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Pleno do Tribunal Regional Eleitoral deferiu registro de candidatura da chapa liderada por Fernando Collor e Galba Novaes
GazetaWeb
O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral - TRE aprovou, em julgamento nesta terça-feira (03), o registro de candidatura de Fernando Collor de Mello (PTB) e Galba Novaes (PRB) ao governo de Alagoas. O resultado credencia, definitivamente, os dois candidatos ao pleito de 2010.De acordo com Fábio Ferrário, advogado da coligação 'O Povo no Governo', o deferimento das candidaturas majoritárias aconteceu por unanimidade. 'Os sete juízes do pleno entenderam que temos todas as condições exigidas pela Justiça Eleitoral para disputar o pleito. E também tivemos o parecer favorável do Ministério Público Eleitoral", explicou o especialista. O advogado também informou que, com o deferimento, passa a ser inexistente, a partir de agora, qualquer possibilidade de impedimento legal para que a campanha de Collor e Galba continuem nas ruas. "A chapa está definida porque tivemos o nosso pedido julgado procedente. Entregamos todas as certidões das justiças estadual e federal e os documentos estabelecidos em legislação específica. Portanto, Fernando Collor e Galba Novaes estão com as suas candidaturs homologadas", acrescentou Fábio Ferrário.
Outro julgamento
Também no dia de ontem o pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) negou provimento, em decisão unânime, à ação interposta pelo Ministério Público Eleitoral contra candidato Fernando Collor de Mello. A representação buscava a aplicação de multa, sob a alegação de que Collor teria feito propaganda extemporânea (fora do prazo legal) por meio de matérias jornalísticas divulgadas no jornal Gazeta de Alagoas – uma das empresas da Organização Arnon de Mello (OAM).As referidas matérias foram publicadas com os títulos ‘Collor inaugura obras no interior’ e ‘Collor participa de inaugurações em Alagoas’. Contudo, o argumento da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) não convenceu os juízes e desembargadores que integram o Pleno do Tribunal. Eles desconsideraram o pedido de aplicação de multa por entender que não houve a intenção, mesmo que subliminar, por parte do candidato, em influenciar a opção do eleitorado alagoano por meio das reportagens publicadas. O relator do processo foi o juiz Sebastião Vasques, cujo voto foi acompanhado pelos demais membros da Corte eleitoral.
Recurso sobre o jingle
Fábio Ferrário também falou da expectativa a respeito do embargo de declaração com efeitos suspensivos e modificativos, impetrado na última sexta-feira (30), na Justiça Eleitoral. O recurso objetiva a manutenção integral do jingle de campanha da coligação ‘O Povo no Governo’ e o advogado, que ainda não sabe quando ocorrerá o seu julgamento, acredita que o juiz auxiliar da propaganda eleitoral, Antônio Carlos Freitas Melro de Gouveia, reformará a sua decisão. Na semana passada o magistrado proibiu a veiculação dos nomes “Lula” e “Dilma” na música que embala a campanha do ex-presidente. “Voltou a dizer que os argumentos da defesa foram baseados naquilo que preconiza a lei nº 9.504/97, ou seja, somente usar a imagem e a voz de candidato ou militante de partido que integre a sua coligação em âmbito nacional. Isso quer dizer que podemos falar de Lula e Dilma porque o PRB, partido do vice-presidente da República José Alencar, é a mesma legenda do candidato a vice do Collor, Galba Novaes. É um direito do PRB que a sua coligação explore o apoio da candidata Dilma e do presidente Lula. Além do PRB, o PTC é outro partido da coligação do Collor que também compõe a coligação da Dilma", explicou o advogado. "Pela existência de agremiações partidárias comuns na coligação de Dilma e na coligação do candidato Fernando Collor, é legítimo usar na propaganda eleitoral em âmbito regional, inclusive no horário eleitoral gratuito, a imagem e a voz tanto de Dilma Rousseff como do presidente Lula", ressaltou Fábio Ferrário.
