Ninguém
suporta mais leis que beneficiam assassinos. O mais recente exemplo,
indigno, deplorável e revoltante, é o do advogado( ou marginal
ao volante?) que matou o comissário de bordo. O irresponsável
dirigia feito maluco em São Paulo. Fugiu sem socorrer a vítima. O
procedimento é manjado:Prendem o patife por 24 horas, para disfarçar
e soltam em seguida, depois de pagar fiança. Esta justiça torpe e
frouxa com irresponsáveis como este advogado, humilha o Brasil
e os cidadãos de bem. A impunidade é um tapa na cara das pessoas
honestas e trabalhadoras. Outro deboche são os argumentos
surrados de sempre do juiz livrando a cara do cretino: tem endereço
fixo, não tem ficha policial e não causa perigo a vida das pessoas.
Seria cômico se não fosse ridículo, absurdo e patético.
quarta-feira, 19 de julho de 2017
PPBs da Zona Franca aumentam 400%
De
janeiro a junho deste ano, 28 portarias interministeriais com
Processos Produtivos Básicos (PPBs) para a Zona Franca de Manaus
foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Isto significa
um aumento de 400% em relação ao primeiro semestre de 2016, quando
foram publicadas sete Portarias. Dados da Coordenação de
Acompanhamento de Projetos Industriais (CGAPI) da SUFRAMA mostram que
nos primeiros seis meses deste ano já foram publicados mais PPBs do
que em todo o ano passado, quando 24 portarias chegaram ao DOU.
O
PPB é um conjunto de operações básicas que devem ser seguidas
para que a fabricação de um produto na Zona Franca possa gozar de
incentivos fiscais, com o intuito de agregar etapas de fabricação
local, gerando mais empregos no Polo Industrial de Manaus (PIM). Dos
28 processos aprovados até junho, cinco se referem a produtos até
então não fabricados no PIM. Dentre eles, destaque para o PPB de
bateria de ônibus e de máquina de mistura de bebidas, capaz de
fazer desde cafés e sucos, até refrigerantes e drinks, com o uso de
cápsulas.
Para
o coordenador da CGAPI, Sidnei Magalhães, o crescimento nas
publicações se deve a uma postura mais articuladora adotada por
parte da SUFRAMA junto ao Grupo de Trabalho do PPB (GT-PPB), em
Brasília . “Estamos em constante contato com os técnicos dos
demais ministérios que compõem o grupo explicando as demandas,
fazendo ajustes e conversando para formar um consenso”, explicou
Magalhães.
O
Grupo de Trabalho do PPB (GT-PPB) é formado por representantes do
Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), do
Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações
(MCTIC) e da SUFRAMA.
O
superintendente da autarquia, Appio Tolentino, reforçou seu
compromisso em acompanhar PPBs importantes para a Zona Franca
de Manaus que ainda não foram aprovados, tais como óculos de sol
e luminárias LED.
“As discussões de PPBs muitas vezes extrapolam os questionamentos
técnicos e entram na esfera política. Precisamos destravar estas e
outras demandas que são extremamente relevantes para incrementar os
investimentos na região e também importantes para o Brasil como um
todo, uma vez que vários produtos desses PPBs atualmente são
importados e passariam a ter fabricação nacional. A Zona Franca de
Manaus é uma oportunidade para a substituição de importações”,
afirmou.
Temer desmancha-prazeres
Michel
Temer e aliados desmancharam os prazeres dos adversários.
Estrebuchar também é do jogo.
O governo colocou embaixo do braço o
regimento da Câmara Federal e foi a luta.
Ganhou na CCJ.
Trocas legais.
Estranho seria Temer cruzar os braços e assistir a
derrota. Carmelitas, beatos e carpideiras esqueceram, por má-fé
ou burrice, ou ambas as coisas, que o jogo político é para
profissionais.
O mais bobo dar nó em éter.
O velório
tomou conta dos desafetos de Temer.
Na política e na imprensa.
O jogo prossegue dia 2 de agosto. Com detalhe que assombra os
opositores do governo. Temer não precisa de 172 votos para livrar a
pele e ir ao cinema com Marcelinho.
A oposição, sim, terá que
correr atrás de 342 votos, para tirar o escalpo de Temer.
O
jogo é jogado, o lambari é pescado.
A mais nova lição do Papa
Francisco é oportuna e perfeita. Serve para quem tem tutano e
juízo. Colou na porta do quarto o aviso com os dizeres,
"é proibido reclamar".
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Centro Cultural Palácio Rio Negro reabre para visitação do público
Passeios guiados no espaço cultural do Centro apresentam aos visitantes a riqueza histórica e arquitetônica do edifício remanescente do período áureo da borracha
Localizado num dos mais importantes edifícios remanescentes do período da borracha no Amazonas, o Centro Cultural Palácio Rio Negro já se encontra aberto para visitação do público. Localizado na avenida Sete de Setembro, 1.546, Centro, o espaço mantido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, recebe visitantes de terça a sexta-feira, no horário das 9h às 14h, e aos sábados, das 9h às 13h. A entrada é gratuita.
