Depois da farsa eletrônica,
com milhões de assinaturas, a maioria delas rejeitadas pelos cartórios, surge,
agora, o estúpido e inócuo espetáculo de um panelaço na porta da casa de Renan
Calheiros. A pantomima é patrocinada por grupelho de politicos ressentidos e
maus perdedores fantasiados de isentos. Os desocupados e inocentes inúteis que
se prestam a este ridículo e melancólico show, fariam melhor se fossem
estudar, ler um livro ou prestar serviços em comunidades carentes. Coisa feia.
Francamente.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Empresas podem contribuir com a revitalização do Distrito IndustriaI
Texto: Márcio Gallo
Durante reunião realizada esta semana,
representantes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) levaram
ao Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (Cieam) uma sugestão para que as
empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM), associadas à entidade,
firmem compromisso de colaborar com a revitalização do Distrito Industrial. A
ação na área foi iniciada com a reconstrução das vias promovida pela Secretaria
de Infraestrutura do Estado do Amazonas (Seinfra) com recursos federais
garantidos pela SUFRAMA e o aval da Prefeitura de Manaus, responsável pela
área. Mesmo com o reconhecimento de que as vias e espaços públicos do Distrito
são responsabilidade do poder público municipal, as empresas podem contribuir
com o objetivo de tornar a região, que abriga o maior parque fabril de Manaus,
uma área completamente recuperada, tornando-a mais atrativas àqueles que lá
circulam e trabalham. Assim, além da recuperação das ruas, já em andamento, a
proposta é de que as empresas revitalizem seus entornos, recuperando fachadas,
passeios e áreas verdes da região. O Cieam deverá trabalhar na sensibilização
das empresas instaladas próximas de rotatórias para garantir a recuperação da
área central, visto que as pistas serão recuperadas pela Seinfra, mas não há
previsão de revitalização de bancos, monumentos, calçadas ou serviços de capinagem
e poda das árvores que, porventura, existam. Desta forma, as empresas se juntam
aos esforços dos executivos federal, estadual e municipal para tornar o
Distrito Industrial de Manaus novamente a melhor vitrine de investimentos do
parque fabril local. Além de obras físicas, a reunião entre SUFRAMA e Cieam
tratou da “ocupação” do calçadão da avenida Ministro Mário Andreazza, via que
liga a rotatória da SUFRAMA à BR-319. As empresas devem motivar a realização de
atividades esportivas e culturais no espaço – o qual a Prefeitura já manifestou
interesse em recuperar.
Obras
No mês de julho, cinco vias do Distrito Industrial
I já começaram a receber trabalhos de revitalização em decorrência de convênio
assinado no final do ano passado entre a SUFRAMA e o Governo do Amazonas, por
meio da Seinfra. As intervenções em cada via incluem, além da pavimentação e
recuperação da base, a instalação de meio-fio, calçada e sistema de drenagem e
a sinalização vertical e horizontal. O convênio prevê a recuperação de um total
de 28 ruas e avenidas do Distrito Industrial I, bem como a criação de
infraestrutura para três novas vias do Distrito Industrial II, também conhecido
como Área de Expansão. O pacote completo de obras está orçado em R$ 104,5
milhões, sendo R$ 94 milhões repassados pela SUFRAMA e R$ 10,5 milhões
investidos como contrapartida do Governo do Amazonas que, juntos, conseguiram
autorização da Prefeitura de Manaus (publicada no Diário Oficial do
Município de 3 de janeiro de 2013) para poder atuar na área que é responsabilidade
do Município.
Assessoria Jurídica de Collor não vê problema em conteúdos divulgados
Para o advogado João Lobo, o Senador tem agido conforme a
legislação eleitoral
“O senador Fernando Collor ainda não foi citado e não tem
ciência do conteúdo de qualquer representação contra ele, movida na Justiça
Eleitoral. Mas, sendo verdadeiras as notícias recentemente veiculadas, vai
responder, em momento oportuno, com a tranqüilidade de quem sempre se portou
dentro dos preceitos e dos limites da Lei das Eleições”.
Essa é a resposta do advogado João Lobo, assessor jurídico
de Collor, sobre as notícias de que o senador estaria sendo alvo de uma
representação da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) de Alagoas, por suposta
propaganda eleitoral antecipada. Ele disse que, assim como o senador, só tomou
conhecimento da informação por meio dos noticiários, e que nenhum dos dois teve
acesso, ainda, ao conteúdo da representação, que ainda se encontra nas mãos do
relator.
Deixando sempre claro que sua avaliação é genérica, e que
considera prematura qualquer análise mais aprofundada sobre o assunto, antes de
ter visto a representação, o advogado argumenta que, se os fatos alegados são
os que foram divulgados pela própria assessoria da PRE e reproduzidos na imprensa,
não vê sinais de ilicitude por parte do seu cliente, na divulgação de conteúdos
e ações inerentes ao exercício do seu mandato parlamentar.
“Posso dizer que ele está tranqüilo e que temos respostas
jurídicas para tudo que foi alegado. Primeiro, as matérias publicadas nos meios
de comunicação, referindo-se a fatos relacionados ao exercício do mandato do
senador, são de interesse público e, por isso mesmo, de interesse jornalístico.
Portanto, não ferem a legislação eleitoral, encontrando, ao contrário, total
amparo na liberdade de imprensa”, diz o advogado.
Em relação às peças promocionais com o nome do senador,
sejam as de prestação de contas do seu mandato ou de congratulações com algum
segmento social, João Lobo avalia que elas não podem ser caracterizadas como
propaganda eleitoral, “porque não trazem, em si, elementos como: pedido de
voto, proposta de campanha ou vinculação do seu nome a um número de candidato”,
explica o advogado.
