segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Antever fatos é gostoso para o veterano repórter

O carrancudo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi taxativo em entrevista ao famoso e respeitado jornal americano, Washington Post, a respeito do futuro do réu Jair Bolsonaro, no julgamento na suprema corte, marcado para começar dia 2 de setembro. Aspas para Moraes: "Não existe possibilidade de recuar um milímetro. Faremos o que é certo". Nessa linha, acredito que leitores atentos e exigentes da nossa Tribuna da Internet, recordam o que escrevi, na coluna do dia 19 de julho: "Moraes não cederá, porque ministro do supremo não erra. Nada indica que ministros do STF cederão aos caprichos de Trump". Este veterano repórter prosseguiu argumentando, no mesmo artigo: Moraes tem consciência, com base nos autos, contra Bolsonaro e o filho fujão,  que antes de tudo é preciso salientar para fariseus, que a soberania brasileira é intocável e precisa ser respeitada". Continuei escrevendo. Desta feita na coluna do dia primeiro de agosto, sempre na brava tribuna da internet, abri textualmente: "Trump é o maior e mais poderoso amigo do contra da família Bolsonaro". Para evitar que as letras do meu teclado fiquem entediadas e chamadas por alguns de presunçosas e cabotinas, destaco o que o senhor jornalista Tales Faria, do valoroso Correio da Manhã, escreveu hoje, apenas hoje, 18 de agosto, tirando da cartola cores de quem descobriu nova vacina que salvará a humanidade: "Trump e Braga Neto prejudicam Bolsonaro". 


Vicente Limongi Netto

Família de ratos

O petulante vereador Carlos Bolsonaro chamou alguns governadores de ratos. De ratos e ratazanas de todos os tamanhos, de bueiros, de lixeiras, de terrenos baldios, de esgoto, a família do ratão Carlos conhece bem. O chefe dos ratões usa tornozeleira. O filho fujão e rato de esgoto é cupincha de outro rato graúdo, morador na Casa Branca.  

sábado, 16 de agosto de 2025

Presidente José Aparecido é homenageado com a Ordem Nacional do Mérito Comercial

 


O presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, foi condecorado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) com a Ordem Nacional do Mérito Comercial, no grau de Cavaleiro.

A comenda foi entregue pelo presidente da CNC, José Roberto Tadros, que detém mais alto grau da honraria, o Grande Colar. “Estamos homenageando, com um título de nobreza da nossa casa, aqueles que prestam relevantes serviços com honradez, honestidade, competência e lealdade”, afirmou Tadros

“É uma honra receber essa homenagem das mãos de José Roberto Tadros, que tanto nos ensina. Ele nos mostra como trabalhar com transparência e dedicação. Nestes últimos seis anos, seu trabalho uniu ainda mais nossa entidade e ajudou o Brasil a conhecer melhor a CNC, o Sesc e o Senac. Divido este prêmio com os colegas e diretores da CNC e com todos os colaboradores do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac do Distrito Federal, porque ninguém faz nada sozinho”, destacou Aparecido.


sexta-feira, 15 de agosto de 2025

 Sorriso da luz


A angústia tem saudade

das ilusões do verão

das janelas vazias

do sol que mudou de rua

das partidas que deixaram marcas

das árvores secas que amedrontam a noite

até chegar o aceno da morte silenciosa

                                        

