terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Setentão Paulo Octávio

Paulo Octávio chega aos 70 anos de idade, consciente do dever cumprido. Tem espaço assegurado no tabuleiro político-partidário de Brasília. Pioneiro, operoso, com trabalho e perseverança montou um império imobiliário e hoteleiro. Suas empresas ajudam no crescimento e desenvolvimento de Brasília, criando milhares de empregos e embelezando a cidade. Ilações de parasitas e torpes maledicências de invejosos e incompetentes, ávidos por holofotes fáceis,  não esmorecem o ânimo nem a disposição de Paulo Octávio em continuar investindo e acreditando no Distrito Federal. 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Abreu, Azedo, Regina e Bolsonaro

Inacreditável que um colunista da estatura profissional de Luiz Carlos Azedo (CB-6/2) saia de suas tamancas para repudiar críticas do ator José de Abreu à atriz Regina Duarte, ao fascismo, e ao governo Bolsonaro. Abreu é adulto. Fala o que vem na telha. Não vejo nenhum problema por Abreu defender Lula com unhas, dentes e olhos sangrando. É direito dele. Também não abro mão de defender amigos e quem mereça.  
Abreu, por sua vez, também é alvo de violentas saraivadas de todos os lados, gostos e tamanhos. Acostumou-se. Vai morar no exterior. Não  mudará de estilo nem de convicções. Para desapontamento de muitos. A liberdade de expressão é um direito consagrado pela democracia. José de Abreu conhece Regina Duarte mais do que eu, Azedo e a torcida do Flamengo. Não entrarei no arranca rabo deles. Não conheço nenhum dos dois. Quem for podre, que se quebre e se esborrache. Palavras duras existem para serem usadas. Saliento apenas que não tolero hipocrisia nem sabujismo.

CNC: cai o número de brasileiros endividados no primeiro mês de 2020

O percentual de famílias com dívidas diminuiu, em janeiro de 2020, para 65,3%, após ter alcançado o maior patamar da série histórica (65,6%) em dezembro. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Houve alta, porém, na comparação com janeiro do ano passado, quando o indicador alcançou 60,1%.

Também foram registradas quedas em relação ao total de famílias com dívidas ou contas em atraso (de 24,5% para 23,8%) – pelo terceiro mês consecutivo – e no percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes (de 10% para 9,6%). Os dois indicadores, contudo, apresentaram alta em relação a janeiro do 2019.

De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, apesar de o endividamento permanecer em um patamar elevado, a queda nos indicadores de atraso e inadimplência reforçou que as dívidas têm sido compatíveis com a renda das famílias. “As melhores condições do crédito têm permitido a ampliação desse mercado ao consumidor, que vem tendo mais segurança para comprar por conta da melhora recente do mercado de trabalho, confirmada pelos últimos indicadores econômicos”, afirma.

A parcela média da renda comprometida com o pagamento de dívidas foi outro item que apresentou retração na comparação mensal: de 29,7% para 29,4%. O percentual é o menor aferido desde maio de 2019. A economista da CNC Izis Ferreira destaca que havia uma demanda represada por bens que são mais dependentes do crédito, como móveis e eletrodomésticos. “A proporção do comprometimento da renda com dívidas vem caindo desde novembro de 2019 e reforça que o consumo está sendo retomado através do que se pode chamar de dívida responsável, com as famílias se organizando para pagar empréstimos e financiamentos”, explica.

Entre as dívidas apontadas pelos brasileiros como as principais em janeiro de 2020 estão, em ordem decrescente: cartão de crédito (79,8%), carnês (15,9%) e financiamento de carro (10,9%).

Hora da gratidão

O governo adotou providências imediatas e louváveis na preparação da Base de Anápolis para a quarentena dos repatriados da China. Brasileiros que retornam e que criticavam a demora na decisão de mandar avião para buscá-los precisam, agora, a meu ver,  por justiça, agradecer a Bolsonaro pela atitude tomada.

Dupla de Cavalos

Gregorio Duvivier (5/2) e Ruy Castro (31/1) merecem, cada um, uma estátua equestre. Metade cavalo e a outra metade, também. O primeiro, por chamar Alexandre Garcia de "racista" e desrespeitar a memória do ex-presidente Figueiredo; o segundo, por sugerir que os ex-presidentes  brasileiros vivos sejam mumificados. 


Eu, racista? 
Nem sei quem é esse tal de Duvivier. Conheço a rua, ao lado do Copa. Um restaurante, lá, tinha uma bela feijoada, aos sábados.

