Errar é humano. Insistir no erro é burrice ou má-fé. Ou ambas as coisas. Nessa linha, volto ao tema por rigoroso interesse gramatical. Em benefício da correta redação. Matemática ou aritmética? Virou rotina falar ou escrever errado. Os equívocos são frequentes. Batem tanto na mesma tecla que a falha tornou-se vício de linguagem. Escrever errado virou charme. Lamentável e patético. Justiça aos raros que grafam certo ou falam corretamente. Sobretudo agora, no final do brasileirão, série A e B, quando é preciso avaliar as chances numéricas dos adversários. Programas esportivos nas televisões e rádios e matérias nos impressos anunciam "Hora da matemática", "projeção da matemática", "Cuca avalia a matemática". Um horror. Pavoroso erro. Sumiram com os manuais de redação. Céus. Matemática, refrescando a cachola dos sabidões, pé a ciência dos números. Mas quem trata deles, diminuindo, somando e multiplicando, é a aritmética. Fica a esperança de que até a rodada final das séries A e B, a rapaziada aprenda a lição. A diferença entre a matemática e a aritmética. Sem medo e traumas da aritmética. Leitores e telespectadores exigentes agradecerão.
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
Moro
Sérgio Moro seguia bem como magistrado, até cair na asneira e na armadilha, de aceitar ser ministro da Justiça de um governo complicado. A começar pelo chefe da nação. O ar arrogante e empavonado, de pretenso sabidão, a fala fanhosa e a colossal formalidade, não são virtudes agradáveis nem recomendáveis para quem deseja fazer carreira política. Sendo assim, creio que o ex-juiz enfrentará batalhas inglórias e tacapes pesados, de diversos adversários, não apenas de Lula, a começar por Bolsonaro, caso venha para a disputa eleitoral fantasiado de anti- Lula. Alquimistas de Lula seguramente não perderão o sono, com o debut de Moro na rinha das pauladas. Onde o vale tudo prospera. Moro enfrenta dificuldades dentro da própria comunidade jurídica. Também não defendo Lula. Já é setentão e tenho afazeres mais importantes para fazer. O fato é que o ex-presidente não tem mais pesadelos com processos na justiça. Foi inocentado em todos eles. Ostenta o vistoso diploma de cidadão ilibado e franciscano. Oremos, Brasil.
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
Grosso
Bolsonaro é um grosso irrecuperável. Não tem um pingo de educação. Rodeado por estúpidos engravatados, fantasiados de seguranças, mais uma vez despejou coices nos jornalistas. Desta feita, em Roma, onde foi literalmente ignorado por expressivas autoridades mundiais. Ficou perambulando pelas ruas e ruelas da capital italiana, como alma penada. As patadas do mito de barro ficaram famosas na imprensa mundial. Bolsonaro deslustra a chefia da nação. Seus ataques de histerismo humilham o Brasil aos olhos do mundo. Deveria patentear o rosário de sandices, inconsequências e destempero que exibe com invulgar fervor e arrogância, pelo Brasil e pelo mundo.
sábado, 30 de outubro de 2021
Maldade
Tem razão a letra da música consagrada por Ataulfo Alves, "a maldade dessa gente é uma arte". Que o diga o probo senador Davi Alcolumbre. Nuvens sombrias, o fogo do inferno e a inveja tiraram o sossego do roliço amapaense. Não serviu para nada o ex-presidente do Senado ser "terrivelmente evangélico", a exemplo de André Mendonça, indicado por Bolsonaro para ministro do Supremo tribunal Federal (STF). O motivo para insistirem em tirar o couro do Davi para fazer cuíca, não se sustenta. Tudo porque o bondoso Davi caiu na esparrela de colaborar com o governo, na sublime diminuição da pobreza e da miséria no Brasil. Caiu nas graças da "Veja". Contratou para o gabinete as doces desempregadas, Marina, Érica, Liliam e Jessyca. Fez um pedido cativante para elas, adotando a versão moderna de São Francisco das rachadinhas, "Eu te ajudo e você me ajuda". Slogan abençoado para as próximas eleições. Patenteando a original sacada, Alcolumbre ficará rico. Não precisará mais de rachadinhas.
