Fantasmas rondam a alma de Bolsonaro. Reagir estrebuchando, irado, com maus bofes, o "Correio Braziliense" e a "Folha de São Paulo", acusados por ele, de querer derrubá-lo, é monumental tolice. Não vai melhorar em nada o relacionamento, já tumultuado, do presidente com a imprensa. Mestre Carlos Chagas ensinava: "Quem não gostar que notícias ruins sejam publicadas, que evite, então, que elas aconteçam". O capitão precisa conter-se. Arroubos não resolvem problemas. Respirar fundo. Evitar passar dos limites da boa convivência e da grandeza de atitudes e gestos. Ter equipe competente que saiba divulgar as coisas boas que porventura faça. Bom saber que Bolsonaro tem o "Couro duro". Tem mesmo. Enfrentou e superou graves problemas de saúde. Tentar Intimidar veículos de imprensa com cortes de publicidade, jamais levará o governo e o Brasil ao porto seguro da estabilidade econômica e social. Sem imprensa livre a democracia sangra e a desesperança toma conta dos corações dos brasileiros.
quarta-feira, 9 de outubro de 2019
Em defesa da Zona Franca de Manaus
Há 49 anos defendendo a integridade da Zona Franca de Manaus, criada por uma brilhante alternativa do governo militar, (“Integrar para não entregar”), nos anos sessenta, para garantir a NÃO INTERNACIONALIZAÇÃO da Amazônia brasileira. Venho novamente tentar alertar aos nossos políticos e imprensa local e principalmente ao governo estadual do tiro mortal que estão preparando saindo das armas das associações de classe do centro sul, destacando os jornais Folha de São Paulo e Estadão, amparadas pelo Ministro Paulo Guedes.
Com dados obtidos nos inúmeros eventos realizados no Hotel Tulip Inn Paulista, ministrados pelo Dr. Fernando Otsuzi.
Trata-se da Zona Franca Industrial do Paraguai, criada pelo chamado projeto Maquila, onde o governo paraguaio oferece irresistíveis concessões fiscais para qualquer tipo de indústria, com o objetivo de criar mais empregos e estimular o crescimento industrial do país.
Entre outros, reduz a 1%(um) os impostos sobre o faturamento. A Lei Maquila, busca todo tipo de facilidades para aberturas de empresas no Paraguai, com simplificação nos pagamentos de impostos, que são mínimos. O contrário do que se vê na Zona Franca de Manaus.
Possibilita trazer todo tipo de máquinas e equipamentos, inclusive usados, de qualquer país, sem incidência de qualquer tipo de impostos. Redução em até 80%(oitenta) na conta de consumo de energia elétrica . Redução de até 50%(cinquenta)nos encargos trabalhistas. Alugueis baixíssimos em torno de no máximo US$5,00 (cinco) dólares o metro quadrado. Pode se instalar em qualquer ponto do território paraguaio, INCLUSIVE NA FRONTEIRA COM O BRASIL, com absoluta segurança jurídica e uma inflação não superior a 5%(cinco) nos últimos cinco anos.
O que mais nos atinge, são as importantes alianças diplomáticas, entre elas com o MERCOSUL, ou seja, os aparelhos de informáticas, eletro eletrônicos, e todos os demais, “fabricados” no Paraguai, entram no Brasil, com custo “0” (zero) de impostos federais. Enquanto, que, sendo da Zona Franca de Manaus, paga-se,impostos federais e não é tão pouco, dependendo do produto.
É bom que se diga que as indústrias do Polo Industrial de Manaus, são rigorosamente obrigadas a atender um índice mínimo de nacionalização além de cumprir um rígido processo produtivo básico (PPB) sob intensa fiscalização da SUFRAMA e outros órgãos federias.
Como se vê, são inúmeras e incomparáveis as vantagens econômicas, fiscais e financeiras em relação com a ZFPARAGUAIA.
Por esses motivos, entende-se porque a imprensa de S.Paulo, políticos, bem como as ABINE´s da vida estão empenhadas na extinção da ZFM, para se beneficiarem da ZF Paraguaia.
Não entendo como a imprensa amazonense nunca combateu essa desleal concorrência, bem como, o Sul e Sudeste não estãorealmente preocupados com a preservação da Floresta Amazônica, muito menos gerar empregos para brasileiros em uma região tão pobre como a da grande Manaus.
