quarta-feira, 5 de maio de 2021

 

Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo


04 de maio de 2021 | 03h00

GÉRSON E A VERDADE HISTÓRICA


Aplausos ao jornalista José Nêumanne pela vigorosa entrevista, no YouTube, com o eterno e cerebral craque Gerson Nunes. O canhotinha de ouro do tri foi claro e direto no assunto: a ditadura não pressionou a Seleção. Só  canalhas, covardes e decaídos de espírito não admiram Gerson. Não apenas como craque inigualável, que alegrou torcedores do mundo todo. Mas, também, e sobretudo, como cidadão, como figura humana. Como amigo e chefe de família. Sensível e sempre empenhado em fazer o bem. Em realizar pela coletividade. Trabalhando no Instituto Canhotinha de Ouro para que crianças e adolescentes mereçam um amanhã digno e vitorioso. 

Vicente Limongi Netto

 limonginetto@hotmail.com


Gérson e a verdade histórica

amado ruy, 

Só canalhas e covardes não admiram Gerson. Não apenas como craque inigualável, que alegrou torcedores do mundo todo. Mas, também, e sobretudo, como cidadão, como figura humana. Como amigo e chefe de família. Sensível e sempre empenhado em fazer o bem. Em realizar pela coletividade. Trabalhando no Instituto Canhotinha de Ouro para que crianças e adolescente mereçam um amanhã digno e vitorioso. Aplausos ao Nêumanne pela iniciativa.

limongi

terça-feira, 4 de maio de 2021

Agradecimento de Said Dib para Bernardo Cabral, pelo livro "Você Sabia?"

Meu amigo Bernardo Cabral,

 

Recebi do Limongi o seu livro "Você Sabia?". Gostei da ideia. Muito legal! Muito criativo. Gostei em especial do "Gago Coutinho e Sacadura Cabral" e do caso envolvendo Washington Luiz. 

 

Parabéns, amigo E continue nos bridando com histórias...

 

Said B. Dib

 

Parlapatão

Paramentado com trapos de dono da verdade e medonho  paladino de barro, o parlapatão J.R.Guzzo (Estadão - 2/5), escoiceia Renan Calheiros. Guzzo é mais um da trupe de beócios desapontada com a vitoriosa trajetória politica do reeleito senador do MDB alagoano. Ex-ministro da Justiça do governo Fernando Henrique Cardoso e 4 vezes presidente do Senado e do Congresso Nacional. As patadas de Guzzo dirigidas a Calheiros são próprias de um porta-fantoche palaciano e visam desestabilizar e demonizar Renan como relator da CPI da covid. As torpes e levianas  ironias de botequim da vestal grávida Guzzo podem soar bem para os ouvidos dos sabujos que rodeiam Bolsonaro e, também, seguramente, para o ego pérfido do próprio chefe da nação. Porém, não intimidam nem tiram o sono de Renan Calheiros. Nem como calejado homem público, muito menos como relator da CPI. As baboseiras e canalhices de Guzzo dirigidas a Renan Calheiros são como restos de comida. Dar-se aos porcos. 

Defendidas pela CNC, novas medidas trabalhistas ajudarão a salvar empresas

Confederação enviou carta ao governo solicitando edição de medidas que permitirão a retomada de acordos para redução salarial ou suspensão de contratos, evitando demissões

O governo federal editou na quarta-feira (28) a Medida Provisória nº 1.045/21, que instituiu o Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, permitindo às empresas realizar acordos para redução de jornada e salário de empregados ou a suspensão dos contratos de trabalho; e a MP nº 1.046/21, que trata de medidas trabalhistas para o enfrentamento da pandemia, como teletrabalho e antecipação de férias individuais. As medidas estão alinhadas com o que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vem defendendo desde o início do ano, conforme cartas enviadas em 8 de janeiro pelo presidente da entidade, José Roberto Tadros, ao presidente Jair Bolsonaro e ao Secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco Leal.

