segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Os sórdidos de sempre...

Seis senadores e uma senadora que tudo indica não têm o que fazer, entraram com representação no STF contra José Sarney. Falsos moralistas e parasitas que deveriam trabalhar pela população e deixar de conversa fiada. Deveriam aprender a perder. Deixar de ressentimentos e mágoas políticas que não valorizam seus mandatos. Os 7 sinistros parlamentares vão perder mais essa batalha. Sempre com a bandeira suja e sórdida da hipocrisia e da torpeza.

domingo, 30 de agosto de 2009

José Carlos Werneck

Amigo fiel

Um esclarecimento aos leitores "bronqueados", do site do Cláudio Humberto", com o jornalista Vicente Limongi Netto. Conheço-o, há exatos quarenta anos, quando, ambos, trabalhamos como repórteres, na sucursal de O Globo, em Brasília. Limongi pode ter todos os defeitos, mas tem uma qualidade rara, nos dias de hoje: é amigo incondicional de seus amigos. Não é um "amestrado", nem segue a manada. Como o grande Nélson Rodrigues, sabe que, quase sempre, "toda a maioria é burra"!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Da série "parlapatões" e patetas do Senado


Eduardo Suplicy é um pândego. Precisa de um espelho. Quem merece cartão vermelho é ele. Demagogo e farsante. Faz força para aparecer nos programecos de humor decadente que assolam as televisões. Já que insiste em se exibir como valente, deveria dar cartão vermelho para o desemprego, para a criminalidade, para a mendicância, para a fome, para o transporte coletivo ruim. O bazofeiro Suplicy teria o aplauso dos isentos e lúcidos se desse cartão vermelho para o trabalho escravo, para a prostituição infantil, para a falta de medicamentos para carentes. Porque que a vestal grávida Eduardo Suplicy não dá cartão vermelho para o ridículo e humilhante reajuste salarial ao servidor? Porque o falastrão Suplicy não dá cartão vermelho para os irresponsáveis que comandam o MST, que invadem e destroem propriedades privadas? Cartão vermelho quem merece, Suplicy, são as esburacadas e perigosas rodoviais federais. Um conselho, Suplicy, dê cartão vermelho para a falta de escolas, para a escassez de hospitais e prontos-socorros que deveriam atender os mais humildes com dignidade. Por fim, Suplicy, dê cartão vermelho para alguns de seus colegas maus perdedores, intolerantes, rancorosos e revanchistas.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Área pública ocupada...

Com ordem judicial, a policia paulista usou da força para desalojar e desabrigar 800 familias. Quando a justiça agirá com a mesma firmeza contra a TV-Globo, que se apoderou de gigantesca área verde, em torno da sua sede, usada para cooper de seus fiéis funcionários? A área é do Estado de São Paulo, pertence à população pauilista. Um escárnio, uma indecência, uma violência, uma prepotência. A Globo pode tudo? Até quando?

Oportunista e grosseiro...


Patética, inoportuna, insolente e grosseira, a intervenção do senador Eduardo Lexotan Suplicy, ao discurso de José Sarney, homenageando Getúlio Vargas e Euclides da Cunha, para cobrar explicações do presidente do senado e do congresso, sobre as recentes acusações contra o parlamentar do PMDB, todas elas julgadas improcedentes e arquivadas pelo Conselho de Ética. Sarney retrucou Suplicy salientando que o senador petista teve inúmeras chances para rebater suas explicações e não as fez, lamentando que, agora, subitamente, o parlamentar paulista tenha sido tomado por uma estranha e caótica e inútil crise de denuncismo. Só o próprio Suplicy poderá explicar, se puder, seu colossal papelão e falta de educação parlamentar. Francamente.

Carta de Agnaldo Timóteo

São Paulo, 24 de agosto de 2009.

Meu irmão Limongi,

saúde.

Eu sei, tu sabes e todos sabem que a violência contra o Presidente Sarney é uma tentativa desesperada da oposição para desestabilizar o vitorioso Governo Lula.Lamentavelmente, grande parte do nosso povo, vem sendo odiosamente doutrinado, alienado e robotizado, repetindo apenas o que dizem os formadores de opinião bem remunerados, não tendo o cuidado da análise própria.Tenho sofrido agressões verbais por recusar-me a fazer o jogo dos covardes.Espero que ao final, todos percebam a maneira orquestrada dos meios de comunicação nos departamentos de jornalismo, para fabricar heróis e bandidos, ao bel prazer.

