terça-feira, 4 de junho de 2013

AP 470: Barbosa teria criado processo sigiloso para ocultar provas que desmontam "mensalão"

Inquérito paralelo, ao qual os réus nunca tiveram acesso, foi montado em 2006 pelo ministro do STF em estratégia que envolveu o então procurador geral da República, Antonio Fernando de Souza

por Maria Inês Nassif, do GGN e da Carta Maior publicado 03/06/2013

VALTER CAMPANATO/ABR

joaquim barbosa esparramado
Joaquim Barbosa, hoje presidente do STF, negou acesso dos réus às provas produzidas em processo sigiloso
São Paulo – O então procurador geral da República, Antonio Fernando de Souza, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, criaram em 2006 e mantiveram sob segredo de Justiça dois procedimentos judiciais paralelos à Ação Penal 470. Por esses dois outros procedimentos passaram parte das investigações do chamado caso do “Mensalão”. O inquérito sigiloso de número 2454 correu paralelamente ao processo do chamado Mensalão, que levou à condenação, pelo STF, de 38 dos 40 denunciados por envolvimento no caso, no final do ano passado, e continua em aberto. E desde 2006 corre na 12ª Vara de Justiça Federal, em Brasília, um processo contra o ex-gerente executivo do Banco do Brasil, Cláudio de Castro Vasconcelos, pelo exato mesmo crime pelo qual foi condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato.
Esses dois inquéritos receberam provas colhidas posteriormente ao oferecimento da denúncia ao STF contra os réus do mensalão pelo procurador Antônio Fernando, em 30 de março de 2006. Pelo menos uma delas, o Laudo de número 2828, do Instituto de Criminalística da Polícia Federal, teria o poder de inocentar Pizzolato.
O advogado do ex-diretor do BB, Marthius Sávio Cavalcante Lobato, todavia, apenas teve acesso ao inquérito que corre em primeira instância contra Vasconcelos no dia 29 de abril deste ano, isto é, há um mês e quase meio ano depois da condenação de seu cliente. E não mais tempo do que isso descobriu que existe o tal inquérito secreto, de número 2474, em andamento no STF, também relatado por Joaquim Barbosa, que ninguém sabe do que se trata – apenas que é um desmembramento da Ação Penal 470 –, mas que serviu para dar encaminhamento às provas que foram colhidas pela Polícia Federal depois da formalização da denúncia de Souza ao Supremo. Essas provas não puderam ser usadas a favor de nenhum dos condenados do mensalão.
Essa inusitada fórmula jurídica, segundo a qual foram selecionados 40 réus entre 126 apontados por uma Comissão Parlamentar de Inquérito e decidido a dedo para qual dos dois procedimentos judiciais (uma Ação Penal em curso, pública, e uma investigação sob sigilo) réus acusados do mesmo crime deveriam constar, foi definida por Barbosa, em entendimento com o procurador-geral da República da época, Antonio Fernando, conforme  documento obtido pelo advogado. Roberto Gurgel assumiu em julho de 2009, quando o procedimento secreto já existia.

A história do processo que ninguém viu

Em março de 2006, a CPMI dos Correios divulgou um relatório preliminar pedindo o indiciamento de 126 pessoas. Dez dias depois, em 30 de março de 2006, o procurador-geral da República, rápido no gatilho, já tinha se convencido da culpa de 40, número escolhido para relacionar o episódio à estória de Ali Baba. A base das duas acusações era desvio de dinheiro público (que era da bandeira Visa Internacional, mas foi considerado público, por uma licença jurídica não muito clara) do Fundo de Incentivo Visanet para o Partido dos Trabalhadores, que teria corrompido a sua base aliada com esse dinheiro. Era vital para essa tese, que transformava o dinheiro da Visa Internacional, aplicado em publicidade do BB e de mais 24 bancos entre 2001 e 2005, em dinheiro público, ter um petista no meio. Pizzolato era do PT e foi diretor de Marketing de 2003 a 2005.
Pizzolato assinou três notas técnicas com outro diretor e dois gerentes-executivos recomendando campanhas de publicidade e patrocínio (e deixou de assinar uma) e foi sozinho para a lista dos 40. Os outros três, que estavam no Banco do Brasil desde o governo anterior, não foram mencionados. A Procuradoria-Geral da República, todavia, encaminhou em agosto para a primeira instância de Brasília o caso do gerente-executivo de Publicidade, Cláudio de Castro Vasconcelos, que vinha do governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso. O caso era o mesmo: supostas irregularidades no uso do Fundo de Incentivo Visanet pelo BB, no período de 2001 a 2005, que poderia ter favorecido a agência DNA, do empresário Marcos Valério. Um, Pizzolato, que era petista de carteirinha, respondeu no Supremo por uma decisão conjunta. Outro, Cláudio Gonçalves, responde na primeira instância porque o procurador considerou que ele não tinha foro privilegiado. Tratamento diferente para casos absolutamente iguais.
Barbosa decretou segredo de Justiça para o processo da primeira instância, que ficou lá, desconhecido de todos, até 31 de outubro do ano passado, quando a Folha de S. Paulo publicou uma matéria se referindo a isso (“Mensalão provoca a quebra de sigilo de ex-executivos do BB”). Faltavam poucos dias para a definição da pena dos condenados, entre eles Pizzolato, e seu advogado dependia de Barbosa para que o juiz da 12ª Vara desse acesso aos autos do processo, já que foi o ministro do STF que decretou o sigilo.
O relator da AP 470 interrompera o julgamento para ir à Alemanha, para tratamento de saúde. Na sua ausência, o requerimento do advogado teria que ser analisado pelo revisor da ação, Ricardo Lewandowiski. Barbosa não deixou. Por telefone, deu ordens à sua assessoria que analisaria o pedido quando voltasse.
Quando voltou, Barbosa não respondeu ao pedido. Continuou o julgamento. No dia 21 de novembro, Pizzolato recebeu a pena, sem que seu advogado conseguisse ter acesso ao processo que, pelo simples fato de existir, provava que o ex-diretor do BB não tomou decisões sozinho – e essa, afinal, foi a base da argumentação de todo o processo de mensalão (um petista dentro de um banco público desvia dinheiro para suprir um esquema de compra de votos no Congresso feito pelo seu partido).
No dia 17 de dezembro, quando o STF fazia as últimas reuniões do julgamento para decidir a pena dos condenados, Barbosa foi obrigado a dar ciência ao plenário de um agravo regimental do advogado de Pizzolato. No meio da sessão, anunciou “pequenos problemas a resolver” e mencionou um “agravo regimental do réu Henrique Pizzolato que já resolvemos”. No final da sessão, voltou ao assunto, informando que decidira sozinho indeferir o pedido, já que “ele (Pizzolato) pediu vistas a um processo que não tramita no Supremo”.
O único ministro que parece ter entendido que o assunto não era tão banal quanto falava Barbosa foi Marco Aurélio Mello.
Mello: “O incidente [que motivou o agravo] diz respeito a que processo? Ao revelador da Ação Penal nº 470?”
Barbosa: “Não”.
Mello: “É um processo que ainda está em curso, é isso?”
Barbosa: “São desdobramentos desta Ação Penal. Há inúmeros procedimentos em curso.”
Mello: “Pois é, mas teríamos que apregoar esse outro processo que ainda está em curso, porque o julgamento da Ação Penal nº 470 está praticamente encerrado, não é?”
Barbosa: “É, eu acredito que isso deve ser tido como motivação...”
Mello: “Receio que a inserção dessa decisão no julgamento da Ação Penal nº 470 acabe motivando a interposição de embargos declaratórios.”
Barbosa: “Pois é. Mas enfim, eu estou indeferindo.”
Segue-se uma tentativa de Marco Aurélio de obter mais informações sobre o processo, e de prevenir o ministro Barbosa que ele abria brechas para embargos futuros, se o tema fosse relacionado. Barbosa reitera sempre com um “indeferi”, “neguei”. (Veja sessão emhttp://www.youtube.com/watch?v=p8i6IIHFQP8&list=PLE4D1CD8C85A97629&index=1) 
O agravo foi negado monocraticamente por Barbosa, sob o argumento de que quem deveria abrir o sigilo de justiça era o juiz da 12ª Vara. O advogado apenas consegui vistas ao processo no DF no dia 29 de abril do mês passado.