Ele observa, ainda, que a qualquer pessoa, com ou sem
mandato, é dado o direito de fazer esse tipo de publicação, sendo este o
pensamento estacionário na jurisprudência eleitoral.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Torpe Gurgel
O procurador-geral da República definitivamente é um torpe e ressentido.
Em fim de mandato, corre para os refletores fáceis. Quer aparecer de qualquer
jeito. Agora resolveu apresentar denúncia contra o senador Gim Argello.
Denúncia velha, vencida e julgada improcedente pelo Tribunal de Justiça do
Distrito Federal. Gim Argello é um senador operoso, diligente e dedicado. É o
responsável por obter os maiores recursos federais para obras em Brasília.
Seguramente Gim Argello é o senador que tem, hoje, o maior número de projetos
apresentados e aprovados pelo Congresso Nacional. Gim é parlamentar da linha de
frente da presidenta Dilma. Defende e luta pelos interesses coletivos com
desenvoltura. O pândego procurador-geral, portanto, errou feio de alvo. Já vai
embora tarde.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Bem que o Papa alertou
O Papa Francisco deixou claro na visita ao Brasil que apoia e incentiva a rebeldia dos jovens. Salientou, apenas, que tenham cuidado para não serem manipulados por aproveitadores travestidos de isentos e democráticos. É o que vem ocorrendo, lamentavelmente, nas manifestações contra o governador Sérgio Cabral. Longe de mim defender o governador. Reivindico o bom senso. Cabral não mora em casa. São imensos os transtornos para os moradores que moram no Leblon, perto do governador. A população perdeu o direito sagrado de ir e vir. Idosos, crianças, motoristas e ciclistas passam por enorme sufoco. Não está certo. Está mais do que claro que a turba ruidosa em frente ao prédio do governador é incentivada por grupos políticos desafetos de Cabral. Finórios que transformaram parte do populoso Leblon em palanque eleitoreiro.
Fernando Collor desafia ALE e governo a abrir contas
Ao desembarcar na noite de ontem no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares,
procedente de Brasília (DF), o senador Fernando Collor (PTB) teve contato
rápido com a imprensa, mas o suficiente para ser objetivo e propositivo em
relação às suspeitas de irregularidades na movimentação da Assembleia
Legislativa (ALE). “A iniciativa do deputado João Henrique Caldas (PTN) merece
o apoio da sociedade, porque é a busca da transparência, um clamor presente nas
ruas”, declarou o senador. Ele desafia o presidente da ALE, deputado Fernando
Toledo, e o governador Teotonio Vilela Filho, ambos do PSDB, de permitirem que
uma força-tarefa independente mergulhe na contabilidade do Legislativo e da
Secretaria da Fazenda (Sefaz). “Se há crime, se há mal feito nesse turbilhão de
denúncias que o jovem deputado JHC tornou público, então que se investigue a
fundo. Proponho uma força-tarefa constituída por representantes da seccional da
OAB de Alagoas, dos Ministérios Públicos Estadual e Federal, de auditores do
Tribunal de Contas, da CUT e do Movimento de Combate à Corrupção de Alagoas,
para jogar luz e passar tudo a limpo”, propôs Fernando Collor. “É preciso que o
governador Vilela e o presidente do Legislativo, que são correligionários
tucanos, aceitem esse desafio e permitam a entrada da sociedade civil nessa
averiguação, que deve ser ampla, geral e irrestrita, englobando esses últimos
anos”, completou.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Colunista lambe-botas do tucanato paulista tenta desacreditar família Sarney
Por Said Barbosa Dib*
Na noite passada (29/07), a coluna preconceituosa do lambe-botas do tucanato paulista, Augusto Antunes, da Veja, repercutindo matéria insólita de domingo de Reynaldo Turollo Jr, da Falha de S. Paulo, publicou artiguete intitulado “A galeria da blasfêmia”, tentando ridicularizar a família Sarney e desmoralizar a Fundação da Memória Republicana, com trechos chulos e irresponsáveis como estes (destaques nossos):
“Para abrigar alguns badulaques e quinquilharias que lembram a passagem do patriarca pela Presidência da República, a Famiglia (sic) que há 50 anos suga, sangra e sufoca o Maranhão decidiu criar a Fundação José Sarney. Para que a entidade se instalasse num endereço à altura do poderio do clã, o mais ilustre maranhense expropriou o Convento das Mercês. Foi assim que uma relíquia da arquitetura colonial virou sede do bando (...).
A descoberta do acervo de maracutaias que reduziram um convento a cabaré secou a cachoeira de donativos suspeitíssimos e verbas federais irregulares que sustentavam a Fundação (e engordavam as contas bancárias dos novos proprietários, começando pelo senador do PMDB promovido por Lula a Homem Incomum). Em vez de correr atrás do prejuízo, o pai da governadora ordenou que a conta fosse repassada aos moradores da capitania hereditária. E Roseana Sarney incorporou ao patrimônio público a instituição privada em apuros."
Em primeiro lugar, o senhor Augusto Nunes deveria ser menos preconceituoso com o povo do Maranhão e se informar melhor. Não pega bem falar em “50 anos que suga, sangra e sufoca o Maranhão”. Isto é mentira, simplificação e desprezo com o povo do estado. José Sarney governou entre 1965 e 1970. Roseana, em dois governos seguidos, entre 1995 e 2002 (não vamos considerar o atual). Foram os períodos mais fecundos em termos de desenvolvimento efetivo do Maranhão. As realizações foram tão substanciais que a população passou a associar “bom governo” aos “Sarneys”.
