quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Superintendente da SUFRAMA ministra palestra em Simpósio sobre a Amazônia na Câmara dos Deputados

Lisângela Costa    

Nesta terça-feira (08), o superintendente em exercício da Zona Franca de Manaus, Oldemar Ianck, ministrou palestra no 5º Simpósio “Amazônia: uma visão jovem para o futuro sustentável da região”, que aconteceu durante todo o dia, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O evento foi uma parceria da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, com a Subcomissão Permanente da Amazônia do Senado. O simpósio tem por objetivo revelar nacionalmente os problemas que afligem a Amazônia, buscando, por meio da mídia, uma interação entre as diversas camadas sociais para o mapeamento de possíveis soluções para a região, a qual detém a maior biodiversidade do mundo. Devem participar lideranças juvenis que irão integrar os paineis a serem realizados ao longo do dia.  O titular da SUFRAMA tratou sobre “Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs), Polos Industriais e Áreas de Livre Comércio: estratégias de desenvolvimento regional”, como participação no painel inicial, cujo tema central é “Crescimento sustentável das cidades e geração de emprego”. Outras três palestras foram abordadas como parte da programação do painel, são elas: “Metrópoles, cidades amazônicas e infraestrutura urbana”, “Política de desenvolvimento para a Amazônia: o Plano Amazônia Sustentável (PAS)” e “Estágio atual e ritmo de crescimento: Amazônia x Brasil”. No horário da tarde, será realizado o segundo painel com o tema “Formação e capacitação dos jovens para o futuro sustentável”. As palestras a serem proferidas compreendem os seguintes assuntos: “O papel das universidades”, “O papel do Ifet/Cefet (Escolas técnicas)”, “As reivindicações dos universitários e dos alunos do ensino médio” e “O papel do Sebrae (Serviço de Apoio a Micro e Pequenas Empresas). Foram convidados para a abertura do evento os presidentes da Câmara, Marco Maia, e do Senado, José Sarney, ministros de Estado e governadores. Também devem participar os ministros das Cidades, Mário Negromonte, da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e da Defesa, Celso Amorim; além dos presidentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, da Confederação Nacional do Comércio, Antônio José Domingues, e do Conselho Federal de Economia, Waldir Pereira Gomes.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Governador critica maus empresários


Ao discursar na abertura da Conferência do PC do B, em Manaus, o governador Omar Aziz(PSD) foi duro e claro com os "empresários lesa-pátria "que insistem em tirar indústrias do Amazonas,  embora, como frisou, há décadas ganhem fortunas graças á zona franca. "Tramam na surdina, como abutres, em gabinetes de Brasília e na avenida Paulista", salientou. Omar Aziz garante que suas denúncias têm endereço certo. Por enquanto prefere não falar nomes. Omar observou que os envolvidos são conhecidos. Contudo, prometeu retaliação. "Vou tomar providências com os presidentes destas indústrias. Como admitir pessoas discutindo com você e usando, a seguir, todo conhecimento contra nós?", revolta-se o governador.

Canhotinha de Ouro

Gerson assina contrato para lançamento de camisa retrô do Botafogo (Foto: Divulgação)

Amigo, fiquei feliz com a iniciativa do Botafogo em homenagear o Gerson e eternizar a camisa 8.  Já encomendei ao meu sobrinho, que estará indo amanhã à loja do Botafogo, para saber se a mesma já está à venda. Acho que você não se lembra, que eu estudei no Rio nos anos 1963 e 1964, no Instituto Lafayette, na rua Haddok Lobo, na Tijuca. Durante esse periodo, compareci a todos os jogos do Botafogo e assisti o Canhota jogar com toda inteligência e categoria que Deus lhe deu.