Somos aproximadamente 400.000(quatrocentos) mil brasileiros em nossa região, abrangendo, empregos diretos, indiretos e dependentes da Zona Franca de Manaus.
Vamos imaginar que cada um desses dependentes, vão buscar seu sustento de vida na exploração da floresta e dos rios !
Além do que, o resto dos brasileiros, vão, mesmo que de longe, ver a cidade de Manaus se transformar em uma verdadeira Medelin colombiana.
Diga-se de passagem, que com essas constantes desativações de nosso polo industrial através de medidas da Receita Federal, ocasionou uma grande onda de desemprego no polo industrial da ZFM .
Diante disso, observou-se que nesses últimos anos, devido ao desemprego e o isolamento geográfico de Manaus das outras regiões do país, transformou essa cidade na mais importante área do tráfico de drogas no Brasil, dado as drogas vindas da Colômbia, Peru, Bolívia, através de nossos rios e naturalmente aproveitando dos desesperados jovens desempregados em Manaus, o que já é latente.
Lembrando que esse tráfico tem como destino, principalmente os jovens do centro-oeste e sul do Brasil. Por ironia do destino, os mesmos que estão querendo a desativação da Zona Franca de Manaus.
Quanto vai custar para os cofres federais, futuramente, para conter essa situação?,hoje a ZFM representa não mais que 8% (oito) dos incentivos fiscais federais.
É bom saber que quando as mercadorias saem daqui para o resto do país, paga-se um valor em tributos federais, e que tem expressiva posição em comparação a arrecadação federal no Norte/Nordeste.
Não consigo entender porque os políticos federais amazonenses, o governo do Estado e a imprensa em geral, NADA FALAM SOBRE A ZF PARAGUAIA. É nossa obrigação procurar dar empregos aos nossos irmãos brasileiros.
Não consigo entender porque as ONGs ,GREN PEACE. SINODOS CATÓLICOSe outras entidades ambientalistas não saem em defesa da FLORESTA AMAZONICA, lutando pela preservação da ZONA FRANCA DE MANAUS, como uma já comprovada maneira de preserva-la !
Por fim, conclamo a todos a lutarmos pela ZFM , até em aumentar seus benefícios fiscais, como uma maneira de preservar nossa floresta amazônica.
Não podia terminar, lembrando que ontem, nos anos noventa, S.Paulo acabou com a Zona Franca Comercial de Manaus, levando-a para a hoje, tradicional Rua 25 de Março. Hoje querem levar para o “quintal” do Centro-Sul, a Zona Franca Industrial de Manaus.
Eu brinco com meus amigos dizendo, que primeiro foi o Ciclo da Borracha e hoje a desativação da ZFM : É a maldição de Ajuricaba”
Celerino Leite
Advogado, especialista em Direito Tributário e incentivos ZFM
Diretor Executivo nas indústrias do Grupo CCE , por 40 anos.
Comerciante de mercadorias importadas na ZFM
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
Contribuições ambientais da ZFM são destacadas durante a 288ª Reunião do CAS
Vinte e seis projetos industriais e de serviços, sendo cinco de implantação e 21 de diversificação, ampliação ou atualização, com previsão de geração de US$ 133.63 milhões em investimentos totais e de 864 novos empregos no Polo Industrial de Manaus (PIM) nos três primeiros anos de operação, foram aprovados na 288ª Reunião do Conselho de Administração da Suframa (CAS).
Realizada no auditório da Autarquia, a reunião teve ainda como destaques debates sobre as contribuições do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) para a preservação da Amazônia, a importância da defesa das vantagens comparativas da ZFM nas discussões em torno da reforma tributária e a necessidade de fortalecimento da infraestrutura logística e de telecomunicações da região, como forma de possibilitar a manutenção de investimentos e ampliar a competitividade das empresas instaladas no PIM.
A solenidade foi presidida pelo secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) do Ministério da Economia, Carlos Alexandre da Costa, e contou ainda com a participação do governador do Amazonas, Wilson Lima, do prefeito de Manaus, Arthur Neto, do vice-governador do Acre, Major Rocha, do superintendente da Suframa, Alfredo Menezes, do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antônio Silva, e de demais representantes de entidades de classe, dirigentes de órgãos públicos, parlamentares e empresários, entre outros.
