segunda-feira, 18 de abril de 2016

Turba de moleques engravatados

O cenário mais parecia de um hospicio. Macacos em casa de louças. Turba enfurecida, raivosa, urrando, debochando, xingando, insultando. Não satisfeitos com a gritaria, votavam usando em vão o nome de Deus. Estendendo o repertório de hipocrisia , pieguice e cinismo quando se dirigiam aos filhos, mulher, nora, netos, genros, eleitores,  tias e filhos que ainda nem nasceram. Só faltaram mandar abraços e beijos para gatos e cachorros de estimação. Raros votaram com firmeza e objetividade. Como exigia o importante e histórico acontecimento. 
Sem precisar recorrer a lorotas, clichês surrados e bazófias. Foi deprimente, do inicio ao fim, a votação dos impolutos deputados, aprovando o processo de impeachment de Dilma. Sem falarmos dos cretinos e insistentes papagaios-piratas. Espetáculo melancólico de explícita falta de pudor e de educação que servirão aos programas humorísticos. Deputados obscuros e medíocres aproveitaram para aparecer de graça nas fotos e nas televisões. 

sábado, 16 de abril de 2016

Temer e seus notáveis auxiliares

Missão árdua para o imaculado Michel Temer: compor o primeiro escalão entre tantos nomes qualificados. Temer, o salvador da Pátria,  não pretende errar nas escolhas. Exige a participação de figuras notáveis e ilibadas. Já estão confirmados e receberam o endosso do Vaticano e do juiz Sérgio Moro, os seguintes iluminados: Usina de lixo(Paulo Skaf), Policia Federal (Aécio Neves), Vigilância Sanitária (Moreira Franco), Polícia Civil e Rádio Patrulha (Romero Jucá), Casa Civil, Temer não abre mão dele (Tiririca), Folclore e boi-bumbá (Pauderney Avelino), Turismo, Passeio e vida mansa (Henrique Alves), Invasões e MST (Ronaldo Caiado), Caixa e Nosso Banco (Eliseu Padilha), Cuspe à Distância(José Serra),  Hora da Merenda e Conversa Fiada (Cássio Cunha Lima), Educação, Esporte e Lazer (Fernadinho Beira-Mar), embaixador junto ao Estado Islâmico (Fernando Henrique Cardoso),  Controle da Merenda Escolar (Geraldo Alkmin), Picaretagem explícita (Arnaldo Jabor), Bola de gude e salto com vara (Juca Kfoury). Temer quebrou a cabeça. Mas valeu a pena. Nomes escolhidos com rigorosa isenção. Não  vai demorar para o Brasil voltar a crescer. 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Margarida de Prata para filme de Cora Coralina

"Cora Coralina- Todas as vidas" foi agraciado com a Margarida de Prata da CNBB, na categoria longa-metragem 2016. Produção de Márcio Curi, Beth Curi e Carmen Flora. Direção de Renato Barbieri. Primeira assistente de direção, Joana Limongi. No elenco, Walderez de Barros, Tereza Seiblitz, Beth Goulart, Maju Souza, Zezé Motta e Camila Márdila. Joana fala com entusiasmo de Cora Coralina: "A história da vida de Cora Coralina, sua obra e visão do mundo fazem dela uma das personagens mais ricas e inspiradoras de nossa história".

Histórico Golpe contra Collor - Limongi/1992


quinta-feira, 14 de abril de 2016

Blog Política com Feichas Martins

quarta-feira, 13 de abril de 2016


Pílulas do Vicente Limongi Netto


Impeachment de Collor
Defensores da permanência de Dilma na Presidência da República, entre eles, juristas, jornalistas, políticos, artistas, analistas  e empresários, na ânsia desesperada  de retrucar aqueles que pensam o contrário, alegam que existiam denúncias que justificavam o impeachment de Collor, situação que, de acordo com a manada favorável a Dilma, não ocorre agora.