Um grande abraço,

sábado, 5 de novembro de 2011

O humano Bernardo Cabral


Não sai da minha cabeça uma cena que, quem viveu sabe, foi absolutamente inesquecível. O local, a Associação Comercial do Rio de Janeiro. Auditório Ruy Barreto, para ser mais preciso. Dia 10 de agosto de 2011. Na ocasião, a ACAN, Associação Cultural do Arquivo Nacional, homenageava um amigo nosso em comum, Humberto Mota. O cerimonialista era o José Santa Cruz, estupendo humorista. Hábil, ele mostrou a uma platéia de Fla-Flu, que lotava o auditório, o Arquivo Nacional. Apresentação projetada em datashow, uma tarde linda, memorável, com apresentação da banda de música e tudo o que tinha direito. Inclusive a presença de um gênio: o Bernardo Cabral. Digo gênio, mas sem exagerar sequer um pouco. Para mim, trata-se de um orador primoroso. Ele acha que sou eu, mas não; eu sou pequenininho perto dele. Volto à cena. Depois do chefe do cerimonial fazer toda a mise-en-scène, o presidente da ACAN, Lício Araújo, chamou ao palco outra estrela:
Lembro tê-lo visto se levantar da mesa de honra, caminhar até a tribuna, pegar com mãos firmes três folhas e, estendendo-as para fincá-las ao melhor raio de visão, proferir algo assim:
- Meus amigos e minhas amigas, um velho professor me ensinou que um discurso não pode passar de três folhas – imediatamente, apresentou ao público uma, duas, três folhas, e retomou o raciocínio:
- Portanto, não vou cansá-los.
Só de ter dito aquilo, ele conquistou de bate-pronto o auditório, que em cerimônias longas teme discursos às vezes maçantes. Discurso de três folhas é plenamente suportável.
O Santa Cruz lá em cima, à esquerda; e o pessoal na mesa de honra à direita, três sumidades sentadas, dentre as quais o presidente da Casa, Antenor Barros Leal. O Dr. Bernardo Cabral no centro das atenções. Ele começa a ler as três folhas. Olha ora para a gente ora para as folhas, lendo um discurso como sempre lindo, mágico, palavras fáceis que brotam. Ao fim do discurso, ele entrega as três folhas carinhosamente ao José Santa Cruz, que ao pegá-las e mirar o conteúdo, se espanta:
- Ué! Mas não tem nada escrito. Esses papéis estão vazios!
Ou seja, ele não tinha lido o discurso. Houvera feito de improviso. Todos que estávamos ali presenciamos o talento de alguém que sabe fazer uma mágica sempre diferente, alguém que já deve ter perdido a conta de quantos discursos já fez, em palcos do Brasil e do mundo. Grande orador. Notável orador. Com o golpe das três folhas, seduziu o auditório inteiro, que acreditava piamente que ele estava lendo.
Eis que então, na sequência, como que não satisfeito, o Dr. Bernardo Cabral fez a seguinte delicadeza, ainda que excessiva:
- Eu fiz esse discurso mas o maior orador que conheço aqui está conosco; não preciso falar o nome dele porque todos concordam com o que estou dizendo; ele é da casa; o Fluminense dele foi um grande clube quando ele lá esteve...
E eu, sentado, pensei, “Nossa Senhora, o homenageado é o Humberto”... Eu nem estava na mesa de honra, nem tinha de estar, mas o Dr. Bernardo Cabral fez uma referência à minha pessoa como se eu fosse mais orador do que ele. No final, o presidente da ACAN se sentiu na obrigação de também dizer a mesma coisa e falou:
- Nós não podemos deixar de ouvir o maior orador!
Foi difícil. É justamente o contrário daquele que diz que vai ler só três folhas. Eu não ia falar, não tinha em mente nada improvisado, não tinha nem o que falar. Mas me levantei e fiz uma breve intervenção, brevíssima intervenção aliás, na qual disse apenas o seguinte:
- “Amigos, acabamos de viver um momento mágico, no qual o orador leu páginas vazias”.
E encerrei. Por isso, não posso falar aqui daquilo que sei que os outros vão dizer: do grande advogado, do grande parlamentar, do grande político. Eu quero falar do grande ser humano. O ser humano admirável que é o Dr. Bernardo Cabral. Se tivesse um curso de escutatória, ele seria catedrático. Não tem; só há cursos de oratória; curso de escutatória eu nunca vi anunciar, porque todo mundo só quer falar, ninguém quer ouvir. Mas ele sabe ouvir. Quem é ser humano sabe ouvir; primeiro nos ouve e depois fala; não se faz de dono da bola. E um grande orador saber ouvir é raro, raríssimo. Ele reúne, portanto, curso de oratória com curso de escutatória. Se ele abrir esses cursos, eu me matriculo no mesmo dia para aprender. Ele é mestre em saber ouvir.
Que horas agradáveis vivi na companhia do Dr. Bernardo Cabral. Como é belo envelhecer assim: lúcido, capaz de manter o bom humor, com um vivo empenho no minuto presente, que ele vê a luz de experiências intensas, amplas, muito pessoais.
Sua conversa não traduz apenas os feitos de um grande homem publico, de um exímio advogado, estrela brilhante dos excelsos pretórios, mas o interesse múltiplo, afetivo e intelectual de um humanista genuíno, que conseguiu amar tanto as pessoas e a natureza como os livros, entranhadamente, as doces leituras, cujo aroma lhe assoma aos lábios na conversação, em que reponta tal verso de Malherbe ou de Bilac, tal frase de Anatole, tal lembrança da Ilíada, tal aplicação do Quixote.
Lido, vivido, viajado, claro, limpo, ágil, é um companheiro moço, a quem o tempo não agrediu, não destruiu, mas só fez requintar.
Insisto: sua palavra é como uma página de Anatole saboreada com o meio sorriso de quem prova e reconhece um vinho bom, verdadeiro e raro.
E se uma vez ele me disse que “a amizade será considerada forte quando vencer o tempo, a distância e o silêncio”, eu posso afirmar, com todas as letras e certeza , a minha amizade com ele, a nossa amizade, é absolutamente inexpugnável.

