A "Veja" trouxe mais informações e detalhes minuciosos e irretocáveis das ações nada republicanas do capo das "rachadinhas" no Senado, o filósofo destrambelhado de beira de estrada, Davi Alcolumbre. O bondoso e roliço ex-presidente do Senado estuda convites para ensinar, em palestras, as manhas do aforismo escancarado que criou, em prosa e verso, para o Brasil: "Eu te ajudo e você me ajuda". Fofo Davi. Mesmo diante de fatos e denúncias apuradas pela revista, com contracheques e depoimentos das ex-funcionárias que eram obrigadas a entregar a maior parcela dos salários, o franciscano Alcolumbre blasfema jurando que o idealizador das "rachadinhas" era o chefe de gabinete dele, advogado Paulo Boudens. Como nos filmes de Sherlock Holmes, o calvo Boudens será o mordomo das insanas peraltices do guloso senador. A matéria da "Veja" finaliza, pesarosa, que Alcolumbre acabará como santo de pau oco da escabrosa história, deixando a fama de bandido, sozinho, para o ex-operoso auxiliar.
terça-feira, 16 de novembro de 2021
segunda-feira, 15 de novembro de 2021
Bons partidos
Engana-se quem pensa que Bolsonaro sentiu os golpes do áspero arranca-rabo com Valdemar Costa Neto, fazendo com que o mito de barro adiasse a filiação no Partido Liberal. Bolsonaro segue manhoso, sabe que tem inúmeros partidos interessados nele. Novas e atraentes siglas pretendem entrar na democrática disputa pela Presidência da República. São agremiações fortes e agregadoras. Todas interessadas em servir à pátria. As opções são fascinantes e múltiplas. Bolsonaro poderá escolher o PDD (Partido dos Destrambelhados), o PDE (Partido dos Estúpidos), tem ainda o PDM (Partido dos Mentirosos), quem sabe, o PDE (Partido dos Embusteiros). As opções não param: PDL (Partido da Latrina), ou, o PDB (Partido da Baixaria). Todavia, para os sábios auxiliares mais chegados do chefe da nação, o partido ideal para Bolsonaro filiar-se seria o PDC (Partido da Cloroquina). O escolado Waldemar, dono do PL, vai se arrepender de ter rompido com Bolsonaro. A disputa presidencial promete boas, fortes e inesquecíveis emoções.
sexta-feira, 12 de novembro de 2021
Bom livro
Valorizei meu precioso tempo e conhecimentos, lendo o excelente e oportuno livro de Jack Corrêa, "Lobby Stories". Ilustrações de Elitan David. Texto bom, leve, agradável. Esclarecedor e divertido. Jack é respeitado profissional do ramo do relacionamento governamental. No Brasil e no exterior. Também craque na complicada arte de cultivar amigos. A noite de autógrafos, na Trattoria da Rosário foi radiante e numerosa. Acabou quando as estrelas deram lugar aos primeiros acordes do sol. Jack feliz, ao lado da Tatiana e filhos, Juliano, Junior, Augusto e Guilherme. Quem não gosta de Jack e Tatiana tem problemas sérios na cachola. Presentes, ministro aposentado do STF, Marco Aurélio Mello, cumprimentado por pessoas que nem conhecia, Antônio Carlos Portugal, Mário Habka, José Humberto Pires, Paulo Kramer, Orlando Brito, Osvaldinho, Pimenta da Veiga e Paulo Castelo Branco, entre tantas outras iluminadas figuras. Champanhe de qualidade compondo a coreografia. A profissão de Jack é dura e fascinante. Requer perspicácia, charme, cultura, elegância pessoal e no trato, paciência, azeitado jogo de cintura e bastante conhecimento da alma humana. Para Fernando Sabino, Jack é o único mineiro nascido em Curitiba. A galeria de fotos de personalidades nacionais e internacionais, mostrando a trajetória profissional de Jack Corrêa vale pelo livro. Tem de tudo. Um zoo completo de seres humanos. Desde o Papa João Paulo Segundo, Roberto Carlos, Chico Anísio, passando por Lula, Collor, Pelé, FHC, Francelino Pereira (onde nasceu o dom de Jack para o lobby institucional), Bolsonaro, João Carlos Martins, Popó e Dilma. Jack lançará o livro em outros Estados. Na agenda, Manaus, onde Jack fez muitos amigos e colaborou, durante várias edições do belo espetáculo, pelo sucesso do Festival de Parintins, quando era graduado executivo da Coca Cola. No momento que finalizava estas bem traçadas linhas, fui informado por fontes do Galo mineiro que o atleticano Jack já foi convocado para desfilar, no carro de bombeiros de Belo Horizonte, com jogadores do merecido campeão do brasileirão.
