terça-feira, 11 de julho de 2017

De Manaus, Arthur Neto envia mensagem à cúpula do PSDB Nacional


O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, encaminhou na tarde desta segunda-feira, 10/7, mensagem à cúpula do PSDB Nacional, em decorrência da reunião de seus membros, no Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo, nesta noite, na qual será decidido se o partido tucano continuará ou não a caminhar na base aliada do presidente Michel Temer (PMDB).
Arthur está no terceiro mandato como prefeito de Manaus. Foi deputado federal por 12 anos e senador por oito. Dentro do partido foi também secretário-geral do PSDB por três anos; líder do governo FHC no Congresso e Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência por quatro anos, líder do PSDB e da oposição ao presidente Lula por oito anos.

MENSAGEM AO PSDB

           Fiquei sem entender os critérios de convocação para a reunião de hoje, segunda feira, 10/7, em São Paulo. Tempo de militância e lealdade ao PSDB? Número de mandatos parlamentares e executivos? Passagem por estratégico ministério, por liderança de governo e por oito anos consecutivos de liderança de oposição encarniçada ao presidente mais popular de nossa história republicana? Direção do partido por três anos inteiros? Solidariedade a tantos companheiros, alguns certamente presentes à sessão desta noite, em momentos delicados de suas vidas políticas, cercados pelo barulho ensurdecedor da omissão, sempre cômoda, de tantos?
          Mas que meus companheiros sejam sábios e corajosos em hora de desafio tão exigente. E é nesse sentido que lhes dirijo estas linhas.  
         O PSDB precisa entender que a política, tal qual se a praticou, da redemocratização até aqui, simplesmente morreu... sem deixar saudades. O Congresso se apequenou, instituições como, por exemplo, o Ministério Público, se agigantaram a partir da desmoralização da instituição parlamentar. O Judiciário, igualmente, assumiu certos protagonismos que, em condições normais de temperatura e pressão, não lhe caberia empalmar. Tudo porque a política morreu, levando com ela os partidos, as velhas práticas e muitas biografias.
          Hoje, não existe mais a disputa PSDB X PT. Temo que nem um e nem outro tenham percebido isso. O PSDB foi a estrela da derrubada da presidente Dilma Rousseff e o PT, em lamentável amnésia cívica, supõe purificar-se, investindo contra o governo Michel Temer, que tem a missão essencial de recompor a economia e entregar um país reorganizado a quem se eleger no pleito de 2018.
          O presidente Fernando Collor caiu em 1992, sendo depois absolvido, por unanimidade, pelo STF. A presidente Rousseff foi apeada do poder, em 2016, menos pelas “pedaladas “, tão fortemente usadas como argumento definitivo e saneador, e mais, muito mais, porque perdeu as condições, parlamentares inclusive, de prosseguir governando o país. Pretendem agora interromper o mandato de Temer, sem provas concretas de crime, numa campanha obsessiva de certos setores da imprensa livre e, muitas vezes, positivamente instigante que, modestamente ajudei a erigir, nas pelejas de 21 anos contra o regime de exceção constituído, pela Força, em 1964.
          Resumindo: exatamente 25 anos entre Collor e a investida sobre Temer. Se exitosa essa intenção, teremos a média de pouco mais de oito anos entre o impeachment de um mandatário e outro. Recibo de imaturidade política. Imagem de república de bananas. Teatro bufo, que abre espaço para os heróis de uma “resistência” inglória, mesmo se os antecedentes desses heróis de ocasião não forem claros e límpidos como a água de puras nascentes.
          O PT se porta como se 2016 não tivesse existido. E, neste estranho Brasil, não se critica quem se traveste de “honrado” da hora. A ordem é delenda Temer... a qualquer custo. Delatores “premiados” são efetiva e muito discutivelmente premiados. A instituição saudável da prisão preventiva é usada abusivamente, em moldes psicologicamente semelhantes às torturas físicas empregadas pela ditadura de 1964. O senador Aécio Neves é retirado do exercício do seu mandato pela decisão de um ministro da Suprema Corte...para ser devolvido às suas funções não pela soberania da Casa a que pertence,  mas pela decisão, pura e simples, de outro membro dessa mesma elevada corte de justiça.
          A operação Lava Jato, com sua destinação saneadora e alguns exageros, será bem reconhecida pela história. Se existe e subsiste é porque há razões sobejas para tal. Logo, deve prosseguir sim, limitada pela Constituição e pelo conjunto de leis que sustentam a democracia neste país.
          Condenações derivam e derivarão do papel que a Lava Jato necessariamente cumpre. E as instâncias da Justiça estão aí mesmo para sanear eventuais e inevitáveis equívocos.
          Mas o tema agora é a decisão tucana de manter – ou não - o compromisso de prosseguir dando suporte ao governo que interrompeu o mais longo processo recessivo da história econômica; domou a inflação, colocando-a abaixo do centro da meta; aprovou a tão necessária reforma do ensino médio e está a um passo de consolidar a inevitável reforma das leis trabalhistas; insiste em votar a reforma previdenciária, em meio a uma tempestade de acusações e demagogia; aponta para crescimento positivo ainda neste ano e crescimento bem mais vigoroso em 2018, abrindo um ciclo de expansão, que poderá ser virtuoso, nos anos imediatamente seguintes.
          Comecei dirigindo-me aos companheiros, opinando que a luta não é mais PSDB X PT e sim a luta para evitar a morte inglória da própria política e, por consequência, da democracia. A força do PSDB sempre residiu no compromisso com o país, a preço de quaisquer sacrifícios. O PSDB nunca foi o partido de “mocinhos” forjados artificialmente em horas de crise. E nem sobreviveria ou cresceria encarnando esse papel.
          Mais ainda: não existe essa dicotomia entre “cabeças brancas” e “cabeças pretas”. E nem é possível que o PSDB se “purifique”, migrando do governo Temer, ao qual servem quatro ministros tucanos competentes e valorosos, para alguma “solução” simplória em torno de alguma outra “bola da vez”, contra a qual nossos “brios” terminariam por se voltar em algum outro momento dessa tragicômica história que estamos presenciando ser descrita.
          Minha definição pessoal é clara: “desembarcar” do governo, a pretexto de continuar apoiando as reformas – na verdade abrindo espaço real para o impedimento do presidente - não soaria como ato de coragem. Sinceramente, não! Definitivamente não!
         A história não nos privilegiaria por isso. Nem o Brasil tampouco, no máximo a médio prazo.
                                                 ARTHUR VIRGÍLIO NETO

