O secretário de Segurança Pública do Amazonas, Bosco Saraiva, e a procuradora do Ministério Público do Trabalho, Alzira Melo Costa, visitaram a Suframa para tratar da segunda etapa do Projeto Sinaleiras, que tem por objetivo combater o trabalho infantil no Amazonas. A parceria entre a Suframa e o governo do Estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP/AM), visa a aproximar a classe empresarial às ações propostas para afastar as crianças e adolescentes de situações de risco – como exposição a drogas e outros problemas sociais – e de condições análogas à exploração do trabalho infantil. A parceria proposta entre a Suframa e o governo do Amazonas deve viabilizar algumas ações, como a realização frequente de palestras em empresas incentivadas do parque industrial de Manaus como forma de alertar aos trabalhadores sobre o que cada um pode fazer em prol dessas crianças em situações de vulnerabilidade.
(blog Pedrinho Aguiar)
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Abutre Casagrande sem moral para criticar Neymar
Casagrande não tem moral nem autoridade para criticar e muito menos insultar ninguém. O pai de Neymar tem razão em defender o filho e retrucar conselhos do tosco comentarista da Globo. O mais grave é que o corporativismo da banda podre da crônica esportiva entrou de pingente no episódio para botar mais lenha na fogueira, criticando Neymar e defendendo o melancólico e pretensioso Casagrande. Puxando a fila do timeco dos boçais, o rebotalho, folclórico e desmoralizado Juca Kfoury. Tenho ânsia de vômito. Se Neymar não jogou bem contra o Real Madrid, que receba comentários e críticas pertinentes. Não precisam chamar o maior e melhor jogador da seleção brasileira de "mimado". Perto da copa do mundo, o sensato e o mais inteligente é preservar Neymar de críticas azedas e rancorosas. O pai de Neymar não quer que cronistas passem a mão na cabeça do filho. Exige apenas que respeitem a maneira de ser do jovem craque brasileiro. Ainda bem que Tite segue a minha linha de raciocínio. Apoia Neymar. Compreende o nosso valoroso craque. Quem nunca jogou futebol na vida, que não têm espelho em casa, mas pensam (êpa, foi mall) que sabem tudo de futebol e da vida, que deixem Neymar em paz. Querem tumultuar o ambiente sadio da seleção que vai a Rússia em busca do hexa, mas não conseguirão.
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Ganso é o ritmista que Tite procura
Finalmente Paulo Henrique Ganso decidiu sair do Sevilla. Não pode nem merece ser desmoralizado por treinadores recalcados e ignorantes. Tomara que retorne ao São Paulo. Sem desmerecer outros grandes clubes que também querem contratá-lo, como Grêmio e Atlético Mineiro. Ganso joga mais do que Diego e Nenê . Evoluiu fisicamente. Mantém a técnica apurada. Tite revelou que precisa de um "ritmista" na seleção. Ninguém melhor do que Ganso para cadenciar o jogo com inteligência e habilidade.
Ninguém em sã consciência pode ser contra a intervenção federal no Rio de Janeiro. Passou da hora de tirar o Rio de Janeiro do medonho e humilhante descalabro.A população ordeira não pode permanecer refém do medo e da insegurança. Politizar a decisão de Temer é burrice e má-fé.Quem não quiser ajudar, que não atrapalhe. O combate aos barões das drogas é o ponto de partida. São eles, os donos da desgraça que vitimou e tomou conta dos corações das famílias . Nessa linha, é necessário enfraquecer e encurralar a indústria do crime. "Bandido bom é bandido morto". A máxima do saudoso delegado e ex-deputado Sivuca precisa voltar com força, coragem e determinação. A marginalidade não pode eternamente vencer o bem. Basta de impunidade. As Forças Armadas representam a última e tão esperada tábua de salvação do povo carioca. Ajustadas e integradas com outras forças policiais, as Forças Armadas haverão de se impor pelo respeito, firmeza, isenção e autoridade.
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
Mello Franco desdenha da candidatura Collor
Respeito e defendo a liberdade de expressão. Mas deploro gracejos, rasas ironias e análises sem isenção repletas de rancor. Nesse sentido, foi a tônica, a meu ver, do tosco artigo "Collor vem aí. No Bloco do Elle Sozinho". O Globo-13/2), do jornalista Bernardo Mello Franco.
Idolatria pelo Lula...
A idolatria pelo Lula, mesmo depois de ter sido comprovada exaustivamente a sua culpa, explica como Hitler e outros monstros foram tão longe...