Um inquérito que ninguém viu

O processo da 12ª Vara, no entanto, não é um mero desdobramento da Ação Penal 470, nem o único. O procurador-geral Antonio Fernando fez a denúncia do caso do Mensalão ao STF em 30 de março de 2006. Em 9 de outubro daquele ano, em uma petição ao relator do caso, solicitou a Barbosa a abertura de outro procedimento, além do inquérito original (o 2245, que virou a AP 470), para dar vazão aos documentos que ainda estavam sendo produzidos por uma investigação que não havia terminado (Souza fez as denúncias, portanto, sem que as investigações de todo o caso tivessem sido concluídas; a Polícia Federal e outros órgãos do governo continuavam a produzir provas).
O ofício é uma prova da existência do inquérito 2474, o procedimento paralelo criado por Barbosa que foi criado em outubro de 2006, imediatamente ganhou sigilo de justiça e ficou sob a responsabilidade do mesmo relator Joaquim Barbosa.
Diz o procurador na petição: “Por ter conseguido formar juízo sobre a autoria e materialidade de diversos fatos penalmente ilícitos, objeto do inquérito 2245, já oferecia a denúncia contra os respectivos autores”, mas, informa Souza, como a investigação continuar, os documentos que elas geram têm sido anexados ao processo já em andamento, o que poderia dar margens à invalidação dos “atos investigatórios posteriores”. E aí sugere: “Assim requeiro, com a maior brevidade, que novos documentos sejam autuados em separado, como inquérito (...) ”.
Barbosa defere o pedido nos seguintes termos: “em relação aos fatos não constantes da denúncia oferecida, defiro o pedido para que os documentos sejam autuados em separado, como inquérito. Por razões de ordem prática, gerar confusão.”
No inquérito paralelo, o de número 2474, foram desovados todos os resultados da investigação conduzida depois disso. Nenhum condenado no processo chamado Mensalão teve acesso a provas produzidas pela Polícia Federal ou por outros órgãos do governo depois da criação desse inquérito porque todas todos esses documentos foram enviados para um inquérito mantido todo o tempo em segredo pelo Supremo Tribunal Federal.

O que acontece por aí...

Momento histórico


Na foto, Murilo Rayol, irmão de fé, dos nossos  bons tempos das quebradas de Manaus. Éramos parceiros das estrelas, das serestas: momento histórico. Nossa foto como podem perceber é no novo e belo Maracanã. Jogo de reinauguração. Na verdade não foi um bom jogo. Nossa seleção é, ainda, bem fraquinha. Hoje, assim, capenga, não ganha nem a Copa das Confederações. Pode até passar vexame. Mas Felipão garante que vamos melhorar. Duvido, jogando com 3 volantes e um meio sem criatividade, fica difícil. Mas valeu pelo   bonito Maracanã. Valeu a pena esperar por ele. Tomara que o torcedor saiba preservá-lo, cuidar dele com carinho, como se fosse a namorada. Lembrei-me do guerreiro ninja, João Havelange: visionário, brasileiro que com fervor e competência uniu povos e nações com o futebol. Afirmou, faz tempo, que o velho Maracanã precisava ser demolido. Ficar um estádio mais enxuto, mais seguro, seguido assim as exigências da FIFA. Na época os sábios de meia pataca criticaram Havelange de todas as maneiras. Onde já se viu, acabar com o velho, sujo e caindo pelas tabelas, Maracanã, o maior estádio do mundo? Pois aí está o Maracanã. Vivo, belo, pronto para receber torcedores do mundo inteiro. Palmas, portanto, ao magnífico Havelange, mesmo que não se lembrem de fazer justiça ao grande desportista João Havelange. Perdoai todos eles, caro Havelange,  não sabem o que dizem! Também foi bonita a homenagem que a CBF, através do presidente José Maria Marin, fez ao vitorioso Zagallo. Marin segue trabalhando, incansável, pelo sucesso da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, alheio aos maledicentes, parasitas e canalhas de plantão. Corja que nunca fez nada de útil pelo desenvolvimento do futebol brasileiro. Enfim, enquanto os patifes ladram, Marin dedica toda  suas energias a união e valorização do nosso futebol. Não só do eixo Rio-SP, mas do Brasil todo, apoiando clubes pequenos, geralmente sem recursos para se manterem. 