Nas cartas, o presidente da CNC contextualiza “os incontáveis prejuízos para as empresas dos diversos segmentos econômicos do Brasil, com reflexos danosos na empregabilidade e renda dos trabalhadores, situação que trouxe inegável crise social e econômica para o País”. E pede a continuação das políticas públicas implementadas no sentido de garantir a sustentabilidade das empresas e os empregos, como a Medida Provisória (MPV) nº 936/2020, que se transformou na Lei nº 14.020/2020, instituindo o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm).

“Com efeito, é inegável o alcance social da manutenção da regra em questão, isto porque ela não só auxilia na sobrevivência dos trabalhadores, dignificando sua condição de cidadão e mantenedor da sua família, como permite dar maior sobrevida para as empresas que estão enfrentando dificuldades financeiras”, afirmou o presidente da CNC, nas cartas.

Preservação de empregos e empresas

As novas MPs retomam medidas adotadas em 2020 para combater os efeitos da pandemia de covid-19 na economia (MP 936/20, convertida na Lei 14.020/21). Em nota, o governo afirmou que o objetivo da retomada do programa é garantir a preservação de empregos e a continuação das atividades empresariais para atenuar o impacto econômico das medidas de isolamento.

Entre os principais benefícios trazidos pela MP 1.045 estão a redução da jornada de trabalho e do salário por até 120 dias, nos mesmos moldes de 2020; a suspensão do contrato de trabalho também por até 120 dias e o pagamento, por parte da União, aos empregados que tiverem jornada reduzida ou contrato suspenso, do benefício emergencial proporcional ao valor do seguro-desemprego.

Já a MP 1.046 traz a facilitação da adoção do teletrabalho; a antecipação de férias individuais e a flexibilização da concessão de férias coletivas; o aproveitamento e a antecipação de feriados; o aumento do período de compensação do banco de horas, além da suspensão da exigibilidade de recolhimento do FGTS de abril, maio, junho e julho de 2021.

“A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) avalia as medidas como uma alternativa segura para a sobrevivência dos negócios e a proteção do trabalhador durante o período da crise provocada pelo agravamento da pandemia”, afirmou José Roberto Tadros. Ambas entram em vigor de forma imediata e terão duração inicial de 120 dias.

As inciativas vão permitir que empresários negociem com os trabalhadores e sindicatos novos modelos de trabalho, evitando demissões. A Confederação apontou essa necessidade ao governo na carta enviada em janeiro, quando apresentou o número de acordos individuais formalizados com base na MP 936, que somavam mais de 19 milhões, visando à preservação de empregos. Por isso, a necessidade apontada de que seria fundamental reeditar as medidas para este ano.

Conselho Nacional do Trabalho

Com participação efetiva da CNC, o Conselho Nacional do Trabalho também elaborou, no início de 2021, uma série de propostas de medidas trabalhistas visando fortalecer as empresas diante dos impactos do recrudescimento da pandemia. O documento foi encaminhado ao governo federal pela bancada dos empregadores, e entre as sugestões estavam a reedição do programa emergencial e a flexibilização das regras de lay-off.


Cargo para Pazuello

Para que o "bom camarada", Eduardo Pazuello, no entender do vice-presidente Hamilton Mourão, não perca o foro privilegiado, não fique deprimido, e faça bonito na CPI da covid 19, Bolsonaro meteu na cabeça que  precisa arrumar alguma nova função para o ex-ministro da saúde. É do temperamento do presidente não deixar amigo na chuva. Sugeriram a Bolsonaro a presidência do Banco Central ou da Petrobrás. O presidente recusou, alegando que o coitado do ex-ministro anda estressado. Trabalhou duro no ministério da Saúde. Precisa descansar o esqueleto. Pegar um batente mais leve. Nessa linha, o chefe da nação tem recebido pencas de sugestões. Analisa todas elas. Com carinho, zelo e espírito público. A mais recente é para chefe dos Brigadistas do Shopping de Manaus. Sem precisar usar máscara. 

