quinta-feira, 28 de maio de 2020
Murilo por Hélio
Seria magnífico se a Academia Brasileira de Letras elegesse Hélio Fernandes para a vaga de Murilo Mello Filho. Lúcido, escrevendo diariamente no blog e caminhando dignamente para os 100 anos de idade, Hélio Fernandes engrandeceria a ABL.
O quarto número, impresso e online, da boa revista mensal, Cenarium, de Manaus, tem como matéria de capa, excelente entrevista com o presidente do Tribunal de Contas do Amazonas, conselheiro Mário de Mello. A publicação é dirigida pela jornalista Paula Litaiff. Entre outras considerações, Mário destaca o carinho, apreço e respeito que tem pelos primos, ministro do STF, Marco Aurélio de Mello, e pelo ex-presidente e senador, Fernando Collor.
quarta-feira, 27 de maio de 2020
Rede de marginais
A imprensa faz bem, escancarando fotos e nomes dos "terroristas virtuais", como definiu e salientou, em discurso, o ministro do STF, Luiz Roberto Barroso, ao tomar posse na presidência do TSE. Pilantras. Maus brasileiros. Falsos democratas. São arrogantes, intolerantes, nefastos, desprezíveis e perigosos. Muitos deles escondidos atrás de mandatos parlamentares. Usam redes sociais, de forma irresponsável, covarde e leviana, para divulgar e propagar notícias falsas, ameaçadoras e insultuosas, contra instituições e figuras públicas.
terça-feira, 26 de maio de 2020
Bajuladores intolerantes
Repudio, como cidadão e veterano repórter, insultos, ameaças e palavrões de desesperados, intolerantes, covardes e desprezíveis apoiadores de Bolsonaro aos jornalistas que até então cobriam o presidente da República, na entrada do Palácio do Alvorada. A corja de alucinados extrapolou os limites do bom senso e da civilidade. Perdem tempo se pensam (perdão, foi mal) que intimidarão a imprensa com patadas, berros e ódio nos olhos. A democracia e a liberdade de expressão não admitem, não convivem e deploram excessos de transloucados.
segunda-feira, 25 de maio de 2020
Ressentidos e rabugentos
O precioso espaço Fórum dos Leitores, do Estadão, tem acolhido, com raro prazer e frequência, textos desvairados de apopléticos leitores contra Collor de Mello. Rabiscadores com a alma dominada pelo ódio, pelo ressentimento, pela má fé e pela burrice. Não costumo perder meu tempo com sandices. Armas de quem prefere vociferar do que raciocinar. Nesse sentido, saudando o indispensável contraditório, observo e saliento que Collor tirou o Brasil das amarras do atraso. Abriu a economia brasileira ao mercado internacional. Deixou leis que permanecem servindo aos brasileiros. Promoveu, no Rio de Janeiro, o primeiro encontro mundial sobre meio ambiente. Presentes centenas de chefes de Estado. Iniciativa que alertou o planeta para a importância do tema. Collor foi inocentado, pelo STF, em dois julgamentos, de todas as torpes acusações de corrupção de seus levianos detratores. Por fim, ilustrando, há pouco dias, entrevistado no canal Consultor Jurídico, com Collor e Temer, FHC destacou que graças ao plano econômico do governo Collor, foi possível incrementar o Plano Real. É feio e repugnante insultar os fatos. Cresçam, leiam, estudem.
domingo, 24 de maio de 2020
Alma moída
Não deixo entrar o
vento da amargura
nem os sinos das montanhas
tão pouco os corações perdidos
os olhos agoniados
nem os cordões da angústia
saudarei a ternura dos iludidos
esquecida nas frestas
dos cegos adormecidos pelo amor.
