segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Golaço do Ganso


Pergunta que faço ao Tostão, que tem infinita má vontade com o futebol do Paulo Henrique  Ganso: com exceção de Neymar, algum jogador da atual seleção brasileira, membro da "familia Escolari", tem categoria, técnica apurada, inteligência e visão de jogo, para fazer um gol como o que Ganso fez, hoje, quarta, contra o Náutico?

Marina Quer cartaz


Creio que Dilma é por demais caridosa e bondosa dando trela as insinuações e perfidias de Marina Silva. Assim, a ex-senadora consegue o que deseja: cartaz e visibilidade à custa de Dilma, que lidera as pesquisas para a Presidência da República. Eternamente fantasiada de exemplo de pureza para a humanidade, Marina foi  do PT e ministra de Lula. Foi assim que Marina conseguir praticamente sair do anonimato. Agora, não só cospe no prato que comeu e onde continua comendo.

Eliane e Itamar


Eliane Cantanhêde lembrou bem e acertou em cheio na análise: que Eduardo Campos fique esperto com as ações pouco claras, corretas e firmes de Marina.  Eternamente fantasiada de exemplo de pureza para o Brasil e para o mundo, Marina pode reviver Itamar Franco, que fazia juras de amor e lealdade ao presidente Collor, mas que acabou, mais cedo do que se imaginava,  com a maior cara lambida, "na primeira fila dos que puxaram o tapete do então presidente".

Faltam leis para bandidos


Até quando no Brasil vai-se brincar de fazer leis? Sabe-se que por aqui bandido rico não vai em cana. A varinha de condão chama-se advogado. Já o pobre, coitado, desempregado, experimente afanar um pão, leite ou remédio para os filhos. Será  algemado e jogado em celas imundas, como meliante altamente perigoso. Nesta linha, como julgar certo ou aplaudir presos que matam e deixam a cadeia por "bom comportamento"? Um escárnio que o bom senso não pode mais tolerar. Exemplos recentes: Pimenta Neves, que matou Sandra Gomide, que não queria mais nada com ele e Cristian Cravinhos, que assassinou os pais de Suzane Von Richtofen. Ou seja, dupla de canalhas e covardões no olho da rua. Também lamentável e de fazer corar imagens Santas de igrejas, que um condenado pelo juri a 115 anos de cadeia, deixe o tribunal serelepe para recorrer da decisão em liberdade. Tenho ânsias de vômitos.

Antecipei no Estado


Apenas para constar, sem gabolice ou pretensão de ser dono da verdade, mas dia 5, bem antes portanto dos novos números do DataFolha revelando que Dilma venceria, hoje, no primeiro turno, as eleições presidenciais de 2014, o Estado de São Paulo destacou carta de minha autoria onde afirmei: Mas, hoje, Marina sem a Rede, é garantida, com folga, a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno. Não vejo razões para mudar meu raciocínio.

Faturamento no PIM, acumulado até agosto, supera R$ 50 bilhões


O montante de R$ 7,42 bilhões - o maior do ano e recorde histórico do mês de agosto - ajudou o Polo Industrial de Manaus (PIM) a atingir o faturamento acumulado de R$ 51,34 bilhões, o que representa um aumento de 10,04% em comparação à soma alcançada nos primeiros oito meses do ano passado (R$ 46,66 bi).  Para se te uma ideia, o valor acumulado até agosto deste ano é maior que o apurado no ano inteiro de 2007 (R$ 49,63 bi) e 2009 (R$ 50,52 bi). Em dólar, o faturamento de agosto foi de US$ 3.19 bilhões, possibilitando o faturamento somado de US$ 24.45 bilhões, incremento de 0,04% em relação ao mesmo intervalo de 2012 quando o acumulado foi US$ 24.44 bilhões. Quanto à mão de obra, até o oitavo mês do ano ocorreram 36.016 admissões e 33.511 demissões, perfazendo o saldo de 2.505 vagas. O mês de agosto encerrou com um total de 118.709 trabalhadores empregados, entre efetivos, temporários e terceirizados. O valor representa -0,65% em relação a julho (119.487) e -1,96% ante agosto de 2012 (121.083). No acumulado do ano, a média mensal de empregos está em 118.170 postos.