Festa acadêmica
A Academia Brasileira de Letras (ABL) enche de orgulho e lava a alma do povo, abrindo as portas da imortalidade para Fernanda Montenegro e Gilberto Gil. Bem lá atrás, há décadas, a Casa fundada por Machado de Assis poderia ter eleito artistas, jornalistas e escritores consagrados e respeitados, que já partiram, como Cauby Peixoto, Ataulfo Alves, Valmor Chagas, Hélio e Millor Fernandes, Ítalo Rossi, Antônio Maria, Rubens Braga, Gifrancesco Guanieri, Vinicius de Morais, Bibi Ferreira, Paulo Gracindo e Paulo Autran. A ABL tem chances de marcar uma quantidade enorme de mais gols de placa, recebendo Ruy Castro, Luiz Felipe Pondé, Hélio Schwartsman, Jô Soares, Martinho da Vila, Antônio Fagundes, José Celso Martinez, Thiago de Mello, Chico Buarque, Bernardo Cabral, Sérgio Augusto, Alcione, Leandro Karnal, Maria Betânia e Caetano Veloso.
quinta-feira, 11 de novembro de 2021
CNC participa de homenagem aos hoteleiros e aos 85 anos da ABIH no Senado Federal
O ex-presidente da ABIH e ex-secretário executivo da CNC, Eraldo Alves da Cruz, foi homenageado na solenidade.
O Senado promoveu sessão especial, nesta terça-feira (9), para comemorar o Dia do Hoteleiro e o aniversário de 85 anos da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), que integra o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A sessão foi solicitada pelo senador Fernando Collor (Pros-AL), que é o presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado (CDR).
“A pandemia ocasionou muito tormentos no Brasil. Felizmente, o que se descortina agora é horizonte mais promissor. A gradual estabilização sanitária, a reabertura das fronteiras e a necessidade de dar vazão a planos longamente represados por pessoas e empresas que prenunciam rápida e sólida recuperação da atividade turística. No Brasil, tal perspectiva ganha contornos ainda mais claros graças ao rápido sucesso de nossa campanha de vacinação, à melhora gradual da infraestrutura nacional e ao câmbio favorável àqueles que nos visitam”, disse Collor, citando que dados da CNC apontam um aumento de 47% de faturamento no mês de julho, comparado ao mesmo mês no ano passado.
Representando a CNC na solenidade, o vice-presidente da Fecomércio-CE e diretor da Confederação, Maurício Filizola, falou na tribuna sobre a importância da representação patronal da hotelaria brasileira, da maneira como tem se mantido forte, uma vez que seus membros atuam juntos, cada um na sua especificidade, porém sempre somando em prol da defesa dos empresários do segmento. “E não podemos esquecer do trabalho desenvolvido pelo Senac, na formação de mão de obra pelo País”, reforçou.
Capital humano
Ainda durante a abertura, o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, que é empresário do setor de eventos, enumerou as iniciativas do governo para incentivar a atividade econômica em meio à pandemia e pediu o apoio dos meios de comunicação. “O capital humano é o maior patrimônio que nós temos. E, quando falamos bem do Brasil, estamos fomentando o emprego da vendedora de caranguejo, do pescador lá no litoral”, disse o ministro.
O dia 9 de novembro foi escolhido como data para homenagear o setor hoteleiro porque nesse dia, em 1936, foi aberto o 1º Congresso Nacional de Hotéis, embrião da ABIH. O presidente da entidade, Manoel Linhares, enfatizou que os empresários do turismo souberam lidar com os desafios impostos pela pandemia.
“O setor gera cerca de 1,3 milhão de empregos no País, mesmo sem ser beneficiado pela desoneração da folha de pagamentos. Por isso, vocês aqui são parceiros e responsáveis pela sobrevivência do turismo nacional”, afirmou. Linhares solicitou que o Senado Federal coloque em votação a nova Lei do Turismo, já aprovada na Câmara dos Deputados, e ressaltou a importância da adequação do texto da reforma tributária, que impacta diretamente o setor.
