sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Overdoses de Kfoury
Juca Kfoury não perde a torpe mania de querer monitorar os outros.Adora patrulhar quem não lhe dar nenhuma importância. O rei das lorotas Kfoury consegue no máximo uma overdose de rancor, leviandade e patetice...(Esporte - " O exemplo da NFL" - Folha de São Paulo - 28/9).
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
FUNDO DO POÇO
Lamentavelmente, nosso País chegou ao fundo do poço em termos de corrupção, moralidade política, princípios éticos e insegurança pública e privada, jamais vistas em nossa história.
Os governantes, com raríssimas exceções, se apropriaram do poder em benefício próprio amparados pela impunidade secular e inspirados pelos “êxitos” alcançados, neste particular, por seus pares e antecessores. Os políticos correram na mesma esteira e os empresários se locupletaram em conluios criminosos nas licitações de obras, sucessivos aditivos dispensáveis, farta distribuição de propina, com a participação de Ministros de Estado e diretores de bancos e empresas estatais.
Quantos outros quartos com 51 milhões de reais existiram ou ainda poderão ser descobertos?
Nunca se viu tanto desvio de dinheiro público e tanto prejuízo para a população em termos de saúde e educação, principalmente, diante da conivência e/ou omissão de autoridades de diferentes níveis.
Felizmente, não há mal que não se acabe!
Muitos já estão pagando pelo que fizeram e inúmeros outros estão no mesmo caminho. Tão ou mais importante do que prisão é a devolução ao tesouro nacional, com as devidas correções, de tudo que surrupiaram.
E as delações premiadas continuam e aterrorizam corruptos e corruptores, interrompendo o caminho livre que sempre tiveram para a consecução de seus objetivos deletérios contando com a impunidade e morosidade da justiça.
Hoje, muito se fala na LAVA-JATO, no impecável trabalho da Polícia Federal e do Ministério Público, na atuação de juízes corajosos como Sérgio Moro. Entretanto, nos esquecemos da origem de tudo isto.
Quem diria que o “mensalão” seria, de fato, o motivador de novos tempos para o Brasil.
Quantas CPI embrionárias sobre as “Empreiteiras” morreram no seu nascedouro no Congresso Nacional. Hoje, sabemos o porquê!
Roberto Jefferson foi punido pelos erros que cometeu, mas se não fosse ele jamais chegaríamos às atuais averiguações.
A sua acusação a José Dirceu foi antológica e surpreendeu a todos causando enorme impacto na opinião pública justamente no momento em que Lula e o seu partido desfrutavam de grande índice de popularidade.
Naquela ocasião, o provável futuro Presidente da República iniciou o seu calvário e Dilma foi escolhida para substituí-lo, chegando a ser reeleita.
Não se espera uma delação de Dirceu que acaba de considerar Palocci um traidor. Se a fizesse, não ficaria pedra sobre pedra porque, na prática, foi o executivo mais atuante na Praça dos Três Poderes e com enorme poder decisório, por mais de uma década.
O denuncismo ganhou muita força na vida nacional e o dedo duro, antes censurado, é atualmente incentivado.
O que se viu no caso dos dirigentes da JBS foi um escárnio e um verdadeiro absurdo. É inconcebível a concessão de total liberdade, inclusive no exterior, a criminosos confessos só porque denunciaram seus cúmplices de longa data.
Esta mancha permanecerá nos currículos do Procurador-Geral da República e do Ministro do Supremo Tribunal Federal responsáveis por tão infeliz sentença.
A generalização de tais procedimentos, às vezes amparados sem provas concretas, pode criar deformações no caráter das pessoas.
As Escolas e os educadores terão de enfrentar este novo desafio na formação e no relacionamento das crianças para contornar atritos inevitáveis decorrentes de delações que podem maximizar os bullyngs.
Saindo do fundo do poço, temos a esperança de que, no futuro, estes “mal feitos” não mais se reproduzam com tanta frequência, intensidade e descaramento.
A honestidade deve ser a principal virtude na escolha de políticos e de dirigentes de todos os níveis. E as eleições de 2018 estão chegando!
A oportunidade deve ser aproveitada, também, para estancar os enormes desperdícios observados principalmente nos Poderes Legislativo e Judiciário, repletos de mordomias inaceitáveis que agravam a situação econômica.
Não mais acreditamos que os empreiteiros tenham coragem, daqui para frente, de formarem cartéis e usufruírem vantagens ilícitas nas concorrências públicas.
É chegada a hora de terminar com empreendimentos hiperfaturados e inconclusos por falta de continuidade administrativa e planejamento.
Equipamentos novos e caríssimos apodrecem em galpões, áreas descobertas e, até, em hospitais aguardando liberação dependente de retrógrada burocracia. Ninguém tem competência para acabar com isto?
