quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Collor homenageia Itamar

Fernando Collor foi à tribuna na tarde desta terça-feira (5/7) para prestar homenagem ao companheiro de chapa na disputa presidencial de 1989, destacando o papel de Itamar Franco na redemocratização e na continuidade das mudanças econômicas que permitiram o Plano Real.

Em discurso da tribuna nesta terça-feira (5), o senador e ex-presidente da República, Fernando Collor de Mello (PTB-AL), ressaltou a contribuição de Itamar Franco para o processo de redemocratização do país, com destaque para sua atuação no retorno da estabilidade financeira, com a implantação do Plano Real.
Segundo Collor, Itamar Franco atuou como "autêntico opositor" ao governo militar. “A transição para o regime democrático, a bem da verdade, começou a se esboçar com o resultado das eleições legislativas de 1974. Naquele pleito a oposição, representada pelo então MDB, conseguiu a maioria das cadeiras, fato que a transformou em um verdadeiro foco de resistência ao regime militar vigente à época. Itamar foi um dos quadros de maior expressão, a partir de 1975. Ele desempenhou autêntico papel de opositor ao governo, chegando inclusive à vice-liderança do partido nos anos de 1976 e 1977”, afirmou.
Ele acrescentou que, em dois mandatos consecutivos de senador, até o início da década de 1990, Itamar atuou com espírito democrático numa época em que vigoravam regras de exceção. “A missão que lhe foi outorgada na ocasião pelo povo mineiro permitiu a ele participar, mais de perto e com grande liderança, da campanha das Diretas Já, em 1984, cujo objetivo era o de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição ´Dante de Oliveira`, que restabeleceria as eleições diretas para Presidente da República”, recordou Collor, lembrando que, na ocasião, era deputado federal e votou favoravelmente à emenda, que, no entanto, não foi aprovada.
Collor lembrou ainda que Itamar o substituiu em 1992, após o processo de impeachment que o destituiu da Presidência da República. Em 1989, Itamar tinha sido convidado por Collor para integrar sua chapa à Presidência, nas primeiras eleições depois da redemocratização. “Entre 92 e 94, ele completou o mandato presidencial para o qual foi eleito, interrompido pelo processo de impeachment, dando prosseguimento não só ao plano de privatizações e de abertura econômica do mercado, mas principalmente à integral e definitiva consolidação democrática do país, um cenário que hoje, duas décadas depois, impõe-se com um valor ainda maior diante da constatação da plena estabilidade política e institucional de que atualmente desfrutamos”, disse.
Collor também mencionou as qualidades pessoais e políticas de Itamar Franco, com quem voltou a conviver no Senado em 2011, elogiando sua capacidade conciliadora e sua "equilibrada austeridade". “Um homem digno, coerente e, acima de tudo, na inquietude positiva de seu temperamento, um defensor intransigente dos seus ideais”, resumiu. E disse que, embora tenham ficados separados por um longo período, retomaram, no inicio deste ano, o convívio, prevalecendo a admiração, a amizade e o respeito mútuo. “Hoje, pertenço ao Partido Trabalhista Brasileiro, o PTB, primeira agremiação à qual o Presidente Itamar Franco se filiou no início de sua carreira política, ainda em 1954”, destacou.
O senador disse ainda que o requerimento apresentado por ele para a realização de sessão especial em homenagem ao senador Itamar Franco, no dia 10 de agosto, foi subscrita por mais nove senadores, entre os quais o presidente do Senado, José Sarney e o líder do PMDB, Renan Calheiros.


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Confira trechos do discurso nos vídeos a seguir:


Cantora e atriz brasiliense Carol Fazu cresce na televisão nacional

Carol Fazu aparece discretamente em Insensato coração. Ela interpreta Yvone, secretária do escritório onde trabalham Carol (Camila Pitanga) e Raul (Antonio Fagundes). O papel pequeno não tira o entusiasmo da brasiliense, que tem conquistado aos pouquinhos seu espaço na teledramaturgia global. “Participei de seriados como Cilada, Lolô e Tavinho e A grande família e das novelas Escrito nas estrelas e Viver a vida. Em Insensato coração, tive a grande oportunidade de contracenar com Fagundes, Camila, Lázaro Ramos, Glória Pires…”, contabiliza a atriz, escolhida para o papel pelo produtor de elenco da novela, que a conhecia de outros trabalhos.

A carreira em frente às câmeras é algo relativamente novo na vida de Carol, mas a arte, não. Bem antes de se mudar para o Rio de Janeiro e decidir tentar a sorte no teatro e na tevê, ela já cantava em palcos de Brasília. Chegou a lançar um CD em 2005. “Meu início foi no Conservatório de Música de Brasília, estudando piano clássico, aos 6 anos de idade. Comecei a cantar mais tarde. Brasília sempre teve um forte movimento de bandas, então fui dando canjas, participando de shows de amigos, tive bandas, comecei a compor e parti para um trabalho solo. Também estudei canto na Escola de Música”, lembra.

