terça-feira, 25 de outubro de 2011

Presidenta inaugura Ponte Rio Negro e assina proposta para prorrogar Zona Franca de Manaus


A presidenta Dilma Rousseff inaugurou ontem (24) a Ponte Rio Negro, que liga Manaus ao município de Iranduba (AM). Com 3,5 quilômetros de extensão, é a maior ponte estaiada do Brasil em águas fluviais, somando 400 metros os trechos suspensos por cabos. Uma multidão enfrentou o calor para participar da cerimônia de inauguração do empreendimento no dia em que a capital amazonense comemorou seus 342 anos. “Essa ponte mostra que é possível fazer com que aqui se gere empregos e, ao mesmo tempo, se preserve o meio ambiente”, disse a presidenta Dilma sobre a obra que levou três anos e dez meses para ser concluída, e gerou 3,4 mil empregos diretos.O empreendimento começou ainda no governo do ex-presidente Lula, que também participou da inauguração. “Hoje é dia de alegria. Valeu a pena”, afirmou ele. Na cerimônia, a presidenta Dilma Rousseff também assinou Proposta de Emenda Constitucional e Projeto de Lei para prorrogar por 50 anos a Zona Franca de Manaus e ampliá-la à Região Metropolitana. Os textos serão enviados ao Congresso Nacional. “É o reconhecimento da situação do povo do Amazonas e também do que representam a floresta e a biodiversidade, essa imensa riqueza”, ressaltou a presidenta.


Ponte Rio Negro – Após a cerimônia de inauguração, a presidenta Dilma atravessou, de carro, os 3,5 quilômetros da ponte sobre o Rio Negro. O empreendimento custou R$ 1,099 bilhão, o que inclui obras complementares, como a construção de 7,4 quilômetros de acessos viários do lado de Manaus e de Iranduba, e a implantação dos sistemas de proteção dos pilares contra choque de embarcações, de sinalização náutica e de iluminação da ponte e de seus acessos. Do total de recursos aplicados, R$ 586 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 513 milhões do Governo do Amazonas.´


Blog do Planalto

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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Amazonas ganha ponte de 3,5 quilômetros

Maior ponte estaiada do País faz a travessia do Rio Negro entre as cidades de Manaus a Iranduba; trajeto só era feito por balsa

A presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva inauguraram nesta segunda-feira a ponte Rio Negro, que faz a travessia do rio e liga a cidade de Manaus a Iranduba, no Amazonas. A obra, que havia sido iniciada durante o governo Lula, demorou mais três anos para ser entregue em meio a impasses ambientais e teve um custo total de R$ 1 bilhão. Com 3.595 metros de comprimento, a ponte é considerada a maior ponte estaiada (com 400 metros de trecho suspensos por cabos) do Brasil em águas fluviais e a segunda no mundo, ficando atrás apenas da ponte sobre o rio Orinoco, na Venezuela. Na inauguração, Lula e Dilma chegaram a usar cocares, presente dado por comunidades indígenas do Amazonas. Além da inauguração da ponte, Dilma também anunciou a prorrogação da Zona Franca de Manaus por mais 50 anos e a ampliação de medidas federais em benefício da região metropolitana da capital amazonense.

José Sarney


"A burrice e a política"

Quando eu era presidente da República, em momentos difíceis, me aconselhavam a dar um “murro na mesa”. Eu respondia com paciência que havia dois perigos nessa atitude: ou quebrar a mesa ou quebrar a minha mão. Fui visitar Jânio Quadros quando estava muito doente, com grande dificuldade de levantar-se. Ao me saudar, sem perder aquela teatralidade que marcava seus gestos me disse: “Jô!, Jô! Jô!, não é Sarney. Nunca vi tanta tolerância e paciência”. Mas políticos encontramos de todos os tipos. Uns são bons, outros são maus. Mas não devemos julgar os políticos somente por estes, numa generalização deformada. Em geral, os maus políticos começam pela burrice e a burrice embota. Talvez este seja o menor defeito de um mau político. Este não depende do caráter nem de qualquer formação moral. Podemos dizer ser um defeito físico de nascença, assim como um pescoço torto. São burros e pronto! E não há nenhum milagre que cure a burrice. Eu sempre brinco que Jesus fez todos os milagres: fez cego ver, morto ressuscitar, aleijado andar, mas em nenhuma passagem do Evangelho há uma de que Cristo tenha transformado um burro em inteligente. Piores são os defeitos do ódio, da inveja, da maldade, da indignidade, da mentira, da desonestidade e o maior de todos, aquele que Santo Agostinho dizia ser o mais abjeto: a traição. E foi um poeta, Valéry, não foi um santo nem um político, que disse ser a mais repugnante das atividades humanas, a política “porque lida com a ingratidão”. Shakespeare, na tragédia de Macbeth, tem uma passagem em que ele diz “que a ingratidão é uma fúria com o coração de pedra”. Já Sartre com sua irreverência reagia com revolta dizendo que “quem mexe com política está sempre com a mão na m…”. Porque estas reflexões? É assistir o injusto debate de alguns idiotas sobre uma das maiores obras de amor e benemerência ao Maranhão que eu fiz: doar ao povo do Maranhão um patrimônio, que os outros presidentes venderam, do meu valioso arquivo de mais de um milhão de documentos, três mil peças de museu de obras de arte e uma biblioteca de mais de 30.000 livros, muitos raríssimos que acumulei ao longo de minha vida. E o fiz com grandeza, amor e desprendimento. Mais de cem mil pessoas, com presença registrada no livro de visitas, passaram na Fundação José Sarney, ponto de turismo e estudo da História do Brasil. Vejo nessa reação, reunidos, todos aqueles defeitos que movem o ódio político: a inveja, a burrice e a ingratidão.

