terça-feira, 4 de agosto de 2009

Collor não teme patifes...

Pedro Simon bota banca de santo, de puro, de intocável, há 35 anos. Mas não é nada disso. É apenas um canastrão da política, ávido por holofotes, sobretudo os da mídia podre, que sabe perfeitamente usá-lo como convier a seus interesses que são muitos, menos jornalísticos. Renan e Collor deram uma boa lição ao gaúcho que nas reuniões do PMDB defende Sarney e, mais tarde, jogando para a platéia de asnos, pede que Sarney deixe o cargo. A meu ver, é papel de irresponsável, moleque e cretino. Collor não fez mais do que sua obrigação, repudiando as sandices e gracejos infames do intocável de araque Simon, que deve aprender a respeitar os outros senadores, se quiser ser respeitado. Collor, que sofreu quase 20 anos com o arsenal de leviandades dos pulhas e covardes, como frisou, sabe perfeitamente como começa a artilharia encomendada dos perdedores e canalhas que têm seus interesses pessoais prejudicados. Simon ouviu e calou. Colocou a viola no saco. Sabe que Collor não é senador por brincadeira, tem munição para jogar na cara dos fariseus, para desmascarar todos eles. Começou ontem, desmascarando a podre “Veja” e um dos seus imaculados de meia pataca que “escreve” idiotices lá. Collor não teme patifes, estejam onde estiverem. Foi eleito para trabalhar, exerce o mandato com dignidade e espírito público, mas, se os sórdidos querem briga, terão briga, com o maior prazer. O cínico e demagogo senadorzinho do PDT do DF ficou abaladinho, porque achava que o único parlapatão no senado era ele.

Crise construida no Senado Federal...

Entre máscaras, cobras, mariposas, pingüins e parlapatões, Senado resiste e democracia vence

Na sexta-feira, o acadêmico Sarney sintetizou de forma brilhante o caminho das pedras. Escreveu em sua coluna o artigo “O fim dos direitos individuais”, mostrando que a base de todo autoritarismo é o ódio ao debate, ao parlamento. E o desprezo pela conciliação e entendimento, lembrando que Hitler, por isso mesmo, tinha horror à política. E que, por essência, “o ser autoritário é sempre amargurado com a política: o move a força como solução e, para alcançá-la, veste-se do ressentimento, da inveja, do puritanismo, como uma máscara para esconder a hipocrisia”. O artigo/desabafo de Sarney tinha endereço certo: a curiosa aliança entre uma certa mídia golpista com alguns amargurados do Senado que procuram incitar as massas contra as instituições democráticas, utilizando mais a emoção do que a razão. Estava dado o sinal de que Sarney iria reagir contra a campanha autoritária.

