segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Assessoria Jurídica de Collor não vê problema em conteúdos divulgados


Para o advogado João Lobo, o Senador tem agido conforme a legislação eleitoral

“O senador Fernando Collor ainda não foi citado e não tem ciência do conteúdo de qualquer representação contra ele, movida na Justiça Eleitoral. Mas, sendo verdadeiras as notícias recentemente veiculadas, vai responder, em momento oportuno, com a tranqüilidade de quem sempre se portou dentro dos preceitos e dos limites da Lei das Eleições”.

Essa é a resposta do advogado João Lobo, assessor jurídico de Collor, sobre as notícias de que o senador estaria sendo alvo de uma representação da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) de Alagoas, por suposta propaganda eleitoral antecipada. Ele disse que, assim como o senador, só tomou conhecimento da informação por meio dos noticiários, e que nenhum dos dois teve acesso, ainda, ao conteúdo da representação, que ainda se encontra nas mãos do relator.

Deixando sempre claro que sua avaliação é genérica, e que considera prematura qualquer análise mais aprofundada sobre o assunto, antes de ter visto a representação, o advogado argumenta que, se os fatos alegados são os que foram divulgados pela própria assessoria da PRE e reproduzidos na imprensa, não vê sinais de ilicitude por parte do seu cliente, na divulgação de conteúdos e ações inerentes ao exercício do seu mandato parlamentar.

“Posso dizer que ele está tranqüilo e que temos respostas jurídicas para tudo que foi alegado. Primeiro, as matérias publicadas nos meios de comunicação, referindo-se a fatos relacionados ao exercício do mandato do senador, são de interesse público e, por isso mesmo, de interesse jornalístico. Portanto, não ferem a legislação eleitoral, encontrando, ao contrário, total amparo na liberdade de imprensa”, diz o advogado.

Em relação às peças promocionais com o nome do senador, sejam as de prestação de contas do seu mandato ou de congratulações com algum segmento social, João Lobo avalia que elas não podem ser caracterizadas como propaganda eleitoral, “porque não trazem, em si, elementos como: pedido de voto, proposta de campanha ou vinculação do seu nome a um número de candidato”, explica o advogado.


Ele observa, ainda, que a qualquer pessoa, com ou sem mandato, é dado o direito de fazer esse tipo de publicação, sendo este o pensamento estacionário na jurisprudência eleitoral.

Lançamento do Projeto Brasil Afroempreendedor

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Torpe Gurgel



O procurador-geral da República definitivamente é um torpe e ressentido. Em fim de mandato, corre para os refletores fáceis. Quer aparecer de qualquer jeito. Agora resolveu apresentar denúncia contra o senador Gim Argello. Denúncia velha, vencida e julgada improcedente pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Gim Argello é um senador operoso, diligente e dedicado. É o responsável por obter os maiores recursos federais  para obras em Brasília. Seguramente Gim Argello é o senador que tem, hoje, o maior número de projetos apresentados e aprovados pelo Congresso Nacional. Gim é parlamentar da linha de frente da presidenta Dilma. Defende e luta pelos interesses coletivos com desenvoltura. O pândego procurador-geral, portanto, errou feio de alvo. Já vai embora tarde.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Bem que o Papa alertou


O Papa Francisco deixou claro na visita ao Brasil que apoia e incentiva a rebeldia dos jovens. Salientou, apenas, que tenham cuidado para não serem manipulados por aproveitadores travestidos de isentos e democráticos.   É o que vem ocorrendo, lamentavelmente, nas manifestações contra o governador Sérgio Cabral.  Longe de mim defender o governador. Reivindico o bom senso. Cabral não mora em casa. São imensos os transtornos para os moradores que moram no Leblon, perto do governador. A população perdeu o direito sagrado de ir e vir. Idosos, crianças, motoristas e ciclistas passam por enorme sufoco. Não está certo. Está mais do que claro que a turba ruidosa em frente ao prédio do governador é incentivada por grupos políticos desafetos de Cabral. Finórios que transformaram parte do populoso Leblon em palanque eleitoreiro.

Fernando Collor desafia ALE e governo a abrir contas

Fátima Almeida/ Gazeta de Alagoas 


Ao desembarcar na noite de ontem no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, procedente de Brasília (DF), o senador Fernando Collor (PTB) teve contato rápido com a imprensa, mas o suficiente para ser objetivo e propositivo em relação às suspeitas de irregularidades na movimentação da Assembleia Legislativa (ALE). “A iniciativa do deputado João Henrique Caldas (PTN) merece o apoio da sociedade, porque é a busca da transparência, um clamor presente nas ruas”, declarou o senador. Ele desafia o presidente da ALE, deputado Fernando Toledo, e o governador Teotonio Vilela Filho, ambos do PSDB, de permitirem que uma força-tarefa independente mergulhe na contabilidade do Legislativo e da Secretaria da Fazenda (Sefaz). “Se há crime, se há mal feito nesse turbilhão de denúncias que o jovem deputado JHC tornou público, então que se investigue a fundo. Proponho uma força-tarefa constituída por representantes da seccional da OAB de Alagoas, dos Ministérios Públicos Estadual e Federal, de auditores do Tribunal de Contas, da CUT e do Movimento de Combate à Corrupção de Alagoas, para jogar luz e passar tudo a limpo”, propôs Fernando Collor. “É preciso que o governador Vilela e o presidente do Legislativo, que são correligionários tucanos, aceitem esse desafio e permitam a entrada da sociedade civil nessa averiguação, que deve ser ampla, geral e irrestrita, englobando esses últimos anos”, completou.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Colunista lambe-botas do tucanato paulista tenta desacreditar família Sarney