O Centro Cultural Palácio Rio Negro oferece aos visitantes a oportunidade de conferir exposições de arte e de conhecer de perto um rico acervo de mobiliário original de época, que reúne peças como mesas, cadeiras e estatuetas de bronze. O espaço promove também visitas guiadas, dando ao público a oportunidade de conhecer mais a fundo sobre a riqueza histórica e arquitetônica do edifício.
As visitas guiadas são realizadas para grupos reunidos no hall de entrada, e acontecem sempre a partir das 9h, com novos passeios a cada 15 minutos. Os últimos grupos iniciam a visita às 13h45, de terça a sexta-feira, e às 12h30, aos sábados.
PASSEIO PELA HISTÓRIA – A atual sede do Centro Cultural Palácio Rio Negro ocupa aquele que foi conhecido como Palacete Scholz. Construído em 1903 para servir como residência a um rico comerciante de borracha, o alemão Karl Waldemar Scholz, o edifício em estilo eclético permanece até hoje como um dos símbolos da riqueza e da prosperidade na região amazônica advindas com o Ciclo da Borracha.
Com o declínio da economia do látex na Amazônia, o palacete foi hipotecado por Scholz ao seringalista Luiz da Silva Gomes. Em 1918, foi adquirido pelo Governo do Amazonas e recebeu o nome de Palácio Rio Negro. Até 1959, o prédio foi residência dos governadores do Estado e Sede do Governo; e, de lá até 1995, apenas Sede do Governo.
Em 1997, dentro das iniciativas promovidas pela Secretaria de Cultura para o acesso e a popularização da arte e da cultura, que se mantêm desde a criação da pasta ao longo dos últimos 20 anos, o edifício reabriu as portas como Centro Cultural Palácio Rio Negro, com visitação pública aos ambientes e ao mobiliário de época.
O espaço também passou a abrigar exibições locais, nacionais e internacionais, tendo recebido, entre outras, as exposições “Memórias da Amazônia”, com a coleção etnográfica de Alexandre Rodrigues Ferreira; “Brennand”, com desenhos de Francisco Brennand; “Manaus através da prata”, com obras de Irene Borges; “Expedição Retorno à Amazônia”, com registros da expedição de Jean Michel Cousteau à região e mostra individual com pinturas de Joana Limongi.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Pronunciamento do Senador Fernando Collor, que votou contra a Reforma Trabalhista
PRONUNCIAMENTO
(Do
Senhor FERNANDO COLLOR)
Sr.
Presidente, Sras. e Srs. Senadores,
Até
1930, a política trabalhista estava subordinada ao Ministério da Agricultura, e
a estrutura fiscalizatória era absolutamente nula. Alegando as dificuldades por
que passavam a indústria e o comércio, os empresários declaravam as leis impróprias e
inaplicáveis e as ignoravam.
As consequências estavam nas ruas: mobilizações e greves
marcaram as décadas de 1910 e 1920. Não havia paz social na República, que
desaparecia. Arthur Bernardes governou em estado de sítio permanente. Washington Luís tratou as questões sociais como caso
de polícia.
O cisma que dá origem à Revolução de 30 não está apenas no
interior das oligarquias. O Brasil estava conflagrado. Aquela República em que o trabalhador não era
respeitado, em que os movimentos sociais eram criminalizados, não era uma República de todos.
O programa da Aliança Liberal, redigido por meu avô Lindolfo Collor, que lançava o nome de Getúlio Vargas contra o
continuísmo da política do café com leite de Júlio Prestes, propunha medidas de proteção aos trabalhadores, como a extensão do direito à aposentadoria, a
regulamentação do trabalho do menor e das mulheres e a aplicação da Lei de
Férias. O programa rompia com uma política de controle da classe
operária e tornava clara a necessidade de se ampliar e de se fazer cumprir a
legislação social.
Foi criado então o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, o Ministério chamado por Getúlio Vargas de
Ministério da Revolução, tendo Lindolfo Collor como principal idealizador,
seu fundador e primeiro titular.
O Ministério do Trabalho promoveu uma mudança de paradigma
que possibilitou ao Brasil construir uma nova ordem social, com maior valorização do trabalhador e estabilidade
para o empresariado. Lindolfo Collor, em seu discurso de posse, definiu a sua criação como um desafio na correlação
entre a justiça social e o desenvolvimento econômico, porque, disse ele, “O Brasil deve ser um ótimo mercado interno para
o Brasil”.
