quinta-feira, 9 de junho de 2011

Gerson é decente, não faça piadinha e comparação levianas!

José Simão, respeite Gerson, o canhotinha de ouro do tri. Lave a boca ou pense(?) antes de escrever sandices contra um autêntico ídolo popular. A vida de Gerson, hoje com 70 anos de idade, é completamente diferente do anúncio de cigarro que fez há décadas. Gerson é profissional competente, pai de família exemplar, um excelente caráter. Além de ter sido um fabuloso e cerebral jogador de futebol.   Assina, Vicente Limongi Netto, amigo de Gerson com muita honra.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O que acontece por aí...


Jornalista tem obrigação de apurar a veracidade da noticia, antes de publicá-la

A propósito da nova Lei da Mordaça, aprovada na Câmara e seguindo agora para o Senado, discordo do jornalista Ricardo Pedreira e do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, quando dizem que os jornalistas têm obrigação de divulgar a informação que recebe. Manda a regra básica, embora muitos não a sigam, que antes de tudo a informação precisa ser checada e bem apurada. A má-fé, a calúnia e os interesses contrariados também chegam ao repórter com a forte impressão de notícia limpa e sensacional. Nesta linha, a imprensa brasileira já cometeu enganos que prejudicaram a vida de pessoas e de instituições. O vazamento de informações e sua apressada divulgação também podem levar o repórter a cometer erros insanáveis.

Minhas preces para Dulce Figueiredo

Minhas preces para que dona Dulce Figueiredo descanse em paz. Fui amigo e defensor do marido dela, o presidente João Batista Figueiredo, um grande patriota, firme, sincero, militar altamente qualificado, que honrou o cargo de Chefe da Nação

Lamentável

O STF pisa muito na bola. Toda vez que a Suprema Corte tratar ou discutir liberdade de imprensa ou a torpe censura e não destacar a luta incansável da Tribuna da Imprensa e de Hélio Fernandes, contra todo tipo de opressão, pois bem, o STF não acrescenta nada a democracia. Pelo contrário. Faz apenas o jogo dos poderosos.

PL que desonera folha salarial do transporte urbano é aprovado no Senado


De autoria do senador Clésio Andrade, o projeto de lei deve alavancar a geração de empregos e reduzir tarifas em 5%. Proposta segue para análise na Câmara. Nesta quarta-feira (08), a Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou o projeto de lei, de autoria do senador Clésio Andrade (PR-MG), que desonera a folha salarial das empresas do setor de transporte público urbano e metropolitano. A redução da carga tributária tem como objetivo reduzir as tarifas, manter e gerar novos postos de trabalho e diminuir a exclusão de quem hoje se vê impedido de utilizar o transporte regularmente, por falta de recursos. O PLS 39/2011 foi aprovado em caráter terminativo e agora segue para análise na Câmara dos Deputados. A expectativa do autor é de que a redução seja de 5%, em média. “O trabalhador vai pagar menos. E o empresário, que paga passagem para o empregado, também vai pagar menos. Essa medida vai ativar a circulação e incluir camadas que não podiam usar o transporte”, destaca Clésio Andrade. O senador Clésio Andrade lembrou ainda que o agronegócio já foi beneficiado com alteração semelhante, na legislação que contribui para o sucesso do setor.

Assessoria de Imprensa
Gabinete Senador Clésio Andrade

Collor participa de almoço da bancada do PTB com a presidenta Dilma Roussef


A presidenta Dilma Roussef recebeu na tarde desta terça-feira (7/6) a bancada do PTB no Senado Federal para um almoço no Palácio da Alvorada.  Os parlamentares discutiram o apoio ao Governo Federal, junto ao Congresso Nacional, especialmente com relação ao “Brasil Sem Miséria”, apresentado pela presidente Dilma Roussef na semana passada. O programa deve atender mais de 16 milhões de pessoas em todo o país com assistência às famílias carentes.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Gleisi Hoffmann assume Casa Civil