Por Said Barbosa Dib*

Na noite passada (29/07), a coluna preconceituosa do lambe-botas do tucanato paulista, Augusto Antunes, da Veja, repercutindo matéria insólita de domingo de Reynaldo Turollo Jr, da Falha de S. Paulo, publicou artiguete intitulado “A galeria da blasfêmia”, tentando ridicularizar a família Sarney e desmoralizar a Fundação da Memória Republicana, com trechos chulos e irresponsáveis como estes (destaques nossos):

“Para abrigar alguns badulaques e quinquilharias que lembram a passagem do patriarca pela Presidência da República, a Famiglia (sic) que há 50 anos suga, sangra e sufoca o Maranhão decidiu criar a Fundação José Sarney. Para que a entidade se instalasse num endereço à altura do poderio do clã, o mais ilustre maranhense expropriou o Convento das Mercês. Foi assim que uma relíquia da arquitetura colonial virou sede do bando (...).

A descoberta do acervo de maracutaias que reduziram um convento a cabaré secou a cachoeira de donativos suspeitíssimos e verbas federais irregulares que sustentavam a Fundação (e engordavam as contas bancárias dos novos proprietários, começando pelo senador do PMDB promovido por Lula a Homem Incomum). Em vez de correr atrás do prejuízo, o pai da governadora ordenou que a conta fosse repassada aos moradores da capitania hereditária. E Roseana Sarney incorporou ao patrimônio público a instituição privada em apuros."

Em primeiro lugar, o senhor Augusto Nunes deveria ser menos preconceituoso com o povo do Maranhão e se informar melhor. Não pega bem falar em “50 anos que suga, sangra e sufoca o Maranhão”. Isto é mentira, simplificação e desprezo com o povo do estado. José Sarney governou entre 1965 e 1970. Roseana, em dois governos seguidos, entre 1995 e 2002 (não vamos considerar o atual). Foram os períodos mais fecundos em termos de desenvolvimento efetivo do Maranhão. As realizações foram tão substanciais que a população passou a associar “bom governo” aos “Sarneys”. 

Senão, vejamos os fatos:

Governo José Sarney (1965-1970)

José Sarney, no tempo em que foi governador, foi apoiado por esquerdistas de então, como Glauber Rocha (que fez campanha para o Sarney) e a chamada “Bossa Nova da UDN. Com um estilo próprio de governo – popular, dinâmico e modernizador -, recebia em audiências diariamente dezenas de pessoas dos mais variados setores da população e provocou, segundo Veja (11/3/70), uma “revolução na administração”, chamada de “milagre maranhense”. Os investimentos decuplicaram, aumentando em 2.000% o orçamento do estado, mudança que nunca mais viria a acontecer. O novo governador sabia que era necessário compensar anos de atraso provocado pelo “vitorinismo”. Por isso, foi construída a usina hidrelétrica de Boa Esperança, na fronteira sul do Maranhão com o Piauí, pela Companhia Hidrelétrica de Boa Esperança (Cohebe), que passou a fornecer energia a cerca de 40 cidades do interior dos dois estados e parte do Ceará. Ainda segundo Veja (4/2/1976), nos quatro anos da administração Sarney o Maranhão deu um salto: o estado pulou de zero para quinhentos quilômetros de estradas asfaltadas – e mais dois mil quilômetros de estradas de terra -. Criou-se, além disso, uma rede de telecomunicações cobrindo 85 municípios; elevou-se de um para 54 o número de ginásios estaduais e ampliaram-se de cem mil para 450 mil as matrículas escolares. No início de 1970, Sarney inaugurou, com uma assistência de cem mil pessoas, a ponte de São Francisco, sobre a foz do rio Anil, ligando a ilha de São Luís – onde fica a capital – ao continente. A construção da ponte já havia passado ao domínio da lenda, pois se estendera por vários governos. A construção do porto de Itaqui, a barragem do rio Bacanga e o planejamento da cidade industrial foram outras iniciativas. Por tudo isso, a oposição não se cansa de estrebuchar. Precisa sempre dos lobby´s preconceituosos da industria paulista para menosprezar o que é positivo para os povos do Norte e do Nordeste.