Cordialmente.

AGNALDO TIMÓTEO

sábado, 22 de agosto de 2009

Troféus para hipócritas e oportunistas

Não perco meu precioso tempo com bobagens. Mas como a tolice saiu na lidíssima coluna da Anna Ramalho, abro uma exceção: dia 21, sexta, Anna revelou que uma famosa atriz da rede Globo iniciou movimento na internet para expulsar José Sarney da Academia Brasileira de Letras. Sugiro, então, que a citada atriz, caso tenha êxito na sua colossal sandice e possua mais de meio neurônio, se candidate à imortalidade na vaga do próprio Sarney. Aproveito para comentar outros dois assuntos focalizados pela vibrante Anna Ramalho, desta feita na sua crônica de sábado, 22.08, entitulada "Falta de Modos". Primeiro, a meu ver, é tremenda cretinice de FHC lamentar que "falta compostura no país". O ex-presidente não tem espelho em casa. Logo ele, que até hoje não teve a decência e a coragem de reconhecer o filho que teve com a jornalista da Vênus Platinada, quando ocupava a Presidência da República. A profissional foi inclusive mandada para o exterior, mais precisamente para a Espanha. A seguir, Anna Ramalho elogia, segundo ela, a frase lapidar do senador Flávio Arns, "eu me envergonho do PT". O agora franciscano senador pelo Paraná deveria, então, não ter saido do PSDB. Poucos lembram do detalhe. Naquela altura Arns renegou o ninho tucano para ser eleito senador graças à força do PT e ao carisma de Lula. Agora, travestido de "ético" pela metade e desesperado, cospe no prato que comeu por 8 anos, já que fora do PT terá imensas dificuldades de se reeleger ano que vem. Portanto, FHC e Flávio Arns levam, com louvor, o troféu Hipocrisia.

Timeco de várzea

Os 11 senadores que assinaram a desesperada súmula para tentar ganhar no tapetão, "liderados" pelo PSOL, partido que cabe todo numa kombi e ainda sobram lugares, não tem categoria nem para jogar em campo de várzea vazio. Vão trabalhar, parasitas. Foram eleitos para isso. Demagogos. O eleitor não é bobo. Aprendam a perder. O senado é maior do que vocês todos. Continuam querendo 15 segundos de fama à custa de Sarney.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Eleições 2010

O PMDB, o maior partido do País e o grande vitorioso das eleições municipais, finalmente tem lideranças consistentes...

"Essa crucificação do Sarney não tem o menor cabimento"

Governador Roberto Requião diz, em entrevista ao jornalista Carlos Chagas, que Sarney é o único que pode corrigir erros acumulados em décadas de existência do Senado.

Embora o assunto fosse o governo Lula e a sucessão presidencial, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), foi também personagem fundamental na entrevista com o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), realizada nesta quinta-feira (20.08.09) pelo jornalista e colunista Carlos Chagas, para o programa de TV "Falando Francamente", em Brasília. Sarney foi defendido várias vezes pelo entrevistado: "Esse fuzilamento ao Sarney, essa crucificação, não tem o menor cabimento. Defeitos? Claro que tem (...) Tem que haver a crítica, mas não há dúvida alguma. O Sarney não é o responsável pelos absurdos do Congresso Nacional”. E adverte: “o que você encontra no Senado, você encontra na Câmara, já percebeu que não estão mexendo na Câmara? O que você encontra no Senado, você encontra em cada Assembléia Legislativa, ou Câmara de Vereadores do Brasil. (...)”.

O governador faz questão de destacar: "Sarney agora é o alvo principal de tudo. Mas, Sarney foi o presidente da República que reatou as relações com Cuba. Foi o presidente que convocou a Constituinte. Sarney tem qualidades muito difíceis de alcançar num político brasileiro".