Por isso mesmo, ela costuma dizer que teve formação musical em Brasília e em cênicas no Rio de Janeiro. Carol se mudou para a cidade em 2005, depois de lançar o CD, fez apresentações como cantora (e ainda faz, eventualmente), mas o destino foi levando-a em outra direção. “As oportunidades para a atriz e meu próprio entendimento disso vieram aqui no Rio. Hoje, fico feliz por ter aceito as oportunidades que surgiram”, diz Carol. Na verdade, a ideia dela é tirar proveito de ambos os talentos: “Ser atriz e cantora é maravilhoso, são atividades que se complementam e aumentam meu leque de possibilidades de trabalho. Esta semana mesmo fui sondada para fazer no cinema uma personagem que é uma cantora. E os musicais também estão de volta com tudo. Além disso, continuo compondo e tenho planos para um próximo disco”.

Há ainda um detalhe curioso na vida profissional de Carol Fazu. Apesar de ter se envolvido com música tão cedo, no momento em que teve de entrar para a faculdade, ela escolheu um curso que, em princípio, não tem nada a ver com quem já mostrava notória tendência para a arte: odontologia. “Fazer odontologia foi uma escolha natural para mim. Meu pai, Artur Ribeiro Jarnalo, era dentista e eu o admirava muito. Exerci essa profissão por cerca de três anos. Mas a vocação artística falou mais alto”, conta. Essa certeza se tornou ainda mais firme depois que a cantora e atriz se mudou para o Rio. “Desde que vim para cá, optei por investir na carreira artística. Sempre busquei os melhores cursos e procurei estar cercada pelos melhores profissionais. E continuo estudando para os próximos trabalhos”, conta Carol.

No momento, ao mesmo tempo em que se despede das gravações de Insensato coração, ela se ocupa com outro projeto. Neste caso, no teatro. Ao lado de outras sete atrizes, ela encena Mulheres de Caio, peça baseada em quatro histórias do escritor Caio Fernando Abreu (O príncipe sapo, Creme de alface, Os sobreviventes e Dama da noite). “Fizemos duas temporadas no Rio e temos planos de levar a peça a Brasília ainda este ano. Dependemos de fechar apoio ou patrocínio. Vai ser muito especial para mim estar nos palcos de Brasília como atriz”, prevê.

Correio Braziliense

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mano é um idiota, deixando ganso no banco


Antes do jogo com a Alemanha começar, quero registrar meu protesto pela barração do ganso. Mano Menezes não tem gabarito para ser técnico da seleção. Mano Menezes precisa aprender a respeitar a história da vencedora Seleção penta campeão do mundo. Mano convoca mal, escala pior ainda. Cuidado, Ricardo! de fracasso em fracasso, vão acabar colocando a culpa em você, por escolher Mano. Olho vivo. Não demora Mano coloca todo o time do Corinthians para jogar pela seleção. Jogadores bonzinhos apenas em clubes. É incrível, barrar Ganso, que mesmo sem jogar o que sabe, vem de contusão séria, mesmo assim joga mais do que todos os fernadinhos da vida de Mano. É mais um da patotinha de Mano. O pior, o Santos deveria protestar, e vai protestar, por Mano deixar ganso na reserva, desvalorizando um de seus principais jogadores. Pretendido por grandes clubes estrangeiros, só mesmo na cabeça do ridículo Mano.

Senador Clésio Andrade anuncia projeto para deixar caminhoneiro mais perto da família



CNT e o Sest Senat vão oferecer estrutura de lan house para os profissionais matarem a saudade


O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), senador Clésio Andrade (PR-MG), anunciou nessa quarta-feira (3) um novo projeto para melhorar a vida dos caminhoneiros. A CNT e o Sest Senat pretendem disponibilizar entre 400 e 500 computadores por todo o país com o objetivo de aproximar o caminhoneiro de sua família e também facilitar bons negócios.

"É um projeto inovador, que sei que vai dar certo. Os computadores vão funcionar como uma espécie de lan house e ficarão à disposição dos caminhoneiros nas unidades do Sest Senat e em outros pontos. A gente sabe dos sacrifícios deles, não só de dirigir nas estradas com dificuldades, mas também por estar longe da família. Além disso, queremos contar com uma central de compras para oferecer produtos mais baratos, como pneus e peças”, explicou Clésio Andrade, durante a solenidade de abertura do XII Congresso Nacional Intermodal dos Transportadores de Cargas, realizado pela Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga (ABTC).

O evento, que teve início na noite dessa quarta-feira (3), em Belo Horizonte (MG), homenageou o presidente da CNT, concedendo-lhe o troféu “O Transportador”. Ele recebeu o prêmio das mãos do presidente da ABTC, Newton Gibson, que ressaltou a importância dos trabalhos realizados por Clésio Andrade. “É um reconhecimento por tudo de extraordinário que produziu e produz na sua atividade de transportador”, disse Gibson.

Emocionado, o senador mineiro enalteceu a importância do setor de transporte para o país, lembrando a visão de futuro que o ex-presidente da República Juscelino Kubitschek possuía em sua época. “Quando ele decidiu fazer 50 anos em cinco, JK colocou como principais focos a energia e o transporte, mas ainda temos pouco investimento nessa área. Só em rodovias, é preciso investir na duplicação de 13 mil km em todo o país e também em mais de 400 terminais multimodais”, reforçou.

Para Clésio Andrade, uma das saídas para melhorar a infraestrutura do setor é realizar Parcerias Público Privadas (PPPs). “Talvez seja a única solução. Se conseguirmos apoio com as PPPs, conseguiremos resolver os problemas rodoviários em menos de três anos”.

Até a próxima sexta-feira (5), o congresso da ABTC discutirá a crise econômica mundial, os gargalos do setor, a regulamentação da profissão de motorista e a implementação de políticas ambientais e da logística reversa nas empresas.