O Brasil é governado por psicopatas
Prezados, leio a quase todos os vossos emails, com a manifestação sempre contundentes e proporcionais às ofensas a que se somos obrigados a receber como um pugilista fraco e nas cordas. É espantoso que a poucos meses de me tornar um idoso, sem merecer esta alcunha, por me faltar ainda a serenidade e sabedoria que sempre admirei a estes. Ontem percebi, ao assistir o tenebroso vídeo daquela "reunião" que pelo menos nos próximos dois anos não alcançarei os requisitos para adentrar a melhor idade. Não posso descrever o que senti, pois confesso que para mim foi original, um sentimento de raiva contida e impotência (em todos os sentidos). Estamos todos jogando nossas ultimas fichas no Decano Celso de Mello, todavia a vez de jogar será do PGR Augusto Aras e bem, voces já sabem onde ira parar esta investigação.Portanto, ainda que a voz da imprensa tenha aumentado o volume por alguma conveniência em breve voltará a se calar e continuaremos aqui indignados e sozinhos. O povo tem fome, tem medo e está sem tesão e como dizia Roberto Freire: "Sem Tesão Não Há Solução".
Norberto Gonçalves Júnior
(Pai, Orfão e triste)
Norberto Gonçalves Júnior
(Pai, Orfão e triste)
Anjos uniformizados
Anjos uniformizados e coloridos zelam por vidas. Sentinelas com olhos e mãos esperançosas. Astros e estrelas anônimos alegrando corações. Alimentando a fé. Entrelaçam sentimentos e emoções. São profissionais de várias categorias dedicados, ajudando vítimas do vírus da pandemia na penosa caminhada de volta ao porto seguro da normalidade. Médicos, enfermeiros, sanitaristas, vigilantes sanitários, nutricionistas, bombeiros, policiais militares, seguranças, socorristas e jornalistas, agrupando otimismo e amor. No fim da jornada serão eternamente lembrados e homenageados com respeito e dignidade pelas almas do bem e pelos deuses da gratidão e da solidariedade.
quinta-feira, 21 de maio de 2020
Novo levantamento identifica situação das indústrias do PIM em relação à Covid-19
Com o objetivo de reunir informações sobre a situação da indústria no enfrentamento da pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19), a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) realizou um segundo levantamento de dados junto às empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), no período de 12 a 17 de maio. O primeiro levantamento foi realizado pela Autarquia na segunda quinzena do mês de abril. Ambas as pesquisas estão disponíveis no site da Suframa (site.suframa.gov.br).
Numa amostra composta por 50 empresas que responderam à pesquisa da Suframa no mês de maio, dentre as maiores do PIM entre faturamento, investimentos e geração de empregos, 30% afirmaram que paralisaram totalmente as atividades, enquanto no primeiro levantamento, de abril, o percentual foi de 28%; 20% optaram por não realizar nenhum tipo de paralisação nas atividades (21% em abril); 22% das empresas optaram por paralisar entre um quarto e metade das suas atividades (20% em abril); 12% optaram por paralisar até um quarto das suas atividades (15% em abril); e as demais, 16%, paralisaram entre metade a 75% das atividades (16% em abril).
Entre as causas da paralisação total ou parcial das atividades, 70% das empresas citaram a redução da demanda ou cancelamento de pedidos de produtos; 58% citaram a proteção dos recursos humanos da empresa; 16% alegaram escassez de capital de giro para pagamento de pessoal e/ou fornecedores; 10% afirmaram haver falta de insumos, componentes ou matérias-primas importadas; e 2% a falta de insumos, componentes ou matérias-primas nacionais.
Em relação aos trabalhadores diagnosticados com Covid-19, 32% das empresas participantes da mostra declararam não haver nenhum diagnosticado com a doença em seus quadros funcionais. Das demais empresas, 52% afirmaram ter entre 1 a 10 funcionários da área operacional contaminados; 20% afirmaram ter entre 1 a 10 funcionários da área administrativa contaminados. Apenas 6% declararam possuir mais de 21 funcionários da área operacional com Covid; e 4% em relação à área administrativa.
