Creio que o ministro Dias Toffoli deu um fino trato merecido neste boçal proxeneta. Também não digo o nome dele para não poluir meu texto. Digo, com o dedo no nariz, que a vestal grávida tem coluneta no Globo. O fato do velhaco que foi demitido de um jornal brasiliense e expulso do Condomínio Associados, por práticas nada jornalísticas, ter coluna e blog em jornal famoso, não lhe dá o direito de canalhamente insultar as pessoas. Quem diz ou escreve o que não deve, ouve o que não quer. Tudo tem limites. Até mesmo a covardia e a leviandade. Tolice e hipocrisia alegar que não fica bem para uma autoridade retrucar patadas e coices de pseudos donos da verdade da forma que bem entender. Parabéns ao ministro Toffoli.
sábado, 18 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Suframa discute plano nacional de infraestrutura
A Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) é uma das instituições parceiras do Conselho Regional de Administração (CRA) na realização do workshop Plano Brasil de Infraestrutura Logística (PBlog), que será realizado no próximo dia 30 de agosto, no auditório da Faculdade de Estudos Sociais da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Além da SUFRAMA e da UFAM, o Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (Cieam) também apoia o evento. No workshop, estarão reunidos especialistas em logística de toda a região Norte do Brasil a fim de discutir soluções em infraestrutura de transporte, incluindo estradas, portos, aeroportos, ferrovias, dutovias e infovias, no âmbito do Plano Brasil de Infraestrutura Logística. O plano é coordenado pelo Conselho Federal de Administração e pelos Conselhos Regionais de Administração, que têm a missão de realizar cinco workshops em âmbito nacional visando a identificar alternativas logísticas em cada região brasileira. Para o superintendente em exercício da SUFRAMA, Gustavo Igrejas, o envolvimento da autarquia com o tema é de extrema importância para que a região possa avançar em uma área tão fundamental para o seu desenvolvimento socioeconômico. “As características logísticas da Amazônia foram uma das razões fundamentais para a criação do modelo Zona Franca de Manaus e continuam sendo até hoje um dos nossos maiores desafios. Eventos como esse são muito salutares e esperamos que as contribuições das diversas instituições sejam apuradas para que identifiquemos alternativas e soluções eficazes para aprimorar nossa infraestrutura logística”, afirmou Igrejas.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Avô babão
Que o jornalista Vicente Limongi é polêmico, que adora cutucar com vara curta os poderosos e alfinetar os inimigos de suas idéias políticas, todo mundo sabe. O que nem todos sabem é que quando o neto Federico anda por perto, cessa tudo o que a antiga musa canta. Limongi é todo ternura, vira avô babão e só tem olhos e palavras para o fofinho, xodó da família.
Blog Marlene Galeazzi – Jornal de Brasília
terça-feira, 14 de agosto de 2012
O que acontece por aí...
A tola idéia não é tua. Serve de consolo
Jovane, do “Melhores do Mundo”, a "idéia" de escolher Guardiola para técnico da seleção brasileira não é tua. Mas, sim, de Tostão. A seguir, endossada por Renato Mauricio Prado e, mais adiante, por um boçal colunista esportivo da FSP que não cito o nome para não poluir meu texto. De toda forma, a meu ver, a idéia é de jerico. Uma colossal sandice. de um colonialismo estarrecedor. Abs. do Limongi.
Variadas com ponto e vírgula
Tomara que as mudanças no novo Código Penal realmente sirvam para colocar na cadeia corruptos graúdos, pedófilos, assassinos, estupradores e sequestradores. Basta de tanta conversa fiada, leis frouxas e demagogia; o senador Cristovão Buarque(que não tem nada a ver com o Chico) alega que o fiasco brasileiro nas olimpíadas é culpa dos políticos. Mea culpa atrasada é isso. O sabidão foi ministro da Educação e nada fez pelo desenvolvimento do esporte. Tanto que acabou demitido por Lula pelo telefone; O governo Dilma garante que vai mandar tropa de choque para Manaus, além do Exército da Salvação, para socorrer a candidata à prefeitura da senadora Vanessa Grazziotin, na disputa com o ex-senador Arthur Virgilio. Quem sabe, o campeão mundial e olímpico, o raio Usain Bolt também não seria útil?