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    Ontem, no primeiro dia de trabalho do Senado, a mensagem do ex-presidente teve seus efeitos. Sarney, logo bem cedo, ao chegar ao Senado, afastou qualquer possibilidade de renunciar à defesa do Senado. Aos repórteres, foi categórico: "renúncia não existe". Também em resposta aos jornalistas sobre como anda seu espírito, mostrou que "o espírito está bom". Os jornalistas também perguntaram se o presidente estaria se preparando para enfrentar a reunião do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, agendada para a próxima quarta-feira (5). Sarney respondeu com outra pergunta: "enfrentar o quê"?
    No final da tarde, os sinais de que algo importante iria acontecer se confirmaram. Os senadores que trabalham, os que estão direto nas comissões temáticas, que participam das reuniões partidárias importantes, dos encontros colegiados e de líderes, os que acompanham suas emendas parlamentares e seus projetos – e não têm tempo para eternos proselitismos e divagações em Plenário – se manifestaram sobre a crise construída no Senado. Saíram em defesa consistente do presidente Sarney e do Parlamento. E pegaram de jeito exatamente os eternos mariposas dos holofotes, aqueles que não trabalham, que não propõem, que não fazem, que não ajudam, que apenas reclamam e vivem da tergiversação e do engodo. Pedro Simon e Cristovam Buarque foram pegos de surpresa. Não esperavam. Ficaram com cara de trombadinhas assustados surpreendidos em suas artimanhas.
    Com apenas um comentário Renan Calheiros detonou a arrogância de Pedro Simon, ao lembrar as raízes do ódio do gaúcho para com José Sarney, quando foi preterido para ser vice de Tancredo Neves. Simon ficou desnorteado, gaguejou, tentou se esquivar atacando Renan. Mas o senador de Alagoas mostrou também que Simon, em reuniões fechadas do PMDB, como uma cobra traiçoeira, costuma elogiar Sarney, mas que, no plenário e diante a mídia, finge criticar o ex-presidente. Coisa de gente vil. Simon, assustado e na defensiva, tentou criticar as relações entre Renan e Collor. Collor, com firmeza, retrucou as palavras levianas de Simon, salientando as qualidades de homem público correto, em todos os instantes, do atual líder do PMDB no Senado. E defendeu Sarney com veemência, manifestando a ele sua solidariedade por já ter sofrido "tudo que ele está passando". Collor questionou o papel da mídia nas crises anteriores, como a sofrida pelo presidente Getúlio Vargas, que acabou se suicidando em 1954, e por ele próprio, que sofreu um golpe midiático em 1992. Mas o “turco” gaúcho e o senador “pingüim de geladeira”, de Brasília, ainda tentaram reagir. Foi quanto surgiu a expressão que iria sintetizar toda a situação constrangedora. Collor sacou a palavra mágica. Chamou Simon de “parlapatão”. Os demais senadores, as taquígrafas, os jornalistas presentes e todo mundo correram a descobrir que diabo de palavra era aquela. E, depois de consultarem o “Santo Google”, descobriram que se tratava de um termo preciso como um tiro certeiro para designar exatamente a existência parasitária do gaúcho. “Parlapatão” é o homem cheio de vaidade exagerada, mentiroso, impostor, fanfarrão. É a mistura do fanfarrão com falador. Precisa dizer algo mais? De um simples artigo de Sarney na sexta-feira à palavra-síntese de Collor na segunda, a dialética deletéria das mariposas do Senado foi totalmente desconstruída. E aprendemos que ressentimento, inveja e falso puritanismo não são nada bons para a democracia.
    Said Barbosa Dib

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Renan desmonta hipocrisia e cretinice de Simon

Com apenas uma penada, com apenas uma lembrança histórica, até então desconhecida da opinião pública, Renan Calheiros destronou a arrogãncia e o habitual lero-lero do senador gaúcho conhecido como "duas mãos à procura de uma idéia", Pedro Simon. Habituado a falar para holofotes que adoram destacar suas sandices, Renan afirmou que Simon não gosta de José Sarney desde a época em que foi preterido por ele para ser vice de Tancredo Neves. Foi o bastante para tirar a vestal grávida Simon do sério. Renan não parou por aí. Revelou outra faceta cretina de Simon: em reuniões fechadas do PMDB elogia Sarney, no plenário e para parte da mídia podre e torpe, critica Sarney, numa clara e evidente atitude de moleque. Vociferando, sem argumentos, visando atingir Renan, Simon caiu na esparrela de tentar intrigar Renan com Fernando Collor. Imediatamente o ex-presidente e senador pelo PTB de Alagoas, com contundência e firmeza, retrucou as palavras levianas de Simon, salientando as qualidades de homem público correto, em todos os instantes, do atual líder do PMDB no Senado. Adiante Collor foi taxativo com a mariposa dos holofotes, Pedro Simon: que não tornasse a ser irresponsável citando o nome dele, e que, no momento oportuno, revelaria algumas episódios desagradáveis sobre o canastrão Simon. Foi a hora para que outros pingentes dos holofotes procurassem sair de suas vidinhas medíocres e obscuras, para exaltar Simon, como Jarbas Vasconcelos, que não se reelege em Pernambuco nem para porta-estandarte de escola-de-samba do terceiro grupo, e Cristovão Buarque, o farsante e venal que mente quando diz ser economista e não é, que alega ter mestrado na USP e não tem e que foi o pior reitor da UnB, o mais incapaz governador de Brasília e o mais melancólico ministro da educação da República, defenestrado pelo telefone pelo presidente Lula. É esta corja de cínicos que pretende apear José Sarney da presidência do Senado e do Congresso. Palanqueiros da sarjeta, éticos de araque. Renan Calheiros desmascarou Simon, sem contar a metade das histórias dele. Deixou o reizinho gaúcho nú.

