quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Rose Marie Romariz Maasri repudia insultos de Paulo Guedes

Belo, categórico e enérgico repúdio de uma servidora federal que trabalhou com dedicação, competência e patriotismo  vida inteira,  e que exige respeito de um ministro destemperado e pretensioso. 

PARASITA, SENHOR MINISTRO?

Apresento-me: sou Oficial de Chancelaria, uma das duas carreiras de nível superior, típicas de Estado, que compõem o quadro do Ministério das Relações Exteriores. Aposentei-me há pouco mais de três anos, após servir ao Ministério por mais de 45. Tenho Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo,  Licenciatura em Desenho e Artes Plásticas -ambos pela Universidadede Brasília – UnB, e estou em fase de conclusão de uma tese de Mestrado em Arte Sacra Oriental, em conceituada Universidade libanesa.  Ensinei em algumas Universidades brasileiras e, concluída a tese, pretendo voltar a ensinar.  Falo bem três idiomas, dois outros razoavelmente. Este texto tem um pouco de minha estória.  Espero que outros colegas lhe façam conhecer a deles. Quem sabe, conhecendo as funções que desempenhamos e os riscos que corremos, tente entender que NÃO SOMOS PARASITAS
Dos muitos anos de carreira  vivi 28 no exterior, em Missões provisórias ou permanentes:  Finlândia,  Grécia, Itália, Reino Unido, França, AlemanhaEstados Unidos, Argentina,  Chile, Líbano, Síria, Líbia, Moçambique. Como a grande maioria de meus colegas, no trabalho fiz um pouco de tudo: Administração, Pessoal, Contabilidade, Comercial, Comunicações, Consular, Cultural.  Em todos os setores aprendi e me desdobrei para desenvolver um bom trabalho, mas o Consular e o Cultural foram os que mais me marcaram. Enquanto Vice-Cônsul visitei prisões e hospitais, atendi mulheres e crianças abusadas, raptadas, maltratadasabandonadaspessoas enganadas por falsos contratos de trabalho; enfrentei - pagando caro por isso, o submundo dos documentos brasileiros falsificados;  e muitas vezes chorei por não poder fazer mais por quem necessitava.  PARASITA, SENHOR MINISTRO ?

No setor Cultural esforcei-me por divulgar a imagem do Brasil, ministrando  aulas  e conferências em  escolas e Universidades dos países onde atuei, além do trabalho desenvolvido na Embaixada.  Participei da equipe que organizou e fundou o Centro Cultural Brasil-Líbano e fui sua Diretora.  Em alguns dos Postos em que servi usei meus conhecimentos de arquiteta para propor reformas ou novos  lay-outs dos escritórios. Por haver trabalhado diretamente com o Arquiteto Olavo Redig de Campos, e conhecer bem seu projeto para a residência do Brasil no Líbano,  propus ao então Chefe do Serviço Cultural da Embaixada em Beirute a inclusão,  no Programa Cultural do Posto,  de uma publicação sobre a Residência, enquanto Próprio Nacional.  O projeto não apenas foi aceito pelo Itamaraty como,ampliado, deu vida a uma coleção que abrange todos os próprios nacionais do MRE.  A administração da preparação do livro sobre a Residência em Beirute  ficou sob minha responsabilidade. O texto do livro que explica o projeto, embora não leve meu nome,  foi escrito por mim.  PARASITA, SENHOR MINISTRO ?