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Amazonas Filarmônica abre temporada de férias com repertório erudito brasileiro


Para movimentar ainda mais o mês de férias, a Amazonas Filarmônica apresenta, nesta terça-feira (11), às 20h, no Teatro Amazonas, um concerto exclusivo com peças eruditas de compositores brasileiros. A apresentação, que terá entrada franca, faz parte da Temporada de Férias da orquestra, e é uma realização do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura.

Sob a regência de Luiz Fernando Malheiro, o concerto começa com o Batuque, da suíte Reisado do Pastoreio, do carioca Oscar Lorenzo Fernández. Filho de pais espanhóis, Lorenzo Fernandez foi um dos fundadores do Conservatório Brasileiro de Música, e Batuque, a terceira dança da suíte, é considerada uma de suas obras mais famosas. Reisado do Pastoreio estreou no ano de 1930, e foi dirigida ainda no ano de sua estreia pelo famoso Arturo Toscanini.

A próxima peça do repertório é a Congada, do segundo ato da ópera O Contratador de Diamantes, do paulista Francisco Mignone. Composta em 1921, mas estreada apenas em 1924, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a ópera é ambientada na cidade de Diamantina, na então província de Minas Gerais, em meados do século XVIII. A Congada é um dos trechos mais conhecidos e mais executados desta ópera.

         Quem também aparece no concerto é o paulista filho de imigrantes italianos Mozart Camargo Guarnieri, com suaHomenagem a Villa-Lobos, de 1966. Em três movimentos (Tempo de cocoTempo de toada e Tempo de baião), a obra homenageia Heitor Villa-Lobos, falecido em 1959, e no seu estilo, traz referências do Choro No. 5, do compositor.

         Outros compositores brasileiros também se farão presentes no repertório, como Clóvis Pereira e César Guerra-Peixe, com a peça Mourão, com toques nordestinos; Batuque, da Série Brasileira do cearense Alberto Nepomuceno, de 1888; o famoso Carlos Gomes, com o Bailado do terceiro ato da óperaO Guarani, de 1870; e para encerrar o concerto, Brejeiro, de Ernesto Nazareth, sob arranjo de Geoff Knorr, composta em 1893 e considerada o primeiro tango brasileiro do compositor.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Fato notável, extraordinário mesmo: empresa que vende cultura emplaca 100 anos de sucesso no Brasil!

Notícia boa na página de Hildegard Angel

Sogro também é parente

Revelação graciosa,  cheia de ternura e bonitinha da Folha de São Paulo: uma das empresas da família de Joesley Batista, a JBS, é dirigida pelo sogro da filha do ministro do STF,  Edson Fachin relator da lava jato e responsável por homologar o acordo de delação premiada de Joesley Batista. A vida é bela.Forte evidência que sogro também é parente.  Pelo menos para a família do carrancudo e fofinho ministro Fachin.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

PIM contribuiu em maio com subida da produção industrial.


Em maio de 2017, a produção industrial nacional avançou 0,8% frente a abril. No confronto com igual mês do ano anterior (série sem ajuste sazonal), o total da indústria apontou expansão de 4% em maio de 2017, avanço mais intenso desde fevereiro de 2014 (4,8%). Nesse mês, o setor foi particularmente impulsionado pelos avanços na fabricação de automóveis (35,1%) e de eletrodomésticos da ‘linha marrom’ (26,8%), que englobam televisores, som e vídeo, com forte concentração no PIM. Vale citar, também, os resultados positivos vindos de outros eletrodomésticos (2,2%). Por outro lado, eletrodomésticos da ‘linha branca’ – geladeira, fogão, micro-ondas e freezer – (-4,3%) e motocicletas (-14,8%) apontaram os impactos negativos mais importantes. No índice acumulado para janeiro-maio de 2017, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial mostrou acréscimo de 0,5%, com contribuições positivas relevantes de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (19,7%), também com grande concentração no PIM.
(Diário do Amazonas)



O Lixo e o Monturo

Meus caros, não pretendo com este artigo fazer uma defesa do Temer,
mesmo porque o Presidente já está muito bem servido pelo Dr. Antônio Claudio Mariz de Oliveira, e eu nem advogado sou.

Quero apenas aduzir um par de ideias à essa discussão sobre a apresentação de denuncia da PGR contra o Presidente da República.

Se o Temer é culpado ou não das acusações que constam da denuncia do Janot, só uma investigação profunda, isenta, responsável, e consequentemente demorada, irá dizer.

Não é o que estamos vendo. 

Muito pelo contrário, a própria denuncia, açodada, superficial, exalando um forte odor partidário (pró-PT), afirma que o Temer ¨recebeu de Joesley vantagem indevida de 500 mil Reais em troca de sua intervenção no CADE¨para logo em seguida reconhecer que ¨no exíguo prazo deste Inquérito não foi possível reunir elementos que permitam concluir que o interesse manifestado tenha provocado no CADE ações desviadas da boa técnica¨.
Se o prazo era exíguo, não permitindo uma conclusão,  por que não solicitou dilação do prazo?

A respeito do Eduardo Cunha, inferiu da frase:¨mantenha isso,viu?¨uma ação do Temer de obstrução à Justiça, para em seguida admitir ser ¨necessária uma análise mais cuidadosa, profunda e responsável¨.
Exatamente o que ele não fez! Assumiu sua total irresponsabilidade!