Na verdade, a maior bandeira das patifarias usadas pelos algozes de Collor foi um carro Fiat Elba que servia à cozinha da Casa da Dinda. Outra aberração ,em forma de matéria investigativa que os paladinos de barro também usaram contra Collor, foi leviana e irresponsável matéria de revista semanal. 
Tratava-se de capenga e atormentada entrevista de ressentido e já doente irmão de Collor, com grotescas e infundadas acusações. Collor foi apeado da Presidência da República por orquestrado e imundo jogo político, e não por corrupção. Tanto é verdade que foi inocentado em dois julgamentos pelo STF. 
Como presidente da República Collor jamais induziu, pressionou ou mandou algum ministro brecar ou atrapalhar qualquer investigação em curso sobre o covarde, canalha e imoral impeachment que o arrancou do cargo. Muito menos determinou que fizessem barganhas envolvendo cargos.
Farsante
É cômico e patético se não fosse estúpido. De repente a política ficou repleta de paladinos de meia pataca. Botam  uma máscara desgraçada de isentos. Falam dos adversários políticos como se fossem sábios que descobriram a vacina contra todos os males da humanidade. Só eles prestam. Não têm defeitos. É o caso marcante,  por exemplo, do obscuro e ressentido deputado Roberto Freire(Painel - 11/4), citando com cinismo e torpe ironia, Paulo  Maluf e Fernando Collor. Nem com o telescópio da NASA consigo enxergar em que o pretensioso e arrogante  presidente do PPS é melhor e mais digno do que Maluf e Collor.
Falta Lacerda
Falta Carlos Lacerda, seguramente, a meu ver, o maior tribuno e o mais fulgurante  orador que o Congresso Nacional conheceu. Poucos parlamentares hoje, diria até, raríssimos, têm a inteligência e o brilhantismo do saudoso Lacerda, que também foi respeitado jornalista, que enfrentava todos com firmeza, lucidez e rapidez de raciocínio. Lacerda faz imensa falta. 
Melhoraria a qualidade política e mental, da atividade pública, hoje tão em baixa no cenário da vida nacional. O que temos hoje são obscuros e medíocres fantasiados de imaculados, diariamente falando besteiras. Tanto no senado como na Câmara.  Mestres em falar pelos cotovelos , mas não dizem nada que se aproveite em favor da coletividade. São cretinos e cinicos engravatados que botaram na cabecinha ôca que são carrascos e juizes. Não têm espelho em casa. Muito menos autoridade nem moral para criticar ou insultar ninguém. São apenas pigmeus e vassalos da banda podre da midia, que se julga dona da verdade e do Brasil.

Seis por meia dúzia

A surrada, venal e ordinária cartilha dos políticos boçais que tiram onda de imaculados, determinou que Michel Temer saia do jogo, para a entrada triunfal do  bolorento e galhofeiro Romero Jucá.  Mestre na imunda arte de enganar trouxas e desinformados. Jucá disputa com o insano, decaído e medíocre Lindenberg Faria, o troféu do senador mais grosseiro do planeta.  A dupla não respeita a liturgia. 

Na sessão de terça-feira ,Jucá e Lindenberg, nas suas débeis argumentações, debocharam do senador Collor. Desrespeitaram o colega e ex-presidente, ausente do plenário. Pura molecagem. Por sua vez, os senadores Cristovam Buarque e Aloisio Nunes foram elegantes em seus apartes ao puríssimo Jucá.  Salientaram  que diante da podridão  e dos escândalos que afundaram o governo Dilma, Collor merece, então,  desculpas dos brasileiros, já que  foi arrancado da Presidência da República por acusações  consideradas irrelevantes e menos graves.


http://politicacomfeichasmartins.blogspot.com.br/2016/04/pilulas-do-vicente-limongi-netto.html?m=1

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Bravo, Erick

Erick Bretas colocou uma foto do Presidente Collor, a foto oficial da Presidência,  e escreveu no Facebook:
"Hoje aprendi o seguinte com o José Eduardo Cardozo:
Todos aqueles que fomos às ruas em 1992, PT à frente, devemos desculpas ao Collor.
Interrompemos um mandato legítimo, amparado em 35 milhões de votos, só porque o Pedro Collor deu uma entrevista à Veja (à Veja!) denunciando uns esqueminhas de propina. Tinha a história da Fiat Elba, mas o que é uma Fiat Elba diante de uma Pasadena?...