                        Saudações tricolores,
                        Francisco Horta

Coloquem a mão na consciência


Realmente, Jesus da Silva, Santo Deus, estou há 3 dias observando, estarrecido, comentários rancorosos, indecorosos, em tom de verdadeiras pragas, torcida do contra, postadas (perdão pelo palavrão online!) aqui e alhures, para que Lula não fique bom, que não se recupere da tenebrosa doença. Pelo amor de Deus! Podem não gostar do político Lula, admito e respeito, mas sejam homens e pessoas corretas, decentes, desprendidas. Não precisam atacar o cidadão enfermo, brasileiro como todos nós. Felizmente, nesta linha, leio que alguns têm este procedimento cristão. Outros, conheço alguns, preferem não escrever nada. Ficam em silêncio, respeitando a dor alheia. Francamente!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Força companheiro Lula!!!

Mensagem para o Calazans


Meu caro, parabéns! Excelente a coluna de hoje. Mas, Messi jogaria tão bem, seria colossal, noutro time? Mesmo no bom Milan, na boa Inter? Será que Messi daria o mesmo costureiro show se jogasse no atual combalido Santos? Sabemos que na Copa America a seleçãozinha argentina deixou Messi de calças curtas. Pagou um micão. Ou seja, mesmo sendo craque, se não tiver o apoio do coletivo, como ele tem no assombroso Barcelona, não rende, mermão. Fiz até um blague, faz tempo: Daniel Alves. Outro que a meu ver tem que ser titular na Seleção, mas até agora está devendo, muito irregular e mascarado. Merece ganhar metade do salário do Messi, porque 70% das excelentes jogadinhas e jogadonas do Messi começam com Daniel. Ou não? A propósito, se o jogo contra o Barça fosse hoje, amanhã ou domingo, o Santos atual seria humilhado. Levaria uma pêia daquelas. O que será que Muricy pensa deste drama? Não quer uns 4 reforços? Vai precisar e muito. Refresque minha cabeçinha, já perto dos 67 (dia 21), não teve um time brasileiro uma vez que se reforçou para enfrentar não lembro quem? Adiantou? Só Ganso, Danilo, Rafael, Neymar e Borges... Sei não, assim o Santos não vence o Barça. Bom seria se Deus desse uns 40 anos menos - ou 45? -, para Gerson, Tostão, Pelé e Rivelino e Clodô (bastam?) reforçarem o Santos atual. Ah, seria um jogo memorável. Sonhar ainda podemos. Forte abraço vascaíno do Limongi.

PS.: Nossa! Ganso vai voltar logo contra o Vasco!? Dedé vai ter insônia...

Trio tucano não se manca...


Pois bem, já que o tricô é em SP, o trio tucano poderia ter a grandeza e o desprendimento político e ir visitar Lula em São Bernardo. Ganhariam pontos políticos, iluminariam a alma e teriam bons fiapos da mídia.   

Por favor, atenção! Sejam isentos.