O ex-presidente da ABIH e ex-secretário executivo da CNC, Eraldo Alves da Cruz, que faleceu em setembro de 2020, foi homenageado na solenidade. Lenoura Schmidt, esposa de Eraldo, recebeu uma placa do atual presidente da ABIH, Manoel Linhares, em reconhecimento à valiosa contribuição que Eraldo proporcionou à hotelaria brasileira. “Uma das personalidades mais queridas, cultas e articuladas do Turismo. Um grande amigo.”, disse Linhares.
Profissional de Turismo e Hospitalidade há mais de quatro décadas, Eraldo foi vice-presidente e diretor da Fecomercio-DF, fundador e presidente do Sindicato das Empresas de Turismo do Distrito Federal (Sindetur-DF), 1º vice-presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Distrito Federal (Sindhobar-DF), membro do Conselho Nacional da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), membro da Academia Brasileira de Eventos e Turismo (ABEVT) entre outras funções e cargos de uma vida dedicada ao desenvolvimento do turismo brasileiro.
Na CNC, Eraldo iniciou suas atividades como assessor da Presidência, em Brasília, atuando em Assuntos Institucionais e Turismo. Foi Secretário-geral da Confederação, participou da criação da Assessoria de Turismo e Hospitalidade (Astur) e, anos depois, da reformulação e unificação da Astur, da Câmara Empresarial de Turismo (CET) e do Conselho de Turismo da CNC, que deram origem ao atual Cetur, do qual era secretário-executivo. Além de conduzir os debates e as publicações dos Macrotemas, estudos aprofundados com contribuições da CNC para as políticas públicas do turismo, iniciou os seminários Turismo Cenários em Debate, foi o idealizador da revista de artigos Turismo em Pauta, entre outras iniciativas.
Livro comemorativo
Durante a sessão, foram distribuídos exemplares do livro A Construção da História da Associação Brasileira de Hotéis, de Leonardo Volpatti e Giovanna Ghersel, que contou com a colaboração da CNC. Foi apresentado um selo dos Correios em homenagem ao aniversário da ABIH.
Participaram ainda da solenidade o vice-presidente da Fecomércio-AM, Paulo Rogério Tadros, membro do Cetur; o assessor executivo da Divisão de Relações Institucionais da CNC, Roberto Veloso; a chefe de Gabinete da Confederação, Lenoura Schmidt, e a especialista técnica do Cetur, Ana Paula Siqueira.
Também discursaram na reunião representantes dos operadores hoteleiros, dos secretários estaduais de Turismo, dos ex-presidentes da ABIH e do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), além dos senadores Soraya Thronicke (PSL-MS) e Eduardo Girão (Podemos-CE) e dos deputados federais Herculano Passos (MDB-SP) e Otavio Leite (PSDB-RJ).
Homenagem
O ex-presidente da ABIH e ex-secretário executivo da CNC, Eraldo Alves da Cruz, que faleceu em setembro de 2020, foi homenageado na solenidade. Lenoura Schmidt, esposa de Eraldo, recebeu uma placa do atual presidente da ABIH, Manoel Linhares, em reconhecimento à valiosa contribuição que Eraldo proporcionou à hotelaria brasileira. “Uma das personalidades mais queridas, cultas e articuladas do Turismo. Um grande amigo.”, disse Linhares.
Profissional de Turismo e Hospitalidade há mais de quatro décadas, Eraldo foi vice-presidente e diretor da Fecomercio-DF, fundador e presidente do Sindicato das Empresas de Turismo do Distrito Federal (Sindetur-DF), 1º vice-presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Distrito Federal (Sindhobar-DF), membro do Conselho Nacional da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), membro da Academia Brasileira de Eventos e Turismo (ABEVT) entre outras funções e cargos de uma vida dedicada ao desenvolvimento do turismo brasileiro.
Na CNC, Eraldo iniciou suas atividades como assessor da Presidência, em Brasília, atuando em Assuntos Institucionais e Turismo. Foi Secretário-geral da Confederação, participou da criação da Assessoria de Turismo e Hospitalidade (Astur) e, anos depois, da reformulação e unificação da Astur, da Câmara Empresarial de Turismo (CET) e do Conselho de Turismo da CNC, que deram origem ao atual Cetur, do qual era secretário-executivo. Além de conduzir os debates e as publicações dos Macrotemas, estudos aprofundados com contribuições da CNC para as políticas públicas do turismo, iniciou os seminários Turismo Cenários em Debate, foi o idealizador da revista de artigos Turismo em Pauta, entre outras iniciativas.