José Sarney foi governador, deputado e senador pelo Maranhão, presidente da República, senador do Amapá por três mandatos consecutivos, presidente do Senado Federal por três vezes. Tudo isso, sempre eleito. São 55 anos de vida pública. É também acadêmico da Academia Brasileira de Letras (desde 1981) e da Academia das Ciências de Lisboajose-sarney@uol.com.br

A grandeza do espírito de Sarney


Do alto dos seus 80 anos, altivo e com a consciência do dever cumprido, José Sarney esbanja categoria pessoal e política. Desarma seus eventuais algozes com uma revelação: "Sei perdoar meus inimigos".

José Carlos Werneck


Carlos Lacerda e a ética jornalística

RH Souza escreveu em sua página na Internet, intitulada, “Scripta e Virtual – O blog da cultura e do conhecimento”, a seguinte história ocorrida com Carlos Lacerda,quando era proprietário da Tribuna da Imprensa e que mostra um pouco da personalidade polêmica do jornalista e político, que admirado por muitos e atacado por outros tantos, indubitavelmente é personagem obrigatório quando se trata da política brasileira de 1930 até sua prematura morte em 1977, aos 63 anos de idade. “Carlos Lacerda, cuja impetuosidade política às vezes passava dos limites, era um jornalista de uma ética profissional a toda a prova. Conheci um colaborador da Tribuna da Imprensa, Luiz Lima (já falecido), que me narrou o seguinte episódio: Luiz Lima era o gerente de publicidade da Tribuna da Imprensa e, em certo momento, foi chamado a São Paulo por um grupo de empresários que lhe fez a seguinte proposta: queriam que Carlos Lacerda escrevesse três artigos sobre a indústria do petróleo, artigos de acordo com a linha editorial do jornal e, em troca, fariam uma substancial contribuição financeira à Tribuna da Imprensa que, naquele momento, passava por sérias dificuldades de caixa. Luiz Lima voltou feliz ao Rio de Janeiro, entrou na sala de Carlos Lacerda e falou:
- Carlos, tenho excelentes notícias que vão aliviar a nossa atual falta de dinheiro…
Lacerda ouviu o colaborador com muita atenção e, no final, concluiu:
- Luiz, acho que você não me conhece bem… a minha pena não está à venda…
- Eles não querem nada de mais. Só querem que você escreva três artigos dentro da linha editorial do jornal. Isso não vai comprometer o seu bom nome.
- Então, que façam anúncios na Tribuna…
- Não, eles querem é a sua opinião, os seus argumentos… Consideram anúncios, no caso presente, como sermão encomendado.
- Luiz, já lhe disse que minha pena não está à venda. Considere o assunto encerrado.
Luiz Lima saiu da sala  e ligou para São Paulo informando os empresários da negativa do jornalista e passou a admirar Carlos Lacerda pelo seu  padrão de ética jornalística que ele nem sempre encontrara em outros profissionais com quem trabalhara.
Depois do movimento militar de 1964, quando Carlos Lacerda percebeu que o país estava entrando pelo caminho perigoso da ditadura, tentou um movimento de resistência, chamado de Frente Ampla, unindo-se a Juscelino e a João Goulart, mas o movimento acabou sendo abortado pelos militares. Os três líderes do movimento acabaram morrendo em circunstâncias até hoje não esclarecidas.