Anúncio foi feito no fim da tarde desta terça-feira, após governo avaliar que permanência do ministro tornou-se insustentável

Adriano Ceolin, iG Brasília, e Ricardo Galhardo, iG São Paulo

Chefe da Casa Civil até esta terça-feira, Antonio Palocci está fora do governo. Mesmo após a Procuradoria-Geral da República ter decidido arquivar os pedidos de investigação sobre a evolução patrimonial do ministro, a avaliação do governo foi a de que a escalada da crise tornou sua permanência no cargo insustentável. No fim do dia, foi comunicado à direção do PT que o nome para a vaga é o da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). A presidenta Dilma Rousseff convocou uma reunião com seu núcleo mais próximo no governo para definir como seria o rearranjo na Esplanada dos Ministérios. Em tese, a presidenta deve manter a atual configuração do governo. Casada com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a senadora de 45 anos tomou a iniciativa de comunicar o PT que recebeu o convite e disse que confirmou a decisão de aceitar a nova função. Gleisi foi o último nome a entrar nas negociações para a vaga. Antes dela, foram sondadas opções como a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e até mesmo seu marido, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Conhecida nos corredores do Congresso pela beleza, Gleisi rejeitou o rótulo de musa em uma entrevista concedida ao iG em abril deste ano. "Não sou musa do Senado. Sou uma mulher que se cuida", disse. Gleisi exerce atualmente seu primeiro mandato de senadora.


Segundo o portal "iG", Palocci deixa o governo

O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, deve formalizar ainda hoje sua saída do governo. A expectativa é a de que um anúncio oficial seja feito ainda hoje. A presidenta Dilma Rousseff estaria reunida neste momento com representantes de seu núcleo mais próximo no goveno para definir como será o rearranjo na Esplanada dos Ministérios.

Autor: Redação iG

Coca-Cola investe em sucos

O governador do Amazonas, Omar Aziz, informa que a coca-cola está investindo este ano numa nova frente de produção ancorada em sucos de frutas regionais amazônicas como açaí, cupuaçu, graviola, taperebá e camu-camu. De acordo com Omar Aziz, o presidente da The Coca-Cola Company, Muhtar Kent, anunciará as novidades comerciais da marca quando vier ao Brasil, para participar no Amazonas, em Parintins, do famoso Festival Folclórico, de 24 a 26 vindouro. Os sabores ainda estão em fase de testes. De 250 testes com frutas regionais, 25 foram selecionadas, das quais 5 serão escolhidas para serem industrializadas. Segundo o governador Aziz, a fábrica que vai produzir xaropes concentrados  das frutas, será instalada em Manaus ou em Rio Preto da Eva, a 57 quilômetros da capital amazonense. A Del Valle é a marca oficial de sucos embalados da empresa.

Apresentado ao lado de Gérson, Renato mantém sonho da seleção

Meia também não descartou encerrar a carreira no Botafogo e agradeceu oportunidade de voltar ao Brasil

Renan Rodrigues, iG Rio de Janeiro Um encontro entre o presente e o passado. Assim foi a apresentação do meia Renato como jogador do Botafogo, realizada na tarde desta terça-feira, no salão nobre da sede do clube, em General Severiano. Ao lado do atual presidente do clube, Maurício Assumpção, do vice-presidente de futebol, André Silva, e do ex-jogador e ídolo botafoguense Gérson, Renato assistiu a jogadas em um telão e recebeu das mãos do "Canhotinha" a camisa número oito. A torcida acompanhou a apresentação do lado de fora, cantando músicas do clube. E aplaudindo cada palavra de Gérson, que se emocionou ao apresentar o novo reforço do Botafogo e relembrar o período em que atuou no clube. “Joguei com os maiores jogadores do país e do mundo no Botafogo. Inclusive, meu mestre Didi (ex-jogador do Botafogo) me disse o seguinte: 'O dia que tiver um jogador que jogue como eu, você entrega a camisa número oito pra ele’. Por isso estou aqui, por ondem do meu mestre, com todas as honras. Espero que tenha todas as glórias e toda sorte do mundo, como eu e Didi tivemos”, disse Gérson.