Senão, vejamos os fatos:
Governo José Sarney (1965-1970)
José Sarney, no tempo em que foi governador, foi apoiado por esquerdistas de então, como Glauber Rocha (que fez campanha para o Sarney) e a chamada “Bossa Nova da UDN. Com um estilo próprio de governo – popular, dinâmico e modernizador -, recebia em audiências diariamente dezenas de pessoas dos mais variados setores da população e provocou, segundo Veja (11/3/70), uma “revolução na administração”, chamada de “milagre maranhense”. Os investimentos decuplicaram, aumentando em 2.000% o orçamento do estado, mudança que nunca mais viria a acontecer. O novo governador sabia que era necessário compensar anos de atraso provocado pelo “vitorinismo”. Por isso, foi construída a usina hidrelétrica de Boa Esperança, na fronteira sul do Maranhão com o Piauí, pela Companhia Hidrelétrica de Boa Esperança (Cohebe), que passou a fornecer energia a cerca de 40 cidades do interior dos dois estados e parte do Ceará. Ainda segundo Veja (4/2/1976), nos quatro anos da administração Sarney o Maranhão deu um salto: o estado pulou de zero para quinhentos quilômetros de estradas asfaltadas – e mais dois mil quilômetros de estradas de terra -. Criou-se, além disso, uma rede de telecomunicações cobrindo 85 municípios; elevou-se de um para 54 o número de ginásios estaduais e ampliaram-se de cem mil para 450 mil as matrículas escolares. No início de 1970, Sarney inaugurou, com uma assistência de cem mil pessoas, a ponte de São Francisco, sobre a foz do rio Anil, ligando a ilha de São Luís – onde fica a capital – ao continente. A construção da ponte já havia passado ao domínio da lenda, pois se estendera por vários governos. A construção do porto de Itaqui, a barragem do rio Bacanga e o planejamento da cidade industrial foram outras iniciativas. Por tudo isso, a oposição não se cansa de estrebuchar. Precisa sempre dos lobby´s preconceituosos da industria paulista para menosprezar o que é positivo para os povos do Norte e do Nordeste.
Governo Roseana Sarney (1995-2002)
A sucessora política de José Sarney, sua filha Roseana, mesmo tendo recebido menos recursos do governo federal nos quatro anos do seu segundo mandato, os resultados práticos da sua gestão são impressionantes, principalmente na área da educação, que é a mais importante quando se tem preocupação com a questão social. Pelos relatórios publicados pelo PNUD/IPEA, facilmente acessados pela Internet, no que se refere aos gastos totais com “Educação e Cultura”, de 1995 a 2002, período que correspondente aos dois primeiros mandatos da governadora Roseana Sarney (em valores da época), o Maranhão chegou muito próximo da universalização no atendimento do ensino fundamental. 96% das crianças de 7 a 14 anos passaram a freqüentar a escola. No Ensino Médio, o estado conseguiu uma expansão nunca antes registrada, quando a oferta de vagas foi dobrada. O número médio de anos de estudo, para a população acima de 25 anos, em 1995, quando Roseana Sarney iniciou o seu primeiro mandato, era de 3,2 anos. Em 2003, quando terminou o segundo mandato, já era de 4,3 anos de freqüência em salas de aula. Um aumento de 1,1 ano no período – índice maior do que a média de crescimento do Nordeste, que foi de 0,93 ano estudado. Em todo o Brasil, o Maranhão da “oligarca” Roseana ficou atrás apenas de Sergipe, que teve um crescimento de 1,32 ano de estudo. Quanto à urbanização, Roseana também se destacou bastante. Pelo percentual de pessoas que vivem em domicílios urbanos com serviço de coleta de lixo, em 1991, era de apenas 26,32% da população, passando para 53,25% no ano 2000. Aumento de 26,93%, sendo o estado que mais cresceu no período não só no Nordeste, mas em todo o País, neste aspecto. No Amazonas, por exemplo, com população concentrada em Manaus, a expansão foi muito inferior no mesmo período, saltando de 60,02% para 78,23%, um acréscimo de apenas 9,87%. Assim como na coleta de lixo e no caso do tratamento de esgoto, na escala convencionada pelo IPEA, de 0 a 1, verificando-se o percentual da população que vive em domicílios com abastecimento adequado de água, o Maranhão evoluiu de 0,31%, em 1995, quando Roseana Sarney assumiu seu primeiro mandato, para 0,54% no final de seu segundo mandato, em 2003. Uma melhoria de 0,23%. Foi o terceiro maior aumento entre todas as unidades federativas. Perdeu apenas para o Ceará e o Tocantins. O Ceará, governado pelos tucanos, foi um dos estados que mais recebeu ajuda de FHC nos anos 90. Por isso, passou de 0,45% em 1995 para 0.70% em 2003, uma melhoria de 0,25%, pouco mais do que o Maranhão. Pelos percentuais de pessoas ocupadas com carteira de trabalho assinada, segundo dados do IPEA, no período compreendido entre 1995 e 2002, o Maranhão passou de 0,29% em 1995, para 0,36% em 2002, tendo um aumento de 0,12%, disparadamente o melhor resultado de todo o Brasil no período – a média brasileira é de 0,04%.
