderno de esportes do Correio Braziliense sobre a atuação de Ronaldinho Gaúcho, no jogo do Milan contra o Real Madrid. Ronaldo fez excelentes jogadas, atuou com objetividade, se movimentou bem, deu belos passes, dividiu e "roubou" bolas e chutou a gol, sim, ao contrário do que disse o jornal. Foi dele a jogada que resultou no pênalti, cobrado com perfeição, em jogo difícil, mas equilibrado, do principio ao fim. Acredito que Ronaldinho esteja novamente empenhado em jogar futebol. Não precisa nem jogar aquilo tudo quando era do Barcelona. A mediocridade é tão grande hoje nos gramados que jogando a metade do que jogava já basta. A bola e os deuses do futebol agradecerão.
Fernando Collor
Como leitor atento e permanente da coluna "Imprensa", comandada pelo atilado Euler Belém, faço um reparo ao comentário da nota ironizando Collor de Mello, porque ganhou na justiça outra ação contra irresponsáveis travestidos de jornalistas isentos. Não se trata, a meu ver, como observa a nota, que a imprensa deva começar a tratar Fernando Collor "como Santo". Mas, apenas, com o respeito que ele ou qualquer outro cidadão em pleno exercício de seus direitos, políticos e pessoais, merece. Collor passou o diabo nas mãos de marginais fantasiados de jornalistas. Foi alvo de colossais leviandades e covardias. Suportou tudo calado. Enfrentou seu calvário de quase 9 anos com rigorosa altivez. Collor passou a saber, mais do que ninguém, como funcionam os bastidores da sordidez da imprensa e seus mecanismos, quando os vermes e canalhas dos jornais, revistas, rádios e televisões, precisam dobrar pessoas através da intimidação, da mentira, da falsidade e da hipocrisia. Dia desses, e a seção "Imprensa" fez bem em publicar, o leitor ficou sabendo, através de artigo de Luiz Nassiff, como age o jornalismo sádico e safado da "Veja", quando o alvo é prejudicar alguém que não se curva ou não se curvou a suas prepotências. O ex-presidente e senador Fernando Collor respeita e tem diálogo com a banda boa da imprensa. Com os maus, torpes e vigaristas, Collor agora se vale dos rigores da Lei. É um direito que a Constituição confere a todo brasileiro. E do qual Collor não abre mão. Quem duvidar e achar que tem aquilo roxo que experimente.
domingo, 1 de novembro de 2009
SUFRAMA: superando metas...
Profissionais ou torcedores?
Não adiantou. Quebraram a cara. Dois torcedores do Corinthians "trabalhando" na transmissão da “TV Globo”, no jogo do Palmeiras com o Corinthians: Cleber Machado e Casagrande(infeliz retorno!). Felizmente o outro comentarista, Caio, fez a diferença. Profissional, manteve-se isento e firme. Parabéns! Cleber e Casagrande deram péssimo exemplo. Se querem torcer, tudo bem, deixem os microfones em paz e vão para a arquibancada. Não deixarão saudade
Intolerantes e covardes
Um colunista e um secretário de segurança
Um elogio: ao colunista Tostão, por destacar o valor técnico dos jogadores veteranos em atividade no futebol profissional, fazendo com que o excelente “Brasileirão” fique ainda melhor; Uma crítica: à delegada Martha Vargas, por impedir a presença da reportagem do Correio Braziliense na coletiva que tratou do triplo assassinato na “113 Sul”. Ainda bem que Brasília dispõe de um secretário de segurança competente que contornou a desagradável situação.