A Comissão de Serviços de Infra-Estrutura (CI), presidida pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), apresentará à Mesa do Senado projeto de lei que dispõe sobre a Política Nacional de biocombustíveis. A decisão foi tomada pelos senadores que integram a comissão, reunidos neste momento em reunião deliberativa. O texto do projeto foi elaborado por um grupo formado pelos senadores Inácio Arruda (PCdoB-CE), Gilberto Goellner (DEM-MT) e Delcídio Amaral (PT-MS). Ao apresentar a matéria, Inácio Arruda informou que o projeto é fruto de sete audiências públicas sobre o assunto e diversas sugestões de entidades ligadas ao setor, enviadas pela internet.Defendo o direito de crítica, mesmo dos canalhas ensandecidos e engravatados, como Arnaldo Jabor. A democracia é assim. Protege inclusive os asnos. Contudo, a meu ver, é o cúmulo dos absurdos Arnaldo Jabor ser convidado para falar em Brasília. Logo ele, o venal e moleque Jabor, que não poupa ninguém em suas sandices. Insulta Brasília, a família brasiliense, o presidente Lula e, sobretudo, o Senado e a Câmara como instituições. É preciso um mínimo de amor próprio. Receber bem, quem tem méritos, quem respeita seus semelhantes. Não é o caso de Arnaldo Jabá, como disse Sebastião Nery. Sem ser desmentido. De minha parte, não deixo nada sem resposta aos que enchem a boca com estrume, como Jabor, para falar mal de Brasília. Nota zero, para os infelizes autores da iniciativa. Ao Jabor, meu total e absoluto desprezo.

Na edição de 23 de julho, a revista IstoÉ publicou matéria intitulada "Onde estão os fichas-limpas?" noticiando que o candidato ao governo de Alagoas, senador Fernando Collor (PTB-AL), não conseguiu todas as certidões exigidas pela justiça e, portanto, poderia ter sua candidatura impugnada. Em pronunciamento realizado na tarde desta terça-feira (3), o senador negou a veracidade da informação e exibiu, em Plenário, 12 certidões de "nada consta" expedidas por órgãos do judiciário federal e de Alagoas.
Segundo o senador, o título da matéria "Onde estão os fichas-limpas?" - induz o leitor a erro de interpretação. Fernando Collor acrescentou que o texto, assinado pelo jornalista Hugo Marques (a quem ele se referiu como Bruno Marques) desvirtua informações relativas à falta de certidões na Justiça como impeditivo de sua candidatura.
- Trata-se de apuração errônea do dito repórter, ou mesmo não efetuada como recomenda a boa prática jornalística. Todas as exigências da Justiça Eleitoral foram atendidas, conforme aqui comprovo, mostrando, uma a uma, todas as certidões já devidamente entregues - afirmou Collor antes de exibir e ler o nome de cada órgão que expediu certidão de nada consta em seu nome.
Fernando Collor disse que o jornalista, além de não ter cumprido as regras de uma boa reportagem, infringiu a lei quando divulgou, sem autorização, conversa telefônica de cunho particular que manteve com o senador. O repórter teria também ignorado o início do diálogo e divulgado para a mídia apenas parte da conversa, para assumir o papel de vítima.
Ao lembrar que o Congresso está apreciando proposta de emenda Constitucional que restabelece a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista, Collor comentou que o caso comprova que o diploma não garante o bom exercício profissional. Nesse sentido, opinou, a PEC apenas criaria uma reserva de mercado.
Confira o pronunciamento na íntegra:
O SR. FERNANDO COLLOR (PTB – AL. Pela Liderança. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, não é de hoje que ser sobejamente aguilhoado por meios de comunicação tornou-se uma constante em minha vida pública e privada. Muitas vezes, a causa dessa prática, reconheço, reside na altercação, um dos traços de minha personalidade e de minha conduta diante de determinadas situações e de infundadas exposições a que gratuitamente me submetem. Mas, nem por isso, a razão está sempre de um mesmo lado, por mais difícil que seja para alguns admitir a verdade.Se, de minha parte, posso reconhecer eventuais equívocos ou impropriedades que venha a cometer em circunstâncias especificas – e até mesmo me desculpando por elas –, de outra, espero que a compreensão e a justiça também prevaleçam quando em certas ocasiões meu nome e minha intimidade são sordidamente envolvidos. Artigo publicado semana passada faz alusões a uma suposta impugnação de minha candidatura ao Governo de Alagoas. Assinada por Bruno Marques, um apedeuta que se intitula jornalista, a matéria, além de induzir o leitor a um erro de interpretação com a chamada “Onde estão os fichas-limpas?”, desvirtua informações relativas à falta de certidões de “nada consta” na Justiça como impetitivo de minha candidatura. Trata-se de apuração errônea do dito repórter, ou mesmo não efetuada como recomenda a boa prática jornalística. Todas, absolutamente todas, as exigências da Justiça Eleitoral foram por mim atendidas, conforme aqui comprovo, mostrando, uma a uma, todas as certidões já devidamente entregues e que faço constar deste meu pronunciamento. São elas:
Justiça Federal, Certidão de Distribuição – Ações e Execuções, natureza criminal, nº 2010118192;
Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Secretaria Judiciária – Certidão para fins eleitorais nº 08308/2010;
Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, Comarca de Maceió – Certidão Criminal nº 234616; Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, Diretoria Adjunta de Assuntos Judiciários – Certidão de Nada Consta Criminal, de 13/07/2010;
Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Seção Judiciária do Distrito Federal (1ª Instância) – Certidão de Distribuição, Ações e Execuções Criminais, nº 249098; Tribunal Regional Federal da 1ª Região (2ª Instância) – Certidão de Distribuição, Ações e Execuções Criminais, nº 385971;
Cartório de Distribuição do Distrito Federal, Certidão Criminal de 1ª e 2ª Instâncias, de Nada Consta, nº 419821;
Supremo Tribunal Federal, Secretaria Judiciária – 3 certidões, de 23 de junho de 2010;
Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Secretaria Judiciária – Certidão de Nada Consta de Decisão ou Ação Penal, de 20 de julho de 2010;
Coordenação de Juizados Especiais de Maceió, Alagoas – Certidão de Nada Consta, de 8 de julho de 2010;
Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, Certidão Criminal de Nada Consta, nº 234616;
Justiça do Estado de Alagoas, Juízo de Direito da 17ª Vara Criminal – Certidão de Nada Consta, de 6 de julho de 2010.
Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, são informações que não tenho como deixar de trazer a esta Casa para restaurar a verdade dos fatos, a legalidade de minha candidatura e a legitimidade de meu direito à concorrência eleitoral.Contudo, diante do ocorrido, não posso também deixar de abordar o papel a que determinados indivíduos se prestam, e mais especificamente a alguns rufiões do jornalismo, simplesmente pelo prazer do doesto ou da ignomínia. Por algumas vezes, aqui mesmo deste Plenário, tenho denunciado o mau jornalismo e a desqualificada postura de pretensos profissionais da esquete da mídia, com é o caso agora deste jagodes da imprensa escrita. Não bastasse sua matéria antiética da boa reportagem, o sicofanta infringe a lei e consegue, numa única iniciativa, cometer três atos criminosos.A Constituição Federal, ao mesmo tempo em que garante a liberdade de comunicação e de pensamento, preserva, no inciso XII do seu art. 5º, a inviolabilidade do sigilo das comunicações telefônicas. Não foi o que fez o tal cáften da mentira.Primeiro, gravou sem a exigida ordem judicial e, pior, sem meu conhecimento, uma conversa telefônica de cunho estritamente particular. Segundo, divulgou a ilegalidade por ele praticada em toda a mídia sem a devida autorização ou meu consentimento. Por fim, de forma covarde, não bastasse urdir a situação numa atitude próxima à de um sicário, tramou cavilosamente ao mostrar apenas o trecho final da gravação fora do contexto real e da sequência dos acontecimentos. Ignorou todo o diálogo inicial e as afirmações anteriores para, sordidamente, forjicar o cenário para se transformar em vítima.Esse é, reconhecidamente no seu próprio meio, o estilo de reportar do Sr. Bruno Marques. Trata-se de um autêntico e conhecido ficha-suja da imprensa brasileira. Ele não se vende à verdade; ele se aluga. Ele carece de total credibilidade e que recorrentemente mancha a honra do bom jornalismo. Por fim, Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, o fato nos remete também a uma oportuna e necessária reflexão do Senado sobre a atividade jornalística. Estamos prestes a apreciar uma proposta de emenda à Constituição sobre o assunto, criando uma reserva de mercado, a meu ver, desnecessária. Acredito que este e inúmeros outros exemplos de deturpação de fatos, envolvendo principalmente, homens públicos, são uma prova de que o diploma não é, definitivamente, a garantia do bom exercício da profissão de jornalista.
Era o que tinha a dizer, Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores.
Obrigado.