Obrigado, Amigo.
Alexandre"

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Vacina contra o coronavírus

Cidadãos de bem podem ficar sossegados porque no Brasil ninguém seria diagnosticado com o coronavírus.  
Graças as exaustivas e competentes  pesquisas desenvolvidas por cientistas brasileiros. Conseguiram produzir uma vacina letal. Injetaram o sangue de ratos no sangue de corruptos, demagogos, homofóbicos, golpistas, estupradores, maridos assassinos, pseudos intelectuais, marginais da política, do executivo, do judiciário e da imprensa. O resultado foi fulminante e revelador: os ratos não sobreviveram. O governo vai patentear a descoberta e exportar para a China.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Fora com os intrigantes

Ana Dubeux (2/2) no artigo "O diabo senta ao lado e sorri pra você", repudia  maledicentes e canalhas que atormentam a vida de pessoas do bem cultivando e semeando mentiras e deslavadas intrigas.As redes sociais, infelizmente, dão guarita a esta corja de pulhas. Velhacos sem coragem de assinar o próprio nome. Prejudicam famílias e relacionamentos. São maniacos do teatro da  farsa, da dissimulação,do cinismo e da covardia. Pobres de espíritos, recalcados e frustrados que já nasceram com a índole do mal cravada na alma. Fora com eles. É preciso combatê-los com firmeza. Expulsá-los do convívio dos cidadãos operosos e decentes. 

Praga de maus analistas

É assombrosa,  medíocre, irritante e avassaladora a praga  de analistas de futebol de  meia pataca e de pretensiosos apresentadores.  Encastelados  nos  canais Sportv, Fox e ESPN. O controle remoto nos salva. A maioria esmagadora dos sábios de araque nunca jogou  bola de gude, pedra em mangueira e jamais calçou uma chuteira. Nunca ganhou nem torneio de futebol de botão.  É um time ruim, recalcado, pretensioso e arrogante.  De quinta  categoria. Fazem  caras e bocas e pose de inteligentes. O esporte predileto dessa corja de boçais é  tripudiar e fazer pilhérias com jogadores.Nenhum jogador entra em campo para errar. São profissionais e chefes de família. Merecem respeito e consideração. Nessa linha,  o mais grave e desolador é que alguns "analistas" ex-jogadores, começaram também a proceder de  forma indigna, estúpida e debochada.Inacreditável. Não argumentam, insultam. Nessa linha, um idiota e bisonho chamado Roger, do Sportv, resolveu fazer marcação com Paulo Henrique Ganso. Coitado do asno. Não tem, nunca teve, futebol nem competência para amarrar os cadarços das chuteiras do armador do fluminense. Roger, bem comparado, poderia ser personagem de Nelson Rodrigues, "bonitinho,  mas ordinário". Como o medonho Roger, existem outros "analistas" da mesma laia. Citando todos, vou poluir meu texto de dengue e quem sabe, de  coronavírus. Bom não arriscar.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

A dor da perda infinita

O amor inquebrantável virou pó, barro e lama. A insistência pela vida permanece. Os prantos se transformaram em preces. O sonho de encontrar amados soterrados não esmorece. A dor insiste em tornar-se invisível. Almas e corações andam juntos com a eterna expectativa. São familiares na vigília para finalmente encontrar corpos vitimados na tragédia de Brumadinho. Pais, mães, irmãos, noras, sogras, netos, maridos e esposas, acompanham de perto o trabalho incessante e incansável dos bombeiros em busca dos 11 corpos ainda desaparecidos. Parentes das vítimas e bombeiros tornaram-se uma família só. Respiram solidariedade e fé. A agonia é permanente. Uma luz forte do céu passa fagulhas de esperanças que possam servir de bálsamo para doídos seres humanos. Desejosos, à esta altura, em oferecer somente uma última morada confortadora aos mortos amados. Abrandando, finalmente, a angústia do sofrimento. Do desespero e da perda infinita.

Sistema Comércio recolhe doações em apoio às vítimas das chuvas

Ações conjuntas da CNC, Federações do Comércio, Sesc e Senac regionais têm como objetivo prestar auxílio humanitário à população das regiões atingidas  

O Sistema Comércio está mobilizado para ajudar as famílias vitimadas pelas recentes chuvas que atingiram principalmente o Sudeste do Brasil. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) com as Federações do Comércio do Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro estão prestando auxílio humanitário e sensibilizando a sociedade, em especial companhias, empresas, instituições, para doar produtos de higiene, limpeza e alimentos.