Sobre as expectativas para a retomada, 46% das empresas cogitam retomar a normalidade de suas atividades e já estabeleceram um plano de ação para isso. Dentre as empresas que ainda enfrentam algum tipo de alteração no seu ciclo de atividades, apenas uma acredita que serão necessários mais de 90 dias para retomar a normalidade.
Ações de Collor foram fundamentais para incrementar o plano Real
Em recente entrevista no canal Consultor Jurídico, com Fernando Collor e Michel Temer, Fernando Henrique Cardoso afirmou que graças ao plano econômico do governo Collor, foi possível incrementar o Plano Real. Nessa linha, números da Fundação Casper Líbero revelam que a abertura da economia brasileira ao mercado internacional, modernizou os variados segmentos da indústria. Collor tirou o Brasil das amarras do atraso. Na área da saúde, a Unicef elegeu como os melhores do mundo, em 1991, os programas de saúde pública, "Agentes comunitários de saúde", "Parteiras legais" e "Erradicação do Sarampo". A OMS declarou que de 1990 a 1993, foram os anos em que o Brasil teve o número mais baixo de doenças de crianças. Em 1993, a ONU destacou o projeto "Minha Gente", com o prêmio "Modelo para a humanidade". No governo Collor, foi promulgada a Convenção Internacional dos Direitos da Criança. Com Collor, o SUS tinha 498 mil leitos. Em 1990, graças aos acordos internacionais firmados por Collor, os cartões de crédito brasileiros passaram a ser aceitos em todo o planeta. Com a abertura do mercado, empresas passaram a ter o Certificado Internacional de qualidade ISO 9000. Leis do governo Collor permanecem em vigor, como o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Por iniciativa do governo Collor, realizou-se, no Rio de Janeiro, o primeiro encontro mundial sobre o meio ambiente, com a participação de centenas de chefes de Estado. O certame alavancou a preocupação mundial a respeito do tema. Creio, por fim, que Collor agiu bem, com altivez, sinceridade e dignidade, pedindo desculpas pelo confisco da poupança. Seu gesto foi alvo de elogios e cotoveladas. Reações naturais de liberdade de expressão. Todas as torpes acusações de corrupção de seus levianos detratores foram repelidas, em dois julgamentos pelo STF. Collor é o único homem público brasileiro com dois atestados de idoneidade firmados pela Suprema Corte. Belo dia o legítimo e fiel relato da história republicana fará justiça ao ex-presidente e atual senador.
sábado, 16 de maio de 2020
Cultivo de anjos
Não mesquinharei meus sentimentos
com receio do caos das trevas enamoradas
por ventanias destroçadas
em frascos amorosos
derretidos em sonoridade rasteira
perturbando almas perdidas
no templo do ódio milenar
dos desaforados e desapegados
de riquezas e honrarias
sabem que a simplicidade nasceu
da ternura e veste homens com pitangas
do céu e pérolas raras.
Vicente Limongi Netto
Animal farm
Meus caros, o escritor George Orwell criou uma fábula para criticar o Poder, em que são muito claras as referências ao poder soviético que se estabeleceu na Russia no tempo do Stálin. No Brasil chamou-se ¨A Revolução dos Bichos¨, pois ambientou a fábula numa granja, quando os bichos, comandados pelo porco Major, se insurgiram contra os homens que os exploravam.
Vitoriosos, os bichos assumiram o poder e passaram a gerenciar a granja já sob as ordens do porco Napoleão (Stálin), depois da morte do porco Major. Com o banimento do porco Snowball (Trotski), a Revolução degenerou numa tirania ainda pior que a dos humanos, com expurgos, a instituição de um ¨estado policialesco¨, a deturpação da História. Com o passar dos dias, os animais começaram a
caminhar sobre duas patas e a ficar cada vez mais parecidos com os diabólicos humanos.
Sem querer traçar um paralelo com a fábula, apenas um pequeno detalhe me ocorreu em relação ao momento atual da nossa política. Refiro-me aos Generais que ascenderam ao Poder junto com o Bolsonaro. Quando eu votei nele (argh!) no 2º turno, achei que os Generais poderiam exercer
uma influência positiva no (des)Governo do ¨Mito¨, pois sempre os vi como homens equilibrados, verazes, e independentes.