José Carlos Werneck. Companheiro de o Globo, amigão verdadeiro de muitas jornadas, Werneck é sangue bom.

sábado, 22 de outubro de 2011

Said Barbosa Dib

Bernardo Cabral: uma referência para os homens de bem

José Bernardo Cabral. Grande ser humano, grande brasileiro, grande político, grande jurista, grande amigo. Foi sempre destaque. Um dos mais importantes personagens da História recente do país. Em breve lançará biografia. Parece que o título será "Cicatrizes orgulhosas do dever cumprido". É muita experiência acumulada. Tem muito que contar, pois foi presidente da OAB, na delicada época do atentado que matou a funcionária Lyda Monteiro. Tancredo Neves o queria como ministro, acabou relator-geral da Constituinte e ministro da Justiça de Collor. Bernardo Cabral participou de diferentes e importantes fases da vida nacional: ditadura, redemocratização, reordenamento constitucional do país. Foi sempre o primeiro em tudo que se propunha fazer. Estudou no Colégio Estadual do Amazonas, onde foi primeiro lugar de sua turma. Formou-se em ciências contábeis e foi, também, primeiro lugar em sua turma. Bacharel em direito pela Universidade do Amazonas, foi o mais jovem de sua turma e, mais uma vez, primeiro lugar. Começou a advogar com apenas 22 anos. Com 23 foi delegado de Roubos e Furtos da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas; com 24 anos foi promotor de Justiça; com 25, chefe de Administração do Departamento de Assistência e Previdência Social (DAPS) e secretário de Segurança Pública do Amazonas. Foi, também, secretário do Interior e Justiça do Amazonas com 26 anos, chefe da Casa Civil do governo do Amazonas com 27 anos, deputado estadual no Amazonas com 30 anos, conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção do Amazonas - com 32 anos. Foi professor da Faculdade de Direito do Distrito Federal com 36 anos, quando também foi deputado federal pelo Amazonas. Em 12 de Fevereiro 1968, em plena ditadura, como líder do MDB, Bernardo Cabral fez discurso histórico acusando, com um conhecimento de causa impressionante, as investidas do Instituto Hudson, dos EUA, sobre a Amazônia brasileira. Os amazonenses, aliás, não podem esquecer que foi ele um dos responsáveis pela prorrogação da Zona Franca de Manaus até 2013. O espaço é pequeno para dizer tudo que o homem fez. Seu currículo possui vários títulos, condecorações, trabalhos e livros publicados. Vamos esperar a biografia. Em tempos bicudos de falta de patriotismo e de culto aos heróis e personalidades virtuosas, tempos preocupantes em que os animais e plantas substituem os grandes vultos históricos na efígie de nossa moeda, apreciar uma biografia como a de Bernardo será muito gratificante. Quero ser o primeiro a comprar. 

Said Barbosa Dib é historiador e analista político em Brasília. E, claro!, amigo de Cabral. 

O que acontece por aí...


Amigo(a), analiso, não chuto. Sei enxergar  e antever os lances do jogo.  Observe que escrevi dia 4 setembro.  A FIFA anunciou SP dia 20 de outubro.    abs. do Limongi

Lula Entrou no Jogo da Copa

Lula deu uma folguinha nos embates políticos, onde é expoente destacado, para vestir a camisa em outro jogo onde também é craque: futebol. Os adversários sabem que o ex-presidente não joga para perder. Precisam ficar atentos. Se vacilarem Lula  marcará gols. Lula entrou no jogo que vem tirando o sossego de muita gente, mas que tem deixado os torcedores empolgados. Corintiano de primeira hora, Lula anunciou que vai trabalhar para que o futuro estádio do timão, em São Paulo, seja palco do jogo de abertura da copa de 2014. Lula é parceiro  forte que seguramente terá inclusive o apoio do governador tucano, Geraldo Alckmin. Creio que a entrada de Lula no jogo enfraquece bastante o recente lance eficiente do governo de Brasilia, agora contando com o apoio expressivo de dezenas de senadores. O jogo é fascinante. O vencedor será o Brasil, promovendo e organizando uma bela Copa. Com todo respeito aos demais concorrentes, Lula vale por um time inteiro.”

Canalha Rafinha Bastos

Euler Belém fez magistral, contundente e verdadeiro artigo traçando o perfil do irresponsável Rafinha Bastos. O mais grave é que calhordas e moleques como Rafinha Bastos ganham preciosos espaços na midia para  insultar os outros, porque muita gente lamentavelmente gosta das baboseiras e leviandades ditas por Rafinha e seguidores. Corja que vai tomando conta dos espaços com direito de ainda fazer ricos comerciais para jornais, revistas e televisões. É inacreditável. As caras imundas desses cretinos invadem nossas casas. Rafinha não é sutil, é imbecil. Não é elegante, é  ignorante. Não é engraçado, é covarde.