Dilma precisa aprender a fazer política

Dilma precisa ser mais flexível. Mais política. Mais meiga. Mesmo com os desafetos. Sobretudo se eles forem da chamada base política do governo. Dilma precisa saber engolir sapo. Muitos deles. Até um ranário inteiro, se for para somar esforços, pela união do time dos aliados. Dilma precisa ser menos turrona, mais maleável. Tem vezes que a presidente marca pontos por um lado, mas, logo a seguir, põe tudo a perder com mais declarações desagradáveis sobre fulano ou beltrano, que acabam vazando, causando enormes estragos. Dizer, por exemplo, que não convidou líderes para o encontro com Michel, Henrique e Renan, para não ter que falar com Eduardo Cunha é um disparate. Coisa de amadora. Uma colossal tolice que apenas agrada os setores da oposição. Dilma parece que quer mesmo complicar a própria reeleição. Chamem o Lula, urgente!

Força política de Collor

O prestígio político do senador Fernando Collor ficou evidente ao conseguir que a CEF patrocine o time de Alagoas, Arapiraca, que disputa a série B do brasileirão.  "Collor é nosso grande parceiro", exclama eufórico o presidente do Arapiraca. De fato foi uma façanha bem sucedida de Collor, porque se sabe que a CEF não costuma ou jamais patrocina clube de futebol que não seja conhecido nacionalmente.  A verdade é que a ação positiva de Collor mexeu com os brios de políticos importantes, como o presidente da Câmara federal, Henrique Alves, que, aliás, jogou muito bem futebol, criado que foi nas praias cariocas. Alves anunciou  que também vai querer que a CEF patrocine clubes de futebol do Rio Grande do Norte. O jovem Henrique tem todo o direito e também prestígio para obter êxito no seu pleito. A propósito, no twitter, sobre o assunto, Collor afirmou: "Repercutiu muito nosso empenho em garantir patrocínio da Caixa para o ASA. No RN, lideranças políticas tentam seguir o exemplo".

Muricy não é mágico

Quando Ganso saiu do Santos, começou a derrocada do time de Vila Belmiro. Todo o time sentiu a ausência do sensacional jogador. Inclusive Neymar, porque ambos se entendiam a mil maravilhas. Com a dupla o Santos venceu torneios importantes. Com a venda de Neymar ao Barcelona, o time caiu de vez. Tecnicamente não tem mais nada de novo a oferecer ao torcedor. O Santos é, hoje, um timinho. Com a situação, o técnico Muricy pediu o boné porque não é mágico. Muito menos tolo de ter novos problemas de saúde dirigindo um time fraco, hoje fácil de ser goleado por adversário um pouquinho menos ruim. Com o tempo, aguardem que Neymar fará de tudo para Ganso também ir jogar no exterior. Enganei-me,  como muitos outros, imaginando que o São Paulo seria um ambiente ideal para Ganso mostrar seu belo futebol. Vejo que com a mediocridade técnica imperando nos clubes brasileiros, Ganso tem mais que ir logo também jogar na França, na Itália ou na Espanha. Se continuar por aqui, vai acabar desaprendendo.

Trio da pesada para 2014

A pena ferina e irônica de CH ultrapassa fronteiras. Continuo dando gargalhadas com a nota do Cláudio, "Planos 2014". Um é de Brasília, demitido por Lula, do MEC, pelo telefone. Outro se julga o maior jurista do Universo e, o terceiro, sonha (para o eleitor carioca é pesadelo) em disputar a Presidência, pelo PDT, com Dilma. Pobre Brizola, que herdeiros políticos deixou.

Ao contrário de boatos canalhas, Roseana Sarney sancionou, sim, lei anti-trabalho escravo

É curioso como alguns grupos minoritários e decadentes fazem política de baixo nível hoje em dia. O jornal Vermelho, do PCdoB (que tem um nome, uma história, a zelar...), de forma irresponsável, sem conferir fatos, sem pesquisar, sem ouvir ninguém, reproduziu informação mentirosa de um tal Blog John Cutrim, que dizia que Roseana Sarney, governadora do Maranhão, havia "vetado lei aprovada pela Assembléia Legislativa que impede o governo do estado de contratar empresas denunciadas por uso de trabalho escravo". Mentira deslavada! A informação está absolutamente incorreta, como se pode ler na primeira página do Diário Oficial do Estado do Maranhão. O projeto de lei de Bira do Pindaré foi sancionado em 10 de janeiro de 2013 e é lei sob o número 9.752/13. Confiram CLICANDO NA IMAGEM ABAIXO OU NO LINK ACIMA.  


sexta-feira, 31 de maio de 2013

O que acontece por aí...

Auxiliares ruins

Que Dilma fique esperta. Casa dividida não é parceira do sucesso. A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, não é do ramo. Foi eleita senadora graças ao marido, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. No arranca-rabo telefônico com Renan Calheiros, quem perdeu foi Dilma. A oposição torce por mais desavenças entre aliados de Dilma. A ministra Gleisi não soma, divide. Amplia o fosso, que já é grande, entre o Executivo e o Legislativo. Com amigas como Gleisi, a presidente Dilma não precisa de inimigos.

Melhores que vi jogar...


Meu pai me dizia, sem vacilar, que Zizinho foi mais jogador do que Pelé. Pena que naquele época não tínhamos vídeo tape, filmetos, nem celulares. De minha parte, quando perguntam, listo os cinco melhores que vi jogar. Repito: que vi. Não me contaram: Maradona, Pelé, Nilton Santos, Gerson e Rivelino.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

O que acontece por aí...


Força para o sangue bom Oscar

Força Oscar. Os homens de bem, graças a Deus a expressiva maioria, torcem por você. Enquanto isso, canalhas, estupradores, sequestradores, corruptos, pedófilos, assassinos, não pegam nem dengue! São tão ordinários que não pegam nem bicho-de-pé!