Minha decepção com os ¨três porquinhos¨, Braga Neto, Ramos e Heleno se deu quando resolveram mentir descaradamente durante o Inquérito sobre a pretendida interferência do Bolsonaro na PF. Esquecendo o ¨script¨, pois certamente combinaram antes, deram versões conflitantes sobre o episódio, a ponto do ¨Mito¨ter corrigido o porquinho Ramos dizendo que ele se enganou. O General disse ao Delegado não lembrar de vários fatos importantes, mas ¨lembrou¨ que quando o Bolsonaro falou em Segurança lançou um olhar ao ¨porquinho¨ Heleno. É muito descaramento!
Mutatis mutandis, os três porquinhos estão ficando cada vez mais parecidos com o ¨Mito¨!
Um abraço do Humberto Ellery
Comentários ao texto publicado na Tribuna da Internet
Jorge Béja
Vicente, Vicente, quanta inspiração nesta mensagem!!. Linda, linda, muito linda. Me lembrei logo do diálogo do Pequeno Príncipe com o piloto Exupéry, quando seu avião caiu no deserto do Saara. Exupéry entendeu a mensagem do Pequeno Príncipe. Já esse vovô….Não creio que tenha a mínima sensibilidade para entender a chegada do neto. Nem alcançar esta sua sublime mensagem postada aqui na Tribuna da Internet.
Luiz
Bom dia senhores!
Parabéns Vicente, é de pessoas assim como você que, não somente esse, mas todos os Presidentes que seassentarem na cadeira mais alta de nossa nação, necessitam. Conselheiros que possam agregar algo de bom para o governante, ainda que o mesmo seja um tanto bronco e teimoso como o atual, porém para o nosso bem, de toda a nação, seria salutar que tivéssemos tais pessoas em torno de nosso governante terreno mor.
Um forte abraço.
Jose Pereira Fiho
Senhor Abrahão bom dia.
Por não ser usual é que foi fenomenal.
Ironia refinada; de alto nível.
Mas, vamos continuar rezando a Deus e em nome de seu filho Nosso Senhor Jesus Cristo, pedir para que ele oriente ao Anjo Protetor do PR, atuar com mais vigor.
Por não ser usual é que foi fenomenal.
Ironia refinada; de alto nível.
Mas, vamos continuar rezando a Deus e em nome de seu filho Nosso Senhor Jesus Cristo, pedir para que ele oriente ao Anjo Protetor do PR, atuar com mais vigor.
sexta-feira, 15 de maio de 2020
Prefeito de Manaus reage e chama Bolsonaro de incapaz: 'um presidente que não se dá ao respeito'
“Eu jamais ofenderia o pai do presidente Jair Bolsonaro. Posso dizer coisas muito duras para ele, como por exemplo que ele é um incapaz, um completo incompetente e não sabe para que lado vai o governo brasileiro. Ele não está à altura de governar um país grande, complexo e valoroso. Estamos diante de um presidente despreparado para o exercício dessa função”. A reação é do prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, sobre o vazamento do conteúdo de parte do vídeo da reunião ministerial, no qual Bolsonaro o classifica como “vagabundo”, conforme matéria publicada na revista Veja, e faz insinuações maldosas sobre o ex-senador Arthur Virgílio Filho, pai do prefeito, com a expressão “também, sendo filho de quem é”.