CPMI decidirá sobre temas polêmicos na reunião de hoje
Estão na pauta de deliberações, entre outros pontos, a criação de sub-relatorias; a convocação do diretor da revista Veja em Brasília; e a reconvocação do governador de Goiás.
Gastão
A CPMI vai debater a possibilidade de questionar os convocados que ficam em silêncio por terem habeas corpus.
Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira deverão tratar de temas polêmicos na reunião de hoje. A criação de sub-relatorias e a possibilidade de fazer questionamentos diante do silêncio de convocados munidos de habeas corpus são dois assuntos que já renderam longos debates e que voltarão à tona. Mais de 200 requerimentos constam da pauta de deliberações da CPMI, que trata das relações do contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com agentes públicos e privados. A pressão pela divisão dos trabalhos em sub-relatorias vem aumentando a cada encontro do colegiado. O senador Pedro Taques (PDT-MT), por exemplo, já se levantou em defesa de uma votação sobre o tema. “Isso não pode ser uma palavra suprema do relator. Precisa ser decidido pelo colegiado e, de forma democrática, colhem-se os votos favoráveis e contrários”, argumentou.
Sobrecarga de trabalho
Para o deputado Rubens Bueno (PPS-PR), a criação das sub-relatorias é necessária principalmente devido ao grande volume de informações manipuladas pelos parlamentares. “Há sobrecarga de trabalho, e estamos informando, em respeito ao relator, que ele indique os sub-relatores, para que haja racionalidade nas nossas atividades”, defendeu. Diante das manifestações, o presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), assumiu o compromisso de avaliar o assunto na terça-feira: “Nós haveremos de discutir de forma colegiada, como tem sido a tônica desta CPI em todos os seus momentos, sem arredar o pé um milímetro que seja, na reunião do dia 14.”
Requerimentos
Estão pendentes de análise cerca de 350 requerimentos, mas ainda não se sabe quais serão colocados em votação pelo relator. Entre os requerimentos apresentados estão:
• do senador Fernando Collor (PTB-AL): convite ao juiz Alderico Rocha Santos para que possa esclarecer as denúncias de chantagem que teria recebido da atual mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça. O senador também pede as convocações do jornalista da revista Veja Policarpo Júnior, do presidente do grupo editorial Abril, responsável pela publicação da revista, Roberto Civita, e do procurador-geral da República, Roberto Gurgel;
• Do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP): convocação do ex-governador de Goiás Iris Rezende, acusado de receber R$ 2 milhões do contraventor para campanha ao governo estadual em 2010. O deputado também pede a convocação de Sodino Vieira de Carvalho, coordenador-geral da campanha da Iris;
• do deputado Luiz Pitiman (PMDB-DF): requer a divisão da investigação parlamentar em cinco sub-relatorias temáticas;
• do deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ): convocação do governador do Tocantins, Siqueira Campos (PSDB), para explicar recente matéria publicada pela Folha de S.Paulomostrando que quase metade dos recursos financeiros recebidos pelo comitê do PSDB daquele estado, na eleição de 2010, veio de empresários ligados a Cachoeira;
• do deputado Filipe Pereira (PSC-RJ): convocação do governador do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB). Escutas da Polícia Federal demonstraram que Carlinhos Cachoeira tinha interesse em assumir o controle da loteria estadual. O deputado fluminense também é autor de outro requerimento chamando o governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli. A justificativa é a de que a Delta tem “milhões em negócios em obras estaduais, federais e licitações de prestação de serviços” naquela unidade da federação;
• do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP): requer a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot;
• dos deputados Odair Cunha (PT-MG) e Vanderlei Macris (PSDB-SP): convocação de Marcus Teixeira Barbosa, acusado pelo contador Rubmaier Ferreira de Carvalho de usar o nome dele indevidamente para abertura de empresas fantasmas. Rubmaier prestou depoimento na quarta-feira (8) à CPI.