Governo Roseana Sarney (1995-2002)

A sucessora política de José Sarney, sua filha Roseana, mesmo tendo recebido menos recursos do governo federal nos quatro anos do seu segundo mandato, os resultados práticos da sua gestão são impressionantes, principalmente na área da educação, que é a mais importante quando se tem preocupação com a questão social. Pelos relatórios publicados pelo PNUD/IPEA, facilmente acessados pela Internet, no que se refere aos gastos totais com “Educação e Cultura”, de 1995 a 2002, período que correspondente aos dois primeiros mandatos da governadora Roseana Sarney (em valores da época), o Maranhão chegou muito próximo da universalização no atendimento do ensino fundamental. 96% das crianças de 7 a 14 anos passaram a freqüentar a escola. No Ensino Médio, o estado conseguiu uma expansão nunca antes registrada, quando a oferta de vagas foi dobrada. O número médio de anos de estudo, para a população acima de 25 anos, em 1995, quando Roseana Sarney iniciou o seu primeiro mandato, era de 3,2 anos. Em 2003, quando terminou o segundo mandato, já era de 4,3 anos de freqüência em salas de aula. Um aumento de 1,1 ano no período – índice maior do que a média de crescimento do Nordeste, que foi de 0,93 ano estudado. Em todo o Brasil, o Maranhão da “oligarca” Roseana ficou atrás apenas de Sergipe, que teve um crescimento de 1,32 ano de estudo. Quanto à urbanização, Roseana também se destacou bastante. Pelo percentual de pessoas que vivem em domicílios urbanos com serviço de coleta de lixo, em 1991, era de apenas 26,32% da população, passando para 53,25% no ano 2000. Aumento de 26,93%, sendo o estado que mais cresceu no período não só no Nordeste, mas em todo o País, neste aspecto. No Amazonas, por exemplo, com população concentrada em Manaus, a expansão foi muito inferior no mesmo período, saltando de 60,02% para 78,23%, um acréscimo de apenas 9,87%. Assim como na coleta de lixo e no caso do tratamento de esgoto, na escala convencionada pelo IPEA, de 0 a 1, verificando-se o percentual da população que vive em domicílios com abastecimento adequado de água, o Maranhão evoluiu de 0,31%, em 1995, quando Roseana Sarney assumiu seu primeiro mandato, para 0,54% no final de seu segundo mandato, em 2003. Uma melhoria de 0,23%. Foi o terceiro maior aumento entre todas as unidades federativas. Perdeu apenas para o Ceará e o Tocantins. O Ceará, governado pelos tucanos, foi um dos estados que mais recebeu ajuda de FHC nos anos 90. Por isso, passou de 0,45% em 1995 para 0.70% em 2003, uma melhoria de 0,25%, pouco mais do que o Maranhão. Pelos percentuais de pessoas ocupadas com carteira de trabalho assinada, segundo dados do IPEA, no período compreendido entre 1995 e 2002, o Maranhão passou de 0,29% em 1995, para 0,36% em 2002, tendo um aumento de 0,12%, disparadamente o melhor resultado de todo o Brasil no período – a média brasileira é de 0,04%.

Sarney x FHC: comportamentos muito diferentes

Em segundo lugar, antes de criticar o estadista José Sarney, Augusto Antunes deveria fazer uma necessária diferenciação entre a forma de agir do ex-presidente maranhense com o comportamento nada republicano do tucano Fernando Henrique Cardoso, cantado em verso e prosa pelo pseudojornalista da “sujíssima Veja” (royalties para Helio Fernandes). Diferente de José Sarney, que doou seu patrimônio pessoal para o Maranhão, quando poderia fazê-lo para qualquer outro museu da capital federal, o tucano-mor tomou outro rumo nada digno de um homem que foi presidente da República. Nunca é demais lembrar que, na edição 234, de 11 de novembro de 2002, a revista “Época”, com o título de capa “FHC passa o chapéu”, mostrou que o ainda então presidente da República tucano reuniu empresários para levantar R$ 7 milhões para ONG que bancaria palestras e viagens suas ao Exterior em sua aposentadoria. A revista mostrou que foi em noite de gala, dizendo: “Fernando Henrique Cardoso reuniu 12 dos maiores empresários do país para um jantar no Palácio da Alvorada, regado a vinho francês Château Pavie, de Saint Émilion (US$ 150 a garrafa, nos restaurantes de Brasília). Durante as quase três horas em que saborearam o cardápio preparado pela chef Roberta Sudbrack - ravióli de aspargos, seguido de foie gras, perdiz acompanhada de penne e alcachofra e rabanada de frutas vermelhas -, FHC aproveitou para passar o chapéu. Após uma rápida discussão sobre valores, os 12 comensais do presidente se comprometeram a fazer uma doação conjunta de R$ 7 milhões à ONG que Fernando Henrique Cardoso passará a presidir assim que deixar o Planalto em janeiro e levará seu nome: Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC)”. A convocação de empresários para doar dinheiro a uma ONG pessoal do presidente, ainda com a possibilidade de assinar o Diário Oficial, constituiu o diferencial da atitude de ex-presidentes tão diferentes como FHC e José Sarney. O primeiro usou o Estado para benefício próprio para garantir suas viagens ao exterior, não para beneficiar o povo brasileiro. O segundo usou seu próprio patrimônio pessoal para beneficiar um dos mais importantes interesses públicos: a cultura. São formas radicalmente diferentes de se encarar a vida pública.