As doações podem ser feitas em unidades do Sesc ou do Senac nesses estados e incluem itens de primeira necessidade, preferencialmente água potável, alimentos não perecíveis (arroz, feijão, leite e demais produtos da cesta básica), roupa de cama, cobertores, colchões e toalha.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, solidarizou-se com a população atingida, na qual também estão incluídos muitos empresários do comércio. “Lamento profundamente essa tragédia que atingiu mais de cem cidades na região. O Sistema Comércio, por meio do Sesc e do Senac nos diversos estados, está mobilizado, contribuindo com donativos, ajuda humanitária e funcionando como um canal receptor para aquelas pessoas que queiram ajudar”, afirmou.

O Estado mais crítico é Minas Gerais. Cerca de 100 cidades estão em situação de emergência, decretada pelo Governo do Estado. A medida vale por 180 dias e possibilita ações mais céleres para recuperação dos estragos e auxílio à população.

O Sistema Fecomércio-Sesc-Senac realizará a doação de 45 mil xampus, cerca de 20 mil peças de enxoval oriundas das unidades de hospedagem do Sesc e aproximadamente 800 colchões. Além disso, já enviou 24 mil copos de água de 200 ml e doará mais 48 mil copos até a próxima segunda-feira, 3 de fevereiro. As 27 unidades do Sesc e 40 do Senac no Estado são pontos de coleta de doações.

A Fecomércio-MG também mobilizou seus mais de 3.700 colaboradores em todo o Estado para que se unam neste mesmo movimento de solidariedade para realizar doações desses itens. Os donativos serão arrecadados até 3 de fevereiro e, posteriormente, destinados ao Serviço Social Autônomo (Servas), entidade responsável pela gestão de todos os itens recebidos e distribuição em todo o Estado.

No Rio de Janeiro, o programa Mesa Brasil Sesc já disponibilizou aproximadamente duas toneladas de leite, além de alimentos não perecíveis, para oito cidades do norte e noroeste do Estado do Rio de Janeiro, que estão inundadas. Segundo dados divulgados pela Defesa Civil dos municípios, já são seis mil desalojados ou desabrigados. As cidades afetadas são: Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Porciúncula, Laje do Muriaé, Natividade, Cardoso Moreira e, por último, Santo Antônio de Pádua.

A Fecomércio-RJ acionou os braços sociais da Federação para ajudar os moradores das regiões afetadas. As unidades do Sesc-RJ localizadas no noroeste fluminense e proximidades estão recebendo doações, que serão acompanhadas e entregues pela equipe do Mesa Brasil.

No Espírito Santo, os principais municípios atingidos foram Iconha, Vargem Alta, Alfredo Chaves, Alegre. Quase 9 mil pessoas estão desabrigadas e desalojadas em decorrência das chuvas. Foram distribuídas em Iconha e Alfredo Chaves, três toneladas de mamão, 3.369 litros de suco de frutas, material de limpeza, leite e biscoito. A previsão é entregar, nos próximos dias, nas cidades de Cachoeiro de Itapemirim, Castelo e Linhares.

Para aqueles que queiram doar, o Mesa Brasil faz o recolhimento dos donativos e realiza a distribuição. O ponto de doação é no Mesa Brasil Cariacica. Se for uma quantidade maior, caso algum grupo queira se juntar e doar, é só efetuar o agendamento para o recolhimento por meio do telefone (27) 3246-3400.

Colaboradores CNC

O Ecos-Programa de Sustentabilidade apoia a arrecadação de água potável, alimentos não perecíveis, colchões e material de limpeza, vindos de doações dos colaboradores da CNC, no Rio de Janeiro e distribuídos nas unidades do Sesc e do Senac, no estado. O Mesa Brasil Sesc já disponibilizou cerca de duas toneladas de leite, além de alimentos não perecíveis.