Da Redação/NA
Com informações da Agência Senado
Com informações da Agência Senado
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Lula faz lobby por mano
Dois desafios ingratos para Lula: na política, eleger Fernando Haddad prefeito de São Paulo e, no esporte, manter Mano Menezes técnico da seleção brasileira. Haddad, se perder, pode acabar ministro de Dilma ou do próprio Lula. Mas para Mano Menezes será difícil Lula arrumar emprego. Nem mesmo no Corinthians, onde o atual treinador faz excelente trabalho e levou o timão a conquista da Libertadores. Na seleção Mano não permanece. Não tem gabarito profissional. Se Lula realmente gosta de futebol e quer o sucesso da Seleção, não insistirá no lobby por Mano.
Nelson Motta é Max ou Nilo?
O galhofeiro Nelson Motta afirma na sua colunazinha do Globo que a política anda cheia de Carminhas e Ninas. Nelson não precisa se preocupar porque o lugar dele na novela continua sem concorrentes. Mesmo no jornalismo o Nelsinho é imbatível como Max ou como Nilo. Caso deseje esticar a novela "Avenida Brasil" até o carnaval, Nelson Motta também fica impecável como Soninha Catatau ou Suelen. Pode escolher, fofa.
Gurgel, Policarpo e "Veja" na CPI do Cachoeira II
Creio que as convocações do procurador-geral Roberto Gurgel e do jornalista da "Veja", Policarpo Júnior, para que compareçam à CPI do Cachoeira, como já propôs, diversas vezes, o senador Fernando Collor, não significam demonstração pessoal de força ou coragem nem provocação ao judiciário e á imprensa. Collor apenas cumpre, a meu ver, seu papel de atento e isento membro da CPI, que trabalha para que os fatos sejam apurados com rigor. Para Collor a Nação precisa de uma verdade definitiva "sobre todo esse conluio de autoridades e jornalistas emaranhados com criminosos, tornando-se também criminosos". A indecisão da CPI protelando as solicitações do senador Collor, deixa a forte impressão ao público que os parlamentares têm medo da "Veja" e do procurador Gurgel. Até parece que a "Veja", Gurgel e Policarpo estão acima do bem e do mal. São donos do monopólio da verdade.
Collor volta a pedir convocação do procurador-geral e jornalista da Veja na CPI do Cachoeira
Em discurso no Plenário, nesta sexta-feira (10), o senador Fernando Collor (PTB-AL) pediu a aprovação de requerimentos de sua autoria que convocam o procurador-geral de República, Roberto Gurgel Santos, a subprocuradora-geral Cláudia Sampaio Marques, esposa de Gurgel, e o jornalista editor da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior, para deporem na CPI do Cachoeira. A comissão se reúne na próxima terça-feira (dia 14) para votar requerimentos. Collor também requer a convocação dos procuradores da República Daniel de Resende Salgado e Léa Batista de Oliveira; do presidente e editor do grupo Abril, Roberto Civita; e dos funcionários da revista Veja Lauro Jardim, Gustavo Ribeiro e Rodrigo Rangel. O senador informou que os requerimentos foram apresentados no início das atividades da comissão e, para ele, não podem mais ter a votação adiada. Na opinião de Fernando Collor, a CPI não deve atuar com limitação de foco e investigar apenas alguns ramos da rede de relacionamento de Carlos Cachoeira. O senador afirmou que as relações entre o contraventor com setores do Ministério Público e da imprensa são “mais perniciosas do que se imagina”. Para ele, as investigações precisam atender aos interesses da sociedade e não aos de grupos midiáticos.
