Pedro Simon bota banca de santo, de puro, de intocável, há 35 anos. Mas não é nada disso. É apenas um canastrão da política, ávido por holofotes, sobretudo os da mídia podre, que sabe perfeitamente usá-lo como convier a seus interesses que são muitos, menos jornalísticos. Renan e Collor deram uma boa lição ao gaúcho que nas reuniões do PMDB defende Sarney e, mais tarde, jogando para a platéia de asnos, pede que Sarney deixe o cargo. A meu ver, é papel de irresponsável, moleque e cretino. Collor não fez mais do que sua obrigação, repudiando as sandices e gracejos infames do intocável de araque Simon, que deve aprender a respeitar os outros senadores, se quiser ser respeitado. Collor, que sofreu quase 20 anos com o arsenal de leviandades dos pulhas e covardes, como frisou, sabe perfeitamente como começa a artilharia encomendada dos perdedores e canalhas que têm seus interesses pessoais prejudicados. Simon ouviu e calou. Colocou a viola no saco. Sabe que Collor não é senador por brincadeira, tem munição para jogar na cara dos fariseus, para desmascarar todos eles. Começou ontem, desmascarando a podre “Veja” e um dos seus imaculados de meia pataca que “escreve” idiotices lá. Collor não teme patifes, estejam onde estiverem. Foi eleito para trabalhar, exerce o mandato com dignidade e espírito público, mas, se os sórdidos querem briga, terão briga, com o maior prazer. O cínico e demagogo senadorzinho do PDT do DF ficou abaladinho, porque achava que o único parlapatão no senado era ele.terça-feira, 4 de agosto de 2009
Collor não teme patifes...
Pedro Simon bota banca de santo, de puro, de intocável, há 35 anos. Mas não é nada disso. É apenas um canastrão da política, ávido por holofotes, sobretudo os da mídia podre, que sabe perfeitamente usá-lo como convier a seus interesses que são muitos, menos jornalísticos. Renan e Collor deram uma boa lição ao gaúcho que nas reuniões do PMDB defende Sarney e, mais tarde, jogando para a platéia de asnos, pede que Sarney deixe o cargo. A meu ver, é papel de irresponsável, moleque e cretino. Collor não fez mais do que sua obrigação, repudiando as sandices e gracejos infames do intocável de araque Simon, que deve aprender a respeitar os outros senadores, se quiser ser respeitado. Collor, que sofreu quase 20 anos com o arsenal de leviandades dos pulhas e covardes, como frisou, sabe perfeitamente como começa a artilharia encomendada dos perdedores e canalhas que têm seus interesses pessoais prejudicados. Simon ouviu e calou. Colocou a viola no saco. Sabe que Collor não é senador por brincadeira, tem munição para jogar na cara dos fariseus, para desmascarar todos eles. Começou ontem, desmascarando a podre “Veja” e um dos seus imaculados de meia pataca que “escreve” idiotices lá. Collor não teme patifes, estejam onde estiverem. Foi eleito para trabalhar, exerce o mandato com dignidade e espírito público, mas, se os sórdidos querem briga, terão briga, com o maior prazer. O cínico e demagogo senadorzinho do PDT do DF ficou abaladinho, porque achava que o único parlapatão no senado era ele.Crise construida no Senado Federal...
Na sexta-feira, o acadêmico Sarney sintetizou de forma brilhante o caminho das pedras. Escreveu em sua coluna o artigo “O fim dos direitos individuais”, mostrando que a base de todo autoritarismo é o ódio ao debate, ao parlamento. E o desprezo pela conciliação e entendimento, lembrando que Hitler, por isso mesmo, tinha horror à política. E que, por essência, “o ser autoritário é sempre amargurado com a política: o move a força como solução e, para alcançá-la, veste-se do ressentimento, da inveja, do puritanismo, como uma máscara para esconder a hipocrisia”. O artigo/desabafo de Sarney tinha endereço certo: a curiosa aliança entre uma certa mídia golpista com alguns amargurados do Senado que procuram incitar as massas contra as instituições democráticas, utilizando mais a emoção do que a razão. Estava dado o sinal de que Sarney iria reagir contra a campanha autoritária.
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Ontem, no primeiro dia de trabalho do Senado, a mensagem do ex-presidente teve seus efeitos. Sarney, logo bem cedo, ao chegar ao Senado, afastou qualquer possibilidade de renunciar à defesa do Senado. Aos repórteres, foi categórico: "renúncia não existe". Também em resposta aos jornalistas sobre como anda seu espírito, mostrou que "o espírito está bom". Os jornalistas também perguntaram se o presidente estaria se preparando para enfrentar a reunião do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, agendada para a próxima quarta-feira (5). Sarney respondeu com outra pergunta: "enfrentar o quê"?