Na lista de Bolsonaro também consta: diretor da frota de veículos do Palácio do Planalto; capelão do Alvorada; diretor do setor das máscaras, luvas e álcool gel do Ministério da Economia;  administrador do serviço médico do Planalto; diretor da usina de lixo de Brasília; conselheiro especial do governador João Dória; salva-vidas da piscina do Alvorada;  chefe da segurança pessoal do presidente da Câmara, deputado Arthur Lira; gerente do hotel de turistas em Fernando de Noronha; chefe da guarida  do condomínio onde mora Bolsonaro, na  Barra da Tijuca;  diretor administrativo do Ninho do Urubu, sede do Flamengo; comandante militar no Haiti;  chefe de gabinete do vereador Carlos Bolsonaro; consultor financeiro de Fabrício Queiroz; estagiário da TV-Globo, para trabalhar na equipe de William Bonner. Outra alternativa de alguma ocupação para Pazuello, seria trabalhar com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, que não faz nada e está precisando de alguém para ajudá-lo na espinhosa função.

sábado, 1 de maio de 2021

ABI é solidária a Sônia Guajajara e Rodrigo Pilha

Também repudio, com veemência, as duas novas barbaridades e covardias de Bolsonaro e seus capachos.
limongi


"A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) repudia a atitude da Polícia Federal de intimar Sônia Guajajara, dirigente da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, para que prestasse depoimento num inquérito no qual é arrolada. 

Por incrível que pareça, a acusação da PF é que Sônia fez críticas ao presidente Jair Bolsonaro numa série de vídeos intitulada “Agora é a vez do maracá”. 

Sônia denunciou a perseguição política que está sofrendo como “inaceitável e absurda”. 

Também tem a solidariedade da ABI o ativista político Rodrigo Pinha, preso desde o dia 18 de março por ter estendido em Brasília uma faixa que classificava Bolsonaro como genocida. 

Pilha denunciou, ainda, que foi espancado na prisão por policiais, fato que já levou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a pedir uma investigação e o exame de corpo de delito.

Repete-se nestes dois episódios algo que vem se tornando praxe no país: o uso de instituições do Estado para tentar intimidar opositores de Bolsonaro e críticos à sua política genocida. 

Sônia e Pilha têm a integral solidariedade da ABI.

Engana-se o governo Bolsonaro se pensa que vai intimidar quem denuncia seus atropelos.

Os democratas não vão se calar.

A ABI estará com eles.

Paulo Jeronimo, presidente da ABI"

Alto astral

Peço licença para comentar alguns assuntos da edição do Correio Braziliense do dia 01 de maio: O ministro da Justiça, Anderson Torres, pergunta, com laivos irônicos: "A CPI tem que ter um objetivo concreto, vai investigar exatamente o quê?". A seguir, o articulado ministro acena com loas ao governo: "Vamos investigar quem viabilizou os recursos para o combate à pandemia? Preciso entender melhor essa CPI". Nessa linha, creio que o editorial do jornal, "O que o Brasil espera da CPI", responde com clareza e exatidão,  às pungentes dúvidas do ministro da Justiça: "O Brasil não quer politicagem. Quer saber se ações e omissões de agentes públicos contribuíram para agravar a tragédia que já ceifou mais de 400 mil vidas o país. E se cometeram  crimes, que sejam punidos. É esse o ponto que interessa". Por fim, tratando do BBB 21,sob o título " O Brasil tá lascado", no caderno Cidades,  o excelente colunista Alexandre de Paula derrama-se em elogios ao brother Gilberto. Endosso até as vírgulas do Alexandre. O pernambucano é cativante. Porém, como assíduo telespectador do programa, jogo minhas fichas, admiração, votos e torcida pelo primeiro lugar, na extraordinária paraibana Juliette. O terceiro lugar,  acredito que ficará com o "entediante" Fiuk, como definiu Alexandre. O que, convenhamos, já é demais para o caminhão do filho do romântico Fábio Júnior e irmão da bela Cleo.

sexta-feira, 30 de abril de 2021

Tropa de choque do Planalto faz o possível e o impossível, mas a CPI segue em frente

 Publicado em 30 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Vicente Limongi Netto

Em alguns tópicos relacionados com a CPI da Covid 19, o destaque é que três notórios senadores fantoches do governo – Marcos Rogério, Jorginho Mello e Eduardo Girão – fracassaram na manobra de recorrer ao Supremo Tribunal Federal para colocar um relator amestrado para conduzir os trabalhos da CPI. Quanta besteira, Manuel Bandeira, diria Helio Fernandes.