É bom Aécio esperar sentado

A oposição vai esperar sentada, porque jamais o governo vai admitir que errou, que tem auxiliares incompetentes em cargos importantes. E, portanto, desculpa não faz parte do dicionário de Dilma.

Na tribuna, Campos Machado chama Juca Kfouri de ‘bandido engravatado’


O deputado estadual e secretário-geral do PTB Campos Machado usou a tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo nesta terça-feira (28) para criticar o jornalista Juca Kfouri. “Fui pesquisar esse tal de Juca Kfouri e descobri, por sua ficha corrida na polícia, que ele é um estelionatário, bandoleiro moral, que vive às custas de enganar as pessoas. Pelo seu prontuário, fica claro que ele não passa de um bandido engravatado”, disse o deputado. Em sua coluna no jornal Folha de S.Paulo, Kfouri criticou Machado, no último domingo (26), por defender o presidente da CBF, José Maria Marin, que é filiado ao PTB. “Enquanto isso, um obscuro político do PTB paulista propõe moção de apoio ao presidente da CBF. Campos (de concentração?) Machado trata a verdade a porretadas, pois tenta desvincular a morte de Vladimir Herzog dos discursos de José Maria Marin, coisa que só fazem os ignorantes, os bajuladores, os de má-fé e/ou os fascistoides”, escreveu o jornalista. “Quero que Juca Kfouri me processe para que eu possa provar que ele é um lacaio de Andrés Sanches, um estelionatário, um descontente porque não consegue ganhar dinheiro com a Copa do Mundo”, disse Campos Machado na Assembleia.

Inclusão dos medicamentos de uso oral na cobertura obrigatória dos planos de saúde avança na Câmara


O projeto que inclui os medicamentos de uso oral, em casa, na cobertura obrigatória dos planos de saúde, de autoria da senadora Ana Amélia (PP-RS), foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. A matéria segue agora para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, com decisão em caráter terminativo. O texto relatado pela deputada federal Jandira Feghali (PCdoB- RJ) foi lido pela deputada Jô Moraes (PCdoB-MG) e aprovado por unanimidade na Comissão de Seguridade Social e Família. Nos debates, os parlamentares, entre eles Mandetta (DEM-MS) e Carmen Zanotto (PPS-SC) ressaltaram a relevância da matéria e a sensibilidade da senadora Ana Amélia em propor iniciativa nessa área.

— A senadora Ana Amélia foi muito feliz ao propor essa iniciativa. A aprovação do projeto também irá contribuir para reduzir a judicialização do acesso ao tratamento com medicamentos de uso oral — ressaltou a deputada Carmen Zanotto, lembrando que atualmente muitos pacientes precisam buscar na justiça o direito da quimioterapia oral.

Tratamento em casa

Além da necessidade de ser aprovado em mais uma comissão da Câmara, o projeto terá que retornar ao Senado para ser votado antes de ir à sanção presidencial. Na avaliação da senadora Ana Amélia, o tratamento em casa, via oral, é a forma mais adequada do ponto de vista médico para o atendimento às pessoas em tratamento contra o câncer.

— Com o atendimento em casa haverá uma melhoria na qualidade de vida dos pacientes que sofrem com câncer e precisam deixar seus lares para receber um tratamento doloroso — argumenta a parlamentar gaúcha.


Além disso, a progressista salienta que a quimioterapia convencional é agressiva, exige internação, deixa a pessoa suscetível à contaminação e ocupa vagas nos hospitais que poderiam ser usadas para atendimentos de emergência.

Escrevi dia 10 novembro de 2011 no blog da Tribuna da Imprensa


Por favor, deixem Neymar em paz, fora do campo.

Pronto. Já era esperado. Deixem Neymar em paz. Ele é jovem, centrado, responsável. Faz o que bem entender dos momentos de folga e lazer. Contanto que não prejudique suas atividades de atleta profissional. Que Deus continue iluminando os passos de Neymar. Que prossiga sua trajetória vitoriosa. Sempre apoiado pela família, o que julgo fundamental. Os deuses do futebol confiam na sensatez do craque santista e da seleção brasileira. Ficaria surpreso é se Neymar não gostasse de se divertir.


Francamente.

O que acontece por aí...


Lamento de leitor e assinante


Lamento que passado mais de um mês, percebo que a boa grita geral não tomou conhecimento do meu lamento de leitor, cidadão e assinante. Alertei, protestando contra o abuso, arrogância e prepotência do bloco J da 210 norte, que cretinamente coloca cones nas duas vagas. Uma para deficiente, outra para idoso. Na mesma 210 norte, onde estaciono 2 vezes por semana, para levar minha neta à aula de inglês, os outros blocos residenciais cumprem bem o determinado por lei, deixam liberadas as vagas para idosos e deficientes. Porque apenas o famigerado bloco J faz questão de exorbitar de seus direitos e obrigações? Afirmo aos senhores que os cones continuam lá. Ou seja, algum figurão que mora no bloco J determinou assim e estamos conversados.

O Bom Filho

Exemplo marcante de desprendimento, grandeza de atitude e, sobretudo, de bom filho, nos oferece Marcelo Martins, preparador fisico do Bayern de Munique, que acaba de vencer a Liga dos Campeões da Europa. Marcelo deixa a fortuna, fama e sonhos para retornar a Brasilia, para cuidar do pai dele, Cesar, que está doente. Seguramente quando chegar Marcelo será merecidamente homenageado por todos, inclusive pela presidente Dilma. Parabens ao Marcelo.

Frescura Proibida

Ainda bem que a Fifa proibiu nos jogos da Copa do Mundo uma autêntica frescura chamada "Caxirola'. O inventor da tolice merece tirar a Caxi e ficar com o resto.

Show de Ellen no Hino Nacional

Parabéns a quem teve a feliz idéia de convidar a excelente cantora brasiliense, Ellen (infelizmente não sei o sobrenome dela), para cantar o Hino Nacional no jogo Santos e Flamengo. Show nota 10. Voz espetacular. Valeu.

terça-feira, 28 de maio de 2013

O que acontece por aí...


Ruy Mesquita 

Junto-me aos sentimentos dos milhares de brasileiros, de todas as origens, que lamentam a morte do jornalista Ruy Mesquita.