Centro de sustentabilidade
O titular da Sepec, Carlos da Costa, afirmou que, neste momento em que as atenções mundiais estão voltadas para a Amazônia por conta da temática ambiental, a Zona Franca de Manaus tem uma grande oportunidade de buscar reconhecimento como maior projeto sustentável do planeta e de agregar valor estratégico em seus produtos. “O momento da região é muito feliz, porque, já que todo mundo está nos olhando, vamos mostrar como somos belos e como temos um modelo que deveria ser seguido por outros países”, afirmou o secretário.
Ele também mencionou que o governo federal está construindo, junto ao Inmetro, uma espécie de “certificação de pegada carbônica”, visando a demonstrar os impactos ambientais positivos dos produtos brasileiros e, em especial, dos produtos fabricados na ZFM. “A ideia é poder ter mecanismos de comparação e comprovação de que, se o desejo é mesmo pela preservação ambiental, os nossos produtos deveriam ser priorizados no mercado. Está na hora de dizermos: compre um celular, uma televisão, uma moto ou outro item fabricado na Amazônia e preserve ‘x’ árvores, porque eles foram feitos no maior projeto sustentável do mundo. Este é o momento de nos mostrar ao mundo com coragem porque somos exemplos” complementou.
Entre outros assuntos abordados pelo secretário, ele afirmou, ainda, que o Brasil está saindo da crise de maneira sustentável, com base em mudanças estruturais, esforços de simplificação e melhoria do ambiente de negócios, e voltou a comentar sobre a visão de futuro do governo federal para o desenvolvimento da região, que inclui não apenas o fortalecimento da dinâmica industrial do modelo ZFM, mas a efetiva implementação do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) com foco na geração de negócios e o sonho de transformar a região no maior polo de bioeconomia e economia sustentável do mundo. “Não queremos substituir o que existe hoje, e sim ampliarmos o modelo naquilo que faça sentido para a região, naquilo em que possamos ser o melhor do mundo”, disse o titular da Sepec. “Entre todas as possibilidades e cenários da reforma tributária, deixamos claro que o governo respeita e reconhece a importância da Zona Franca de Manaus e vamos preservar os incentivos de forma suficiente para que seja possível manter as empresas e atrair outras para cá. Vamos trabalhar juntos para ter marcos estáveis”, reforçou.
Crescimento
O superintendente Alfredo Menezes, além de agradecer publicamente o prefeito de Manaus, Arthur Neto, pelas obras de revitalização do Distrito Industrial que estão em andamento, destacou também os números do CAS neste ano que, em apenas duas reuniões, contabiliza 113 projetos de investimentos aprovados, estimando mais de cinco mil empregos diretos, US$ 800 milhões em investimentos totais e a injeção de faturamento da ordem de aproximadamente US$ 6 bilhões no PIM ao longo dos próximos três anos. “Nesta reunião temos investimentos importantes em segmentos representativos do PIM, como o Polo de Duas Rodas, que está em um momento muito bom neste ano, e o polo componentista. Os indicadores de desempenho do PIM mais recentes também mostram que ampliamos o faturamento em cerca de 11% no primeiro semestre e, além disso, os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) indicam uma geração de empregos no Amazonas acima da média nacional. Todos esses dados mostram que estamos em um momento muito satisfatório de crescimento e de ações que retornarão em benefício da população”, afirmou.
Menezes também renovou o convite da Suframa para a 1a edição da Feira de Sustentabilidade do Polo Industrial de Manaus (fesPIM), que será realizada no final de novembro, em Manaus, e destacou que a Autarquia foi convocada a integrar comitiva presidencial que visitará países como China e Japão na segunda quinzena de outubro. Por fim, ele também informou que a Suframa está em negociações com a ApexBrasil para desenho de uma parceria estratégica que estreite laços entre a região e mercados estrangeiros e possa, de fato, impulsionar a captação de investimentos internacionais.
sábado, 28 de setembro de 2019
Ruy Nogueira: Em Curitiba há uma mulher traída

Na capital da maldade, comentários impiedosos. O dinheiro que entrou fácil, a Bíblia na penteadeira, o amor eterno que ele jurou
Em Curitiba há uma mulher traída. Pior, ridicularizada. Quem conhece a incrível, fantástica, quase inacreditável história, já reserva-lhe olhares prenhes de malícia. Pelas costas, risinhos desumanos. Na capital da maldade, comentários impiedosos. O dinheiro que entrou fácil, a Bíblia na penteadeira, o amor eterno que ele jurou.
