domingo, 28 de junho de 2026

Trajetória de um bom boleiro

Joguei com Cláudio, goleiro do Santos de Pelé e da seleção, substituindo Gilmar. Ele morreu de AVC, aos 26 anos, acho eu.

E joguei com Bayma, que não foi profissional, mas Paulo César Caju considerava o melhor central do país. Nunca joguei com eles, mas era amigo de Cafuringa e de Marco Antônio, lateral do Vasco e da seleção brasileira.  Na nossa época, somente pobre se profissionalizava no futebol. Garoto de classe média fugia disso, porque jogador ganhava pouco dinheiro e tinha de dormir na concentração aos sábados. rsrsrsrsr. Eu jogava mais futebol de salão, no juvenil do Fluminense.

Forte abraço,

Carlos Newton 

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