Entre outras personalidades, também participaram da abertura das atividades do congresso o presidente da Seção de Transporte de Cargas da CNT, Flávio Benatti; o presidente da Federação Nacional das Agências de Navegação Marítima (Fenamar), Glen Gordon Findlay; o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado de Minas Gerais (Fetram), Waldemar Araújo, e o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga do Estado de Minas Gerais (Fetcemg), Vander Costa.

Gabinete Senador Clésio Andrade
MAISA@senado.gov.br

História da Moda no Brasil


É com grande prazer que faço este convite. O livro História da Moda do Brasil é uma obra acabada sobre o assunto, com um primoroso trabalho de pesquisa e de análise do professor João Braga, que recomendo a todos aqueles que fazem moda e que gostam de moda. Ter o nome do Instituto Zuzu Angel vinculado ao lançamento deste livro nos honra demais.

Com meu abraço,

Hildegard Angel

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Técnicos do Brasil, Colômbia e Peru participam de Seminário Internacional Sobre Zonas Francas em Letícia

Junha Januária 

Comércio Sustentável, Competitivo e com Visão de Desenvolvimento Social na Zona de Fronteira Colômbia, Brasil e Peru é o tema central do Seminário Internacional de Zonas Francas, que será realizado de 17 a 19 de agosto, em Letícia, pela Comision Regional de Competitividad Amazonas (CRCA), com apoio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA).
O evento vai reunir técnicos da SUFRAMA, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Ministério da Justiça, Receita Federal do Brasil (RFB), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Secretaria de Planejamento do Amazonas e representantes de órgãos da Colômbia e Peru para intercâmbio de experiências, o que permitirá uma análise econômica da zona de fronteira entre os três países. Para Ruben Dario Lis Muñoz, da Direção de Impostos e Alfândegas Nacionais, Seccional Letícia, o encontro internacional contribuirá para o engrandecimento das relações entre Brasil e Colômbia.
Na abertura do seminário, a Coordenadora Geral de Estudos Econômicos e Empresariais da SUFRAMA, Ana Maria Souza, fará apresentação sobre os Incentivos Fiscais das Áreas de Livre Comércio (ALC), Amazônia Ocidental e Zona Franca de Manaus, seguida da apresentação sobre Procedimentos Operacionais de Controle de Mercadorias Estrangeiras e Nacionais, pelos técnicos Raquel Silveira Bentes (Coordenação de Controle de Importação) e João Carlos Paiva da Silva (Coordenação de Controle de Mercadorias e Cadastro).

O que acontece por aí...


Na Defesa, Amorim mudará de patente
Amorim era megalamaniaco no Itamaraty, como frisou Cláudio Humberto. No Ministério da Defesa será traquemaniaco ou serviçalmaniaco.
Belo gesto de FHC
Sempre fui critico implacável de FHC, sobretudo quando era Presidente da República. De um tempo para cá, FH teve a isenção de salientar que foi Collor o responsável pela abertura econômica do país. Agora, leio na Mônica Bergamo (Ilustrada, 9/8) outro gesto nobre do ex-presidente: garante que continuará amando e zelando pelo jovem Tomás Dutra Schmidt, 19 anos, que todos pensavam que era filho dele, mas o exame de DNA revelou que não era.

Collor quer ouvir empresas envolvidas na licitação do governo para aquisição de aviões de caça

A Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal aprovou, por unanimidade, requerimento de autoria do senador Fernando Collor (PTB), propondo a realização de audiências públicas, divididas em três painéis, para discutir a qualidade dos aviões de combate do Programa de Aquisição de Caças de Superioridade Aérea, conhecido como FX-2. Serão convidados a prestar esclarecimento aos membros da Comissão os representantes das empresas Dassault, da França; Boeing, dos Estados Unidos; e da Saab, da Suécia.
Os parlamentares da CRE vão questionar aos representantes das empresas sobre a qualidade dos aviões, a adequação às especificações do Comando da Aeronáutica, as condições de transferência de tecnologia e as contrapartidas oferecidas. Ao justificar o requerimento, o presidente da CRE, senador Fernando Collor, lembrou que o Governo adiou o anúncio da empresa vencedora por contenção de despesas, mas destacou que a frota atual encontra-se ao final do seu ciclo de vida útil.
Para o senador, a participação da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal nas discussões deve contribuir para melhor compreensão e esclarecimento da sociedade das propostas apresentadas pelas empresas, os benefícios para a indústria nacional e os custos e os custos de operação que deverão ser arcados pela FAB e custeados pelo orçamento da União.
Na avaliação do senador Collor é importante que a sociedade procure informações sobre o tema, tendo em vista sua importância para segurança nacional.
- A frota de caças de superioridade aérea da Força Aérea Brasileira, como se sabe, está ao final de seu ciclo de vida útil. Ciente disto, sucessivas administrações promoveram licitações internacionais para a escolha de uma aeronave de combate adequada para atender às exigências de defesa do espaço aéreo do brasileiro, garantindo a soberania aérea sobre suas dimensões continentais e um extenso mar territorial, acrescido agora das responsabilidades advindas da segurança da área do pré-sal – afirmou.
Collor destacou ainda que a decisão da aquisição dos caças, determinará as características e capacidade operacional da Força Aérea Brasileira pelos próximos trinta anos, com consequências também para o desenvolvimento tecnológico da indústria nacional, não só no campo aeronáutico, mas igualmente no eletrônico e no de armamentos.  O senador entende que o ciclo de audiências públicas poderá ser importante para que a sociedade passe a entender melhor sobre o assunto por meio dos debates promovidos pelo Senado Federal. "É um tema que muitas vezes escapa à compreensão de nossos eleitores, principalmente em razão de ser tratado com exclusividade em meios técnicos, quando na verdade afeta a toda a sociedade", argumentou. A data para a realização dos painéis ainda não foi marcada porque depende da agenda dos representantes das empresas envolvidas na licitação dos aviões.