A partir de então, os sindicatos passam a servir de anteparo dos
conflitos trabalhistas, e criam-se comissões permanentes e mistas de
conciliação entre empregados e empregadores. Enfim, reconhecem-se como
legítimas as reivindicações históricas do movimento sindical anterior à década
de 30, e lançam-se as bases da legislação trabalhista, sindical e
previdenciária, que posteriormente seria agrupada na Consolidação das Leis do
Trabalho, a CLT, de 1943.
Quase cinco
décadas depois, como presidente da República, implantei em definitivo a
aposentadoria rural, garantindo um salário mínimo a todos os trabalhadores do
setor. Também como presidente, sancionei a lei conhecida como RJU, o Regime
Jurídico Único dos servidores públicos federais, um marco da administração pública,
bem como a lei que concedeu o seguro-desemprego a
pescadores artesanais, durante os períodos de defeso. Ainda na minha gestão, consolidei por decreto as normas
regulamentares do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o FGTS.
Sr.
Presidente, hoje se diz que a CLT está ultrapassada e precisa ser reformada. Ela
foi inúmeras vezes alterada, modernizada e adaptada pontualmente de acordo com
as demandas de cada época. O conjunto de artigos da CLT já sofreu, desde 1943,
497 modificações, além das 67 disposições constitucionais de 88 que a ela se
somaram.
No mundo de
transformações tão velozes como hoje, precisamos salvaguardar os direitos dos
trabalhadores, especialmente daqueles mais vulneráveis, como as gestantes, os
terceirizados, os trabalhadores rurais, os trabalhadores mais simples, menos
qualificados e, acima de tudo, menos mobilizados. Mas, principalmente,
precisamos também voltar nossas preocupações aos deserdados da globalização que
estão ficando, dia a dia, à margem do processo de inovação tecnológica.
Pensar nas
relações trabalhistas, no choque entre capital e trabalho no século 21, é, sobretudo,
reconhecer a CLT como a base sólida sobre a qual devemos criar um novo modelo
de legislação. Uma legislação moderna, prospectiva e capaz de estimular desde a
readequação das profissões até a inclusão dos trabalhadores às novas
tecnologias, como a robotização, os serviços via softwares, os veículos autônomos e demais inovações que avançam e
se renovam em escala geométrica. Portanto, não será desmontando a atual base
desse novo e necessário arcabouço que estaremos contribuindo para entendê-lo e
adaptá-lo à realidade do mundo virtual na produção de bens e na prestação de
serviços.
Sr.
Presidente, Sras. e Srs. Senadores, a verdade é que a imposição desta reforma
trabalhista terá somente um efeito: a volta do clima de intranquilidade da
classe trabalhadora. Uma intranquilidade que se voltará, paulatinamente, contra
o próprio Estado brasileiro. É esta a cena que precisa ser enxergada; é este o
cenário que precisa ser descrito e o futuro inovador que precisa se antever.
Por
tudo isso, Sr. Presidente, encaminho o voto contrário ao PLC 32, de 2017.
terça-feira, 11 de julho de 2017
De Manaus, Arthur Neto envia mensagem à cúpula do PSDB Nacional
O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, encaminhou na tarde desta segunda-feira, 10/7, mensagem à cúpula do PSDB Nacional, em decorrência da reunião de seus membros, no Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo, nesta noite, na qual será decidido se o partido tucano continuará ou não a caminhar na base aliada do presidente Michel Temer (PMDB).
Arthur está no terceiro mandato como prefeito de Manaus. Foi deputado federal por 12 anos e senador por oito. Dentro do partido foi também secretário-geral do PSDB por três anos; líder do governo FHC no Congresso e Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência por quatro anos, líder do PSDB e da oposição ao presidente Lula por oito anos.
MENSAGEM AO PSDB
Fiquei sem entender os critérios de convocação para a reunião de hoje, segunda feira, 10/7, em São Paulo. Tempo de militância e lealdade ao PSDB? Número de mandatos parlamentares e executivos? Passagem por estratégico ministério, por liderança de governo e por oito anos consecutivos de liderança de oposição encarniçada ao presidente mais popular de nossa história republicana? Direção do partido por três anos inteiros? Solidariedade a tantos companheiros, alguns certamente presentes à sessão desta noite, em momentos delicados de suas vidas políticas, cercados pelo barulho ensurdecedor da omissão, sempre cômoda, de tantos?
Mas que meus companheiros sejam sábios e corajosos em hora de desafio tão exigente. E é nesse sentido que lhes dirijo estas linhas.
O PSDB precisa entender que a política, tal qual se a praticou, da redemocratização até aqui, simplesmente morreu... sem deixar saudades. O Congresso se apequenou, instituições como, por exemplo, o Ministério Público, se agigantaram a partir da desmoralização da instituição parlamentar. O Judiciário, igualmente, assumiu certos protagonismos que, em condições normais de temperatura e pressão, não lhe caberia empalmar. Tudo porque a política morreu, levando com ela os partidos, as velhas práticas e muitas biografias.