Sérgio Leiras Gomes
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
Matéria com Crivella não tem interesse jornalístico
A matéria de Bruno Astuto (O Globo - 12/2) "Crivella troca carnaval do Rio por viagem à Europa" não tem nenhum importância jornalística. Desperdício de papel e tinta. Colossal bobagem e patrulhamento tolo hipócrita. Com direito a chamada primeira página. Um horror. Não existe nada de oficial determinando que Crivella tenha que passar os 4 dias de carnaval no Rio de Janeiro. Crivella foi sexta-feira na Sapucaí e entregou a chave da cidade ao Rei Momo. Astuto tem mais é que cuidar da revista ELA. A qual, por sinal, tirando as crônicas de Danuza Leão anda bem fracote.
Jornalismo ruim e vesgo
Entrou na avenida da falta de isenção, do jornalismo ruim e do torpe patrulhamento, a matéria do CB de domingo(11/2)"A vez dos bloquinhos". O autor do profundo trabalho jornalístico, Paulo de Tarso Lyra, comenta, com fotos, 14 candidaturas a presidência da República. Porém, não faz a menor referência a candidatura do senador Fernando Collor. Melancólico e patético.
VAR é a marca registrada do pulha Juca Kfoury
Juca Kfoury se esbaldou no carnaval) "Mandos à venda, VAR adiada" - Folha de São Paulo- 8/2) com a fantasia que não tira nem para dormir: "Estilo Gilette", ou seja, corta dos dois lados, como ensinou Andres Sanches, em artigo na Folha de São Paulo. A propósito, VAR (vídeo-arbitragem), também é a sigla da marca registrada do pulha Kfoury: Vagabundo atacado de raiva.
sábado, 10 de fevereiro de 2018
Sepúlveda não usará de compadrios para evitar prisão de Lula
O ministro aposentado do STF, e também ex-presidente da Suprema Corte, Sepúlveda Pertence, respeitado em todos os segmentos da sociedade, agora atuando como novo advogado de Lula, jamais se valeria de compadrios, para pressionar ninguém. É um advogado inteligentes e ético. Vai explorar todas as fragilidades do processo. Mas não fará uso do prestígio que acumulou em sua trajetória profissional para beneficiar as teses que vier a sustentar, para evitar a prisão de Lula.
Nelson Motta, Ciro e Collor
Li com atenção o artigo de Nelson Motta, "Plano C" (O Globo - 9/2) destacando os traços marcantes do ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes. Com a assegurada saída de Lula da disputa presidencial - ainda existe justiça, leis e magistrados briosos no Brasil - creio que o "plano C" de Nelson Mota precisará ser conhecido como "plano CC". Collor vem com tudo. Confiante, maduro e determinado. Sem Lula, Ciro e Collor disputarão os votos do Nordeste. Collor foi absolvido em dois julgamentos pelo STF. Ostenta, portanto, a credencial de ficha-limpa. Nessa linha, de acordo com o cientista politico Paulo Kramer, lembranças desprimorosas de Collor na presidência da República, "empalidecem, quase desaparecem, diante dos gigantescos e recentes escândalos do reinado Lulodilmista. Incluindo-se, também, os casos surgidos em São Paulo, no governo Alckmin, como o Rodanel". Ainda segundo Kramer, "Collor não precisará na campanha prometer a ninguém que será um presidente reformista: já provou isso nos dois anos que governou o país".
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
Assusta a irresponsabilidade, no trânsito e nas ruas
Passou da hora de desabar alguns neurônios nas cabeças ôcas do timeco dos desajustados e da praga dos politicamente corretos. Fazem tudo errado. Não cumprem as leis. Por desconhecê-las ou por ignorância. Contribuem para o trânsito ficar pior. Não dão seta quando trocam de faixas. Enorme perigo. Não estão nem aí. Comem e fumam no volante. Transportam crianças menores sem cadeirinha nem cinto de segurança. Desvairados transportam crianças pequenas no banco da frente. Completa irresponsabilidade. Não respeitam vagas de idosos e deficientes físicos. Andam com os cachorros pelas vias públicas sem o necessário saco para recolher as porcariadas de seus bichinhos. Muitos com neurônios estragados dirigem digitando ou falando no celular. Mal sabem atravessar a faixa de pedestre. Insultam os motoristas, que também erram, mas são piores do que eles. Abusados da cabeça aos pés estacionam nos cantos dos retornos das comerciais, atravancando mais ainda o fluxo do trânsito. Pista principal do lago Norte recomenda 60 quilômetros por hora. Já foi de 70 quilômetros. Não adiantou nada. Os malucos continuam correndo feito doidos. No lago Norte também virou moda estacionar em cima das calçadas. Turba sem noção é isso. Síntese: a irresponsabilidade cresce e é geral.