Confira os vídeos com o discurso na íntegra:
No dia 18 de dezembro de 2006, no plenário do Senado, o senador ACM fez violento discurso, chamando o dono da revista "Isto É", Domingo Alzugaray, de "ladrão", acrescentando que não receberia em seu gabinete o repórter Hugo Marques, porque ele "pertencia a uma revista desonesta". Disse mais o senador, ex-governador e ex-ministro Antônio Carlos Magalhães, sobre o repórter Hugo Marques: "Hugo, coitado, quer melhorar, mas Satanás não deixa, está incorporado a ele. Sua figura se confunde com a do demônio. Então, por mais que ele queira melhorar, ele sempre piora". Como se observa, ACM bateu forte. Era seu estilo. Contudo, a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) não se manifestou, corajosamente, como resolveu fazer agora, com o senador Fernando Collor, que falou as verdades necessárias, pelo telefone, ao "repórter" Hugo Marques, o mesmo que mereceu palavras duras de ACM. Creio, como veterano jornalista, que nenhum profissional está acima do bem ou do mal. Muito menos jornalista. Não é função do repórter que se preza se fantasiar de juiz, de policial e muito menos de dono da verdade. O jornalista não tem o direito de acusar ninguém sem provas. Quem diz e escreve o que não deve, ouve o que não quer. Depois de arrancado da Presidência da República por abutres que estavam tendo seus eternos interesses contrariados, Collor foi absolvido pelo STF de todas as levianas acusações de seus torpes detratores. Cumpriu seu calvário de 8 anos calado, com absoluta dignidade. Ouvindo e lendo absurdos a seu respeito. Hoje, senador eleito por Alagoas e liderando as pesquisas para retornar ao governo de Alagoas, Collor não vai admitir, de forma alguma, de quem quer que seja, acusações infundadas e insultos de parasitas, oportunistas, hipócritas e decaídos. Bateu, levou. Quem não aguentar o tranco que saia da rinha.
O tal Hugo Marques, da “IstoÉ”, é um moleque ordinário. Irresponsável e leviano. Tomara que leve umas porradas mesmo do Collor. Quem não respeita os outros não merece ser respeitado. Collor sofreu horrores dessa corja de recalcados e hipócritas, depois de arrancado da Presidência da República por abutres que tiveram seus eternos interesses escusos contrariados. Absolvido pelo STF de todas as acusações de seus detratores canalhas, Collor enfrentou e viveu calado, mas com dignidade, seu longo calvário. Hoje, de volta á política, eleito senador pelo PTB e, agora, disputando novamente o governo de Alagoas e liderando as pesquisas, Fernando Collor não admite nem jamais vai admitir patifarias, mentiras e infâmias de quem quer que seja. É preciso acabar de uma vez por todas com esta descarada escalada de ressentimentos, ódios, frustrações e patrulhamentos doentios que, volta e meia, toma conta da imprensa brasileira. Colunistas, repórteres e analistas se fantasiam de policiais, de juízes, de delegados, de donos da verdade e saem por aí babando imbecilidades, linchando as pessoas.
Leia "O Resgate da História: a verdade sobre o processo de impeachment"
Na qualidade de ex-jornalista do O GLOBO aplaudo e exalto os 85 anos do jornal. Aprendi muito no O GLOBO, trabalhando com excelentes profissionais. Cheguei a chefe de reportagem da sucursal de Brasília, sob o comando de Leonídio Barros, a quem reverencio com satisfação. Hoje, aposentado, faço questão de manter acessa dentro de mim a chama de repórter.
Minha mensagem para o qualificado e respeitado jornalista Mauro Santayana:
Meu caro,
parabéns pela tua aula aos açodados, venais, covardes, petulantes, hipócritas e levianos coleguinhas no belo artigo "a imprensa e seus inimigos". Infelizmente estão em todo canto, botando banca de sábios. Vigilantes da ética alheia, não têm espelho em casa. Carapuça enorme. Aí mesmo, no JB, tem alguns velhacos. Idiotas que só porque têm coluna em jornal, se acham no direito de insultar os outros. a meu ver, são mais canalhas do que geralmente os que acusam.
Abraços,
Limongi
Resposta do Mauro Santayana:
Pedindo desculpas pelo atraso da resposta, muitíssimo obrigado por sua mensagem. Infelizmente, o nosso ofício é vulnerável ao que há de pior na alma dos homens, da inveja ao ódio gratuito, da infâmia à calúnia e à injúria. E, como bem aponta, agora temos também a internet, que me faz lembrar as escarradeiras antigas. Não se trata de posições políticas ou ideológicas, mas simplesmente de falta de caráter, de dignidade.