Logo no inicio da denuncia, reportando-se a uma empresa do setor portuário, que teria sido fraudulentamente beneficiada pelo Temer, conclui ser necessário ¨instaurar investigação específica para melhor elucidar os fatos¨. Significa dizer que sua investigação concluiu que é mister investigar! Como diria o Senador Magno Malta: Mamãe me acode!

O nobilíssimo Barão de Itararé repetia:¨dize-me com quem andas e eu te direi se vou contigo¨; pois o Temer, quando assumiu a presidência, chamou para andar com ele dois tipos de companheiros de viagem: para gerir a Economia do País chamou o que há de melhor no ramo, não só em competência como em dignidade. Quem pode querer equipe melhor que Henrique Meirelles, 
Ilan Goldfajn, Eduardo Gardia, Mansueto Almeida, Carlos Hamilton, Marcelo Caetano, Ana Paula Vescovi? E Pedro Parente na Petrobras? e Silvia Bastos no BNDES (que não aguentou a pressão e cedeu o lugar para Paulo Rabello de Castro, outro gigante)? Só por conta dessas escolhas já dou um crédito de confiança ao Temer.

Se o Temer fosse realmente ¨o chefe da maior e mais perigosa quadrilha do País¨, como a alma viva mais honesta deste País, teria nomeado outros mantegas, gabriellis, paloccis, dilmas, coutinhos et caterva. 

Críticas aceitáveis são feitas às biografias dos políticos que escolheu para o diálogo com o Congresso Nacional. Concordo que são políticos sobre os quais pesam acusações graves quanto à conduta, nada republicana, de alguns deles.
Mas eu pergunto: quem o Temer deveria nomear para negociar com o Congresso Nacional reformas absolutamente necessárias e impostergáveis mas indubitavelmente impopulares? mutatis mutandis, não se deve enviar uma embaixada de freiras para negociar com as ¨moças¨ do bordel!

Não defendo o lema Rouba mas Faz, longe de mim,defendo sim que se investigue à exaustão qualquer suspeita de corrupção, mas com cautela, tranquilidade, respeito aos princípios de presunção de inocência, sem foguetórios, exibicionismos e transformando delações em condenações
(principalmente porque, em princípio, delatores são criminosos).

O que eu posso deduzir dessa atuação do Janot é que ele está tentando ¨ressuscitar¨o PT, ele quer a volta da roubalheira desenfreada, que, a braços com a incompetência, poderá arrastar definitivamente o Brasil para um buraco
cheio de lama pior do que esse do qual o Temer, a duras penas, está tentando
(e aos poucos conseguindo) tirar o País. 

É o sonho da volta da podridão, a irresistível atração do lixo pelo monturo.


( Humberto Ellery)

Dentro de um caixão


A meu ver, o melhor lugar para Roger Abdelmassih cumprir a pena por estuprar dezenas de mulheres, não é em prisão nem em casa, é dentro de um caixão.
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Amigo Limongi.
A tua análise curta e certeira, atinge em cheio o que as mulheres que foram violentadas por esse patife pensam a respeito dele.
Esse Sr. é um mau exemplo de um classe que luta para salvar vidas e ele na contra mão matou psicologicamente várias mulheres que procuram o consultório desse médico para engravidarem, ou seja, tenrarem deixar descendência, o ciclo da vida.
Ele não matou só essas mulheres, ele matou as vidas antes mesmo de virem ao mundo, matou a esperança dessas mulheres serem mães.
Certamente a morte dele seria um alívio para elas, contudo, a morte dele não é a solução. Ele deve pagar sofrendo o que cada mulher sofreu nas mãos desse monstro.
Se elas morreram em suas esperanças e com certeza tem uma dívida com o Criador, a ele vai prestar contras mais antes vai passar e ser marcado pela Lei da Volta.
O que aqui se faz, aqui se paga.
Com certeza ele vai pagar caro.

Carlos Sanches
Manaus-Amazonas

terça-feira, 4 de julho de 2017

Gaiato e patrulheiro Bonner

O fato de ser âncora do famoso, pretensioso e arrogante  "Jornal Nacional", não dar o direito ao  almofado William Bonner de ser insolente, debochado, desrespeitoso e sarcástico com ninguém. A notícia é impessoal. Sempre. Assim como a isenção da informação. Trejeitos e caras e bocas do apresentador ou do repórter desqualificam a notícia. Nessa linha,segunda-feira,  no "Vale a pena ver de novo", a meu ver, nome perfeito para o Jornal Nacional, porque repete, descaradamente, dezenas de vezes uma mesma informação tentando criminalizar Michel Temer,   Bonner anunciou o filme "Caçada ao Presidente" com evidente sarcástico e alusão a  Temer.  O supletivo online que Bonner está fazendo com esmero, para  policial, juiz, patrulheiro e carrasco e, sobretudo, dono da verdade, está  dando resultado.