Timeco presunçoso do "SporTV"
O canal "SporTV" é repleto de arrogantes na área do futebol. Analistas e comentaristas de meia pataca. Não sabem nada. Nunca colocaram uma chuteira nos pés. Torcem descaradamente pelo Flamengo. Distorcem tudo, desconhecem tática, falam e observam o que as imagem mostram para o telespectador. Milton Leite, um dos mais boçais dos rebotalhos, no jogo Flamengo e Santos, fez piadinha infame porque Petskovic fez uma observação equivocada. Esqueceu que durante a transmissão, várias vezes chamou Léo Moura de Léo Lima. O outro asno, Paulo Cesar Vasconcelos, consegue ser ainda pior. Há uns 2 anos, declarou no ar, ao vivo e a cores, que o sérvio Petskovic era 'mais um ex-jogador em atividade". Quem gosta do bom futebol, mesmo não sendo torcedor do “mengo”, tem visto Pet jogar muito bem, encantando a torcida com jogadas objetivas e inteligentes. E o "analista" de araque, PC Vasconcelos, não tem a grandeza de fazer auto-crítica. É um cretino. A propósito, quando PC Vasconcelos falou tamanha besteira, me encontrava
sábado, 31 de outubro de 2009
Eleições 2010: há alternativas...

Eleições 2010
Enquete encerrada. Como se pode constatar, pelo gosto de nossos leitores, existem alternativas importantes que injustificadamente não são consideradas pelas pesquisas de opinião profissionais... Por que será que não colocam, como fizemos nesta enquête, o nome de Collor como uma alternativa para as pessoas pesquisadas?
Votos até o momento do encerramento: 303
1. Fernando Collor de Mello | 130 (42%) |
2. General Heleno | 68 (22%) |
3. Dilma Rousseff | 66 (21%) |
4. Roberto Requião | 56 (18%) |
5. José Serra | 50 (16%) |
6. Roseana Sarney | 45 (14%) |
7. Aécio Neves | 24 (7%) |
8. Ciro Gomes | 18 (5%) |
9. Heloísa Helena | 12 (3%) |
10. Outro qualquer | 12 (3%) |
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Palmeiras vivíssimo

quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Roriz não muito distante de Arruda
Arruda na frente. Parabéns. Mas qual é a novidade? Quem exerce o cargo, tem a caneta com tinta na mão e outros poderes. Não faz mais do que obrigação liderar pesquisas para se reeleger. Ficaria surpreso é se Arruda estivesse atrás de Roriz. Seria a suprema incompetência. Contudo, apesar de Roriz afastado, sem espaço na mídia e agora em partido pequeno, o ex-governador mostra uma tenacidade espantosa. Ninguém pode negar que Roriz é carismático. Arruda não perde Roriz de vista. Não é trouxa. Trabalha feito um mouro. Os cabelos estão escassos e brancos. Faz parte. O jogo é para profissionais.
Lula entra nos 64
Parabéns ao presidente pelos seus 64 anos de idade. O Poder faz bem, mas também envelhece. Lula erra, claro, mas também acerta muito. Só os asnos, tomados pela cegueira da intolerância, não admitem que Lula tem muito valor. Não é fácil governar e administrar um país imenso, cheio de problemas e desníveis sociais como o Brasil, mas Lula não entrega os pontos.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Gilberto Mestrinho é eterno

Sobre "carinhos" e asneiras...
Tudo gente fina
Se não aconteceu nada com os ministros do STF, Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, que bateram boca para o Brasil e para o mundo, porque deverão ser punidos os dois desembargadores maranhenses que trocaram alguns "carinhos", com direito ao jornal nacional?
Lula entra nos 64
Parabéns ao presidente pelos seus 64 anos de idade. O Poder faz bem, mas também envelhece. Lula erra, claro, mas também acerta muito. Só os asnos, tomados pela cegueira da intolerância, não admitem que Lula tem muito valor. Não é fácil governar e administrar um país imenso, cheio de problemas e desníveis sociais como o Brasil, mas Lula não entrega os pontos.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
JOSÉ CARLOS WERNECK

Do "Bronca Geral" do Cláudio Humberto...
Limongi
Gente!!!!!!! Visitei o blog do Limongi, fiquei animado com o volume de informações " indispensáveis e importantes que encontrei lá. Recomendo a leitura a todos que tem tempo sobrando.