                    Vicente Limongi Netto

                    agosto 2025

Infame lista que suja boas almas

Da lista medonha, torpe, cretina, patética e fúnebre, salvo Ana Dubeux, do Correio Braziliense e mais uns 10. E olhe lá. Três ou quatro colegas que já partiram valem por quase toda a lista de mortos-vivos. A estes, realmente bons, rendo minhas homenagens. Hora dos bons e expressivos jornalistas (ainda temos alguns!) manter trincheiras contra os famigerados sujeitos que mandam no espoliado Brasil. Não é brilhar os olhos por fazer parte de listinhas infames. Há quem goste. Os colegas que não são servos (ainda contamos com alguns) devem é lutar contra as desigualdades. Usar seus espaços para combater a insegurança, a fome, os corruptos e o feminicídio avassalador. Fazer parte de lista dos cem mais admirados é apenas uma patética imitação dos famosos colunistas que todo ano apresentavam lista das dez mais elegantes. Que quadra brasileira é esta, Deus do céu? Alegra o ego dos escolhidos. Falta abissal do que fazer. É pouco, muito pouco. para colaborar realmente para tirar o Brasil do abismo.  Patrulheiros sem eira nem beira fizeram a lista com parvos e canalhas enchendo a cara em boteco. Agradeço a Deus e Maria por não figurar de lista desprezível, infame, inexpressiva, repugnante e insignificante. Beijos para meu eterno pai. Que me ensinou ser decente, amigo leal e sincero. Meu nome não é latrina, para figurar em listinhas. 

quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Raivoso Trump

Cidadãos brasileiros assistem perplexos a insistência de Donald Trump de insultar o Brasil com o olhos sangrando de ódio e ressentimento. Parece um menino mimado chorando por mais pirulito. Como chefe da nação do país mais poderoso do mundo, Trump acostumou-se a elevar o tom e distribuir patadas com tudo e com todos. Continua enfurecido com o Brasil porque seus ataques de fígado não são ouvidos nem atendidos pelo governo brasileiro. Ameaças de Trump são consideradas piadas de extremo mal gosto e torpe grosseria.  Trump é patético, infantil e mal informado, defendendo Bolsonaro achando que o ex-presidente é o Santo mais imaculado e puro de todas as igrejas do mundo. Perde tempo e saliva. Cuidado com o coração. Nada nem ninguém alivia a barra de Bolsonaro, no Supremo Tribunal Federal (STF). Nem mesmo se um raio dos deuses vier atingir em cheio o prédio do STF,  com todos os ministros presentes. Nessa linha, o ministro relator Alexandre de Moraes antecipou a data do julgamento do réu, Jair Bolsonaro. Sinal evidente que não vai dobrar a espinha para o raivoso Trump. Saiba Trump que é bobagem abissal achar que o deputado fujão, Eduardo Bolsonaro é a pessoa indicada para obter informações isentas sobre o Brasil. Trump encantou-se com os olhos verdes do fujão. Problema dele. Gosto duvidoso é isso. 
Há quem acredite que Trump ficaria sensibilizado com o convite para as posses do futuro presidente e vice-presidente da Suprema Corte, os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes. Amoleceria o estressado coração de Trump. Seria recebido com banda de música e passistas da Mangueira. Poderia jogar golfe na Academia de Tênis de Brasília, com o boné vermelho escrito 50%. Por último, Trump visitaria, de barco, no Pantanal a maior concentração de esfomeados jacarés do mundo. 


quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Meu artigo de 13/08 - DIÁRIO DO PODER









Soberania

Devido ao caloroso e espinhoso  atual ambiente belicoso entre Brasil e Estados Unidos, não há como separar o anúncio de Lula de socorro as empresas exportadoras afetadas pelo tarifaço  chantagista de Trump de 50% de um clima político. O apoio do governo federal enfatiza a defesa da soberania. Os bicos afiados mas calados, entre Lula e Trump, renderam inegáveis grãos eleitorais a Lula. Nessa linha, se a vigorosa carta do governador Ibaneis Rocha ao presidente dos Estados Unidos defendendo Brasília, e salientando ser político de Direita e adversário de Lula for bem acolhida por Trump, é forte indício que estará nascendo valioso canal de negociações entre Brasil e a Casa Branca. Algumas arestas e má vontade de Trump poderão ser removidas. Aguardemos qual será a reação do conselheiro informal de Trump para intrigas e torpezas, o deputado fujão, Eduardo Bolsonaro. 