Idealizado pela Secretaria de Representação do Paraná, em Brasília, o programa é chamado de “Falando Francamente”, uma homenagem ao primeiro programa de entrevistas da televisão brasileira, apresentado, na década de 1950, por Arnaldo Nogueira, um dos grandes defensores da liberdade de imprensa no Brasil. A cada semana, Carlos Chagas conversa com uma personalidade influente nos rumos da política nacional. O programa é exibido pela Paraná Educativa, no Canal 9 local (e pela rede Sky e antena parabólica). Será reprisado aos domingos, às 11h20, e às 22h de segunda-feira. Acompanhe a seguir, os principais trechos da fala do governador, com defesa consistente ao presidente do Senado:

"Eu vejo o Sarney, hoje, corrigindo os erros acumulados ao longo de décadas no Senado da República. Alguns erros dele: aquele negócio, emprega a sobrinha; mas, você sabe que isto é uma coisa muito comum na administração pública. O PT participa do Senado da República, o Senado tem 81 senadores, porque vamos dizer agora que o Sarney era o culpado da lambança? Todos são lambões. Alguns por omissão, outros por falta de informação. Alguns por não se incomodarem com nada, só com a tribuna. Mas isso eu acredito que está se corrigindo".

"O Sarney agora é o alvo principal de tudo. O Sarney é um político brasileiro com defeitos; grandes, hein? Mas, o Sarney foi o presidente da República que reatou as relações com Cuba. Foi o presidente que convocou a constituinte. O Sarney tem qualidades muito difíceis de alcançar num político brasileiro. Fez a transição entre a ditadura e a democracia, não cedeu ao capital estrangeiro, enfrentou o EUA com a moratória, num momento que o país precisava disso, não vendeu uma empresa pública e tem alguns defeitos que são os defeitos dos políticos que se elegem no meio em que ele se elegeu. Ele é um senador do Maranhão, hoje do Amapá. Tem alguns problemas que não são bonitos, que não são éticos do ponto de vista da suas aulas lá na UnB, mas que são a dura e crua realidade da política brasileira. Você podia perguntar: Requião, como você se expõe dessa forma, tentando justificar algumas atitudes? Não justifico, eu simplesmente entendo".



"Esse fuzilamento ao Sarney, essa crucificação, não tem o menor cabimento. Defeitos? Claro que tem. Outro dia a TV educativa chamou alguns jornalistas para falar sobre oportunismo moralista e, nesta ocasião, o caso do Sarney, também. E um jornalista muito meu amigo mandou dizer: Ah, eu tenho críticas a fazer ao Sarney, como é que fica? Eu disse, olhe, a televisão está aberta, traga suas críticas, elas vão ser muito boas, eu acho que inclusive até para o Sarney. Tem que haver a crítica, mas não há dúvida alguma; o Sarney não é o responsável pelos absurdos do Congresso Nacional, e o que você encontra no Senado, você encontra na Câmara, já percebeu que não estão mexendo na Câmara? O que você encontra no Senado, você encontra em cada Assembléia Legislativa ou Câmara de Vereadores do Brasil (...) Inocência absoluta do Sarney não existe, ele tolerou uma série de coisas, mas sem as quais ele não seria senador. Ruim isso. Tem que mudar, mas a responsabilidade é dos 81 Senadores ". (falavam a respeito de possível candidatura de Requião no Senado)

"Vamos lá ao Sarney. Contratou o namoradinho da neta?; que tragédia, manchete da Globo. As televisões todas batendo, os jornais na primeira página. Você se lembra do Fernando? Nomeou o genro para Zilberstein, para presidente da Petrobrás para desnacionalizá-la, para entregar o petróleo brasileiro. Começou a tarefa mudando o nome da Petrobrás, para Petrobráx. O Fernando Henrique tinha sua filha Adriana como chefe de gabinete. Agora, o menininho do Sarney .... é crime (?).