Senão, vejamos:

Museus de ex-presidentes: ao invés de enlatados culturais, esta seria uma boa idéia “ianque” a se copiar

Por Said Barbosa Dib*

Toda nação desenvolvida tem um ponto em comum inquestionável: o respeito, independente de ideologias e interesses específicos, aos seus líderes e figuras históricas, vistas sempre como exemplos a serem seguidos. Nos EUA o patriotismo e o amor pelas raízes históricas são quase obsessão. Lá é costume ex-presidente, por ter tido acesso a documentos históricos importantes, por ter participado ativamente de reuniões e eventos decisivos para a pátria, criar uma fundação com o objetivo de se preservar documentos e acervos históricos e catalisar na população o debate sobre temas importantes para o país. Esta tradição, mantida por quase todos os ex-presidente dos EUA, começou vinculada à criação da própria biblioteca do Congresso norte-americano. Criada em abril de 1800 para atender às necessidades dos deputados e senadores norte-americanos, a “Biblioteca do Congresso”, hoje a mais completa do mundo, teve seu destino alterado por força do acaso. Em 1814, tropas inglesas incendiaram o Capitólio, destruindo os 3 mil volumes sobre política, economia e história que compunham o acervo. Thomas Jefferson, terceiro presidente dos EUA e apaixonado por livros, ofereceu sua coleção com 6.487 exemplares, versando sobre arte, arquitetura, literatura, entre outros assuntos, por 23.940 dólares. Para isso, criou uma fundação, com o apoio do governo federal, para que fosse garantida a preservação e ampliação dos acervos. Hoje, a mesma fundação criada por Thomas Jefferson administra não só o acervo doado, mas toda a biblioteca. Tanto na França quanto na Alemanha é também costume ex-chefes de governo ou de Estado constituírem, sempre com o apoio do Estado, suas fundações, quase sempre localizadas em espaços cedidos pelos governos. Os exemplos são muitos, como a “Fundação François Mitterrand”, a “Fundação Conrad Adenauer”, a “Fundação Giscard Destaing”, etc. 

A “Fundação Sarney”: primeira experiência na América Latina

O primeiro e único presidente brasileiro que decidiu dividir seu patrimônio pessoal com a sociedade brasileira foi o também intelectual José Sarney, notoriamente envolvido com a área cultural há bastante tempo. Seguindo o exemplo de Thomas Jefferson – sem, ao contrário, ter cobrado nada por isso – criou a “Fundação Sarney”, primeira entidade cultural instituída nos moldes das bibliotecas presidenciais norte-americanas em toda a América Latina. Como centro de estudos e pesquisas políticas e sociais, está localizada no Convento das Mercês - até então quase abandonado e sem uma função definida que fosse à altura de sua importância histórica-, esta monumental obra da arquitetura religiosa mercedária foi inaugurada em 1654 com o “Sermão de São Pedro Nolasco, do Padre Antônio Vieira, que então fez a profecia, hoje realizada: “aqui tragamos nossas memórias”. Mas a Fundação não foi criada apenas para preservar e divulgar o acervo doado pelo ex-presidente. Ela é composta tanto pelo “Memorial José Sarney”, quanto pelo “Centro Modelar de Pesquisa da História Republicana”, para preservar dados de todas as presidências; pelo “Instituto da Amizade Latino-Americana” e pelo “Instituto de Amizade dos Povos de Língua Portuguesa”. Assim como o acervo de Thomas Jefferson se tornou a própria Biblioteca do Congresso norte-americano, as funções, o acervo e a importância da “Fundação Sarney” se ampliaram e, hoje, abarcam várias áreas de interesse do povo brasileiro e vem servindo, também, para o desenvolvimento do turismo e da cultura no Maranhão e, de lambuja, viabiliza a preservação do espaço histórico do convento.

O acervo e sua importância para o Maranhão e o Brasil

A Fundação promove, cumprindo seus objetivos, seminários, pesquisas, congressos, cursos, encontros internacionais; publica livros e documentos relacionados com a história política do Brasil, dos países da língua portuguesa e latino-americanos, bem como o estudo sistemático de problemas sociais e políticos. A Fundação abriga acervo, doado pelo Presidente Sarney, de 40.000 livros; e mais de 500.000 documentos; destes, 80.000 manuscritos; 70.000 recortes de jornais (clippings, charges, sinopses); 70.000 cartas enviadas de todos os quadrantes do País. O acervo audiovisual corresponde a 18 mil negativos, 1.500 filmes de 16 mm, milhares de slides, discos, álbuns fotográficos, 4.000 horas de fitas VHS e V-MATIC. Acervo museológico de 2.500 peças, arte sacra, esculturas, quadros e artesanato de vários países. Gravuras, mapas antigos, obras raras e manuscritos de grande valor, destacando-se os originais de “Espumas Flutuantes”, de Castro Alves, Sermões de Pe. Antônio Vienra, originais de Eça de Queirós, Jorge Amado, Odorico Mendes, Camilo Castelo Branco, Tomás Antônio Gonzaga, entre muitos. Tudo isso, um patrimônio que não está enclausurado, egoisticamente, como um patrimônio pessoal de um ex-presidente, mas como patrimônio histórico que está socialmente contribuindo com a identidade da sociedade maranhense e de todo o povo brasileiro. Em 2008, 137 mil pessoas visitaram a FJS e registraram seus nomes no livro de presença.

As lamentações dos derrotados e o ódio à cultura

Porém, há pouco tempo, com a “Fundação Sarney” em pleno funcionamento, por filigranas jurídicas que envolveram a transferência do usufruto do Convento das Mercês, setores minoritários e que nunca conseguiram se afirmar politicamente junto ao povo maranhense, procuraram inviabilizar a iniciativa do ex-presidente Sarney. Com base em argumentos simplistas e pouco esclarecidos do Ministério Público maranhense, tucanos do estado procuraram tirar proveito partidário que poderiam prejudicar o funcionamento de tão bela iniciativa cultural, desconsiderando, por completo, a necessidade de se separar interesses pessoais do interesse geral. A lei estadual, votada pela Assembléia Legislativa do Maranhão em novembro de 2005, durante o “governo” José Reinaldo, foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal no dia 19 de dezembro do mesmo ano, e baliza qualquer decisão futura da justiça.