Blog do Limongi

Diarréia mental

É, caro Claúdio. Lendo algumas broncas constato, realmente, que a estupidez humana não tem limites. Os gajos não estão respeitando nem o grave acidente com Felipe Massa. Intolerável e monumental desrespeito, insensibilidade e burrice. Outros, têm saudades do meu apreço por Sarney. Maravilha, fico tocado. Não troco meio copo de suco de Sarney por um barril cheio de imbecis e vermes, como o demitido pelo telefone, como o santo gaúcho, como o demagogo pernambucano, como o professorzinho cearense, agora dando aulas de ética para Lula por dar bronca nos petistas. Enfim, a corja de sempre. Por isso, lembrei de Agripino Grieco:"Muitas vezes as pessoas têm uma diarréia de palavras numa prisão de ventre de idéias".

sábado, 1 de agosto de 2009

Luta do ano: Sarney contra o resto

Tudo pronto para a luta política do ano: Sarney contra o resto. Ingressos esgotados. O juiz só anuncia o vencedor quando alguém morrer no ringue. Acabaram as lutas preliminares, com a participação de muitos lutadores medíocres. Todos querendo um foco dos refletores à custa de Sarney. Abusaram de golpes desleais. Usaram a imprensa para mentir e distorcer a vontade. Sarney não descuidou da forma. Jamais deixou de lutar. Tem treinadores competentes, que também conhecem tudo do vale-tudo pelo poder. Agora o público conhecerá realmente o melhor. Os bons nos torneios de cuspe á distãncia, os farsantes, os demagogos, os oportunistas, beijarão a lona. Serão nocauteados pelas urnas.

Gerson foi sempre o melhor

Torço para que o magnífico "Canhotinha de Ouro" fique logo bom das cordas vocais. Imaginem, Gerson, o famoso "papagaio", ficar de castigo, sem falar. Mas Gerson pode e deve falar o que quiser, porque sabe o que fala, é do ramo, como poucos no futebol. Foi um cerebral jogador e, hoje, é um excelente analista. Aliás, é lamentável Gerson não ser comentarista de nenhum canal aberto de televisão. Porque será? Porque tem personalidade e opinião forte?"É brincadeira", como ele mesmo costuma dizer.

Não há ética que aguente

Sarney é homem de sorte. Com detratores como o gaúcho conhecido como "duas mãos à procura de uma idéia", e o brasiliense que veio de Pernambuco, defenestrado do MEC pelo telefone, que foi o pior reitor da UnB, que se diz economista e não é, que fez curso de mestrado em economia na USP e não fez, que é doutor em economia pela Sorbonne e não é, meu Deus, não há conselho de ética que aguente.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