Contando com homens de bem e equacionados estes graves problemas, sobrarão recursos para serem investidos prioritariamente na saúde, educação e segurança.
E a população ficará permanentemente grata àqueles que contribuírem, direta e indiretamente, para a reversão de tão nefasta herança.
DIÓGENES DANTAS FILHO- Coronel Forças Especiais/Consultor de Segurança.
Os governantes, com raríssimas exceções, se apropriaram do poder em benefício próprio amparados pela impunidade secular e inspirados pelos “êxitos” alcançados, neste particular, por seus pares e antecessores. Os políticos correram na mesma esteira e os empresários se locupletaram em conluios criminosos nas licitações de obras, sucessivos aditivos dispensáveis, farta distribuição de propina, com a participação de Ministros de Estado e diretores de bancos e empresas estatais.
Quantos outros quartos com 51 milhões de reais existiram ou ainda poderão ser descobertos?
Nunca se viu tanto desvio de dinheiro público e tanto prejuízo para a população em termos de saúde e educação, principalmente, diante da conivência e/ou omissão de autoridades de diferentes níveis.
Felizmente, não há mal que não se acabe!
Muitos já estão pagando pelo que fizeram e inúmeros outros estão no mesmo caminho. Tão ou mais importante do que prisão é a devolução ao tesouro nacional, com as devidas correções, de tudo que surrupiaram.
E as delações premiadas continuam e aterrorizam corruptos e corruptores, interrompendo o caminho livre que sempre tiveram para a consecução de seus objetivos deletérios contando com a impunidade e morosidade da justiça.
Hoje, muito se fala na LAVA-JATO, no impecável trabalho da Polícia Federal e do Ministério Público, na atuação de juízes corajosos como Sérgio Moro. Entretanto, nos esquecemos da origem de tudo isto.
Quem diria que o “mensalão” seria, de fato, o motivador de novos tempos para o Brasil.
Quantas CPI embrionárias sobre as “Empreiteiras” morreram no seu nascedouro no Congresso Nacional. Hoje, sabemos o porquê!
Roberto Jefferson foi punido pelos erros que cometeu, mas se não fosse ele jamais chegaríamos às atuais averiguações.
A sua acusação a José Dirceu foi antológica e surpreendeu a todos causando enorme impacto na opinião pública justamente no momento em que Lula e o seu partido desfrutavam de grande índice de popularidade.
Naquela ocasião, o provável futuro Presidente da República iniciou o seu calvário e Dilma foi escolhida para substituí-lo, chegando a ser reeleita.
Não se espera uma delação de Dirceu que acaba de considerar Palocci um traidor. Se a fizesse, não ficaria pedra sobre pedra porque, na prática, foi o executivo mais atuante na Praça dos Três Poderes e com enorme poder decisório, por mais de uma década.
O denuncismo ganhou muita força na vida nacional e o dedo duro, antes censurado, é atualmente incentivado.
O que se viu no caso dos dirigentes da JBS foi um escárnio e um verdadeiro absurdo. É inconcebível a concessão de total liberdade, inclusive no exterior, a criminosos confessos só porque denunciaram seus cúmplices de longa data.
Esta mancha permanecerá nos currículos do Procurador-Geral da República e do Ministro do Supremo Tribunal Federal responsáveis por tão infeliz sentença.
A generalização de tais procedimentos, às vezes amparados sem provas concretas, pode criar deformações no caráter das pessoas.
As Escolas e os educadores terão de enfrentar este novo desafio na formação e no relacionamento das crianças para contornar atritos inevitáveis decorrentes de delações que podem maximizar os bullyngs.
Saindo do fundo do poço, temos a esperança de que, no futuro, estes “mal feitos” não mais se reproduzam com tanta frequência, intensidade e descaramento.
A honestidade deve ser a principal virtude na escolha de políticos e de dirigentes de todos os níveis. E as eleições de 2018 estão chegando!
A oportunidade deve ser aproveitada, também, para estancar os enormes desperdícios observados principalmente nos Poderes Legislativo e Judiciário, repletos de mordomias inaceitáveis que agravam a situação econômica.
Não mais acreditamos que os empreiteiros tenham coragem, daqui para frente, de formarem cartéis e usufruírem vantagens ilícitas nas concorrências públicas.
É chegada a hora de terminar com empreendimentos hiperfaturados e inconclusos por falta de continuidade administrativa e planejamento.
Equipamentos novos e caríssimos apodrecem em galpões, áreas descobertas e, até, em hospitais aguardando liberação dependente de retrógrada burocracia. Ninguém tem competência para acabar com isto?
Contando com homens de bem e equacionados estes graves problemas, sobrarão recursos para serem investidos prioritariamente na saúde, educação e segurança.