Cardozão foi claro: só um "grave atentado à Constituição" justifica o impeachment de um presidente da república democraticamente eleito.
Collor não praticou nenhum atentado à Constituição. Foi removido do poder depois de jogar o país na recessão, perder o apoio popular e destruir sua base de apoio no Congresso. Impeachment nessas circunstâncias, ensinou o AGU, é golpe.
Doravante passemos a nos referir aos eventos daquele período como "o Golpe de 92".
Foi mal aê, Collor."

Teve 5.500 curtidas e 8031 compartilhamentos. Acredito que o Erick tenha uns 40 anos de idade. 

Bravo, Erick. Meus respeitos.
O Brasil precisa de homens de fibra e coragem como você.  

João Pinho

Amigo Limongi, honra-me a ilustre lembrança, sobretudo porque conheço a sua lealdade e sinceridade! O combativo jornalista é um dos raros homens brasileiros, que cultua a lealdade, sobretudo a política, embora saiba-se que ela no País, não dura mais do que um minuto! Por isso, o amigo é um exemplar de homem para as novas gerações!

Espanhóis conhecem funcionamento da ZFM e discutem ações turísticas

Para conhecer o funcionamento da Zona Franca de Manaus (ZFM) e discutir ações para o incremento de negócios bilaterais, uma comitiva espanhola liderada pelo embaixador da Espanha no Brasil, Manuel de La Cámara Hermoso, visitou a SUFRAMA .

A superintendente  Rebecca Garcia, recebeu a comitiva que, além do embaixador, era composta pelo conselheiro da Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente, Luis Benito; a conselheira de Economia e Comércio, Maria Amelia Guzmán Martinez-Valls; o conselheiro de Emprego e Seguridade Social, Pablo Figueroa Dorrego; e o gerente da companhia Tragsa-Brasil, Félix Díaz de Rada Santos.




Depois da palestra sobre a história e as diretrizes do modelo ZFM, os espanhóis fizeram perguntas sobre logística e tiraram dúvidas sobre os incentivos fiscais, com ênfase nas vantagens de se estabelecer uma empresa em Manaus em relação a outros locais do Brasil. O embaixador Manuel de La Cámara Hermoso demonstrou interesse em trabalhar para que investimentos com capital espanhol sejam ampliados na Zona Franca de Manaus. “Saímos daqui com a convicção de que essa região é muito especial e que está claro que no meio da floresta tem um lugar cheio de grandes oportunidades”, frisou o diplomata.

Os conselheiros mencionaram ainda interesse em implantar em Manaus um hotel de selva e perguntaram se haveria alguma vantagem tributária para esse tipo de empreendimento. Os técnicos da SUFRAMA explicaram que, desde que seja para uso na atividade econômica, hotéis podem adquirir equipamentos e insumos com isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

A superintendente Rebecca Garcia ressaltou que parcerias com a Espanha, especialmente na área de turismo, seriam essenciais para o Amazonas, tendo em vista que o país europeu tem um fluxo de cerca de 70 milhões de turistas por ano. “Algumas ações, como a criação de um torneio de golfe e enfoque na pesca esportiva, podem contribuir para a implementação de parcerias nessa área”, disse Rebecca.






 