* Said Barbosa Dib é historiador, analista político e, com muito orgulho, assessor de imprensa do senador Sarney.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Camarotti e o papa


Todo repórter que se preza, mesmo afastado das redações, como é meu caso, vibrou com o furaço do jovem e talentoso Gerson Camarotti, entrevistando o Papa Francisco. O trabalho de Camarotti enche de orgulho o jornalismo brasileiro. Desde já, merecedor de todos os prêmios que apareçam ou já existentes. Covardia disputar com Camarotti. Registre-se a correção e delicadeza do Papa. Que poderia ter escolhido um repórter argentino, ou italiano, para conceder sua primeira entrevista. A entrevista foi magnífica. As respostas do Papa foram marcantes, profundas e dignas de aplausos e reflexões. O trabalho de Camarotti  serviu para mostrar aos telespectadores do mundo inteiro, que o Papa Francisco além de Santo, também é sábio. Que Deus continue iluminando Francisco!

Tailândia quer ampliar parcerias no PIM


O superintendente da Zona Franca de Manaus, Thomaz Nogueira, recebeu na SUFRAMA, o embaixador da Tailândia no Brasil, Tharit Charungvat. Em pauta, a possibilidade de instalação de novas empresas tailandesas no Polo Industrial de Manaus (PIM). Entre as possibilidades, o diplomata citou o interesse de uma empresa de autopeças do país que deve fabricar no Brasil, mas ainda não definiu em qual Estado vai instalar sua unidade. “Não tenho dúvidas que a Zona Franca de Manaus (ZFM) é a melhor porta de entrada para o Brasil”, frisou o superintendente durante a explicação sobre o funcionamento do modelo. Durante a apresentação, Nogueira detalhou a concessão de incentivos fiscais, a importância estratégica da ZFM para o País e as vantagens competitivas de se investir no PIM, como segurança jurídica e o positivo ambiente para se fazer negócios. Charungvat fez várias perguntas a respeito da questão logística e lembrou que ele e os membros da delegação pagaram R$ 3 mil, cada, na passagem aérea de Brasília até Manaus. O superintendente explicou os incentivos fiscais são justamente para minorar as dificuldades logísticas, ressaltando o trabalho do governo federal para superá-las e as soluções para quem quer atingir os grandes centros consumidores do Brasil, como os entrepostos da ZFM instalados em Uberlândia (MG) e Resende (RJ). “Apesar dessas dificuldades logísticas produzimos e entregamos em qualquer lugar do Brasil praticamente 100% dos televisores e motocicletas feitos no País e 60% dos telefones celulares”, observou Nogueira.

Interesse


Tharit Charungvat ressaltou que o Brasil é o parceiro comercial número um da Tailândia na América Latina - somente no ano passado, as exportações do Brasil para o país asiático movimentaram US$ 2,4 bilhões e as importações movimentaram US$ 2,2 bilhões - e que é interesse do país ampliar estreitar ainda mais as relações. Ficou combinado um novo encontro entre a SUFRAMA e a embaixada em São Paulo, onde reside o adido comercial da Tailândia no Brasil, Khamhaeng Klasukhon, que também esteve em Manaus. A delegação asiática foi ainda convidada a participar da próxima edição da Feira Internacional da Amazônia (FIAM), que ocorrerá em novembro deste ano, no Studio 5 Centro de Convenções.

O que acontece por aí...


Apoio e desagravo

Não é de hoje que falo e escrevo minha opinião sobre o ministro-presidente do STF. Repito: Joaquim Barbosa precisa respeitar os outros se deseja ser respeitado. Insolente e pseudo dono da verdade, o ministro Joaquim seguramente bem que tentou aparecer à custa da presença do Papa Francisco. Como o Santo Pontífice não lhe deu a mínima, resolveu ser grosseiro com a anfitriã maior da presença ilustre do Papa no Brasil, a presidente Dilma. Já o Sardenberg de tal, destaque no timeco dos patrulheiros, deveria ter deixado o frasco de mágoas e ressentimentos em casa, antes de sair para cobrir pela CBN a visita do Papa.  O mais grave, Gilberto, é que os medonhos e incuráveis patrulheiros infelizmente ocupam espaços preciosos na imprensa. Insistem em querer conduzir a opinião alheia. Autênticos paladinos de barro. Ora bolas, quem tem que julgar se o discurso de Dilma foi bom, ruim, curto ou longo, é o público, não o nefasto Sardemberg de tal.

Helena, quem te viu...

Helena Chagas mudou. Quem diria.  Quem nunca comeu mel... E o pai dela, grande e competente Carlos Chagas, continua o mesmo homem simples e atencioso. Tem hora que o DNA não pega. Não gruda. Comigo a agora ministra Helena Chagas também se fecha em copa. Jamais respondeu uma mensagem minha. Que horror. Que tristeza. Nunca quero nada. Nunca pedi nada. Chateia a gente. Helena deve pensar(?) que jornalista amigo e independente tem mesmo é que exaltar e defender Dilma e ponto final. Não é assim. A estrada da vida não tem mão única. Um belo dia, quem sabe, a vovó Helena aprenderá a lição. Voltará para o outro lado do balcão.  Lembrará, então, finalmente, que amigo verdadeiro não se compra na farmácia.  Que Deus ilumine os passos da Helena.