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Pedro Simon não é mais imbecil por falta de espaço

Cada dia mais gagá, despudorado, farsante e purulento. Sem conteúdo e sem personalidade. Não tem luz própria. Já saiu tarde do Senado. Nunca fará falta. Nasceu medíocre e pretensioso. Vai morrer sem projetos, sem idéias, sem ações produtivas. É o bigodinho da conversa fiada. Do falatório vazio, teatral e demagogo. Das fanfarrices e insultos. Simon nunca foi levado a sério por ninguém. Foi largado pelos eleitores porque não se elegia mais nem para guarda noturno da rua onde mora. Porém, não perde a mania de rastejar atrás de holofotes. Nem que sejam lâmpadas de geladeira. Nessa linha, deu melancólica e tosca entrevista para a Folha de São Paulo. Quanto desperdício, meu Deus, para ouvir as patetices do provecto Simon. Nas linhas levianas do texto melancólico e torpe, insultou e praguejou como se fosse o último dos imaculados do Planeta. Criticou Bolsonaro, Lula e Luciano Hulk. Jogou as patas imundas no ex-presidente e senador Fernando Collor, chamando-o de "cara complicado e "inventaram o Collor". Até as pedras das ruas sabem que no curto tempo que permaneceu na Presidência da República, Collor tirou o Brasil das amarras do atraso. Abriu o país ao mercado internacional. Criou leis que prosseguem ajudando os brasileiros, como o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Collor extinguiu ministérios, vendeu casas até então ocupadas por ministros e cortou a frota de carros oficiais. Medida econômicas do governo Collor são ainda hoje adotadas pelos seguidos governos. Simon é um parvo que não merece a consideração de ninguém. Conviveu com Collor no Senado. Quando teve a audácia de fazer gracejos contra o ex-presidente, ouviu, de frente, ao vivo, o firme repúdio do senador. Chamou o velhaco Simon de parlapatão e mandou engolir e digerir suas sandices. Simon assassina a verdadeira história republicana. Pagará caro, no inferno, por suas torpezas e cretinices.


Não é hora de sandices políticas 

Algumas notícias assustam. Como a da atilada Denise Rothenburg, "Fraga, um coringa"( CB- 28/01), revelando que aliados de Alberto Fraga citam o Ministério da Integração "como um novo abrigo para acomodar o demista". Parte do Brasil literalmente arrasado pelas chuvas, enxurradas e enchentes, entristecendo o país inteiro, e cumpinchas do político derrotado nas urnas sonhando, açodados, em busca de bocarra ministerial para o padrinho deles. Francamente. Um escárnio que o bom senso repudia e não pode tolerar. Quem precisa, urgente, de abrigos e acomodações, são as milhares de família que perderam suas casas, amigos e parentes nas enchentes no Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Seguramente não é prioridade do governo dar cargo polpudo para o extraordinário Fraga. Que tem bons salários e mora em mansão. Ponham a mão na consciência (consciência? Foi mal). Não é hora de sandices políticas. 


Witzel: deselegante, demagogo e mal-educado 

Depois da sabujice com Gabigol, ajoelhando-se aos pés do jogador, o governador do Rio de Janeiro mostrou-se deselegante, demagogo e mal-educado com o presidente em exercício, gravando, filmando e divulgando, sem conhecimento e autorização do general Mourão, conversa onde relata visita que fez a áreas atingidas pelas enchentes.


Minha carta para Merval: “canalhão Ibsen Pinheiro” 

Pois é, Merval, foi bom você recordar a frase infame do canalhão Ibsen Pinheiro, "o que o povo quer, esta Casa acaba querendo", que fez parte do melancólico e cretino espetáculo orquestrado por patifes, contra um Presidente da República eleito com mais de 35 milhões de votos, Fernando Collor de Mello. O jovem e idealista Collor caiu porque não dobrou a espinha para a quadrilha de maus brasileiros, desapontada com os rumos de modernidade que o governo Collor imprimia ao Brasil. O tempo passou, Collor cumpriu seu calvário em silêncio, com altivez e dignidade. Nada de concreto foi provado contra ele. Collor não foi arrancado do cargo por corrupção, como a escória da má-fé insistiu em fazer crer aos brasileiros. Na verdade, Collor foi apeado da presidência através de um imundo e sórdido jogo político conduzido pelos adversários derrotados por ele nas urnas. Com o apoio velado, descarado e covarde de imprensa, do empresariado e da OAB. Hoje Collor orgulha-se de ser o único político inocentado pelo STF em dois julgamentos, de todas as torpezas e acusações levianas de seus detratores. Collor foi reeleito senador, vai continuar trabalhando por Alagoas e pelo Brasil. Com a determinação, firmeza e espirito público de toda a vida. Por fim, a propósito, por onde anda a ratazana Ibsen Pinheiro? Em qual buraco de esgoto enfiou a cara podre, amarga e fracassada? Acabou desprezado pelo povo gaúcho e pelas urnas. Como ele, ordinários da mesma laia que tramaram contra Fernando Collor. 