Hoje, não existe mais a disputa PSDB X PT. Temo que nem um e nem outro tenham percebido isso. O PSDB foi a estrela da derrubada da presidente Dilma Rousseff e o PT, em lamentável amnésia cívica, supõe purificar-se, investindo contra o governo Michel Temer, que tem a missão essencial de recompor a economia e entregar um país reorganizado a quem se eleger no pleito de 2018.
O presidente Fernando Collor caiu em 1992, sendo depois absolvido, por unanimidade, pelo STF. A presidente Rousseff foi apeada do poder, em 2016, menos pelas “pedaladas “, tão fortemente usadas como argumento definitivo e saneador, e mais, muito mais, porque perdeu as condições, parlamentares inclusive, de prosseguir governando o país. Pretendem agora interromper o mandato de Temer, sem provas concretas de crime, numa campanha obsessiva de certos setores da imprensa livre e, muitas vezes, positivamente instigante que, modestamente ajudei a erigir, nas pelejas de 21 anos contra o regime de exceção constituído, pela Força, em 1964.
Resumindo: exatamente 25 anos entre Collor e a investida sobre Temer. Se exitosa essa intenção, teremos a média de pouco mais de oito anos entre o impeachment de um mandatário e outro. Recibo de imaturidade política. Imagem de república de bananas. Teatro bufo, que abre espaço para os heróis de uma “resistência” inglória, mesmo se os antecedentes desses heróis de ocasião não forem claros e límpidos como a água de puras nascentes.
O PT se porta como se 2016 não tivesse existido. E, neste estranho Brasil, não se critica quem se traveste de “honrado” da hora. A ordem é delenda Temer... a qualquer custo. Delatores “premiados” são efetiva e muito discutivelmente premiados. A instituição saudável da prisão preventiva é usada abusivamente, em moldes psicologicamente semelhantes às torturas físicas empregadas pela ditadura de 1964. O senador Aécio Neves é retirado do exercício do seu mandato pela decisão de um ministro da Suprema Corte...para ser devolvido às suas funções não pela soberania da Casa a que pertence, mas pela decisão, pura e simples, de outro membro dessa mesma elevada corte de justiça.
A operação Lava Jato, com sua destinação saneadora e alguns exageros, será bem reconhecida pela história. Se existe e subsiste é porque há razões sobejas para tal. Logo, deve prosseguir sim, limitada pela Constituição e pelo conjunto de leis que sustentam a democracia neste país.
Condenações derivam e derivarão do papel que a Lava Jato necessariamente cumpre. E as instâncias da Justiça estão aí mesmo para sanear eventuais e inevitáveis equívocos.
Mas o tema agora é a decisão tucana de manter – ou não - o compromisso de prosseguir dando suporte ao governo que interrompeu o mais longo processo recessivo da história econômica; domou a inflação, colocando-a abaixo do centro da meta; aprovou a tão necessária reforma do ensino médio e está a um passo de consolidar a inevitável reforma das leis trabalhistas; insiste em votar a reforma previdenciária, em meio a uma tempestade de acusações e demagogia; aponta para crescimento positivo ainda neste ano e crescimento bem mais vigoroso em 2018, abrindo um ciclo de expansão, que poderá ser virtuoso, nos anos imediatamente seguintes.
Comecei dirigindo-me aos companheiros, opinando que a luta não é mais PSDB X PT e sim a luta para evitar a morte inglória da própria política e, por consequência, da democracia. A força do PSDB sempre residiu no compromisso com o país, a preço de quaisquer sacrifícios. O PSDB nunca foi o partido de “mocinhos” forjados artificialmente em horas de crise. E nem sobreviveria ou cresceria encarnando esse papel.
Mais ainda: não existe essa dicotomia entre “cabeças brancas” e “cabeças pretas”. E nem é possível que o PSDB se “purifique”, migrando do governo Temer, ao qual servem quatro ministros tucanos competentes e valorosos, para alguma “solução” simplória em torno de alguma outra “bola da vez”, contra a qual nossos “brios” terminariam por se voltar em algum outro momento dessa tragicômica história que estamos presenciando ser descrita.
Minha definição pessoal é clara: “desembarcar” do governo, a pretexto de continuar apoiando as reformas – na verdade abrindo espaço real para o impedimento do presidente - não soaria como ato de coragem. Sinceramente, não! Definitivamente não!
A história não nos privilegiaria por isso. Nem o Brasil tampouco, no máximo a médio prazo.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Amazonas Filarmônica abre temporada de férias com repertório erudito brasileiro
Para movimentar ainda mais o mês de férias, a Amazonas Filarmônica apresenta, nesta terça-feira (11), às 20h, no Teatro Amazonas, um concerto exclusivo com peças eruditas de compositores brasileiros. A apresentação, que terá entrada franca, faz parte da Temporada de Férias da orquestra, e é uma realização do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura.