E a população ficará permanentemente grata àqueles que contribuírem, direta e indiretamente, para a reversão de tão nefasta herança.
DIÓGENES DANTAS FILHO- Coronel Forças Especiais/Consultor de Segurança.
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Suframa participa da inauguração da nova fábrica de componentes no PIM
A Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), representada pela superintendente adjunta de Projetos, Paula Soares, participou da inauguração da planta fabril da Boreo – fábrica de componentes do grupo Positivo Tecnologia – no Polo Industrial de Manaus (PIM). O evento contou com a participação do presidente do grupo Positivo, Hélio Rotenberg, e de representantes da Federação das Indústrias do Estado (Fieam) e do Centro da Indústria do Amazonas (Cieam). Estavam presentes ainda o superintendente adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Regional da SUFRAMA, Marcelo Pereira, o superintendente adjunto de Operações, Bruno Lobato, e o secretário de Planejamento e Desenvolvimento do Estado (SeplanCTI), José Jorge do Nascimento Júnior.
A superintendente Paula Soares ressaltou a demonstração de confiança da empresa na Zona Franca de Manaus (ZFM), que se reflete na expansão de suas atividades na região. Afirmou que “em um momento no qual a economia brasileira e a própria ZFM apresentam sinais de recuperação, tem-se a Positivo realizando investimentos de cerca de R$ 80 milhões com geração de mais de 300 empregos diretos. É a confiança que apenas um modelo cujos incentivos fiscais estão resguardados pela Constituição Federal pode oferecer aos empresários. Isto significa um aumento na geração de emprego e renda no Amazonas e, indiretamente, em outros Estados do País.”
O presidente da Positivo, Hélio Rotenberg, destacou que esta inauguração ocorre 20 meses após o início da atividade da primeira fábrica do grupo na Zona Franca de Manaus. “Trouxemos a produção de placas e baterias para a região, o que demonstra nosso objetivo de nos estabelecermos definitivamente na Zona Franca. Fizemos uma planta fabril com capacidade de produção de um milhão de componentes por hora, confiando que o momento de instabilidade do País passará e vamos crescer daqui pra frente.”
Os presentes foram convidados a prestigiar o descerramento oficial da placa inaugural da fábrica e a visitar a planta fabril, conhecendo de perto a produção de componentes que deve aumentar a capacidade produtiva do grupo na Zona Franca de Manaus.
A superintendente Paula Soares ressaltou a demonstração de confiança da empresa na Zona Franca de Manaus (ZFM), que se reflete na expansão de suas atividades na região. Afirmou que “em um momento no qual a economia brasileira e a própria ZFM apresentam sinais de recuperação, tem-se a Positivo realizando investimentos de cerca de R$ 80 milhões com geração de mais de 300 empregos diretos. É a confiança que apenas um modelo cujos incentivos fiscais estão resguardados pela Constituição Federal pode oferecer aos empresários. Isto significa um aumento na geração de emprego e renda no Amazonas e, indiretamente, em outros Estados do País.”
O presidente da Positivo, Hélio Rotenberg, destacou que esta inauguração ocorre 20 meses após o início da atividade da primeira fábrica do grupo na Zona Franca de Manaus. “Trouxemos a produção de placas e baterias para a região, o que demonstra nosso objetivo de nos estabelecermos definitivamente na Zona Franca. Fizemos uma planta fabril com capacidade de produção de um milhão de componentes por hora, confiando que o momento de instabilidade do País passará e vamos crescer daqui pra frente.”
Os presentes foram convidados a prestigiar o descerramento oficial da placa inaugural da fábrica e a visitar a planta fabril, conhecendo de perto a produção de componentes que deve aumentar a capacidade produtiva do grupo na Zona Franca de Manaus.
Mar de lama na PGR de Janot
Conspiração, vazamento criminoso de informações,
assassinato de reputações.
Esse é o mar de lama onde chafurdavam Janot e sua
trupe de “fiscais da lei”.
A sorte dessa “gente” é de estar no Brasil.
Em outro lugar, estariam na cadeia.
Silvio de Barros Pinheiro.
OAB/SP. 68797.
OAB/SP. 68797.
Ronaldinho sem noção
Depois do eleição desastrosa de Romário, um obscuro e inútil senador pelo Rio de Janeiro, outro ex-jogador famoso, Ronaldinho Gaúcho, anuncia que pretende disputar uma vaga de senador, em 2018, pelo Distrito Federal. Teríamos, então, na Câmara Alta, a patética, sem noção e trágica dupla Ro-Ro. Ninguém merece.
terça-feira, 26 de setembro de 2017
A família unida, bonita e feliz do empresário Luiz Antony é exemplo marcante de como o amor, a bondade e a solidariedade vencem todos os obstáculos. Sobretudo aqueles que parecem não ter solução.