Apesar da crise - Renan Calheiros

Diante de uma crise que desencadeia uma compreensiva inércia nacional, o Senado Federal está conseguindo manter uma agenda de votações de projetos relevantes para o Brasil e suas futuras gerações. Temos uma crise política, econômica, mas as instituições não podem cruzar os braços diante desses desafios.
Há exatamente um mês, em 24 de fevereiro, o plenário do Senado aprovou, por larga maioria, um projeto desobrigando a Petrobras de participar com um mínimo de 30% nos poços de pré-sal. A proposta seguiu para a Câmara dos Deputados onde será analisada após a manifestação de uma comissão especial.
A Petrobras, como se sabe, vive sua maior crise e hoje não teria saúde financeira para fazer face a essa imposição. Desobrigá-la da exigência permite que a Petrobras seja mais seletiva em seus investimentos e também estimula a vinda de outros investidores para o setor. Quando se diminuiu a percepção da participação estatal, investimentos desse porte ficam mais atrativos.
Na última semana, também por uma expressiva maioria, os senadores aprovaram novas regras de governança para as estatais brasileiras que eram, como se viu, uma espécie de universo paralelo onde tudo acontecia e nada era fiscalizado. As novas regras fixam limites e novos conceitos nas estatais.
Para acabar com o aparelhamento político, não podem ser indicados para os conselhos de administração, ministros, dirigentes de órgãos reguladores, secretários de estado e município, titulares de mandatos no Poder Legislativo e ocupantes de cargos superiores na administração pública que não sejam servidores concursados. A proibição se estende ainda a dirigentes de partidos políticos.
A agenda de 14 itens, negociada ponto a ponto com todos os líderes partidários compreende, ainda, outros temas controversos, mas que serão objetos de deliberação. Entre eles a atualização da lei de licitações, o limite para as dívidas da União, o aprimoramento da gestão de entidades de previdência complementar e a independência formal do Banco Central.
O Banco Central quando foi criado possuía independência formal do poder Executivo. Hoje tem o que se convencionou chamar de autonomia operacional. Não é preciso aprofundar muito para detectar a diferença entre o atual modelo e o que se pretende mudar. Presidente e diretores do BC não possuem mandato. Essa é a única e principal diferença.
O presidente e diretores do BC necessitam de mandatos, aprovados no Senado Federal, não coincidentes com o de Presidente da República. É uma preliminar indispensável para que eles sejam protegidos de investidas do chefe de governo, na tentativa de influenciar a política monetária. Não se trata de um tabu e precisamos decidir sobre esse e outros projetos importantes.

domingo, 10 de abril de 2016

Jogo político

Defensores  da permanência de Dilma  na Presidência da República, entre eles, juristas, jornalistas, políticos , artistas, analistas  e empresários, na ânsia desesperada  de retrucar aqueles que pensam o contrário, alegam que existiam denúncias que justificavam o impeachment de Collor, situação que, de acordo com a manada favorável a Dilma, não ocorre agora. Na verdade, a maior bandeira das patifarias usadas pelos algozes de Collor foi um carro Fiat Elba que servia à cozinha da Casa da Dinda. Outra aberração em forma de matéria investigativa que os paladinos de barro também usaram contra Collor, foi leviana e irresponsável matéria de revista semanal. Tratava-se de capenga e atormentada entrevista de ressentido e já doente irmão de Collor, com grotescas e infundadas acusações. Collor foi apeado da Presidência da República por orquestrado e imundo jogo político, e não por corrupção. Tanto é verdade que foi inocentado em dois julgamentos pelo STF. 

Romário é o 1x7 da CPI do futebol

O senador Romário coleciona fracassos  na inútil CPI do Futebol. Não ganha uma. Perde todas. Romário  chega enlouquecido nas sessões da CPI. O ex-peixe é movido pelo sentimento de vingança e do ressentimento. Destemperado, faz o que manda o irresponsável  que atende pela alcunha de Marcos Santi. Mesmo sem a presença mínima de senadores exigida pelo regimento, Romário e Santi  convocam dirigentes esportivos e quebram sigilos bancários. Completo absurdo que o bom senso não tolera mais. Nessa linha, a Secretaria-Geral da Mesa Diretora do senado anulou execrável determinação de Romário convocando para depor Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero.  A queixa foi do senador Ciro Nogueira, que protestou já que não havia o mínimo de senadores presentes para votar. Mais  uma patética e melancólica derrota de Romário. Cada vez mais desmoralizado como político. 