Dilma e Mônica

Algumas avaliações da entrevista de Mônica Bergamo com a presidente Dilma: quando fala em Lula percebe-se claramente a alegria e o alívio de ter o ex-presidente ao lado dela; Dilma não deveria desdenhar tão fortemente as pesquisas eleitorais, mas, de fato, as eleições estão longe. Tudo ainda pode acontecer. Vai depender muito dos resultados do trabalho dela, que tragam claros e evidentes benefícios aos brasileiros; Dilma acredita, sinceramente, que as manifestações populares serviram para acordar todos os setores apáticos do governo. Inclusive ela.

Tostão e ganso

Tostão foi bom jogador.  No Cruzeiro jogou com excelentes atletas como Dirceu Lopes, Natal, Piazza, Nelinho e Zé Carlos. Na Seleção, com craques como Gerson, Rivelino e o maior de todos eles, Pelé. Sozinho, sem a ajuda de jogadores de qualidade, Tostão seria apenas mais um. Não seria campeão do mundo. Hoje, Tostão não joga mais nem "pelada". Mas decidiu ficar pegando no pé do talentoso Paulo Henrique Ganso. Tostão entrou no timeco dos rebotalhos e ressentidos. Que nunca jogaram nem bola de gude. Críticos que jamais colocaram uma chuteira nos pés. Lamentável. 

Clamores do Papa

Agradeço ao Papa Francisco por pedir aos jovens que respeitem os idosos, lembrando que um dia serão um deles. O Papa clamou para que os jovens saibam tenham o bom senso de colher boas lições com a sabedoria dos mais velhos. Outra oportuna recomendação do Santo Pontífice: unidos, jovens e idosos, enfrentarão com destemor a gritante exclusão social que se alastra pelo mundo. O Papa Francisco não se esqueceu de repudiar outra praga universal, a corrupção. Traduzo em português claro as palavras do carismático Francisco aos ladrões do erário: parem de roubar. Tenham vergonha na cara. Sejam homens. Deixem de serem ratos e canalhas. Embora saibamos, infelizmente, que neste particular o Papa Francisco choveu no molhado.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O que acontece por aí...

Acadêmico Bernardo Cabral

Próximo dia 30 o ex-ministro e ex-senador Bernardo Cabral toma posse na Academia Carioca de Letras. Será saudado pelo acadêmico,  também membro da ABL, Murilo Melo Filho. Solenidade será na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, ás 19 horas. O local seguramente ficará lotado, porque Bernardo é figura exemplar. Competente e fidalgo.

Quem poderá derrotar Lula em 2014?

Lula tem mesmo o couro duro. Cresceu, lutou, perdeu eleições, finalmente foi eleito, reeleito e elegeu a sucessora, Dilma. Lula pega paulada e vai em frente. É xingado, insultado, pisado, cuspido. Por vezes extrapolam nas pedradas e caneladas contra o ex-presidente. Lula levanta a cabeça, toma uma calibrada e segue lutando. Expõe o que pensa com incrível clareza. Magoa os pseudofranciscanos com suas verdades. Tem agendadas dezenas de palestras no Brasil e no exterior. Há um monte de vestais cortando os pulsos. Outros se irritam porque Lula não abre mão de ajudar, alertar, aconselhar, a presidenta Dilma. Plantam tolices de que Lula e Dilma estão brigados. Rompidos com os próprios neurônios estão o que espalham colossal sandice. Batem tanto em Lula e só vejo o homem crescer. Igual fermento colocado no bolo. O tempo passa mais rápido do que se imagina. E não vejo no horizonte ninguém que derrote Lula nas urnas em 2012 ou 2014.

Vicente Limongi Netto
Publicado no Tribuna da Imprensa – 06/08/2011

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O que acontece por aí...


Dilma discursou no tom certo

Não acho que a presidente Dilma exagerou, saiu do tom, ou quebrou o protocolo, porque discursou para o Papa Francisco, salientando os feitos das administrações dela e de Lula. Deixemos de hipocrisia, mágoas e ressentimentos tolos. Qualquer governante, de qualquer partido politico, que estivesse no exercicio da Presidência da República faria o mesmo. Além disso, o mundo inteiro esta semana estará focado para o Brasil. A presença ilustre, bem vinda e inédita do Papa Francisco enche de orgulho o Brasil e os brasileiros.  Queriam o que, os desafetos de Dilma, que ela porventura exaltasse os feitos dos adversários? Não cabe amadorismo em politica. Francamente.

Um pouco de...