“O Brasil será o Anfitrião do Mundo”, afirma Collor

O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, senador Fernando Collor(PTB-AL), se reuniu durante 1 hora, em Brasília, com o secretário-executivo do grupo de trabalho da Rio+20, na ONU, o chinês, Sha Zukang, para discutir detalhes da iniciativa que será realizada nos meses de maio e junho de 2012, no Rio de Janeiro. Zukang fez questão de destacar que o período de Collor na Presidência da República foi histórico do ponto de vista ambiental. Revelou que o uso que a China faz hoje dos seus recursos naturais nasceu dos acordos firmados durante a Rio+20. Sha Zukang salientou que foi na Rio-92 que "se consolidaram os conceitos que hoje fundamentam a administração e o desenvolvimento dos 3 pilares do progresso sustentável: econômico, social e ambiental". Por sua vez, frisando a importância da Rio+20, o senador Collor observou, contudo, que o Brasil será parceiro das Nações Unidas. A seu ver, não é intenção brasileira ser protagonista do certame, mas, apenas, o "anfitrião do mundo".

Wilson Périco

Competitividade ameaçada

Continuam nos enganando, nos desrespeitando. Quando vão cumprir, verdadeiramente, as promessas de campanha? O único país do mundo com uma lei (Lei de Informática) que diferencia produtos para informática dos outros eletroeletrônicos é o Brasil. Lei inconstitucional, diga-se de passagem, pois a Constituição assegura benefícios fiscais somente para a Zona Franca de Manaus (ZFM). Lei que possui único objetivo: tirar a competitividade das empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). Lembrarmos que o respeito às normas legais é imprescindível ao estado de direito que deve imperar nas relações entre os membros da Federação, sob pena de gerar insegurança jurídica. Do contrário, será prejudicial ao crescimento e ao desenvolvimento de empreendimentos econômicos que acreditaram na manutenção das regras estabelecidas. Mesmo assim, a duras penas, algumas empresas continuam produzindo bens de informática em Manaus, gerando empregos e renda aqui. Mas a ganância e falta de brasilidade de alguns políticos e governantes estaduais não param por aí. No caso dos tablets, “impuseram” uma MP-534 que desonera ainda mais esse produto com a isenção do PIS e do Cofins e não limita o tamanho da tela colocando em risco a fabricação de TVs e tirando toda e qualquer condição de competitividade das indústrias da ZFM. Outras medidas que impactam negativamente o PIM estão em curso, como a MP 517 que reduz a alíquota do PIS/Pasep e Cofins e prorroga os incentivos de isenção de IPI dos bens de informática, ferindo de morte a produção dos mesmos no Polo Industrial de Manaus. Ninguém é a favor da carga tributária que assola toda a sociedade brasileira. Somos a favor da redução dessa carga, mas o que se vê aqui não tem nada de reforma tributária ou bom senso do Poder Público Federal. É mais uma forma de tirar a competitividade das empresas da ZFM, e o pior: com a anuência do governo federal, governo esse que prometeu em campanha prorrogar os incentivos da ZFM. O governo deveria se comprometer em assegurar as vantagens comparativas da ZFM e não enganar o povo do Amazonas, Estado onde teve votação maciça, o maior percentual de votos de todo o País. Isso não fere somente os investimentos, fere principalmente os empregos gerados por esses investimentos. Portanto, não é somente uma questão puramente econômica, é também uma questão social. Como acreditar num governo que está de costas para nossa região e que não respeita os direitos constitucionais do modelo ZFM? Estejamos, pois, vigilantes e unidos, empresários, trabalhadores, governos estaduais, parlamentares das três esferas, para rechaçar qualquer manobra contra a região e que possam eliminar os empregos aqui gerados.