quinta-feira, 7 de abril de 2016




Paraguaios na Suframa

Nos dias 18 e 19 de abril, uma comitiva de empresários do Paraguai se reunirá na sede da SUFRAMA com representantes de indústrias do Polo Industrial de Manaus (PIM) com o objetivo de discutir parcerias e potenciais oportunidades de negócios. A missão empresarial é liderada pela Zona Franca Global (ZFG), que tem um memorando de entendimento assinado com a Zona Franca de Manaus (ZFM). Um dos possíveis desdobramentos é a instalação de um centro de distribuição de produtos do PIM no Paraguai. Esta será a segunda missão técnica entre ZFM e ZFG. A primeira ocorreu em outubro do ano passado, em Ciudad del Este. Entre as metas das missões técnicas está a identificação de oportunidades de negócios e de investimentos bilaterais.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Painel do Leitor - Folha de São Paulo 6/6/2016

advogado-geral da União me convenceu de que devemos desculpas a Collor, já que, segundo os argumentos que utilizou para defender a presidente Dilma, o ex-presidente foi injustiçado, pois não cometeu nenhum atentado à Constituição. Tanto isso é verdade que ele foi absolvido pelo STF.
ALEX STRUM (São Paulo, SP)

III Debate Produtivo aponta caminhos para o avanço da ZFM

Criar uma agenda de desenvolvimento econômico sustentável para a Zona Franca de Manaus e para a Amazônia, com mecanismos que façam a região caminhar com suas próprias pernas. Esta foi a conclusão dos participantes do III Debate Produtivo, promovido pelo CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), em parceria com a FIEAM (Federação das Indústrias do Amazonas) e demais entidades do setor produtivo, como a FAEA (Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas) e Fecomercio.
O evento contou com a presença de Marcos Lisboa, diretor-presidente do Insper, e Zeina Latif, da XP-Investimentos, economistas renomados do Sudeste. Wilson Périco, presidente do CIEAM, Antonio Silva, presidente da FIEAM, Rebecca Garcia, Superintendente da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), Thomaz Nogueira, da Seplan-CTI (Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Muni Lourenço, presidente da FAEA, além de empresários e empreendedores locais que também participaram do debate, realizado  sexta-feira.
“O encontro alcançou o propósito de promover uma discussão saudável sobre os rumos que devemos tomar para a manutenção do modelo, e melhores alternativas para promover o desenvolvimento da região”, analisa Wilson Périco, presidente do CIEAM. Ele abriu o debate ressaltando que a Amazônia não pode continuar a ser refém de Brasília (DF), referindo-se às consequências que surgem com as decisões do governo federal, em diversas esferas dos assuntos da região. O dirigente destacou os esforços do CIEAM para desmistificar a visão de que a Zona Franca de Manaus seja um paraíso fiscal. “Os incentivos são uma realidade na região, mas são muito menores do que os concedidos ao Sul e Sudeste.”
Marcos Lisboa defende que a Zona Franca de Manaus e toda a região da Amazônia precisam urgentemente criar uma agenda de desenvolvimento econômico sustentável que não envolva a dependência perene do governo, explorando as potencialidades da região. “É preciso identificar o que a Amazônia pode oferecer de melhor, para liberá-la da dependência que empobrece a região e o País.”
O economista reconhece o papel das empresas em proteger o patrimônio naturalmente, e defende que o modelo deve precificar a proteção da floresta, o que seria um ganho efetivo da indústria local. “É preciso investir em ações de iniciativa privada que gerem desenvolvimento tecnológico e de mão de obra especializada, além de parcerias que visem sanar gargalos logísticos.”
Na mesma linha de Lisboa, Zeina Latif argumentou que não há mais como depender de Brasília, e propôs que a agenda contemple uma proteção de incentivos em um primeiro momento, mas que sejam utilizados para destravar problemas de infraestrutura e resolver questões ambientais. “A região tem suas fragilidades, mas também enorme potencial que ainda deve ser explorado. Precisa andar com suas próprias pernas.” Segundo a economista, esse movimento é uma preparação para uma transição de patamar do modelo econômico. “O governo federal está em uma crise fiscal grave. Não vai investir. É preciso procurar fórmulas para estimular o setor privado”, afirmou.
Meio ambiente e competitividade
Outro ponto levantado pelos economistas é a necessidade de um avanço institucional nas mediações de conflitos. Atualmente, estão em um nível de disparidade que piora o cenário. “Há a preservação do meio ambiente, mas também existe a pobreza. É preciso um processo mais eficiente e saudável, e a criação de mecanismos para a solução desse problema”, comentou Lisboa. Para Zeina, as políticas públicas na Amazônia devem ser debatidas e definidas considerando as problemáticas e especificidades locais. “A questão ambiental precisa ser discutida de forma concreta e objetiva para o desenvolvimento da região.”
Na visão de Thomaz Nogueira, da Seplan-CTI, é necessário começar a pensar nos desafios para um desenvolvimento sustentável, e encarar a questão ambiental de forma mais flexível para criar um ambiente favorável de negócios. “É necessário desenvolver as vocações como, por exemplo, no setor de turismo, que precisa deixar de ser apenas uma potencialidade para se transformar em riqueza efetiva.”
Rebecca Garcia, superintendente da Suframa, destacou os desafios da autarquia neste contexto, que visa gerar mais competitividade à região, como estimular a fabricação de produtos voltados à exportação. Rebecca também ressaltou a importância do programa Zona Franca Verde, que concede isenção de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para produtos com predominância de matérias-primas regionais, como frutos, sementes, madeiras, entre outras.
 Sobre o CIEAM
O CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), constituído há 36 anos, tem como principal atribuição atuar de forma técnica e política em defesa de suas empresas associadas e dos princípios da economia baseada na livre iniciativa. Com sua longa experiência, o CIEAM está preparado para assistir as empresas associadas que estão iniciando suas atividades e as que se encontram em fase de expansão e diversificação de seus mercados. Priorizando a competitividade da Zona Franca de Manaus, seus principais pleitos são o aproveitamento dos recursos recolhidos pelas indústrias para o desenvolvimento da Amazônia Ocidental, como previsto em lei, a criação de matrizes econômicas, para que a região não dependa exclusivamente do modelo Zona Franca, e a união entre indústria e academia para a formação de pesquisadores com foco em inovação. O Polo Industrial de Manaus arrecada cerca de R$ 20 bilhões por ano em impostos e co