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Antony, Marcelo (genro), Gustavo (filho mais velho), Joana (nora),
Luiz Neto (caçula), Maria Julia (neta) e Bia (filha).
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Falastrão Romário no programeco "Bem, amigos".
O programeco "Bem, amigos" recebeu o inexpressivo, medíocre e obscuro senador Romário. Colossal e medonho espetáculo de patetice, ordinarice e tolice. Galvão Bueno, como sempre, o supra sumo em matéria de chatice , presunção e arrogância, falou montes de sandices ao elogiar o livreco do desqualificado senador. Obra sem nenhuma importância jornalística, jurídica e literária. Romário foi na onda do falastrão Galvão. Vomitou ódio, recalque e acusações surradas e sem provas. Não tem autoridade nem moral para criticar ninguém. Teve a cara-de-pau de orientar o voto dos eleitores nas eleições de 2018. Logo Romário que não faz bulhufas em benefício dos cariocas. Hoje seguramente arrependidos por votarem nele. Um completo inútil. Sem noção. Pobre diabo.
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Turma dos sem noção atravanca a vida dos corretos
Os sofisticados adeptos do politicamente correto encontraram uma maneira de praticar com mais rapidez e insegurança suas encantadoras proezas. Agora fazem parte do Podemos, novo partido político que veio para botar para ferver nos hábitos dos brasilienses. Poderão continuar jogando lixo ns ruas, achando que calçadas e asfalto são lixeiras. Permanecerão indiferentes e longe do bom senso: não recolhendo a porcariada dos seus bichinhos de estimação; digitando no volante; Andando de bicicleta na calçada; passeando com cães imensos e agressivos sem a necessária e prudente focinheira; estacionando em locais proibidos;colando o carro na traseira do outro;desrespeitando vagas de idosos e deficientes; dirigindo com o braço para fora. O engraçadinho quer exibir o relógio novo ou perder o braço. Motoqueiros não brincam em serviço. Dar a seta nem pensar. Para a maioria é artigo de luxo. Sem importância. Imaginam que a seta é para enfeitar o carro ou usar como brinco. A turma gente boa dos politicamente corretos também insiste em não usar com atenção e segurança a faixa dos pedestres. Justiça aos motoristas. Nem todos são incapazes de respeitar a faixa. Também são graciosos, imprudentes e irresponsáveis quem estaciona nas curvas dos retornos, congestionando ainda mais quem deseja entrar na comercial. A sigla Podemos veio para ficar ainda mais perto dos sem noção. Os que agem certo e respeitam as leis e normas que se lixem.
Grande Limongi! Como sempre, seus textos retratam fielmente aquilo quer informar, com clareza e muita objetividade. O trânsito do DF está exatamente como colocou, talvez até pior. E olha, não é a primeira vez que você faz relatos dessa natureza. Parabéns pela iniciativa, pena que nada muda. Abraços e um ótimo domingo.
Kalil
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Senadora merece meu apoio
"Caro Limongi como retribuir essa atenção e generosidade comigo? Fazendo orações para que você tenha muita saude e vida longa! Fico entusiasmada com teu vigor e tua coragem para criticar figuras "intocáveis" da politica, do esporte, da Justiça, do MP e da economia! Abs e continue assim! Bom domingo!
Abs
Ana Amélia"
Caro amigo,
Essa é mais uma prova da sua estatura moral e do grande ser humano que você é, além de amigo irretocável.
O Brasil e nosso povo precisam de generosidade ontem, hoje e sempre. A humanidade necessita disso. E nada melhor que uma pessoa pública com o alcance que você tem nas mídias para praticá-la dando um belo exemplo a todos que te leem e te acompanham.
A generosidade é doação, é própria de quem está sempre a olhar para os lados e ao seu redor.
A generosidade adoça a alma de quem recebe, e engrandece a alma de quem a pratica.
Parabéns, Limongi, pelo seu simples, porém nobre gesto, que só faz aumentar a admiração que tenho pelo amigo.
Forte abraço,
(Antony)
Parabéns meu irmão !! É muito bom ser respeitado por uma pessoa como a nossa senadora Ana Amélia !!! Pra mim , uma das poucas representantes , que merecem a admiração e respeito do eleitor brasileiro !!!!!
(Nazaré Limongi)
Concordo com sua irmã, meu amigo. Parabéns. Abs
(Rose Marie Romariz Maasri)
O meu também.
Apoio e admiração.
(Aziz)
Concordo.
(Kleber Sampaio)
Concordo inteiramente. Como jornalista sempre foi uma pessoa
séria, honesta e amiga. Como senadora, desenvolve suas atividades políticas
como dignidade, honestidade, sem vaidades. Um número reduzidíssimo ali
poderia ser comparado à Ana Amélia. É um modelo a ser seguido.