E os meninos? E o lar que juntos construíram? E os apartamentos comprados à preço de banana? E as viagens, as apresentações, as palestras? E a fama, os aplausos? E os prêmios? Sim, os prêmios! A casa está cheia deles.
E a promessa de uma provável carreira política que poderia fazê-la até primeira-dama da República? “Vamos morar no Alvorada, meu amorzinho!”. Nada, nada. Tudo em vão. A implacável Lava Jato. Depois a terrível Vaza Jato. Agora, a desgraçada Vara Jato. Data vênia, a Vara... Por debaixo das vestes negras, data Vênus, o corpete, a cinta-liga e uma meia arrastão.
Oh, Senhor Deus, tu faltastes à fiel de Curitiba!?
Em Curitiba há uma mulher traída. Reclamar a quem? À sogra ou ao Pastor? Fazer uma delação premiada? Sair louca correndo pelas ruas limpinhas do Bacacheri? Urrar suas verdades na Boca Maldita? Um striptease na Praça dos Três Poderes, bem em frente ao Supremo? Encenar um escândalo? Um supremo escândalo! Não seria nem rima, nem solução. De que adiantaria? O Jornal Nacional lhe daria o mesmo espaço? Nunca! Seria internada como louca. Louca, jamais!
Na frieza da cidade, das pessoas e do leito. Na frieza dele, o traíra pervertido! Ela já sabe: irá se matar! Deixará uma carta o responsabilizando e enviará a todos. A todos! Via Telegram. Enforcar-se-á na mais alta das Araucárias e seu corpo inerte será balançado pelo vento frio do triste crepúsculo curitibano e bicado pelas gralhas azuis que lhe comerão os olhos. Mas, e a corda, a escada e a coragem? Seria uma vingança e tanto!
Há uma mulher traída em Curitiba. Mulheres são traídas todos os dias em todos os lugares do mundo, de todas as maneiras, por todos os motivos...
Mas, logo ela?! Em nome da lei? Em nome do quê? Do iluminismo? Do punitivismo? De passar o Brasil a limpo? O que será isso? Preso, Lula está mais livre do que ela. A mulher de Curitiba, dilacerada, só sabe que foi traída. A mulher de Curitiba, em mil pedacinhos, só sabe que está acabada.
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
Anjo Ághata
Ághata, o anjinho de 8 anos queria ser bailarina.Irresponsáveis armados e fardados acabaram com a vida e com os sonhos da doce criança. Sua ternura, pureza e alegria foram para o melhor lugar do mundo: para perto de Deus. Uma caravana de anjos e reis veio buscá-la. Ághata foi mais uma vítima da brutalidade, da impunidade, da covardia, da intolerância e da insegurança que tomaram conta do Rio de Janeiro. Diante dos clichês e das desculpas esfarrapadas e cretinas das autoridades, resta aos pais, amigos e familiares de Ághata o desespero,o choro, a agonia e a indignação. O Brasil, por sua vez, cobre-se mais ainda de vergonha aos olhos o mundo. O clarão de luz , esperança, bondade e energia com os quais Ághata encantou a todos na Terra, vai iluminar ainda mais as estrelas. O orvalho da eternidade terá em Ághata uma sublime parceira.
Na ONU, Arthur Virgílio defende desmatamento zero na Amazônia
Convidado a participar das discussões das ações pelo clima, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, levou para a Organização das Nações Unidas (ONU) as propostas pactuadas no Fórum de Cidades Amazônicas, realizado em Manaus. “Os governantes do mundo precisam ter o controle desse processo [de mudanças climáticas] com lucidez, ou então, ao final deste século, o planeta perderá suas melhores condições de habitabilidade”, afirmou o prefeito referindo-se ao Acordo de Paris, que pretende manter o aquecimento global abaixo de 1,5°C.
Arthur Virgílio foi muito aplaudido pela plenária ao encerrar seu discurso com palavras fortes e que expressam o desejo dos líderes locais e organizações que defendem a Amazônia. “Garimpo na Amazônia, não! Nossa meta é desmatamento zero”, afirmou.
Dividindo a mesa de discussão com o ministro dos Povos do Pacífico da Nova Zelândia, o representante da China para Mudanças Climáticas, a secretaria executiva da ONU na Comissão Econômica para a Europa, o secretário-geral do ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade, entre outras autoridades, o prefeito de Manaus chamou atenção para a necessidade de proteger a Amazônia, promovendo o desenvolvimento sustentável. “As recentes queimadas na Amazônia chamaram atenção do mundo, mas outros fatores comprometem a qualidade socioambiental da região, como o garimpo e a extração ilegal [de recursos minerais]”, declarou Arthur Virgílio Neto, citando um trecho do Pacto das Cidades Amazônicas.