José Sarney

O fim dos direitos individuais

A teorização da arte da política começa com Aristóteles. Ele foi o primeiro a querer saber tudo sobre o seu tempo e como os homens faziam para gerir essa máquina do tempo. Baixinho e careca, não lhe faltava senso de humor. Contam que lhe indagaram por que gostava de belas mulheres, e ele respondeu que só um cego lhe indagaria isso. Mas larguemos as mulheres e voltemos à política, a arte de harmonizar conflitos, já que é mais esta do que ciência. Hitler tinha horror à política. Na tentativa de evitar a Guerra Mundial, um seu general disse que era chegada a hora da política e ele respondeu: "abomino a política". O ser autoritário é sempre amargurado com a política: o move a força como solução e, para alcançá-la, veste-se do ressentimento, da inveja, do puritanismo, como uma máscara para esconder a hipocrisia. O conde Afonso Celso, que escreveu um livro delicioso sobre os anos que passou no Congresso, conta que dois grupos eram constantes em cada legislatura, embora mudassem os seus integrantes: os que viviam à custa da honra da Casa e os que faziam política à custa da honra dos colegas. Em geral, eram sepulcros caiados. Foi Lênin quem aplicou como método as leis da guerra à política. Ele não a via como um instrumento democrático para a conquista do poder, mas como uma disputa cuja finalidade não era o jogo das ideias, e sim, como na guerra, uma luta entre inimigos não para vencer o adversário, mas exterminá-lo -e nisso toda crueldade devia ser usada. Daí o pensamento dele tão divulgado de que os fins justificam os meios. Quem lê os seus textos sobre o uso do terror fica arrepiado, porque seus exemplos são buscados nos piores momentos do terror da Revolução Francesa, em 1793/94. Hoje, com a sociedade de comunicação, os princípios da guerra aplicados à política são mais devastadores do que a guilhotina da praça da Concorde. O adversário deve ser morto pela tortura moral disseminada numa máquina de repetição e propagação, qualquer que seja o método do vale-tudo, desde o insulto, a calúnia, até a invenção falsificada de provas. Como julgar uma democracia em que não se tem lei de responsabilidade da mídia nem direito de resposta, diante desse tsunami avassalador da internet e enquanto a Justiça anda a passos de cágado? Como ficam os direitos individuais, a proteção à privacidade, o respeito pela pessoa humana? Há alguns anos discutimos esses temas numa Conferência das Nações Unidas em Bilbao. Conclusão: saímos todos certos de que acabou a privacidade e os direitos individuais estão condenados a serem dinossauros de letras nas Constituições.

José Sarney é ex-presidente da República, ex-governador , ex-deputado e ex-senador pelo Maranhão, senador do Amapá por três mandatos consecutivos, presidente do Senado Federal por três vezes, sempre eleito. É também acadêmico da Academia Brasileira de Letras (desde 1981) e da Academia das Ciências de Lisboa

Quem raciocina sabe quem mandou Dirceu fortalecer time de Sarney


Analistas de meia pataca e manchetes delirantes continuam inseparáveis. Ao dizer que não votou em Sarney, não creio que Lula tivesse a intenção de redescobrir a pólvora. Mas foi o bastante para atiçar o timeco das vestais grávidas. O jogo político é para profissionais. Quem está no poder não quer sair, quem está fora dele, fica louco para entrar. É um imenso teatro para ver quem sobrevive nas eleições do ano que vem. Vale tudo na política, menos perder. Daí o desconsolo e o desespero de alguns, sabedores que não se reelegem mais nem para vigia noturno da rua, do prédio ou do condomínio onde moram. O jogo é claro: desafetos do governo tentam abalar Lula, arrancando Sarney do cargo para o qual foi eleito pela maioria dos senadores. Ou seja, agem como golpistas e maus perdedores. Aliados de Lula, por sua vez, não admitem e não poderia ser diferente, que adversários do PSDB e DEM, ocupem espaços valiosos com a improvável saída de Sarney. Concluindo, lembro aos açodados cientistas políticos por correspondência que o ex-ministro José Dirceu entrou no jogo pela permanência de Sarney. Vestiu a camisa do PMDB, Lula, PT, Dilma e governabilidade, para ganhar. Até as pedras das ruas sabem, diria Nelson Rodrigues, quem chamou Zé Dirceu para esta missão. Quem raciocina sabe, quem vocifera e briga com os fatos, finge que não sabe.

Zé Dirceu e Zé Sarney

Zé Dirceu foi cassado apenas por ilações. Mas é profissional, entrou no jogo para ajudar Sarney. Ilude-se quem quiser. O ex-ministro continua vivo. Evidente que Dirceu quer a permanência de Sarney porque sabe, não é idiota nem tolo, que o PMDB é mais útil e forte, junto com o PT, Lula e dilma, do que deixar espaços do poder para PSDB e DEM. Manchetes tolas e próprias de açodados que não enxergam, que não sabem analisar bulhufas, “Lula não defende mais Sarney”. Pândegos para não dizer burros. Acham que Dirceu entrou no jogo para perder? Por acaso acham ou “pensam” que Dirceu não acatou determinações de algúem superior a ele no comando petista?