(Aylê-Salassié)
Dupla assassina
A justiça decidiu: bombeiro e advogado que mataram duas pessoas e feriram outras duas, fazendo "pega", no trânsito de Brasília, foram indiciados por duplo homicídio doloso. Que paguem com o rigor que o assunto exige e que sirva de lição para outros irresponsáveis.
Horário de verão - Silvio de Barros Pinheiro
Demorou bastante, mas, finalmente, o governo começou a enxergar
a estupidez desse tal “horário de verão”.
É um tormento acintoso imposto aos trabalhadores e aos estudantes,
que têm de levantar ainda no escuro, pegar condução e se sujeitar à
insegurança reinante no País, tudo por conta de uma farsa que, apesar
da falácia dos “especialistas”, não traz economia alguma e só serve para
prejudicar a saúde da população.
A energia produzida que não é consumida simplesmente se perde e a
conta de luz nunca ficou mais barata nesse período.
Ao contrário, as pessoas começam a consumir energia mais cedo.
Na “democracia” em que vivemos, a população alguma vez foi consultada
pelos desocupados do Senado sobre a adoção desse transtorno maldito?
Acabem com esse horário farsesco.
Silvio de Barros Pinheiro.
a estupidez desse tal “horário de verão”.
É um tormento acintoso imposto aos trabalhadores e aos estudantes,
que têm de levantar ainda no escuro, pegar condução e se sujeitar à
insegurança reinante no País, tudo por conta de uma farsa que, apesar
da falácia dos “especialistas”, não traz economia alguma e só serve para
prejudicar a saúde da população.
A energia produzida que não é consumida simplesmente se perde e a
conta de luz nunca ficou mais barata nesse período.
Ao contrário, as pessoas começam a consumir energia mais cedo.
Na “democracia” em que vivemos, a população alguma vez foi consultada
pelos desocupados do Senado sobre a adoção desse transtorno maldito?
Acabem com esse horário farsesco.
Silvio de Barros Pinheiro.
Ganso desprezado por Tite
Tostão bateu o martelo ("O mundo ideal e o real"-Folha São Paulo- 20/9): escalou os titulares e reservas que Tite levará para a copa. Como Tite, o colunista também despreza Paulo Henrique Ganso. Ambos fecham os olhos para a clara evolução física e tática do virtuoso Ganso no Sevilla. Inacreditável. Tostão rasga elogios a Tite. O auxiliar técnico da seleção, Edu, que se cuide.
terça-feira, 19 de setembro de 2017
General amedronta hipócritas
A fala do general Mourão amedrontou as vestais grávidas. Porque tanto medo das Forças Armadas?Os corruptos não dormiram. Desinformados, ingênuos e patrulheiros deveriam respeitar os militares. Nos governos militares não havia corrupção. O trabalho era a mola mestra das administrações. Asnos deveriam respeitar, também, as palavras do general. Ou a democracia e a liberdade de expressão não valem para todos os brasileiros? Militar também é povo. Na linha onde desponta o timeco da hipocrisia, moleques fantasiados de políticos isentos, deitaram falação contra o general Mourão. Fedelhos engravatados sem autoridade para querer dar lições a um oficial graduado do Exército, que estudou e sempre se dedicou a servir a Pátria. Quantos podem dizer o mesmo? Patético que o ministro, um civil, outro absurdo, venha a público fazer média e dizer que o general será reprendido. Inversão de valores é isso. Pobre Brasil.
Zona Franca de Manaus sob ataque
É no mínimo inusitada a proposta do Ministério da Saúde para combater a obesidade infantil no País: aumentar impostos sobre as bebidas com açúcar. Nada de campanha pelo consumo consciente de bebidas e outros alimentos “engordativos”, nada de esclarecimentos e informações nutricionais à população, nada de ações específicas nas escolas. A estratégia do governo federal se resume ao aumento de impostos. E pior: como uma parte importante da indústria de bebidas está na Zona Franca de Manaus, nosso combalido modelo será o mais prejudicado caso a medida seja, de fato, implementada.
A impressão clara é que a preocupação do governo federal passa bem longo do problema da obesidade infantil, que é uma questão grave que precisa ser abordada de forma séria. A intenção do governo parece ser apenas a de aumentar a arrecadação e engordar a receita tributária. Mas esse tiro pode sair pela culatra; maus hábitos alimentares não serão corrigidos porque os refrigerantes vão ficar mais caros. Isso se faz com educação, conscientização dos pais, orientação nas escolas.