Segmentos

Em comparação com o mesmo intervalo de 2012 o segmento de Bens de Informática se destaca entre os que apresentaram crescimento. O faturamento este ano está 48,35% maior em real e 34,62% maior em dólar que de janeiro a agosto do ano passado. Outros incrementos relevantes estão nos subsetores: Beneficiamento de Borracha (240,17% em real; 219,53% em dólar); Têxtil (46,42% em real; 33,91% em dólar) ; Mecânico (41,75% em real; 29,21% em dólar) e Produtos Alimentícios (41,65% em real; 28,61% em dólar).  Entre os que apresentaram redução, destaque para Duas Rodas (-3,51% em real; -2,68% em dólar) e Metalúrgico (-4,06% em real; -12,96% em dólar).

Produtos

O tablet segue como maior destaque do ano. A produção até agosto já atingiu a marca de 1.539.735 unidades. Apenas no oitavo mês do ano, foram fabricadas 204.538 unidades, aumento de 3,50% em relação ao que foi produzido em todo o ano passado (197.616). Outro produto com marcas expressivas de manufatura é o de condicionador de ar. O tipo split teve aumento de produção de mais de 160% e ultrapassou a marca de 1,9 milhão de unidades. Já o tipo janela (ou de parede corpo único) teve incremento de 59,82%. Também aumentou a fabricação das unidades condensadoras para split em 116,48%. “A intervenção do governo, que aumentou as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o produto foi fundamental. No ano passado, o ar-condicionado estava com sua fabricação praticamente paralisada no Brasil devido à entrada no País do produto importado, através de corredores especiais de importação”, lembrou o superintendente da SUFRAMA, Thomaz Nogueira. Também tiveram incremento relevante em relação aos oito meses de 2012 videogame (69,90%); aparelho portátil de gravação de áudio – tipo mp3, mp4 – (103,36%); lâminas e cartuchos (38,60%); televisor com tela de plasma (72,37%), receptor de sinal de televisão (14,57%); microcomputador desktop (18,36%), microcomputador portátil (38,55%) e blu-ray (419,92%).

Debilóides Black Blocs


Os "Black Blocs" merecem estudo psiquiátrico. Há quem assegure que vieram de outro planeta. Pelo jeito um mundo mais louco do que o nosso. É preciso pesquisar o cérebro desses demônios. Cientistas respeitados já admitem que os block blocs não tẽm miolo. Recorrendo ao dicionário, o famoso pai dos burros, está lá: block blocs, moleques irresponsáveis. Facinoras, vãndalos, marginais. Os dicionários ensinam. Tiram dúvidas. Não mentem. Já os chegados a girias, podem chamar os block blocs de otários, manés ou babacas. O certo é que a corja de block blocs veio para tirar o sossego das pessoas de bem. Ninguém, de bom senso, pode aplaudir, estimular ou achar bonito o enredo, o script, o papelão, desses inocentes inúteis. Por mais tumultuado que seja o mundo, sem um pingo de respeito e civilidade entre as pessoas o resultado é perigoso e melancólico: o caos e a intransigência tomam o lugar da ordem e do diálogo. Os black blocs estão fazendo com sucesso o dever de casa. Desafiam, com enorme sucesso, a lei e a autoridade. Agem sabendo que nada sofrerão. Acreditam que o Brasil é desgovernado. É preciso um basta nesses meliantes.

Gim é o melhor


Gim Argello é, disparado, o senador mais atuante, prático e objetivo da bancada de Brasilia. Gim não é adepto do lero-lero, da conversa fiada. Não participa de torneios de cuspe á distãncia, muito menos faz média com os eleitores. O senador pelo PTB é quem mais consegue liberar verbas para obras que beneficiam a população de Brasilia. Gim é inclusive o senador, entre todos eles, que mais tem projetos aprovados nas comissões e no plenário da Câmara Alta.Síntese: Gim Argello merece ser reeleito em 2014, por tudo que tem produzido para a coletividade no Congresso Nacional.