Vicente Limongi Netto

sábado, 25 de janeiro de 2020

From: limonginetto@hotmail.com
To: merval@oglobo.com.br
Subject: Canalhão Ibsen Pinheiro - coluna do Merval - O GLOBO- - 01/2/2015
Date: Wed, 4 Feb 2015 02:05:33 +0000


Pois é, Merval,  foi bom você recordar a frase infame do canalhão Ibsen Pinheiro, "o que o povo quer, esta Casa acaba querendo", que fez parte do melancólico e cretino espetáculo orquestrado por patifes, contra um Presidente da República eleito com mais de 35 milhões de votos, Fernando Collor de Mello.  O jovem e idealista Collor caiu porque não dobrou a espinha para a quadrilha de maus brasileiros, desapontada com os rumos de modernidade que o governo Collor imprimia ao Brasil. 

O tempo passou, Collor cumpriu seu calvário em silêncio, com altivez e dignidade. Nada de concreto foi provado contra ele. Collor não foi arrancado do cargo por corrupção, como a escória da má-fé insistiu em fazer crer aos brasileiros. Na verdade, Collor foi apeado da presidência através de um imundo e sórdido jogo politico conduzido pelos adversários derrotados por ele nas urnas. Com o apoio velado, descarado e covarde de imprensa, do empresariado e da OAB. 

Hoje Collor orgulha-se de ser o único politico inocentado pelo STF em dois julgamentos, de todas as torpezas e acusações levianas de seus detratores.  Collor foi reeleito senador, vai  continuar trabalhando  por Alagoas e pelo Brasil.  Com a determinação, firmeza e espirito público de toda a vida. Por fim, a propósito, por onde anda a ratazana Ibsen Pinheiro? Em qual buraco de esgoto enfiou a cara podre, amarga e fracassada?

Acabou desprezado pelo povo gaúcho e pelas urnas. Como ele, ordinários da mesma laia que tramaram contra Fernando Colllor.  

abs do

Vicente Limongi Netto

Coitado do porteiro

Amigo Limongi,

Você é um gênio das palavras e da escrita. Gostei da sua atualização desse antigo ditado que dizia: “que o mordomo é sempre o culpado”. Pobre desse porteiro, manipulado por todos, vai acabar pagando o pato. Agora é de lascar, que nem o delegado, nem a Globo, com o jornalismos sério e responsável, que ela diz fazer, não tenham tido esse mínimo cuidado, de conferir a lista dos visitantes incluindo a data e hora da visita, e checar as gravações com as autorizações dos proprietários para a entrada dos visitantes.

Estamos mal de investigadores e de jornalistas. Já não se fazem jornalistas e investigadores de polícia, como antigamente.

Nós estamos mesmo lascados, porque está cada vez mais difícil acreditar numa só notícia que a Globo dá.

Pobre de nós.

Forte abraço,

Antony

Ibsen

Ibsen Pinheiro conduziu a maior das farsas da tenra democracia brasileira: o impeachment de Collor. Que a terra lhe seja leve.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Coluna Comércio em Pauta - O Globo

 Reformas devem seguir como prioridade em 2020

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) entende que as reformas administrativa e tributária devem ser uma agenda prioritária para 2020. De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, os estímulos, com a pauta econômica, poderiam ser mais bem recebidos pelo mercado com a aprovação dessas agendas.

O caminho para que o Brasil consiga melhorar o gasto público está na reforma administrativa. Segundo Tadros, o País precisa avançar de forma contundente nesse sentido. "Um dos resultados mais esperados pelo mercado e pelas empresas é que se reduzam as despesas do governo", afirma.
Sobretudo em um ano eleitoral, o alinhamento entre Executivo e Legislativo é essencial para o avanço também da reforma tributária, que deve ter um efeito até mais imediato do que a reforma da Previdência. "A modernização do sistema tributário é urgente e necessária", reforça o presidente da Confederação.


Programação do Sesc agita o verão em todo o Brasil

Recreação, esporte, música, oficinas. Todas essas atividades estão na programação do Sesc Verão. Em diversos locais do País, as unidades do Sesc se mobilizam para levar ao público o melhor da estação que tem a cara do Brasil.

Em São Paulo, a programação tem como foco os próximos Jogos Olímpicos e oferece aos frequentadores a oportunidade de experimentar e aprender mais sobre diversas modalidades olímpicas e paraolímpicas.