- Precisamos de uma verdade definitiva sobre todo esse conluio de autoridades e jornalistas que se emaranharam, que se mesclaram, que se misturaram com criminosos, tornando-se também criminosos. E essa verdade, essa rede completa de intrigas e crimes, somente virá à tona se a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito for capaz de ampliar seus horizontes de investigação, começando por ter a coragem, sem medo, de trazer o testemunho pessoal e as informações de que dispõem os membros do Ministério Público, especialmente o de seu comandante, e os ditos servidores da revista Veja envolvidos em toda esta grande tramóia, que é a organização criminosa investigada, disse Fernando Collor. Em aparte, a senadora Ana Amélia (PP-RS) ressaltou que a prática de alguns membros da Justiça e da imprensa não deve afetar a imagem dessas instituições. Na avaliação dela, a imprensa e o Ministério Público contribuem para a consolidação da democracia no país.
- Casos isolados não podem contaminar e nem prejudicar a imagem de duas instituições que têm contribuído, sim, para o país evoluir, ampliar a democracia e consolidar os princípios democráticos: a instituição da imprensa, mídia de um modo geral, e o Ministério Público como instituição. São dois pilares fundamentais para a democracia, observou Ana Amélia.
Agência Senado
Confira o pronunciamento nos vídeos a seguir:
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Mamãe e Santo Agostinho
Faz um mês que Deus levou mamãe para perto de Si. Mamãe está em ótima companhia. A família, os amigos, todos rezamos por ela. Ela não morreu, apenas trocou de lar, observa com sabedoria minha filha Carla. É assim que devemos cultivar e reverenciar a quem amamos. Mandamos para ela um carinhoso até breve. Para homenagear mamãe, nada melhor do que Santo Agostinho com seus marcantes, cativantes e belos ensinamentos: "A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do caminho. Eu sou eu, vocês são vocês. O que eu era para vocês, eu continuarei sendo. Dêem-me o nome que vocês sempre me deram, falem comigo como vocês sempre fizeram. Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas, eu estou vivendo no mundo do Criador. Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos. Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim. Que meu nome seja pronunciado como sempre foi, sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou tristeza".
Collor faz 63 anos
Minhas homenagens ao ex-presidente e senador Fernando Collor que dia 12 completa 63 anos de idade. A meu ver, não existe na vida pública brasileira ninguém mais honesto ou mais competente que ele. Collor é vigoroso, homem de atitudes. Trabalha com destemor e espírito público. Collor tem saúde, convicções, firmeza de ações e, sobretudo, coragem.
Aplausos para o valoroso general Sávio
Forte abraço e muita saúde para meu amigo de fé, general Marco Antônio Sávio, que hoje aniversaria, em Curitiba. Profissional e ser humano inigualável. Sávio é exemplo marcante de quem tem muita raça, alegria, destemor e perseverança para viver feliz. Ao lado da bonita família que preza e ama.
Senador Gim Argello é atento e competente
O Senado aprovou projeto do senador Gim Argello(PTB-DF) que concede aposentadoria especial para garçons, maitres, cozinheiros e confeiteiros. A proposta reduz de 35 para 25 anos o tempo de contribuição exigido desses profissionais para que possam se aposentar. A iniciativa beneficia diretamente mais de um milhão de trabalhadores em todo o país. O projeto segue para a Câmara Federal. O senador Argello já articula força tarefa para a aprovação da medida. Experiente, sabe que projeto do Senado quando vai para a Câmara precisa de cobertura atenta e competente para não ser esquecido nas gavetas.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Universidade americana aponta governo Sarney como modelo de transição democrática exitosa
A Corporative Latin American Politics, vinculada a City University de Nova Iorque, classificou José Sarney como o melhor chefe de governo para uma transição democrática. Resultado de um estudo comparativo sobre lideranças políticas no mundo, realizado por décadas pela universidade, a avaliação teve como base a complexidade e variedade de desafios enfrentados por um líder de governo. A atuação de José Sarney em assegurar a transição de 1984, orientando o país em seu primeiro governo civil, e sua participação na elaboração da primeira nova e moderna constituição, foram pontos destacados em carta entregue ao presidente do Senado, José Sarney, durante visita realizada pelo professor da City University de Nova Iorque e representante da instituição internacional. O documento menciona ainda José Sarney como recordista mundial em eleições vencidas para deputado, governador e senador, e como melhor presidente com desempenho intelectual em obras literárias.