Na fila para papa

O Vaticano anunciou que vai canonizar dois Papas. O senador brasiliense, demitido do MEC pelo telefone, permanece na fila. Esperançoso.

Horário Imbecil

Começou o famigerado, inútil, inconseqüente e estúpido horário de verão. Uma colossal antipatia nacional.

Grandes figuras

Faço questão de homenagear, com prazer, alegria e amizade, 3 grandes figuras humanas e profissionais que aniversariam em outubro: dia 16, o estupendo cantor Agnaldo Timóteo, dia 17, o bravo guerreiro, jornalista Hélio Fernandes e, dia 22, o atuante e respeitado ministro do TCU, Valmir Campelo. Que Deus continue iluminando a vida deles.

Boa, Barbara!

Sensacional a crônica de Barbara Gancia. O título já sintetiza tudo, "Gente Hipócrita". Como Barbara, quem tem mais o que fazer na vida, não vai perder tempo nem dinheiro lendo baboseiras em forma de biografias, de gnios de araque, como Roberto Carlos, Djavan, Caetano Veloso( cada vez mais pseudo dono da verdade), Erasmo, etc. Muito menos cansar neurônios com movimento cretino coordenado por Paulo Lavigne e Flor Gil.

Batráquio Pasquale Cipro Neto

A Folha de São Paulo tem um asno patrulheiro a bordo: nome do sacripanta: Pasquale Cipro Neto. O gaiato petulante está desapontado porque Collor e Lula fazem parte da mesmo espaço politico. Pertencem a base aliada da presidenta Dilma. Pergunto ao idiota Pasquale: qual o problema? Saiba o  batráquio Cipro Neto que a politica inteligente, elevada e que visa interesses coletivos é feita com o cérebro e não com o fígado. Não tem, portanto, o beócio Pasquale Cipro Neto, autoridade nem competência para querer tirar sarro de Collor e Lula. Procura tua turma, panaca e infeliz Pasquale.

Revisão de cinco PPBs criará 11 m:00 h

O PPB é o conjunto mínimo de etapas a serem cumpridas para a empresa ter direito aos benefícios fiscais. Mudanças vão beneficiar produtores de componentes.

A proposta de alteração de cinco Processos Produtivos Básicos (PPB) deve beneficiar os produtores de componentes e gerar até 11 mil empregos, segundo estimativa da Associação dos Fabricantes de Bens de Informática e Componentes da Amazônia (Aficam). A Consulta Pública 29, que modifica o PPB de Duas Rodas, foi aberta pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e publicada na última segunda-feira, no Diário Oficial da União (DOU). O PPB é o conjunto mínimo de etapas a serem cumpridas para a empresa ter direito aos benefícios fiscais. No caso deste PPB, o principal benefício é aumentar a obrigatoriedade de produção e montagem de peças de plásticos, metal e outros componentes na produção de motocicletas, ciclomotores, motonetas, triciclos e quadriciclos. De acordo com o superintendente adjunto de Projetos da Zona Franca de Manaus, Gustavo Igrejas, a norma funciona no sistema de pontos e por faixa de cilindradas. "Existe número mínimo de peças e de pontos. Quanto mais as empresas produzirem, mais pontos têm que cumprir e mais peças locais utilizar", explica. Esse sistema já existia, mas as alterações aumentaram a obrigatoriedade mínima das peças e é uma forma de induzir a utilização desses componentes locais, ressalta Igrejas. Empresas que produzirem até 10 mil unidades ficarão isentas da obrigação da utilização de partes e peças plásticas locais. Antes, esse benefício era para produtores de até 50 mil unidades. A alteração sugere ainda que fabricantes que produzem acima de 50 mil unidades utilizem, obrigatoriamente, seis itens locais e acima de 100 mil, oito itens locais. A proposta também prevê a criação de dispositivos que aumentam o uso de partes metálicas locais. A última alteração no PPB de Duas Rodas foi feita em 2011. O texto foi negociado com componentistas e fabricantes de bem final e as manifestações podem ser enviadas até 15 dias, após a publicação. A preocupação é com o tempo de análise no Mdic e no Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT). "Para isso, não existe agenda. Estamos querendo que eles sejam rápidos", diz o presidente do conselho da Associação dos Fabricantes de Bens de Informática e Componentes da Amazônia (Aficam), José Luiz Moraes Júnior, ao estimar a abertura de 2 mil empregos diretos e 9 mil indiretos com os novos PPBs.