Os dias eram assim

Nos 21 anos de governos militares não houve, realmente, a observância dos indispensáveis princípios democráticos.
Apesar do funcionamento dos Três Poderes, em relativa harmonia, a censura da Imprensa era rigorosa, a eleição para Presidente era indireta e os direitos humanos nem sempre respeitados.
O Ato Constitucional n°5 (AI-5) representou o ápice da repressão mas ocorreu quando o terrorismo também atingia um nível incontrolável.
O Serviço Nacional de Informações (SNI) extrapolou nas suas atribuições, instituiu um governo paralelo e seu criador, General GOLBERY, admitiu ter gerado um monstro. Entretanto, sem ele, a subversão e a guerrilha não teriam sido eliminadas.
No Governo FIGUEIREDO houve uma anistia ampla e irrestrita, maior do que a imaginada pela Oposição que não desejava o retorno de BRIZOLA, PRESTES e ARRAES às vésperas das eleições porque – como ocorreu – iriam ocupar os seus espaços nas manchetes, no Congresso e nos Estados. Coisas da política!
No Governo FERNANDO HENRIQUE, a Comissão dos Desaparecidos concedeu indenizações absurdas a quem não merecia, a amplitude e a imparcialidade da anistia começaram a ser contestadas.
Nos Governos LULA e DILMA, as Comissões da Verdade (?) foram parciais, injustas em alguns casos e deturparam a iniciativa de FIGUEIREDO estimulando o entendimento do perdão em mão única, só para o lado subversivo – terrorista.
Aqueles anos da chamada “ ditadura militar “ foram assim:
- de 47° o Brasil passou a ser  a 8ª economia mundial;
- o PIB chegou a 14%;
- as exportações cresceram de US$ 1,5 para 37bilhões de dólares;
- a inflação caiu de 100% para12% a. a.;
- originou-se a Zona Franca de MANAUS, o Banco Central, o Projeto RONDON, o MOBRAL, o SFH, o BNH e o INPS;
- as matrículas do ensino superior subiram de 100 mil em 1964 para 1,3 milhão em1981;
- os estabelecimentos de assistência médico – sanitária aumentaram de 6 mil para 28 mil, entre 1970 e 1984;                                                                  
- 13 milhões de novos empregos;
- 4 milhões de novas moradias populares;
- regulamentação do 13° salário;
- 8 milhões de trabalhadores rurais beneficiados pelo FUNRURAL, uma das maiores obras sociais do século XX;
- 12 milhões de linhas telefônicas, DDD e DDI, TV a cores em todo país;
- obrigatoriedade da merenda escolar;                                                                                                                                                               
- criação da ELETROBRAS, NUCLEBRAS, EMBRATEL, TELEBRAS, usinas nucleares em ANGRA dos REIS, PRÓ-ÁLCOOL, EMBRAPA, EBTU e INFRAERO;
- construção de mais de 30 usinas hidrelétricas, das maiores do mundo como ITAIPU, TUCURUÍ, ILHA SOLTEIRA e JUPIÁ;
- prospecção de petróleo em grandes profundidades na Bacia de CAMPOS, a  PETROBRAS aumentou a produção de 75 mil para 750 mil barris/ dia e os polos petroquímicos de CUBATÃO/SP e CAMAÇARI/BA entraram em funcionamento;
- extensão do mar territorial de 12 para 200 milhas marítimas;
- recuperação de 20 portos e construção de outros 4, destacando-se os de TUBARÃO/ES e SEPETIBA/RJ, além do específico para exportação de minério de ferro da  Serra dos CARAJÁS;
- rede asfaltada foi ampliada de 3 mil para 45 mil quilômetros e duplicação das rodovias DUTRA e RIO-JUIZ DE FORA;
- rede ferroviária aumentada de 3 mil Km e remodelada em 11 mil Km;
- implantação do metrô nas regiões metropolitanas de SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, BELO HORIZONTE, RECIFE e FORTALEZA;
- a EMBRAER transformou-se em uma das maiores exportadoras de aeronaves;
- a ponte General COSTA E SILVA (RIO- NITERÓI) teve repercussão internacional.
Poder-se-iam citar inúmeras outras realizações importantes mas o espaço é curto. Havia muito trabalho, todos se orgulhavam do desenvolvimento e não se falava em corrupção, superfaturamento e propina.
O próprio Presidente LULA chegou a declarar que “ naquela época se houvesse eleições o MÉDICI ganhava...  a sua popularidade no meio da classe trabalhadora era muito grande... era uma época de pleno emprego...o milagre brasileiro...”Alguém pode contestá-lo? Será que ele nega o depoimento que deu em 03/04/1997 a  RONALDO COSTA COUTO?
Hoje, infelizmente, os dias são assim:
- corrupção generalizada;
- obras paralisadas;
- Estados e Prefeituras endividadas;
- caos na assistência médica- sanitária;
- educação comprometida;
- dissociação familiar;
- proliferação de drogas;
- crime organizado incontrolável;
- total insegurança privada e pública;
- descrédito nas instituições;
- radical instabilidade política; e
-desunião nacional.
Convém reiterar que somos radicalmente contrários à intervenção militar e às emendas constitucionais casuísticas. Porém, como está não pode continuar!

DIÓGENES DANTAS FILHO- Coronel Forças Especiais/ Consultor de Segurança

Pingente Kfoury



Fernando Calazans, do Globo, informa que livro sobre João Saldanha tem duplo prefácio: de uma criatura abjeta e Tostão.Um horror.  Saldanha merecia  homenagem mais qualificada. Por exemplo, apenas Tostão assinar o prefácio.  Ou, então, jornalistas mais expressivos,juntarem-se ao ex-jogador,   como João Máximo, Hélio Fernandes, Carlos Mansur, Aziz Ahmed, Marcos de Castro, ,Ancelmo Gois, Arthur Dapieve, ou, ainda, o próprio Fernando Calazans. Sendo assim, para o exigente leitor e admirador de Saldanha não se aborrecer  nem cochilar com bolorento prefácio do rebotalho da crônica esportiva, é de bom gosto pular a página e ir direto ao prefácio  do Tostão. Do céu, Saldanha agradece com o aceno que criou. Aceno  aliás, hoje imitado por arrogantes e pseudos analistas de televisão. Comprem um espelho. 





domingo, 2 de julho de 2017

Estúpido PC Caju

A estupidez, o rancor, o patrulhamento e a má-fé novamente mexeram com os dois neurônios(um deles está com dengue), do recalcado  e cheiroso(cheiroso? Disse bem), Paulo Cesar Caju. A criatura  se acha o Pelé. Como não sabe escrever nem raciocinar, joga as patas em dirigentes da CBF(O Globo-30/6). Pura inveja. Todo pilantra e imbecil desejoso de aparecer, critica a CBF. Forte indício  de que PC Caju anda usando folhas estragadas para o cigarrinho aloprado.  É quando PC Caju vira clone de Frankeinstem. Fala em avacalhação e mancha. Palavras que  o confuso trapo conhece de outros campeonatos. 

sábado, 1 de julho de 2017

Reflexões de Reginaldo de Castro

Pequenas reflexões sobre o período de nojo (leia-se luto) que me domina.