Quem já viu a revistinha Veja criticar ou fazer campanha contra o PSDB ou contra o DEM? Por acaso são todos santos e inatacáveis? Não sou PT, não sou filiado a partido nenhum, jamais serei, mas a Veja é sórdida. Não é de hoje. O pior é que a arrogante e pretensiosa Veja costuma pautar a maioria de outros veículos. Correm atrás de suíte como cachorrinhos assustados e dóceis. É um escárnio. O jogo político é sujo, cada vez piora mais. Não há regras, muito menos decência e correção. Quem está no poder não quer sair, quem está fora faz de tudo para entrar e, também, não sair mais. É o circulo vicioso da canalhice. A oposição, por sua vez, cada vez mais incompetente, desunida e amedrontada, baba quando surge alguma denúncia contra o governo ou ministros. Assim têm fiapos de esmola da mídia. Armam palanques e se valem de tudo. Inclusive usar como bandeira farsantes e patifes como agora, o tal amoral e imoral militar que acusa o ministro Orlando Silva.

FIAM 2011 gera valor recorde de US$ 13.1 milhões em negócios

Emerson Medina  

A Feira Internacional da Amazônia bateu mais um recorde na geração de negócios. Reunindo empresas e investidores em interesses comuns, a Rodada de Negócios realizada durante a FIAM 2011 atingiu a marca de US$ 13.119 milhões em negócios acertados para curto e médio prazos, superando em 14,5% o resultado da edição daFIAM 2009, quando o valor atingido foi de US$ 11.435 milhões. Para o superintendente em exercício da Zona Franca de Manaus, Oldemar Ianck, o resultado comprova o potencial de promoção comercial alcançado pelo evento. “Esse resultado comprova o êxito da FIAM 2011. A cada edição, superamos as expectativas com recordes em resultados, não apenas em negócios, mas também em número de expositores e de público”, destacou. A Rodada de Negócios tem como finalidade promover a compra e venda de produtos e serviços entre empresas que identifiquem interesses em comum. Na rodada desta edição, participaram 26 empresas âncoras (compradoras de produtos e serviços) e 136 empresas ofertantes. Foram demandados principalmente os itens das áreas de artesanato regional, produtos fitoterápicos e fitocosméticos, móveis e artefatos de madeira, frutas regionais, pescado, alimentos e bebidas, extratos e óleos vegetais, corantes naturais, ervas medicinais e aromáticas. A rodada envolveu empresas locais, do Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e também de países como Alemanha, Angola, Canadá, Equador, Espanha, Irã, Itália, Portugal, Uruguai e Estados Unidos.

Encerramento

A FIAM 2011 encerra neste sábado, 29, e está aberta à  visitação pública gratuita no Pavilhão Amazônia e no Pavilhão Principal, das 15h às 22h.

Dicas de Saturnino para Lula


Gosto muito do Roberto Saturnino. Bom homem. Foi excelente e destemido senador e prefeito do Rio de Janeiro. Vale a pena transcrever - e faço com prazer -, sobretudo pela atualidade do tema, sobre o qual tem se escrito colossais bobagens, próprias do timeco de amargurados, perdedores e ressentidos. A nota "Caro Lula", da coluna do Ancelmo Gois, no Globo do dia 2:"Curado de um cãncer linfático(o mesmo de Dilma) há oito anos, o ex-senador Saturnino Braga, 80, enviou mensagem a Lula com dicas para os meses de quimioterapia e radioterapia: “Lula, querido, pare com o cigarro, mas beba de vez em quando vinho ou uma dose de uísque. Você não é de ferro. Não ligue se ficar enjoado e sonolento. Só passei mal uns seis meses. Depois, vida normal. Hoje, corro todo dia e bebo meu uisquinho."

Lula doente também é notícia no mundo todo


Gostemos ou não, Lula costuma incomodar e intranquilizar os adversários. Deixa em pânico os desafetos. Mesmo doente. Sabem da força e da fibra do ex-metalúrgico que cavou o seu belo destino com as próprias mãos. Os desafetos inteligentes de Lula divulgam que torcem pela recuperação do ex-presidente. Sabem que o povão gosta, vota e apoia aqueles que são vítimas de alguma coisa. Mas a maioria, no fundo da Alma, quer é que Lula vá para as profundezas do inferno. Com passagem só de ida. Contudo, Lula não entrega os pontos nem aos que rogam pragas para ele nem ao cãncer. Lula é escorpiano, forjado em lutas dificeis.

Lula é Lula...