terça-feira, 5 de abril de 2016

O virtuoso FHC em mais um artigo encantador

Com a sapiência habitual, FHC brindou a nação brasileira e o mundo  com outro artigo.  "A Constituição é o caminho", é o nome da nova peça rara que brotou da cachola fulgurante do soberbo FHC. Tudo que o príncipe tucano escreve é original. Tanto é verdade que ninguém havia descoberto nem escrito que a Carta Magna tem que ser seguida e respeitada. FHC é fofo. Mas não tem espelho em casa. Temer, Moreira Franco, Jucá, Aécio, Alckmin, Padilha, seguramente também não.   FHC é a luz que tira das trevas os pobres mortais. Na nova catequese o guapo ex-presidente de cabelos castanhos enverdeados, fala de "fraude à democracia", "fundamento moral" e "cala-boca das investigações". Se fizer a barba só sairá serragem. Salientou também que é cauteloso em tudo. Faltou  o estupendo FHC contar como os capachos dele compraram votos de parlamentares para obter a reeleição presidencial. Não carece explicar quem pagava as mesadas que mandava para a amante no exterior. O virtuoso FHC  pela primeira vez não foi cauteloso. 

O virtuoso FHC em mais um artigo encantador

Com a sapiência habitual, FHC brindou a nação brasileira e o mundo com outro artigo. "A Constituição é o caminho" é o nome da nova peça rara que brotou da cachola fulgurante do soberbo FHC. Tudo que o príncipe tucano escreve é original. Tanto é verdade que ninguém havia descoberto nem escrito que a Carta Magna tem que ser seguida e respeitada. FHC é fofo. Mas não tem espelho em casa. Temer, Moreira Franco, Jucá, Aécio, Alckmin, Padilha, seguramente também não. FHC é a luz que tira das trevas os pobres mortais. Na nova catequese o guapo ex-presidente de cabelos castanhos esverdeados fala de "fraude à democracia", "fundamento moral" e "cala-boca das investigações". Se fizer a barba só sairá serragem. Salientou também que é cauteloso em tudo. Faltou o estupendo FHC contar como os capachos dele compraram votos de parlamentares para obter a reeleição presidencial. Não carece explicar quem pagava as mesadas que mandava para a amante no exterior. O virtuoso FHC pela primeira vez não foi cauteloso.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Michel Temer: paladino de meia pataca