Collor e Dilma preparam Rio+20

O senador Fernando Collor (PTB), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, se reuniu nesta segunda-feira (8/8) com a presidente Dilma Roussef. Foi a segunda reunião da Comissão Nacional da Conferência Rio + 20 na sede do Itamaraty, em Brasília.  Criada pela presidente Dilma Roussef e organizada pelo ex-presidente, a Comissão da Rio+20 vem debatendo os temas que estabelecerão a percepção e as prioridades do Brasil durante a Conferência. O ex-presidenteconsiderou o encontro com Dilma extremamente proveitoso. Na avaliação do senador, é importante que a conferência resulte no estabelecimento de metas, compromissos, bem como na adoção de uma nova postura frente aos problemas ambientais que o mundo enfrenta. “É necessário pensar o futuro com otimismo, imaginar nossos próximos 20 anos. E fazer com que estes sejam significativamente melhores que os últimos 20”, destacou. Para o senador Fernando Collor, a chamada economia verde, com baixa emissão de carbono e alta inclusão social, no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, deverá ser um dos temas designados para a Conferência. Ele acredita que a transição do atual modelo produtivo para o modelo de economia verde abre um leque considerável de oportunidades de crescimento sustentável. "É preciso ter muito claro que a crise ambiental afeta principalmente a população menos favorecida. Por outro lado, a transição para a economia verde, de baixo carbono, com crescimento econômico, abrirá oportunidades para todos os países, principalmente os de menor desenvolvimento relativo, uma vez que seus parques industriais ainda não estão completamente instalados e portanto terão seus custos de adaptação reduzidos. As novas indústrias serão já mais eficientes, com menor consumo de energia, de insumos e voltados para um consumidor mais consciente", comentou Collor. O presidente da CRE defendeu ainda uma proposta de que os tratados assinados durante a Rio+20 utilizem um conceito já em uso no campo dos Direitos Humanos, que é a proibição de retrocesso. “Nenhum novo tratado poderá fazer voltar atrás objetivos, metas, direitos enfim, acordados anteriormente”, destacou. Como exemplo o senador Fernando Collor lembrou que o Protocolo de Quioto estabelece metas mandatórias a serem atingidas em determinado prazo no que diz respeito à emissão de gases de efeito estufa. “No entanto, alguns países desenvolvidos, descumpriram os prazos e tentam renegociar o que fora antes pactuado. É o mais impudente retrocesso”, disse. O senador sugeriu ainda que para acelerar estas as mudanças de cultura e de hábitos, deve ser incentivada a utilização intensiva das novas mídias, como internet e a redes sociais, a fim de esclarecer a população sobre seus deveres nesse campo. “Muito se discute sobre os direitos da cidadania, por que não iniciar o debate sobre seus deveres, os deveres de cada um de nós em relação ao exercício de uma cidadania responsável, capaz de dar um alento ao planeta”. Antes da reunião, o senador esteve com a presidente Dilma Roussef também durante almoço em homenagem ao primeiro ministro do Canadá, Steven Harper. Depois, seguiu para a posse do embaixador Celso Amorim no Ministério da Defesa.

domingo, 7 de agosto de 2011

José Carlos Werneck


Agnelo Queiroz tem o dever de impedir mais um Crime Ambiental em Brasília 

O Governador do Distrito Federal ,Agnelo Queiroz,foi eleito justamente por pessoas que queriam mudanças concretas na maneira que a Capital do Brasil,vinha sendo administrada pelos governos anteriores. Essas mudanças situam-se justamente no setor de obras,onde uma especulação imobiliária,vem sendo feita,há muito tempo,por grupos detentores de um monopólio imoral do solo de Brasília. Esses grupos só pensam pura e simplesmente no lucro fácil e não tem qualquer preocupação com o bem estar das pessoas e com o meio-ambiente. Suas únicas preocupações são financeiras.São aventureiros,sem qualquer compromisso com a Cidade e seus moradores. São paraquedistas que aqui desembarcaram somente para levar vantagem.Não têm vínculos com Brasília e não amam a cidade. No caso específico do Parque Olhos d'Água,que tem reunido tantos moradores preocupados com uma melhor qualidade de vida para Brasília e com a preservação ambiental,a única medida esperada,de quem,quando era candidato ao cargo, afirmava que ia fazer um governo voltado para a Comunidade, é uma simples "canetada",para baixar um decreto ampliando a área de preservação do local,desapropriando por utilidade pública o terreno,QUE NUNCA DEVERIA SER LICITADO,indenizar a empresa proprietária e atender às justíssimas reivindicações feitas pelos moradores. Tudo isso é previsto em Lei e existem verbas para tal. Só depende da vontade de um governador,que quando candidato prometia que iria governar,para tornar Brasília,uma cidade melhor para seus habitantes. E isso tudo deverá ser feito JÁ,SEM MAIS ESTUDOS E REUNIÕES! 