Wilson Périco é economista e Diretor Industrial da Thompson, uma empresa multinacional, com matriz industrial em Manaus e que produz e fornece modens para diversas empresas de comunicação ao redor do mundo.

Custos e benefícios do ingresso do Brasil no Conselho de Segurança da ONU dividem especialistas

 [Foto]

Os custos e benefícios do ingresso do Brasil no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), como membro permanente, dividiram as opiniões dos participantes do oitavo painel sobre política externa brasileira, realizado nesta segunda-feira (6) pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Se tornar-se membro permanente torna o Brasil um ator decisivo na cena internacional, como alegaram os defensores da iniciativa, por outro poderá expor o país a altos custos políticos e econômicos, segundo ressaltaram os críticos da medida.
Ao abrir o debate, presidido pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), o embaixador Ronaldo Sardenberg - que já presidiu o Conselho de Segurança, como representante brasileiro - elogiou a iniciativa e lembrou que nunca havia tido a possibilidade de debater o tema no Congresso Nacional. Ele lembrou que o Brasil já esteve dez vezes no conselho, como membro não permanente. E o atual momento, a seu ver, seria propício ao ingresso do país no clube dos membros permanentes.
- A história abre e fecha janelas. No caso brasileiro, nunca houve a oportunidade que temos agora - afirmou.
Igualmente defensor do ingresso brasileiro, o professor Danny Zahreddine, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais, lembrou que o Brasil tem um "poder real crescente", baseado em seus progressos na economia, na energia e em novas tecnologias. Ele ressaltou ainda o "poder potencial" do Brasil, representado pela sua biodiversidade, pelo amadurecimento de suas instituições e pelo fortalecimento gradativo de seu poder militar.
Em sua opinião, há necessidade da presença brasileira no conselho para lidar com novos temas da agenda global, como meio ambiente e direitos humanos.
- Quais são os custos? São enormes. Existe a responsabilidade da decisão. Mas é um custo que um país que se vê como potência deve assumir - recomendou.
A prioridade do ingresso no conselho foi contestada pelo professor Creomar Lima Carvalho de Souza, do Ibmec de Brasília. A seu ver, um dos motivos para a falta de progresso na intenção brasileira está no próprio país. A sociedade civil, ressaltou, não toma parte do processo de escolha das prioridades da política externa.
- Até que ponto essa demanda é tão importante? É realmente uma prioridade? - questionou.
O professor norte-americano Albert Fishlow, do Center for Brazilian Studies da Columbia University, observou que o Brasil, no setor econômico, já tem forte representação no chamado G-20, onde se debatem as principais questões globais. Por outro lado, previu que, tornando-se membro permanente do Conselho de Segurança, o Brasil terá que gastar muito mais em missões militares em várias partes do mundo.
- Não vejo necessariamente grandes vantagens, em comparação às vantagens que tem no G-20, onde tem a possibilidade de influência. O Itamaraty prefere que o Brasil seja membro permanente, mas para o Brasil como um todo não me parece que seja uma vantagem - disse Fishlow.
Durante o debate, a senadora Ana Amélia (PP-RS) lembrou que o possível ingresso do Brasil no conselho implicaria compromissos importantes e questionou se o Brasil estaria "preparado para isso". Por sua vez, o senador Luis Henrique (PMDB-SC), disse que a participação do Brasil como membro permanente e representante da América Latina seria apenas "uma questão de tempo".
Ao intitular-se "discípulo de Fishlow", o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) disse que sua admiração pelo professor americano havia aumentado.
- É muita coragem um americano vir aqui dizer que não vê vantagem em o Brasil entrar (no conselho). E ele está certo. Considero isso um desperdício de esforço. Vamos supor que o Brasil ganhe. Nós vamos ter que fazer opções entre A e B - alertou.
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) perguntou a Fishlow como via o programa Brasil Sem Miséria, lançado pelo governo. Em resposta, o professor recomendou ao Brasil que adote como prioridade a busca do fim do déficit público, como meio de permitir a redução nas taxas de juros.