Sob a regência de Luiz Fernando Malheiro, o concerto começa com o Batuque, da suíte Reisado do Pastoreio, do carioca Oscar Lorenzo Fernández. Filho de pais espanhóis, Lorenzo Fernandez foi um dos fundadores do Conservatório Brasileiro de Música, e Batuque, a terceira dança da suíte, é considerada uma de suas obras mais famosas. Reisado do Pastoreio estreou no ano de 1930, e foi dirigida ainda no ano de sua estreia pelo famoso Arturo Toscanini.
A próxima peça do repertório é a Congada, do segundo ato da ópera O Contratador de Diamantes, do paulista Francisco Mignone. Composta em 1921, mas estreada apenas em 1924, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a ópera é ambientada na cidade de Diamantina, na então província de Minas Gerais, em meados do século XVIII. A Congada é um dos trechos mais conhecidos e mais executados desta ópera.
Quem também aparece no concerto é o paulista filho de imigrantes italianos Mozart Camargo Guarnieri, com suaHomenagem a Villa-Lobos, de 1966. Em três movimentos (Tempo de coco, Tempo de toada e Tempo de baião), a obra homenageia Heitor Villa-Lobos, falecido em 1959, e no seu estilo, traz referências do Choro No. 5, do compositor.
Outros compositores brasileiros também se farão presentes no repertório, como Clóvis Pereira e César Guerra-Peixe, com a peça Mourão, com toques nordestinos; Batuque, da Série Brasileira do cearense Alberto Nepomuceno, de 1888; o famoso Carlos Gomes, com o Bailado do terceiro ato da óperaO Guarani, de 1870; e para encerrar o concerto, Brejeiro, de Ernesto Nazareth, sob arranjo de Geoff Knorr, composta em 1893 e considerada o primeiro tango brasileiro do compositor.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Sogro também é parente
Revelação graciosa,
cheia de ternura e bonitinha da Folha de São Paulo: uma das empresas da família
de Joesley Batista, a JBS, é dirigida pelo sogro da filha do ministro do
STF, Edson Fachin relator da lava jato e
responsável por homologar o acordo de delação premiada de Joesley Batista. A
vida é bela.Forte evidência que sogro também é parente. Pelo menos para a família do carrancudo e
fofinho ministro Fachin.
quinta-feira, 6 de julho de 2017
PIM contribuiu em maio com subida da produção industrial.
Em
maio de 2017, a produção industrial nacional avançou 0,8% frente a abril. No
confronto com igual mês do ano anterior (série sem ajuste sazonal), o total da
indústria apontou expansão de 4% em maio de 2017, avanço mais intenso desde
fevereiro de 2014 (4,8%). Nesse mês, o setor foi particularmente impulsionado
pelos avanços na fabricação de automóveis (35,1%) e de eletrodomésticos da
‘linha marrom’ (26,8%), que englobam televisores, som e vídeo, com forte
concentração no PIM. Vale citar, também, os resultados positivos vindos de
outros eletrodomésticos (2,2%). Por outro lado, eletrodomésticos da ‘linha
branca’ – geladeira, fogão, micro-ondas e freezer – (-4,3%) e motocicletas
(-14,8%) apontaram os impactos negativos mais importantes. No índice acumulado
para janeiro-maio de 2017, frente a igual período do ano anterior, o setor
industrial mostrou acréscimo de 0,5%, com contribuições positivas relevantes de
equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (19,7%), também com
grande concentração no PIM.
(Diário
do Amazonas)
O Lixo e o Monturo
Meus
caros, não pretendo com este artigo fazer uma defesa do Temer,
mesmo
porque o Presidente já está muito bem servido pelo Dr. Antônio Claudio Mariz de
Oliveira, e eu nem advogado sou.
Quero
apenas aduzir um par de ideias à essa discussão sobre a apresentação de
denuncia da PGR contra o Presidente da República.
Se o Temer
é culpado ou não das acusações que constam da denuncia do Janot, só uma
investigação profunda, isenta, responsável, e consequentemente demorada, irá
dizer.
Não é o
que estamos vendo.
Muito pelo
contrário, a própria denuncia, açodada, superficial, exalando um forte odor
partidário (pró-PT), afirma que o Temer ¨recebeu de Joesley vantagem
indevida de 500 mil Reais em troca de sua intervenção no CADE¨para logo em
seguida reconhecer que ¨no exíguo prazo deste Inquérito não foi possível
reunir elementos que permitam concluir que o interesse manifestado tenha
provocado no CADE ações desviadas da boa técnica¨.
Se o prazo
era exíguo, não permitindo uma conclusão, por que não solicitou dilação
do prazo?
A respeito
do Eduardo Cunha, inferiu da frase:¨mantenha isso,viu?¨uma ação do Temer
de obstrução à Justiça, para em seguida admitir ser ¨necessária uma análise
mais cuidadosa, profunda e responsável¨.