Sarney x FHC: comportamentos muito diferentes
Em segundo lugar, antes de criticar o estadista José Sarney, Augusto Antunes deveria fazer uma necessária diferenciação entre a forma de agir do ex-presidente maranhense com o comportamento nada republicano do tucano Fernando Henrique Cardoso, cantado em verso e prosa pelo pseudojornalista da “sujíssima Veja” (royalties para Helio Fernandes). Diferente de José Sarney, que doou seu patrimônio pessoal para o Maranhão, quando poderia fazê-lo para qualquer outro museu da capital federal, o tucano-mor tomou outro rumo nada digno de um homem que foi presidente da República. Nunca é demais lembrar que, na edição 234, de 11 de novembro de 2002, a revista “Época”, com o título de capa “FHC passa o chapéu”, mostrou que o ainda então presidente da República tucano reuniu empresários para levantar R$ 7 milhões para ONG que bancaria palestras e viagens suas ao Exterior em sua aposentadoria. A revista mostrou que foi em noite de gala, dizendo: “Fernando Henrique Cardoso reuniu 12 dos maiores empresários do país para um jantar no Palácio da Alvorada, regado a vinho francês Château Pavie, de Saint Émilion (US$ 150 a garrafa, nos restaurantes de Brasília). Durante as quase três horas em que saborearam o cardápio preparado pela chef Roberta Sudbrack - ravióli de aspargos, seguido de foie gras, perdiz acompanhada de penne e alcachofra e rabanada de frutas vermelhas -, FHC aproveitou para passar o chapéu. Após uma rápida discussão sobre valores, os 12 comensais do presidente se comprometeram a fazer uma doação conjunta de R$ 7 milhões à ONG que Fernando Henrique Cardoso passará a presidir assim que deixar o Planalto em janeiro e levará seu nome: Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC)”. A convocação de empresários para doar dinheiro a uma ONG pessoal do presidente, ainda com a possibilidade de assinar o Diário Oficial, constituiu o diferencial da atitude de ex-presidentes tão diferentes como FHC e José Sarney. O primeiro usou o Estado para benefício próprio para garantir suas viagens ao exterior, não para beneficiar o povo brasileiro. O segundo usou seu próprio patrimônio pessoal para beneficiar um dos mais importantes interesses públicos: a cultura. São formas radicalmente diferentes de se encarar a vida pública.
Senão, vejamos:
Museus de ex-presidentes: ao invés de enlatados culturais, esta seria uma boa idéia “ianque” a se copiar
Por Said Barbosa Dib*
Toda nação desenvolvida tem um ponto em comum inquestionável: o respeito, independente de ideologias e interesses específicos, aos seus líderes e figuras históricas, vistas sempre como exemplos a serem seguidos. Nos EUA o patriotismo e o amor pelas raízes históricas são quase obsessão. Lá é costume ex-presidente, por ter tido acesso a documentos históricos importantes, por ter participado ativamente de reuniões e eventos decisivos para a pátria, criar uma fundação com o objetivo de se preservar documentos e acervos históricos e catalisar na população o debate sobre temas importantes para o país. Esta tradição, mantida por quase todos os ex-presidente dos EUA, começou vinculada à criação da própria biblioteca do Congresso norte-americano. Criada em abril de 1800 para atender às necessidades dos deputados e senadores norte-americanos, a “Biblioteca do Congresso”, hoje a mais completa do mundo, teve seu destino alterado por força do acaso. Em 1814, tropas inglesas incendiaram o Capitólio, destruindo os 3 mil volumes sobre política, economia e história que compunham o acervo. Thomas Jefferson, terceiro presidente dos EUA e apaixonado por livros, ofereceu sua coleção com 6.487 exemplares, versando sobre arte, arquitetura, literatura, entre outros assuntos, por 23.940 dólares. Para isso, criou uma fundação, com o apoio do governo federal, para que fosse garantida a preservação e ampliação dos acervos. Hoje, a mesma fundação criada por Thomas Jefferson administra não só o acervo doado, mas toda a biblioteca. Tanto na França quanto na Alemanha é também costume ex-chefes de governo ou de Estado constituírem, sempre com o apoio do Estado, suas fundações, quase sempre localizadas em espaços cedidos pelos governos. Os exemplos são muitos, como a “Fundação François Mitterrand”, a “Fundação Conrad Adenauer”, a “Fundação Giscard Destaing”, etc.
A “Fundação Sarney”: primeira experiência na América Latina
O primeiro e único presidente brasileiro que decidiu dividir seu patrimônio pessoal com a sociedade brasileira foi o também intelectual José Sarney, notoriamente envolvido com a área cultural há bastante tempo. Seguindo o exemplo de Thomas Jefferson – sem, ao contrário, ter cobrado nada por isso – criou a “Fundação Sarney”, primeira entidade cultural instituída nos moldes das bibliotecas presidenciais norte-americanas em toda a América Latina. Como centro de estudos e pesquisas políticas e sociais, está localizada no Convento das Mercês - até então quase abandonado e sem uma função definida que fosse à altura de sua importância histórica-, esta monumental obra da arquitetura religiosa mercedária foi inaugurada em 1654 com o “Sermão de São Pedro Nolasco, do Padre Antônio Vieira, que então fez a profecia, hoje realizada: “aqui tragamos nossas memórias”. Mas a Fundação não foi criada apenas para preservar e divulgar o acervo doado pelo ex-presidente. Ela é composta tanto pelo “Memorial José Sarney”, quanto pelo “Centro Modelar de Pesquisa da História Republicana”, para preservar dados de todas as presidências; pelo “Instituto da Amizade Latino-Americana” e pelo “Instituto de Amizade dos Povos de Língua Portuguesa”. Assim como o acervo de Thomas Jefferson se tornou a própria Biblioteca do Congresso norte-americano, as funções, o acervo e a importância da “Fundação Sarney” se ampliaram e, hoje, abarcam várias áreas de interesse do povo brasileiro e vem servindo, também, para o desenvolvimento do turismo e da cultura no Maranhão e, de lambuja, viabiliza a preservação do espaço histórico do convento.