José Carlos Werneck é advogado e jornalista

O que acontece por aí...


Irmão de Jucá é Moleque

O irmão do senador Romero Jucá não é homem, é um moleque. Sem caráter, desleal. Com um irmão assim o senador não precisa mais de inimigo. É preciso, por sua vez, que a presidenta Dilma escolha profissionais realmente qualificados para cargos federais. Em todos os escalões. O PMDB sempre foi e continua sendo um partido forte. Aliado de primeira hora de Lula e de Dilma. O PMDB trabalha sem tréguas pela governabilidade. Não participa de conchavos rasteiros que prejudiquem a coletividade. O vice-presidente é do PMDB. Os chamados franciscanos, os mesmos de sempre e agora com mais um timeco de debutantes, porque não têm competência nem luz própria para realmente servir ao Brasil, babam de alegria quando surge indícios de crises na administração federal. Como se eles, alguns ex-governadores, jamais tenham passado por momentos de dissabores em suas gestões ou, também, em suas famílias. São figuras medíocres e ressentidas que não acrescentam nada de positivo ao PMDB.

O Amazonas Repudia Tanto Descaso

Através da Agência Nacional de Energia Elétrica, Aneel, o governo federal comete mais uma injustiça e descaso contra o Amazonas e os amazonenses. A Aneel aprovou edital para 14 linhas de transmissão, em 12 lotes, que beneficiarão 13 Estados, excluindo o Estado do Amazonas. São 2051 quilômetros, com investimentos de 2,8 bilhões de reais. É injustificável o que o governo Dilma vem fazendo contra os interesses do Amazonas, onde Lula e Dilma tiveram proporcionalmente as maiores votações do país. O governador Omar Aziz e parlamentares precisam reagir, repudiando as crescentes barbaridades contra o desenvolvimento do Amazonas. Alguns ministros de Dilma estão desrespeitando o Amazonas. São preconceituosos, arrogantes e omissos. É preciso um basta definitivo, para valer. Acorda, Dilma!

Jobim e Amorim

O serviço de som do Ministério medíocre informa: sai Jobim, entra Amorim. Difícil saber qual dos dois é pior. O primeiro tem a mania de se fantasiar de sábio e original, o segundo, é o esquerdoso responsável pela desastrosa política externa de Lula. Dilma pisou na bola. Era melhor deixar o cargo vago. Não posso acreditar que não exista um militar qualificado para ocupar a Pasta da Defesa. É um deboche nos militares. Será melancólico, a exemplo do que foi com Jobim, vermos generais, brigadeiros e almirantes dando continência para um reles Celso Amorim. É uma enorme decadência ministerial. 

A destruição da Literatura Brasileira

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Em minhas reflexões ao longo da vida, há uma série de fatos que exigem uma interpretação mais cuidadosa e para os quais nem sempre encontro uma resposta convincente. Amante das letras, depois de publicar uma série de livros abordando os mais diversos temas, vejo-me agora no dever de interpretar o processo de destruição de nossa literatura, comandada por grupos estrangeiros, sob a liderança dos Estados Unidos da América. Antes de insurgir-se contra os autores brasileiros, os americanos exportaram para o Brasil a chamada música pop, agredindo os nossos ouvidos com a estridência de suas guitarras, em que é evidente a ausência de melodia e a absoluta falta de imaginação nas letras que apenas servem para a alienação de jovens drogados. Lamentavelmente a nossa imprensa (ressalvem-se algumas exceções) dera apoio a esse processo, seduzida pelo dinheiro ilícito, o famoso JABÁ, tal como é conhecido entre os jornalistas. O jabá é pago a emissoras de rádio e televisão, com o único objetivo de não colocar em sua programação músicas de autores brasileiros, sobretudo aquelas melodias clássicas e populares, que embalaram tantas gerações. Destruiu-se o belo e sobre essa destruição buscou-se construir a falta de imaginação da mediocridade.
Agora, esses mesmos grupos investem contra a literatura brasileira. As nossas editoras e inúmeras livrarias sabotam a edição e a venda das obras de autores brasileiros, enquanto exibem em seus stands a subliteratura estrangeira. Os críticos literários das principais revistas editadas no Brasil omitem o que há de melhor em nossa literatura, onde não há dúvidas de que figuram verdadeiras obras-primas, totalmente ignoradas pelo público leitor. Algumas livrarias chegam ao absurdo de recusar a comercialização desses livros, mesmo quando os recebe sem investir um centavo. São livrarias e editoras mercenárias, engajadas em um processo que deve ser examinado pelas nossas autoridades. As empresas privadas não têm o direito de destruir ou sabotar a literatura de um país, sob o pretexto de que se trata de um simples ato de interesse comercial. Trata-se, na verdade, de um crime, em que o nosso silêncio passa a ser uma omissão criminosa. Jamais condenei a venda e a divulgação de livros de autores estrangeiros, muitos dos quais estão inseridos em minha leitura e em minha admiração. Mas não posso concordar em que se faça com a literatura brasileira o que esses iconoclastas apátridas já fizeram com a nossa música. Não vamos permitir que aumente, a cada dia que passa, a legião de brasileiros ignorantes, seja na simplicidade de quantos não tiveram oportunidade de estudar, seja entre os doutores, que tão somente aprendem teorias de certas especialidades, ignorando as virtudes de uma cultura universal.  