Produtores querem prorrogar prazo para pagar dívida rural

Mais de quatro mil pequenas propriedades estão em fase de execução em Alagoas

Uma comissão de pequenos produtores rurais, liderada pelo presidente da Federação da Agricultora do Estado de Alagoas (Faeal), Álvaro Almeida, e o deputado estadual Luiz Dantas (PMDB), entregou ao senador Renan Calheiros, no início da tarde desta segunda-feira, um documento pedindo a prorrogação da lei 12.249, que fixa prazo até 30 de novembro para renegociação da dívida dos produtores. O documento pede também providências para evitar que mais de quatro mil agricultores que estão com suas propriedades em fase de execução possam sair do pesadelo que os atormenta com um débito impagável, como o de Osmar Borges, de Ouro Banco. “De uma dívida de R$ 60 mil, que contraí na época da seca, estão me cobrando R$ 1 milhão 240 mil. A minha propriedade vale R$ 240 mil”, disse. Em situação semelhante está o ex-prefeito Zé Boleiro, do município de Poço das Trincheiras. Este, segundo revelou no encontro com o senador, em situação mais dramática, porque a pequena propriedade que tem no município de Santana do Ipanema está para ser leiloada nesta terça-feira, 4, por conta de dívida decorrente de um empréstimo com o BNB. “Estou sem dormir, não apenas eu, mais toda a minha família. São milhares de pequenos agricultores que estão sofrendo este mesmo drama”, disse Zé Boleiro, enquanto Osmar Borges alertava que “a nossa paciência está no limite e se não for tomada uma providência para evitar esse clima de tensão que estamos vivendo, vamos ter que buscar uma solução radical para defender o que é nosso”.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dilma retruca pseudo juízes



Da África, a presidente Dilma foi enfática e clara: não admite ser pautada pela midia e repudia juizes e carrascos por correspondência. Acentuou que jamais servirá de pasto para saciar o apetite de palanqueiros e açodados linchadores. Perfeito. Democrata, Dilma não faz pré julgamento. Todos têm o direito de se defender e quem acusa precisa provar. É melancólico que uma revista que jura ser séria e isenta, use um notório irresponsável e desclassificado para acusar e insultar o ministro sem provas convincentes. Também grave e patético que uma combalida, desavorada e incompetente oposição arme um circo contra o ministro, usando como bandeira declarações de um patife fardado. Não será com torpezas que PSDB e DEM vão conseguir fragilizar o governo Dilma. Muito menos tumultuar e atrapalhar o sucesso da copa do mundo de 2014, insistindo na demissão do Ministro do Esporte. 

Paulo Fona



Fale, governador, fale ou mande alguém falar. Ou: pegar o avião e viajar não é política de comunicação

Nos quatro anos em que estive na Comunicação Social, como Secretário de Estado e Porta-Voz, jamais deixei de responder aos questionamentos da imprensa local ou nacional sobre as denúncias que existiam contra o governo Joaquim Roriz, no período 2002/2006. Em algumas ocasiões pedia – por absoluta falta de tempo – que a matéria fosse publicada posteriormente para que pudéssemos saber quais as razões dos atos governamentais, seja de um administrador regional ou de um secretário ou mesmo de funcionário não graduado.
Isso ocorria naqueles casos em que o repórter ligava às 20 horas para ouvir o governo sobre uma denúncia que seria a manchete do jornal no dia seguinte. Ás vezes, era atendido, às vezes não. Fazia parte do jogo político e da relação de Poder entre governo e veículos de comunicação. Mesmo assim, por diversas vezes, ouvi e rebati a acusação de que o então governo "controlava" a mídia local, o que era desmentido diariamente pela plena liberdade que os veículos tinham de informar a população sobre eventuais "malfeitos", para usar uma expressão da moda.
O que espanta, nos dias de hoje, é como o atual Governo do Distrito Federal, petista, supostamente "democrático e aberto à sociedade" esconde o governador Agnelo Queiroz e também se esconde, se omite em dar as necessárias explicações sobre o processo que responde no Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a chamada "Operação Shaolin". Isso, em tempos de twitter, facebook, smartphones e todo o tipo de I (pad, phone, pod)!
Desde a campanha eleitoral de 2010 existem as denúncias contra Agnelo Queiroz e o esquema montado em sua gestão no Ministério dos Esportes e desde então o então candidato deixou de dar explicações – na campanha eleitoral preferiu recorrer à justiça eleitoral para impedir a divulgação de depoimentos de dois envolvidos, que davam testemunho de como os recursos das ONGS eram desviados. Mas não adiantou. Como se costuma repetir, a Justiça tarda, mas não falha! As denúncias continuam sem explicação cabal contrária e criou-se no GDF uma política de comunicação em que a melhor saída é pegar um avião, sumir por uns dias e esperar que a mídia, a Justiça, e a sociedade esqueçam os fatos. Não resolve!