O acervo e sua importância para o Maranhão e o Brasil
A Fundação promove, cumprindo seus objetivos, seminários, pesquisas, congressos, cursos, encontros internacionais; publica livros e documentos relacionados com a história política do Brasil, dos países da língua portuguesa e latino-americanos, bem como o estudo sistemático de problemas sociais e políticos. A Fundação abriga acervo, doado pelo Presidente Sarney, de 40.000 livros; e mais de 500.000 documentos; destes, 80.000 manuscritos; 70.000 recortes de jornais (clippings, charges, sinopses); 70.000 cartas enviadas de todos os quadrantes do País. O acervo audiovisual corresponde a 18 mil negativos, 1.500 filmes de 16 mm, milhares de slides, discos, álbuns fotográficos, 4.000 horas de fitas VHS e V-MATIC. Acervo museológico de 2.500 peças, arte sacra, esculturas, quadros e artesanato de vários países. Gravuras, mapas antigos, obras raras e manuscritos de grande valor, destacando-se os originais de “Espumas Flutuantes”, de Castro Alves, Sermões de Pe. Antônio Vienra, originais de Eça de Queirós, Jorge Amado, Odorico Mendes, Camilo Castelo Branco, Tomás Antônio Gonzaga, entre muitos. Tudo isso, um patrimônio que não está enclausurado, egoisticamente, como um patrimônio pessoal de um ex-presidente, mas como patrimônio histórico que está socialmente contribuindo com a identidade da sociedade maranhense e de todo o povo brasileiro. Em 2008, 137 mil pessoas visitaram a FJS e registraram seus nomes no livro de presença.
As lamentações dos derrotados e o ódio à cultura
Porém, há pouco tempo, com a “Fundação Sarney” em pleno funcionamento, por filigranas jurídicas que envolveram a transferência do usufruto do Convento das Mercês, setores minoritários e que nunca conseguiram se afirmar politicamente junto ao povo maranhense, procuraram inviabilizar a iniciativa do ex-presidente Sarney. Com base em argumentos simplistas e pouco esclarecidos do Ministério Público maranhense, tucanos do estado procuraram tirar proveito partidário que poderiam prejudicar o funcionamento de tão bela iniciativa cultural, desconsiderando, por completo, a necessidade de se separar interesses pessoais do interesse geral. A lei estadual, votada pela Assembléia Legislativa do Maranhão em novembro de 2005, durante o “governo” José Reinaldo, foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal no dia 19 de dezembro do mesmo ano, e baliza qualquer decisão futura da justiça.
* Said Barbosa Dib é historiador, analista político e, com muito orgulho, assessor de imprensa do senador Sarney.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Camarotti e o papa
Todo repórter que se preza, mesmo afastado das
redações, como é meu caso, vibrou com o furaço do jovem e talentoso Gerson
Camarotti, entrevistando o Papa Francisco. O trabalho de Camarotti enche de
orgulho o jornalismo brasileiro. Desde já, merecedor de todos os prêmios que
apareçam ou já existentes. Covardia disputar com Camarotti. Registre-se a
correção e delicadeza do Papa. Que poderia ter escolhido um repórter argentino,
ou italiano, para conceder sua primeira entrevista. A entrevista foi magnífica.
As respostas do Papa foram marcantes, profundas e dignas de aplausos e
reflexões. O trabalho de Camarotti serviu para mostrar aos
telespectadores do mundo inteiro, que o Papa Francisco além de Santo, também é
sábio. Que Deus continue iluminando Francisco!
Tailândia quer ampliar parcerias no PIM
O superintendente da Zona Franca de Manaus, Thomaz Nogueira, recebeu na SUFRAMA, o embaixador da Tailândia no Brasil, Tharit Charungvat. Em pauta, a possibilidade de instalação de novas empresas tailandesas no Polo Industrial de Manaus (PIM). Entre as possibilidades, o diplomata citou o interesse de uma empresa de autopeças do país que deve fabricar no Brasil, mas ainda não definiu em qual Estado vai instalar sua unidade. “Não tenho dúvidas que a Zona Franca de Manaus (ZFM) é a melhor porta de entrada para o Brasil”, frisou o superintendente durante a explicação sobre o funcionamento do modelo. Durante a apresentação, Nogueira detalhou a concessão de incentivos fiscais, a importância estratégica da ZFM para o País e as vantagens competitivas de se investir no PIM, como segurança jurídica e o positivo ambiente para se fazer negócios. Charungvat fez várias perguntas a respeito da questão logística e lembrou que ele e os membros da delegação pagaram R$ 3 mil, cada, na passagem aérea de Brasília até Manaus. O superintendente explicou os incentivos fiscais são justamente para minorar as dificuldades logísticas, ressaltando o trabalho do governo federal para superá-las e as soluções para quem quer atingir os grandes centros consumidores do Brasil, como os entrepostos da ZFM instalados em Uberlândia (MG) e Resende (RJ). “Apesar dessas dificuldades logísticas produzimos e entregamos em qualquer lugar do Brasil praticamente 100% dos televisores e motocicletas feitos no País e 60% dos telefones celulares”, observou Nogueira.
Interesse
Tharit Charungvat ressaltou que o Brasil é o
parceiro comercial número um da Tailândia na América Latina - somente no ano
passado, as exportações do Brasil para o país asiático movimentaram US$ 2,4
bilhões e as importações movimentaram US$ 2,2 bilhões - e que é interesse do
país ampliar estreitar ainda mais as relações. Ficou combinado um novo encontro
entre a SUFRAMA e a embaixada em São Paulo, onde reside o adido comercial da
Tailândia no Brasil, Khamhaeng Klasukhon, que também esteve em Manaus. A
delegação asiática foi ainda convidada a participar da próxima edição da Feira
Internacional da Amazônia (FIAM), que ocorrerá em novembro deste ano, no Studio
5 Centro de Convenções.
O que acontece por aí...