O que eu acho que cabe como crítica: acho que não tinha importância nenhuma que nomeasse num cargo comissionado o namorado da neta. Desde que o Senado precisasse duma pessoa com seu perfil profissional e ele sintonizasse com a orientação que ele estava dando à instituição. Mas se isso não acontece, se ele é apenas um favor à neta, nós temos aí uma crítica. Mas é o que o Sarney disse, “minha neta, eu sou avô”, e aí fica difícil resistir. Se houvesse mais transparência, se tudo fosse para a internet, não fazia nomeação". (Requião falava sobre um projeto de lei que editou quando Senador. Esse projeto permitia a nomeação de parentes desde que atendidas as qualificações profissionais exigidas)

"Querem demonizar o negócio. Quer dizer, o genro do Fernando Henrique para vender a Petrobrás não teve uma crítica nesse país. A netinha do Sarney pede para o vovô nomear o namorado num cargo de R$ 2.700, cai o mundo. Não estou concordando com a nomeação nem nada, veja você, mas se houvesse uma adequação nesse sentido não haveria esse deslize". (...) "Eu tô lá preocupado com o que a Globo acha ou não do neto do Sarney? Se é equivocado, que se corrija. Mas não é motivo pra tentar transformar um homem com a biografia do Sarney num bandido, num trombadinha. E pelas mãos de quem? Dos Mesquita do Estadão? Que me agrediram durante 8 anos no Senado, sem me dar direito de resposta? Se o Sarney não estivesse com o Lula nesse momento, não teriam se incomodado com ele, querem transformá-lo num bandido. O que eles querem mesmo é o impeachment do Lula, derruba o Sarney, toma conta do Senado. Tentaram isso já, você lembra, no começo do Governo. E daí veio o tal acordo de governabilidade que colocou o (Henrique) Meirelles, à frente do Banco Central e tudo mais".

Recolhendo as lonas do Circo...

Excelente a leitura do dia seguinte, feita pelo senador Renan Calheiros, publicada na coluna "Panorama Político" de hoje, dia 20. Segundo o líder do PMDB, em outras palavras, a oposição perdeu novamente. Lula e a ministra Dilma venceram a batalha na comissão de ética, defendendo a permanência de Sarney na presidência do senado e do congresso. Prossegue Calheiros, analisando os fatos políticos com frieza e lucidez, como deve ser, Lula continua com popularidade em alta, os últimos acontecimentos não abalaram Dilma e José Serra caiu. Portanto, é hora de recolher a lona do circo e as madeiras e ferros do palanque e trabalhar pela coletividade. Os que forem bons de voto, se reelegem em 2010 e os que forem apenas mestres em conversa fiada, serão castigados pelas urnas.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Quem é quem no Senado...

O Senado que trabalha...e quer ver as coisas melhorarem sempre...

Sarney acredita que instituição está pronta para retomar pauta de votações

O presidente do Senado, José Sarney, acaba de chegar à Casa dizendo acreditar que a instituição está pronta para retomar a pauta de votações. Ele se reúne daqui a pouco com a Mesa do Senado e um dos itens da pauta é a idéia de adoção de ato disciplinando os escritórios que os senadores têm nos estados. A preocupação da Casa é com a necessidade de aferir a freqüência dos que trabalham nesses escritórios estaduais pagos com a verba indenizatória. O Senado não pretende aprovar nenhum gasto extra com esses escritórios.

Sarney anuncia ato disciplinando escritórios estaduais dos senadores

O presidente do Senado, José Sarney, anunciou na manhã desta quinta-feira (20) ato aprovado pela Mesa Diretora da Casa fixando regras para os escritórios mantidos pelos senadores em seus estados. De acordo com o ato aprovado, nesses escritórios somente poderão ser desenvolvidas ações ligadas ao exercício do mandato do titular. E mais: as despesas de instalação e manutenção desses escritórios correrão por conta da verba indenizatória de cada senador.

- Isso era uma coisa que era feita aleatoriamente, discricionariamente. Agora, vai ter uma regulamentação, um responsável pelo escritório, um endereço comunicado ao Senado, com funcionários comissionados, de confiança do senador. Não se permitem mais funcionários que não sejam controlados aqui. - disse o presidente do Senado, ao resumir o ato.

De acordo com o texto aprovado, o escritório de apoio só poderá localizar-se no estado de origem do parlamentar. O senador, contudo, poderá optar por criar escritórios de apoio em diversos municípios quando, a seu critério, a extensão territorial do seu estado ou sua atividade política assim o exigirem. E desde que essa decisão não acarrete qualquer elevação na quantidade de pessoal ou de recursos à sua disposição.