Marcos Magalhães / Agência Senado

O fordimável elenco do "Bão Demais"

Somos 34 gloriosos atletas. Altos, baixos, gordinhos, calvos, cabeludos. Duas vezes por semana passamos gel ou óleo nas canelas e lá vamos nós. Seguros de que nossos jogos são prolongamento de nossas vidas. Não importa se a bola reclame de alguns bicos exagerados ou se geralmente perdemos gols incríveis ou que deixamos de fazer uma bela jogada porque o peso da idade e de corpo não acompanha mais nosso raciocínio ou, por que não admitir, a técnica e a intimidade com a bola passaram longe. O importante é que fazemos tudo com ternura divertida. Erramos e também acertamos. Ainda bem. Estou certo de que os deuses da bola nos acompanham e nos protegem. Todos carregamos dentro de nós um pouco de nossos ídolos. Exatamente porque temos consciência de nossas limitações. Ficamos felizes nos achando um Gerson, um Rivelino, um Neymar, um Tafarel, um Filipe, um Messi. Se muitos jogadores profissionais também sonham e se espelham em craques antigos, famosos e consagrados, porque nós, boleiros do "Bão Demais", também não podemos sentir este gostinho doce na ponta de nossas chuteiras? Depois vamos todos jantar, recordar lances, fazer gozações. Tudo com direito a cervejas e refrigerantes. Porque ninguém é de ferro e a vida continua lá fora. Cuidemos, então, do nosso corpo. Das nossas trombadas e caneladas. Porque a vida é bela. Com amizade, solidariedade e alegria.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

O que acontece por aí...

Pensar ruim e sem força

Pobre torcedor brasiliense, se for esperar algo produtivo com o timeco apresentado pelo Cláudio Humberto pretensiosamente chamado de "Pensar Brasília". O governo de Brasília não tem nem competência para implodir uma arquibancada de um estádio, quanto mais sonhar em fazer o jogo inaugural da copa de 2014. Brasília já deveria agradecer aos céus por ser sub-sede da copa. A turma do "Pensar Brasília" faria melhor pela população se exigisse do desgoverno Agnelo uma administração que realmente pelo menos tente diminuir o caos nos serviços públicos, nos hospitais que mais parecem chiqueiros, na insegurança cada dia mais avassaladora. nas escolas ruins, sem merenda escolar, com mortes e agressões.

Show de Mônica com Ganso

Mônica Bérgamo e equipe foram brilhantes acompanhando um dia do talentoso e competente Paulo Henrique Ganso fazendo comercial. Jovem centrado, consciente de suas responsabilidades como homem e atleta, foi ótimo saber que Ganso já pretende voltar a jogar na final da Libertadores e, a seguir, na Copa América. Ganso é um dos raros jogadores que hoje encantam o torcedor. Ele sabe o perfume que a bola gosta. Por isso é amado por ela e pelos deuses do futebol.

Palocci, Dilma, Lula e Oposição

Ministros, governadores e dirigentes petistas opinam sobre Palocci. Mas a palavra final é de Dilma. Ano que vem tem eleições importantes. Demitindo Palocci Dilma fortalece a oposição que seguramente dirá nos palanques que Palocci caiu por influência dela. A queda de Palocci seria uma tremenda derrota política não só para o governo Dilma, mas também para Lula, que, enfaticamente, saiu em defesa de Palocci e de Dilma.