Apoio e
desagravo
Não é de hoje que falo e escrevo minha opinião
sobre o ministro-presidente do STF. Repito: Joaquim Barbosa precisa respeitar
os outros se deseja ser respeitado. Insolente e pseudo dono da verdade, o
ministro Joaquim seguramente bem que tentou aparecer à custa da presença do
Papa Francisco. Como o Santo Pontífice não lhe deu a mínima, resolveu ser
grosseiro com a anfitriã maior da presença ilustre do Papa no Brasil, a
presidente Dilma. Já o Sardenberg de tal, destaque no timeco dos patrulheiros,
deveria ter deixado o frasco de mágoas e ressentimentos em casa, antes de sair
para cobrir pela CBN a visita do Papa. O
mais grave, Gilberto, é que os medonhos e incuráveis patrulheiros infelizmente
ocupam espaços preciosos na imprensa. Insistem em querer conduzir a opinião
alheia. Autênticos paladinos de barro. Ora bolas, quem tem que julgar se o discurso
de Dilma foi bom, ruim, curto ou longo, é o público, não o nefasto Sardemberg
de tal.
Helena, quem te viu...
Helena Chagas mudou. Quem diria. Quem nunca
comeu mel... E o pai dela, grande e competente Carlos Chagas, continua o mesmo
homem simples e atencioso. Tem hora que o DNA não pega. Não gruda. Comigo
a agora ministra Helena Chagas também se fecha em copa. Jamais respondeu
uma mensagem minha. Que horror. Que tristeza. Nunca quero nada. Nunca pedi
nada. Chateia a gente. Helena deve pensar(?) que jornalista amigo e
independente tem mesmo é que exaltar e defender Dilma e ponto final. Não é
assim. A estrada da vida não tem mão única. Um belo dia, quem sabe, a vovó
Helena aprenderá a lição. Voltará para o outro lado do balcão. Lembrará,
então, finalmente, que amigo verdadeiro não se compra na farmácia. Que
Deus ilumine os passos da Helena.
Dilma e Mônica
Algumas avaliações da entrevista de Mônica Bergamo
com a presidente Dilma: quando fala em Lula percebe-se claramente a alegria e o
alívio de ter o ex-presidente ao lado dela; Dilma não deveria desdenhar tão
fortemente as pesquisas eleitorais, mas, de fato, as eleições estão longe. Tudo
ainda pode acontecer. Vai depender muito dos resultados do trabalho dela, que
tragam claros e evidentes benefícios aos brasileiros; Dilma acredita,
sinceramente, que as manifestações populares serviram para acordar todos os
setores apáticos do governo. Inclusive ela.
Tostão e ganso
Tostão foi bom jogador. No Cruzeiro jogou com
excelentes atletas como Dirceu Lopes, Natal, Piazza, Nelinho e Zé Carlos. Na Seleção,
com craques como Gerson, Rivelino e o maior de todos eles, Pelé. Sozinho, sem a
ajuda de jogadores de qualidade, Tostão seria apenas mais um. Não seria campeão
do mundo. Hoje, Tostão não joga mais nem "pelada". Mas decidiu ficar
pegando no pé do talentoso Paulo Henrique Ganso. Tostão entrou no timeco dos
rebotalhos e ressentidos. Que nunca jogaram nem bola de gude. Críticos que
jamais colocaram uma chuteira nos pés. Lamentável.
Clamores do Papa
Agradeço ao Papa Francisco por pedir aos jovens que respeitem os idosos, lembrando que um dia serão um deles. O Papa clamou para que os jovens saibam tenham o bom senso de colher boas lições com a sabedoria dos mais velhos. Outra oportuna recomendação do Santo Pontífice: unidos, jovens e idosos, enfrentarão com destemor a gritante exclusão social que se alastra pelo mundo. O Papa Francisco não se esqueceu de repudiar outra praga universal, a corrupção. Traduzo em português claro as palavras do carismático Francisco aos ladrões do erário: parem de roubar. Tenham vergonha na cara. Sejam homens. Deixem de serem ratos e canalhas. Embora saibamos, infelizmente, que neste particular o Papa Francisco choveu no molhado.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
O que acontece por aí...
Acadêmico Bernardo Cabral
Próximo dia 30 o ex-ministro e ex-senador Bernardo
Cabral toma posse na Academia Carioca de Letras. Será saudado pelo
acadêmico, também membro da ABL, Murilo Melo Filho. Solenidade será na
Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, ás 19 horas. O
local seguramente ficará lotado, porque Bernardo é figura exemplar. Competente
e fidalgo.
Quem poderá derrotar Lula em 2014?
Lula tem mesmo o couro duro. Cresceu, lutou, perdeu
eleições, finalmente foi eleito, reeleito e elegeu a sucessora, Dilma. Lula
pega paulada e vai em frente. É xingado, insultado, pisado, cuspido. Por vezes
extrapolam nas pedradas e caneladas contra o ex-presidente. Lula levanta a
cabeça, toma uma calibrada e segue lutando. Expõe o que pensa com incrível
clareza. Magoa os pseudofranciscanos com suas verdades. Tem agendadas dezenas
de palestras no Brasil e no exterior. Há um monte de vestais cortando os
pulsos. Outros se irritam porque Lula não abre mão de ajudar, alertar,
aconselhar, a presidenta Dilma. Plantam tolices de que Lula e Dilma estão
brigados. Rompidos com os próprios neurônios estão o que espalham colossal
sandice. Batem tanto em Lula e só vejo o homem crescer. Igual fermento colocado
no bolo. O tempo passa mais rápido do que se imagina. E não vejo no horizonte
ninguém que derrote Lula nas urnas em 2012 ou 2014.