O prefeito de Manaus participou dos debates das Reuniões de Coalizão, que são os painéis da Cúpula do Clima da ONU que antecedem a reunião com o secretário-geral da ONU, prevista para o dia 23/9, segunda-feira. As discussões seguem pelo domingo, 22, na sede da ONU, em Nova York, Estados Unidos. A cúpula do secretário-geral terá participação de alguns líderes mundiais e de poucas representações locais. Arthur compõe um grupo de cerca de dez prefeitos de todo o mundo que foram convidados para o evento.
Propostas
Ainda em sua fala, o prefeito de Manaus pontuou as principais propostas do Pacto das Cidades Amazônicas, entre elas, a sugestão à ONU pelo reconhecimento do Dia Internacional da Amazônia, a ser celebrado anualmente em 5 de setembro.
O Pacto das Cidades Amazônicas, apresentado por Arthur na Cúpula do Clima da ONU, foi criado no 1º Fórum de Cidades Amazônicas, realizado no início deste mês pela Prefeitura de Manaus, em parceria com a Fundação Konrad Adenauer e o ICLEI.
Cúpula do Clima
A Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas deve reunir este ano, pelo menos, 60 países para discutir ações para reduzir os impactos das mudanças climáticas. O evento antecede a 25ª edição da Conferência Mundial do Clima – COP 25, que será realizada em dezembro, no Chile.
Pela primeira vez, a Cúpula do Clima foi aberta, neste sábado, 21, por jovens ativistas e empreendedores. A programação segue até a segunda-feira, quando chefes de estado e representantes de governos devem apresentar a proposta para frear o aquecimento global.
Arthur Virgílio foi muito aplaudido pela plenária ao encerrar seu discurso com palavras fortes e que expressam o desejo dos líderes locais e organizações que defendem a Amazônia. “Garimpo na Amazônia, não! Nossa meta é desmatamento zero”, afirmou.
Dividindo a mesa de discussão com o ministro dos Povos do Pacífico da Nova Zelândia, o representante da China para Mudanças Climáticas, a secretaria executiva da ONU na Comissão Econômica para a Europa, o secretário-geral do ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade, entre outras autoridades, o prefeito de Manaus chamou atenção para a necessidade de proteger a Amazônia, promovendo o desenvolvimento sustentável. “As recentes queimadas na Amazônia chamaram atenção do mundo, mas outros fatores comprometem a qualidade socioambiental da região, como o garimpo e a extração ilegal [de recursos minerais]”, declarou Arthur Virgílio Neto, citando um trecho do Pacto das Cidades Amazônicas.
O prefeito de Manaus participou dos debates das Reuniões de Coalizão, que são os painéis da Cúpula do Clima da ONU que antecedem a reunião com o secretário-geral da ONU, prevista para o dia 23/9, segunda-feira. As discussões seguem pelo domingo, 22, na sede da ONU, em Nova York, Estados Unidos. A cúpula do secretário-geral terá participação de alguns líderes mundiais e de poucas representações locais. Arthur compõe um grupo de cerca de dez prefeitos de todo o mundo que foram convidados para o evento.
Propostas
Ainda em sua fala, o prefeito de Manaus pontuou as principais propostas do Pacto das Cidades Amazônicas, entre elas, a sugestão à ONU pelo reconhecimento do Dia Internacional da Amazônia, a ser celebrado anualmente em 5 de setembro.
O Pacto das Cidades Amazônicas, apresentado por Arthur na Cúpula do Clima da ONU, foi criado no 1º Fórum de Cidades Amazônicas, realizado no início deste mês pela Prefeitura de Manaus, em parceria com a Fundação Konrad Adenauer e o ICLEI.
Cúpula do Clima
A Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas deve reunir este ano, pelo menos, 60 países para discutir ações para reduzir os impactos das mudanças climáticas. O evento antecede a 25ª edição da Conferência Mundial do Clima – COP 25, que será realizada em dezembro, no Chile.
Pela primeira vez, a Cúpula do Clima foi aberta, neste sábado, 21, por jovens ativistas e empreendedores. A programação segue até a segunda-feira, quando chefes de estado e representantes de governos devem apresentar a proposta para frear o aquecimento global.
