domingo, 5 de abril de 2026

Briga pelo porco amado

Primeiro porco clonado no Brasil como era de se esperar causando o maior rebuliço nos 3 poderes da república. Todos querem ser pai do porquinho bem nascido. Togados não abrem mão da façanha. Contam com fortes banqueiros patrocinando tudo. Mas Edson Fachin pede moderação. Um dos financiadores para as pesquisas da suprema corte, banqueiro hoje em desgraça,  está enrascado com a justiça até a medula vermelha. Por sua vez, dentro do Congresso Nacional a briga pela paternidade do porco é acirrada. Deputados e senadores querem levar o porco clonado para os palanques das campanhas. Dinheiro não é problema para os parlamentares. Revelam que as pesquisas cientificas que patrocinaram a descoberta do novo xodó do Brasil foi bancada pelo bilionário Fundo Partidário. O senador Davi Alcolumbre, mestre em sentar em cima de iniciativas que não interessam aos congressistas e sobretudo a ele, já deu sinal que usará de toda sua força regimental para que o porquinho seja admirado e celebrado pelos brasileiros como patrimônio dos senadores. O porquinho correrá o país como símbolo republicano. Banhado, perfumado e com fitinha no pescoço. Senadores ostentam com orgulho e fascínio o conhecido e surrado espírito de porco em suas entranhas. Lula também entrou na roda. Mas investindo na maldade. Mandou o ministro Sidônio Palmeira preparar milhões de peças lembrando que Bolsonaro,  amorosamente chamado por dona Michele de "meu galego", tem 3 filhos porcos, Flávio Eduardo e Carlos.  O porquinho da discórdia começou a produzir baixarias.

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