Vicente Limongi Netto
Publicado no Tribuna da Imprensa – 06/08/2011
quarta-feira, 24 de julho de 2013
O que acontece por aí...
Dilma discursou no tom certo
Não acho que a presidente Dilma exagerou, saiu do
tom, ou quebrou o protocolo, porque discursou para o Papa Francisco,
salientando os feitos das administrações dela e de Lula. Deixemos de
hipocrisia, mágoas e ressentimentos tolos. Qualquer governante, de qualquer
partido politico, que estivesse no exercicio da Presidência da República faria
o mesmo. Além disso, o mundo inteiro esta semana estará focado para o Brasil. A
presença ilustre, bem vinda e inédita do Papa Francisco enche de orgulho o
Brasil e os brasileiros. Queriam o que, os desafetos de Dilma, que ela
porventura exaltasse os feitos dos adversários? Não cabe amadorismo em politica.
Francamente.
Um pouco de...
Ternura, emoção, alegria, risos, são as tônicas dos
belos espetáculos do Circulando com a Circa Brasilina. A coordenação geral é de
Manuela Castelo Branco. Com entrada franca, os shows percorrem diversas
localidades. Depois do Varjão, Ceilândia e Vila Telebrasília. É a vez de
Itapoã. Nos próximos dias 27 e 28. Entre as divertidas atrações, a palhaça
Matusquela, intervenções do pipocando poesia e oficina de comicidade feminina.
terça-feira, 23 de julho de 2013
Haroldo exige respeito aos idosos
Sei que o assunto "Betty Faria de Biquini aos 72", já deu o que tinha que dar, mas são positivamente surpreendentes os questionamentos feitos pela atriz na Edição do Correio de 08/07. Diz ela: "Eles (os que a criticam) querem que eu vá para a praia de burca, que me esconda, que me envergonhe de ter envelhecido ? E o prazer, a alegria e o meu humor? Confesso que fiquei emocionado com esse desabafo. Penso que vergonha (em especial neste momento emblemático do país), é ser desonesto, aético, roubar, corromper, enganar, trapacear, desrespeitar o outro. Betty Faria tem coragem, carater e personalidade. Virou o jogo e foi transgressora na sua vida pessoal e artistica, e pagou um alto preço por isso. Construiu sua história e sua carreira com dignidade e ousadia. E vamos lá, quem fez novelas do quilate de Tieta, Agua Viva, Pecado Capital e filmes incriveis como Bye, Bye Brasil, Romance da Empregada e a Estrela Sobe, te m cacife para qualquer coisa, inclusive ir a praia de biquini. São bobos os que acham que só jovens, belas e magras podem usar essa peça de vestuário. Esses, terão que comer muito, mas muito feijão com arroz para critica-la com consistencia. As fotos mostram Betty linda, serena, segura e feliz. E isso basta!
Haroldo Michiles
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Amigo
Escrevi há mais de 6 anos e sempre vale a pena
reiterar, neste agradável, sincero,
marcante e inesquecível dia 20 de julho:
o amigo elogia e critica,
mas não bajula.
abração para todos.
Merval, vesgo paladino
“Merval,
Começamos juntos no Globo. final década de 60. Você no Rio, eu, na sucursal de
Brasilia. Deixei as redações, mas continuo repórter e atento aos fatos
politicos. Ao contrário de você faço questão de preservar minhas amizades, e
jamais tive a pretensão de ser dono da verdade. Tenho auto-critica. Coisa que
você não tem. Hoje, Merval, vocễ não esconde, faz questão de
ostentar, o título nojento, cretino, covarde, ressentido, torpe, asqueroso e
ordinário de principal porta-voz da patrulha tucana. Antes, vocẽ bajulava Lula, Genoino, Dirceu, etc.
Eram tuas boas fontes. Hoje, vocẽ cospe no prato que comeu. Se o
fulano não for do PSDB, pau nele. Fora do tucanado não há salvação. O professor
Merval escreveu, xingou, insultou, é tinta e pingo. As linhas e
entrelinhas das tuas colunetas são repletas de
amargura, rancor, ódio, ressentimento. Considero um absurdo, uma canalhice, um
profissional dispor, como você, de espaço precioso em jornal e televisão
importantes, para constantemente desacreditar e insultar figuras do mundo
politico. Merval, compra um espelho. Vocẽ não tem competẽncia nem para engraxar os sapatos de verdadeiros, veteranos e respeitados
colunistas politicos, como Jânio de Freitas, Carlos Chagas, Hélio Fernandes ou
Carlos Castelo Branco. Você tornou-se acadẽmico da ABL porque é do Globo. Apenas por isso. Teus livrecos, autênticos
papeluchos, não têm nenhuma importãncia para a literatura brasileira.
Francamente. Te manca, Merval. Nesta linha, não vejo nenhuma autoridade
em você, pessoal ou profissional, para
dizer que Collor montou uma farsa eleitoral como governador de Alagoas, para
seguir candidato à Presidẽncia da República. Farsa, Merval,
pena que não tenhas coragem, isenção ou grandeza para admitir, foi o
impeachment montado por patifes, da politica, da
imprensa(carapuça enorme) e do empresariado, para arrancar do cargo um valoroso
e determinado jovem politico, eleito com mais de 35 milhões de votos, e que
continua, hoje, como senador, com o mesmo espírito público e determinação,
servindo ao país e à coletividade.