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
Crime político
O guloso, serviçal e nada republicano Centrão, engatilha nova excrescência política, como prêmio de consolação para Bolsonaro, que o bom senso haverá de repudiar: violentar a constituição diante da possível derrota do chefe da nação nas eleições de 2022, e transformá-lo em senador vitalício, blindando-o da série de indiciamentos criminosos impostos pela CPI da covid-19.
terça-feira, 26 de outubro de 2021
Patético Lira
É estarrecedor: O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, mostra colossal, patética e serviçal dificuldade, para admitir que Bolsonaro precisa ser energicamente punido por propagar mentiras contra as vacinas que combatem a covid 19.
segunda-feira, 25 de outubro de 2021
Juscelino
O colunista Cláudio Humberto revelou, para o Brasil e para o mundo (Diário do Poder-25/10) que o senador Rodrigo Pacheco sonha em ser "o novo JK", na disputa pela Presidência da República. O desejo do grandalhão com voz de trovão, nascido em Porto Velho, Rondônia, mas mineiro por adoção, enche os corações dos brasileiros de ternura e emoção, e pretende acabar com o enfadonho e medíocre debate político. O esforçado Pacheco, foi alertado por Gilberto Kassab, mentor e criador da candidatura do presidente do senado e do congresso para não exagerar na dose, lembrando que, nesse caso, é mais fácil o pretendente sonhador ganhar sozinho na megasena, do que subir em palanque como Juscelino. Outros tentaram e deram com os burros n'água. Pacheco não deu trela a Kassab e já ensaia encarnar os traços marcantes e pitorescos de Juscelino. Acredita que até as eleições de 2022, já terá encorpado e tinindo, como clone do inigualável JK. Nessa linha, Rodrigo pediu, humildemente, aos amigos, familiares, assessores, dono da padaria, aspones e servidores do senado, principalmente ao motorista que passem a tratá-lo por "Nonô", apelido do ex-presidente. Está empenhado também em decorar a letra da música "Peixe Vivo", de Milton Nascimento, a preferida do saudoso Juscelino. Para tanto, vai começar a frequentar Diamantina, onde nasceu Juscelino, para participar de frias noites telúricas com violões e fogueiras compondo a coreografia. O desejo do advogado Rodrigo Pacheco de encarnar JK é espantoso. Quer parecer Juscelino em tudo. Matriculou-se para o vestibular remoto de medicina e para o curso preparatório de Oficiais, da Polícia Militar de Minas Gerais. Rodrigo Pacheco admite que encontra dificuldades para sorrir igual Juscelino. Se for preciso, troca os dentes, por outros alvejados e brancos. Kassab estrilou. Alegou que o PSD é pobre. Com mineirice, Rodrigo lembrou a Kassab que o senado é mãe bondosa. Paga tudo. Por ora, Rodrigo Pacheco tem bom teste pela frente. Desencalhar um assunto que Juscelino resolveria num piscar de olhos: convencer o roliço senador Davi Alcolumbre liberar a data da sabatina de André Mondonça, indicado por Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal (STF), na vaga do ministro Marco Aurélio de Mello. Força, Rodrigo "Nonô".
Verdade
Concordo com a coluna de humor, "Fala, Zé" (Correio Braziliense-24/10), "Como é triste a vida de um homem que late".
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
Gargalhadas
Indiciados no relatório da CPI da covid, Bolsonaro e filhos reagiram com gargalhadas. O patético clã presidencial é esmerado em debochar da coletividade. Gargalhadas da escória de insensíveis negacionistas que afrontam familiares das mais de 606 mil vítimas pela covid. Gargalhadas de fracassados no controle da pandemia. Gargalhadas que acabam com sonhos de cidadãos de bem. Gargalhadas de filho deputado flanando em Dubai, com a família, diante de milhões de desempregados e despejados, passando fome. Gargalhadas de raivosos, destrambelhados e arrogantes incompetentes, tripudiando na ciência e nas normas sanitárias. Gargalhadas de um tosco, inepto e destemperado chefe da nação escoiceando membros da CPI. Quem fere, xinga e humilha com vergonhosas e torpes gargalhadas, serão feridos, mortalmente, nas urnas.