No Rio de Janeiro, além da programação diversificada em 19 unidades, com espetáculos de música, ações informativas educativas e de saúde, oficinas de artesanato e economia criativa, foram montadas estruturas temporárias em seis praias do Estado, como Rio das Ostras, Mangaratiba e Quissamã.

Já no Rio Grande do Sul, o Estação Verão Sesc também vai para as praias. O projeto é realizado em 17 locais e conta com o Dia da Inclusão, com programação de atividades para a inclusão de pessoas com deficiência, como banhos de mar com cadeiras anfíbias, oficina de skate adaptado e ações com apoio de intérpretes de Libras.

A criançada também se diverte nas colônias de férias do Sesc em todo o Brasil, com gincanas, jogos, festas temáticas e brinquedos radicais, entre outras atrações.

Senac tem opções de cursos rápidos nas férias

O período de férias pode ser uma ótima oportunidade para quem deseja desenvolver novas habilidades pessoais, gerar renda extra ou ingressar no mercado de trabalho. Nos meses de janeiro e fevereiro, o Senac oferece cursos rápidos e workshops em diversas áreas.

Entre as opções para quem quer empreender há diferentes programações que vão desde Estamparia em Tecidos (Senac Alagoas) até Cozinha Fitness (Senac Ceará). A instituição pensou ainda em quem precisa aprender o indispensável para se virar em outro país. Alguns Departamentos Regionais oferecem cursos rápidos de inglês e espanhol básico para viagens, assim como conversação em francês e inglês para os mais avançados.

Neste período de recesso escolar, o Senac de Pernambuco e o do Ceará ainda abrem as portas para crianças e adolescentes, com diversas atividades. O negócio é não perder tempo. Procure o Senac mais próximo da sua casa para saber quais os cursos disponíveis na sua região.
*Divulgação CNC

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Faturamento Alto

Pólo Industrial de Manaus (PIM) obteve faturamento de R$ 73,92 bilhões entre os meses de janeiro a setembro de 2019, com crescimento de 8,10 % na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em dólar, o faturamento de janeiro a setembro totalizou US$ 18.93 bilhões. Os dados são dos Indicadores de Desempenho do PIM, disponível no site da Superintendência da Zona Franca de Manaus http://site.suframa.gov.br/assuntos/modelo-zona-franca-de-manaus/polo-industrialOs segmentos com maior percentual de crescimento, quando comparados ao mesmo período de 2018, são: têxtil, com crescimento de 77,17% e faturamento de R$ 126,54 milhões; metalúrgico, com crescimento de 39,58% e faturamento de R$ 5,88 bilhões; e ótico, com crescimento de 28% e faturamento de R$ 333,33 milhões.

O novo Andreazza - Aristóteles Drummond

Gestor presente e estudioso, ataca todas áreas afetas a seu ministério com igual entusiasmo



O ministro Tarcísio Gomes de Freitas é o fenômeno desta equipe ministerial. Trabalhador incansável, hábil, simples, percorre o país inteiro visitando e inaugurando obras. Tem a habilidade de se fazer acompanhar dos políticos da região. Tem consciência do grau de sucateamento que os governos do PT relegaram a infraestrutura de transportes e o planejamento do setor, que é fundamental para a retomada do crescimento.
Gestor presente e estudioso, ataca todas áreas afetas a seu ministério com igual entusiasmo. É o primeiro a apoiar fortemente o segmento ferroviário, facilitando a retomada de obras, reformulando concessões e tornando, assim, possíveis novos investimentos. Falta apenas o projeto ligando por trens modernos , não necessariamente de alta velocidade em todos os trechos, integrando Rio-São Paulo e Belo Horizonte, fechando um triângulo de grande importância econômica.
Temos, enfim, uma política de governo a incentivar o transporte marítimo, especialmente a cabotagem, por meio de licitações de mais de 20 portos espalhados pelo país, em parceria com estados. Os resultados serão sentidos no curto prazo na economia nacional. Um dos gargalos do chamado custo Brasil desaparecerá.
Nos aeroportos, o novo ano vai marcar a grande privatização, dependendo apenas de medidas administrativas da Receita e Polícia Federal, para facilitar a movimentação de passageiros nos principais portões de entrada no país. Não se admite receber turistas com demora de até uma hora na checagem de passaportes e controle alfandegário. O Brasil ainda é dos poucos países a não ter uma linha prioritária no embarque de passageiros de Executiva ou cartões top das empresas aéreas.
E as estradas, abandonadas por anos, estão sendo refeitas pela retomada de obras paradas. O sucesso de concluir, conforme prometido, a BR-163 no trecho do Pará, de acesso aos portos que escoam a soja, é emblemático nesta determinação de trabalhar e apresentar resultados. Um tento pouco divulgado.
Tivemos dois notáveis ocupando a pasta dos transportes no passado recente. Mário Andreazza, um gigante como Ministro de três governos, homem de visão e ação, e seu sucessor e auxiliar, Eliseu Resende. Como esta dupla, o ministro Tarcísio já garantiu seu lugar na história.
Para completar, seu sucesso não desperta ciúmes, pois o homem é discreto, desprovido de vaidades e ambições. Tem a admiração do Executivo e do homem simples.
Tanta discrição e simplicidade, com tanta eficiência, pode levá-lo longe.
*Aristóteles Drummond é jornalista