Canalha morre

Parodiando o inesquecível filme "Os brutos também amam", ainda bem que os canalhas também morrem!

Renan presidente pela segunda vez

Renan Calheiros segue os traços do destino. Pela segunda vez, como senador, ocupa interinamente a Presidência da República. Seguramente deixou no Palácio do Planalto bons fluidos e muito axé para Dilma.

Viagem inútil ao exterior

Cinco parlamentares do impoluto PCdoB estão no exterior. Em missão oficial. Oficial de quem? Fazendo o que de produtivo pela coletividade? É mais um escárnio intolerável. Até quando, Santo Deus? Respeitem nossa inteligência.

Editorial do Estadão critica Joaquim

Seguindo a linha da minha bronca geral sobre o mais recente show de verborragias de Joaquim Barbosa, o jornal "O Estado de São Paulo fez contundente editorial com o título "Falas Irresponsáveis", tratando do mesmo assunto.

Moreno com Dilma

Magnífica entrevista de Jorge Bastos Moreno com Dilma. É incrível como a presidente fica solta, leve, a vontade, com Moreno. Atilado e experiente repórter, que conviveu com autênticos astros da política brasileira, Moreno consegue extrair tudo de Dilma com facilidade. Nota-se pelas variedades de perguntas de Moreno, envolvendo as mais diversas áreas de atividades e pelas respostas sinceras e divertidas de Dilma que a Chefe da Nação, se tivesse tempo disponível passaria horas intermináveis jogando conversa fora com Moreno. É a necessária confiança profissional e pessoal que o jornalista precisa ter e passar para o entrevistado. Mais uma vez ficou provado que Dilma abre o coração sem susto com Moreno. Chega a ser comovente.

A escolha de Barroso foi espetacular

Sensacional a escolha de Dilma, Acertou na mosca. Uma "zebra" da maior competência, o anúncio de Luis Roberto Barroso para ministro do STF. Moço brilhante. Seguramente os meios juridicos estão vibrando e honrados. Dilma driblou todas as plantações e especulações. Optou por Barroso e fez muito bem.

Renan Presidente

Só os tolos brigam contra os caminhos traçados pelo destino. Renan Calheiros não foge á regra. Foi Presidente da República por um dia. Interinidade que honra a biografia do senador alagoano. Renan deixará bons fluidos e muito axé para Dilma no Palácio do Planalto. Gostem ou não gostem os eternos paladinos por correspondência.

Collor lamenta criticas de Joaquim

Em discurso o ex-presidente e senador Fernando Collor(PTB-AL) afirmou que as as declarações do presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, com criticas claramente jocosas ao Legislativo e aos partidos políticos afrontam a Constituição. Collor criticou a "inversão de valores e de representatividade" no que diz respeito às instituições, classes e agentes públicos. O senador qualificou as afirmações de Barbosa como claro indicio da situação de esfacelamento institucional existente no Brasil. Collor julgou ainda mais graves as afirmações do ministro Barbosa por ele ser não apenas um membro do Poder Judiciário, mas de um ministro atualmente presidente da Suprema Corte. Para Collor não adianta alegar que as declarações de Joaquim foram feitas no universo acadêmico. "O ministro Joaquim Barbosa foi convidado para fazer palestra exatamente por ser presidente do STF. Sua figura e funções são indissociáveis", salientou Collor. Collor avalia que os momentos de insubordinação com a vida pública, como o protagonizado pelo presidente do STF, podem resultar em um período de autoritarismo na vida política do Brasil.

Ministro do Trabalho e Emprego cumpre agenda em Manaus

Texto: Diego Queiroz

O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, chega a Manaus nesta sexta-feira (24) para cumprir agenda de dois dias de trabalho na capital amazonense. O primeiro dia da agenda foi reservado integralmente para atender ao desejo pessoal do ministro de visitar a realidade do Polo Industrial de Manaus (PIM) e interagir com entidades de classe, sindicatos patronais e órgãos governamentais da região. Além de visitar duas empresas de grande porte do PIM e a sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), na parte da tarde, Dias também prestigiará, à noite, o evento “Industrial do Ano 2013”, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam). No sábado, o principal compromisso na agenda do ministro é a participação na abertura da 24ª Conferência Nacional da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), que será realizada a partir das 20h, no Hotel Tropical. Na ocasião, ele estará representando a presidenta Dilma Rousseff. Segundo o superintendente da SUFRAMA, Thomaz Nogueira, a visita do ministro do Trabalho e Emprego é de extrema importância para a região, principalmente porque reitera o compromisso do Governo Federal com o modelo Zona Franca de Manaus. “É muito importante termos dirigentes do mais alto escalão do Governo Federal interessados em vir para a região e conhecê-la. Dessa forma, podemos mostrar a realidade do nosso modelo de desenvolvimento e viabilizar parcerias para fortalecê-lo”, afirmou Nogueira.

Comitiva internacional atenta ao modelo ZFM

Uma comitiva formada por alunos de pós-graduação da Universidade de Maine (EUA) e de pesquisadores do Instituto de Ciências Geográficas e Recursos Naturais da China participou nesta quinta-feira (23) de uma apresentação na sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) cujo objetivo foi expor como funciona o modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) e destacar sua importância para a economia da região e do país. A iniciativa da visita foi uma parceria da SUFRAMA, por meio do superintendente Thomaz Nogueira, com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), através do diretor da Assessoria de Relações Internacionais, Harold Wright. O superintendente adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Regional da autarquia, José Nagib, acompanhado da coordenadora-geral de Desenvolvimento Regional, Eliany Gomes, e do coordenador-geral de Programação Orçamentária, Emmanuel Aguiar, receberam a comitiva e abordaram pontos de destaque do modelo ZFM, como o Polo Industrial de Manaus (PIM), um dos pilares econômicos da Zona Franca, que emprega direta e indiretamente mais de 600 mil pessoas, o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), que atua no desenvolvimento de produtos a partir de pesquisas com insumos regionais, atendendo ao mercado atual e futuras demandas em biotecnologia, e as Áreas de Livre Comércio (ALCs) instaladas nos Estados da Amazônia Ocidental e no Amapá, que possibilitam investimentos na região. O superintendente José Nagib destacou que o modelo ZFM foi um dos grandes responsáveis pela preservação de 98% da floresta em pé, ao fornecer uma alternativa econômica para a região. Para Nagib, compartilhar o conhecimento sobre o modelo é essencial para que todos possam saber os benefícios que o mesmo traz para o Brasil, uma vez que leva o desenvolvimento a uma região que representa grande parte do país. “Ao entender um pouco mais do funcionamento da Zona Franca de Manaus, vocês passarão a ser parceiros da SUFRAMA no sentido de disseminar a importância deste modelo”, disse.