Tudo é possível. Os três poderes estão voando sem plano de vôo, sem comando, repleto de "sans-culotes" que estão sendo orientados por uma imprensa irresponsável e histérica. A TV Globo tem grande parte da culpa pela lavagem cerebral diária sofrida pelos formadores de opinião. É o nosso comitê de salvação pública tão conhecido dos franceses na sua revolução. Tomaram o poder da monarquia e o entregaram gratuitamente à burguesia, para voltar ao nada no qual sempre estiveram. Não há ponto fora da curva. Está em andamento um desastre que se não for contido vai nos custar a vida das próximas gerações. 

Renan Calheiros

Saliento aos inteligentinhos(na definição  do filósofo Luiz Pondé), ferozes e açodados  críticos de Renan Calheiros, que não se destrói fortaleza de aço com bala de festim.

“Não podemos admitir ameaças e incitação à violência”, alerta Ana Amélia ao comentar discurso de lideranças do PT

A senadora Ana Amélia (PP-RS) criticou o discurso de lideranças petistas e a nota oficial do partido dizendo que não aceitará sentença do juiz Sérgio Moro pela condenação do ex-presidente Lula. De acordo com a parlamentar gaúcha, Lula recebe tratamento de um “ ídolo intocável que ninguém pode falar ou dizer alguma coisa”.
Além da nota do diretório nacional, dizendo que a "militância segue atenta e mobilizada para, junto com outros setores da sociedade brasileira, dar a resposta adequada para qualquer sentença que não seja a absolvição completa e irrestrita de Lula", foi divulgada nota do PT do Rio de Janeiro pregando confronto popular aberto nas ruas.
— Não podemos admitir que parlamentares do PT façam ameaças e incitação à violência caso Lula seja condenado pelo juiz Sérgio Moro no caso do tríplex. Ninguém está acima da lei. As instituições e a democracia precisam ser respeitadas. O Brasil não é uma Venezuela — afirmou.
Ana Amélia defendeu um “Estado plural e de democracia de fato e de direito”. Segundo a parlamentar, as decisões da justiça têm de ser respeitadas e os descontentes com a sentença devem recorrer às instâncias superiores.
Fonte: Assessoria de Imprensa

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Usina Chaminé resgata brincadeiras tradicionais na programação de férias

Centro cultural terá atividades lúdicas e recreativas, além de exibição de filmes infantis e teatro de fantoches, sempre com acesso gratuito, para criançada e família, nas férias escolares de julho.

Toda criança espera ansiosamente pelas férias do mês de julho. E para aproveitar essa animação e a agitação do período de recesso escolar, o Centro Cultural Usina Chaminé lança a primeira parte do calendário de atividades preparadas exclusivamente para essa época, que movimenta o espaço sempre de terça-feira a sábado, das 9h às 14h, com acesso gratuito.

As atividades visam os públicos infantil e juvenil, com práticas recreativas que acontecem todos os sábados (dias 1º, 8 e 15 de julho), até o meio-dia. Nestes finais de semana também haverá exibição de filmes infantis e desenhos, nos cines Animação e Expresso Pipoca, do meio-dia às 12h45.

Na primeira terça-feira do mês das férias, dia 4, já tem Roda de Leitura da coleção Folclore Fantástico, das 10h ao meio-dia e, na sequência, atividades de recorte e colagem até às 13h45. Esta programação volta a acontecer na quinta-feira (6) e no sábado (8), ambas das 10h ao meio-dia.

E para quem tem energia de sobra para gastar nesse período, a Usina Chaminé também fará o resgate de muitas brincadeiras tradicionais, como pula-corda, passa o recado e dança das cadeiras, nas quartas-feiras (5 e 12), sexta-feira (7) e sábado (15), sempre das 10h ao meio-dia, onde a interação, a cooperação e o reflexo serão alguns dos aspectos explorados.

“Nossa intenção é estimular as crianças a interagirem entre si. Em tempos de tecnologia, muitas ficam em casa nas férias, mexendo no celular e jogando vídeo game. Por isso, as atividades da Usina Chaminé fogem dessa nova realidade e estimulam o desenvolvimento da parte comunicacional e social dos pequenos”, explicou uma das gerentes do local, Edna Rezende.

Oficinas e teatro

Focado na exposição permanente “Sentidos da Amazônia”, em exibição na Usina Chaminé, um painel decorativo será produzido com a ajuda das crianças na terça-feira (11), do meio-dia às 13h45. Com desenhos feitos a lápis, giz, tinta guache sobre papel e colagens com emborrachado, a ideia é trazer para a grande tela tudo o que a criança achar de mais interessante sobre a mostra.

“Depois disso, vamos esperar secar para guardar. E logo mais estará disponível para exibição no Espaço da Criança”, explica Edna.

Já na quinta-feira (13), a programação de férias também é diferenciada, e apresenta Oficina de Origami, das 10h ao meio-dia, e Teatro de Fantoches, retratando a obra “Macunaíma”, do meio-dia às 13h45.

A sexta-feira (14) terá programação inteira voltada para os trabalhos manuais, oferecendo, das 10h ao meio-dia, pinturas com as mãos, seguido de Oficina de Reciclagem, onde as crianças aprenderão a confeccionar uma tartaruga com materiais de reutilizáveis.

Além disso, o museu da Usina Chaminé funciona normalmente para visitação, das 9h às 14h, de terça à sexta-feira, e das 9h às 13h, aos sábados. O Centro Cultural Usina Chaminé fica localizado na avenida Lourenço da Silva Braga, via conhecida como Manaus Moderna, Centro.