Zona Franca de Manaus é essencial para preservação da floresta amazônica
A importância estratégica da Amazônia para o Brasil e para o mundo e a necessidade incondicional de sua preservação, temas recorrentemente destacados pelo presidente da Republica, Jair Bolsonaro, em discurso realizado nesta terça-feira (24) na abertura dos Debates Gerais da 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, guardam relação direta com o trabalho desenvolvido pela Suframa na administração da Zona Franca de Manaus (ZFM) – modelo de desenvolvimento regional mais exitoso da história do País.
Criada há mais de 50 anos pelo governo brasileiro, a Zona Franca de Manaus foi estabelecida, originalmente, para ser um centro industrial, comercial e agropecuário dotado de condições econômicas que permitissem seu desenvolvimento, diante dos fatores locais e das grandes distâncias dos centros consumidores de seus produtos. No entanto, especialmente a partir da implementação e da ampliação das operações do Polo Industrial de Manaus (PIM), a ZFM passou a gerar uma externalidade ambiental positiva, a qual, ainda que não intencional – uma vez que o modelo foi criado essencialmente com a lógica do desenvolvimento e da integração nacional –, exerceu influência decisiva para a preservação da floresta amazônica ao longo das últimas décadas.
A argumentação de que a Zona Franca de Manaus promove a harmonia entre a conservação ambiental na Amazônia e ações de desenvolvimento pode ser comprovada cientificamente por estudos como o livro “Impacto virtuoso do Polo Industrial de Manaus sobre a proteção da floresta amazônica: discurso ou fato?”, desenvolvido nos anos de 2009 e 2010 por pesquisadores das universidades federais dos Estados do Amazonas e Pará, do Instituto Piatam e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), com resultados avaliados, ainda, por pesquisadores dos Estados Unidos, Europa e América Latina.
Neste estudo, avaliou-se o impacto do PIM na proteção da floresta em território amazonense em dois períodos distintos: até 1997 e entre 2000 a 2006, tendo como base os dados disponíveis sobre desmatamento no Estado. O estudo apurou que, no período de 2000 a 2006, quando a base de dados sobre o desmatamento na região passou a ter continuidade e consistência, a pressão sobre a floresta amazônica diminuiu entre 70% e 77%, em razão, fundamentalmente, da existência do Polo Industrial de Manaus. Com isso, demonstrou-se cientificamente que o modelo ZFM contribui para diminuir a pressão sobre os recursos ambientais e evitar o desmatamento da floresta amazônica.
Atualmente, o modelo ZFM é reconhecido nacional e internacionalmente como exemplo bem-sucedido de desenvolvimento e de conservação de sua área de atuação – Estados da Amazônia Ocidental e municípios de Macapá e Santana, no Estado do Amapá – em bases sustentáveis. Somente o Estado do Amazonas, mesmo após mais de quatro décadas de atividades industriais intensas, mantém preservada aproximadamente 98% de sua cobertura vegetal, marca inigualável que prova que é possível harmonizar alto grau de avanço tecnológico e respeito ao meio ambiente.
Indiscutivelmente, a preservação da floresta amazônica garante inúmeros benefícios para o Brasil e para o mundo. A Suframa, Autarquia do governo brasileiro vinculada ao Ministério da Economia, irá continuar empenhada no compromisso de garantir não apenas a sustentabilidade da região e seu progresso socioeconômico, mas também a estabilidade e o fortalecimento da Zona Franca de Manaus, principal agente de preservação deste patrimônio da humanidade.
Ághata, o anjinho de 8 anos queria ser bailarina.
Irresponsáveis armados e fardados acabaram com a vida e com os sonhos da doce
criança. Sua ternura, pureza e alegria foram para o melhor
lugar do mundo: para perto de Deus. Uma caravana de anjos e reis veio buscá-la.
Ághata foi mais uma vítima da brutalidade, da impunidade, da covardia, da
intolerância e da insegurança que tomaram conta do Rio de
Janeiro. Diante dos clichês e das desculpas esfarrapadas e cretinas das
autoridades, resta aos pais, amigos e familiares de Ághata o desespero,
o choro, a agonia e a indignação. O Brasil, por sua vez, cobre-se mais ainda de
vergonha aos olhos o mundo. O clarão de luz, esperança, bondade e energia
com os quais Ághata encantou a todos na Terra, vai iluminar ainda mais as
estrelas. O orvalho da eternidade terá em Ághata uma sublime parceira.