Divulgação

A visita de comitivas estrangeiras à SUFRAMA interessadas em conhecer como funciona a Zona Franca de Manaus é constante e demonstra o reconhecimento da importância deste modelo de desenvolvimento regional no cenário internacional. Representantes de países como Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Itália, Peru e Equador já visitaram este ano a autarquia para aprender mais sobre o modelo e prospectar investimentos na região.

Oficina “Como eu Conto e Monto um Conto” ensina crianças das escolas municipais diversas fases da criação de um livro

Resma de papel, lápis de cera, caixa de lápis de cor, borrachas e apontadores são alguns dos materiais que serão utilizados durante a oficina “Como eu Conto e Monto um Conto”, promovida pela Prefeitura de Manaus, por meio da Manauscult, e que vai levar a 30 crianças, de 08 a 12 anos, alunas da escola municipal Tereza Cordovil Guimarães, todas as fases de construção de um livro até chegar às mãos do leitor. A oficina será realizada na quarta-feira,  29, de 14h às 17h, na Biblioteca Municipal João Bosco Pantoja Evangelista, rua Costa Azevedo, 216, Centro, e será ministrada pela escritora de livros infantis, contos e poesias Cacilda Barbosa e pela cantora e artista plástica Lucinha Cabral, com três  horas de duração dividida para a teoria e prática. A escritora Cacilda Barbosa vai ensinar como é feita a elaboração de um livro, mostrando as partes que o compõem como orelha, apresentação, glossário, índice, entre outros. Lucinha Cabral, especialista em desenho e ilustração, vai mostrar as principais técnicas para trabalhar a ilustração de um livro. Ao final da oficina, as crianças farão a simulação da montagem de um livro, trabalhando tudo que foi ensinado. Na ocasião, a escritora Cacilda Barbosa fará o relançamento do livro  “Piripaque e Rapinante”. Com esse tipo de atividade a Prefeitura diversifica os métodos de incentivo à leitura, criando o hábito de praticar a interpretação por meio da observação das ilustrações. A Prefeitura pretende realizar a atividade pelo menos uma vez a cada mês, atendendo alunos da rede municipal.

Professora Therezinha Ruiz quer Plano Municipal de Educação


A presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Manaus, vereadora Professora Therezinha Ruiz (DEM-AM) informou  que está acompanhando a votação, em Brasília, do Plano Nacional de Educação, que voltou a entrar na pauta de discussões da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O Plano, que está previsto no Projeto de Lei da Câmara, destina ao menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para políticas educacionais, além de estabelecer objetivos a serem alcançados nos próximos dez anos. Em 2011, o gasto com educação no país foi de 6,1%. “Este é um tema que vimos discutindo desde as pré-conferências, realizadas nas escolas, nas divisões distritais e, agora, na Conferência Municipal de Educação, aberta ontem (segunda, 20) à noite, e que termina nesta quarta-feira (22). Mesmo definindo as propostas a serem levadas às conferências estadual e nacional, a ser realizada em fevereiro de  2014, precisamos ter como meta a criação do Plano Municipal de Educação”, destacou a professora.  Segundo a vereadora, o maior entrave é como fazer a adequação orçamentária necessária a garantir a aplicação dos 10% do PIB na educação. O senador José Pimentel (PT-CE), relator da matéria, sugere incorporar ao PNE parte das disposições do Projeto de Lei 5.500/2013 da presidente da República, Dilma Rousseff, que já está em tramitação na Câmara, que destina 100% dos royalties do petróleo para a educação mais 50% do Fundo Social do petróleo, extraído da camada do pré-sal.  Entre as metas a serem alcançadas com o PNE estão a alfabetização de todas as crianças até, no máximo, oito anos; a erradicação do analfabetismo absoluto (aquele em que o indivíduo não se apresenta capaz de ler ou escrever em qualquer nível aceito; redução do analfabetismo funcional, que aborda a área de formação profissional; oferecimento de educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de ensino básico e aumento no número de professores da educação básica com nível de pós-graduação lato e stricto sensu.

terça-feira, 21 de maio de 2013

O que acontece por aí...


Zona Franca é valiosa

Contra o modelo econômico vitorioso zona franca de Manaus a calhordice dos desapontados usa até passeata para mentir, dissimular e distorcer fatos. Maus governantes e péssimos empresários ameaçam cortar os pulsos porque o apoio da presidente Dilma foi fundamental para a aprovação parcial dos 12% para a zona franca, em votação na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, dentro do projeto de unificação dos ICMS. As forças políticas e empresariais do Amazonas não podem silenciar diante dos insultos e falta de argumentos contra a zona franca. Silenciar é concordar com a hipocrisia e incompetência. O polo industrial de Manaus é um catalisador econômico, ajuda na educação e no desenvolvimento. Além de aliviar a pressão sobre a floresta amazônica, guardando e zelando por 20% do banco genético do planeta.

E agora, brioso Joaquim?

O STF também tornou-se uma mãe para ministros e familiares. Com tanto dinheiro gasto em passagens aéreas para mulheres de ministros e ministros aposentados, é melhor a Suprema Corte comprar logo um avião.

Declarações corajosas e verdadeiras

Não conheço o deputado Eduardo Cunha, nunca falei com ele, leio na imprensa que é amado ou odiado. Contudo, a meu ver, Cunha deu uma excelente entrevista à Folha de ontem. Declarações corajosas e verdadeiras. Sobretudo para quem conhece bem os bastidores do Poder e os áulicos que nele proliferam. Time que ocupa cargos relevantes, mas prefere bajular a ajudar, escondendo verdades dos governantes.