Proposta altera audio e vídeo, celular e TV

Em reunião com representante do Mdic e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), a Aficam pediu a revisão de outros três PPBs: de áudio e vídeo, celulares e TV de LCD. O setor já aguarda alterações nas normas para a produção de condicionador de ar split. A associação fez um levantamento, apontando os empregos que podem ser criados com a revisão dos PPBs e a determinação de percentuais mínimos para o uso dos componentes locais. Há 15 dias, o setor componentista esteve reunido com o secretário executivo do Mdic, Ricardo Schaefer, onde apresentou estudos com os números de empregos que podem ser recuperados. Segundo levantamento da Aficam, o custo com peças de injeção importadas no primeiro semestre de 2013 foi de US$ 418 milhões, enquanto o gasto com as peças locais foi de US$ 250 milhões. "Está havenco muita importação", diz o presidente do conselho da Aficam, José Moraes Júnior. O setor componentista reivindica um percentual mínimo de peças locais. Para a produção de itens de áudio e vídeo, celular e TV LCD, por exemplo, não há exigência de partes locais. Apenas para a TV LCD é que há uma indução desse uso, segundo Igrejas. O superintendente adjunto lembra que o PPB também está em regime de consulta pública e deve ter revisão final em até duas semanas.
O PPB havia sido flexibilizado para não tirar a competitividade do setor, explica Igrejas. Dos 26 processos, a empresa poderia escolher sete ou oito etapas. A proposta de atual prevê que, para cada componente, haverá um percentual a seguir. A expectativa é que o mercado de splits, que já atingiu a marca de 2 milhões de unidades, volte a aquecer.

Ex-presidente Collor propõe desatar o nó logístico do Brasil

Pedro Luiz Rodrigues

Em edição de setembro passado, The Economist produziu reportagem especial sobre o Brasil, publicando tabela produzida pelo Fórum Econômico Mundial na qual a infraestrutura do País obteve a vergonhosa 114ª posição, entre 148 países avaliados. No Brasil esse ranking foi recebido com reclamações quanto aos critérios da pesquisa. O índice a ser levado em consideração deveria ser o do Banco Mundial. Está bem, assim seja. Utilizando outros critérios de avaliação em seu Índice de Eficiência Logística, o Banco Mundial mostra-nos em situação melhor, mas igualmente lamentável: em 2012 ocupamos a 45ª posição num universo de 155 países. O fato é que em 114º ou em 45º lugar não ficamos bem na fotografia.  O desleixo nessa área já vinha há tempos sendo registrado pelo analista Marcos Mendes, que em estudo sobre o assunto mostrou que o investimento público em infraestrutura no Brasil declinou de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no período 1981-1986, para 1,15% no período 2001-2006. O próprio Banco Mundial, em relatório, aponta: após cerca de 30 anos de subinvestimentos em, o Brasil se encontra hoje com um grande déficit de infraestrutura tanto em termos quantitativos,  quanto qualitativos. Apoiado em estudo de Calderóne Servén, observou Mendes que  em decorrência dessa redução de investimentos, “o Brasil, na comparação com ouros países emergentes, ficou para trás, em termos de quantidade, qualidade e de acesso da população a estradas, energia elétrica, telefones, internet, água e saneamento”. É certo que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado em 2007, propôs reduzir as deficiências do Brasil nas áreas do saneamento, logística, energia e habitação. Mas nos seis anos do programa, uma característica disseminada têm sido a do descumprimento de orçamentos e cronogramas, gerando dúvidas sobre a capacidade de planejamento do governo. Para os candidatos à Presidência da República em 2014, Marcos Mendes deixa o recado muito útil: investimentos públicos de qualidade representam o caminho efetivo para melhorar a qualidade de vida de todos. “Fazer obras boas, úteis e necessárias voltará a dar votos”. É o que mostra, também, estudo da reputada Fundação Dom Cabral (MG): se o sistema brasileiro de transportes e logística tivesse a eficiência do sistema norte-americano, o País deixaria de perder R$ 83,2 bilhões anualmente, cifra comparável ao orçamento anual do Ministério da Saúde. No comando da Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal, o ex-Presidente Fernando Collor está produzindo trabalho  da maior relevância para o futuro do Brasil, por intermédio de um sério e excepcional ciclo de audiências públicas denominado “Investimento e Gestão: desatando o nó logístico do País”. Neste segundo semestre, muita gente do governo e fora dele abordou com abrangência e profundidade, os desafios que estão diante de nós nos setores estratégicos das Telecomunicações, da Aviação Civil e da Mineração. Aos que se interessam pelo assunto, recomendo a leitura da íntegra das apresentações e dos debates que têm tido lugar nesse ciclo de audiências públicas.