terça-feira, 12 de agosto de 2025

Brasil refém de um fujão

O Brasil e o governo Lula continuam paralisados e humilhados pelas ações nada republicanas do deputado fujão e canalha, Eduardo Bolsonaro. Autoridades batem cabeça, não avançam um centímetro, contra o tarifaço chantagista de Donald Trump de 50%. A mesa diretora da Câmara Federal, por sua vez, também não sabe como punir, com rigor, o parlamentar  do PL paulista. O calhorda licenciado permanece agindo nos Estados Unidos contra a democracia brasileira. O farsante ainda tem o descaramento de tripudiar o bom senso, divulgando notas. E o pior, todas amplamente publicadas pela imprensa brasileira e internacional. É o fim da picada. A economia brasileira e empresários ajoelhados, reféns do crápula filho do ex-presidente. O cretino pai dele também segue fantasiado de vítima. Preso em casa, no bem bom, beneficiado  com  um kit de bondades do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. E o mais grave e estarrecedor é a encantamento de parlamentares  baderneiros e valentões de barro pela figura patética e melancólica do inspirador do golpe contra as instituições. No meio da lama política, foram oportunas, saudáveis e merecidas  as palavras, em São Paulo, do ministro Alexandre de Moraes, enfatizando a importância da Constituição brasileira em defesa da democracia e consagrada para defender os cidadãos. Nas entrelinhas, Moraes quis acentuar  que suas ações duras e consideradas injustas por alguns, são fundamentadas nos rigores da Constituição. Aguarda-se novos acordes da sinfonia dos parvos e irresponsáveis engomados bolsonaristas. 

Abandono

Crianças atropeladas por canalhas irresponsáveis. Crianças sem amor, passando frio e sem comida, nas ruas. Crianças chorando, desesperadas. Muitas já separadas dos pais, vítimas das guerras, na Ucrânia e Gaza. Crianças vítimas de estupros. Reféns de pedófilos. Que assistem assassinatos dos pais. Crianças testemunhas de pais matando as mães. Para onde vamos? Onde chegamos? Camus tem razão: não há nada mais escandaloso do que criança morta, com fome e frio. Criança infeliz, sem educação, sem futuro. Crianças que só conhecem amarguras. Que morrem em filas de hospitais, vítimas de balas perdidas. Isoladas de alegrias, distantes do que realmente merecem e têm direito. Amor, carinho, respeito, família, conforto, segurança, educação e alimentação. Brasil precisa sair do berço esplêndido e agir. 

Supremo pune o presidente que tirou o Brasil das amarras do atraso

Saúde para Fernando Collor, que completou 76 anos dia 12. Somos amigos há 40 anos. Um dia a verdadeira história republicana fará justiça a Collor de Mello. Em todos os cargos públicos que ocupou, Collor sempre trabalhou pela coletividade com vigor e determinação. Com o mesmo inabalável espírito público. Collor nunca foi dissimulado. Enfrentou com rigor obstáculos e calúnias de infames, covardes e decaídos. Como presidente da República Collor tirou o Brasil das amarras do atraso. Deixou leis que permanecem servindo aos brasileiros, como o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Código de Defesa do Consumidor. Sempre defendeu a Constituição e um senado forte e soberano.  No STF foi absolvido por unanimidade em dois julgamentos. A pouco virou réu e condenado, acreditem,  pelo mesmo Supremo Tribunal Federal. Julgamento torpe e vingativo. O erro crucial e mortal de Collor, eleito chefe da nação com 40 anos de idade, foi ter apoiado Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais, na disputa com Lula da Silva. Inacreditável. A corte, agora esmerado puxadinho do PT e de Lula, foi implacável. Os olhos dos  carrascos de Collor sangraram, de tanto fervor cívico. Collor jamais temeu eleições. Sempre foi eleito pelo voto direto. 

sábado, 9 de agosto de 2025

A melhor forma de governar é dar força à família, mas ninguém pensa sobre isso

 Publicado em 3 de agosto de 2025 por Tribuna da Internet- Rio de janeiro

Vicente Limongi Netto

A família é o significado da vida harmoniosa. Nutrida e alimentada por tristezas, alegrias, pressões, sonhos, conquistas, diálogos e emoções. A família repudia excessos. Não convive em harmonia com desvarios de agressões e ofensas. A família sublima a união. Não se deixa vencer pelo desânimo.