ZFM recebe menção honrosa de publicação do grupo Financial Times
Na edição de outubro/novembro de 2021 da publicação britânica fDi Intelligence, a Zona Franca de Manaus (ZFM) recebeu menção honrosa na categoria “Ajustes Logísticos” da premiação “Zonas Francas Globais do ano de 2021”. A publicação pertence ao grupo editorial do jornal britânico Financial Times (FT), um dos mais conceituados veículos de economia da Europa.
Na avaliação do corpo de jurados, o destaque se deve “aos avanços realizados nesta área (de logística) ao longo dos últimos anos, dotando a ZFM de maior competitividade”.
De acordo com o superintendente da Suframa, Algacir Polsin, todo reconhecimento dado ao modelo ZFM, seja ele interno ou internacional, é resultado do esforço coletivo de trabalhadores, servidores, especialistas e empresários que consolidaram a ZFM, ao longo dos seus 54 anos, como importante e exitoso projeto de redução de desigualdades regionais. “É importante promover uma convergência cada vez maior de esforços e ações a fim de avançar no espraiamento das riquezas geradas pela ZFM para que elas atinjam toda a área de abrangência da Suframa”, frisou o superintendente.
Para Polsin, iniciativas para o aprimoramento da logística na região são essenciais não apenas para garantir maior eficácia nos processos de recebimento dos insumos e de escoamento dos produtos fabricados no Polo Industrial de Manaus, mas também para facilitar a vida dos habitantes da região. “Há iniciativas promissoras na área da logística, como é o caso da ligação terrestre entre Manaus e o porto de Georgetown, na Guiana Inglesa. Para isso, é necessária a pavimentação de uma estrada de aproximadamente 450quilômetros, que liga as cidades de Lethem, fronteira com o Brasil, a Linden”, detalhou.
O superintendente também salientou a importância da implementação de outras soluções logísticas como a criação de mais saídas do Brasil para o Pacífico. Hoje, para os produtos brasileiros chegarem à Ásia, existem basicamente duas rotas: pelo canal do Panamá ou via oceano Índico. Uma solução relevante, portanto, é a rota ao Pacífico via Acre, facilitada pela Ponte do Abunã. Polsin pontua que a ponte integra a chamada “Rota Interoceânica” ou “Estrada do Pacífico”, um caminho pavimentado de quase 2.400 quilômetros, que interliga Porto Velho (Rondônia) e San Juan de Marcona, na costa do Peru, dando acesso aos portos de Matarani e Ilo. Além disso, como a ponte passa sobre a hidrovia do Madeira, também facilita a navegação até o Oceano Atlântico pelos portos do norte do país. “Também é necessário destacar as possibilidades de ganhos logísticos com o incremento do tráfego rodofluvial via Tabatinga-AM, além de reforçar a necessidade do asfaltamento da rodovia BR-319”, exemplificou o general.
Premiação
A “Zonas Francas Globais do ano” é uma premiação anual internacional que analisa as zonas francas, reconhecendo quais delas apresentaram resultados expressivos no que se refere a perspectivas de investimento, expansão, capacidade produtiva e logística, entre outros aspectos.
A Suframa, por ser uma zona franca associada à Associação de Zonas Francas das Américas (AZFA), é convidada anualmente a inscrever-se na premiação, tendo recebido alguns prêmios ao longo dos últimos anos. Foi vencedora na categoria Grandes Empreendimentos da região da América Latina e do Caribe no ano de 2015. Em 2017, foi premiada nas categorias “Melhor Zona das Américas – Grandes Inquilinos”, “Melhor Zona Franca para Sustentabilidade”, “Melhor Zona Franca para Expansão” e “Melhor Zona Franca para Novos Investimentos”. Já no ano de 2018, foi premiada na categoria “Altamente recomendável para grandes empreendimentos das Américas”.