Uma sugestão

Amigo Feichas é irmão antigo. Convido meus caros leitores a acessarem o seu blog, onde escreve sobre o tema "Não há zona de conforto em política". http://politicacomfeichasmartins.blogspot.com/

Imaginem quando Joaquim Barbosa for candidato a alguma coisa


Gênio, sábio, dono da verdade, paladino, valente, Joaquim Barbosa é tudo de maravilhoso que os Deuses mandaram para iluminar o planeta Terra com sua fulgurante inteligência e fina sutileza. Ninguém pode com Joaquim. Ele está acima do bem e do mal. Primeiro insulta a imprensa através de um repórter. Depois magistrados. A seguir, os advogados. Agora, decidiu atacar ferozmente com sua lança de inatacável os partidos e o Legislativo. Sem esperar apagar as luzes dos holofotes, Joaquim Barbosa pede desculpas em sonolentas e arrogantes notas oficiais. Imaginem quando o Barbosa for candidato a alguma coisa. Vai semear ternura e emoção pelo país inteiro. Mas retrucá-lo é um perigo. Longe de mim.

Técnicos do TCU são incompetentes e ultrapassam missão de fiscalizar


O senador Fernando Collor não está só. Quando rasgou relatório do DNIT com informações falsas sobre andamento de obras, com o endosso dos quatro senadores presentes na reunião da Comissão de Serviços e Infraestrutura, o ex-presidente também criticou a postura insolente, arrogante e incompetente dos técnicos do TCU, os quais, segundo ele, ao invés de colaborar com o governo, atrapalham, porque embargam obras sem nenhum critério realmente profissional. Agora, nesta linha, o próprio ministro dos Transportes, Cesar Borges, afirma e denuncia que o TCU ultrapassa a missão de fiscalizar para insistir em tornar-se gestor de obras. O ministro lamenta que "antes não haviam recursos para gastar em infraestrutura. Agora existem recursos mas não se consegue gastar". Parabéns à firmeza do ministro.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

VIII RioHarpFestival


Festival Internacional de Harpa do Rio de Janeiro

Há instrumentos de origens arcaicas, com sonoridade delicada, que chegam como mera curiosidade aos nossos ouvidos tão acostumados ao barulho da vida moderna. A harpa, felizmente, vem atravessando milênios sem deixar de se adaptar a diferentes culturas e estilos musicais e sem minguarem os seus adeptos, apesar de não gozar de tantos praticantes ou de um repertório tão amplo quanto os de outros instrumentos clássicos, como o piano ou o violino. Mais que uma excentricidade de épocas passadas, a harpa se mostra relevante nos dias de hoje, e uma prova disso é a chegada da oitava edição do RioHarpFestival, evento anual que tem acontecido sem interrupção e sempre conta com recitais lotados. Consolidado no roteiro internacional de ações envolvendo esse instrumento, o festival carioca traz 130 apresentações com mais de 100 músicos, dos quais pelo menos 40 são harpistas, vindos de 26 países. Os gêneros variam do clássico ao rock, passando por étnico, jazz e também ritmos brasileiros. Tudo criado por dedos ágeis ao pinçar as cordas da harpa. Muitos artistas têm composto novas obras, contribuindo para que o instrumento não fique parado no tempo. Alguns exemplos são o estoniano Andres Izmaylov, responsável pela abertura desta edição, além do canadense Josh Layne, do colombiano Hildo Ariel  ou do argentino Athy (que toca até rock em harpa elétrica). Muitas são as nacionalidades presentes no rol de atrações: alemã, italiana, portuguesa, belga, holandesa, croata, tailandesa, moldávia, búlgara, colombiana e brasileira são algumas delas. Do Oriente, vem um dos destaques: a nipônica Kaori Otake subirá ao palco acompanhada do curioso grupo Tambores do Japão. Os tipos de harpa utilizados são igualmente variados: a llanera é diferente da celta, que não se assemelha à paraguaia, por exemplo. Com apoios de consulados, passagens aéreas foram pagas, mas há casos de artistas que financiaram a própria viagem para participar do festival. Os eventos se concentram em espaços culturais (CCBB, Centro Cultural Justiça Federal, Museu do Exército, Centro Cultural Light) e também aportam em pontos turísticos do Rio de Janeiro, como Corcovado, Ilha Fiscal e Jockey Club. Uma estratégia adotada este ano foi a de agendar três a cinco recitais com muitos dos artistas, já que, na edição anterior, foi preciso arranjar, de última hora, apresentações extras para atender à demanda de público, que ultrapassava a lotação das salas. Cidades importantes de outros estados, como Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina, também entraram no circuito do festival, que cresce a cada edição, confirmando a potência de um dos mais delicados instrumentos musicais. Talvez seja questão de tempo para que, assim como a série Música no Museu, ele possa atingir todo o Brasil.

VIII RioHarpFestival amplia-se em 2013.

O Rio de Janeiro, juntamente com outras cidades de Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina recebe nos meses de abril, maio e junho  a 8ª edição RioHarpFestival que já faz parte do circuito mundial da harpa realizado nas principais capitais do mundo. O VIII RioHarpFestival amplia-se em espaços, cidades e também em número de concertos, com o  objetivo de difundir um dos mais antigos instrumentos musicais da História da Humanidade, apresentando  harpistas de 26 países, alguns já conhecidos do público brasileiro: Canadá, USA, Holanda, Bulgária, Suíça, Portugal, Rússia,Japão e França além dos latino-americanos   e outros que aqui vem pela primeira vez: Taiwan, Moldávia, Tailândia, Austrália etc. O evento promove cerca de 130 concertos gratuitos em 11 cidades do país sendo 95% no Rio de Janeiro,  com abertura no  dia 1 de maio, às 16hs, no Palácio Guanabara com a Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, sendo   solista o harpista Andrés Izmaylov (Estônia) e encerrando-se no dia 4 de junho na Comunidade do Alemão com o harpista argentino Daniel Garcia. O inusitado que ao som das harpas, de concertos, de orquestras,  célticas, paraguaias e llhaneras, serão apresentados nos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro, como a Ilha Fiscal, o Corcovado, Jóquei Clube,   Biblioteca Nacional, CCBB, Real Gabinete Português de Leitura,  Forte de Copacabana, Igrejas e Sinagoga além dos espaços normais de Música no Museu.