Servi em país em guerra. Manter a Embaixada funcionando era uma desafio diário.  Meus colegas e eu íamos para o trabalho com o rádio do carro ligado, buscando caminhos fora dos locais onde, naquele dia, caiam as bombas.  Por vezes dormia-se na própria Embaixada, porque as estradas náo apresentavam condiçóes de segurança.   Certa vez passamos um dia e uma noite no porão do prédio, ouvindo os bombardeios incessantes e inalando os vapores que saíamdos aquecedores a querosene com quem dividíamos o espaçoTarde da noite um cessar fogo foi estabelecido e  pude voltar para casa, onde estavam minhas filhas com a empregada. As ruas desertas tornaram a viagem curta.  Ao entrar no prédio em que morava as bombas voltaram a cair.  Passamos a noite no hall de entrada, local mais protegido.  Sentadas no cháo, as crianças dormiram com a cabeça em minha perna. Eu  náo pude dormir, pensando no marido que náo havia conseguido deixar o  local de trabalho, e com o sentimento ilógico de que, enquanto mantivesse os olhos abertos,  protegeria melhor  minha família.  Pela manhã,novo cessar-fogo.  Ao me arrumar para voltar ao trabalho senti as primeiras dores do aborto que interrompeu minha gravidez de quatro meses.  Nao foi a única. Dois anos mais tarde, grávida de seis meses e meio decidi viajar ao Brasilpara que o bebê nascesse em paz, porque a guerra continuava a devastar o país em que eu servia.  Segui para o aeroporto com as duas crianças. Iamos no Banco de trás, elas deitadas com as cabecas no meu colo, eu curvada sobre elas, escondendo-as dos franco-atiradores que ficavam nas ruas onde deveriamos passar.  As três sobrevivemos; a bebê não:  após a chegada ao Brasil comecei  a sentir contrações.  Levada às pressas para o hospittal, ocorreu o parto prematuro.  Irina não conseguiu sobreviver: deixou-nos poucas horas depois que nasceu. Um dos momentos mais tristes dminha vida, gerou  uma depressáo que levou muitotempo para ser curada.  Se é que o foi... PARASITA, SENHOR MINISTRO ?
Em 2012 eu servia na Embaixada em Damasco. A carreira aque pertenço decidiu iniciar uma greve por reinvindicaçoes trabalhistas.  Embora concordasse e apoiasse cada uma das reinvindicações,  não aderi fisicamente à paralisação.  E não o fiz porque o Posto em que estava lotada,  diariamente confrontado com as sequelas  da guerra na Síria,  vivia em constante prontidão. Não foi decisão fácil e espero que os colegas  a tenham entendido. É que, para mim, interesses pessoais - mesmo os da classe a que pertencemos, não podem  se sobrepor  ao daqueles que,  vivendo em situaçõesde emergência, necessitem da assistência que os funcionários públicos do Posto, como eu e os colegas lhes podem  proporcionar.  Isto é, para mim, consciência profissional. PARASITA, SENHOR MINISTRO?

Quando entrei no Itamaraty o salário de um Ofchan aposentado equivalia ao de um Conselheiro da Carreira de Diplomata.  Com o tempo essa relação foi-se deteriorando e hoje meu salário é menor do que o de um Terceiro Secretario em início de Carreira. Obviamente não gosto dissoÉ injusto.  Mas em nenhum momento deixei que tal injustiça prejudicasse o nível de trabalho que me propus a realizar.  PARASITA, SENHOR MINISTRO ?
De uma autoridade de seu calibre, que se propõe  a resgataro Brasil do caos,  espera-se um conhecimento detalhado do tecido administrativo do país.  Sua afirmação, desqualificando-nos, demonstra não ser este o caso.  O senhor pode ser um excelente economista – e o é; mas acaba de demonstrar que não entende nada de pessoas.  Quer encontrar PARASITAS dos recursos brasileiros?  Porque eles existem e são  inúmeros.  Olhe na direçao certa: volte-se para os altos escalões dos 3 Poderes da República;  para aqueles que recebem salários de marajás, complementados por seguro crecheeducação e outros; veículo oficial com motoristaauxílio moradia, reformas principescas dos apartamentos funcionaise uma miríade de possibilidades de exploração da máquina pública, como o uso de aviões da FAB para deslocamentos pessoais.  É contra esses, senhor Ministro, que o senhor deve voltar sua artilharia. Nós,  os funcionários públicos,  ofendidos  por sua declaração,  esperamos desculpas. Porque, entenda: NÃO SOMOS PARASITAS, SENHOR MINISTRO.
Rose Marie Romariz Maasri
Oficial de Chancelaria, aposentada
SIAPE 04614011