Moro na rinha
Ainda é cedo para análises proféticas sobre o pré-candidato Sérgio Moro. O mesmo que nunca escondeu que não nutria nenhum apreço pela classe política. Agora declara juras de amor por ela. Assim caminha a humanidade. Surgiu como Dom Quixote, cavalgando pureza e isenção, no auditório Ulisses Guimarães. Entrou na extensa fila dos franciscanos e abnegados cidadãos interessados em salvar o Brasil das impurezas sociais e políticas. O calouro Moro não disse nenhuma novidade no discurso de estreia. Não mudou o tom professoral arrogante de dono da verdade. Choveu no molhado. Exortou promessas que todos os candidatos estão fartos de repetir. Se Moro veio para tirar a política da mesmice, da hipocrisia e do oportunismo, ficou devendo. Na prática, a teoria é outra. Prepare o couro porque o jogo é para profissionais.
quarta-feira, 10 de novembro de 2021
Santo Flávio
O mundo político vibrou. Os católicos iluminaram os céus com preces e velas gigantes. Os franciscanos lavaram a alma. Acabaram com o estoque de detergentes nos mercados. Os sinos das igrejas repicaram. O Palácio do Planalto ajoelhou-se e chorou. No Rio de Janeiro, Fabrício Queiróz soltou foguetes, distribuiu santinhos com o rosto do amado afilhado e bebeu todas. As comoventes manifestações de memorável felicidade têm justificável motivo: os impolutos ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) inocentaram o senador Flávio Bolsonaro das denúncias de "rachadinhas". Dos tempos em que o filho 01 foi deputado estadual no Rio de Janeiro. Os isentos e sábios magistrados decidiram que as provas robustas apresentadas pelo Ministério Público eram conversas fiadas. Fruto da imaginação e inveja do outrora incansável comerciante de chocolates. Não paira mais dúvidas. O parlamentar passará a ser conhecido como Santo Flávio. O STJ já enviou para o Vaticano a papelada para a canonização do senador. Não mandaram, por puro esquecimento, o relatório da CPI da covid, onde o senador é indiciado. Breve o prendado 01 será conhecido por Dom Flávio. Eufórico com a honestidade e pureza do colega, comprovadas pelo STJ, o presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco, mandou construir um Flávio Móvel, idêntico ao Papa Móvel do Santo Pontífice. A prova de ovos e tomates. O pai orgulhoso do filho imaculado mandou trocar o slogan "Pátria amada, Brasil", para "Pátria amada do Santo Flávio". Sucesso garantido nas eleições de 2022. Lula confidenciou para graduados petistas que pretende conversar com Flávio. Não custa nada. Não tira o pedaço. O que importa é a grandeza do Brasil. Afinal, é melhor dois santos de pau-oco nas mãos, do que Moro na espreita.
Ao acusar o TSE de estupro, o presidente Bolsonaro violenta e arromba a opinião pública
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| Bolsonaro estupra a ciência, o bom senso e a honorabilidade |
Publicado em 10 de novembro de 2021 por Tribuna da Internet
Vicente Limongi Netto
O mito de araque estrebuchou porque o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o mandato do deputado Fernando Francischini, por espalhar notícias falsas. Do alto de sua infinita e irretocável boçalidade, Bolsonaro chamou de “estupro” a decisão do TSE (Estadão – 5/11).
Bolsonaro fala de cátedra. Estupra e deslustra o cargo diariamente. Mesquinho, revogou títulos de grão-cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico concedidos a dois pesquisadores. Repudiando e protestando contra o gesto torpe do presidente, diversos cientistas devolveram a comenda que haviam recebido.
ESTRUPADOR NATO – Bolsonaro tem vasto histórico de estupros na chefia da nação. Estuprou a ciência, debochando da importância da vacina no combate ao vírus da covid-19; estupra jornalistas com grosserias, ameaças e patadas; estupra o bom senso, tirando fotos com criança armada com fuzil; estupra a verdade, fazendo discurso mentiroso na ONU; e estupra a vacina, insinuando que ela causa aids.