Vou repetir: Lula fala o que quiser. Lula comenta o que desejar. Aqui e no mundo. Lula tem autoridade para meter o bedelho onde quiser. Lula é Presidente de Honra do PT, Lula foi eleito, reeleito e ajudou a eleger Dilma, senadores e governadores. Inveja do carismático Lula é fogo. Mas Lula agüenta. Já suportou mágoas piores. Mas Lula, vamos lá, você que também é vascaino, com força, Vascooooo! novamente, Vascooooo!!

Collor manifesta solidariedade ao ex-presidente Lula


O senador Fernando Collor (PTB) manifestou ontem, pelo twitter, sua solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que encontra-se em tratamento de quimioterapia para debelar um tumor na laringe descoberto na semana passada, e desejou boa sorte ao ex-presidente em mais uma batalha que enfrentará em sua vida. Collor desejou ao ex-presidente votos de uma pronta recuperação e que o tratamento corra dentro das melhores expectativas. Para o senador, o ex-presidente Lula enfrentará o problema de saúde como sempre enfrentou todas as adversidades da vida e deverá vencer mais esta batalha.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Bons jogos no "Bão Demais"


Nossos jogos no "Bão Demais" realmente têm sido espetaculares. A bola agradece. Partidas vibrantes, bem disputadas, de ótimo nível técnico. Sem modéstia, palavra dos que não têm ambição na vida, que é dura, costuma acolher os que perseveram com garra e competência, tenho jogado bem. Tenho mostrado meu velho e bom futebol. Como conheço o perfume que a bola gosta e conheço bem os atalhos do campo e antevejo a maioria das jogadas que terei que fazer-executar, não perco uma partida há tempos. Claro que para meu time vencer conto com o apoio dos outros colegas. Sem o coletivo, sem a solidariedade de todos dentro de campo, não se vai longe. Não se sai do lugar e ainda ficamos irritados, briguentos. Não vale a pena, concordam? Devemos sair de casa ou do trabalho para nos divertir e não para torrar os paises baixos dos outros, estragando, assim, a pelada de todos. É preciso frisar que o irrequieto Élio tem jogado muita bola. Nicole e João (Ivo viajou, foi fazer testes no Milan e no Barcelona, talvez não assine contrato porque o pai dele, paga muito mais na ABC) fazem a diferença. Bruno foi chegando e tem mostrado também bom futebol. João Batista idem. Marcador implacável. Kalil deu um show  de bola na segunda. Jogando pelo meu time (ou seria timaço?), jogou com tranquilidade, fez gols e mereceu aplausos. Deixem Kalil jogar em paz. Era o único rubro-negro no meu time de alguns vascainos que arrebentaram em duas partidas, David, já chamado por alguns de Rômulo, Wellington e João. O tricolor Paulo Henrique é outro que costuma vencer, quando joga no meu time. Bom e fácil jogar quando todos tocam bem a bola. Sempre digo, a bola não morde e não é vergonha começar o jogo novamente, tocando a bola pra trás, quando o lance torna-se confuso no meio-de-campo. Nosso querido Xapolim-Arlindo foi embora, em busca de novos rumos para sua vida. Que seja feliz. Merece. Eustáquio ontem preferiu ver os jogos da arquibancada. De inicio não gostou do que viu. Muitas barangas em campo. Foi franco: nenhum deles, do primeiro jogo, levaria para jogar na fazenda. Não passariam no Enem do exigente futebol dele. Tudo com ternura divertida. Depois Eustáquio mudou de idéia, levaria Anival e Zissi. Sob os protestos do Élio cornetando do lado. Sucesso para todos.

Fernando Collor fala ao programa "Encontros", da TV Senado

senador Fernando Collor fala sobre Rio+20, elogia a política externa brasileira, prega modernização e democratização de instituições multilaterais e esclarece sobre sua posição acerca da necessidade do sigilo de documentos estratégicos no Brasil. Como presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, o ex-presidente expressa também suas opiniões sobre a diplomacia brasileira na África e a atual situação do MercoSul e da UnaSul.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Carta do amigo Havelange