Confira a seguir a íntegra do documento da Corporative Latin American Politics:
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O que acontece por aí...
Voto em Agnaldo Timóteo e Arthur Virgílio
Um bom vereador em SP que merece ser reeleito, Agnaldo Timóteo. Um excelente candidato à prefeito de capital, com enormes chances de ser eleito, Arthur Virgilio, em Manaus. Com eles, o eleitor não se engana e valoriza o voto.
Cláudio Humberto informa:
“O senador Fernando Collor (PTB-AL) acusou o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, de ter chantageado durante dois anos o então senador Demóstenes Torres (GO). Segundo ele, Gurgel “segurou” o inquérito da Operação Vegas para poder influenciar Demóstenes, que foi cassado pelo Senado pelo seu envolvimento com o contraventor Carlinhos Cachoeira. Collor afirmou também que Gurgel e a revista Veja davam cobertura ao esquema de Cachoeira. O senador insistiu que a comissão precisa ouvir Gurgel e também o jornalista Policarpo Júnior, da revista Veja em Brasília, além do dono da Editora Abril, Roberto Civita, “e outros quetais”. Informações da Ag. Câmara.”
Andressa é bonita mesmo assim
Seguramente na ânsia de aparecer para os holofotes da mídia "amiga", foi constrangedor, deselegante, injusto e desnecessário, a senadora Kátia Abreu chamar a bela Andressa de "cascateira e mentirosa". Que horror. Francamente.
FHC quer punir réus do mensalão
FHC deve estar com problemas de memória. Esqueceu que o mensalão foi inventado pelo PSDB de Minas e sua turminha nadou de braçada.
Falou e disse o Batman Fernando Henrique
FHC é o filho do mercúrio. Não é o remédio que pobres mortais passam nas canelas para estancar o sangue. O sábio FHC é filho do Mércúrio do Universo. FHC também é afilhado de Ulisses, o guerreiro que derrotou o montão de audaciosos que paquerava a mulher dele. FHC é, portanto, o filhão amado de Deus, o todo poderoso do Universo. Quando FHC abre a boca, alguns dormem, se aborrecem, tentam o suicidio. Mas a imensa maioria ama FHC e seus rompantes fantasiados de isentos e de justiça. Pena que os historiadores tucanos ainda não explicaram como foi o mensalão que reelegeu o gênio FHC Presidente da República. Agora lá vem FHC, montado no seu cavalo azul de penas brancas, deitar falação junto aos ministros do STF. De dedo em riste, com aquele tom prepotente tom professoral.
Transparência ou big brother?