Bolsonaro também estupra a dignidade da boa e qualificada política, tornando-se refém do guloso e nada republicano Centrão. Agora, no colo de Valdemar Costa Neto, o estupro é completo. Tudo dominado. Resta a certeza de que os brasileiros vão enxotar Bolsonaro do cargo nas urnas de 2022.
MAIS DOIS FELINOS – Em festa o zoológico de Brasília, com o nascimento de dois filhotes machos de onça-pintada (Correio Braziliense- 9/11). O público animado votou para escolher nomes para os felinos. Amigos-da-onça despejaram votos em figuras públicas manjadas. Pilantras querendo estragar a votação. Confundiram os bichos. Imaginavam que votavam para dar nomes a duas hienas nascidas no mesmo zoo.
Nesse sentido, apareceram votos para Arthur Lira, Valdemar Costa Neto, Jair, Eduardo, Flávio e Carlos Bolsonaro, Davi Alcolumbre, Onyx Lorenzoni, Marcelo Queiroga, Eduardo Pazuello, Cid Nogueira, Eduardo Girão e Marcos Rogério.
Perderam tempo, porque as onças nasceram com pedigree de boa família e ganharam outros nomes mais dignos: George e Peter.
Quieto no seu canto, Collor ainda recebe alguns ataques gratuitos e injustificáveis
Publicado em 7 de novembro de 2021 por Tribuna da Internet
Vicente Limongi Netto
De quando em vez aparecem na imprensa textos ressentidos e desinformados, contra a gestão do presidente Collor de Mello. Agora surgiu, de tacape em punho. o cidadão Orlando Thomé Cordeiro (Correio Braziliense- 5/11) que se intitula Consultor em Estratégia. Palmas para ele.
O glorioso senhor chamou a gestão de Collor de “desastrada”, com “escândalos de corrupção”. É mais um que não se enxerga. Que não tem grandeza de recordar, pelo menos de passagem, os benefícios que o curto governo Collor deixou para o Brasil e para os brasileiros. Foi Collor que abriu a economia brasileira ao mercado internacional. Hoje todo cidadão tem celular. Inclusive o notável Orlando. A maioria dispõe de computadores. Médicos, dentistas e fisioterapeutas utilizam instrumentos modernos para atender pacientes.
MODERNIZAÇÕES – Foi Collor que possibilitou todas estas vantagens aos brasileiros. Não foram os bravateiros e gênios de araque, fantoches de interesses contrariados das muretas dos cartéis, que Collor enfrentou com coragem e firmeza. Refresco a memória do açodado Orlando Thomé Cordeiro com outras leis do governo Collor que permanecem servindo aos brasileiros, como o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Código de Defesa do Consumidor e os colégios CIACs.
Collor valorizou trabalhadores rurais, dinamizou o SUS. Na gestão Collor nasceu a Lei Rouanet. Sob o comando deler, o Brasil sediou a vitoriosa e pioneira Rio+20, com a presença de 150 chefes de Estado.
Apearam Collor do cargo através de um torpe impeachment, orquestrado por brasileiros derrotados por Collor nas urnas. No final da colossal empulhação política da qual foi vítima, Collor foi inocentado das acusações de corrupção em dois julgamentos pelo Supremo Tribunal Federal. Não serão balas de festins de decaídos patrulheiros e luminares por correspondência que esmorecerão o espírito e a vontade de Collor de prosseguir trabalhando pelo Brasil.
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| Collor não incomoda ninguém, mas vive sendo incomodado (foto: Agência Senado) |
AULA DE REDAÇÃO – Errar é humano. Insistir no erro é burrice ou má-fé. Ou ambas as coisas. Nessa linha, volto ao tema por rigoroso interesse gramatical. Em benefício da correta redação. Matemática ou aritmética?
Virou rotina falar ou escrever errado. Os equívocos são frequentes. Batem tanto na mesma tecla que a falha tornou-se vício de linguagem. Escrever errado virou charme.
Lamentável e patético. Justiça aos raros que grafam certo ou falam corretamente. Sobretudo agora, no final do Brasileirão, série A e B, quando é preciso avaliar as chances numéricas dos adversários.
UM ERRO COMUM – Programas esportivos nas televisões e rádios e matérias nos impressos anunciam “Hora da matemática”, “Projeção da matemática”, “Cuca avalia a matemática”. Um horror. Pavoroso erro. Sumiram com os manuais de redação. Céus.