Determina também o ato aprovado que o senador terá que indicar um servidor deste escritório para atestar a freqüência dos funcionários ali lotados. E está vedado lotar ou requisitar para exercício nestes escritórios servidores do quadro efetivo do Senado, bem como servidores de cargos em comissão vinculados à Mesa Diretora, aos gabinetes das lideranças ou às demais unidades administrativas da Casa. E todas essas lotações serão submetidas à Diretoria-Geral do Senado.

Senado estuda reforma para tornar o plenário mais seguro

Em reunião realizada na manhã desta quinta-feira (20), a Mesa Diretora do Senado decidiu realizar uma ampla discussão com os senadores a respeito da execução de obra destinada a tornar o plenário mais seguro. Os integrantes da Mesa assistiram a um vídeo exibido pelo serviço de engenharia da Casa, mostrando a precariedade das instalações elétricas desse espaço. De acordo com o 3º secretário da Mesa, senador Mão Santa (PMDB-PI), a situação é preocupante.
- O engenheiro responsável mostrou perigos iminentes. A instalação elétrica pode desabar. O plenário é moderno, é bonito, mas não teve manutenção. Os custos vão ser debatidos e apresentados às lideranças e ao Plenário. Aparentemente, é muito bonito, mas tem muito riscos, principalmente por causa de instalações obsoletas. Há problema na luminosidade também e, vamos dizer, risco de desabar o teto, assim como problemas hidráulicos.
De acordo com Mão Santa, os problemas concernentes ao plenário foram apresentados apenas aos integrantes da Mesa, devendo agora ser pormenorizados e tecnicamente estudados pelo serviço de engenharia da Casa, para a definição de soluções.
- A Mesa nada decidiu. Apenas ouviu o relato da Engenharia.- acrescentou o 3º Secretário.

O "Senado" que não faz nada, que enrola... e quer apenas ver o circo pegar fogo...

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Senado Federal em evolução...

Sarney adota total transparência e democratização na Comunicação do Senado

Seguindo a tendência de transparência e eficiência no trato com a imprensa, a Secretaria de Imprensa do Senado colocou a sua página na internet. O objetivo é a agilização e democratização do contato com todas as mídias de comunicação. “Nesta página, a Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado pretende elucidar fatos e corrigir informações divulgadas pela mídia, sempre que julgar necessário para o devido esclarecimento da opinião pública”, explica o texto de apresentação da página. Além de apresentar a agenda do presidente do Senado, o site conta com seis canais: "Notas à Imprensa” (Textos oficiais da Secretaria distribuídos à Imprensa), “Discursos” (Principais pronunciamentos do presidente do Senado Federal), Reforma do Senado (Principais medidas administrativas tomadas para reestruturação do Senado, na gestão do presidente Sarney, desde fevereiro de 2009), Mídia em Foco (Esclarecimentos da Secretaria de Imprensa a matérias, notas e comentários divulgados na mídia), Atos e Ofícios (Iniciativas e decisões oficiais para administração do Senado Federal) e o Fale Conosco. O site pode ser acessado em (www.senado.gov.br/comunica/imprensa).

No campo "Nota à imprensa", o Senado explica a medida judicial adotada por Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, em relação à ao jornal “Estado de S. Paulo”. A Secretaria de Imprensa do Senado também divulga nota sobre a nova leva de 468 atos secretos da Casa: “Esclarecimentos sobre a matéria ‘Sarney foi avisado em maio de atos secretos, afirma ex-diretor’". O site ainda disponibiliza uma nota de “Esclarecimento sobre nomeações que constam nas representações” contra Sarney no Conselho de Ética da Casa.São 11 medidas que já foram rejeitadas pelo presidente do colegiado, Paulo Duque (PMDB-RJ), e devem ser novamente analisadas, por meio de recursos, nesta quarta-feira (19).