“Sou muito orgulhoso de ser filho de quem sou. Meu pai foi um homem valoroso, que trouxe energia elétrica, trouxe a Universidade do Amazonas, que tem um histórico respeitável como senador e é admirado pelos mais velhos, que o conheceram pessoalmente, e pelos mais jovens, que o conhecem pela sua história. A referência do presidente ao meu pai é uma tentativa de ‘piada’ de mau gosto, como a que ele mesmo fez em relação ao Fernando Santa Cruz, pai do Felipe, atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil. Ele quis me atingir porque meu pai resistiu à ditadura, não calou a sua voz diante dos generais de plantão no Senado e teve sua história brutalmente interrompida pelo ominoso AI-5”, reagiu Virgílio. “Sei a amargura que o presidente provocou no Felipe, como provocou em mim, na minha família”, lamentou.
Arthur Virgílio atribui o uso da imagem de seu pai ao fato de que o ex-senador atuou fortemente contra a ditadura militar, a qual o atual presidente faz apologia. “Certamente porque meu pai foi contra a ditadura militar, o presidente fez esse ataque desnecessário a sua memória. Meu pai era contra a ditadura, que torturou, que matou muita gente, que é responsável pela desgraça de muitas famílias, que desapareceu com muitas pessoas. O Bolsonaro é saudoso do torturador Brilhante Ustra”, criticou. “Meu pai fez muita coisa pelo Amazonas e pelo Brasil, muito diferente do presidente, que nunca fez nada pelo Rio de Janeiro e não está fazendo nada pelo Brasil. Essa é a diferença!”, afirmou.
Virgílio também reagiu ao título de “vagabundo”, utilizado pelo presidente Jair Bolsonaro. “O presidente me chamou de vagabundo. Mas só me tocou porque usou a expressão ‘sendo filho de quem é’. Não fosse isso, eu iria dar um puxão de orelha nele, porque ele é um presidente que não se dá ao respeito. Ele insultou a memória do meu pai, um dos maiores parlamentares da história desse país. Eu poderia ser grosseiro e dizer: poxa, mas meu pai nunca se meteu em rachadinha, meu pai não tem um Queiroz na vida dele, meu pai não estava preocupado em trocar delegado da Polícia Federal para se beneficiar ou beneficiar pessoas suas”, disse.
“Eu pergunto: vagabundo, eu, que trabalho até de madrugada para enfrentar a Covid-19 aqui em Manaus ou quem fica batendo perna pelas ruas dizendo bobagem? Eu, que fiz, junto com empresários locais, um hospital de campanha para salvar vidas ou quem fica desinformando o povo? Vagabundo, eu, que faço minhas atividades físicas de madrugada depois de trabalhar durante o dia ou quem, abordado por uma jornalista na porta de um hospital, diz foi ali fazer um teste de gravidez? Isso choca, vindo do homem que está presidindo o país”, rechaçou o prefeito de Manaus.
Em um longo vídeo publicado em suas redes sociais, Arthur Virgílio Neto fala do mal que o presidente está provocando à economia do país, com suas declarações desestabilizadoras, da má relação que ele tem com os jornalistas, do caso das nomeações para a Polícia Federal do Rio de Janeiro, das constantes querelas que o presidente provoca com vários setores e do seu comportamento incompreensível diante do quadro de pandemia no país.
“No ano passado, deveríamos ter um crescimento de, ao menos, 3% e isso não aconteceu. Este ano, sem o quadro de pandemia, já havia de previsão de crescimento menor do que 1%”, apontou Virgílio. Na opinião do prefeito, esse quadro é provocado pela insegurança intrínseca à figura e falas do presidente Jair Bolsonaro. “O quadro seria muito diferente se ele não quebrasse, constantemente, as expectativas internacionais”, defendeu.
O prefeito de Manaus também responsabilizou o presidente por grande parte dos casos de Covid-19 ocorridos no país e pelas mortes, em consequência. “Porque ele estimula as pessoas a irem para as ruas. Ele fica batendo perna em Brasília, ao invés de cuidar do governo. É uma irresponsabilidade ambulante”, afirmou.