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Fernando César Mesquita

O papel de Sarney

Se existe alguém com um rico histórico de contribuições à consolidação dos valores democráticos é o senador José Sarney. No registro de sua vida não há atos que o desabonem, e desafio que provem o contrário. Inverdades são publicadas e os esclarecimentos ignorados, como se a liberdade de imprensa valesse apenas para quem ataca e condena sem provas. Trabalhei em seu governo e continuo ao seu lado no Senado. Por desinformação, tentam manchar-lhe a honra e desqualificá-lo. Lembram as orquestrações nazistas, quando multidões erguiam o braço na saudação ao Führer que as concitava com palavras de ordem de morte aos judeus, aos ciganos e aos comunistas, embriagadas pelo fanatismo instrumentado por Goebbels. Assim acontece hoje com pessoas de boa-fé manipuladas por gente odienta que, em passeatas e shows de rock, repete slogans banais. Quem pesquisar a história do Brasil dos últimos 50 anos constatará que a vida de Sarney foi marcada pela preocupação com as liberdades públicas, a cidadania e a modernização do Estado. Foi um dos criadores da "Bossa Nova da UDN" - grupo de deputados inconformados com o conservadorismo do partido - e integrou a Frente Parlamentar Nacionalista. No Senado dos anos 70, foi precursor na defesa do meio ambiente e mais tarde se empenharia na realização da Rio 92. Em dezembro de 1978 relatou a Emenda Constitucional nº 11, que revogou todos os atos institucionais e complementares impostos pelos militares. Acompanhei-o na formação da Frente Liberal, que resultou na eleição de Tancredo Neves, cujos compromissos Sarney respeitou na montagem de seu governo. Legalizou todos os partidos políticos, assegurou a liberdade sindical, acabou com a censura prévia, foram realizadas as primeiras eleições diretas para prefeito das capitais em 20 anos. Na política externa, reaproximou o Brasil da China e da então URSS e reatou relações diplomáticas com Cuba. Estreitou o diálogo com a Argentina, criou o Mercosul e foi firme diante dos EUA na defesa do interesse nacional. Sarney convocou a Assembleia Nacional Constituinte, que produziu uma Carta garantindo amplos direitos sociais e incorporando os princípios de democracia direta. Seu governo inovou em todos os setores. Criou-se o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher; o Ministério da Reforma Agrária; instituiu-se o Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde, o SUDS, que universalizou o atendimento médico. A questão ambiental foi levada a sério com a criação do Ibama; foi dele a Lei de Incentivo à Cultura, atual Lei Rouanet; instituiu o vale-transporte que beneficia milhares de trabalhadores; fez o Programa do Leite, que atendia 7,6 milhões de crianças por dia; pela igualdade racial defendeu sanções contra a África do Sul e criou a Fundação Palmares. Foi o primeiro parlamentar a propor uma política de cotas para negros. Na área econômica e financeira, surgiu a Secretaria do Tesouro Nacional; foi extinta a conta-movimento do Banco Central no Banco do Brasil, unificado o Orçamento Geral da União e criado o Siafi. Foi dele a ideia do seguro-desemprego e de proteção da moradia do trabalhador contra penhora. Também o projeto de lei que garantiu aos portadores de HIV acesso gratuito a medicamentos. Sarney abriu o Senado ao País com a rádio e TV Senado ao vivo. Toda a atividade parlamentar está on-line na internet, como também a administração da Casa. O senador convocou juristas para reformar os Códigos Civil, Penal, de Processo Civil e de Defesa do Consumidor, além das reformas política e eleitoral em tramitação no Congresso. Erros administrativos do Senado foram reparados por proposta de Sarney, que encomendou à FGV uma auditoria na Casa. Omissões e falhas de servidores foram apuradas, e os culpados, punidos. A reforma do funcionamento do Senado será concluída até o fim do ano. Sarney tem defeitos como todo ser humano, mas os serviços prestados ao País o fazem credor do respeito dos seus compatriotas. É injusto e imperdoável o linchamento moral que fazem de sua biografia.

Fernando César Mesquita é jornalista e secretário de Comunicação Social do Senado. Foi porta voz da Presidência da República no governo Sarney. Foi presidente do IBAMA e governador de Fernando de Noronha em 1987. Fernando César coordenou toda a implantação do sistema de comunicação do Senado, em destaque a TV Senado, veículo que foi referência para a criação de outras tevês públicas. Recentemente comandou o planejamento estratégico da SECS.

sábado, 29 de outubro de 2011

Boa Sorte ao Lula

Lula é homem de fibra. Cavou o belo destino que  Deus lhe deu com as próprias mãos. É um vencedor. Já superou enormes obstáculos. Seguramente ultrapassará mais este. O Brasil cresceu e se desenvolveu em todos os setores com Lula na Presidência da República. Político carismático e respeitado inclusive no exterior. Lula ainda tem muito a fazer pelo Brasil e pela coletividade. Boa sorte para ele.
  