No campo de "Discursos", são disponibilizados dois textos de Sarney referentes a agosto: “Processo Kafkaniano”, lido no plenário do Senado nesta segunda-feira (17), e “A Defesa”, divulgado por Sarney em 5 de Agosto. No campo “Mídia em Foco”, a Secretaria de Imprensa acusa o jornal “Estado de S. Paulo” de divulgar “versões falsas em textos sobre Sarney. “O editorial lança, com base em informações inverídicas, uma bateria de invectivas contra o senador José Sarney. Parte dos ataques visa consolidar a imagem de ‘escândalo’ em torno da compra de apartamentos em São Paulo. Ora, o próprio senador já confirmou ter adquirido um, na década de 1970; e seu filho, o deputado Sarney Filho, confirmou a aquisição de um segundo, tendo informado por nota oficial que um terceiro - o apartamento 32 -, mencionado na reportagem falha d' OESP, ‘não nos pertence’, registra a Secretaria de Imprensa. “O jornal tenta, assim, pela repetição de versões falsas, criar fatos políticos”, finaliza.

Um dos motivos que levou à ação, segundo a assessoria, é a falta de espaço que é dado pelos veículos de imprensa às respostas da Casa. A assessoria diz que freqüentemente encaminha cartas aos jornais que não são publicadas. Uma possibilidade futura é que as entrevistas de Sarney sejam também publicadas na página, como já acontece no site da Presidência da República com as entrevistas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ação do Senado lembra a atitude da Petrobras, que passou a publicar perguntas dos jornalistas e comentários sobre reportagens em um blog na internet. A ação da estatal causou polêmica porque as respostas eram divulgadas antes que os veículos que fizeram as perguntas publicassem as reportagens. Posteriormente, a estatal mudou a estratégia e passou a divulgar as respostas no mesmo dia em que as matérias resultantes das perguntas são publicadas. Um erro, aliás. Mas, o importante é que, com medidas como esta da Presidência do Senado, os grandes veículos de comunicação, em crise em todo o mundo e cada vez mais preocupados em fazer política – e não noticiá-la -, perdem cada vez mais espaço para os milhares de pequenos e diversos veículos de comunicação, como os blogs, por exemplo.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Ave de rapina e salafrário...

MINHA CARTA PARA A 'VEJA' QUE, CLARO, NÃO FOI PUBLICADA. PUBLICARAM, PORÉM, CARTA DE UMA LEITORA INSULTANDO COLLOR E BAJULANDO A REVISTINHA PORNOGRÁFICA, COMO BEM DEFINIU HÉLIO FERNANDES. E ASSIM VÃO ENGANANDO LEITORES DESAVISADOS E ENCOMENDADOS, ALEGANDO QUE FAZEM BOM JORNALISMO. MORRO DE RIR.CONTEM OUTRA.

Sr. diretor de redação: No arranca-rabo Veja-Collor, fico com o ex-presidente e senador pelo PTB de Alagoas. Sugiro aos senhores que sejam menos arrogantes e pretensiosos, e leiam o livro "Advogacia da Liberdade", do advogado Heleno Fragoso.Nele o respeitado jurista ensina que "os perseguidos sempre foram incomparavelmente melhores do que os perseguidores". E o rábula Roberto Pompeu Toledo, jamais será homem suficiente para admitir que Collor tem razão ao chamá-lo de ave de rapina e salafrário?

Gripe suína da oposição

Discordo do leitor Helito Fernandes, que parece ser craque em gripe. No senado, a meu ver, quem trouxe o virus da gripe foram os derrotados por Sarney, na disputa pela presidência do Senado e do Congresso. O pior é que a maioria deles, do PSDB, DEM, PT, PSOL e PDT, não se reelege em 2010 nem para vigia noturno da rua onde moram. Estão usando máscara para enganar o povão. Perda de tempo. Não tem vacina que dê jeito.

sábado, 15 de agosto de 2009

Para Arruda, santo de casa não faz milagre

Julgo uma ofensa, uma afronta, um desrespeito e um desaforo aos cineastas do Distrito Federal, a decisão do governador José Roberto Arruda de convidar o cineasta Cacá Diegues para fazer um filme sobre os 50 anos de Brasília. Nada contra Cacá Diegues, mas, creio, que Brasília dispõe de profissionais qualificados no ofício, que poderiam perfeitamente ser honrados com semelhante convite do governador. Tudo indica que Arruda reza pela cartilha dos que acham que "Santo de casa não faz milagre". Lamentável.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Fiasco de hipócritas