Desfeita prontamente pelo ministro Ricardo Lewandowski, a manobra é uma constatação de que o desespero entrou de vez nos gabinetes poderosos do Palácio do Planalto.

BATENDO CABEÇA – Ministros e assessores incompetentes, ineficientes e incongruentes batem cabeça. Destrambelhados. Metem os pés pelas mãos. Preferem agredir e ameaçar. Perdem tempo. Isso não cola com Renan Calheiros, Randolfe Rodrigues e Omar Aziz.

O trio que comanda a CPI está mais interessado em trabalhar por resultados que indiquem as mazelas e omissões do governo no combate ao coronavírus. “Quem for podre, que se quebre”, avisou Omar Aziz.

Sábios de barro que rodeiam Bolsonaro deveriam botar nas cabeças ocas que a CPI da Covid não vai esmorecer, recuar nem colocar problemas embaixo do tapete.

MITO CARNAVALESCO – Bolsonaro, o mito de barro, chamou a CPI da Covid de “carnaval fora de época”. E o povo adora carnaval. É a válvula de escape dos brasileiros em tempos difíceis. Deveria ter carnaval e copa do mundo todo mês, ensinava o mago (sem aspas) Golbery do Coutto e Silva.

Fantasiado de vacina, o povão vai sambar, pular e cantar durante a CPI. Enquanto negacionistas vão acender velas, contristados, na quarta-feira de cinzas do enterro do governo.

O presidente da CPI, senador Omar Aziz, colocou freio nos açodados, pretensiosos e arrogantes fantoches palacianos, cuja missão é atrapalhar e evitar possíveis convocações que possam trazer embaraços ao mito de plástico.

MANOBRA FRUSTRADA – Outra torpe e infame tarefa dos office-boys de Bolsonaro foi insistir em desacreditar e provocar o relator Renan Calheiros. O presidente Aziz foi taxativo com os patetas. Disse que a CPI é maior e mais importante do que ele, do que o vice-presidente e também mais importante do que Renan Calheiros. E perguntou aos áulicos de Bolsonaro: “Vocês têm medo da CPI ou do Renan Calheiros?”.

A seu ver, todos os senadores são iguais. Não tem ninguém melhor do que o outro. Embora alguns sem noção se achem. Aziz é duro na queda. Experiente e acostumado a batalhas árduas. Não tem medo de cara feia. Há 40 dias perdeu um irmão com a Covid. Mesmo assim, não demonstra rancor.

QUADRO MEDONHO – A CPI da Covid mostra como é medonho o quadro de muitos dos atuais senadores. Medíocres e deslumbrados reféns da parte podre das redes sociais. Falam montes de besteiras e logo são apoiados e estimulados pelos covardes do gabinete do ódio e seus canalhas robôs.

Lamentável que na difícil quadra atual, um despreparado e patético time de senadores cubra de vergonha parlamentares que engrandeceram a Câmara Alta, como Bernardo Cabral, Petrônio Portela, Marcos Freire, José Sarney, Henrique La Roque, Afonso Arinos de Melo Franco, Franco Montoro, Lauro Campos, Flávio Brito, Heráclito Fortes, Albano Franco, Edison Lobão, Josafá Marinho, Teotônio Vilela, Arnon de Mello, Henrique Santillo, Paulo Brossard, Paulo Torres, Antônio Carlos Magalhães, Arthur Virgílio Filho, Arthur Virgílio Neto, Valmir Campelo e Nelson Carneiro.