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Música no Museu

Música no Museu dá sequencia às comemorações de seus 23 anos com grandes conquistas, prosseguindo nas homenagens a Beethoven nos seus 250 anos, a Villa-Lobos, no Dia da Música Clássica, ao Iate Clube, pelo seu aniversário, e em março, o mês dedicado às mulheres, apresentando somente musicistas e, preferencialmente, músicas compostas por mulheres ou músicas com nomes de mulheres.
Destaques para Chiquinha Gonzaga, exaltando a sua obra. E duas novidades, o Sexteto de Teclados e o Coral Afro Aquilah tocando músicas afro-brasileiras.
Na versão internacional, a pianista Fernanda Canaud, em Lisboa, no Museu Nacional da Música - novo espaço da Série em Portugal - e no Museu Machado de Castro, em Coimbra, já participando das comemorações dos 730 anos da Universidade de Coimbra.

Programa:

Dia 4 - Quarta-Feira - 12h30
Rua 1º de Março, 66 - 4ºAndar, sala 26
Capacidade: 90 lugares
Músico: Adriana Kellner, piano
Programa: Chopin

Dia 5 - Quinta-Feira - 12:30h
Centro Cultural Justiça
Rua D. Manoel, 29 - Centro
Capacidade: 90 lugares
Músicos: Adriana Kellner, Cecília Guimarães, Fernanda Cruz e Ezequiel Peres, piano
Programa: Homenagem a Villa Lobos
Direção Artística: Maria Helena de Andrade

Dia 6 - Sexta-Feira - 18h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 - Centro
Capacidade: 82 lugares
Músico: Duo Madri de Violões - Adriana Ballesté e Mara Lucia Ribeiro, violões
Programa : Clássicos brasileiros

Dia 8 - Domingo - 11:30h
Memorial Getúlio Vargas
Dia Internacional da Mulher
Músico: Coral Afro Aquilah. Regência Edu Feijó. 
Programa: Clássicos africanos e afro-brasileiros

Dia 11 - Quarta-Feira - 12h30
CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Rua 1º de Março, 66 - 4ºAndar, sala 26
Capacidade: 90 lugares
Músico: Fernanda Cruz, piano
Programa: Beethoven e contemporâneos

Dia 17 - Terça-feira - 20h
Iate Clube do Rio de Janeiro (Comemoração do aniversário do clube)
Av. Pasteur, nº 333 - Urca
Capacidade: 200 lugares
Músico: Coral do Iate Clube e Coral da Urca. Regência, Jonas Hammar.
Programa: Clássicos brasileiros

Dia 18 - Quarta-Feira - 12h30
CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Rua 1º de Março, 66 - 4º Andar, sala 26
Capacidade: 90 lugares
Músico: Alda Leonor, piano
Programa: Mulheres Compositoras

Dia 21 – Sábado - 17h
Clube Hebraica
Rua das Laranjeiras
Músico: Coral Vozes do Outono. Regência Clélia Gonçalves
Programa: Chiquinha Gonzaga e clássicos brasileiros


Dia 25 - Quarta-Feira - 12h30
CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Rua 1º de Março, 66 - 4º Andar, sala 26
Capacidade: 90 lugares
Músico: Miriam Grosman, piano
Programa: Beethoven


Dia 26 - Quinta-Feira - 15h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 - Centro
Capacidade: 152 lugares
Músico: Cecília Guimarães e convidados
Programa: Composições de Cecília Guimarães 


Dia 27- Sexta-feira - 18h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 - Centro
Capacidade: 82 lugares
Músico: Eloisa Marques Ribeiro, Lea Salgado, Liria Fukumoto, Maria das Graças Novaes, Regina Celia Sales de Almeida.
CONVIDADAS ESPECIAIS: Sarah Nery, piano e Hermínia Lopes, percussão.
Direção Musical: NELMA PATARO, piano e flauta doce
Programa: Clássicos brasileiros

Dia 28 - Sábado - 18h
Palácio São Clemente
Rua São Clemente, 424
Capacidade: 200 lugares
Músico: Lícia Lucas, piano
Programa: Beethoven e contemporâneos