Biblioteca Volante

         Itinerante, a Biblioteca Volante do Projeto Mania de Ler também tem parada obrigatória na programação de férias do Centro Cultural Usina Chaminé, no dia 11 (terça-feira), das 9h ao meio-dia. Com um acervo de cerca de 600 livros, a ideia é despertar e incentivar o hábito à leitura nas crianças amazonenses.

          Segundo o secretário de Cultura, Robério Braga, o projeto Mania de Ler é importante porque desperta nas crianças a reflexão por meio do estímulo à leitura. “A participação do programa Mania de Ler, dentro da programação, cumpre o compromisso do Governo do Estado de dar acesso aos livros e à leitura, como fonte de poder transformador na sociedade”, disse.

Pais e filhos

Tempo de qualidade é tudo na vida uma criança. Para isso, o Centro Cultural Usina Chaminé também convida os pais e responsáveis a participarem de todas essas atividades junto aos filhos. De acordo com Edna Rezende, esse processo aproxima ainda mais a família:  “Isso dá mais segurança e confiança aos pequenos. Além disso, é uma ótima oportunidade de conhecer mais sobre os próprios filhos e interagir com eles”, afirmou.

Todas as atividades contam com profissionais do local, mas o estímulo ao acompanhamento dos pais é indispensável.

Brasil: vetos, gafes e blagues (Coluna Follow-Up)

Coluna de responsabilidade do Cieam, editada por Alfredo MR Lopes : “Numa apresentação brilhante, recheada de informações emblemáticas e elucidativas sobre os gargalos e embaraços de Infraestrutura do setor produtivo da Zona Franca de Manaus, o engenheiro Saleh Hamdeh, titular do Observatório da ZFM em Brasília, FIEAM/CIEAM, pôs o dedo na ferida, tanto durante o XXII Fórum dos Executivos da CNI, e Federações das Indústrias de todo o Brasil, 16 de junho, como na Audiência Pública, na Comissão de Infraestrutura do Senado Federal, dia 20 último.
Nesse clima de surpresas e reviravoltas diárias onde uma decisão é válida até que se publique a próxima anulando seu teor e relevância, as colocações de Hamdeh mostraram, sobretudo aos representantes das empresas e aos empresários presentes, que não se pode transferir ao poder público qualquer expectativa ou tomadas de decisão envolvendo a rotina, os estragos e as sequelas da crise.
A prioridade do poder neste momento é segurar a cadeira, a caneta e o controle do Tesouro. De concreto e estratégico está a certeza de que vem mais imposto por aí. A notícia incomoda e inquieta com intensidade adicional quando a sociedade assiste às razões da má gestão do erário que empurraram o país a recessão. Má e fraudulenta, a gestão do país – na medida em que o núcleo duro está integralmente implicado em graves acusações – não tem autoridade moral para propor a imoralidade de mais imposto para repor recursos fraudados. Nesse bolo, ninguém duvida, a riqueza gerada no Polo Industrial de Manaus está incluída. Os recursos que deveriam reduzir as desigualdades regionais foram ‘contingenciados’, uma forma elegante de descrever um confisco ilegal.
Em sua apresentação, Saleh inicia com o relato da BR 319, uma novela absurda, ícone do descaso logístico do governo federal. O Amazonas, a despeito da pobreza de seus índices de desenvolvimento humano, está entre os estados que carrega o país nas costas.  Recolhe três vezes mais do que recebe nas contrapartidas federais. Mesmo assim, juntamente com Roraima, está isolado do resto do país por via terrestre. As licenças, mais uma vez, mostraram que as desculpas ecológicas esconderam o descaso econômico. Não há impedimento e o estado tem um crédito ambiental superavitário. Para Saleh, a própria classe política parece que não está interessada em priorizar a equação do problema.
O sol sobre a peneira
Em seu relato, Saleh mostrou que o processo de esvaziamento se deu bem antes da crise. O faturamento das empresas, camuflado nos indicadores da Suframa desde sempre, com dados nominais de performance em real estão sendo revelados, no portal do CIEAM, em dólar, desde 2013. Na real, porém, o faturamento geral das indústrias caiu 43,31% em dólar nos últimos 5 anos. E o uso da moeda americana fala por si, posto que as transações de compra e venda na cadeia produtiva se baliza por ela. Não adianta tapar o sol com a peneira. Outro indicador eloquente são a perda de 35 mil postos de trabalho, desde o final de 2014.
Considerando que cada posto movimenta outros cinco, essa perda representa, numa estimativa discreta, 200   mil postos de trabalho a menos. Algumas iniciativas de fomento, com um naco discreto dos R$ 1,3 bilhão repassado pelo estado, geraram operações de crédito e geração compensatórias de postos de trabalho. Entretanto, o poder público não foi capaz de fazer sua parte, ajudando a ZFM a exercer com dinamismo seu papel de indutora do desenvolvimento. Na realidade, o estado, aqui traduzido por poder público federal e estadual. As sequelas estão aí. Investimentos fixos estagnado nos últimos 10 anos impediram que o modelo de maior indução de crescimento regional ficasse estagnado.
Pressão predatória
E essa desindustrialização desembarca em seu contraponto: a pressão do desmatamento. Como gerar emprego numa planta industrial abandonada, esburacada, desprovida de investimentos em energia de baixo custo, logística competitiva e comunicação de dados e voz com preços adequados?  A recuperação da BR 319 é fator de competitividade do setor produtivo, um diferencial que, em vez de ameaçar o fator ambiental, permitiria gerar a riqueza necessária à sua conservação.
Na semana passada, diante do mundo abalado pelas mudanças climáticas, o presidente Temer levou um “chega para lá” da Noruega e perdeu metade dos recursos que deveriam ser investidos na Amazônia com o Fundo de U$ 2 bilhões. O Brasil, sequer soube usar, e se danou a desmatar. Como alertar o poder público para esse grito de presta atenção como tem buscado fazer o trabalho vital e essencial do Observatório da ZFM em Brasília?”