Ternura, emoção, alegria, risos, são as tônicas dos belos espetáculos do Circulando com a Circa Brasilina. A coordenação geral é de Manuela Castelo Branco. Com entrada franca, os shows percorrem diversas localidades. Depois do Varjão, Ceilândia e Vila Telebrasília. É a vez de Itapoã. Nos próximos dias 27 e 28. Entre as divertidas atrações, a palhaça Matusquela, intervenções do pipocando poesia e oficina de comicidade feminina.


terça-feira, 23 de julho de 2013

Haroldo exige respeito aos idosos


Sei que o assunto "Betty Faria de Biquini aos 72", já deu o que tinha que dar, mas são positivamente surpreendentes os questionamentos feitos pela atriz na Edição do Correio de 08/07. Diz ela: "Eles (os que a criticam) querem que eu vá para a  praia de burca, que me esconda, que me envergonhe de ter envelhecido ? E o prazer, a alegria e o meu humor? Confesso que fiquei emocionado com esse desabafo. Penso que vergonha (em especial neste momento emblemático do país), é ser desonesto, aético, roubar, corromper, enganar, trapacear, desrespeitar o outro. Betty Faria tem coragem, carater e personalidade. Virou o jogo e foi transgressora na sua vida pessoal e artistica, e pagou um alto preço por isso. Construiu sua história e sua carreira com  dignidade e ousadia. E vamos lá, quem fez novelas do quilate de Tieta, Agua Viva, Pecado Capital e filmes incriveis como Bye, Bye Brasil, Romance da Empregada e a Estrela Sobe, te m cacife para qualquer coisa, inclusive ir a praia de biquini. São bobos os  que acham que só jovens, belas e magras podem usar essa peça de vestuário. Esses, terão que comer muito, mas muito  feijão com arroz para critica-la com consistencia. As fotos mostram Betty linda, serena, segura e feliz. E isso basta!

Haroldo Michiles

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Amigo


Escrevi há mais de 6 anos e sempre vale a pena reiterar,  neste agradável, sincero, marcante e inesquecível dia 20 de julho:

o amigo elogia e critica,

mas não bajula.


abração para todos.

Merval, vesgo paladino


“Merval,

Começamos juntos no Globo. final década de 60. Você no Rio, eu, na sucursal de Brasilia. Deixei as redações, mas continuo repórter e atento aos fatos politicos. Ao contrário de você faço questão de preservar minhas amizades, e jamais tive a pretensão de ser dono da verdade. Tenho auto-critica. Coisa que você não tem. Hoje, Merval, voc
não esconde, faz questão de ostentar, o título nojento, cretino, covarde, ressentido, torpe, asqueroso e ordinário de principal porta-voz da patrulha tucana. Antes, voc bajulava Lula, Genoino, Dirceu, etc. Eram tuas boas fontes. Hoje, voc cospe no prato que comeu. Se o fulano não for do PSDB, pau nele. Fora do tucanado não há salvação. O professor Merval  escreveu, xingou, insultou, é tinta e pingo. As linhas e entrelinhas das tuas colunetas são repletas de amargura, rancor, ódio, ressentimento. Considero um absurdo, uma canalhice, um profissional  dispor, como você, de espaço precioso em jornal e televisão importantes, para constantemente desacreditar e insultar figuras do mundo politico. Merval, compra um espelho. Voc não tem competncia nem para engraxar os sapatos de verdadeiros, veteranos e respeitados colunistas politicos, como Jânio de Freitas, Carlos Chagas, Hélio Fernandes ou Carlos Castelo Branco. Você tornou-se acadmico da ABL porque é do Globo. Apenas por isso. Teus livrecos, autênticos papeluchos, não têm nenhuma importãncia para a literatura brasileira. Francamente.  Te manca, Merval. Nesta linha, não vejo nenhuma autoridade em você, pessoal ou profissional, para dizer que Collor montou uma farsa eleitoral como governador de Alagoas, para seguir candidato à Presidncia da República. Farsa, Merval, pena que não tenhas coragem, isenção ou grandeza para admitir, foi o impeachment montado por patifes, da politica, da imprensa(carapuça enorme) e do empresariado, para arrancar do cargo um valoroso e determinado jovem politico, eleito com mais de 35 milhões de votos, e que continua, hoje, como senador, com o mesmo espírito público e determinação, servindo ao país e à coletividade.


Com meu desprezo,


Vicente Limongi Netto”

Prefeitura de Manaus apresenta primeira sala de aula digital do Brasil


Uma aula diferente. Ao invés do quadro branco, televisão de led. No lugar dos habituais cadernos, livros e canetas, tablets com acesso à internet e conteúdos pedagógicos. O que parecia ser algo distante para o dia a dia da educação pública no Brasil já é uma realidade nas salas de 5º ano da Escola Municipal Vicente de Paula, entregue nesta quinta-feira, 18. O projeto é fruto de uma parceria da Secretaria Municipal de Educação (Semed) com a multinacional Samsung. Cada aluno tem à disposição um tablet que compartilha informações com os demais, onde todo o conteúdo é controlado pela professora. É possível trocar mensagens, ver vídeos e fazer exercícios, tudo online por meio de uma rede wi-fi instalada dentro da sala. “Imagina uma aula de ciências que fala sobre o aparelho digestivo. Normalmente eu mostraria figuras e explicaria o conteúdo, com essa ferramenta posso passar um vídeo que irá mostrar todo o processo dentro do nosso organismo. A aula é muito mais dinâmica e interessante para o aluno”, explicou a professora Elisandra Lima. O programa também auxilia a elaboração das aulas. O professor ganha mais opções e o uso da internet otimiza o tempo. Segundo Lima, tudo isso é um desafio novo. “O papel do professor fica mais dinâmico e facilita o tempo de preparo das aulas, já que podemos pesquisar os conteúdos na internet. Na verdade, isso tudo é uma novidade para todos. Estou aprendendo com eles também”, concluiu. A aluna Helloysa Amorim era uma das mais entusiasmadas com a aula. Sentada na primeira fileira, ela resolveu problemas matemáticos, tirou fotos e interagia com a professora por meio de mensagens. “Estou amando essa aula, é muito mais legal que usar cadernos e livros. Amei poder mandar mensagem para professora e fazer os exercícios pelo tablet”, disse.