Dia 31 - Terça-feira - 18h
Museu do Exército/Forte Copacabana
Praça Cel. Eugenio Franco, 1 - Posto 6
Capacidade: 115 lugares
Músico: Coro de Cor, regência, Ana Azevedo
Programa: Clássicos brasileiros

MÚSICA NO MUSEU INTERNACIONAL
PORTUGAL:
COIMBRA
Museu Machado de Castro
Dia 14 - 18h

LISBOA
Museu Nacional da Música
Dia 20 - 18h
FERNANDA CANAUD, piano
Clássicos brasileiros

Setentão Paulo Octávio

Paulo Octávio chega aos 70 anos de idade, consciente do dever cumprido. Tem espaço assegurado no tabuleiro político-partidário de Brasília. Pioneiro, operoso, com trabalho e perseverança montou um império imobiliário e hoteleiro. Suas empresas ajudam no crescimento e desenvolvimento de Brasília, criando milhares de empregos e embelezando a cidade. Ilações de parasitas e torpes maledicências de invejosos e incompetentes, ávidos por holofotes fáceis,  não esmorecem o ânimo nem a disposição de Paulo Octávio em continuar investindo e acreditando no Distrito Federal. 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Abreu, Azedo, Regina e Bolsonaro

Inacreditável que um colunista da estatura profissional de Luiz Carlos Azedo (CB-6/2) saia de suas tamancas para repudiar críticas do ator José de Abreu à atriz Regina Duarte, ao fascismo, e ao governo Bolsonaro. Abreu é adulto. Fala o que vem na telha. Não vejo nenhum problema por Abreu defender Lula com unhas, dentes e olhos sangrando. É direito dele. Também não abro mão de defender amigos e quem mereça.  
Abreu, por sua vez, também é alvo de violentas saraivadas de todos os lados, gostos e tamanhos. Acostumou-se. Vai morar no exterior. Não  mudará de estilo nem de convicções. Para desapontamento de muitos. A liberdade de expressão é um direito consagrado pela democracia. José de Abreu conhece Regina Duarte mais do que eu, Azedo e a torcida do Flamengo. Não entrarei no arranca rabo deles. Não conheço nenhum dos dois. Quem for podre, que se quebre e se esborrache. Palavras duras existem para serem usadas. Saliento apenas que não tolero hipocrisia nem sabujismo.

CNC: cai o número de brasileiros endividados no primeiro mês de 2020

O percentual de famílias com dívidas diminuiu, em janeiro de 2020, para 65,3%, após ter alcançado o maior patamar da série histórica (65,6%) em dezembro. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Houve alta, porém, na comparação com janeiro do ano passado, quando o indicador alcançou 60,1%.

Também foram registradas quedas em relação ao total de famílias com dívidas ou contas em atraso (de 24,5% para 23,8%) – pelo terceiro mês consecutivo – e no percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes (de 10% para 9,6%). Os dois indicadores, contudo, apresentaram alta em relação a janeiro do 2019.

De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, apesar de o endividamento permanecer em um patamar elevado, a queda nos indicadores de atraso e inadimplência reforçou que as dívidas têm sido compatíveis com a renda das famílias. “As melhores condições do crédito têm permitido a ampliação desse mercado ao consumidor, que vem tendo mais segurança para comprar por conta da melhora recente do mercado de trabalho, confirmada pelos últimos indicadores econômicos”, afirma.

A parcela média da renda comprometida com o pagamento de dívidas foi outro item que apresentou retração na comparação mensal: de 29,7% para 29,4%. O percentual é o menor aferido desde maio de 2019. A economista da CNC Izis Ferreira destaca que havia uma demanda represada por bens que são mais dependentes do crédito, como móveis e eletrodomésticos. “A proporção do comprometimento da renda com dívidas vem caindo desde novembro de 2019 e reforça que o consumo está sendo retomado através do que se pode chamar de dívida responsável, com as famílias se organizando para pagar empréstimos e financiamentos”, explica.