Comissão Externa do Senado segue para área de conflito na Amazônia

A comissão externa do Senado formada para acompanhar as investigações dos assassinatos dos agricultores que lutavam contra a extração ilegal da madeira na Amazônia chega nesta segunda (6), às 7h, em Porto de Velho (RO), de onde segue para Extrema, um distrito localizado a 356 quilômetros da capital rondoniense. Ainda pela manhã os parlamentares têm encontro com trabalhadores rurais e autoridades locais. Além da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e dos senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Pedro Tasques (PDT-MT) e Valdir Raupp (PMDB-RO), fazem parte da comitiva o secretário de produção rural do Amazonas, Eron Bezerra, e os representantes da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Ministério Público Federal (MPF). A senadora Vanessa, que propôs a criação da comissão, diz que na região, localizada na divisa dos Estados de Rondônia, Acre e Amazonas, estão os distritos de Extrema, Nova Califórnia e Vista Alegre do Abunã, onde foi morto Adelino Ramos, líder do MCC (Movimento Camponês Corumbiara). “Toda aquela área é de conflito por possuir grande potencial madeireiro e ainda ter um solo apropriado para a agricultura. Trata-se de uma região de expansão agrícola com a presença de vários imigrantes”, diz a senadora. Segundo ela, na região existe o Projeto de Assentamento Florestal (PAF) do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do qual fazia parte Adelino Ramos. A parlamentar diz que a comitiva não só acompanhará as investigações como cobrará punições para os mandantes dos crimes. A comissão ainda vai propor aos governos um elenco de medidas que garantam a segurança, política de regularização fundiária e a presença do poder público na região. A comitiva, que retorna na segunda a Brasília, pretende na próxima semana visitar Nova Ipixuna, no Sudeste do Pará, onde foram assassinados Eremilton Pereira dos Santos e o casal de agricultores José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo. Na região foi morto na última quarta (1º), em Eldorado dos Carajás, Marcos Gomes Da Silva.

Assessoria de Comunicação
End: Ala Sen. Alexandre Costa – Gab. 5
Subsolo – Anexo II
CEP 70165-900 – Brasília-DF
61-3303-6730 / 6730 / 6733
61-9906-5115 / 9951-7611
92-3231-1947 / 8145-5987
www.senadoravanessa.com.br  
http://twitter.com/vanessasenadora  
http://www.facebook.com/home.php#!/profile.php?id=100002065629372  
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=mp&uid=6320412161407874405  

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Lobão Filho tem alta e deixa hospital

O senador Edison Lobão Filho (PMDB-MA) recebeu alta hospitalar na tarde desta quinta (2),  segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, onde ele estava internado. "O Hospital Israelita Albert Einstein informa que o Senador Edison Lobão Filho recebeu alta hospitalar em ótimas condições clínicas, no dia de hoje, 02 de junho, por volta das 12", diz a nota.  Lobão Filho sofreu um acidente de carro na noite do dia 12 de maio em São Luís, no Maranhão. Conforme a família, o senador estava sozinho no carro quando foi atingido por uma caminhonete. Chovia forte na hora do acidente. Ele foi transferido no dia 15 de maio para o hospital Albert Einstein, na capital paulista.

Cláudio Humberto

Collor elogia programa de combate à miséria lançado pela presidente Dilma Roussef