Paulo Fona foi Secretário de Comunicação e Porta Voz do GDF (2002/06) e do Governo do Estado do Rio Grande do Sul (2007/09) e Coordenador da Comunicação da campanha de Joaquim e Weslian Roriz em 2010.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Especialistas afirmam na CRE que segredos de estado devem ser mantidos

Durante audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal, o Presidente da Federação de Câmaras de Comércio e Indústria da América do Sul (FEDERASUR), Darc Antonio da Luz Costa, e o Coordenador do Curso de Relações Internacionais da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Gunther Rudzit, defenderam a manutenção de salvaguardas na lei para garantir que informações de Estado não sejam divulgadas indevidamente.
Ao responderem um questionamento do presidente da CRE, senador Fernando Collor (PTB), sobre a lei de acesso a informação, o PLC 41/2010, que tramita no Senado Federal, os especialistas afirmaram que segredos de Estado, revelados antes do tempo, podem comprometer a segurança ou a soberania nacional.
- É importante que se faça a distinção entre Estado e Governo. O Estado é resultado de um pacto silencioso que atravessa milhares de gerações. Governo é uma forma de gerir a sociedade por um determinado prazo. Se nós pactuamos essa convivência, temos que pactuar os segredos. Segredo de Estado é segredo de Estado e não deve ser divulgado sem o devido cuidado – alertou Costa.
O professor Gunther concorda que deve haver uma salvaguarda dos documentos referentes aos segredos de Estado e cobra do Congresso Nacional uma atuação mais efetiva em relação aos documentos. “É papel do Congresso Nacional fazer uma revisão dos documentos classificados com secretos e decidir, por meio de uma reunião secreta, o que deve ser feito”, disse.
Para Gunther, é preocupante que alguns documentos de Estado possam ser divulgados precipitadamente.
O senador Fernando Collor ratificou seu ponto de vista em relação ao PLC 41/2010 e reforçou sua posição em que o Senado Federal aprove o projeto original enviado pelo Executivo em 2009, que foi discutido por nove ministros, entre eles a atual presidenta Dilma Rousseff. Para Collor, é necessária a aprovação de uma salvaguarda em relação a questões referentes à pesquisa tecnológica, soberania e segurança nacional.
- As questões de Governo devem ser divulgadas, conforme determina a Constituição Federal. Não estamos tratando disso. Os direitos humanos também devem ser divulgados sem quaisquer ressalvas. O que temos que ponderar é em relação às questões de Estado - observou o senador.
A opinião dos especialistas foi exposta durante debate na Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal como parte do terceiro ciclo de palestras sobre “Rumos da Política Externa Brasileira”.

Fernando Calazans pisou na bola


Meu caro, repudio teu melancólico, injusto, jocoso e desnecessário comentário sobre a sociedade de Brasilia. Você é profissional sério, não precisa fazer este tipo leviano de jornalismo. Vigaristas existem em todos os setores de atividades. Inclusive no jornalismo e na sociedade carioca. Este canalha e irresponsável acusador do ministro Orlando, o qual não conheço, nunca falei com ele, pode comprar mansão e pintar de ouro que jamais pertencerá a legítima sociedade brasiliense. Podes levá-lo de graça para a sociedade carioca. Aliás, nesta linha, aí no Rio tem muito mais bandido, solto, impune, botando banca, do que aqui em Brasília.   Abraços do Limongi, amazonense, criado no Rio de Janeiro e morador de Brasília há 41 anos.

Ponte levará internet banda larga ao interior do Amazonas

Objetivo é expandir o serviço e interligar todos os municípios da Rede Metropolitana de Manaus

Nove quilômetros de cabos de fibra óptica vão conectar o município de Iranduba à rede mundial de computadores. Essa conexão será possível por meio da ponte sobre o rio Negro, que vai permitir implantar internet de banda larga do lado do rio oposto à capital. Objetivo é expandir o serviço e interligar todos os municípios da Rede Metropolitana de Manaus. A instalação da fibra ótica é feita pela empresa Processamento de Dados do Amazonas (Prodam). Os cabos saem da sede do Governo, na Compensa, e seguem até a cabeceira da Ponte, no município de Iranduba. Segundo o governador Omar Aziz, a rede vai garantir a transmissão de dados em velocidade de Gigabytes por segundos. “A Região Metropolitana precisa ter cobertura de internet adequada à sua realidade. As perspectivas de desenvolvimento que se abrem a partir da inauguração da ponte são enormes. Teremos expansão industrial, comercial e residencial para aquela área”, explicou. O diretor presidente da Prodam, Tiago Paiva, afirmou que a iniciativa permitirá a interligação de órgãos públicos de Iranduba, Manacapuru, Novo Airão, e outros municípios da RMM à Rede Metropolitana de Comunicação de Dados de Manaus (MetroMao), sistema de cabeamento de fibra ótica do Governo do Amazonas. De acordo com o secretário da Região Metropolitana, René Levy Aguiar, a ligação dos municípios da RMM por uma rede de fibra ótica confiável e de alta velocidade vai garantir a interação permanente. A ação vai além dos órgãos públicos e poderá integrar empresas de comunicação que atuam no Estado e que têm interesse em estender seu alcance e aprimorar a atuação nos municípios.


