quarta-feira, 29 de abril de 2026
Eleição não é baderna
Eleições distantes, mas o estoque de agressões e injúrias entre candidatos e pre candidatos é espantoso. De corar freiras. O STF tenta colocar freios nos afoitos que exageram, ultrapassam os limites do bom senso, da educação e do respeito. Famílias começam a entrar no rol degradante, infame e covarde de injúrias pessoais. Liberdade de expressão não pode ser confundida com irresponsabilidades, mesquinharias, torpezas e leviandades. Jovens prontos para votar pela primeira vez estão perplexos com excessos de tolices na mídia e redes sociais. Com exageros de linguagem. A vulgarização de gestos e atitudes começam a ser gritante e avassaladoras. Campanhas eleitorais precisam pontuar ideias e planos de ação. Eleitores na imensa maioria repudiam baixarias. Esperam debates civilizados entre os candidatos. Nesta linha, o Supremo Tribunal Federal tem agido com firmeza, punindo com severidade e rigor candidatos que preferem insultar do que pensar, argumentar e raciocinar. Os punidos já tornados réus, alegam perseguição. Não creio. Democracia é respeito, não é baderna nem xingamentos. Não demora, a Suprema Corte cortará as asas de mais açodados. Palanques eleitorais ficarão mais saudáveis.
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