Abraços,
Mauro.
O Jornal do Brasil publicou editorial que é o máximo em torpeza. Deveria patentear o tom faccioso, pretensioso e venal do texto "Pequeno passo para o Senado". Os senadores saberão decidir o caso Renan Calheiros com serenidade. Não se submeterão ao açodamento de editoriais travestidos de isentos. A maioria dos senadores não se intimidará com os clichês insistentemente plantados pelos adversários de Renan Calheiros, na tentativa venal e covarde de confundir a legítima opinião pública. A verdadeira opinião pública é aquela que luta por salários, empregos, segurança, escolas, lazer, hospitais. Não é a apregoada por editoriais, manchetes e noticiário político tendenciosos, como infelizmente virou tônica nos dias atuais, com o maior cinismo e desfaçatez.
Sr. Redator: As quatro desastradas colombinas e o roliço pierrot Jô soltaram plumas e paetês. Arrancaram a máscara para criticar a licença do senador Fernando Collor. Direito regimental assegurado. Não abdica nem foge de nada. Collor incomoda vestais, desocupados e decaídos. Não se abala com tolices e sandices. Quem quiser que corte os pulsos. Ou ateie fogo às vestes.
Qualquer um é infinitamente melhor do que Dunga. Mano convocou alguns jogadores que já deveriam ter sido lembrados pelo turrão Dunga: Hernandez, Marcelo, Neiymar, Ganso e Diego Tardeli. Mano tem aquele jeitão bom de irmão. Não vai querer jamais nadar contra a corrente. Quem como ele foi vitorioso treinador do poderoso, exigente e popular Corinthians, tem tudo para também ser vitorioso na seleção. Não vai complicar, jamais vai inventar e muito menos contrariar a torcida e ex-jogadores, muitos deles hoje bons analistas de futebol. Pé na estrada. O caminho é árduo e longo. Mano sabe que não vai encantar nem satisfazer ninguém, apenas ganhando torneios e copas sem expressão. Com todo respeito a todos eles. A missão de Mano é conquistar o hexa para o Brasil em 2014. Mano também sabe, não é tolo, que renovar a seleção, não significa que não poderá dispor de jogadores experientes. Mesclar a seleção, dando cancha aos mais novos que começaram a ser lembrados, é, a meu ver, fundamental. Bem vindo, Mano.
A superintendência da Suframa também participa, em Natal, até o próximo dia 30, da 62º Reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Em parceria com o governo Eduardo Braga a Suframa montou estande que divulga as ações institucionais da autarquia em favor do desenvolvimento sustentável da Amazônia Ocidental, que abriga os Estados do Amazonas, Pará, Acre, Roraima, Rondônia e Amapá
Aquino, realmente amo meus amigos, mas, também, sei fazer justiça a quem mereça. Sem nenhum constrangimento e, muito menos sem medo de patrulheiros idiotas. Minha vida toda foi e é assim. Amigo meu não tem defeito. Inimigo, se não tiver, coloco. Posso dizer a você, com sinceridade, mesmo se não fosse Dilma, jamais votaria em Serra. O que ele tem de melhor e diferente de Dilma? Portanto, é minha candidata desde o início. Não sou pingente rigorosamente de nada nem de ninguém.
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Aquino, se ela não ganhar, quase impossível, o adversário é ruim, minha vida continua. Firme e Forte. Não preciso dela, do PT, muito menos do PSDB ou de Serra. Sou mesmo lacerdista até as profundezas da alma. Só temo a Deus. Não me conheces, não penso em mordomias, nunca pensei. Gosto de trabalhar. Sem submissão a ninguém. É diferente.Também anote, para não repetir bobagens a meu respeito: não pertenço a nenhum partido político, nunca pertenci.Nem pretendo.