Por outro lado, a mudança na tributação das bebidas pode colocar em risco milhares de empregos mantidos por esse segmento na Zona Franca, fragilizando um setor que é um dos mais importantes do Polo Industrial de Manaus. Vale lembrar que os concentrados para preparação de bebidas são o principal produto de exportação da Zona Franca, responsável por mais de 30% de nossas vendas externas.
Com uma ameaça tão séria ao modelo que é o motor da economia local, era de se esperar uma reação forte dos parlamentares da bancada amazonense em Brasília. Mas o que se vê é absoluta passividade na Câmara dos Deputados, com parlamentares minimizando os efeitos da medida nas fábricas de Manaus, fazendo-se de surdos diante dos apelos de lideranças empresariais locais. A postura da bancada é exatamente a que se viu quando propostas recentes foram aprovadas no Parlamento Federal, inclusive com votos de parlamentares do Amazonas, apesar de todo o potencial prejuízo à indústria local. Quais são as chances da Zona Franca, quando aqueles que deveriam defender o modelo adotam um discurso de “não podemos vencer porque somos poucos”? O modelo ZFM vive dias muito sombrios. (A Crítica)
A impressão clara é que a preocupação do governo federal passa bem longo do problema da obesidade infantil, que é uma questão grave que precisa ser abordada de forma séria. A intenção do governo parece ser apenas a de aumentar a arrecadação e engordar a receita tributária. Mas esse tiro pode sair pela culatra; maus hábitos alimentares não serão corrigidos porque os refrigerantes vão ficar mais caros. Isso se faz com educação, conscientização dos pais, orientação nas escolas.
Por outro lado, a mudança na tributação das bebidas pode colocar em risco milhares de empregos mantidos por esse segmento na Zona Franca, fragilizando um setor que é um dos mais importantes do Polo Industrial de Manaus. Vale lembrar que os concentrados para preparação de bebidas são o principal produto de exportação da Zona Franca, responsável por mais de 30% de nossas vendas externas.
Com uma ameaça tão séria ao modelo que é o motor da economia local, era de se esperar uma reação forte dos parlamentares da bancada amazonense em Brasília. Mas o que se vê é absoluta passividade na Câmara dos Deputados, com parlamentares minimizando os efeitos da medida nas fábricas de Manaus, fazendo-se de surdos diante dos apelos de lideranças empresariais locais. A postura da bancada é exatamente a que se viu quando propostas recentes foram aprovadas no Parlamento Federal, inclusive com votos de parlamentares do Amazonas, apesar de todo o potencial prejuízo à indústria local. Quais são as chances da Zona Franca, quando aqueles que deveriam defender o modelo adotam um discurso de “não podemos vencer porque somos poucos”? O modelo ZFM vive dias muito sombrios. (A Crítica)
sábado, 16 de setembro de 2017
Blasfêmia contra Gérson
Devagar. A manchete esportiva do Correio Braziliense exagerou. "Canhotinha de ouro" (15/9) só existe um. Mora em Niterói. Consagrou Pelé e Jairzinho na Copa de 70, com preciosos lançamento. Foi campeão nos diversos clubes que jogou. Faltou senso e visão histórica. Sobrou clubismo. Gerson Nunes, o legítimo, verdadeiro e único canhotinha de ouro merece respeito. A comparação foi patética, abusiva, infeliz e ridícula. Gerson parou de jogar há 52 anos. Até hoje não apareceu meia cerebral e com forte personalidade como ele. A própria seleção não tem meia que faça com que o torcedor lembre do estupendo Gerson Nunes. É muita responsabilidade para Gustavo Scarpa, bom jogador, ser chamado de canhotinha de ouro. Enorme blasfêmia para o jovem meia do Fluminense carregar nas costas.
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
O Formidável elenco de boleiros da pelada do Amaralzão
Somos 36 gloriosos atletas. Altos, baixos, gordinhos, calvos, cabeludos. Uma vez por semana passamos gel ou óleo nas canelas e lá vamos nós.A pelada do Amaralzão nasceu em 1997. Amaralzão é nosso amado anfitrião. Glorioso, atencioso e figura humana impecável, José Gomes Amaral. Estamos conscientes de que nossos jogos são prolongamento de nossas vidas. Não importa se a bola reclame de alguns bicos exagerados ou se geralmente perdemos gols incríveis ou que deixamos de fazer uma bela jogada porque o peso da idade e de corpo não acompanha mais nosso raciocínio . Ou, porque não admitir, a técnica e a intimidade com a bola passaram longe. O importante é que fazemos tudo com ternura divertida. Erramos e também acertamos. Ainda bem. Estou certo de que os Deuses da bola nos acompanham e nos protegem. Todos carregamos dentro de nós um pouco de nossos ídolos. Exatamente porque temos consciência de nossas limitações. Ficamos felizes nos achando um Gerson, um Rivelino, um Neymar, um Tafarel, um Diego, um Ganso, ou um Messi. Se muitos jogadores profissionais também sonham e se espelham em craques antigos, famosos e consagrados, porque nós, boleiros do "Amaralzão" também não podemos sentir este gostinho doce na ponta das chuteiras? Nosso jantar é na primeira terça-feira do mês. Com presentes aos aniversariantes. Com aquela farra, alegria e ternura. Com recordações de lances e muita gozação. Tudo com direito a cervejas e refrigerantes. Porque ninguém é de ferro e a vida continua lá fora. Cuidemos, então, do nosso corpo. Das nossas trombadas e caneladas. Porque a vida é bela. Com amizade, solidariedade e alegria.
