quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O que acontece por aí...


Collor feliz em campanha

Vai muito bem, obrigado, a campanha para a reeleição do senador Fernando Collor. O ex-presidente está animado, não para. Percorre Alagoas inteiro. Sente de perto o carinho, o apoio e o apreço dos alagoanos. Onde vai é recebido com festa e sentimento de esperança. Collor faz passeata, caminhada, reuniões, palestras e visitas, sempre acompanhado de figuras expressivas e lideranças de todos os segmentos da sociedade alagoana, e da mulher, Caroline. A página do facebook da campanha do ex-presidente mostra bem como o eleitor segue com Collor. Os recados dos internautas ilustram como Collor tem razão de estar contente e confiante nas urnas e na vitória: "Collor, parabéns pela campanha que você está fazendo! Desejo muito sucesso e muita luta. Que Deus lhe acompanhe sempre" (Paulo Spler); "Por onde Collor passa, arrasa e arrasta" (Ana Kátia); "Esse sim, é o nosso senador do povão. Valoriza a todos, sem distinção de raça ou cor"(Mecry Beatricia); "O Senado sem Collor não é Senado"(Aninha Lima).

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O ministro tem pinta de presidente

Não só pelas fotos, mas pela postura serena, democrática e isenta, percebe-se que o ministro-presidente do STF, Ricardo Lewandowski, mostrou boa pinta de Presidente da República. Nesta linha, seguramente quem não gostou de ver Lewandowski ocupando interinamente o cargo de Chefe da Nação foi o ministro aposentado Joaquim Barbosa, sabidamente desafeto do atual presidente da Suprema Corte.  São as voltas que a vida oferece.

Leitores irados

Fui brindado por dois leitores, ambos fantasiados de politicamente corretos, praga que insiste em assolar o país com sandices. É a manada dos paladinos de barro. Dos donos da verdade de plástico. Fariseus que não têm espelho em casa. Patrulheiros infames que não descansam enquanto suas teses e opiniões não forem consagradas como lapidares. Donos da verdade de araque do planeta Terra. Sabichões que não diferenciam um grão de arroz de um caroço de milho. Coitadinhos. Comigo perdem tempo. Ainda não nasceu bravateiro com capacidade de me intimidar com lorotas. Fui açoitado pela formidável dupla de leitores porque discordei e repudiei a maneira debochada como o colunista Hélio Rocha se referiu ao ex-presidente e senador Fernando Collor. Reitero tudo que escrevi.  Quanto aos irados leitores, podem rosnar e estrebuchar a vontade. Jamais deixarei de defender e exaltar quem julgue que mereça. Muito menos Collor deixará de continuar trabalhando pela coletividade, com determinação, isenção e espirito público, apenas porque recebeu patadas de insolentes e desinformados. 
Maluf no STF
Paulo Maluf tem o couro duro.  Em época de eleições é a figurinha predileta dos vorazes patrulheiros e seus parceiros, as vestais grávidas. Jamais São Paulo teve prefeito ou governador mais trabalhador do que Maluf. Até mesmo os desafetos de Maluf reconhecem a sua determinação e eficiência como administrador. Seguramente o STF julgará o recurso de Maluf com isenção, como é o dever de todo magistrado que se preze. 
Cônsul-geral e Jabor
Concordo com o cônsul-geral de Portugal, no Rio de Janeiro(20/09), Nuno de Mello Bello, que repudia insultos de Arnaldo Jabor à Portugal. A exemplo do cônsul Nuno de Mello não sou leitor habitual de Jabor. Por uma razão simples: não costumo perder meu precioso tempo com textos arrogantes ,  chegando perto da irresponsabilidade e da leviandade. Marcas registradas do pernóstico Jabor. Há quem goste. Paciência.

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