Reconhecimento

A Escola Municipal Vicente de Paula foi escolhida para ser contemplada pelo Samsung School por ter a melhor nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na rede municipal de ensino. O Secretário Pauderney Avelino afirmou o objetivo é estender também para as escolas com Ideb abaixo do média. “Já faço esse desafio à Samsung de instalarmos o programa em uma escola do Ideb baixo. Queremos dotar a educação municipal com a maior quantidade de aparato tecnológico possível. Nosso objetivo é levar para o povo de Manaus uma educação de excelência. Para isso, já estamos colocando internet de 10 megas em todas as escolas”, afirmou.


Fotos: Tácio Melo / SEMCOM

O leitor e Collor


Gostaria de esclarecer ao leitor Carlos Brisola Marcondes (Painel de 18/7) que Fernando Collor não foi arrancado da Presidência da República por corrupção, mas por um sujo e covarde jogo politico. Oportunistas rasgaram a Constituição. A CPI do PC Farias foi apenas um pretexto para desestabilizar o governo Collor, que derrotou nas urnas diversos opositores, entre eles, Lula, Mario Covas e Ulisses Guimarães. Depois da colossal pantomima do impeachment, Collor foi inocentado pelo STF de todas as levianas acusações de seus detratores.

Ganso mostra evolução em campo


O São Paulo perdeu novamente. Mas  é enorme a evolução física e tática de Paulo Henrique Ganso. Correu, marcou, se movimentou o campo todo. Como sempre deu passes perfeitos, na medida, caracteristicas dos verdadeiros craques. Ganso chutou a gol. O que não faz muito. Precisa chutar mais. Explorar mais também essa virtude que tem. Tanto que hoje, em belo chute de fora da área, meteu a bola na trave.  O time do São  Paulo como sempre  começa jogando bem. Vai ficando confuso no decorrer do jogo. Ganso é um só. Os excelentes passes dele chegam na área adversária. Ganso procura tabelar. Mas os companheiros do ataque não estão ajudando. Fica dificil. Digo sem medo de errar que Ganso fez uma bela partida contra o Cruzeiro. Mas não pode fazer mágica. O São Paulo precisa urgente vencer um jogo.  O torcedor tem dado força ao Ganso. Hoje percebeu claramente que Ganso tem tudo para retornar á seleção brasileira. Creio, nesta linha, que uma convocação fará muito bem ao valoroso Ganso. Que tem provado em campo que não esmoreceu. Que não se entrega. Que joga bem. Que tem futebol de sobra para brilhar pelo São Paulo e pela seleção na copa de 2014. Quem viver verá e aplaudirá Ganso.

Cadeia para mascarados


A polícia tem que ser polícia. Mascarado esconde covardia, vontades, traições, bandidagem, autores, vínculos, enfim, pode ser um terrorista ou um bandido comum mesmo. Já presenciei pessoalmente movimentos em Paris e não tem disso não. Vândalo é vândalo. Mijou fora do penico, porrada nele, que aumenta conforme o grau de desrespeito. Não tem essa de direitos humanos para bandido. Você já  viu Direitos Humanos vingar nos Estados Unidos, quando o governo daquele país defende a ordem? Só no Brasil que se permite humilhações de um cocaleiro, de uma Cristina Kirchner etc. Só no Brasil se permite que condenados por uma Suprema Corte continuem atuando; ofendendo autoridades, instituições, como se estivesse acima da lei. Se prepare, quando estoura os limites da paciência do povo, o futuro do país pode ficar comprometido. Como jamais tivemos uma guerra de secessão como a americana; uma revolução francesa, onde o próprio Robespierre juntamente com seus companheiros foram julgados e guilhotinados quando começaram a mijar fora do penico, não estamos longe de um rompimento social. Pessimismo? não verdade. Veja o que acontece no resto do mundo. Impérios estão caindo. Estão esculhambando com o Brasil, meu amigo.

Boa semana


Carlos Esteves

O Papa e a FAB


O senador Renan Calheiros fez muito bem em cancelar a viagem oficial que um grupo de senadores faria ao Rio de Janeiro para encontrar o papa Francisco.  Terão que se contentar em ver Francisco pela televisão ou, então, pagar passagem e estadia do próprio bolso. Contudo, a decisão de Calheiros deixou triste o santo padre, que gostaria de conhecer o famoso senador gaúcho (Pedro Simon) e receber dele as bênçãos divinas de um autêntico franciscano. Renan também deveria aproveitar o ensejo e passar o pente-fino nas costumeiras e inúteis viagens de parlamentares ao exterior.

Bem vindo, Papa Francisco!


Que sua presença semeie fé, energia e alegria nos corações dos brasileiros.