O dia em que Cristovam Buarque negociou ao mesmo tempo com Dilma e Temer, por Luis Nassif

A “autocrítica” de Cristovam Buarque, falando em nome de uma suposta esquerda, é uma das peças mais hipócritas de uma crônica política intrinsicamente hipócrita como a brasileira.

Não que as esquerdas não mereçam críticas. Merecem, e pesadamente. Mas autocrítica tem que partir de quem está no mesmo campo. E Cristovam não pertence ao campo da esquerda.

Aliás, não pertence a campo algum. Sua história política é típica do caráter macunaímico do homem público brasileiro, de seguir a onda do momento, sem nenhum compromisso com valores, princípios, coerência.

Sua postura no impeachment foi reveladora.

Em pleno pré-impeachment, o então senador Cristovam Buarque se tornou um visitante habitual de dois ambientes: o Palácio do Planalto, de Dilma Rousseff, e o Palácio do Jaburu, do vice-presidente Michel Temer.

A luta de ambos era por cada voto no Senado sobre o impeachment. Com Dilma, Cristovam negociou várias vezes o cargo de embaixador na Unesco. A proposta era tentadora. Seu vice era o petista Wilmar Lacerda. Sendo indicado embaixador, Wilmar assumiria o cargo.

Fez mais. Em um momento de entusiasmo propôs a Dilma um livro a quatro mãos sobre o golpe do impeachment. Dilma lhe disse que iria pensar. Já desconfiava do jogo duplo de Cristovam.

De fato, no dia 19 de janeiro de 2016 vazou a informação de que ele negociava com Temer a criação de uma Ação da Cidadania pela Educação, que poderia relançá-lo politicamente, em troca de seu voto a favor do impeachment. No dia 6 de maio de 2016 dava entrevista sustentando que não houve golpe, mas apenas esgotamento do modelo PT. Foi além. Sendo alvo de uma enxurrada de protestos, inclusive do exterior, por sua posição a favor do impeachment, acusou Dilma de crime por ter divulgado no exterior que o impeachment era um golpe.

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Sustentou que havia, sim, crime de responsabilidade nas pedaladas. Depois, disse estar em dúvidas. Finalmente declarou ter sido convencido pelos indícios.

Não ficou nisso. Votou a favor de todas as reformas que afetavam diretamente direitos sociais e trabalhistas.  Votou a favor da Lei do Teto, da reforma trabalhista. Na reforma trabalhista, não apenas votou a favor, como assinou uma representação contra as senadores Vanessa Graziottin e Gleize Hoffman por quebra de decoro, por terem ocupado a mesa do Senado em protesto.

Seu pior momento foi mais recentemente, quando se pronunciou a favor da revisão das cláusulas pétreas da Constituição – as que garantem os direitos fundamentais – com uma comparação infame: “Perguntas brasileiras: e se nossa primeira Constituição tivesse colocado a propriedade de escravos como cláusula pétrea, por sua importância fundamental na economia da época?”

A melhor resposta veio do advogado negro Silvio de Almeida: “Senador, sinto-me, como negro que sou, profundamente ofendido com sua comparação ridícula, sem sentido e desrespeitosa. O senhor tornou-se um homem triste e vulgar. Que a história trate de colocá-lo em seu devido lugar”.

Em 2016 pretendeu se candidatar a presidente da República pelo PDT. Foi preterido por Ciro Gomes e saiu atirando, acusando o PDT de ter “traído o povo” e aderindo ao PPS de Roberto Freire. Ambos saíram a campo apoiando o governo Temer. Não conseguindo nada de Temer, em junho de 2017 Cristovam mudava de posição novamente. Depois da denúncia do Procurador Geral da República contra Temer, apressou-se a declarar que o impeachment ficou incompleto, porque não incluiu Temer.