Entre as dívidas apontadas pelos brasileiros como as principais em janeiro de 2020 estão, em ordem decrescente: cartão de crédito (79,8%), carnês (15,9%) e financiamento de carro (10,9%).

Hora da gratidão

O governo adotou providências imediatas e louváveis na preparação da Base de Anápolis para a quarentena dos repatriados da China. Brasileiros que retornam e que criticavam a demora na decisão de mandar avião para buscá-los precisam, agora, a meu ver,  por justiça, agradecer a Bolsonaro pela atitude tomada.

Dupla de Cavalos

Gregorio Duvivier (5/2) e Ruy Castro (31/1) merecem, cada um, uma estátua equestre. Metade cavalo e a outra metade, também. O primeiro, por chamar Alexandre Garcia de "racista" e desrespeitar a memória do ex-presidente Figueiredo; o segundo, por sugerir que os ex-presidentes  brasileiros vivos sejam mumificados. 


Eu, racista? 
Nem sei quem é esse tal de Duvivier. Conheço a rua, ao lado do Copa. Um restaurante, lá, tinha uma bela feijoada, aos sábados.

Obrigado, Amigo.
Alexandre"

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Vacina contra o coronavírus

Cidadãos de bem podem ficar sossegados porque no Brasil ninguém seria diagnosticado com o coronavírus.  
Graças as exaustivas e competentes  pesquisas desenvolvidas por cientistas brasileiros. Conseguiram produzir uma vacina letal. Injetaram o sangue de ratos no sangue de corruptos, demagogos, homofóbicos, golpistas, estupradores, maridos assassinos, pseudos intelectuais, marginais da política, do executivo, do judiciário e da imprensa. O resultado foi fulminante e revelador: os ratos não sobreviveram. O governo vai patentear a descoberta e exportar para a China.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Fora com os intrigantes

Ana Dubeux (2/2) no artigo "O diabo senta ao lado e sorri pra você", repudia  maledicentes e canalhas que atormentam a vida de pessoas do bem cultivando e semeando mentiras e deslavadas intrigas.As redes sociais, infelizmente, dão guarita a esta corja de pulhas. Velhacos sem coragem de assinar o próprio nome. Prejudicam famílias e relacionamentos. São maniacos do teatro da  farsa, da dissimulação,do cinismo e da covardia. Pobres de espíritos, recalcados e frustrados que já nasceram com a índole do mal cravada na alma. Fora com eles. É preciso combatê-los com firmeza. Expulsá-los do convívio dos cidadãos operosos e decentes. 

Praga de maus analistas

É assombrosa,  medíocre, irritante e avassaladora a praga  de analistas de futebol de  meia pataca e de pretensiosos apresentadores.  Encastelados  nos  canais Sportv, Fox e ESPN. O controle remoto nos salva. A maioria esmagadora dos sábios de araque nunca jogou  bola de gude, pedra em mangueira e jamais calçou uma chuteira. Nunca ganhou nem torneio de futebol de botão.  É um time ruim, recalcado, pretensioso e arrogante.  De quinta  categoria. Fazem  caras e bocas e pose de inteligentes. O esporte predileto dessa corja de boçais é  tripudiar e fazer pilhérias com jogadores.Nenhum jogador entra em campo para errar. São profissionais e chefes de família. Merecem respeito e consideração. Nessa linha,  o mais grave e desolador é que alguns "analistas" ex-jogadores, começaram também a proceder de  forma indigna, estúpida e debochada.Inacreditável. Não argumentam, insultam. Nessa linha, um idiota e bisonho chamado Roger, do Sportv, resolveu fazer marcação com Paulo Henrique Ganso. Coitado do asno. Não tem, nunca teve, futebol nem competência para amarrar os cadarços das chuteiras do armador do fluminense. Roger, bem comparado, poderia ser personagem de Nelson Rodrigues, "bonitinho,  mas ordinário". Como o medonho Roger, existem outros "analistas" da mesma laia. Citando todos, vou poluir meu texto de dengue e quem sabe, de  coronavírus. Bom não arriscar.