Por Nilson Paixão / Correio Braziliense - 08/08/2012
Ainda no final do século 19, o filósofo alemão Arthur Schopenhauer já divisava, com concisão e brilhantismo, os três estágios da verdade. Num primeiro momento, formulou Schopenhauer, surge a ridicularização. Em seguida, ela passa a ser combatida, violentamente antagonizada, com som e fúria. Por fim, como que em um passe de mágica, os fatos primeiramente ridicularizados, e, em seguida, fortemente combatidos, se transmutam em verdade autoevidente. É esse caminho sinuoso, mas esclarecedor, que vem trilhando o debate sobre a divulgação nominal dos salários dos servidores públicos, com base na Lei de Acesso à Informação que entrou em vigor em maio passado com o saudável objetivo de tornar mais transparentes as atividades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Comecemos pela tentativa de ridicularização. Ela apareceu assim que o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis) levantou a tese de que a divulgação dos salários dos servidores públicos com identificação nominal era uma afronta à Constituição Federal. Casta privilegiada, marajás e defensores do obscurantismo foram alguns dos adjetivos utilizados para tentar manchar a imagem dos servidores públicos contrários à aplicação equivocada de uma lei que, na sua essência, é inequívoco avanço institucional para o país. Não se debateu a ideia em si. Não se questionou o argumento. Tratou-se, apenas, de atacar o mensageiro. Eis que, então, surgiu a fase do combate, da antagonização barulhenta, que, afinal, é a essência da democracia. Para combater a tese de que é preciso preservar a identidade dos servidores, divulgando suas remunerações por função ou algum outro código, surgiu a teoria de que servidor público, por ser pago com dinheiro público, não tem direito à vida privada. Muita gente bem-intencionada, como o ministro Jorge Hage, da Controladoria-Geral da União (CGU), embarcou nessa canoa furada. “Não há restrições quanto à divulgação do nome completo, da remuneração total. O decreto é bastante explícito em relação a isso”, afirmou o ministro, após cerimônia de abertura da 1ª Conferência Nacional de Transparência e Controle Social, realizada em Brasília. “Quem não se conforma, vai reclamar no Judiciário”. Dito e feito. Coube ao Poder Judiciário reparar, ainda que em caráter liminar, interpretações abusivas e flagrantemente inconstitucionais da Lei de Acesso à Informação. Há juízes no Brasil! Duas decisões da Justiça federal, provocadas por ações do Sindilegis, reconheceram que a exposição nominal viola garantias constitucionais importantes, como o direito à inviolabilidade da intimidade, da honra e da vida privada das pessoas. São ainda decisões liminares, que podem ser reformadas, mas jogam alguma luz em um debate que parecia interditado poucos dias atrás. Essas decisões impedem o Congresso Nacional de divulgar os salários dos servidores de maneira nominal. Em vez da exposição injustificada, do big brother espetaculoso e ilegal, a remuneração dos servidores já está disponível, de maneira individualizada, com um código para cada servidor. E o que tudo isso significa? Significa que, para a sociedade, que paga altos impostos e sustenta a máquina pública, é fundamental conhecer em detalhes como, quando e onde é gasto o seu suado dinheiro. Mas também significa que, até aqui, o entendimento da Justiça é o de que servidor público é um cidadão como qualquer outro, nem mais, nem menos. E, como todos os cidadãos, tem direito, sim, à vida privada. A divulgação dos vencimentos por meio de um código referencial, portanto, cumpre com o objetivo de informar à sociedade a exata destinação de seus impostos sem constranger nem violar direitos fundamentais dos servidores públicos. Direitos esses que não são patrimônio individual de uma categoria profissional. São direitos de todos. São direitos universais consagrados pela ordem democrática nacional. Solapados, esses direitos precisaram ser defendidos, no âmbito do Poder Judiciário, pela categoria que eu represento. Mas essa briga não deveria ser apenas nossa. Daqui a algum tempo, lembrando Schopenhauer, ficará claro como o sol que a defesa de direitos fundamentais é uma questão de interesse de todos os brasileiros, sem o que não se pode falar em Estado Democrático de Direito.
Nilson Paixão é presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis)
terça-feira, 7 de agosto de 2012
O que acontece por aí...
Lugar impróprio para dormir
Convenhamos, foi um escárnio o flagrante dos ministros do STF(não digo os nomes deles para não poluir meu texto) dormindo durante a sustentação dos advogados de defesa dos réus do mensalão. A meu ver foi um tremendo desrespeito não só aos advogados, mas, também, ao público e ao próprio Tribunal. Não consta, por sua vez, que os advogados dos acusados tenham dormido ou cochilado durante a longa e cansativa peça acusatória do Procurador-Geral, Roberto Gurgel. A soneca coletiva dos magistrados deixa a forte impressão de que os ministros dorminhocos fazem pouco caso dos argumentos dos defensores dos acusados. Melhor dizendo, os advogados perdem tempo e saliva, porque os réus já chegaram condenados ao julgamento. Se assim for, os ministros simplesmente estão rasgando a Constituição e fazendo um colossal papelão.