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P.S.  – Estarrecedora e patética mesquinharia e covardia da OAB de São Paulo, cassando a carteira de advogado do ex-governador José Maria Marin. Em casa, fragilizado pela doença e pela idade avançada, sem advogar há anos, por que humilhá-lo? (V.L.N.)

http://www.tribunadainternet.com.br/

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Marin

Estarrecedora e patética mesquinharia e covardia da OAB de São Paulo, cassando a carteira de advogado do ex-governador José Maria Marin. Em casa, fragilizado pela doença e pela idade avançada. 

Bronca do Papa

Já não se faz mais general como antigamente. Que o diga o ministro chefe da Casa Civil da Presidência da República, general Luis Eduardo Ramos. O ministro cometeu um pecado mortal que envergonhou o Vaticano. O Papa Francisco avisou que Ramos não entrará mais no Reino do céu. Por amor à família e a si próprio, arriscou a pele. Tomou a vacina escondido do super-homem Bolsonaro. Magoou o mito de barro.

Desespero no Carnaval

Dois assuntos: 1) Os  notáveis senadores fantoches do governo, Marcos Rogério, Jorginho Mello e Eduardo Girão, recorreram ao STF para arrancar Renan Calheiros da relatoria da CPI da covid 19. Constatação de que o desespero entrou de vez em  gabinetes poderosos do Palácio do Planalto; 2) Bolsonaro, o mito de barro chamou  a CPI da covid de "carnaval fora de hora". O povo adora carnaval. É a válvula de escape dos brasileiros em tempos difíceis. Fantasiado de vacina, vai sambar, pular e cantar durante a CPI. Enquanto negacionistas vão acender velas, contristados, na quarta-feira de cinzas do enterro do governo. 

terça-feira, 27 de abril de 2021

Blog do saudoso Feichas Martins

Mudar o que?? Por que?? limongi, 2021


Pílulas do Vicente Limongi Netto (publicado em 2013)

 45 anos de “Veja”

 A pornográfica “Veja”' comemora aniversário: são 45 anos de canalhice, patifaria, calúnia, leviandade, mentira, sordidez, covardia, recalque, patrulhamento, arrogância, petulância, cretinice, cinismo, hipocrisia, ressentimento, mágoa, frustração, insolência, prepotência, vigarice, calhordice, velhacaria e pretensão.

 Febeapá

O famoso Febeapá - Festival de Besteira que Assola o País -, criação do imortal Sérgio Porto, está bem representado pelos pândegos e finórios do Bom Senso Futebol Clube. Como se sabe, ou não se sabe, é a entidade que se arvora defensora dos direitos dos jogadores profissionais. Como se só eles trabalhassem muito no Brasil. Coitadinhos. Na verdade, trata-se de um bando de ricos reclamando de barriga cheia.

Nenhum dos atletas queixosos trabalha mais, pega duro na labuta diária, do que os valorosos estivadores, lixeiros, padeiros, pedreiros, policiais, etc. Os jogadores de futebol ganham salários dezenas de vezes maiores do que os profissionais das categorias citadas.

A exemplo dos jogadores de futebol, que se intitulam artistas da bola, o padeiro também é um tremendo artista na sua arte. Igualmente, os estivadores, pedreiros, médicos, professores, etc. Porque os jogadores de futebol botam tanta banca? Muitos deles não jogam nada, ganham fortunas e estão indo na onda dos demagogos, cretinos e oportunistas. Autênticos inocentes inúteis de rebotalhos eternamente desapontados com o sucesso alheio. Sucesso profissional que jamais terão. Apenas rosnam.

Nesta linha, monitorados por sacripantas, jogadores de futebol começaram um ridículo protesto dentro de campo. Prometem repetir a idiotice pelos gramados brasileiros. Acordem. Estão dando tiro no próprio pé. Ou na própria chuteira. Não demora ,o torcedor que paga ingresso vai avacalhar, desmoralizar e vaiar a colossal bobagem dos tolos do bom senso.