Recado dado. Firme, claro e categórico. Como devem ser as valorosas iniciativas dos bons combatentes. De setores produtivos e entidades merecedoras de atenção e respeito. Amazonino Mendes é calejado, do ramo e conhecedor dos pleitos e aflições dos amazonenses e do Amazonas.Não pode nem tem tempo para errar. Nessa linha, vai governar alinhado aos empresários, valorizando o polo industrial e combatendo com firmeza e autoridade a canalhada recalcada e covarde que joga as patas na zona franca de Manaus.
A Coluna Follow-Up, conforme prometido, continua, nesta semana, repercutindo o anúncio/compromisso do governador eleito, Amazonino Mendes, para sua gestão que se inicia em outubro. As manifestações continuam. O presidente do CIEAM. Wilson Périco, relembrou, em seu artigo no Espaço da Indústria, uma bandeira de reafirmação da existência da ZFM, motivo de sobra para o Amazonas por a cara no debate e exigir respeito à constitucionalidade de seus direitos contribuições e condições de trabalho. O presidente da FEAM, Antonio Silva, foi direto ao ponto e traduziu arrumar pelo conceito de inovar e pelo respeito à Lei: "Temos recursos de sobra para diversificar a economia". Já o Conselheiro do CIEAM, Armando Ennes, não poderia ser mais emblemático e ilustrativo nas expectativas de todos. "Arrumar a casa é colocar as coisas no lugar e deixar um cheiro bom no ar". Já o empresário Saleh Hamdeh, responsável pelo Observatório da ZFM em Brasília, foi peremptório. "Arrumar não pode ser a mesmice do mesmo".
Wilson Périco: Arrumar é exigir respeito aos direitos constitucionais do Amazonas.
"A Constituição autoriza o mecanismo da renúncia fiscal para reduzir desigualdades regionais. As divisas geradas no Amazonas, portanto, precisam ser investidas na Amazônia para gerar nova base econômica regional. As riquezas naturais desta região, tão cobiçada pelo mundo, precisam de um plano inteligente, sustentável e nacional de negócios. É tão difícil isto. A Costa Rica tem um. A Colômbia está empinando... Os ativos de nossa biodiversidade – ou de nossa geodiversidade – como o potássio do Baixo Amazonas, a maior reserva deste mineral no mundo, vital para os fertilizantes do agronegócios, precisam de desembaraços burocráticos e soluções inteligentes. O nióbio de São Gabriel da Cachoeira, ou os minerais da Renca, a Reserva Mineral, Cultural e estratégica da fronteira do Pará com o Amapá, não podem virar resposta rápida para equacionar o rombo fiscal e moral que nós não criamos. A palavra de ordem é transparência, gestão com inteligência para fazer das oportunidades naturais a inteligente prosperidade social e nacional. Topamos contribuir com a equação do rombo da classe política, mas queremos ser envolvidos na definição do melhor jeito, transparente e competente, de gerenciar a Amazônia. As entidades de classe, que representam as empresas do setor produtivo, querem ter vez e voz na aplicação dos recursos que estão, a duras penas, recolhendo a favor do Brasil."
Antônio Silva "Nossa prioridade é trabalharmos juntos para criar soluções duradouras para o Amazonas"
"Vamos trabalhar e fazer o dever de casa, cada um no seu quadrado, para fazer um governo redondo, integrado, organizado e de longo e médio prazo. Cada um no seu quadrado, mas conversado para acertar o todo como um bordado de tecidos, cada um com sua cor e beleza, para fazer um tapete de uso múltiplo para nossa gente. Temos recursos de sobra para diversificar a economia. Temos recolhido generosamente verbas para pesquisa e desenvolvimento. Não falta nada, além de vontade política e integração dos setores para pintar e bordar um novo Amazonas. O ISI, Instituto Senai de Inovação, está saindo do papel. Nossa sobrevivência industrial e socioeconômica depende de inovação. Nossos instrumentos de pesquisa já podem desenvolver soluções biotecnológicas e de tecnologia da comunicação e informação. O caminho está desenhando. E ele está de acordo com a lei que dá amparo à Zona Franca de Manaus. As resinas, os biopolímeros, as biomoléculas, nosso caminho está claro, temos recursos, só falta arrumar, juntos e comprometidos.