Achei muita graça da nota na coluna do atilado Aziz Ahmed, informando que haveria, sabado, uma manifestação em Copacabana, pela ética na política. Seguramente um prato cheio para os programas "CQC" e "Pânico". Não digo falta do que fazer porque as ruas e as calçadas são públicas e, quem passou por elas, prosseguiu na sua caminhada ou passeio de bicicletas. A "grande e vitoriosa" iniciativa também foi boa para os vendedores de picolé, água de côco e refrigerantes. Os gatos pingados da manifestação, promovida pelos perdedores do PSOL(cujos seguidores cabem numa kombi e ainda sobra lugar), do PSDB e do DEM, ficaram aflitos e decepcionados, porque nem os holofotes da banda podre da midia deram muita importância para a falsa, demagógica e hipócrita gritaria que seus organizadores "pensavam" que seria a apoteose popular do ano, no querido e famoso bairro carioca. Síntese: o que se viu foi um monumental fiasco.

Said Barbosa Dib

Pedro Simon está se lixando para a confiança dos gaúchos: “Estou pensando em renunciar aos outros quatro anos de mandato. Afinal, não ando fazendo nada mesmo...”

O “parlapatão-mor”, Pedro Simon (PMDB-RS), admitiu que não está nem aí para os votos que os gaúchos lhe deram para defender o estado. Disse que, sem dificuldade alguma de consciência, abrirá mão de seus últimos quatro anos de mandato se não conseguir desestabilizar os trabalhos Senado Federal para viabilizar a campanha tucana para a Presidência em 2010. O parlamentar lamentou os episódios que abalaram a Casa na semana passada – os quais, segundo ele, compõem a “fase mais cruel” que já vivenciou no Senado. A afirmação do defensor da corrupção de Yeda Crusius foi feita hoje no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que abrigou, em Brasília, ato oportunista de discussão sobre a crise ética no Senado Federal.
“Essa é a situação no Senado onde saio mais machucado", pois estou fazendo tudo para o Serra se destacar, mas tenho medo que ele faça comigo o que fez em 2002, quando preferiu a Rita Camata. "Estou para completar 80 anos, no próximo dia 31 de janeiro, e estou pensando em renunciar aos quatro anos de mandato que me restam, pois sei que não tenho absolutamente nada que possa ajudar ao povo gaúcho e , tenho que admitir, não tenho mais paciência. Já estou cansado de enrolar”, admitiu o senador. “Mas acho que até lá posso continuar tumultuando o governo Lula, conclamando a sociedade a sair às ruas para dar um golpe certeiro que possa ajudar o Serra, o FHC e as transnacionais”, concluiu. Simon disse ainda que tem muito rancor por nunca ter sido nada, se comparado a Sarney, e que não espera nada do Congresso Nacional e nem dos poderes Executivo e Judiciário, pois acha que não gosta muito do que o povo pensa.

Disse, inclusive, que está se linchando para os quase 90% de aprovação do presidente Lula, “que nunca”, reclamou, teria “arranjado nenhum carguinho pra mim”. Para o parlapatão, somente o povo, os jovens e os trabalhadores nas ruas, bem instruídos e manipulados pela Rede Globo, podem repetir o que aconteceu contra o governo Collor, quando pressionaram pelo golpe contra os 36 milhões que então votaram no presidente.

O jornalista e representante da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) Marcelo Tognozzi brincou com o senador e pediu para que ele tomasse um "viagra moral" para abandonar os projetos golpistas de Serra - e do tucanato - e voltar a lutar em prol da ética. O senador fingiu que não entendeu o recado e mudou de assunto. O encontro contou também com a presença do que há de pior no cenário anti-Lula e Anti-Dilma: os vermes golpistas, Cristovam Buarque (PDT-DF), Arthur Virgílio (PSDB-AM) e José Nery (PSol-PA), além do senador cassado por compra de votos, o ex-governador do Amapá, João Trajano Capiberibe. Lógico!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Diálogo...