João Valenciano Renz
Brasilia - DF
domingo, 25 de outubro de 2009
José Carlos Araújo
A colunista Anna Ramalho noticiou o lançamento do livro do excelente radialista José Carlos Araújo. Se eu estivesse no Rio de Janeiro iria com o maior prazer. José Carlos é um figuraço. Seguramente também abraçaria o eterno craque Gerson, colega de Garotinho na Rádio Globo e, de quebra, ouviria com emoção o fabuloso cantor Agnaldo Timóteo cantar o Hino Nacional. Noite inesquecível.
sábado, 24 de outubro de 2009
Apoio
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Atenção amazônidas...
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
O carioca não merece...
No balanço de mortos na guerra carioca, os bandidos sairam perdendo. Que morram mais, sempre. Bandido bom é bandido morto, ensinava o policial Sivuca. Já morrem tarde.
O ordeiro povo carioca não merece viver dias de pavor. A impressão que se tem, diante de tanta violência e impunidade é que o Rio de Janeiro não tem governo, não tem autoridade, não tem energia e coragem para debelar confrontos com bandidos. Onde já se viu, a população precisar viver acuada, em pânico, sabendo que os desordeiros e assassinos estão agindo, impunemente? O governo Federal precisa agir com vigor, reagir como manda a lei e a Bíblia, olho por olho, dente por dente. Caso contrário os traficantes tomarão conta, literalmente, do Rio de Janeiro. É um absurdo. O Brasil e o mundo assistem perplexo tanta barbaridade. Os ressentidos, recalcados e pessimistas que não gostam do Rio e torcem sempre contra, primeiro pela Copa de 2014 no Brasil e, a seguir, as Olimpíadas de 2016, no Rio, seguramente estão adorando. É hora do basta.
sábado, 17 de outubro de 2009
Senado Federal
Collor defende regime de partilha para pré-salAo coordenar audiência pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) nesta segunda-feira (19), para discutir a Petrosal - estatal que o governo pretende criar para representá-lo nos contratos de exploração do petróleo na camada pré-sal - o presidente do colegiado, senador Fernando Collor (PTB-AL), defendeu a adoção do regime de partilha para a exploração das novas reservas petrolíferas de alta profundidade.
Na avaliação do senador, as condições atuais de exploração de petróleo no Brasil são diametralmente diversas das que vigiam no país, por exemplo, na década de 70, quando se deu a implementação dos contratos de risco pela Petrobras. Hoje, argumentou, a probabilidade de êxito em perfurações no pré-sal é muito maior, dando "produções extraordinárias".
O senador apontou a "racionalidade" do regime de partilha, uma vez que, nesse sistema, o Estado brasileiro terá o controle da produção desde o momento em que o óleo sai da superfície da lâmina d'água até a sua comercialização.
- No regime de concessão o Estado não tem esse poder; a comercialização fica ao alvitre daquele concessionário e isso implica em problemas muito sérios para o país, no caso da comercialização ser feita a um preço que não interessa à questão econômica brasileira - alertou Collor.
Leia mais...
Cuecão de couro do Supla: emenda ficou pior que soneto...
O senador petista Eduardo Suplicy (SP) anunciou em nota que o programa da Rede TV "Pânico na TV" não deve exibir na edição deste domingo, o trecho em que ele apareceria vestido de sunga vermelha por cima do terno no Salão Verde do Congresso Nacional. As imagens foram gravadas pela equipe do programa a pedido da apresentadora Sabrina Sato na última quarta-feira à noite. A ação só teve repercussão dois dias depois, quando o corregedor da Casa Legislativa, o senador Romeu Tuma (PTB-SP), disse que seria aberta uma sindicância para analisar se o caso se configura como quebra de decoro parlamentar.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Eleições 2010
O PDT deveria lançar o senador medíocre
Seria ótimo, uma dádiva dos céus, se o pior senador que Brasília já teve, o mais medíocre governador do DF e o mais fraco reitor da história da UnB, aquele que diz ter diploma que não tem, realmente for novamente candidato à Presidência da República. Além de tirar em último lugar, nos veríamos livres da presença enfadonha e hipócrita dele no Senado.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Amizade