Dunga e "elenco" são péssimos

A seleção do treineiro Dunga é ruim, precisa melhorar muito para ganhar uma Copa do Mundo. Não convocar, não dar chance, para Pierre, Kleber do Cruzeiro ou Diego Souza, ou mesmo o goleiro Marcos, é uma afronta ao bom senso. Hernandez, mesmo fora de forma, joga mais do que a penca de medíocres da patota do treineiro Dunga, Josué, Gilberto silva, Elano, Júlio batista. Nossa Senhora. Resposta de Dunga foi tola e melancólica, os áulicos riram, “Zé de camargo e luciano”, fugindo da resposta de uma boa pergunta. De onde saiu Dunga? O pior é que os legítimos treinadores não protestam.

Crise construida no Senado Federal...

Vamos ver quem ganha o jogo. Se os canalhas que estão loucos para voltar ao poder, ou Lula, com Sarney e o PMDB, prontos para mais vitórias em 2010.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Eleições 2010 e a "crise" construida no Senado

Do lúcido analista e patriota Antonio Negrão de Sá, publicado no jornal "Valor Econômico":
"Lula, o PT e os aliados precisam defender Sarney. Toda essa campanha moralista e denuncista vêm da oposição conservadora e neoliberal que quer o cargo de Sarney. São os mesmos que conseguiram tirar o mandato de José Dirceu, deputado e líder do PT, sem nenhuma prova material e concreta. Só com ilações e com o aparato midiático que possuem. Mentem e formam a opinião pública de milhões de pessoas despolitizadas que leem pouco e creem no que ouvem e veem(na TV). A mídia é a mais poderosa arma da classe dominante".

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Insistência indigna...

A dupla de senadores petistas de São Paulo insiste em aparecer à custa de Sarney. Os dois se arvoraram de donos da bancada. Como são reféns da mídia viciada, ou seja, aquela que só publica o que convém para seus interesses, os quais, geralmente não são jornalísticos, agora combinaram repetir a mesma cansativa, surrada e inútil tecla, a saída de Sarney. Perdem tempo. Deveriam seguir a orientação do comando do PT e do próprio Lula, que já reiterou que os petistas no Senado têm que apoiar José Sarney. Precisam se convencer que o aliado Sarney, mesmo com o bombardeio orquestrado, é mais valioso para o governo e para o PT, do que com o PSDB e DEM dando falando grosso na Câmara Alta. PSDB e DEM fingem que têm trunfos nas mãos. Desesperados porque estão fora do poder há muito tempo. Tudo indica que continuarão assim, igual bigode, perto da boca mas sempre por fora. Daí o festival de bazófia contra Sarney, na vã esperança de fragilizar a força política e eleitoral de Lula.

Manaus rebeberá novos investimentos da chinesa Zongshen Group

Com obras concluídas em agosto, funcionamento marcado para outubro, investimentos de 80 milhões de dólares e empregos para 250 operários, a chinesa Zongshen Group se instala no pólo industrial de Manaus com metas para produzir 20 mil motocicletas por ano. A fábrica produzirá 7 modelos de motos, scooter, cub, street, custon, moto elétrica, off road e super moto, inicialmente de 150 cilindradas. A tecnologia utilizada nos motores será da empresa italiana Piaggio. A Zongshen mais adiante também produzirá máquinas agrícolas para abastecer o mercado brasileiro, já que o país é grande produtor de grãos. Informa o presidente da Zongshen do Brasil, Cláudio Rosa Júnior, que já começou o credenciamento das concessionárias que revenderão as motos no Brasil. Serão credenciadas 50 concessionárias, no Norte, no Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e Pará. A nova fábrica no Pólo de Manaus será estratégica para a China, porque abastecerá as Américas do Sul, Central e do Norte.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Artigo de esgoto...