Supletivo de máscara
Bolsonaro mostra-se inepto até mesmo no uso correto da máscara. O mais grave: na maioria das vezes não faz uso dela. Fantasiado de super-homem de barro, o presidente debocha da ciência e da vida. Inacreditável que nenhum auxiliar ou a primeira-dama, coloquem na cabeça de Bolsonaro que o uso da máscara preserva vidas. Inclusive a dele. Abraçou, efusivamente, sem máscara, no Palácio do Planalto, como estivesse no Maracanã, um constrangido Rodrigo Maia que usava máscara. Recebeu, sem máscara, dois ministros do STF que usavam máscaras. Fala grosserias aos jornalistas esfregando as mãos na máscara. Ministros próximos de Bolsonaro, como Braga Neto, Luiz Ramos e Jorge Oliveira, também desdenham a máscara. Seguem a cartilha irresponsável do "mito". Acham graça do habitual festival assombroso de patetices do chefe da nação.
Empresa do Pólo Industrial de Manaus doa cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade social
Dez mil cestas básicas serão distribuídas para famílias em situação de vulnerabilidade social em Manaus devido à pandemia. Os mantimentos foram doados pela Transire, por meio do presidente da empresa, Gilberto Novais, ao Governo do Amazonas, e a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) fará a distribuição dos alimentos. A iniciativa faz parte da estratégia do Governo do Estado para fortalecer a relação com a iniciativa privada para atender famílias que estejam sofrendo com a falta de recursos nesse período de isolamento social.
As cestas básicas serão distribuídas a 10 mil famílias, por meio de 200 instituições sociais cadastradas na Sejusc, que desenvolvem trabalhos direcionados aos grupos em situação de vulnerabilidade social, como mulheres, idosos, crianças e adolescentes, Pessoas com Deficiência (PcDs), população em situação de rua e o público LGBT. Essas instituições serão responsáveis por distribuir os alimentos para as famílias atendidas por suas respectivas ações.
A titular da Sejusc, secretária Caroline Braz, destaca que o Estado tem recebido o apoio das empresas do Pólo Industrial de Manaus (PIM) e assim tem conseguido ajudar mais famílias com dificuldades financeiras e de alimentos. A distribuição das cestas deve começar na sexta-feira (15). A programação deve seguir um horário marcado com as instituições para evitar aglomeração na hora da entrega. Muito bom! ( blog Pedrinho Aguiar_
quinta-feira, 14 de maio de 2020
Quem sabe a chegada da netinha possa amaciar o coração de Jair Bolsonaro…
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| Jair Bolsonaro compra briga com todo mundo e até com ele mesmo |
Vicente Limongi Netto
Olá, vovô Jair. Sua neta está chegando para adoçar seu coração. Você anda muito nervoso. Com a língua sem freios. Parece fio descampado. De onde venho, tudo ao redor é belo. Tem estrelas, borboletas e anjos cantando. Aqui também tem vidas que precisam ser preservadas. Pessoas morrendo e você se esbaldando de jet-sky. Menos, vovô.
O brasileiro é bom. Alegre. Não perde a fé. Muitos deles estão se queixando de suas atitudes. Fiquei sabendo que você é a maior autoridade do Brasil. Legal.
AMACIAR O GÊNIO – Meu vovô é famoso. Minhas fraldas vão se encher de orgulho. Chegarei para colocar ordem no seu cotidiano. Amaciar seu gênio explosivo e autoritário. Fala muito. Ofende e despeja tolices. Pare com a mania de querer intimidar as instituições. Vovô, não se bate nas pessoas nem com uma flor. Seja mais tolerante.
Durma e acorde com a Constituição. Aceite críticas. Alivie a alma fazendo o bem. Estarei por perto para alegar seus olhos. Tratei máscaras para você. Feitas pelos deuses do bom senso e da paciência. Dê bons exemplos. Usando-as. Como chefe da nação, você precisa conduzir o povo com ações de fé e altivez.
Menos grosseria, vovô. Mais generosidade. Mais amor, menos desamor. Caso contrário sua longa caminhada até 2022 permanecerá espinhosa. Respiremos juntos, vovô. Ventos da boa energia. Te amo, vovô Jair.
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