No final da tarde, os sinais de que algo importante iria acontecer se confirmaram. Os senadores que trabalham, os que estão direto nas comissões temáticas, que participam das reuniões partidárias importantes, dos encontros colegiados e de líderes, os que acompanham suas emendas parlamentares e seus projetos – e não têm tempo para eternos proselitismos e divagações em Plenário – se manifestaram sobre a crise construída no Senado. Saíram em defesa consistente do presidente Sarney e do Parlamento. E pegaram de jeito exatamente os eternos mariposas dos holofotes, aqueles que não trabalham, que não propõem, que não fazem, que não ajudam, que apenas reclamam e vivem da tergiversação e do engodo. Pedro Simon e Cristovam Buarque foram pegos de surpresa. Não esperavam. Ficaram com cara de trombadinhas assustados surpreendidos em suas artimanhas.
Com apenas um comentário Renan Calheiros detonou a arrogância de Pedro Simon, ao lembrar as raízes do ódio do gaúcho para com José Sarney, quando foi preterido para ser vice de Tancredo Neves. Simon ficou desnorteado, gaguejou, tentou se esquivar atacando Renan. Mas o senador de Alagoas mostrou também que Simon, em reuniões fechadas do PMDB, como uma cobra traiçoeira, costuma elogiar Sarney, mas que, no plenário e diante a mídia, finge criticar o ex-presidente. Coisa de gente vil. Simon, assustado e na defensiva, tentou criticar as relações entre Renan e Collor. Collor, com firmeza, retrucou as palavras levianas de Simon, salientando as qualidades de homem público correto, em todos os instantes, do atual líder do PMDB no Senado. E defendeu Sarney com veemência, manifestando a ele sua solidariedade por já ter sofrido "tudo que ele está passando". Collor questionou o papel da mídia nas crises anteriores, como a sofrida pelo presidente Getúlio Vargas, que acabou se suicidando em 1954, e por ele próprio, que sofreu um golpe midiático em 1992. Mas o “turco” gaúcho e o senador “pingüim de geladeira”, de Brasília, ainda tentaram reagir. Foi quanto surgiu a expressão que iria sintetizar toda a situação constrangedora. Collor sacou a palavra mágica. Chamou Simon de “parlapatão”. Os demais senadores, as taquígrafas, os jornalistas presentes e todo mundo correram a descobrir que diabo de palavra era aquela. E, depois de consultarem o “Santo Google”, descobriram que se tratava de um termo preciso como um tiro certeiro para designar exatamente a existência parasitária do gaúcho. “Parlapatão” é o homem cheio de vaidade exagerada, mentiroso, impostor, fanfarrão. É a mistura do fanfarrão com falador. Precisa dizer algo mais? De um simples artigo de Sarney na sexta-feira à palavra-síntese de Collor na segunda, a dialética deletéria das mariposas do Senado foi totalmente desconstruída. E aprendemos que ressentimento, inveja e falso puritanismo não são nada bons para a democracia.
Said Barbosa Dib
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Renan desmonta hipocrisia e cretinice de Simon

Diarréia mental
sábado, 1 de agosto de 2009
Luta do ano: Sarney contra o resto
Gerson foi sempre o melhor
Não há ética que aguente
sexta-feira, 31 de julho de 2009
José Sarney
O fim dos direitos individuaisQuem raciocina sabe quem mandou Dirceu fortalecer time de Sarney

É um imenso teatro para ver quem sobrevive nas eleições do ano que vem. Vale tudo na política, menos perder. Daí o desconsolo e o desespero de alguns, sabedores que não se reelegem mais nem para vigia noturno da rua, do prédio ou do condomínio onde moram. O jogo é claro: desafetos do governo tentam abalar Lula, arrancando Sarney do cargo para o qual foi eleito pela maioria dos senadores. Ou seja, agem como golpistas e maus perdedores. Aliados de Lula, por sua vez, não admitem e não poderia ser diferente, que adversários do PSDB e DEM, ocupem espaços valiosos com a improvável saída de Sarney. Concluindo, lembro aos açodados cientistas políticos por correspondência que o ex-ministro José Dirceu entrou no jogo pela permanência de Sarney. Vestiu a camisa do PMDB, Lula, PT, Dilma e governabilidade, para ganhar. Até as pedras das ruas sabem, diria Nelson Rodrigues, quem chamou Zé Dirceu para esta missão. Quem raciocina sabe, quem vocifera e briga com os fatos, finge que não sabe.Zé Dirceu e Zé Sarney
Dunga e "elenco" são péssimos
Crise construida no Senado Federal...
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Eleições 2010 e a "crise" construida no Senado
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Insistência indigna...
Manaus rebeberá novos investimentos da chinesa Zongshen Group
terça-feira, 28 de julho de 2009
Artigo de esgoto...
Patrulheiros covardes
Senhora Jornalista:
Deplorável, vergonhosa, preconceituosa e covarde a matéria envolvendo Maria Beatriz, neta do Senador Jose Sarney.
Em decorrência pergunto:
- Por acaso os parentes dos políticos são proibidos de trabalhar?
- Por acaso a senhora investigou a competência da mesma?
- Por acaso os nossos familiares não tem responsabilidades?
Que Democracia nojenta é essa de uma imprensa que se atreve a falar mal do Regime Militar.
Indignado.
Sra. MARTA SALOMON
JORNALISTA FOLHA DE SÃO PAULO