A intolerância é inimiga visceral do amor. Família agrega. Quem desagrega são os pobres de espírito. Marcados pela covardia, pelo ódio e pela maldade. Sórdidos forjados na criminalidade.

Família não esmorece diante da dor. É grandiosa e cultiva os dadivosos. Família é a pedra preciosa que precisa ser lapidada com fervor, perseverança e firmeza. Bestas humanas são indignas da convivência familiar. Destroem lares e sentimentos. Quem mata a mãe, o filho ou a ex-esposa, é expoente da infinita crueldade e covardia. Esterco repelido pelas sementes do bem.

BANCA DA NILDA – Brasília é dividida em quadras, e cada uma tem seu pequeno comércio e suas bancas de alimentação. Sabores, preços camaradas e aromas da Banca da 103-Sul fazem a alegria dos moradores. Agradável e tranquilo ponto de encontro. Visitante que passa para conhecer,  gosta e volta sempre.

Terça-feira, a acolhedora banca da Nilda e do filho, João, recebeu grupo de ruidosas vovós. Vinte e duas joviais rainhas. Com idade entre 60 e 80 anos.  Colegas que viraram amigas, graças a saudável convivência no SESC da 504-Sul. Entidade do Sistema S comemorando 54 anos de existência. Lá elas desfrutam de pilates, hidroginástica, musculação, biblioteca, dentista, natação e médico.

TERNURA E ALEGRIA – Gostam de viver.  Escolheram a banca da Nilda para lanchar e preencher a tarde com ternura e alegria.  Juntaram as mesas e as amizades. Prontas para o banquete. Guardaram os celulares. Para aproveitar as delícias do lugar. Provaram um pouco de tudo. Quitutes variados. Feitos com esmero. Para todos os gostos.

Pastel, pão de queijo, salada de frutas, caldo de cana, bolo, café, quibes. Chegaram às 16 horas e foram embora às 19 horas. Felizes e altivas. Saudando a luz do céu. Diversão majestosa que alimenta o coração e o cérebro. Estimula viver. Prometeram retornar. Para repetir a algazarra e o tempero da felicidade.

Choro das águas


A linguagem das águas flutua no vazio do silêncio

rio e lagoa viraram barro

perderam o mistério dos peixes

barcos e lanchas são desalentos das margens tristes

casas e móveis boiando na frieza da desesperança

a avalanche de lama conta mortos

desabrigados são reféns do desalento

o canto das águas perdeu a ternura

as enxurradas provocam vento e frio no varal da agonia


                     Vicente Limongi Netto

Globonews degradante

Sexta-feira, à noite, Mario Sergio Conti entrevista Guilherme Boulos. O pulha na frente do patife. Televisão brasileira realmente alcançou as profundezas da lama. O fundo do poço da ordinarice. Duro saber qual é o mais nocivo para a humanidade. O entrevistador asqueroso ou o entrevistado ordinário. Dupla indecente, indecorosa e desprezível. Leprosos de alma e de conduta.