Mano e a Seleção são ruins
Evidente que torço pelo sucesso da Seleção. Mas o time e o técnico são ruins. A mediocridade de alguns jogadores convocados e escalados por Mano Menezes é assustadora. José Maria Marin faz muito bem em exigir empenho e vitórias. O presidente da CBF sabe que a Seleção penta campeã do mundo tem que ser respeitada. Se não fossem ordens expressas de Marin, o pretensioso Mano Menezes teria levado para as olimpíadas um elenco muito pior. Creio que mesmo conquistando a medalha de ouro, na base do sufoco e dos trancos e barrancos, Mano Menezes não terá vida longa no cargo. Desejo do torcedor e do bom senso. É hora de reformulações.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
O que acontece por aí...
Vai começar a campanha eleitoral em SP
Finalmente. Acabou o jogo preliminar. Agora sim. Vai realmente começar a campanha eleitoral em São Paulo: Lula foi liberado pelos médicos para participar da campanha do candidato Fernando Haddad. É indiscutível o carisma de Lula. O homem é danado com um microfone nas mãos. O jogo é para profissionais da política. Quem for podre que se quebre ou saia de campo. Agora é a hora do eleitor saber quem tem serviços prestados ao Brasil e quem apenas é rei do lero-lero.
É preciso ajudar quem tem leucemia
Seria oportuno se o governo também esclarecesse, no facebook, como fez sobre a doação de órgãos, como as pessoas têm que fazer para ajudar os brasileiros que sofrem de leucemia. O mais importante é o transplante de medula. Vamos ajudar a salvar vidas dos portadores de leucemia. Muitas vezes o doador ideal está por perto do doente. Mas, lamentavelmente, não é devidamente esclarecido como deve proceder. Com sensibilidade, agilidade e competência o governo vence mais este desafio.
Aquela Boa idéia para Obama
Aposto que Lula mandará de presente para Obama, que faz 51 anos, uma garrafa daquela boa idéia, a branquinha famosa. A boa água que passarinho não bebe.
Lula goleia adversários e esnoba julgamento
Lula faz muito bem em afirmar que prefere assistir a excelente "Avenida Brasil" e os jogos das olimpíadas do que perder tempo com a pantomima montada no STF com o desbotado mensalão. Quem ganha disparado as eleições de 2014, se o pleito fosse hoje, segundo pesquisa da CNT, como é o caso de Lula, não vai ficar na frente da televisão ouvindo a xaropada bolorenta de um justiceiro de plástico como o procurador-geral Gurgel. O manjado mensalão virou manchetes dos jornais e televisões porque a tucanada aflita pensa(?) que só assim conseguem abalar Lula politicamente. Um colossal tiro nos pés, nos braços, no corpo todo. Pelos números da CNT, Lula dispara, mete uma surra fenomenal no segundo colocado, o tucano Aécio. Em terceiro, ainda mais longe, Eduardo Campos.
Lula prefere a novela e as olimpíadas
A exemplo do Lula, também não estou ligado nesta pantomima instalada no STF, chamada de mensalão. Trata-se de uma autêntica farsa, um dramalhão de quinta categoria. Tudo montado e planejado pelos adversários de Lula, do PT e de Dilma. Acreditam que com o picadeiro instalado na Suprema Corte irão fragilizar Lula e companhia nas próximas eleições. Lula afirma que não dar a mínima ao teatrinho chamado mensalão armado no STF. Tanto que pelas pesquisas da CNT, se as eleições fossem hoje, Lula venceria disparado para a Presidência da República. Na segunda colocação, bem longe, aparece o senador tucano Aécio Neves. E, em terceiro, mais distante ainda, o governador Eduardo Campos, que de repente resolveu botar as manguinhas de fora e encarar, que audácia, Dilma e Lula.