O senador Fernando Collor (PTB-AL) elogiou o programa de combate à miséria, apresentado nesta quinta-feira (02/06) pela presidenta Dilma Roussef, que tem como objetivo retirar 16,2 milhões de pessoas da extrema pobreza até 2014, desse total, 9,6 milhões se encontram na região Nordeste. Collor considera urgente a implementação de programas que visem à redução das desigualdades sociais num país que pretende ser uma das principais potencias mundiais. Entre os pontos considerados prioritários pelo senador Collor para a retirada de milhares de pessoas das ruas está a qualificação profissional de cerca de 2 milhões de pessoas entre 18 e 65 anos por meio da inclusão produtiva urbana e de ações interministeriais. De acordo com a proposta do Plano Brasil sem Miséria, cerca de 1,7 milhão de pessoas serão atendidas por ações articuladas de governo. Para o senador existe um paradoxo no Brasil. De um lado temos milhares de pessoas desempregadas e numa situação de extrema pobreza. Do outro existem inúmeras vagas de empregos que estão sendo preenchidas por pessoas vindas de outros países porque não dispomos de mão-de-obra qualificada para atender nossas demandas. No ano passado, quando presidiu a Comissão de Infraestrutura do Senado Federal, Collor promoveu um ciclo de palestras com representantes do setor privado, com acadêmicos e o Governo Federal, sobre a qualificação dos trabalhadores. Uma das conclusões a que chegaram os senadores e palestrantes é a inexistência de programas de governo que promovam a profissionalização dos trabalhadores. Outro aspecto importante do programa destacado pelo senador Fernando Collor diz respeito distribuição de um kit irrigação para pequenas propriedades e recuperação de poços artesianos. Isso, segundo o senador, possibilitará que pequenos produtores, especialmente os da região Nordeste que sofrem com os longos períodos de estiagem, tenham condições de sobrevivência e se mantenham em suas terras, evitando assim o êxodo rural. A criação da chamada “bolsa-verde”, que deverá pagar, a cada trimestre, R$ 300, por família que preserve florestas nacionais, reservas extrativistas e de desenvolvimento, também foi um dos pontos destacados por Collor. Ele disse que a questão ambiental não pode ser deixada de lado e que a sustentabilidade tem que ser um dos pontos importantes na luta contra a miséria. Para o senador Fernando Collor o combate à miséria passa por todos os pontos acima destacados, mas, principalmente, pelo investimento em educação. Collor disse que o desafio será grande, mas acredita que assim que for colocado em prática, o programa deve melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano do país (IDH), especialmente na região Nordeste. De acordo com o último ranking IDH os nove estados nordestinos ocupam as últimas posições no país. Alagoas está em último lugar, com um índice de 0,677. O IDH é um dado utilizado pelas Nações Unidas para analisar a qualidade de vida de uma determinada população a partir da analise de critérios como renda per capta, grau de escolaridade, expectativa de vida e condições de saúde da população.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Aznar vê 'explosão espanhola' no Brasil

AZNAR (dir.) COM O AMIGO COLLOR: INVESTIDORES SATISFEITOS

O senador Fernando Collor (PTB-AL) recebeu ontem, em seu gabinete, no Senado, o ex-presidente do governo da Espanha, José Maria Aznar, que esteve em São Paulo para fazer uma palestra, a convite do Hospital Albert Einstein. Durante o encontro, Aznar disse que os investidores espanhóis estão satisfeitos com os resultados e anunciou que outras empresas espanholas estão interessadas em apostar no Brasil. “Teremos uma explosão espanhola aqui no Brasil”, disse Aznar. A visita foi de caráter pessoal, já que os dois mantém relação de amizade. Collor falou da situação política brasileira, e afirmou que o Brasil vive hoje um “presidencialismo de coalizão, por isso a cada seis meses nós temos uma crise”.

O que acontece por aí...

Imprensa e vazamento

Discordo do jornalista Ricardo Pedreira e do presidente da OAB, Ophir Cavalcante quando dizem que o jornalista tem obrigação de divulgar a informação que recebe. Manda a regra básica, embora muitos não a sigam, que antes de mais nada a informação precisa ser checada e bem apurada. A má-fé, a calúnia e os interesses contrariados também chegam ao repórter coma forte impressão de notícia limpa e sensacional. Nesta linha, a imprensa brasileira já cometeu enganos que prejudicaram a vida de pessoas e de instituições. O vazamento de informações e sua apressada divulgação também podem levar o repórter a cometer erros insanáveis.

Sarney-OAB-Collor

Sarney classificou de "acidente" o vergonhoso impeachment de Collor e foi mesmo. Uma colossal torpeza contra um jovem Presidente da República eleito com mais de 35 milhões de votos. Collor foi arrancado do cargo pelos políticos que derrotou nas urnas e por grupos que não estavam interessados nas mudanças impostas por Collor para tirar, finalmente, o Brasil das amarras do atraso. O novo painel do túnel do tempo no senado passa a exibir, portanto, uma história triste, covarde e leviana, que violentou a Constituição. Ainda bem que o painel também dispõe de fatos históricos da gestão Collor de Mello que ainda hoje trazem benefícios ao cidadão, como o Código de Defesa do Consumidor e o Estatudo da Criança e do Adolescente.A pretensiosa OAB, por sua vez, não perde a mania de se arvorar dona do mundo e da verdade. Não tem autoridade para criticar o ex-Presidente da República e presidente do Senado e do Congresso Nacional, senador José Sarney. A entidade faria melhor punindo os maus advogados, defensores de bandidos, assassinos, pedófilos e traficantes, além daqueles que levam celulares para presidiários.