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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Tostão e Gerson

Seguramente a bola e os deuses do futebol dariam nota 10 ao colunista Tostão (Esporte, 16/10) diante do correto, justo e perfeito comentário que o eterno craque mineiro fez ao cerebral Gerson, o canhotinha de ouro do Tri. Destacando o talento coletivo de Gerson, a seu ver, fundamental ao bom jogador de futebol, Tostão salientou: "Jogava como se estivesse vendo a partida da arquibancada. Enxergava até o que ainda não tinha ocorrido".

Diap aponta Renan como um dos cem “cabeças” do Congresso

O senador Renan Calheiros está mais uma vez presente na lista do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar que aponta os cem políticos mais influentes do Congresso. Os chamados “cabeças” são 62 deputados( de 513) e 38 senadores (de 81). Os 27 políticos do PT são maioria na sétima edição da lista do Diap, seguidos de 14 pemedebistas e de 13 nomes do PSDB. A bancada feminina também foi representada por nove parlamentares, entre elas, Ana Arraes (PSB-PE), Luiza Erundina (PSB-SP,) Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) e Marta Suplicy (PT-SP). Para selecionar os políticos que figuram na lista, o DIAP leva em consideração características específicas dos escolhidos. A “a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e, principalmente, facilidade para conceber idéias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão”. Novamente, Renan se destaca pela capacidade de articulação política. O senador é citado pelo Diap desde a década de 80, quando foi eleito deputado constituinte. Já foi considerado, nos últimos anos, como o mais influente político brasileiro, pela mesma fonte. Clique aqui para conferir a lista completa dos 100 cabeças do Congresso Nacional, elaborada pelo DIAP, por estado, profissão, origem parlamentar e pelas categorias adotadas pelo Departamento.

Brasil investe pouco em defesa, dizem especialistas

Importância estratégica crescente do país justificaria gasto maior no setor, segundo participantes de debate na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional

O investimento em defesa feito pelo governo brasileiro é relativamente baixo, considerando as riquezas nacionais e o papel crescente do país numa reorganização geopolítica global. A análise foi feita ontem por especialistas ouvidos na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) sobre a Estratégia Nacional de Defesa (END). Na audiência presidida por Fernando Collor (PTB-AL), o tema foi avaliado de forma mais ampla do que uma questão estritamente militar. Para o professor Gunther Rudzit, coordenador do curso de Relações Internacionais da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), de São Paulo, a Constituição de 1988 gerou confusão entre segurança nacional e defesa nacional. Citando exemplos, o professor afirmou que a segurança vai muito além da defesa. Um dos grandes problemas no reaparelhamento das Forças Armadas, segundo Rudzit, diz respeito à educação. Ele afirmou que há, por exemplo, uma dificuldade de compatibilizar a alta tecnologia com o serviço militar obrigatório. A baixa capacitação dos soldados limita a capacidade de se absorver tecnologia avançada. O general Aderico Mattioli, diretor do ­Departamento de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa, elogiou o comprometimento do governo com a END, ressaltando que a questão permeia todos os ministérios. Segundo o general, a END tende à centralização de compras, e o ministério se adapta a demandas de produtos "desafiadores". Ele destacou que a compra e venda de produtos de defesa também contribui com o comércio exterior, mas os militares estão preocupados com a demanda brasileira por produtos de média e alta tecnologia que têm de ser importados — algo que, afirmou, "não é nosso sonho, mas nossa realidade".