http://diariodopoder.com.br/artigos/ex-presidente-collor-propoe-desatar-o-no-logistico-do-brasil/

Paladino Tostão

Tostão escreveu, batendo no peito, como se estivesse defendendo a própria honra, que recusou convite para ser um dos embaixadores da Copa em Belo Horizonte. O ex-craque exagera quando insiste em mostrar que é independente. Mesmo se não fosse ninguém tem nada a ver com a vida dele. O convite que recebeu, Tostão não disse se foi da CBF, da Fifa ou do governo mineiro, em nenhum instante visou enfraquecer a alma do famoso colunista. Muito menos pretendeu se intrometer no tom critico do qual Tostão a todo momento garante que não abre mão.  Tostão  julga o sorriso de Bebeto "servil", porque mostra-se otimista com o sucesso da copa de 2014. Esqueceu-se, porém, de opinar como define Ronaldo, que também não poupa elogios aos preparativos para a copa do mundo. Tostão anda muito rabugento. Como médico, deveria saber que mágoas, rancores e ressentimentos fazem mal ao coração.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

A Crítica/Pinga Fogo



Executivo de uma multinacional revelou que após a conquista da Copa das Confederações pela Seleção Brasileira, os pedidos de televisores para fábricas de Manaus, que estavam em compasso de espera, simplesmente explodiram. A Samsung, por exemplo, abriu um terceiro turno de produção.

Guerra fiscal: é burrice entrar numa briga que o Amazonas não criou

O preço da liberdade é a eterna vigilância, como diria Thomas Jeferson (?). A frase foi lembrada por por todos aqueles que estão ligados nos rumos da ZFM e acompanhando o debate da guerra fiscal em Brasília, a propósito das discussões do Pacto Federativo, ora em pauta no Senado. O governo quer achar saídas e os estados se apavoram diante do temor da Súmula Vinculante, que aparece como antídoto para reparar os estragos da guerra fiscal. Não foi a Zona Franca de Manaus que criou a guerra fiscal e não podemos vestir uma carapuça que não nos pertence. Isso tem que ficar claro.

Sem política industrial, eira e beira

É importante resgatar o histórico dessa confusão, diz e justifica. O ICMS foi tomado como instrumento de desenvolvimento regional, onde cada Estado, à revelia de uma articulação com o poder central, começou a distribuir concessões e muitas delas além do limite do razoável, incluindo projetos industriais que não precisariam deste mecanismo. Tudo isso resultou da ausência crônica de uma politica industrial sintonizada com o desafio do desenvolvimento regional, a redução das desigualdades atávicas que marginalizam estados e população.