Dilson Ribeiro é jornalista, escritor e advogado, pertencendo a várias instituições culturais, no Brasil e no Exterior.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O que acontece por aí...


Zuenir, Dilma e Teixeira

Zuenir Ventura( 3/08) é um sábio. Ainda bem que ele existe. Conta que Dilma evitou sentar ao lado de Ricardo Teixeira, no sorteio da Copa. Mas não creio que Teixeira tenha ficado aborrecido ou melindrado. Afinal, sentou-se entre o Rei Pelé e a presidente. Entre os três não existe nenhuma dança de cadeiras. Só nos delirios de alguns. Na verdade, deixando o campo minado da conversa fiada, Dilma, Pelé e Teixeira estão mais interessados em trabalhar juntos e unidos pelo sucesso da Copa de 2014 no Brasil.

Quem Derrotará Lula em 2014?

Lula tem mesmo o couro duro. Cresceu, lutou, perdeu eleições, finalmente foi eleito, reeleito e elegeu a sucessora, Dilma. Lula pega paulada e vai em frente. É xingado, insultado, pisado, cuspido. Por vezes extrapolam nas pedradas e caneladas no ex-presidente. Lula levanta a cabeça, toma uma calibrada e segue lutando. Expõe o que pensa com incrível clareza. Magoa os franciscanos com suas verdades. Tem agendadas dezenas de palestras no Brasil e no exterior. Tem um monte de vestais cortando os pulsos. Outros se irritam porque Lula não abre mão de ajudar, alertar, aconselhar, a presidenta Dilma. Plantam tolices de que Lula e Dilma estão brigados. Rompidos com os próprios neurônios estão o que espalham colossal sandice. Batem tanto em Lula e só vejo o homem crescer. Igual fermento colocado no bolo. O tempo passa mais rápido do que se imagina. E não vejo no horizonte ninguém que derrote Lula nas urnas em 2012 ou 2014.

Bons jogos

Nossa semana começou “bão demais”. Os jogos foram excelentes, bem disputados. Nem o frio chegando devagar, diminuiu o entusiasmo da rapaziada boleira. João Venâncio voltou a jogar bem. Com objetividade e simplicidade. Nicole começou com vontade. Mas, o futebol ensina que quem não faz, leva. Paulo Henrique e Welington, firmes. Quando faltam cai a qualidade das peladas. Goleiro improvisado geralmente é problema. Kalil não esmorece jamais. Sempre deixa o dele nas redes adversárias. Na mesma linha, Zé Maria. Anival, a consciência de chuteiras. Daniel, Valmir, Miro, João do senado, Tito, Hélio, Zamuel, Ivo, Rezende, Euler, Pedro, Paulo, Murilo, Marcos, valorosos personagens do bom futebol. Neris, por sua vez, insuperável. Ivo, não preciso fazer média. Constato: joga muito. Chegando e bem, Bruno. Tadeu, retornando da Colômbia com a categoria habitual.  Quinta-feira tem mais show de bola. Porque os Deuses do  futebol estão conosco.

Suspense desnecessário

Por Jorge Martins

A FIFA poderia ter dado um fim ao suspense sobre à abertura da Copa de 2014 no sorteio dos grupos. Foi assim na Copa da África e em todas as demais edições dos Mundiais.Evitaria que prefeitos e governadores dos estados interessados continuassem se degladiando através de farpas inoportunas e antiéticas na tola disputa que empreendem.Mas,pelo visto, a entidade de Joseph Blatter parece estar gostando do foco que a imprensa das cidades interessadas vem dando ao assunto, cada dia valorizando mais sua promoção bilionária. .São ,sim, demonstrações de de total inocência, mesmo após a clara demonstração de que o adiamento do anúncio da sede para outubro só ocorreu para que o governo de São Paulo definisse e assumisse a responsabilidade pelas obras do Itaquerão. Não adianta brasilienses, baianos e mineiros chiarem e alimentarem qualquer expectativa.Apesar de não confirmar nada e manter o suspense ao bom estilo do cineasta Alfred Hithcock, o próprio Secretário da Fifa repetiu no Rio, sábado, a preferência por São Paulo .Isso ele não escondeu de ninguém.Só não disse que a Fifa já teria batido o martelo ao afirmar que a entidade está satisfeita com as garantias financeiras do governo paulista e que vai esperar pela arena até fevereiro. Não fosse isso, e claro que a Fifa não teria adiado o anúncio para outubro, quando dará um fim a novela. Teria batido o martelo no sábado. Em Minas, por sinal, a imprensa está quieta.Sabe que a briga para sediar àbertura reune mais interesses do que uma simples obsessão esportiva.E, ademais, porque não sendo petista a intenção mineira é mais complicada E isso vai pesar na balança. Quanto a Brasília, está na Copa das Confederações e ,no Mundial, poderá ainda fazer uma das semifinais, vez que abrindo o Mundial, São Paulo está fora das semifinais..Brasília, na realidade, foi a cidade que mais lucrou até aqui, porquanto poderá ter até à abertura da Copa das Confederações e , enfim, até ganhou mais tempo para levar adiante a obra do seu portentoso estádio para 71 mil pessoas.E, acho, no fundo, que era isso que interessava a alguns. O resto é balão de ensaio. É isso aí!não sendo petista sabe que o governo.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Alto Comissário da ONU pede apoio aos senadores Sarney e Collor para aprovação da Lei do Estrangeiro