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Não
fiquei surpreso com a pobreza intelectual do discurso de Bolsonaro, na ONU.
Texto recheado de repetidas e cansativas acusações, ressentimentos, clichês
surrados sobre a Amazônia, e ameaças descabidas. Seguramente a rispidez, o
provincianismo e grosseria de Bolsonaro não agradaram aos mais de 140 chefes de
Estado presentes ao plenário da ONU. Enfatizar que ninguém mete o bedelho na soberania do Brasil foi
valentia óbvia e desnecessária. Acusar parte da imprensa de sensacionalista,
foi outra bobagem. Na ONU, os presidentes devem enfocar detalhes
da política externa de seus países. Anunciar avanços e contribuições de suas
gestões. Medidas que podem servir ao mundo. Não praguejar como se estivesse em
palanque eleitoral. Travestido de vítima e salvador da Pátria. Para concluir a
série bestial de pantomimas, Bolsonaro deveria badalar para o mundo que insiste
em tornar o filho catedrático em fritar hambúrguer, embaixador nos Estados
Unidos.
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Excelente a
matéria de Johanns Eller (O Globo- 22/9) destacando a vigilante e árdua missão
do general Augusto Heleno como ministro do Gabinete de Segurança Institucional
da Presidência da República. Heleno tem amplo currículo de bons serviços ao
país. É respeitado por civis e militares. Patriota e competente. Quem dera que o governo contasse com mais
expressivos e firmes Helenos auxiliando Bolsonaro.
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Não
foi só Ganso que jogou mal, contra o Goiás. Todo o time deu vexame. Seguramente
a mais fraca partida do Ganso que assistir. O meia já entrou cabisbaixo. Cara
amarrada. Triste. Em campo nada deu certo. Ficou evidente que Ganso e Nenê não
podem jogar juntos. Ganso precisa jogar mais na frente. Perto da área
adversária. Como atuou, e bem, contra o Corinthians. Algo anda dando errado na
vida pessoal do Ganso. Alguma coisa tem atrapalhado e muito o rendimento do
excepcional jogador. Como Ganso costuma ser retraído, a situação piora.
Analistas de meia pataca não têm autoridade para jogar pedras em Ganso. Falam
tolices sem procurar saber o que está acontecendo com o atleta. Lamento que
Ganso esteja se prejudicando, profissionalmente, no combalido e confuso time do
fluminense. Agora Ganso não pode mudar de clube. Ano que vem seguramente trocará
de ares. Levantar a cabeça. Voltar a jogar seu vistoso e inteligente
futebol. Se realmente ainda pretende
merecer uma chance de Tite na seleção.
................................................
Na
coluna de 22/9, no Globo, Marcelo Barreto ao recordar os títulos mundiais de
futebol, conquistados pelo Brasil, salienta que Ricardo Teixeira como
presidente da CBF conquistou 2 títulos, em 94 e 2002. Nessa linha, segundo o colunista,
João Havelange, como presidente da então CBD, não conquistou nenhum título.
Barreto errou feio. Com Havelange no
comando da entidade, o Brasil foi campeão do mundo nas copas de 58, 62 e 70.
....................
Com
licença aos craques da legítima música popular, Orestes Barbosa e Tom Jobim:
minha rua, no Lago Norte, era um palco iluminado. Eu dormia vestido de
felicidade. Embalado por emoções. Acordava com passarinhos. A sinfonia mudou: É
prego, martelo e pedra. É escavadeira e
furadeira. É o caminhão perfumado e barulhento da limpa-fossa. É o ronco do
motosserra, da enceradeira e também da britadeira. Tem latidos para todos as horas,
alturas e gostos. Além do débil mental pilotando motocicleta com cano de
descarga aberto. Sou feliz com o inferno ao redor e não sabia. E cara alegre.
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
Collor abre os olhos de Bolsonaro - Folha de São Paulo - 17 setembro
Qualificada, ponderada, firme, lúcida e patriótica a entrevista do ex-presidente e senador Fernando Collor. O título da matéria é oportuno, significativo e didático. Soa como sugestões e alertas de quem sabe que o poder é efêmero e massacrante. De homem público que deseja o melhor para a coletividade. (Poder - 17/9 - Folha de São Paulo - "Para Collor, Bolsonaro ganharia muito se retirasse a ideologia de seu governo").
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