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Rostos maduros


O sol ilumina os olhos

dos que amam a vida

decifra sentimentos

faz arder o chão dos bravos

mistura trevas e voos solenes

atrai emoções e desata o nó da tristeza

afasta almas fingidas e tristes

o sol recolhe rastros da madrugada


quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Colônia de férias

"Vô, quero nadar", vó, estou com fome". Netos de Bolsonaro correm pelos jardins, brincam no pula-pula. Se agarram nos pés do vovô.  Gritam com energia. Tudo com ternura divertida. Bolsonaro, com chinelos, bermuda e camisa da seleção brasileira, feliz com a algazarra das crianças. A casa do ex-presidente é ampla e agradável. Dois andares. O sol forte e alto bate na piscina. Na garagem, 3 carros. Rua cheia de curiosos. Celulares atrás de selfes. Bolsonaristas não podem reclamar do ministro Alexandre de Moraes. Na cozinha, panela grande de suculenta feijoada. O severo e carrancudo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) abriu o coração. Permitiu ao ex-presidente com tornozeleira e prisão domiciliar, receber caravanas de amigos, admiradores e familiares. Moraes também é pai. Domingo é especial dos pais. Amigos chegando. Ambiente de amizade fraterna. A vice-governadora Celina Leão levou morangos grandes e deliciosos produzidos em Brasília. Governador Tarcisio de Freitas prometeu levar Bolsonaro com garrafas de vinhos portugueses. O mundo  não conhece tornozeleira mais democrática.

terça-feira, 5 de agosto de 2025

Jogo bruto no triste Brasil

O jogo continua, bruto e desleal, entre Donald Trump e o Brasil. O Brasil procura jogar limpo, desde o início da partida. Trump parte para cima, bate de bico na virilha do Brasil. A tônica do script é enfadonha e patética. Lavagem cerebral de Trump é insistente. Mas não cola. O presidente norte-americano desde o início do arranca rabo com a ameaça do tarifaço de 50% mandou as calendas a diplomacia e a economia. O indecoroso jogo é político. Surrada e risível a postura do presidente norte-americano. De causar rebuliço na alma de eternos humoristas, como Chico Anysio e Jerry Lewis. As pantomimas de Trump estão levando parte expressiva do Brasil a achar que a família Bolsonaro é composta de santos imaculados e inatacáveis. Merecedores de bustos em praças públicas. O vilão que precisa ser punido e execrado é o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. O capeta é a Suprema Corte brasileira. Trump costuma falar grosso com a Suprema Corte americana. Aqui, é perda de tempo e de saliva. O busilis é mais embaixo. A soberania brasileira exige respeito. Em vão, jogar pedras no STF. O rosto de Trump vai acabar ficando mais vermelho e suado do que as gravatas vermelhas que usa. É desaforo sem tamanho um chefe da nação meter o bedelho em decisões jurídicas de outros países. Trump não enxerga nem admite que passou dos limites civilizados e diplomáticos.  O clã Bolsonaro, por sua vez, apoiado pelo Partido Liberal, segue obedecendo cegamente o plano do patrão, Trump. Usam o pai e ex-presidente Bolsonaro para infligir as normas impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, apoiadas pela maioria do colegiado. Jogam o entulho do mal feito no ar. Prontamente Moraes agrava e impõe novas sanções a Bolsonaro. Desta vez, rigorosa prisão domiciliar. Com o show montado, ingressos vendidos, é a vez dos bolsonaristas entrarem em cena. Como atores e atrizes de quinta categoria. É a vez dos boquirrotos e ferozes algozes de Alexandre de Moraes. Choram pitangas ao mundo. Alegam que a prisão domiciliar é afrontosa e vingativa. Com eleições batendo na porta, os sinistros bolsonaristas sabem que decisões de Moraes ganham boas migalhas do noticiário políticos. Alexandre de Moraes prossegue inabalável a pressões e ameaças. Atuando serenamente, dentro dos autos. O jogo segue pesado. Sem hora para acabar. As sobras ruins vão para os bolsos dos cidadãos. Alimentos encarecendo mais. Todos eles. Famílias de mendigos, com crianças chorando, com fome,  se acumulam nas portas de restaurantes, bares,  lanchonetes e hotéis. Moradias de papelão e pano nos jardins e terrenos baldios. Brasil real e nefasto. 

sábado, 2 de agosto de 2025

O conteúdo da alma


Feições da minha amada

são candelabros do céu

luz encantando sonhos

traços sublimes da felicidade

os olhos guardam o

bem estar da alma

cabelos penteiam cores

a boca nasce com a pureza dos anjos

as mãos são pétalas de rosas

energizando o infinito

o andar é o sol forte da postura 

sua voz acalanta estrelas.

                              

Vicente Limongi Netto

agosto