Paulo Kramer: “As chances de Collor”
1) Ele pode virar o candidato do mercado e das reformas, o 'nome do Centro' que os políticos e a mídia têm tido tanta dificuldade para identificar.
2) Já tem 3% de recall e ainda pode conquistar 'pré-eleitores' de Alckmin, que enfrenta problemas para crescer em razão de sua tibieza (ambiguidade em relação à agenda de reformas), e de Bolsonaro, que ainda precisa persuadir o mercado de seus compromissos reformistas.
3) Diferentemente de presidenciáveis noviços como Bolsonaro e Huck, Collor não precisa prometer a ninguém que será um presidente reformista; já provou isso nos dois anos durante os quais governou o Brasil;
4) Por falar em Bolsonaro, cujo 'teto' de intenções de voto está prestes a se revelar nas próximas pesquisas do Poder 360 e do Instituto Paraná, uma fatia dos eleitores hoje adeptos do ex-militar, composta por jovens com diploma universitário e inclinações econômicas liberais, vai ver em Collor uma nova alternativa, menos 'arriscada' até.
5) Até mesmo a magnitude dos obstáculos de natureza ética à nova candidatura presidencial do senador alagoano tende a ser relativizada em função de três pontos: (a) parcela significativa do eleitorado ainda não tinha chegado sequer à adolescência na época dos polêmicos e tumultuosos acontecimentos que culminaram no seu impeachment; (b) lembranças mais desprimorosas da presidência Collor simplesmente empalidecem, quase chegando a desaparecer em contraste com os gigantescos e recentes escândalos praticados durante o reinado lulodilmista, ou mesmo com os também recentes casos surgidos em São Paulo sob o governo Alckmin, a exemplo do rodoanel, entre outros; (c) Collor foi criminalmente absolvido por instâncias judiciais colegiadas, o que lhe permite ostentar a credencial de candidato ficha-limpa.
6) Por último, mas não em último, com a provável saída de Lula da corrida presidencial, Collor estará bem posicionado para disputar o rótulo de candidato do Nordeste com Ciro, com a vantagem de projetar um perfil mais 'presidencial' que o do iracundo ex-governador cearense.
Enfim, a pré-candidatura presidencial do senador Fernando Collor de Mello representa um 'fato novo' cujo alcance merece ainda ser cuidadosamente aquilatado.
Paulo Kramer é cientista político.
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Análise precisa e isenta
De: ayle quintão
Enviado: quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018 02:16
Limongi,
Li o discurso do senador. É isso mesmo , ele tem de escrever a sua história, porque dela ficou uma versão, uma verdade construída pelas conveniências daquele momento. Vivi intensamente o governo dele, como assessor no Ibama/Semam, e desfrutava de certo trânsito na Comunicação Social dele. Aliás, cheguei a cobrir o ministério da Educação junto com ele, e depois com o Pedro. Depois ele cresceu muito. Do governo dele, tudo que diz ter feito, é verdade. Fez mesmo, só não contou o que deu errado, e a traição sistemática por parte dos mais próximos. Foi por esse ângulo que seus opositores conduziram a descrição da sua gestão. Sem perseguição, tratou com firmeza a oposição. Manteve-a no seu lugar, e esse diálogo pouco flexível somada a alguma vaidade, foram a pá de cal. Confesso que não sei se ele tem condições hoje de ser candidato à Presidência da República, o Brasil não é Alagoas. Pode marcar uma posição. Talvez, ele possa sair por aí, relatando a sua versão, mas muita gente não se lembra mais de seu governo, e pode fazer associações confusas. Pode ser uma estratégia, mas também pode ser uma opção, ele falar de coisas atuais - ele foi um modernizador - e esquecer as coisas lá detrás. Só explicá-las, quando perguntado. Mas, a postura dele no Senado já é suficiente para dar-lhe uma identidade. Ele tem mais quatro anos pela frente. A questão é aproveitar o que ainda existe. Tenho a impressão de que tudo pode mudar profundamente.
Sucesso para vocês.