Em bolorento artiguete, o autor de novelas Ricardo Linhares sai do esgoto onde mora para insultar políticos e Lula. Virou moda, medíocres e despolitizados opinando sobre o que não conhecem. É mais um torpe monitorado pelo noticiário geralmente leviano e irresponsável. Se o obscuro Linhares quer sair do anonimato, é mais prático e simples pendurar uma melancia no pescoço e desfilar no calçadão de Ipanema.

Patrulheiros covardes

AGNALDO TIMÓTEO ENFRENTA PATRULHEIROS, HIPÓCRITAS, VENAIS E COVARDES. TEM MEU SINCERO E PROFUNDO APOIO. CONFIRAM A CARTA DELE AO "FOLHA DE S. PAULO"...


São Paulo, 28 de julho de 2009.


Senhora Jornalista:

Deplorável, vergonhosa, preconceituosa e covarde a matéria envolvendo Maria Beatriz, neta do Senador Jose Sarney.


Em decorrência pergunto:
- Por acaso os parentes dos políticos são proibidos de trabalhar?
- Por acaso a senhora investigou a competência da mesma?
- Por acaso os nossos familiares não tem responsabilidades?


Que Democracia nojenta é essa de uma imprensa que se atreve a falar mal do Regime Militar.
Indignado.



AGNALDO TIMÓTEO
Cantor e Vereador



Sra. MARTA SALOMON
JORNALISTA FOLHA DE SÃO PAULO

Hipócrita e Velhaco

O antropólogo Gilberto Velhaco, quer dizer, Velho, bota banca de erudito e sabidão para leitores incautos. Critica Lula por abraçar Collor. Realmente a estupidez não tem limites. Lula e Collor são aliados políticos, não são crianças brigando por doce ou pirulito. São homens públicos responsáveis. Gostaria de saber o que o senhor velhaco já fez de produtivo para a democracia, ou se já ganhou algum prêmio pelos seus livretos. Já que se acha o tal, como outros beócios que se julgam o máximo, embora morem no meio-fio, porque não se candidata a governador, deputado ou senador? O antropologozinho diz que Collor foi eleito senador pelo clientelismo. Desde quando o eleitor é dividido por categorias? Desde quando o candidato seleciona ou restringe seus eleitores? A meu ver o senhor Velhaco é um paspalhão, mais um torpe patrulheiro sem autoridade para tentar dar lições de moral ou de ética para ninguém. A não ser para incautos, como afirmei acima.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Havelange fala sobre a Copa de 2014

O presidente de honra da Fifa, João Havelange, que organizou seis copas do mundo, no comando da poderosa entidade, deu excelente entrevista para a revista da CNC - Confederação Nacional do Comércio -, destacando a eficiente gestão de Antônio Oliveira Santos. Manifestou a certeza de que a Copa de 2014 no Brasil será um sucesso e elogiou sobretudo as escolhas de Manaus e Cuiabá como sub-sedes, por causa do desenvolvimento do turismo ecológico nas duas regiões. Ele considera que os dois locais atrairão e encantarão visitantes do mundo inteiro. Havelange salientou, ainda, a amizade que também tem com o consultor juridico da CNC, o ex-ministro Bernardo Cabral, frisando que os ítens mais importantes para o êxito da Copa de 2014 são aeroportos, hotéis, rodovias, segurança, saúde e os estádios, os quais, a seu ver, precisam ser reformados e modernizados, mas que continuem sendo úteis e utilizados pela população depois da copa.

domingo, 26 de julho de 2009

Velório da "Oposição"

Os adversários esperneiam, berram, insultam, xingam, estão perto de enlouquecer, não sabem mais a quem recorrer, para chamar à atenção dos holofotes para tentar virar o jogo político que perdem de goleada, enquanto Lula anuncia que vai percorrer o país, inaugurando obras, com direito a discursos a favor da candidata do governo, Dilma Roussef. Então, é hora do velório das oposições. Turba de incompetentes. Que fechem o caixão, sem direito a missa de sétimo dia.