sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Democracia

Domingo o sol e o coral de anjos do firmamento saudarão o encontro dos brasileiros com a democracia. A arma do cidadão de bem, a mais forte, a mais necessária, é o voto. Nessa linha, tem razão a jornalista Ana Debeux (Correio - 27/10 - crônica da cidade - "Tempo de esperançar"), quando exorta a fé em dias melhores. Palavras de Ana: "A palavra tem força. As atitudes têm força maior. Ainda é tempo de diálogo e de convencimento. De pacificação e de alegria em demonstrar as convicções. Não tenhamos medo, tenhamos respeito, acima de tudo, pelo outro". A partir de segunda-feira o figurino do Brasil será outro. O vencedor do pleito terá pela frente, em 4 anos, o dever e a obrigação de cumprir as promessas de campanha. O Brasil precisa voltar a ter o respeito do mundo. Com fome, miséria, desemprego e insegurança, não vamos a lugar nenhum. Continuaremos embrutecidos, marcando passo, revoltados e indignados com o próximo e com nós mesmos. Políticos, empresários, jornalistas, juristas, religiosos, precisam passar a borracha em desavenças. Espantar maus presságios. Compreender, finalmente, que a desunião, o rancor, ambições desenfreadas e a intolerância atraem desgraças. O povo precisa ser respeitado e ouvido nas decisões governamentais. O diálogo tem que ser permanente. A verdade do chefe da nação tem que trazer benefícios para a coletividade. O mandato não é dele. É da população.

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