Com meu desprezo,
Vicente Limongi Netto”
Prefeitura de Manaus apresenta primeira sala de aula digital do Brasil
Uma aula diferente. Ao invés do quadro branco,
televisão de led. No lugar dos habituais cadernos, livros e canetas, tablets
com acesso à internet e conteúdos pedagógicos. O que parecia ser algo distante
para o dia a dia da educação pública no Brasil já é uma realidade nas salas de
5º ano da Escola Municipal Vicente de Paula, entregue nesta quinta-feira, 18. O
projeto é fruto de uma parceria da Secretaria Municipal de Educação (Semed) com
a multinacional Samsung. Cada aluno tem à disposição um tablet que compartilha
informações com os demais, onde todo o conteúdo é controlado pela professora. É
possível trocar mensagens, ver vídeos e fazer exercícios, tudo online por meio
de uma rede wi-fi instalada dentro da sala. “Imagina uma aula de ciências que
fala sobre o aparelho digestivo. Normalmente eu mostraria figuras e explicaria
o conteúdo, com essa ferramenta posso passar um vídeo que irá mostrar todo o
processo dentro do nosso organismo. A aula é muito mais dinâmica e interessante
para o aluno”, explicou a professora Elisandra Lima. O programa também auxilia
a elaboração das aulas. O professor ganha mais opções e o uso da internet
otimiza o tempo. Segundo Lima, tudo isso é um desafio novo. “O papel do
professor fica mais dinâmico e facilita o tempo de preparo das aulas, já que
podemos pesquisar os conteúdos na internet. Na verdade, isso tudo é uma
novidade para todos. Estou aprendendo com eles também”, concluiu. A aluna
Helloysa Amorim era uma das mais entusiasmadas com a aula. Sentada na primeira
fileira, ela resolveu problemas matemáticos, tirou fotos e interagia com a
professora por meio de mensagens. “Estou amando essa aula, é muito mais legal
que usar cadernos e livros. Amei poder mandar mensagem para professora e fazer
os exercícios pelo tablet”, disse.
Reconhecimento
A Escola Municipal Vicente de Paula foi escolhida
para ser contemplada pelo Samsung School por ter a melhor nota do Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na rede municipal de ensino. O
Secretário Pauderney Avelino afirmou o objetivo é estender também para as
escolas com Ideb abaixo do média. “Já faço esse desafio à Samsung de
instalarmos o programa em uma escola do Ideb baixo. Queremos dotar a educação
municipal com a maior quantidade de aparato tecnológico possível. Nosso
objetivo é levar para o povo de Manaus uma educação de excelência. Para isso,
já estamos colocando internet de 10 megas em todas as escolas”, afirmou.
Fotos: Tácio Melo / SEMCOM
O leitor e Collor
Gostaria de esclarecer ao leitor Carlos Brisola
Marcondes (Painel de 18/7) que Fernando Collor não foi arrancado da Presidência
da República por corrupção, mas por um sujo e covarde jogo politico.
Oportunistas rasgaram a Constituição. A CPI do PC Farias foi apenas um
pretexto para desestabilizar o governo Collor, que derrotou nas urnas
diversos opositores, entre eles, Lula, Mario Covas
e Ulisses Guimarães. Depois da colossal pantomima do
impeachment, Collor foi inocentado pelo STF de todas as levianas acusações de
seus detratores.
Ganso mostra evolução em campo
O São Paulo perdeu novamente. Mas é enorme a
evolução física e tática de Paulo Henrique Ganso. Correu, marcou, se movimentou
o campo todo. Como sempre deu passes perfeitos, na medida, caracteristicas dos
verdadeiros craques. Ganso chutou a gol. O que não faz muito. Precisa chutar
mais. Explorar mais também essa virtude que tem. Tanto que hoje, em belo chute
de fora da área, meteu a bola na trave. O time do São Paulo como
sempre começa jogando bem. Vai ficando confuso no decorrer do jogo. Ganso
é um só. Os excelentes passes dele chegam na área adversária. Ganso procura
tabelar. Mas os companheiros do ataque não estão ajudando. Fica dificil. Digo
sem medo de errar que Ganso fez uma bela partida contra o Cruzeiro. Mas não
pode fazer mágica. O São Paulo precisa urgente vencer um jogo. O torcedor
tem dado força ao Ganso. Hoje percebeu claramente que Ganso tem tudo para
retornar á seleção brasileira. Creio, nesta linha, que uma convocação fará
muito bem ao valoroso Ganso. Que tem provado em campo que não esmoreceu. Que
não se entrega. Que joga bem. Que tem futebol de sobra para brilhar pelo São
Paulo e pela seleção na copa de 2014. Quem viver verá e aplaudirá Ganso.
Cadeia para mascarados
A polícia tem que ser polícia. Mascarado esconde
covardia, vontades, traições, bandidagem, autores, vínculos, enfim, pode ser um
terrorista ou um bandido comum mesmo. Já presenciei pessoalmente movimentos em
Paris e não tem disso não. Vândalo é vândalo. Mijou fora do penico, porrada
nele, que aumenta conforme o grau de desrespeito. Não tem essa de direitos
humanos para bandido. Você já viu Direitos Humanos vingar nos Estados
Unidos, quando o governo daquele país defende a ordem? Só no Brasil que se
permite humilhações de um cocaleiro, de uma Cristina Kirchner etc. Só no
Brasil se permite que condenados por uma Suprema Corte continuem atuando; ofendendo
autoridades, instituições, como se estivesse acima da lei. Se prepare, quando
estoura os limites da paciência do povo, o futuro do país pode ficar comprometido.
Como jamais tivemos uma guerra de secessão como a americana; uma revolução
francesa, onde o próprio Robespierre juntamente com seus companheiros foram
julgados e guilhotinados quando começaram a mijar fora do penico, não estamos
longe de um rompimento social. Pessimismo? não verdade. Veja o que acontece no
resto do mundo. Impérios estão caindo. Estão esculhambando com o Brasil, meu amigo.
Boa semana
Carlos Esteves
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