O ex-primeiro ministro de Portugal, Antônio Manuel de Oliveira Guterres, que exerce atualmente seu segundo mandato à frente do Alto Comissáriado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), foi recebido no início desta tarde pelo presidente do Senado, José Sarney e o senador Fernando Collor, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Casa. Guterres está empenhado em convencer os congressistas brasileiros para a aprovação da Lei do Estrangeiro (PL 5655/2009) que aguarda parecer na Comissão de Turismo e Desporto da Câmara Federal. Ele argumentou que o Estatuto do Estrangeiro em vigor "reflete uma época em que o perfil da migração era muito diferente do que é hoje, girando em torno de questões focadas na segurança nacional". O dirigente português ressaltou que a aprovação da nova lei é fundamental: "os refugiados acolhidos pelo governo brasileiro devem ter garantidos os mesmos direitos de um estrangeiro em situação regular no Brasil". Também faz parte das demandas do ACNUR a adesão do Brasil à Convenção da ONU sobre a Proteção dos Direitos de todos os Trabalhadores Migrantes e Membros de suas Famílias. Em vigor desde 2003, a Convenção tem 31 signatários e 44 Estados Partes, mas o Brasil não integra esta lista. Para Guterres, a Convenção é muito importante como instrumento jurídico internacional que reconhece e protege a dignidade e os direitos básicos de todos os trabalhadores migrantes. O texto da Convenção será examinado por Comissão Especial do Senado, rito necessário para, se aprovado, ter força de emenda constitucional.

Sarney e Guterres trocaram impressões sobre a atual ordem econômico-social, com análises geopolíticas que repercutem diretamente na condição dos refugiados. O Alto Comissário da ONU revelou que é crescente e preocupante o número de refugiados, que "mês a mês aumenta com novos conflitos, além daqueles que já conhecemos", citando como exemplo o Iraque e o Afeganistão. Guterres disse que ao contrário da percepção da maioria das pessoas, o maior número de refugiados no mundo não está na Europa, e sim na África: "somente na Somália temos algo em torno de 4 milhões deles, outros 500 mil no Quênia e 100 mil na Etiópia". Fez questão de frisar que atual crise vivida pela Líbia implicou na chegada de somente 2% de seus refugiados à Europa: "O restante, na sua maioria, se refugiou na África". O presidente do Senado ponderou sobre a legitimidade do Conselho de Segurança da ONU "que foi constituído numa realidade distante da atual" e sobre a necessidade de reformá-lo. Concordando com Sarney, Guterres avaliou que boa parte das instituições multinacionais mereceriam passar por reformas: "São instituições criadas em outro tempo, com estruturas que não são mais representativas". Guterres e Sarney coincidiram também na avaliação que fizeram sobre a América do Sul. Segundo o senador, a diplomacia brasileira na região permite assegurar que o sucesso da economia do Brasil não atrairá quantidades significativas de migrantes: "A prosperidade do Brasil está atrelada ao desenvolvimento de nossos vizinhos. Estamos crescendo juntos", assegurou. 
António Guterres
Ex- presidente do Conselho Eurupeu, António Guterres foi reeleito pela Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU) para o Alto Comissariado para Refugiados, em abril de 2010, para mais um mandato de 5 anos. Guterres foi Primeiro-ministro de Portugal de 1995 a 2002. O Alto Comissariado é a principal organização humanitária internacional, agraciada duas vezes com o Prêmio Nobel da Paz, em 1954 e em 1981. A organização atua em 123 países com mais de 7 mil funcionários que prestam assistência a milhões de refugiados e pessoas sem proteção do Estado.
Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Consultora política entrevista autora do livro "Sarney, a Biografia"