Exatamente
o que ele não fez! Assumiu sua total irresponsabilidade!
Logo no
inicio da denuncia, reportando-se a uma empresa do setor portuário, que teria
sido fraudulentamente beneficiada pelo Temer, conclui ser necessário ¨instaurar
investigação específica para melhor elucidar os fatos¨. Significa
dizer que sua investigação concluiu que é mister investigar! Como diria o
Senador Magno Malta: Mamãe me acode!
O
nobilíssimo Barão de Itararé repetia:¨dize-me com quem andas e eu te direi
se vou contigo¨; pois o Temer, quando assumiu a presidência, chamou para
andar com ele dois tipos de companheiros de viagem: para gerir a Economia do
País chamou o que há de melhor no ramo, não só em competência como em
dignidade. Quem pode querer equipe melhor que Henrique Meirelles,
Ilan
Goldfajn, Eduardo Gardia, Mansueto Almeida, Carlos Hamilton, Marcelo Caetano,
Ana Paula Vescovi? E Pedro Parente na Petrobras? e Silvia Bastos no BNDES (que
não aguentou a pressão e cedeu o lugar para Paulo Rabello de Castro, outro
gigante)? Só por conta dessas escolhas já dou um crédito de confiança ao Temer.
Se o Temer
fosse realmente ¨o chefe da maior e mais perigosa quadrilha do País¨, como a
alma viva mais honesta deste País, teria nomeado outros mantegas,
gabriellis, paloccis, dilmas, coutinhos et caterva.
Críticas
aceitáveis são feitas às biografias dos políticos que escolheu para o diálogo
com o Congresso Nacional. Concordo que são políticos sobre os quais pesam
acusações graves quanto à conduta, nada republicana, de alguns deles.
Mas eu pergunto:
quem o Temer deveria nomear para negociar com o Congresso Nacional reformas
absolutamente necessárias e impostergáveis mas indubitavelmente
impopulares? mutatis mutandis, não se deve enviar uma embaixada de
freiras para negociar com as ¨moças¨ do bordel!
Não
defendo o lema Rouba mas Faz, longe de mim,defendo sim que se investigue
à exaustão qualquer suspeita de corrupção, mas com cautela, tranquilidade,
respeito aos princípios de presunção de inocência, sem foguetórios,
exibicionismos e transformando delações em condenações
(principalmente
porque, em princípio, delatores são criminosos).
O que eu
posso deduzir dessa atuação do Janot é que ele está tentando ¨ressuscitar¨o PT,
ele quer a volta da roubalheira desenfreada, que, a braços com a incompetência,
poderá arrastar definitivamente o Brasil para um buraco
cheio de
lama pior do que esse do qual o Temer, a duras penas, está tentando
(e aos
poucos conseguindo) tirar o País.
É o sonho
da volta da podridão, a irresistível atração do lixo pelo monturo.
( Humberto
Ellery)
Dentro de um caixão
A meu ver, o melhor lugar para Roger Abdelmassih cumprir a
pena por estuprar dezenas de mulheres, não é em prisão nem em casa, é dentro de
um caixão.
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Amigo Limongi.
A tua análise curta e certeira, atinge em cheio o que as
mulheres que foram violentadas por esse patife pensam a respeito dele.
Esse Sr. é um mau exemplo de um classe que luta para salvar
vidas e ele na contra mão matou psicologicamente várias mulheres que procuram o
consultório desse médico para engravidarem, ou seja, tenrarem deixar
descendência, o ciclo da vida.
Ele não matou só essas mulheres, ele matou as vidas antes
mesmo de virem ao mundo, matou a esperança dessas mulheres serem mães.
Certamente a morte dele seria um alívio para elas, contudo,
a morte dele não é a solução. Ele deve pagar sofrendo o que cada mulher sofreu
nas mãos desse monstro.
Se elas morreram em suas esperanças e com certeza tem uma
dívida com o Criador, a ele vai prestar contras mais antes vai passar e ser
marcado pela Lei da Volta.
O que aqui se faz, aqui se paga.
Com certeza ele vai pagar caro.
Carlos Sanches
Manaus-Amazonas
terça-feira, 4 de julho de 2017
Gaiato e patrulheiro Bonner
O fato de ser âncora do famoso, pretensioso e arrogante "Jornal Nacional", não dar o direito ao almofado William Bonner de ser insolente, debochado, desrespeitoso e sarcástico com ninguém. A notícia é impessoal. Sempre. Assim como a isenção da informação. Trejeitos e caras e bocas do apresentador ou do repórter desqualificam a notícia. Nessa linha,segunda-feira, no "Vale a pena ver de novo", a meu ver, nome perfeito para o Jornal Nacional, porque repete, descaradamente, dezenas de vezes uma mesma informação tentando criminalizar Michel Temer, Bonner anunciou o filme "Caçada ao Presidente" com evidente sarcástico e alusão a Temer. O supletivo online que Bonner está fazendo com esmero, para policial, juiz, patrulheiro e carrasco e, sobretudo, dono da verdade, está dando resultado.