quinta-feira, 29 de junho de 2017

TRINTA ANOS DE UM, HISTRIÔNICO, GROSSEIRO, GROTESCO E FARSANTE NO PARLAMENTO

Texto de Eurico Schwinden
Não é pelo tempo de televisão pública que ele usufrui. E este é o único objetivo deste parlamentar, a título de apresentar um "voto em separado". O que ofende a opinião pública, além da linguagem grosseira, escrota, chauvinista deste representante do Rio Grande Sul é que ele se mantenha falando por horas, sem qualquer censura diante de agressões sórdidas aos seus pares. No caso do relator do projeto de Reforma Trabalhista, valeria, no mínimo uma denúncia ao Conselho de Ética e, para o bem do decoro, um boletim de ocorrência por todos os crimes cabíveis nessas recorrentes ofensas contra o relator da Reforma.
Lamentável a atitude dos presidentes das comissões  onde tramita a reforma. Um deles chegou a ser agredido fisicamente, os demais, tolerantes, violando o Regimento, concederam ao senador petista tempos extras, sucessivamente, enquanto ele apenas repetia, repetia, repetia, seus precários argumentos de gigolô de trabalhador.
Senador mente. Mente muito mas mente sempre na primeira pessoa.
É  uma figura deprimente. Seu papel como deputado ou como senador sempre teve o mesmo tom e desídia: a exploração de idosos, minorias e, claro, como o único brasileiro que defende os trabalhadores. Um clássico gigolô de classes. Quanto mais fragmentada a sociedade mais lhe rende o “prestígio malandro” dos impostores políticos. E como se não bastasse, embora já tenha admitido publicamente sua vergonha por ser petista, não conseguiu se desgarrar da Organização Criminosa que, direta ou indiretamente, lhe rendeu a propina suficiente para garantir seus sucessivos mandatos.
E como ninguém lhe contesta, insiste em dizer que “estava lá” na Constituinte. Sim, estava, mas como todo o PT teve participação abaixo de zero. E, por fim, como questão fechada, votou contra e deixou de assinar a Carta de 1988. Em todas as fases - das comissões  temáticas, passando pela Comissão de Sistematização e nos dois turnos de votação da Constituição não se acha o nome do referido e lamentável senador. Não se conhece uma só fala, uma só linha pronunciada ou escrita por seu chefe, Luiz Inácio Lula da Silva, o comandante da tropa e hoje consagrado como o Chefão da Organização Criminosa, que já se chamou PT.

- Que este mendaz senador mostre o texto original da Carta de 1988 com sua assinatura e seus comparsas do PT. (Não duvidem que ele possa ter incluído esta "assinatura" em edições posteriores. O PT é um fiel seguidor de Stalin na falsificação da História.

- Jornal da Constituinte editado semanalmente pela ANC estão registrado todas as emendas propostas com nome do autor, dos apoiadores, o resultado da votação em cada item.

Intolerável má-fé e ignorância contra a Zona Franca

 Texto de Wilson Périco 
Antes da viagem à Rússia e Noruega, que serviu para "levar" puxões de orelha e envergonhar os brasileiros com "equívocos" , o presidente Michel Temer sancionou o Decreto que cria as novas taxas da Suframa e regulamenta as verbas de pesquisa e desenvolvimento das empresas de Informática. E, dentro da lógica da política franciscana, o toma lá dá cá, vetou o artigo que dá à Suframa autonomia na gestão dos recursos para cumprir suas atribuições legais. Ou seja, os recursos continuarão sob o confisco federal. E, em tempo de crise, vetou o escalonamento das dívidas de empresas que não recolheram as taxas de P&D. Quanto ao confisco, as empresas já decidiram, em Assembléia, que voltarão à justiça para demonstrar a comprovada ilegalidade das taxas. Havíamos concordado em recolher se este recurso fosse aplicado na região em gestão compartilhada com os estados da Amazônia Ocidental. Quanto ao veto de escalonamento das dividas, a medida apenas confirma os danos de uma gestão federal à distância, tanto dos problemas locais como das contradições históricas dessa cobrança. Pior, se observa claramente, uma vez mais, que os interesses ou birras político-partidárias estão acima do interesse da sociedade.  Em qualquer dos casos, as empresas enxergam nessa “punição” de cartas marcadas, um elemento de revisão de investimentos e acariciam a opção Paraguai. A insegurança é jurídica, institucional e eleitoral. E as empresas, além da comunidade internacional,  enxergam como quebra da credibilidade com tomadas de medidas sem critérios e prioridades.
O veto da Noruega, além da puxada de orelha, que cortou metade do Fundo Amazônia, verba de US$ 2 bilhões administradas pelos burocratas do BNDES, se baseia não apenas no aumento do desmatamento na Amazônia, que cresceu 24% em 2015 e 29% em 2016. Eles indagaram por que, depois de 8 anos, menos de 40% dos recursos foram aplicados na região? Onde foram aplicados os recursos?? Por que punir um estado como o Amazonas, que está fazendo o dever de casa corretamente? Por que confiscar as verbas que podem e devem ser aplicadas para adensar, diversificar e interiorizar  uma economia que não desmata a floresta?? Pelo contrário, conserva e tem propostas de produzir alimentos na piscicultura que geram 22 toneladas de proteínas num hectare de lâmina d'água, enquanto um hectare de pecuária produz 500 quilos? Por que confiscar as verbas recolhidas pelas empresas que podem consolidar o polo de fertilizantes para uma bioeconomia inteligente acoplada a uma agricultura sustentável? Há 15 anos o confisco se dá na ordem de 80%, dinheiro suficiente para promover uma revolução tecnológica. Por que os parlamentares da região se recusam a refutar este dano institucionalizado?
É tanta negligência, misturada com desinformação e má fé, que sobra espaço para humoristas "muito" engraçadinhos pedirem aos universitários: “Alguém me explica a Zona Franca”,  para atacar este programa fiscal de acertos sem precedentes na história da redução das desigualdades regionais do país. Piada pronta pois, além de não conseguir respostas corretas a sua ignorância expos o baixo nível de humor que todos nós vivemos hoje. Este reconhecimento de um programa fiscal  premiado por organismos internacionais, foi ratificado pelo economista Paulo Roberto Haddad, professor emérito da UFMG, uma das maiores autoridades em desenvolvimento regional do país, em recente entrevista ao Jornal do Comércio, Coluna Follow Up. “A ZFM, em vez de aplauso, deverá ser alvo de iminente corte de incentivos fiscais”. O alerta veio seguido de uma recomendação: promover o adensamento de uma dezena de arranjos produtivos, com taxas robustas de apoio e baixa emissão de carbono, como proteína de peixe, cosméticos e alimentos funcionais, para exigir o fim do confisco. Outro caminho não nos resta, senão assumir o protagonismo em bloco, aproximando as entidades de classe do setor produtivo, tanto local, como regional – voltar a Suprema Corte se preciso – para construir uma economia diversificada, a serviço da prosperidade regional, sem gafes diplomáticas nem humoristas com suspeita intenção.