O STF Julga Sem Temer Pressões
Aviso aos fantasiados de mais realistas do que o rei: o STF não está em julgamento. Em nenhuma circunstância. Bobagem, caretice, arrogância, patrulhamento imbecil, hipocrisia, burrice e infantilidade, afirmar o contrário. Não é a toa que o Supremo Tribunal Federal é chamado de Suprema Corte. O STF trabalha e julga imune a pressões. Decide baseado nos autos. O STF não vive de fazer média nem graça com ninguém. Muito menos teme arreganhos de grupos, partidos ou segmentos. Os ministros não se intimidam com manipulações ou insinuações da mídia. Não votam para agradar fulano ou beltrano. Perdem tempo os eternos sabidões, maquiavélicos de meia pataca e as mariposas dos holofotes. Timeco de medíocres querendo aparecer à custa de quem realmente trabalha e tem valor. Oportunistas de plantão montaram palanque tentando obter vantagens nas próximas eleições. Travestidos de franciscanos e juristas. Só enganam os otários de sempre. Neste picadeiro chamado de mensalão, o STF mais uma vez fará o que tiver de ser feito. Cumprirá com sua missão. A equação é simples: condenará os culpados e absolverá os inocentes.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Galvão e Renato, que coisa feia!
Foi lamentável. Triste, melancólico, decepcionante e constrangedor. Não pago e, seguramente, milhares de outras pessoas, também não, os canais do SporTV para ser obrigado a ver cenas de pugilato quase explícitas. Foi deprimente assistir a troca de desaforos, no ar, ao vivo, entre Galvão Bueno e Renato Mauricio Prado. Ambos deveriam se dar ao respeito. Por pouco não saíram no tapa. Tudo indica que seja rixa antiga que agora resolveram colocar para fora. Se for o caso, deveriam acertar as contas fora dos estúdios. Galvão e Renato são profissionais qualificados. Mas perderam a linha e a compostura. Prato cheio para quem não gosta da dupla. Coisa mais feia. Pegou muito mal. Globo e baixaria esportiva, tudo a ver.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Andressa, CPI Cachoeira, Policarpo e Collor
As revelações do juiz federal Alderico Rocha Santos relatando como foi chantageado por Andressa Mendonça, mulher de Carlos Cachoeira, mostram claramente que o senador Fernando Collor tinha razão quando propôs, na CPI do Cachoeira, a convocação do jornalista da "Veja", Policarpo Junior. Naquela oportunidade, alguns membros da Comissão, autênticos sabujos da banda podre da imprensa, exatamente a que Collor combate, com destemor e sem temer ameaças de decaídos e venais, rejeitaram a iniciativa do ex-presidente e senador pelo PTB alagoano, sob o argumento cretino de que Collor pretendia apenas "se vingar da revista, por causar seu impeachment"". Pois bem. Agora, o magistrado Alderico conta que à certa altura ouviu textualmente Andressa dizer:" Doutor, quero falar algo muito bom para o senhor. o senhor conhece o Policarpo? Ele trabalhou para o Carlos e vai divulgar um dossiê contra o senhor. mas eu vi que o senhor é uma pessoa simples e humilde e liguei para ele para ele para pedir que não divulgue o dossiê". Nesta linha, diante de tantas evidências contra o jornalista e a "Veja", espera-se que a CPI cumpra sua missão constitucional e democrática, convocando, além de Andressa, Policarpo Junior. Grupo de parvos e vestais poderão alegar outra colossal tolice, a de que Collor é inimigo da imprensa. Nada mais mentiroso. Collor também é jornalista. O que combate é a informação manipulada , distorcida, requentada e caluniadora.
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