Setentão
Dia 22 de outubro de 1944 nascia em Crateús, Ceará, Antonio Valmir Campelo Bezerra. Uma criança com vocação de guerreiro e cidadão de bem. Cresceu cavando os horizontes do próprio destino. Com destemor, grandeza de espírito e decência. Virtudes que adquiriu dos pais, Raimunda e João. Valmir ficou nos corações dos habitantes de Braslândia, Gama e Taguatinga, cidades que administrou com esmero e competência. No Gama, construiu o belo estádio de futebol, hoje conhecido como "Bezerrão". Elegeu-se o deputado constituinte mais votado de Brasília. Foi senador. Aposentou-se como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Foi presidente daquela Corte Superior. Também ocupou a vice-presidência do Banco do Brasil. O vascaíno Valmir, artilheiro das boas "peladas" do "Gerovital", respeitado clube amador de Brasília, completa 77 anos de idade. É mestre na arte de fazer amigos. Bom marido, pai zeloso e avô impecável. Maria ilumina Valmir. Passa sempre na frente.
quarta-feira, 20 de outubro de 2021
Bolsonaro
Bolsonaro não é mais idiota por falta de espaço. Pensa (opa, foi mal) que vaias encomendadas da claque negacionista e xingamentos para Renan Calheiros, vão livrá-lo das duras acusações do relatório da CPI da Covid.
Relatório fúnebre
Sonhando em entrar na contramão da história, os fogosos senadores governistas também apresentaram relatório final, na CPI da covid. Peça científica primorosa, solicitada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela ONU, onde recentemente Bolsonaro, o gênio da negligência médica, horrorizou o planeta, com mentiras e blasfêmias. O fantasioso relatório garante que Bolsonaro é ave rara da decência, da competência e da probidade administrativa. Jamais debochou da pandemia. É intriga da oposição, o chefe da nação nunca disse que a covid era uma "gripizinha". Os notáveis fantoches senadores destacaram que a primorosa obra de sabujismo explícito será acolhida e aplaudida pelos familiares dos 604 mil brasileiros, mortos pela covid e pelos milhões de desempregados e despejados. O teor do relatório teve as digitais do diligente ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, aquele que evocou para si a pérola do puxa saquismo, "manda quem pode, obedece quem tem juizo". O relatório conclui recomendando a construção de bustos de Bolsonaro na entrada dos cemitérios das capitais brasileiras. Pelo desprezo que tem pela ciência e pelas vidas alheias.
terça-feira, 19 de outubro de 2021
Relatório
Queixas, lamúrias e vaidades feridas não tiram a consciência do dever cumprido de Renan Calheiros. Surreal e inacreditável que açodados queiram tripudiar no relatório final do relator da CPI da covid. Calheiros não tem vocação para servir de pasto para transloucados. O senador alagoano não é inconsequente nem irresponsável. O vazamento de trechos do relatório não significa prejuízos para o resultado final, que será discutido e votado. Grupo de melindrados resolveu que o relator não pode acusar Bolsonaro de genocida. A juiza brasileira, Sylvia Steiner, que atuou no Tribunal Penal de Haia, foi enfática: não é exagero definir Bolsonaro como genocida, na quadra perversa da pandemia. Para a magistrada, ocorreu no Brasil a "política de infecção". Por sua vez, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, também chamou Bolsonaro de genocida, pela condução desastrosa da saúde pública, na pandemia.
domingo, 17 de outubro de 2021
Mal educado
Jantava sábado no restaurante "A Mano", quando aparece dos breus da boçalidade, o senador Flávio Bolsonaro querendo furar a fila em busca de mesa. Culpa dos eleitores, que mandam balaios desprezíveis de arrogantes para Brasília.
sábado, 16 de outubro de 2021
CNC sobe para 6,4% projeção dos serviços para 2021
Estimativa tem como base dados positivos de agosto do IBGE, divulgados nesta quinta-feira (14); Turismo registra menor perda mensal desde o início da pandemia
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aumentou de 6,2% para 6,4% a expectativa de crescimento do volume de receitas dos serviços em 2021. A estimativa tem como base os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de agosto, divulgada nesta quinta-feira (14/10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Confirmada a previsão, seria a maior taxa anual de crescimento do setor desde o início da pesquisa (2011), mas ainda insuficiente para compensar as perdas do ano passado.
De acordo com o estudo, o volume de receitas do setor cresceu 0,5% em agosto de 2021, em comparação com o mês anterior (descontados os efeitos sazonais), o que veio próximo à expectativa da CNC, que projetava variação de 0,7%. Já na comparação com agosto do ano passado, o aumento foi de 16,7%, representando o sexto mês consecutivo de expansão.