Agência Senado

Confira matéria sobre o assunto na TV Senado


domingo, 16 de outubro de 2011

Ao mestre com carinho e respeito


Ele jamais se omitiu. Sua palavra vigorosa, suas verdades, suas denúncias, suas campanhas, incomodam e intranqüilizam maus brasileiros até hoje. Sempre pensou mais na coletividade. Combateu todos os governos. Nunca pleiteou nada pessoal. Foi cassado. Sem dúvida seria deputado federal, senador, governador e Presidente da República. Dedicou-se então ao jornalismo por inteiro. Ao lado e na frente do bom combate, das boas e legítimas causas nacionais. Sua pena firme e fulgurante visa os interesses do Brasil. Durante mais de 50 anos, façanha dos verdadeiros guerreiros, escreveu coluna diária e ainda fazia artigos. Lançou no jornalismo grandes profissionais. Criou revistas, editou colunas, trabalhou com dezenas de outros mestres. Conhece todos os assuntos. Escreve bem sobre todos eles. Profundo conhecedor também de esportes. Cobriu de perto muitas copas do mundo. Seus textos correm escolas e universidades. Sempre gostou de conversar, trocar idéias, debater, com os jovens. Sua vasta obra precisa virar livros. Encanta gerações. Tem leitores e admiradores em todos os setores de atividade. Frouxos, burros e hipócritas impediam sua presença na televisão. Suas verdades incomodam poderosos e oportunistas. Foi e é amigo de políticos e homens públicos importantes e famosos. Mas nunca pediu nada a eles. Recebia muita gente no gabinete. Um deles, jovem determinado e idealista, comunicou-lhe em primeira mão que seria candidato a Presidente da República. Foi mesmo e venceu a tudo e a todos. Só perdeu, mas adiante, para o devastador jogo sujo politico e parceiros da banda podre da imprensa e do empresariado. Corja atuante até hoje. Meu personagem dizia o que muitos dizem hoje, com banca de descobridores do ar: "Jornalismo não é relações públicas". É o brasileiro mais preso e confinado. Ia e logo voltava. O tempo trouxe-lhe adversidades familiares. Encarou todas elas com galhardia e fé, a exemplo do que fizera quando penalizaram o leitor, a imprensa, o bom senso e a democracia, com censores na redação e depois destruindo o jornal com bombas. Ama a família, tem adoração pelos netos, tem imensas saudades do filhão talentoso e querido. Sofre pelo irmão, também penalizado pelo dedo implacável das leis de Deus. Desde a década de 70 escrevo sob seu comando. Artigos assinados e artigos cruelmente cortados pelos censores, alguns publicados apenas com meu nome. Com o espaço em branco. Ou seja, o jornal saia quase todo em branco, mutilado. Outro grande veículo igualmente penalizado pela burrice da repressão colocava versos ou receitas nos espaços vetados. Ele preferia deixar em branco, para mostrar, enfatizar, aos leitores, a brutalidade da censura. Tenho ainda muito a dizer sobre ele. Faria com prazer. Deixo apenas estas linhas, como depoimento pessoal a um homem por quem tenho o maior carinho e amizade. Fico emocionado quando falo ou escrevo sobre ele. Estou com ele em todas as horas e circunstãncias. Assim, peço uma salva de palmas a este gigante Hélio Fernandes, que hoje(amanhã, 17) faz 90 anos de idade. Forte abraço e um beijo para você. Que Deus lhe dê forças.

Vicente Limongi Netto

sábado, 15 de outubro de 2011

Nery e Sarney


Lamentável, estranho, curioso, intrigante, o atual estágio de “amizade” do Nery com Sarney. Ué, eram, já foram, tão amigos. Sem aspas. Agora, deus me livre, é preciso recomendar as aspas. Nery deve ficar com a alma ferida, hoje, tendo que insultar tanto Sarney. É a vida. Tudo passa, diz a letra da música. Inclusive todos nós. Claro, evidente, que não posso nem devo colocar barreiras as novas amizades maranhenses de Nery. Ele é crescidinho, sabe da vida dele. Para onde o rio corre. É preciso viver, ralar. A vida não é fácil. Não é, Nery?

***
É duro. Ao contrário de Nery faço questão de preservar, destacar e zelar por minhas amizades. Não são muitas, mas para mim são tudo. Moram no meu coração. Aplaudo e reverencio meus amigos até mesmo quando vão para outro plano da vida. Não importa se meus amigos têm defeitos. Seguramente também têm virtudes. Somos pó e voltaremos para o pó. Não tenho a pretensão nem a arrogância de criticar, colocar defeitos, insultar os outros apenas por prazer. Desafetos? Posso ter alguns. Continuam estudando, lendo, aprendendo. Inimigos, já tive até mais.