Inteligência

Convidamos para o lançamento do livro A Inteligência A Seu Alcance, de autoria de Diógenes Dantas Filho, consultor de segurança, a ser realizado na livraria Saraiva - Rua do Ouvidor, 98A, Centro, Rio, RJ - às 17 horas, de 25 de novembro de 2013. Mais informações pelo e-mail consultoriafaledi@gmail.com ou tel.21-8874-7414

Roberto Carlos

Demorou, mas Roberto Carlos percebeu que era hora de sair da canoa furada chamada Associação Procure Saber. Não ficava bem para um "rei" permitir ser patrulhado por Caetano, Gil, Djavan e, o pior, por Paulo Lavigne.

CNC: confiança dos comerciantes cai pelo quinto mês seguido

Apesar do pagamento do auxílio emergencial e outras medidas para mitigar a recessão, espera pela vacina faz o indicador entrar na zona de insatisfação.

A confiança do comerciante brasileiro sofreu outra queda em abril. O Icec (Índice de Confiança do Empresário do Comércio), apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou redução mensal de 6,4%, atingindo 95,7 pontos. Trata-se da quinta variação negativa consecutiva e do menor resultado desde outubro de 2020. O indicador também voltou a ocupar a zona de insatisfação (abaixo de 100 pontos), após seis meses.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, explica que o indicador reflete percepções negativas em relação às condições gerais da economia, o que resulta na baixa expectativa de investimentos pelos empresários, apesar da movimentação de recursos na Páscoa e da retomada do auxílio emergencial em abril.

“É preciso destravar os setores paralisados, como o comércio, que foi diretamente impactado pelo lockdown. Para isso, não existe fórmula mágica, a imunização da população precisa andar. Acreditamos que, com maior circulação de pessoas pelas ruas, o cenário de confiança do comerciante possa se modificar no curto e médio prazos”, afirma Tadros, reforçando que a dependência presencial do varejo é muito grande.

Problemas de estoque se somam à “tempestade perfeita”

Os três componentes do Icec apresentaram retrações pela terceira vez seguida. O aumento das dificuldades de equilíbrio entre oferta e procura também chamaram a atenção no que diz respeito ao nível de estoques. Em abril de 2020, cerca de 61,2% dos empresários consideravam que os estoques estavam em um volume compatível. Em abril deste ano, o número caiu para 56,7%, demonstrando incertezas e dificuldades para fazer o ajuste do volume de produtos da empresa com o mercado.

O economista da CNC responsável pela pesquisa, Antonio Everton, aponta que o cenário é ainda mais complexo e cita outros motivos que podem contextualizar a percepção do comerciante: “Há problemas para conseguir repassar aumento de custos para os preços finais, quando se há famílias mais endividadas. Além disso, o crédito está mais caro, há incertezas políticas, demora com reformas do Estado, dólar alto e consumidores cautelosos quanto a extrapolar gastos”. 

 



Serviçais

É estarrecedor o excesso de figuras medíocres na composição do atual senado. Envergonham nomes que honraram a Câmara Alta, como Bernardo Cabral, Petrônio Portela, Josafá Marinho, Afonso Arinos de Mello Franco, Franco Montoro, Marcos Freire, José Sarney e Nelson Carneiro. Grupelho de obscuros disputando com unhas e dentes e patética verborragia, quem é o mais serviçal do Palácio do Planalto. Escalados pelo gabinete do ódio do governo, tentam protelar, tumultuar e desacreditar os trabalhos da CPI da covid 19. Entre os açodados, donos da verdade de meia pataca, o impoluto e santo de pau oco, Flávio  Bolsonaro, rei das "rachadinhas"na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro e proprietário de casa no Lago Sul, comprada por 6 milhões de reais. Nesse sentido, é perfeito e cirúrgico o editorial "Jogo pesado na CPI da covid" (Correio Braziliense - 27/4), quando salienta "o quanto as investigações sobre as omissões do governo no combate à pandemia estão tirando o sono de integrantes do Palácio do Planalto". O editorial exige que as investigações sejam rigorosas, "porque a maior parte da população não aceita mais acordos entre amigos".   