Comentário do Helio Fernandes:
"Lula: sem GENÉTICA, sem TALENTO e com uma INTELIGÊNCIA esperta, o DESTINO fez dele um personagem especialíssimo na História"
Meu comentário:
Hélio, Lula tem perto de 85 por cento de aprovação, de aceitação popular. Trabalha do jeitão dele, tem mais sensibilidade política do que um balaio de homens públicos diplomados. Vence todas, supera todos os obstáculos, não deixa espaço para a medíocre oposição reagir ou retrucar com fatos. Só acusam Lula sem provas, na base do desespero. E agora, mais do que nunca, perto das eleições, os mais açodados e bravateiros sabem que jogar pedras em Lula, se não forem jogadas com competência, elas voltam diretamente, certeiramente, ao coração dos seus desafetos. Ou seja, a incompetente oposição não tem saída, não sabe o que fazer para vencer Lula-Dilma. Agressões gratuitas, covardes, mentirosas, pela internet, não colam mais. É baixaria própria dos canalhas. É a arma dos fracassados.
Vicente Limongi Netto:
“O dia 20 de julho tem um significado especial para todos que gostam de exaltar a arte de viver. É o Dia do Amigo. Ele preenche o vazio da alma. O amigo não nos deixa faltar nada. É uma dádiva dos céus. Presente nos momentos difíceis. Espanta a melancolia, fortalece o espírito. Estimula a convivência, respeita a individualidade. Pondera com sabedoria. Amo meus amigos. Não vivo sem eles. No meu blog destaco Vitor Hugo, “um amigo pela metade é traidor pela metade”. Também são valiosas as palavras do italiano C. Dossi: “O falso amigo é como a sombra que nos segue enquanto dura o sol”.
Comentário de Helio Fernandes:
O difícil, Limongi, é a identificação. Amizade não se identifica pelo elogio e não resiste ao Poder. O presidente de Minas, (se chamava assim), descendente do Patriarca, adorava elogio e confessava isso. Um intimíssimo, alertava, “ele não é teu amigo, assim que você deixar o Poder, vai desaparecer”. E o grande Antonio Carlos Ribeiro de Andrada, respondia: “Não me incomodo, faz bem na hora”. Mas também não adianta negar todos, existem os que se revelam na adversidade.
"O almoço rompeu um círculo demonizante cuidadosamente construído em torno da candidata. Desde que ela foi ungida por Lula para sucedê-lo, tem sido uma campanha continuada, incansável e cruel, seja através da mídia impressa, como também via mensagens anônimas na internet. É biografia falsa - que chegou até a ser publicada em um dos maiores jornais do país, posteriormente desmentida de modo discreto; é toda sorte de achincalhe, traçando o perfil de uma mulher autoritária, perigosa, insensível, dura e sem qualquer atrativo pessoal. Como se a beleza fosse atributo imprescindível a todas as mulheres! Um festival de preconceito, machismo, descortesia, desrespeito à mulher, mau gosto e reacionarismo. Um vexame completo, sobretudo quando constatamos que essa campanha cruel tem eco entre pessoas preparadas e informadas e, pior, muitas vezes parte delas próprias! O que nós podemos constatar através das listas de nomes, que não costumam vir ocultas no "leva e trás" dos emails. Aí, com tristeza, cabeça baixa, lágrima escorrendo, a gente percebe que, na chamada alta burguesia brasileira, nada muda, nada mudou. É a mesma fúria cega quando se trata de assegurar privilégios, manter-se exclusiva no Olimpo dos eleitos, tentando impedir que os `diferentes´ ascendam a ele”.
Senador afirmou que financiamentos terão carência de 24 meses e prazo de até dois anos para ser pagosJanaina Ribeiro
Em entrevista exclusiva ao programa Ministério do Povo, da Rádio Gazeta de Alagoas AM, o senador Fernando Collor de Mello (PTB) anunciou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) autorizou a liberação de recursos para os comerciantes e micro-empresários que perderam seus negócios por conta das enchentes que atingiram 28 municípios alagoanos. O banco é o principal instrumento de financiamento de longo prazo para a realização de investimentos em todos os segmentos da economia, em uma política que inclui as dimensões social, regional e ambiental.O parlamentar, que também é presidente a Comissão de Infraestrutura do Senado Federal, explicou que, em conversa com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, foi-lhe confirmado que o governo federal irá disponibilizar linhas de financiamento para todos aqueles comerciantes e empresários que perderam tudo ou tiveram parcialmente seus negócios prejudicados pelas chuvas. “O anúncio será feito, oficialmente, pelo BNDES provavelmente no final do dia desta terça-feira. A instituição irá liberar o dinheiro para a Caixa Econômica Federal, para o Banco do Brasil e para o Banco do Nordeste; e, até o final desta semana, os recursos estarão disponíveis para empréstimo", detalhou o senador.