Leilão de incentivos para enganar besta

E nesse leilão de incentivos o governo federal saiu perdendo mais do que poderia e precisaria perder. Importa, entretanto, nesse contexto nebuloso, evitar que a ZFM não entre numa briga que ela não criou. E que nem se sinta pressionada por saídas que reponham as perdas históricas da renúncia do governo federal, muito menos endosse as insinuações do governo paulista que, a rigor, disfarça sutilmente as distorções particulares ligadas à Lei de Informática. E dela tem feito muito bom proveito

Vamos fechar com a posição do governo

De acordo com Wilson Périco, presidente do CIEAM, não há como discutir a reforma do ICMS sem tratar na discussão do pacto federativo no enfrentamento das sequelas da guerra fiscal. É vital reafirmar que o Amazonas já disponibilizou sua cota de generosidade ao convalidar a farra dos incentivos, portanto, não deveria intimidar-se com as pressões paulistas e dos demais estados do Sul e Sudeste. Mais do que nunca, é hora de fechar com a posição do governo do Estado, diz o dirigente, e rechaçar qualquer alíquota que não seja 12%! 

JORNAL:    MASKATE  CADERNO: ECONOMIA         DATA:        07 DE OUTUBRO DE 2013

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Governo cria sistema de cotas para minimizar eficiência dos Colégios Militares nas Olimpíadas de Matemática

Governo restringe número de alunos de colégios militares que podem receber premiação nas olimpíadas de matemática! Os colégios militares são agora chamados de “escolas seletivas”. Será medo de revelar a incompetência no ensino público administrado pelo governo?

A OBMEP - Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - era uma competição que, até 2011, premiava seus competidores de acordo com a nota da prova, com medalhas de ouro, prata e bronze. A partir de 2012 foi instituído um sistema de cotas, onde COLÉGIOS MILITARES e outros que fazem algum tipo de concurso para ingresso, só disputam uma pequena percentagem das medalhas, cerca de 25% do total das medalhas de ouro, prata e bronze. No novo regulamento esses estabelecimentos são chamados de “escolas seletivas”. Confiram os itens 7.2 e 7.4a do regulamento em http://www.obmep.org.br/regulamento.html7.4 a - “Conceder-se-á no máximo 40 (quarenta) medalhas de ouro a alunos de escolas seletivas...”. Esse sistema injusto, segundo avaliação de um colaborador da Revista Sociedade Militar, foi instituído porque nessa olimpíada os colégios militares conquistavam a maioria das medalhas, o que trazia à tona a incompetência da educação administrada pelo governo. Esta atitude é extremamente equivocada, um tipo de discriminação. Pois mesmo que nos colégios militares existam alunos mais esforçados, que estudaram mais, e consequentemente mais bem colocados nas olimpíadas, estes não serão agraciados se sua colocação for acima do número máximo de premiados permitido para as escolas “seletivas”. Essas novas regras desvirtuam a olimpíada, que deixa então de premiar pelo mérito, premiando os concorrentes agora por sua origem. Nas olimpíadas de 2010, no nível 1, entre os 200 primeiros colocados estavam 76 alunos de escolas militares, em 2011 o número é similar, 82. Já nas olimpíadas de 2012, com as novas regras, esse número se reduziu para 38. Alunos de outras escolas públicas que primam pelo bom nível de ensino também foram prejuducadas por essa nova regra. O governo deveria elevar o padrão do ensino público e não reduzir o nível de exigência dos concursos, como tem feito. A olimpíada é uma porta de entrada para bolsas de iniciação científica.

Tema sugerido por C.Serafim - http://sociedademilitar.com.br

Relator da Constituinte, Bernardo Cabral se diz frustrado com derrota do parlamentarismo

Jornal da Constituinte



Jornal da Constituinte
Informar a sociedade sobre tudo o acontecia na Assembleia Nacional Constituinte, mostrando semanalmente, em detalhes, o processo de debate, elaboração e votação da Constituição; abrindo espaço para todos os parlamentares; explicando as propostas apresentadas, inclusive as que foram derrotadas: com esse objetivo foi criado pelo Congresso Nacional o Jornal da Constituinte, periódico que circulou de junho de 1987 a outubro de 1988.

Relator da Constituinte, Bernardo Cabral se diz frustrado com derrota do parlamentarismo