Suponhamos que o impeachment não prospere. Dilma continua presidente. Quem, então, ficará mais desacreditado aos olhos da nação? A lista é longa. O paladino de meia pataca, Michel Temer, e sua patota de imaculados de plástico, Aécio, FHC, Alckmin e outros tucanos santos de pau ôco, a imprensa partidarizada e com faca nos dentes, os ricos patrocinadores das manifestações "espontâneas", magistrados seduzidos e encantados pelos holofotes, ou deputados e senadores medíocres, sem neurônios, que preferem mendigar pedaços do noticiário?

Michel Temer: paladino de meia pataca II

Deus realmente é brasileiro. Ama muito o Brasil. Tanto que mandou uma alma pura, Michel Temer, de coração despojado, para livrar o Brasil de todos os males. Amém! Deus transformou os lobos maus em cordeiros e Temer em Messias. Juntos com Temer, arcanjos notáveis, cheios de amor e dedicação, como Moreira Franco, Romero Jucá, Henrique alves, Eliseu Padilha e outros imaculados com menos asas nas costas. Com o desprendido Michel Temer dando as cartas, o Brasil iluminará os lares brasileiros com fartura na mesa e emprego. Além de oferecer ao mundo belas lições de humildade e fé na coisa pública. 

Leviano Cássio Cunha Lima

O senador tucano Cássio Cunha Lima espelhou-se no dia primeiro de abril, consagrado à mentira, quando insulta, irresponsavelmente, o ex-presidente e senador Collor (Panorama Politico-1/4). Segundo o destemperado e leviano Cunha Lima, o governo Dilma, para se livrar do impeachment, começa a distribuir cheques como ocorreu na época do governo Collor. Não fica bem para um senador que se julgar sério, caluniar e difamar sem provas. O líder do PSDB no Senado é forte exemplo de como a luta política é suja, cretina, torpe e covarde. 

Teori baixou a bola de Moro

Ministro Teori Zavascki enquadrou o juiz Sérgio Moro. Manda quem pode, obedece quem tem juízo. Nessa linha, como um raio, analistas políticos graduados mudaram o tom de suas catilinárias. Especialmente os iluminados da Rede Globo. Passaram a ser mais sóbrios e menos afoitos em suas açodadas intervenções. Não demora vão dizer que o impeachment é golpe. Que Dilma foi consagrada pelas urnas e merece respeito. Assim caminha a humanidade...

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Aos amigos - Aziz Ahmed

No final do ano passado, encerrei minhas atividades como editor-chefe do jornal comunitário A Voz de Rio das Pedras – que deixou de circular em dezembro – e como titular de uma coluna no jornal O Povo. Tirei um período de férias e, logo depois do carnaval, comecei a trabalhar num livro sobre as memórias pitorescas da imprensa brasileira. Nesse projeto, que conta com a parceria da Associação Brasileira de Imprensa e o apoio institucional da Delphos, uma empresa de tecnologia da informação, estou recolhendo histórias de companheiros que, desde a década de 1950 até este início do século 21, viveram as grandes transformações ocorridas na mídia impressa. Já ouvi alguns legendários jornalistas, cujos depoimentos estão no canal criado no YouTube, que será alimentado até a conclusão do trabalho. Seja bem-vindo e inscreva-se nesse canal, acessando o link: https://www.youtube.com/channel/UCSb03ZD-1FymhcjcN3NZgDg

Aziz Ahmed
PTC, O NOVO PARTIDO DE COLLOR  - Senador Collor já está filiado ao Partido Trabalhista Cristão. Após análise de vários convites, Collor decidiu pelo PTC. Pesou na decisão a identidade programática e a relação histórica com dirigentes nacionais da legenda, como o presidente Daniel Tourinho. O partido, com o número 36, sucedeu o antigo PRN, sigla pela qual Collor elegeu-se presidente da República, em 1989.