Matemática, refrescando a cachola dos sabidões. é a ciência dos números. Mas quem trata deles, diminuindo, somando e multiplicando, é a aritmética. Fica a esperança de que até a rodada final das séries A e B, a rapaziada aprenda a lição. A diferença entre a matemática e a aritmética. Sem medo e traumas da aritmética. Leitores e telespectadores exigentes agradecerão.
Paulinho da Viola - 79 anos
Na proxima sexta-feira, 12 de novembro, Paulinho da Viola completa 79 anos e sua primeira filha, a cantora Eliane Faria, faz show interpretando sucessos do seu pai, no CARIOCANDO, rua Silveira Martins, 139, próximo ao Metrô Catete. Intitulado "Caminhando para os 80 anos", tem a participação especial do compositor Canário, parceiro do saudoso Agepê.
terça-feira, 9 de novembro de 2021
Bom lugar
Bolsonaro indagou, candidamente, ao Metrópoles: "Se não for para o Centrão, vou para onde?".
Hienas
Em festa o zoológico de Brasília, com o nascimento de dois filhotes machos de onça-pintada (Correio-9/11). O público animado votou para escolher nomes para os felinos. Amigos-da-onça despejaram votos em figuras públicas manjadas. Pilantras querendo estragar a votação. Confundiram os bichos. Imaginavam que votavam para dar nomes a duas hienas nascidas no mesmo zoo. Nesse sentido, apareceram votos para Arthur Lira, Valdemar Costa Neto, Bolsonaro, Eduardo, Flávio e Carlos, Davi Alcolumbre, Onyx Lorenzony, Marcelo Queiroga, Eduardo Pazuello, Cid Nogueira, Eduardo Girão e Marcos Rogério. Perderam tempo. Porque as onças nasceram com pedigree de boa família.
Manual do lixo
Hoje, terça, das 9h30m às 10 horas, a Globonews exibiu, para os assinantes, sem nenhum pudor, uma manchete deplorável, mandando, mais uma vez - já que o erro é geral e frequente - o manual de redação para os quintos dos infernos. Eis a pérola às avessas: "Matemática da PEC dos precatórios: partidos podem mudar de lado?"
Podem mudar de lado e os formidáveis editores e redatores da Globonews também podem começar a se tocar e grafar certo o que escrevem. Geralmente com uma empáfia de morder trilhos. É assim: Aritmética da PEC dos precatórios: partidos podem mudar de lado? Suave. Sem mistérios nem dores.
segunda-feira, 8 de novembro de 2021
Foto histórica
domingo, 7 de novembro de 2021
O XII RioWindsFestival - Música no Museu começou na última sexta-feira, no Museu da Justiça, com o Trio Movimento Musical (João Paulo Romeu, piano; Denise Emmer, cello; Yuri Reis,violino e participação especial, Mariana Bernardo, clarineta).
O Museu da Justiça fica na Rua D. Manuel s/n, Centro, atrás do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Entrada gratuita, mantidos todos os protocolos sanitários.
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
CNC: endividamento bate novo recorde, mas mostra desaceleração com elevação dos juros
Juros mais altos responderam pela redução do ritmo de dívidas em outubro; total de famílias endividadas chega a 74,6%, aumento pelo 11° mês seguido
O número de brasileiros endividados seguiu crescendo em outubro, ainda que em ritmo menos acelerado. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) do mês, realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias que relataram ter dívidas a vencer chegou a 74,6%. O número representa uma alta de 0,6 ponto percentual em relação a setembro, o 11° aumento seguido, e de 8,1 pontos na comparação com outubro de 2020, fazendo desse o segundo maior crescimento anual da série histórica.
A alta recente dos juros reduziu a dinâmica da contratação de dívidas em outubro e fez o indicador capturar um acréscimo abaixo dos últimos meses, quando apresentava aumento, em média, de 1,5 ponto. Os indicadores de inadimplência, por sua vez, apresentaram redução em relação ao ano passado. O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso atingiu 25,6%, ficando 0,1 ponto acima do registrado no mês anterior e 0,5 ponto abaixo do apurado em outubro de 2020. Já a parcela que declarou não ter condições de pagar contas ou dívidas e, portanto, seguirá inadimplente caiu de 10,3% para 10,1% na passagem mensal e 1,8 ponto na comparação anual.
Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, o relativo controle da taxa de inadimplência diante do cenário econômico é impressionante. "A inflação corrente elevada e disseminada tem deteriorado os orçamentos domésticos e diminuído o poder de compra das famílias, em especial as na faixa de menor renda. Os números demonstram os esforços em manter os compromissos financeiros em dia, com renegociação e melhor controle dos gastos", avalia.
Controle da inadimplência
O aumento do tempo de comprometimento com dívidas também aponta nessa direção, segundo a economista da CNC responsável pela pesquisa, Izis Ferreira. Os dados da Peic mostram que a proporção de famílias endividadas por mais de um ano é crescente desde o fim do primeiro trimestre, atingindo a máxima histórica de 35,8%. "É um indício de que os consumidores estão buscando alongar os prazos de pagamentos de suas dívidas para que a parcela caiba nos orçamentos e, assim, evitem a inadimplência", explica.
A economista também observa que o número de famílias endividadas no cartão de crédito segue avançando, atingindo 84,9% do total de dívidas contratadas. Em relação a outubro de 2020, a modalidade avançou 6,4 pontos no endividamento, o maior incremento anual da série histórica do indicador. Comparativamente a outubro de 2019, antes da pandemia, o incremento é de 6 pontos. Carnês de lojas e o financiamento automotivo também seguem ganhando destaque no endividamento.
Sequestraram os manuais
Errar é humano. Insistir no erro é burrice ou má-fé. Ou ambas as coisas. Nessa linha, volto ao tema por rigoroso interesse gramatical. Em benefício da correta redação. Matemática ou aritmética? Virou rotina falar ou escrever errado. Os equívocos são frequentes. Batem tanto na mesma tecla que a falha tornou-se vício de linguagem. Escrever errado virou charme. Lamentável e patético. Justiça aos raros que grafam certo ou falam corretamente. Sobretudo agora, no final do brasileirão, série A e B, quando é preciso avaliar as chances numéricas dos adversários. Programas esportivos nas televisões e rádios e matérias nos impressos anunciam "Hora da matemática", "projeção da matemática", "Cuca avalia a matemática". Um horror. Pavoroso erro. Sumiram com os manuais de redação. Céus. Matemática, refrescando a cachola dos sabidões, pé a ciência dos números. Mas quem trata deles, diminuindo, somando e multiplicando, é a aritmética. Fica a esperança de que até a rodada final das séries A e B, a rapaziada aprenda a lição. A diferença entre a matemática e a aritmética. Sem medo e traumas da aritmética. Leitores e telespectadores exigentes agradecerão.
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
Moro
Sérgio Moro seguia bem como magistrado, até cair na asneira e na armadilha, de aceitar ser ministro da Justiça de um governo complicado. A começar pelo chefe da nação. O ar arrogante e empavonado, de pretenso sabidão, a fala fanhosa e a colossal formalidade, não são virtudes agradáveis nem recomendáveis para quem deseja fazer carreira política. Sendo assim, creio que o ex-juiz enfrentará batalhas inglórias e tacapes pesados, de diversos adversários, não apenas de Lula, a começar por Bolsonaro, caso venha para a disputa eleitoral fantasiado de anti- Lula. Alquimistas de Lula seguramente não perderão o sono, com o debut de Moro na rinha das pauladas. Onde o vale tudo prospera. Moro enfrenta dificuldades dentro da própria comunidade jurídica. Também não defendo Lula. Já é setentão e tenho afazeres mais importantes para fazer. O fato é que o ex-presidente não tem mais pesadelos com processos na justiça. Foi inocentado em todos eles. Ostenta o vistoso diploma de cidadão ilibado e franciscano. Oremos, Brasil.
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
Grosso
Bolsonaro é um grosso irrecuperável. Não tem um pingo de educação. Rodeado por estúpidos engravatados, fantasiados de seguranças, mais uma vez despejou coices nos jornalistas. Desta feita, em Roma, onde foi literalmente ignorado por expressivas autoridades mundiais. Ficou perambulando pelas ruas e ruelas da capital italiana, como alma penada. As patadas do mito de barro ficaram famosas na imprensa mundial. Bolsonaro deslustra a chefia da nação. Seus ataques de histerismo humilham o Brasil aos olhos do mundo. Deveria patentear o rosário de sandices, inconsequências e destempero que exibe com invulgar fervor e arrogância, pelo Brasil e pelo mundo.