Os dias eram assim
Nos 21 anos de governos militares não houve, realmente, a
observância dos indispensáveis princípios democráticos.
Apesar do funcionamento dos Três Poderes, em relativa
harmonia, a censura da Imprensa era rigorosa, a eleição para Presidente era
indireta e os direitos humanos nem sempre respeitados.
O Ato Constitucional n°5 (AI-5) representou o ápice da
repressão mas ocorreu quando o terrorismo também atingia um nível
incontrolável.
O Serviço Nacional de Informações (SNI) extrapolou nas suas
atribuições, instituiu um governo paralelo e seu criador, General GOLBERY,
admitiu ter gerado um monstro. Entretanto, sem ele, a subversão e a guerrilha
não teriam sido eliminadas.
No Governo FIGUEIREDO houve uma anistia ampla e irrestrita,
maior do que a imaginada pela Oposição que não desejava o retorno de BRIZOLA,
PRESTES e ARRAES às vésperas das eleições porque – como ocorreu – iriam ocupar
os seus espaços nas manchetes, no Congresso e nos Estados. Coisas da política!
No Governo FERNANDO HENRIQUE, a Comissão dos Desaparecidos
concedeu indenizações absurdas a quem não merecia, a amplitude e a
imparcialidade da anistia começaram a ser contestadas.
Nos Governos LULA e DILMA, as Comissões da Verdade (?)
foram parciais, injustas em alguns casos e deturparam a iniciativa de
FIGUEIREDO estimulando o entendimento do perdão em mão única, só para o lado
subversivo – terrorista.
Aqueles anos da chamada “ ditadura militar “ foram assim:
- de 47° o Brasil passou a ser a 8ª economia mundial;
- o PIB chegou a 14%;
- as exportações cresceram de US$ 1,5 para 37bilhões de
dólares;
- a inflação caiu de 100% para12% a. a.;
- originou-se a Zona Franca de MANAUS, o Banco Central, o
Projeto RONDON, o MOBRAL, o SFH, o BNH e o INPS;
- as matrículas do ensino superior subiram de 100 mil em
1964 para 1,3 milhão em1981;
- os estabelecimentos de assistência médico – sanitária
aumentaram de 6 mil para 28 mil, entre 1970 e 1984;
- 13 milhões de novos empregos;
- 4 milhões de novas moradias populares;
- regulamentação do 13° salário;
- 8 milhões de trabalhadores rurais beneficiados pelo
FUNRURAL, uma das maiores obras sociais do século XX;
- 12 milhões de linhas telefônicas, DDD e DDI, TV a cores
em todo país;
- obrigatoriedade da merenda escolar;
- criação da ELETROBRAS, NUCLEBRAS, EMBRATEL, TELEBRAS, usinas
nucleares em ANGRA dos REIS, PRÓ-ÁLCOOL, EMBRAPA, EBTU e INFRAERO;
- construção de mais de 30 usinas hidrelétricas, das
maiores do mundo como ITAIPU, TUCURUÍ, ILHA SOLTEIRA e JUPIÁ;
- prospecção de petróleo em grandes profundidades na Bacia
de CAMPOS, a PETROBRAS aumentou a
produção de 75 mil para 750 mil barris/ dia e os polos petroquímicos de
CUBATÃO/SP e CAMAÇARI/BA entraram em funcionamento;
- extensão do mar territorial de 12 para 200 milhas
marítimas;
- recuperação de 20 portos e construção de outros 4,
destacando-se os de TUBARÃO/ES e SEPETIBA/RJ, além do específico para
exportação de minério de ferro da Serra
dos CARAJÁS;
- rede asfaltada foi ampliada de 3 mil para 45 mil
quilômetros e duplicação das rodovias DUTRA e RIO-JUIZ DE FORA;
- rede ferroviária aumentada de 3 mil Km e remodelada em 11
mil Km;
- implantação do metrô nas regiões metropolitanas de SÃO
PAULO, RIO DE JANEIRO, BELO HORIZONTE, RECIFE e FORTALEZA;
- a EMBRAER transformou-se em uma das maiores exportadoras
de aeronaves;
- a ponte General COSTA E SILVA (RIO- NITERÓI) teve
repercussão internacional.
Poder-se-iam citar inúmeras outras realizações importantes mas
o espaço é curto. Havia muito trabalho, todos se orgulhavam do desenvolvimento
e não se falava em corrupção, superfaturamento e propina.
O próprio Presidente LULA chegou a declarar que “ naquela
época se houvesse eleições o MÉDICI ganhava...
a sua popularidade no meio da classe trabalhadora era muito grande...
era uma época de pleno emprego...o milagre brasileiro...”Alguém pode
contestá-lo? Será que ele nega o depoimento que deu em 03/04/1997 a RONALDO COSTA COUTO?