Quatro dos cinco grupos de atividades revelaram avanços mensais, destacando-se os serviços prestados às famílias (+4,1%) e os de informação e comunicação (+1,2%). No primeiro caso, a queda do isolamento social tem justificado a maior demanda por atividades de alojamento e alimentação, que avançaram 55% desde o fim da segunda onda da pandemia, em abril deste ano.
Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a expectativa para os próximos meses segue favorável, com o avanço na vacinação e o consequente aumento da circulação da população. No entanto, observa que a inflação e os juros já preocupam. "Esses problemas tendem a frear o ritmo de expansão do nível de atividade dos serviços, assim como já ocorre no comércio varejista", afirma Tadros.
Turismo: No caminho da reação
Por outro lado, ainda buscando recuperação, o setor de turismo apresentou volume de receitas 20,8% abaixo do registrado em fevereiro do ano passado. Ainda assim, contou com a menor perda mensal desde o início da pandemia (15,3%) e vem reagindo positivamente desde abril deste ano, o que levou a CNC a projetar avanço de 19,8% no volume de receitas do setor, em 2021. A Confederação também antecipou a previsão de recuperação plena do setor, do quarto para o segundo trimestre de 2022.
A reação também tem sido observada no mercado de trabalho formal. Nos doze meses encerrados em agosto, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou um saldo positivo de mais de 3,2 milhões de vagas no segmento, o que representa um avanço de 8,3% do estoque de postos de trabalho.
O economista da entidade, responsável pela pesquisa, Fabio Bentes, reforça o avanço na imunização como fundamental também para a reação do turismo. "Com a vacinação da população e a flexibilização das medidas restritivas, acreditamos que o setor poderá se recuperar antes da metade do próximo ano", avalia Bentes.
Inveja
Tem razão a música de Ataulfo Alves, “a maldade dessa gente é uma arte”. É inacreditável e injusto que o imaculado senador Flávio Bolsonaro volta e meia seja vítima de infâmias. Não largam de mão o senador. Pura inveja. Gente que não tem o que fazer. Agora, como revelou a colunista Denise Rothenburg (Correio-15/10), o probo Flávio foi vaiado na fila da vacina contra a covid. Foi carinhosamente chamado de "genocida", "miliciano" e outras pérolas. Não respondeu com o dedão em riste porque foi criado com educação, ao contrário do ministro da Saúde, especialista em grosserias. Tudo porque Flávio comprou uma casa modesta, em Brasília, por 6 milhões de reais. Uma bagatela. O filho número 01 do presidente é trabalhador. Suas finanças são uma coletânea de livros abertos. Que o diga o STJ.
Os suados trocados que ganha, através de esforços e méritos pessoais, vão direto para o cofrinho da poupança. Foi guardando todos os centavos que Flávio conseguiu comprar a casa que tanto sonhava, no Lago Sul, bairro nobre brasiliense. Outras fontes de renda de Flávio são rifas de empadas, coxinha, picolé e bingos de frango assado das paróquias.
Vende tudo o que produz, por boa grana, para padarias e mercados de Brasília e do Rio de Janeiro. A sorte é parceira do senador. Também no amor não tem queixas. Casou com mulher bonita, dedicada e dentista conceituada.
O engenhoso Flávio também ganha bom dinheiro no jogo do bicho, dominó e nas rachadinhas da lotérica. Ainda não decidiu se aceita o convite da CEF para brilhar no comercial das rachadinhas. Flávio investe com sucesso em ações. Ganha mais como investidor na bolsa de valores do que como senador. Quando o dinheiro anda curto, o senador recorre a vaquinhas virtuais. O Brasil se comove com a carência financeira de Flávio.
Graças a vaquinhas pela internet comprou a loja de chocolates em shopping de luxo, no Rio de Janeiro. Depois da pandemia o irretocável senador recorrerá ao público bondoso e cativo que cultivou nas vaquinhas. Desta vez para comprar um iate para velejar em Angra dos Reis. O parceiro de fé, Fabrício Queiroz, será presença marcante nas pescarias. O abonado número 01 compra o que der na telha por que pode. Quem não pode, se sacode. Desde cedo carrega a lição do pai Jair, Deus ajuda quem se ajuda. Táoquei?
Vicente Limongi Netto