Robério Braga


Manaus e o Leite de Colônia

Corria o ano de 1920. Manaus era ainda uma pequena cidade recolhida, sofrendo os desgastes da debâclé da economia da borracha. O centro comercial procurava reagir, sem conseguir acreditar o que se passava. Numa farmácia de esquina de rua era criado um produto que teria fama nacional: o Leite de Colônia. Como muitos outros apaixonados pela Amazônia, Carlos Guilherme Gordon Studart, nascido em Fortaleza (1862), depois de ter atuado na política do Ceará, notadamente na campanha da abolição da escravatura negra, veio para Manaus em 4 de junho de 1899, chegando no dia 12. De boa situação financeira aqui instalou uma Farmácia, a mesma que mantivera durante anos na terra de seu nascimento. Conseguiu instalar o estabelecimento na avenida Eduardo Ribeiro com a rua Municipal, depois Sete de Setembro, local privilegiado. Era um comércio promissor, com medicamentos de toda a sorte, “do que havia de mais moderno e acreditado”, conforme salientava a propaganda nos jornais. Sempre procurou intensificar suas ações comerciais e atuou na imprensa amazonense como proprietário e redator-chefe do jornal Comércio do Amazonas. Ficou por aqui até 1921, quando encerrou as suas atividades e seguiu para São Paulo. E foi neste curto espaço de tempo na capital amazonense que criou um produto inigualável. Teve vida longa, falecendo aos 103 anos de idade no Rio de Janeiro. Foi ele o criador do famoso Leite de Colônia com o qual conseguiu projeção comercial nacional. Produzido inicialmente no Laboratório da Farmácia Studart de Manaus, “com uma fórmula feliz e única no gênero desde o seu nascimento e depois plenamente consagrada”, como ele mesmo registrou depois. Na ocasião dos 25 anos de criação do produto ficou um registro singular, próprio da visão daqueles anos sobre o homem e o clima amazônicos, “ao organizar o Leite de Colônia, não havia visado nenhum interesse de lucro, mas apenas o de servir a uma grande multidão de pessoas que, numa região tropical como o Amazonas, sofria de afecções da pele. E foram essas pessoas que, fazendo a melhor propaganda do produto, estimularam a sua expansão por todo o país”, conforme o discurso de Arthur Studart que era farmacêutico, bacharel em direito, médico e industrial, filho do fundador da farmácia. Até hoje o Leite de Colônia faz sucesso nas prateleiras das drogarias e supermercados Brasil afora, conseguindo se manter em um mercado competitivo e sofisticado. Eta coisinha da boa, e que tem muitas serventias.

Robério Braga é secretário de cultura do Estado do Amazonas

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Eixo Rio-São Paulo versus desenvolvimento sustentável do Norte?


Em tempos de debate sobre tablets, ZPEs e disputas com indústria paulista – e pensando na integridade da ZFM - amazônida Flávia Grosso pede exoneração da Suframa para se defender de calúnias

Leia o comunicado de Flávia Grosso:

Tive o privilégio e a honra de cumprir a missão que me foi dada de comandar a Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA – por oito anos e seis meses, ainda mais pelo fato de ser a primeira funcionária de carreira a assumir tal posto e tendo a certeza de que honrei a todos os meu colegas de trabalho ao agir dentro dos parâmetros de honestidade e eficiência que sempre nortearam minha conduta como servidora federal.

Sou amazonense. Nasci, cresci, constituí minha família e criei meus filhos no maior Estado de nossa Federação. Ingressei na SUFRAMA ainda nos idos de 1974 e sempre pautei toda minha carreira na honestidade, no respeito a subordinados e superiores hierárquicos, nos valores éticos e princípios cristãos.

Possuía razoável noção das dificuldades a serem enfrentadas e dos obstáculos que se imporiam, mas sabedora da capacidade da "Família SUFRAMA", a quem torno pública minha gratidão, entendi por enfrentar o desafio e, assim, colaborar ainda mais com o desenvolvimento da Zona Franca de Manaus e, via de consequência, de toda a região. Creio que a missão de gerar empregos e atrair novos investimentos foi cumprida a contento neste período e os números não permitem contestação: nunca o Polo Industrial de Manaus gerou tantos postos de trabalho, mais que o dobro do que se verificava quando assumimos.

Afirmo de maneira peremptória que sempre pautei a minha gestão no princípio da transparência, razão pela qual busquei atuar de forma preventiva e pontual ante qualquer indício de irregularidade, com abertura, inclusive, de procedimentos internos para averiguar os fatos.

Estar ciente de ter dado o meu melhor me conforta e me dá forças para não deixar que minha ilibada reputação seja destroçada por acusações tão fracas quanto um castelo de cartas. Não aceito e não deixarei que eu e minha família sejamos atacadas pelo infame. Toda tentativa de manchar meu nome se mostrará inócua e sairei ainda mais fortalecida para lutar contra as injustiças de que estou sendo vítima. Nenhum ato contra minha dignidade e de minha família será tolerado. Minha história de vida não permitiria isso.

Não posso permitir mais que inverdades sejam por outros utilizados “politiqueiramente” para denegrir e prejudicar o futuro do modelo Zona Franca de Manaus. Não faria isso antes, não farei agora, ainda mais quando a Zona Franca de Manaus atravessa momento de transição para rumos melhores e maiores. Não permitirei que aqueles que não têm compromisso com a visão de engrandecimento da geração de emprego e da qualidade de vida para todos aqueles que dependem da Zona Franca de Manaus continuem a prejudicá-la.

Assim, com o sentimento de gratidão e de dever cumprido, comunico que solicitei nesta sexta-feira, 07 de Outubro, minha exoneração do cargo de Superintendente da SUFRAMA, a fim de que possa, com a serenidade e paciência necessárias, me dedicar à defesa de minha reputação profissional e aos cuidados com a família, que tanto sofreu e sofre com estas injustiças.

Flávia Skrobot Barbosa Grosso