Helio Fernandes:

Milton Campos, senador O brilhante e bravo advogado José Carlos Werneck mandou carta (publicada) sobre o grande representante de Minas. Deputado à Constituinte de 1946, em 1947 foi eleito governador. Renunciou na Câmara assim que foi diplomado, não esperou a posse.Motivo: Afonso Arinos de Mello Franco não se elegeu, ficou segundo suplente na Câmara. Renunciando, Milton abriu uma vaga na bancada mineira. Convocou Magalhães Pinto para Secretário de Finanças, ele aceitou e também saiu imediatamente para que Afonso Arinos entrasse.Gestos que hoje não se repetem. Afonso Arinos foi das grandes figuras do seu tempo, também duas vezes senador, DA REPÚBLICA, como gostam de apregoar alguns suplentes. Os eleitos, são todos DA REPÚBLICA, redundância juntar as duas palavras. (Exclusiva)Helio

Limongi:

Hélio, tens razão, Werneck é competente e atentíssimo a tudo e a todos. Certamente, como advogado, ouviu o bom discurso do senador e advogado Almeida Lima, repudiando falsos moralistas, acrescentando duras críticas na OAB nacional e no jurista Dalmo Dalari. Almeida tem razão, crise no senado é fabricada pela oposição(que acaba de recuar, de baixar o tom de voz, de colocar o rabinho entre as pernas, revoada de tucanos felizes)que alimentam alguns jornais na campanha orquestrada contra sarney e que, agora, alguns deles também acabaram denunciados pelos próprios jornais que bajulam. O senado tem problemas, sim, é preciso resolvê-los. mas crise, onde falsos moralistas? indaga Almeida Lima, presidente da comissão mista do orçamento.

Na área contra covardões

Agradeço ao Carlos Alberto Vieira Magalhães pela corajosa e isenta solidariedade. Não me apoquento com camarilhas de sórdidos, covardes que se escondem e "vivem" acocorados atrás de pseudônimos, como bem lembrou Carlos Alberto. A propósito, falando de abutres, é evidente que o sujeito Fitzcarraldo Silva, de Manaus, é pseudônimo. Fazer o que com essa corja? Não são dignos da liberdade de expressão que existe no Brasil. Aliás, lamentavelmente, não é apenas nessa trincheira fabulosa do Cláudio Humberto que os pulhas, muitos são paus mandados de políticos, a meu ver, igualmente velhacos, agem assim. Jornais como O Globo também acolhem e abrigam "opiniões" de patifes. Quando não havia internet, era mais fácil os próprios jornais e revistas controlarem as seções de cartas. Muitas vezes me telefonavam para constatar se realmente era eu o autor daquela carta, daquele texto. Hoje, com a internet, que evidente presta bons serviços ao cidadão, é humanamente impossível se checar, se apurar se o e-mail enviado para a imprensa em geral, incluo inclusive rádios, de fato foi mandado por alguém com nome, endereço, telefone e identidade verdadeiros. Ou seja, um ordinário manda e-mail com pseudônimo insultando quem lhe der na telha. Basta clicar. Lá foi a canalhice para o mundo inteiro. Como controlar, como coibir, como fazer normas, sobre o assunto? Nesta linha, veículos de imprensa que têm interesses contrariados ou fazem parte de alguma orquestração torpe e venal para prejudicar, para derrubar alguém do cargo, até incentivam o procedimento tão vil e rasteiro. Para ilustrar, concluindo, há dias, O Globo usou todo seu amplo espaço dos leitores, em disse, todos, com "cartas" contra Collor, Renan e Sarney. Sobretudo contra Collor. Tiveram o descaramento de estampar tudo com uma foto do ex-presidente. Iniciativa inédita na colunas dos leitores de oGlobo, já que normalmente usam charges para valorizar determinado tema. Pois bem. Não tiveram a decência de publicar nenhuma carta a favor de Collor, Sarney ou Renan. Claro, nesta altura nem a minha. Que jornalismo é esse? Tanto que no dia seguinte, um leitor, infelizmente não guardei o nome, mas volto ao assunto com ele, escreveu ao Globo indignado, estranhando e perguntando:"Caramba, será que O Globo não recebeu nenhuma manifestação a favor de Collor? Acrescentanto, magistralmente, "É mais bonito publicar cartas contra, mas também a favor".