Armando Ennes " Arrumar a casa é colocar as coisas no lugar e deixar um cheiro bom no ar"
"Arrumar a casa quer dizer limpar, é colocar as coisas no lugar e ainda deixar um cheiro bom no ar. Infelizmente nada disto tem-se sobressaído no Estado. E isto não ocorreu apenas nos últimos três anos. Nossa casa está assim, desarrumada faz tempo, e o cenário socioeconômico tem piorado. Desemprego, serviços públicos, saúde, educação, e a segurança, um problema que cresce e que preocupa a todos. Um cenário complicado e que nos inquieta cada dia mais. O que era esporádico passou a ser trivial. Não podemos naturalizar a barbárie. O que era exceção virou rotina. Os colaboradores relatam assaltos, os ônibus das empresas que servem aos trabalhadores. Quando isso vai ser enfrentado e resolvido? Estamos virando um mega corredor de tráfico e violência? Será que nos damos conta dessa violência no cotidiano, da economia sinistra que se espalha pelos nossos rios? O que isso significa e em que tudo isso vai dar? Vamos começar por aí, vamos semear boas atitudes, escolher estratégias, entender e resolver o problema. Isso já começaria a espalhar um cheiro agradável de ordem e tranquilidade
Saleh Hamdeh: "Arrumar não pode ser a mesmice do mesmo"!
"O que dizer de um jargão construído no bojo de um processo eleitoral tumultuado, numa eleição às pressas, no cotidiano de um estado todo fragmentado politicamente e com uma base econômica atingida pelo tiro de morte de uma gestão federal destroçada. Falácia, Oportunismo? Confesso que minha expectativa com relação a esse governo tampão que aí vem não passa da 'mesmice do mesmo'. O que esperar da gestão de um ano e quatro meses de um gestor que já esteve à frente do executivo estadual e municipal, por várias oportunidades, 3 vezes em cada esfera, senão a mesmice do mesmo? O que esperar de um governo que se elegeu sem um plano de governo, sem uma equipe nova e renovada, com resultados de votos omissos ou comprovadamente contrários que superam as marcas históricas de rejeição? O Amazonas precisa de um projeto de estado, com aval, consulta e participação da sociedade, com foco na educação, na gestão responsável e transparente dos gastos públicos, investimentos em infraestrutura básica, investimentos em capital intelectual, em ciência e tecnologia, capaz de transpassar gestão ou mandatos. Não personalizado do tipo" " eu faço e aconteço! Que possa ser adotado, expandido e aperfeiçoado por quem virá nos próximos governos, seja A, B ou C. "
Verdades de Gilmar Mendes doem na alma
Discordo, energicamente, de leitores que tiram o couro do ministro Gilmar Mendes, pelas contundentes críticas ao Ministério Público, em geral, e em particular ao procurador-geral, Rodrigo Janot. O jogo é pesado. Para profissionais. A verdade dói na alma. Mendes não vai se intimidar com a explosão de insultos de vestais grávidas. O ministro age como fazia o saudoso Carlos Lacerda, retrucando desafetos: "Sou contundente e virulento porque não sou servil".
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Meu pai semeava amor e lealdade
A marca do meu pai, Andréa, foi a dedicação aos amigos. Dedicou a vida por eles. A lealdade expressa em todas as ações. A sinceridade exemplar que encantava quem conviveu com ele. Papai completaria 95 anos neste dia 13 de setembro. Ser humano que faz falta na família, nas rodas dos amigos e nos lugares que trabalhou, sempre com dedicação e zelo pela coisa pública. Andréa semeava amor, solidariedade e otimismo. Com temperamento brincalhão e doce. Mas que explodia diante dos venais, hipócritas, covardes e oportunistas. Pena que não se faça mais Andréas Limongi como antigamente.
Beijão, amado amigo.Caro e estimado Limongi, li e reli. Conclui que a lealdade que vc devota aos amigos sinceros e leais vc herdou de seu pai. Um traço marcante. Que edifica o caráter de um homem voltado para a família. Meus parabéns e um abraço. Kleber Sampaio
terça-feira, 12 de setembro de 2017
Chance que Ganso não pode desperdiçar
Amanhã, 13, Liverpoll e Sevilla, pela Copa da Europa, será o jogo da vida de Paulo Henrique Ganso. Excelente oportunidade para o meia do Sevilla mostrar ao técnico Tite que tem qualidades para merecer uma chance na seleção brasileira. Os deuses do futebol vistoso, objetivo e inteligente estarão torcendo por Ganso.
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