República Tcheca

O senador Fernando Collor (PTB-AL) recebeu na Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal uma comitiva da República Tcheca, chefiada pelo deputado David Vodrazka. Collor iniciou a audiência convidando os representantes daquele país a participarem entre os meses de maio e junho do próximo ano da Conferência Mundial sobre Meio Ambiente, a Rio+20. O tema ambiental dominou a pauta do encontro.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ex-premier da Espanha se encontra com Sarney

O ex-primeiro ministro da Espanha, José María Aznar foi recebido, no final da tarde desta quarta-feira (1°) pelo presidente do Senado, José Sarney. Em reunião fechada, os dois falaram sobre política, economia e sobre as relações comerciais entre Brasil e Espanha. Antes, Aznar fez visita de cortesia ao senador Fernando Collor (PTB-AL). Segundo a assessoria de Collor, ele e Aznar mantêm uma relação de amizade desde o período em que o primeiro foi presidente do Brasil. Durante o encontro, o senador falou da situação política brasileira, e afirmou que o Brasil vive hoje um "presidencialismo de coalizão" com uma crise a cada seis meses. Collor também tratou da transferência de tecnologia e de projetos de irrigação para o estado de Alagoas. Sobre os investimentos da Espanha no Brasil, o ex-chefe do governo espanhol disse que os investidores estão satisfeitos com os resultados obtidos e anunciou que outras empresas espanholas estão interessadas em investir no país.
- Teremos uma explosão espanhola aqui no Brasil - disse Asnar.

Isabela Vilar / Agência Senado

Aziz e Grazziotin pedem apoio a Sarney para modificar MP dos 'tablets'

O Governador do Amazonas, Omar Aziz, e a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) foram recebidos na manhã desta terça-feira (31) pelo presidente do Senado, José Sarney. A intenção da pequena comitiva amazonense foi solicitar apoio do presidente do senado quando da votação da Medida provisória 534/11. Publicada no último dia 23, a MP concede incentivos fiscais para a produção dos computadores portáteis conhecidos como tablets. Com a medida, a incidência de dois tributos - Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) - sobre os tablets fabricados no país cairá de 9,25% para zero. Também haverá redução da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto sobre Importação. De acordo com Aziz, a medida prejudica a Zona Franca de Manaus e cria um desequilíbrio entre as regiões do Brasil. "Quem vai produzir lá no estado do Amazonas, longe do mercado consumidor, se pode produzir do lado do mercado consumidor, no estado de São Paulo?" - questionou o Governador. Aziz informou que os senadores da bancada amazonense apresentarão emendas à MP quando esta chegar ao Senado. A Senadora Vanessa já apresentou onze emendas, das quais dez foram assiandas conjuntamente com o Senador Eduardo Braga (PMDB-AM). "Caso as emendas apresentadas pela bancada do Amazonas sejam aprovadas, nós teremos competitividade; caso contrário, estaremos perdendo mais um setor importante na produção", afirmou o Governador. Também estave presente à reunião o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR).

Assessoria de Comunicação/ Agência Senado

Acompanhe:

End: Ala Sen. Alexandre Costa – Gab. 5


Subsolo – Anexo II


CEP 70165-900 – Brasília-DF


61-3303-6730 / 6730 / 6733


61-9906-5115 / 9951-7611


92-3231-1947 / 8145-5987


www.senadoravanessa.com.br


http://twitter.com/vanessasenadora


http://www.facebook.com/home.php#!/profile.php?id=100002065629372


http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=mp&uid=6320412161407874405