O programa completo está nos sites www.musicanomuseu.com.br e www.rioharpfestival.com 

Esperamos por vocês. As saudações musicais de Sergio da Costa e Silva - Diretor de Música no Museu - www.musicanomuseu.com.br - (21) 2253-8645.

Prefeito defende Zona Franca de Manaus durante Convenção Nacional do PSDB



O prefeito Arthur Virgílio Neto participou no último sábado, 18, da Convenção Nacional do PSDB, realizada em Brasília, na qual o senador mineiro e pré-candidato à Presidência da República, Aécio Neves, foi eleito presidente do partido. Neste domingo, 19, o prefeito considerou o encontro positivo, porque foi uma oportunidade de defender o modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) diante dos demais estados brasileiros. “Aproveitei para dizer que, de um modo geral, os partidos brasileiros são muito ignorantes sobre a nossa Região e o que eu não queria era, exatamente, que o meu partido continuasse no desconhecimento. Somos uma região estratégica para o Brasil, sem a qual o país não tem como se desenvolver plenamente sem explorar a nossa biodiversidade”, afirmou Arthur Neto. O prefeito disse ainda que os políticos que atacam o Amazonas podiam ser parceiros na exploração das riquezas naturais do Estado, trazendo o capital que eles possuem para investir de maneira sustentável na exploração de mineiros, madeira e até mesmo da grande reserva de água doce. “Mandei um recado muito direto, quando citei o nome do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, dizendo que está na hora do meu partido ser generoso e enfrentar as desigualdades regionais, se voltando para a periferia brasileira e aprendendo a falar a linguagem das Regiões mais pobres do país”, destacou o prefeito. Arthur descartou a hipótese de deixar o PSDB, porque acredita que o partido não terá uma postura unificada em relação à discussão sobre a alíquota diferenciada do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para a ZFM. Esta também foi uma questão abordada pelo prefeito em seu discurso na Convenção Nacional, solicitando que “o partido não tome partido e seja isento, possibilitando que cada Estado vote conforme sua consciência”. “Só quero que o PSDB perceba que se o governador Alckmin tem as opiniões tortas dele o partido não pode tonar isso uma regra, principalmente se quiser ganhar eleição. Podem contar com o Amazonas, se souberam falar a nossa linguagem, se não, perderão”, alertou Arthur Virgílio Neto, que mostrou que tem prestígio político no cenário nacional sendo muito abordado durante o evento.
 
Convênio com Gates

Ainda no encontro nacional dos tucanos, o prefeito Arthur Neto divulgou a parceria que está sendo firmada entre a Prefeitura de Manaus e a Fundação Bill e Melinda Gates para desenvolver pesquisas de combate à dengue. “O homem mais rico do mundo se importa com Manaus e com a Amazônia. Uma potência, hoje secundária, como a França paga, em plena crise, “gordas” bolsas de estudo para estudantes pesquisarem sobre a Amazônia, enquanto no Brasil nenhuma grande universidade tem essa iniciativa”, criticou o prefeito. Arthur defende que é o momento das pessoas deixarem de falar de maneira idílica da Amazônia. “Não adiantar falar em preservação, mas na hora de apoiar políticas públicas que deixam a floresta em pé, como a Zona Franca de Manaus, alguns revelarem a incapacidade de compreender a importância do modelo para o Brasil”, finalizou.

Arthur Virgílio defende união do PSDB em torno de um projeto nacional com olhar voltado à periferia do Brasil



Com a Defesa da união do partido e uma visão mais ampla sobre os problemas da periferia do Brasil, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, representou os prefeitos tucanos durante a décima primeira convenção nacional do Partido da Social Democracia Brasileira, na manhã deste sábado, 18, em Brasília. Arthur foi um dos oradores convocados para falar aos  520 delegados e quase dois mil militantes que compareceram ao evento, que elegeu o senador mineiro Aécio Neves como novo presidente do PSDB. A convenção contou com a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de quatro governadores e centenas de prefeitos e parlamentares federais e estaduais de todo o País. Segundo Arthur, o PSDB é um dos mais importantes partidos do País, disputando as últimas cinco eleições presidenciais, vencendo duas e indo para o segundo turno nas outras três. Mas, para Arthur, é hora de o PSDB se unir e voltar a ganhar a ‘medalha de ouro’. Para isso, segundo ele, os tucanos têm que deixar de lado dois pontos: as disputas internas e a centralização da legenda no Sudeste do País. “O PSDB tem que se colocar no tamanho que o Brasil precisa. Ser a alternativa qualificada que é necessária para fazer o melhor para o País. Escolher o desagradável frente ao desastroso. 


O desagradável, das reformas e das mudanças amargas, mas necessárias, frente ao desastroso que é fingir que nada acontece e empurrar o País para o retorno da inflação e do crescimento pífio”, disse ele. Para Arthur, a economia brasileira corre riscos se algumas medidas sérias não forem tomadas para que o crescimento volte a ocorrer de forma sustentada. “Eu volto a acreditar na utopia de um país melhor e o PSDB tem que saber que para conseguir vencer tem que entender o país. Conseguir entender que a periferia do país precisa se desenvolver e precisa ser olhada de forma especial para sair do atraso. Se assim fizer, o PSDB terá em mim um grande guerreiro na defesa de qualquer projeto que venha a lançar”, disse o prefeito de Manaus. O discurso de Arthur foi complementado por Fernando Henrique, que diz que um presidente e um partido têm a obrigação de conhecer o Brasil, como político, como pesquisador e como brasileiro. Aécio também destacou o discurso de Arthur, falando que a união para o evento deste sábado tem que ser entendido como um renascimento do PSDB. “Nossa história só terá êxito se for construída a várias mãos, buscando a coesão em torno de uma promessa para melhorar o nosso País”, disse o senador mineiro. A comitiva tucana de Manaus no evento contou ainda com a presença do deputado federal Plínio Valério, do deputado estadual Arthur Bisneto, do presidente da Câmara Municipal de Manaus, Bosco Saraiva, dos vereadores Mário Frota e  Rosenha, e do subsecretário municipal de governo, Homero de Miranda Leão.