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Governo federal confirma apoio ao modelo ZFM na abertura da FIAM 2011


Emerson Medina      

Autoridades, delegações de países estrangeiros, empresários, representantes de instituições públicas e privadas e representantes das classes trabalhadoras lotaram o auditório do Studio 5 para a solenidade de abertura da sexta edição da Feira Internacional da Amazônia (FIAM 2011). O tom da cerimônia foi o reconhecimento da importância da Feira como vitrine dos produtos e serviços da região e o comprometimento do governo federal para com a Amazônia e o modelo Zona Franca de Manaus. Representando o Governo Federal, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Indústria  e Comércio Exterior (MDIC), Alessandro Teixeira, elogiou o esforço de todos os envolvidos para a realização da FIAM 2011. “A Feira possibilita conhecermos o espetáculo da sustentabilidade e das potencialidades da Amazônia”, afirmou. O secretário-executivo enfatizou que o trabalho da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) é importante não apenas para a região, “como também para o País” e fez questão de reforçar que o Governo Federal está comprometido com o modelo ZFM. “Quando alguns poucos de outras regiões afirmam que a Zona Franca é ultrapassada e decadente, e quando eu vejo que apesar das dificuldades, temos aqui um centro de produção com recordes de faturamento e emprego eu me pergunto como é que podem dizer que aqui é um modelo de atraso?”. Como prova de que o Governo apóia o modelo ZFM, Teixeira lembrou a assinatura do Projeto de Lei assinado pela presidenta Dilma Rousseff no último dia 24, para a extensão dos incentivos fiscais à Região Metropolitana de Manaus (RMM) e a assinatura do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) prorrogando os incentivos em mais 50 anos. “Quando divulgamos a ZFM em outros países e ouvimos que é um modelo com diferencial, nos orgulhamos de dizer que é um modelo que combina tecnologia com recursos humanos e sustentabilidade”, afirmou. Dando as boas vindas, o superintendente em exercício da SUFRAMA, Oldemar Ianck, citou os três pilares que reúnem as principais atrações da FIAM 2011, a exposição da produção do PIM, as Rodadas de Negócios e de Turismo, além do Salão de Negócios Criativos e os seminários internacionais com as discussões de temas estratégicos para a região. Durante o discurso, Oldemar Ianck saudou os ex-superintendentes que passaram pela administração da autarquia, entre os quais Ozias Monteiro, que idealizou a Feira e a ex-superintendente Flávia Grosso, que deu continuidade à realização do evento.
Oldemar Ianck agradeceu o apoio do Governo Federal e do MDIC na realização do evento e destacou os investimentos federais em infraestrutura energética como o Linhão de Tucuruí e o gasoduto de Coari, e em infraestrutura portuária, como o novo porto a ser construído na área da extinta Siderama. “Mas eu vejo mais com o Linhão do Tucuruí. Eu vejo um novo paradigma de integração da região, promovida pelo Governo Federal. Eu vejo oportunidades de desenvolvimento para o médio Amazonas e também a futura integração da cadeia produtiva do PIM ao complexo minero-metalúrgicoeral do Pará e do Maranhão. Vejo ainda, o desenvolvimento do polo petroquímico em Tefé e Coari. Estejam certos que a ZFM e o PIM entram em um novo ciclo de crescimento”, celebrou.
O governador do Amazonas, Omar Aziz, saudou os empresários que acreditam no modelo e investem na região, mas criticou aqueles a quem acusou, sem citar nomes, de quererem “tirar daqui investimentos para levar a outros Estados”. Omar defendeu o modelo ZFM e o PIM, mas demonstrou preocupação com os novos paradigmas tecnológicos que precisam ser acompanhados pelo País, além da concorrência com os produtos chineses. Ele destacou, no entanto, o diálogo e o apoio do Governo Federal ao Estado, traduzidos, segundo o governador, na ampliação dos incentivos da Zona Franca por 50 anos e ampliação da influência desses incentivos para a RMM.  
Omar Aziz também fez questão de citar a ex-superintendente Flávia Grosso em seu pronunciamento a quem reconheceu o trabalho à frente da autarquia e ofereceu solidariedade pelas circunstâncias que a levaram a se desligar do cargo. Flávia Grosso solicitou a sua exoneração no último dia 7 de agosto.