Aylê
Enviado: quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018 02:16
Limongi,
Li o discurso do senador. É isso mesmo , ele tem de escrever a sua história, porque dela ficou uma versão, uma verdade construída pelas conveniências daquele momento. Vivi intensamente o governo dele, como assessor no Ibama/Semam, e desfrutava de certo trânsito na Comunicação Social dele. Aliás, cheguei a cobrir o ministério da Educação junto com ele, e depois com o Pedro. Depois ele cresceu muito. Do governo dele, tudo que diz ter feito, é verdade. Fez mesmo, só não contou o que deu errado, e a traição sistemática por parte dos mais próximos. Foi por esse ângulo que seus opositores conduziram a descrição da sua gestão. Sem perseguição, tratou com firmeza a oposição. Manteve-a no seu lugar, e esse diálogo pouco flexível somada a alguma vaidade, foram a pá de cal. Confesso que não sei se ele tem condições hoje de ser candidato à Presidência da República, o Brasil não é Alagoas. Pode marcar uma posição. Talvez, ele possa sair por aí, relatando a sua versão, mas muita gente não se lembra mais de seu governo, e pode fazer associações confusas. Pode ser uma estratégia, mas também pode ser uma opção, ele falar de coisas atuais - ele foi um modernizador - e esquecer as coisas lá detrás. Só explicá-las, quando perguntado. Mas, a postura dele no Senado já é suficiente para dar-lhe uma identidade. Ele tem mais quatro anos pela frente. A questão é aproveitar o que ainda existe. Tenho a impressão de que tudo pode mudar profundamente.
Sucesso para vocês.
Aylê
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Collor na rinha presidencial
Paladinos de meia pataca arrancaram Fernando Collor da Presidência da República. Nunca provaram nenhum ato de corrupção contra ele. Só conversa fiada e rancor de perdedores. Nessa linha, é saudável, justo e democrático que Collor, mais amadurecido, vigoroso e conhecedor profundo dos graves problemas que afligem a população, decida novamente disputar a chefia da nação. Trazendo de volta a chama da esperança e do otimismo para os brasileiros. Homens de bem, trabalhadores e verdadeiros patriotas não temem Collor. Só os outros.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Superintendente adjunto da SUFRAMA recebe homenagem do Corecon-AM
O superintendente adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Regional da SUFRAMA, Marcelo Pereira, recebeu a homenagem de economista destaque do ano de 2017, durante a solenidade de posse da nova diretoria do Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon-AM).
Pereira recebeu a placa de homenagem do novo presidente do Corecon-AM, Francisco Assis Mourão Júnior. A nova diretoria conta também com o economista Nilson Tavares Pimentel na vice-presidência do Conselho. Na ocasião foram empossados, ainda, os conselheiros regionais eleitos para o triênio 2018-2020.
Em seu discurso, Marcelo Pereira afirmou que o desafio de ser economista na Amazônia é muito grande. "Estamos distantes dos grandes polos de consumo, mas não deixamos de ser um polo importantíssimo na cadeia nacional de geração de riqueza", disse, lembrando que tal desafio, principalmente a partir da década de 60, com a Zona Franca de Manaus, é que trouxe força para a categoria. "Em 1971 surge o Conselho de Economia e é com este Conselho, contemporâneo à criação da Zona Franca de Manaus, que nós nos transformamos numa metrópole. Metrópole que é diversas vezes perseguida pelos modelos tributários e fiscais do País, por isso, é necessário que estejamos sempre vigilantes", observou.
O superintendente adjunto afirmou, ainda, que a SUFRAMA está de portas abertas para o diálogo com vistas ao futuro da Zona Franca de Manaus. "Temos mais 56 anos de modelo pela frente. A indústria que existe hoje aqui, com a quarta revolução industrial, não existirá mais dentro de pouco tempo. Temos muito a explorar com ciência e tecnologia. Precisamos compreender a forma de explorar a natureza gerando o mínimo de impacto e o máximo de riqueza. Esse é nosso maior desafio e, como representante da SUFRAMA, sabemos que é necessário que a ZFM avance, junte-se mais com as categorias profissionais, com a classe política brasileira e que consigamos entender que esse não é um modelo esgotado, é um modelo que se metamorfoseia a cada dia", finalizou.
Pereira recebeu a placa de homenagem do novo presidente do Corecon-AM, Francisco Assis Mourão Júnior. A nova diretoria conta também com o economista Nilson Tavares Pimentel na vice-presidência do Conselho. Na ocasião foram empossados, ainda, os conselheiros regionais eleitos para o triênio 2018-2020.
Em seu discurso, Marcelo Pereira afirmou que o desafio de ser economista na Amazônia é muito grande. "Estamos distantes dos grandes polos de consumo, mas não deixamos de ser um polo importantíssimo na cadeia nacional de geração de riqueza", disse, lembrando que tal desafio, principalmente a partir da década de 60, com a Zona Franca de Manaus, é que trouxe força para a categoria. "Em 1971 surge o Conselho de Economia e é com este Conselho, contemporâneo à criação da Zona Franca de Manaus, que nós nos transformamos numa metrópole. Metrópole que é diversas vezes perseguida pelos modelos tributários e fiscais do País, por isso, é necessário que estejamos sempre vigilantes", observou.