Colossal pretensão

Publicado hoje, terça, no respeitado blog do Pedrinho Aguiar, de Manaus.

Era só o que faltava. Falta de senso. Um disparate e colossal pretensão, do destrambelhado ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em ser candidato ao governo do Amazonas. Os amazonenses guardam na memória e jamais esquecerão da melancólica atuação de Pazuello no cargo. Sobretudo o espetáculo de inércia e insensibilidade do bisonho general relacionadas com providências no enfrentamento da covid-19. Todas as viagens de Pazuello ao Amazonas geraram intranquilidade e revolta, além de milhares de mortes. Nessa linha, arrogância também de Bolsonaro. Nesta altura da brutal quadra brasileira, desacreditado e sem nenhum autoridade para lançar ou indicar nome de serviçais  para disputas políticas. O mais recente candidato do mito de barro para a prefeitura de Manaus, coronel e ex-superintendente da Suframa, chegou em último lugar no pleito. O povo do Amazonas repudia aventureiros políticos. #xôpazuello

http://www.pedrinhoaguiar.com.br/

domingo, 25 de abril de 2021

Múmia

O Globo informa (25/4) que o Palácio do Planalto teme que o destrambelhado ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello seja massacrado na CPI da covid 19. Para evitar o vexame que refletiria em dores de cabeça para o combalido governo, Bolsonaro convocou seus notáveis  alquimistas para dar um trato na cachola do general. Como lições de educação, de inteligência e noções de providências médicas e sanitárias em pandemias. Além de fonoaudiólogas para ensinar Passuello a falar sem gaguejar.

Brasília, adulta e bela

Aplaudindo com entusiasmo o teor do editorial "A Brasília do futuro" (Correio Braziliense -  21/4) salientando o vigor dos 61 anos da capital federal, recordo trechos de depoimento que dei ao Correio Braziliense, ao lado de outros jornalistas, como Hélio Doyle, Roberto Macedo e Alfredo Obliziner (já no céu), pelos 20 anos da capital federal. Na edição do Correio de 21 de abril de 1980: O  tempo voa, mas as palavras ficam. Muitas delas sempre presentes. Que precisam ser cobradas e salientadas: Confio num futuro cada vez mais digno e melhor para todos que aqui vivem; mais sorte, com mais oportunidades para a maioria. Mas, para isso, mãos à obra! Nada cai do céu, a não ser chuva. Que impere o sentimento de ordem. Não só no lar, mas na escola, no convívio  com a sociedade. Dentro do respeito à lei, dos direitos humanos, no amor ao futuro e no acatamento aos conselhos do passado. Que diminuam as injustiças. Estas liquidam com as esperanças da juventude, que, como refugo, acolhe-se no torpor do vício, para anestesiar os espinhos de desencantos. Os governantes precisam lutar para acabar com isso. Sendo Brasília a capital do país, suas responsabilidades com a comunidade naturalmente ficam redobradas. Quando falo de governantes, incluo o Presidente da República e ministros de Estado e de Tribunais Superiores. Politicamente, creio que o povo de Brasília deva ser ouvido e cheirado. Não concebo reformas sem a aquiescência do povo, sem o pronunciamento da maioria. O candango não merece os ventos da abertura? Entre o governo de Brasilia e a comunidade, a afinidade deve ser, sempre, mais ampla e aberta. Os interesses se conciliam. Da mesma forma as contrariedades e prejuízos. Entremos nessa. Dando o que o povo quer, Brasília ficará melhor. A recompensa maior, no caso, será para nossos filhos.

Canalhice

Não há como não concordar com a opinião de graduados do Palácio do Planalto (Mônica Bergamo - 24/4), segundo a qual a entrevista do ex-secretário de comunicação Fábio Wajngarten para a Veja foi uma colossal "canalhice". É desprezível, ingrato e covarde quem sai atirando e cuspindo no prato que comeu, lambendo os beiços.