Hoje, infelizmente, os dias são assim:
- corrupção generalizada;
- obras paralisadas;
- Estados e Prefeituras endividadas;
- caos na assistência médica- sanitária;
- educação comprometida;
- dissociação familiar;
- proliferação de drogas;
- crime organizado incontrolável;
- total insegurança privada e pública;
- descrédito nas instituições;
- radical instabilidade política; e
-desunião nacional.
Convém reiterar que somos radicalmente contrários à
intervenção militar e às emendas constitucionais casuísticas. Porém, como está não pode continuar!
DIÓGENES DANTAS FILHO- Coronel Forças Especiais/ Consultor
de Segurança
Pingente Kfoury
Fernando Calazans, do Globo, informa que livro sobre João Saldanha tem duplo prefácio: de uma criatura abjeta e Tostão.Um horror. Saldanha merecia homenagem mais qualificada. Por exemplo, apenas Tostão assinar o prefácio. Ou, então, jornalistas mais expressivos,juntarem-se ao ex-jogador, como João Máximo, Hélio Fernandes, Carlos Mansur, Aziz Ahmed, Marcos de Castro, ,Ancelmo Gois, Arthur Dapieve, ou, ainda, o próprio Fernando Calazans. Sendo assim, para o exigente leitor e admirador de Saldanha não se aborrecer nem cochilar com bolorento prefácio do rebotalho da crônica esportiva, é de bom gosto pular a página e ir direto ao prefácio do Tostão. Do céu, Saldanha agradece com o aceno que criou. Aceno aliás, hoje imitado por arrogantes e pseudos analistas de televisão. Comprem um espelho.
domingo, 2 de julho de 2017
Estúpido PC Caju
A estupidez, o rancor, o patrulhamento e a má-fé novamente mexeram com os dois neurônios(um deles está com dengue), do recalcado e cheiroso(cheiroso? Disse bem), Paulo Cesar Caju. A criatura se acha o Pelé. Como não sabe escrever nem raciocinar, joga as patas em dirigentes da CBF(O Globo-30/6). Pura inveja. Todo pilantra e imbecil desejoso de aparecer, critica a CBF. Forte indício de que PC Caju anda usando folhas estragadas para o cigarrinho aloprado. É quando PC Caju vira clone de Frankeinstem. Fala em avacalhação e mancha. Palavras que o confuso trapo conhece de outros campeonatos.
sábado, 1 de julho de 2017
Reflexões de Reginaldo de Castro
Pequenas reflexões sobre o período de nojo (leia-se luto) que me domina.
Tudo é possível. Os três poderes estão voando sem plano de vôo, sem comando, repleto de "sans-culotes" que estão sendo orientados por uma imprensa irresponsável e histérica. A TV Globo tem grande parte da culpa pela lavagem cerebral diária sofrida pelos formadores de opinião. É o nosso comitê de salvação pública tão conhecido dos franceses na sua revolução. Tomaram o poder da monarquia e o entregaram gratuitamente à burguesia, para voltar ao nada no qual sempre estiveram. Não há ponto fora da curva. Está em andamento um desastre que se não for contido vai nos custar a vida das próximas gerações.Renan Calheiros
Saliento aos inteligentinhos(na definição do filósofo Luiz Pondé), ferozes e açodados críticos de Renan Calheiros, que não se destrói fortaleza de aço com bala de festim.
“Não podemos admitir ameaças e incitação à violência”, alerta Ana Amélia ao comentar discurso de lideranças do PT
A senadora Ana Amélia (PP-RS) criticou o discurso de lideranças petistas e a nota oficial do partido dizendo que não aceitará sentença do juiz Sérgio Moro pela condenação do ex-presidente Lula. De acordo com a parlamentar gaúcha, Lula recebe tratamento de um “ ídolo intocável que ninguém pode falar ou dizer alguma coisa”.
Além da nota do diretório nacional, dizendo que a "militância segue atenta e mobilizada para, junto com outros setores da sociedade brasileira, dar a resposta adequada para qualquer sentença que não seja a absolvição completa e irrestrita de Lula", foi divulgada nota do PT do Rio de Janeiro pregando confronto popular aberto nas ruas.
— Não podemos admitir que parlamentares do PT façam ameaças e incitação à violência caso Lula seja condenado pelo juiz Sérgio Moro no caso do tríplex. Ninguém está acima da lei. As instituições e a democracia precisam ser respeitadas. O Brasil não é uma Venezuela — afirmou.
Ana Amélia defendeu um “Estado plural e de democracia de fato e de direito”. Segundo a parlamentar, as decisões da justiça têm de ser respeitadas e os descontentes com a sentença devem recorrer às instâncias superiores.
Fonte: Assessoria de Imprensa
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