Candidato a presidente de si próprio, se definiu como um político que tem “a tradição de não me vender no sentido mercadológico e de não me adaptar ao discurso da moda“. Defendeu o fim do ˆEstado expropriador dos meios de produção”, a reforma trabalhista e sustentou que eles (a esquerda) “não pedirão desculpas quando ficar provado que as reformas trabalhistas vão trazer uma modernização na relação entre o capital e o trabalho”.

Coerente na incoerência
A primeira vez que tratei pessoalmente com Cristovam foi atendendo a um convite de Lula para uma conversa no Instituto Cidadania, lá pelos idos dos anos 90. Montou-se uma mesa tendo, do lado dos jornalistas, Elio Gaspari, Clóvis Rossi e eu. Do lado do Instituto Lula e Cristovam.

Não me lembro dos demais. Cristovam chamou atenção pela absoluta superficialidade de mero repetidor de slogans.

Quando surgiram os programas de qualidade, eleito governador do Distrito Federal, proibiu o emprego da palavra qualidade em qualquer memorando da Secretaria da Saúde, por ser um vocábulo “burguês”.

Depois se fixou na bandeira da defesa da educação – e quem pode ser contra a educação? Como Ministro da Educação foi inócuo, incapaz de levar adiante qualquer política educacional. Ainda não sei os motivos da sua demissão sumária. Se o critério foi o da competência, foi perfeitamente justificável.

Ali começou o aggiornamento. Cristovam mudou de barco. Não foi apenas o desencanto com o PT ou o álibi da corrupção do partido. Fosse apenas isso, abdicaria do partido, não dos princípios políticos que ele, Cristovam, alardeou em toda sua  vida política.

Tornou-se um liberal radical, quando a moda era ser liberal radical. Agora, que o novo discurso é o do combate às desigualdades, vai mudando as declarações. Processo, aliás, que se acentuou graças à selvageria das reformas que ele apoiou intensamente, quando estavam na moda.

Ao lado de Luis Roberto Barroso, Luiz Edson Fachin, Carmen Lúcia e Ayres Brito, Cristovam é o personagem ideal para uma profunda análise sociológica sobre a vocação macunaímica das figuras públicas nacionais.

Cristovan sempre foi o mesmo. Quando li o seu livro sobre a Universidade, depois de ler Anísio |Teixeira e Darci Ribeiro, descobri que o seu livro era um amontoado de plágios ou cópias das idéias de Anísio e Darci, os quais citava apenas para demonstrar uma proximidade pessoal que o elevasse. O tipico classe média que só faz amizade com quem o eleve socialmente. Não há nada de novo no livro que escreveu sobre a universidade. Isto é similar a Jabor, que se dizia sempre muito próximo de Glauber e Cacá, mas que deixou claro quem era como comentarista da Globo. Este tipo de gente se torna sempre um exemplo para a direita. E depois de ser desmascarado se apressa a rastejar tentando se aproximar de quem pode elevá-lo mais uma vez.

Destino alheio - Vicente Limongi Netto

               
          O destino não espera soluções
           
                não promete dádivas

                nem amores graciosos

                o destino fere a alma
   
                não brinca em serviço

                quando molestado por ilusões

                concede perdão aos que

                enfrentam o tédio e dissabores

                mistura-se com a bondade

                o destino gosta de quem 

                repudia a hipocrisia e a maldade

                o destino não interfere na vida

                dos fracos e sonolentos

                o destino veste homens e mulheres

                que agasalham a vida com amor e esperança.

            
                (do livro "Campo Sangue", Brasília, 18/1/20)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Simon no Vaticano

Anjos e estrelas saúdam os 90 anos de Pedro Simon. O céu encheu-se de orgulho. Homem puro e imaculado. Quase Santo. As idéias de Simon correram o mundo. Foram acolhidas por estadistas e monarcas. Os gestos largos e expansivos das mãos e braços de Simon farão parte do Museu de Cera de Nova Iorque. As suplicantes preces do ex-senador em benefício da união da humanidade foram ouvidas pelo Vaticano. Católicos gaúchos enviaram relatório ao Papa Francisco, pedindo para que o Pontífice coloque na lista, como prioridade, a canonização de Simon. Aleluia.