O superintendente adjunto afirmou, ainda, que a SUFRAMA está de portas abertas para o diálogo com vistas ao futuro da Zona Franca de Manaus. "Temos mais 56 anos de modelo pela frente. A indústria que existe hoje aqui, com a quarta revolução industrial, não existirá mais dentro de pouco tempo. Temos muito a explorar com ciência e tecnologia. Precisamos compreender a forma de explorar a natureza gerando o mínimo de impacto e o máximo de riqueza. Esse é nosso maior desafio e, como representante da SUFRAMA, sabemos que é necessário que a ZFM avance, junte-se mais com as categorias profissionais, com a classe política brasileira e que consigamos entender que esse não é um modelo esgotado, é um modelo que se metamorfoseia a cada dia", finalizou.
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Lideranças que pregam guerra civil após condenação de Lula não têm moral para atacar estado democrático, diz Ana Amélia
Ao comentar a condenação de Lula, em entrevista no Jornal da Record News, apresentado pelo jornalista Heródoto Barbeiro, a senadora Ana Amélia (Progressistas-RS) destacou que as lideranças que pregam uma guerra civil no país não têm moral para atacar o estado democrático de direito.
— Quem vive estado de exceção é a Venezuela — apontou.
A parlamentar comentou que sem conseguir provar a inocência de Lula, é mais cômodo para as lideranças petistas insistirem na surrada cantilena do golpe e da perseguição.
Ana Amélia também falou sobre a Lei da Ficha Limpa, construída pela sociedade e defendida com entusiasmo na época por lideranças do PT, PCdoB e PSOL.
— Ser contra essa lei por causa da condenação de Lula é, além de uma grande contradição, um tapa na cara da sociedade que a propôs — disse a senadora.
— Quem vive estado de exceção é a Venezuela — apontou.
A parlamentar comentou que sem conseguir provar a inocência de Lula, é mais cômodo para as lideranças petistas insistirem na surrada cantilena do golpe e da perseguição.
Ana Amélia também falou sobre a Lei da Ficha Limpa, construída pela sociedade e defendida com entusiasmo na época por lideranças do PT, PCdoB e PSOL.
— Ser contra essa lei por causa da condenação de Lula é, além de uma grande contradição, um tapa na cara da sociedade que a propôs — disse a senadora.
Fonte: Agência Senado e Assessoria de Imprensa
Ganso e os analistas de meia pataca
Ganso tem contrato com o Sevilla até 2021. Não é atleta de se entregar ao desalento. É articulado e tem personalidade. Sabe que tem futebol para jogar em qualquer time do mundo. Ganso mostrará ao atual técnico do Sevilla que tem qualidades para ser aproveitado. Para Ganso, o fato de não está merecendo chances do treinador, serve como estímulo para prosseguir trabalhando. Nessa linha, é espantoso, patético e hilário, beirando o ridículo, assistir analistas fajutos, que nunca colocaram uma chuteira nos pés; que nunca jogaram nem bola de gude na vida, abrir a boca imunda para deitar falação sobre Paulo Henrique Ganso. O pior: ainda ganham salário para vomitar asneiras. O timeco de asnos atua em todo canto: nos impressos e nas televisões. Sobretudo na Espn, Sportv, Band e Fox. Não sabem nada. Mas fazem uma pose dos diabos. Francamente.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Libelo de Carmem Lúcia endossa minhas análises recentes
Libelo da presidente do STF, ministra Carmem Lúcia foi enfático e certeiro. Repudiou excrescências e ameaças de pseudos donos da verdade, que se julgam acima da lei. Nesse sentido, há dias, com a mesma tônica de Carmem Lúcia, embora com menos competência, afirmei, nas redes sociais, que a verdadeira justiça não é dissimulada nem se intimida diante de histéricos e paladinos fajutos. O Brasil tem leis e magistrados responsáveis e briosos. O país e os brasileiros não merecem permanecer reféns de Lula e do exaurido petismo. Fora com os demagogos profissisonais e maus brasileiros.
Collor no jogo
Nas eleições de 89 Collor também filiado em partido pequeno, começou com 3% de intenções de votos. Com alta rejeição, e venceu a disputa com Lula. Collor lançou-se candidato há apenas 10 dias. Lambari é pescado, o jogo é jogado. O apressado come cru. Collor é o mais preparado de todos os candidatos na rinha. Fato que será demonstrado nos debates.
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