sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Tarcísio de Freitas e Romeu Zema já estão de olho no Planalto mirando 2026


O jornalista André Gustavo Stumpf (Correio Braziliense – “O poder da política”- 25/10) escreve com a precisão de ourives. De acordo com as previsões do calejado analista, “quem olhar para o futuro vai enxergar em Romeu Zema, em Minas Gerais, ou Tarcísio de Freitas, em São Paulo, possíveis candidatos em 2026”. 

Nesse sentido, recordo o que escrevi, dia 10 de outubro, nas redes sociais e na Tribuna da Internet, sob o título “Figurinhas valiosas no novo álbum da política”, o seguinte comentário: “

Romeu Zema é danado. Recuperou a economia mineira, depois da tragédia petista que entristeceu o Estado. Fala firme e com autoridade dos vencedores. Outra figurinha que surge com destaque é Tarcísio de Freitas. Em São Paulo já é muito admirado pelos eleitores. Chegou como quem não quer nada. Apadrinhado por Bolsonaro, hoje é o candidato favorito, apesar de ser um estranho no ninho paulista”.

JEFFERSON, SEMPRE ELE – Covarde, ordinário e desprezível, Roberto Jefferson mostrou-se por inteiro, jogando as patas imundas na ministra Cármen Lúcia, do STF e do TSE. O ex-deputado e ex-presidente do PTB é um intolerável e repugnante canalha. Não honra as calças que veste. Não é homem, mas pedaços de ratos. 

“Basta de estupidez”, revolta-se a jornalista e diretora de redação do Correio Braziliense (23/10), Ana Dubeux, em contundente repúdio. Para a indignada Ana, “é hora de tomar uma atitude por um Brasil melhor, que ponha em seu devido lugar gente do nível de Roberto Jefferson”.

A seu ver, “são inaceitáveis os termos usados pelo sr. Jefferson, próprios de delinquentes”.

MÚSICA NO MUSEU – O projeto Música no Museu recebeu um grande presente na comemoração dos seus 25 anos de realizações de concertos gratuitos: a  Câmara Municipal do Rio de Janeiro concedeu-lhe em outubro o título de Patrimonio Cultural Imaterial do Rio de Janeiro. Considerado pelo Rank Brasil, a versão brasileira do Guinness Book, como a maior série de música clássica do país, já reuniu  um público superior a 1 milhão de pessoas que assistem a seus concertos gratuitos.

A proposta dos Vereadores Atila Nunes, Laura Carneiro, Chico Alencar e Carlo Caiado, como presidente e que assinou o ato, destacou que, com sua programação de norte a sul do Brasil, o projeto estimula a participação de jovens talentos e o surgimento de iniciativas de inclusão social em comunidades por meio da música.

Para o criador e diretor do projeto, Sergio da Costa e Silva, ¨é um presente e uma surpresa muito gratificante que poucas entidades têm. “Agora fazemos parte, ao lado da Orquestra Sinfônica Brasileira, dessa galhardia, aliás, os únicos da música clássica”, disse ele.

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