Wilson Périco, presidente do Centro da Indústria do Amazonas e vice-presidente da Federação das Indústrias do Amazonas.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Zeca Nascimento recebe em torno de Amazonino Armando Mendes

Coluna Pedrinho Aguiar – 27-06-17
Uma tarde de confraternização entre comunicadores e um dos maiores ícones da política amazonense. O cenário do movimentado encontro foi a residência do investidor Zeca Nascimento, no Centro antigo da Grande Manaus. Cerca de 80 convidados, entre jornalistas, admiradores e seguidores do ex-governador, ex-prefeito e ex-senador, Amazonino Armando Mendes, lotaram o salão e o alpendre das samambaias, no grande agito que movimentou a mansão da rua Luiz Antony, no sábado que passou.

Comunicadores (tevê e jornais), blogueiros e personalidades de vários segmentos sociais, fizeram questão de prestigiar o encontro para aplaudir e incentivar, Amazonino Mendes, candidato do PDT ao Governo do Amazonas nas eleições de 2017. Pleno de vitalidade, bom humor e disposição, o ‘negão’ adentrou ao recinto precisamente à 14h, acompanhado do seu assessor e fiel escudeiro Otávio, sob calorosos da plateia presente. Carismático e sorridente, Amazonino foi recebido com música, alegria, carinho e respeito do público heterogêneo que foi reverenciá-lo.

Os projetos políticos e blá,blá,blás ficaram de lado. A tônica do compromisso era apenas a satisfação de reencontrar um ídolo que retorna à cena política local, com o propósito de ouvir dos eleitores o que é melhor para o nosso Amazonas. Segundo o candidato, ele não está atrás de honraria nem bens materiais, mas da gratificação de ajudar seu estado e ajudar seu povo. Ele está forte, saudável, firme e cheio de vontade. No mais, a reunião rendeu boas risadas e puro congraçamento. A banqueteira Charufe Nasser, amiga do homenageado, foi a responsável pelo irrepreensível bufê de iguarias árabes. Ao amigo Zeca, o grande anfitrião, fica a certeza de ter propiciado um dos encontros mais democráticos da temporada. Carece mais?
Foto de Carlos Herton

Temer reage firme contra Janot

Hora da luta do século. De um lado, o franzino e  elegante Temer, trabalhando para tirar o Brasil do atoleiro. Do outro, Rodrigo Janot, o  insaciável  procurador-geral. Armado até os dentes  com  material de guerra de fazer inveja aos rebeldes da Síria e os terroristas do Estado Islâmico. Os óculos  escondem os olhos cheios de ódio e rancor.  Janot   vestiu a armadura do paladino  imbatível.  Passa por cima de   quem tiver a audácia de atravessar o caminho dele. Janot emagreceu 25 quilos. Quer descontar o tempo perdido tirando o couro do esquálido Temer.  No ringue, David contra Golias. O jogo é jogado. Lambari é pescado.  É necessário um raciocínio coletivo para se avaliar melhor as ações mesquinhas, covardes, demagógicas e oportunistas de Janot: Foi ele, através do MPF que endossou a delação premiadíssima da quadrilha chefiada por Joesley Batista. Sem interferência do juiz Moro nem do STF.  A seguir, Janot deu de mão beijada para o Globo o furo fajuto da delação de Joesley. Evidente que com o gesto, Janot queria ter aliado poderoso da midia para levar adiante seu devaneio doentio.  E assim foi.  Juntou-se a TV- Globo, O Globo e a Globonews. Todos babando ódio e se deliciando com enormes e saborosas picanhas e maminhas. De graça, claro. Começava a escalada de Janot para passar por cima inclusive do STF.  Um acinte descarado feito a sol  aberto para o estarrecimento de toda a nação. Aos justiceiros Janot, Globo, TV-Globo e Globonews, juntaram-se a polícia federal, e as pornográficas Veja e Época. Somente Deus tem poder para desmentir matérias surradas e levianas das organizações Globo. Tudo pronto para mandar Temer para o espaço. Onde já se viu, um arrogante e balofo procurador-geral dando ordens para todos os escalões da justiça e praticamente para a mídia toda?  Parece um Brasil enlouquecido pelo rancor, pela vingança. Janot é quem manda. Sonhou ser a raça pura enviada pelo deuses. Encarna o policial, o carrasco, o juiz e a metralhadora que visa acabar com a governabilidade. É o cúmulo do desaforo. Quem dará um basta na arrogância e na prepotência de Janot? Armação e empulhação, Globo, Janot, polícia Federal e Fahin, tudo a ver. É o fantástico , o show da tapeação. Jornal Nacional já era. Agora é Vale pena ver de novo. Repetem dezenas de vezes as mesmas imagens, os mesmos assuntos, os mesmos entrevistados. Tudo contaminado e visando criminalizar Temer.  Jornalismo mais imundo é impossível.