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A baiana Daniele Barretto participou de entrevista, em rede nacional, com a jornalista Regina Echeverria, no “Tribuna Independente”, da Rede Vida de Televisão
A Rede Vida de Televisão convidou a consultora Daniele Barretto para entrevistar a biógrafa Regina Echeverria e o diretor da Editora LeYa, Paschoal Soto, e avaliar o livro ´Sarney - A Biografia', no programa “Tribuna Independente”. Ancorado por Paulo Shimizu Júnior, o programa foi ao ar no dia 09 de junho, às 22:15, com duração de 1 hora e meia, ao vivo para todo o Brasil e pela internet. A baiana, que também escreveu resenhas sobre a obra, agradeceu o convite para a primeira e mais importante entrevista em rede nacional sobre o livro acerca do parlamentar maranhense.
Daniele Barretto, advogada pós-graduada em Direito do Estado, possui mais de 11 anos de experiência na área política na Bahia, tendo ocupado cargos na Administração Pública e realizado advocacia eleitoral, bem como consultoria em marketing político para partidos políticos, coligações eleitorais e candidatos. A convidada analisou o polêmico livro recém-lançado “Sarney, a biografia”, onde é relatada a trajetória política do Senador - que se confunde com a história recente do Brasil -, considerando, inclusive, suas lembranças e avaliações.
“A obra da biógrafa Regina Echeverria preenche uma lacuna histórica! Sarney é o homem mais poderoso da história do Brasil. Esteve, ao longo das seis últimas décadas, no poder; influenciando, inclusive, as mais importantes decisões dos Presidentes da República - quando não estava, ele próprio, nesta posição”, acredita a consultora. Para Regina, além de ouvir centenas de amigos e inimigos do Presidente do Senado e colecionar no livro dezenas de documentos que comprovam as versões escritas, se dedicou também à importantes entrevistas com o parlamentar, proporcionando aos leitores obter informações sobre fatos históricos sob a ótica do maranhense. “O que é excelente: agora temos a visão do protagonista da nossa história recente acerca desta própria história”, opinou.
O âncora do programa, Paulo Junior, enfatizou que “de meados do século passado até os dias atuais, Sarney ocupa páginas importantes da caminhada política nacional, tendo assumido a Presidência num dos momentos mais dramáticos da história política brasileira”. Citou a relevância do maranhense na "parceria com Jânio Quadros, no processo de redemocratização, no árduo trabalho de consolidação da democracia, na luta pela estabilidade econômica da nação, na construção do cenário político de governabilidade do Presidente Lula". Pensamento avalizado pelo editor da LeYa, Paschoal Soto: “a decisão pela edição do livro se deu por se tratar de personagem sem o qual não se pode contar a história política deste país”.
As exigências de Sarney para autorizar a biografia e o pré-julgamento da obra por se tratar de personagem tão polêmico, foram temas abordados pela consultora Daniele Barretto, que considerou inúmeras reportagens que contestam a forma como alguns fatos foram relatados, colocando-os como mera tentativa do parlamentar de eternizar suas versões. Para Daniele, que escreveu uma resenha sobre o livro num curso na Faculdade Cásper Líbero, ao ler algumas matérias acerca da obra, percebe-se este pré-julgamento, por se tratar de "José Sarney" - personagem principal. "A sua obra é longa, Regina. Por uma imposição da própria trajetória política do biografado. Lê-la exige paciência e eu tenho a sensação, quando observo algumas análises feitas por colunistas, que alguns não leram o livro com a necessária atenção antes de elaborar suas resenhas".
A biógrafa, conceituada jornalista, também autora de “Furacão Elis” e “Cazuza, só as mães são felizes”, concordou, complementando que há a necessidade de se avaliar a vida política do ex-Presidente, sem preconceitos. “Por ser jornalista, biógrafa e memorialista acredito que as pessoas têm nuances de comportamento e que a gente pode aprender sempre com a trajetória alheia”, disse.
Tendo solicitado dos internautas que acompanham seu microblog, twitter.com/danybarretto, o envio de perguntas para realizar à entrevistada, Daniele recebeu uma indagação do vice-Presidente da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima, que é citado no livro e já ocupou o cargo de Ministro da Integração Nacional: “qual a característica do Senador José Sarney que a biógrafa acha responsável pela longevidade dele na vida pública brasileira”. “A disposição para o diálogo e consenso”, respondeu Regina Echeverria.
Ao final do programa, a autora enfatizou um conselho que o Presidente do Senado citou durante as entrevistas: “Aprenda uma coisa nova todos os dias!”. E elogiou Sarney como "um homem cultíssimo, não há paradigna para ele no Congresso Nacional". Após, endossou a necessidade de leitura, especialmente pelos jovens, acerca da política e cultura e criticou Deputados e Senadores “inacreditavelmente mal informados e incultos”; questionando: “qual o jovem que sai da faculdade hoje e quer ser político? Cadê a juventude que não quer entrar na política?”
Daniele Barretto, que incentiva a Educação Política, concluiu indicando a leitura do livro. "Leiam e entendam quem é Sarney. Desvendar Sarney é conhecer mais sobre esse enigma chamado Brasil. ‘Estudar Sarney’ é desvendar estruturas, é avaliar o que norteia as decisões e alianças”. “Não há como entender política sem entender Sarney. Seus passos são os passos do poder”.

Para informações, roteiros para web e tv, artigos, colunas, análises e comentários políticos, palestras (inclusive resenhas sobre "Sarney, a biografia" e outros livros ligados à política):
Daniele Barretto danisbarreto@gmail.com

Mais fotos do programa:
Na página de Daniele no facebook (FB) você encontrará os links de notícias que foram veiculadas na imprensa sobre a participação da consultora no programa. Também no FB, no álbum "Clube do Livro", leia uma miniresenha sobre o livro.
Veja também:

O que acontece por aí...


Suframa aplaude plano de Dilma

A propósito do Plano Brasil Maior lançado pela presidenta Dilma, a superintendente da Suframa, economista Flávia Grosso, acredita que a nova política industrial, tecnológica, de serviços e de comércio exterior contém ações que impactam positivamente sobre a Zona Franca de Manaus, especialmente no que se refere à desoneração, financiamento e garantias das exportações. A seu ver, as medidas lançadas por Dilma vão também estimular as vendas externas das empresas da Amazônia e darão mais competitividade aos produtos do Pólo Industrial de Manaus, além de fortalecer as micro e pequenas empresas.

Clima de Guerra

Clima de guerra declarada entre o governador Omar Aziz, bancada federal e entidades de classe do Amazonas com o governo Dilma. A revolta é porque os ministros não cumprem o que prometem, tratam mal o Pólo de Manaus, o maior segmento eletroeletrônico da America Latina, desprezam e esquecem que Lula e Dilma tiveram votações consagradoras no Amazonas e o pior, nada acontece com o governo de São Paulo, que atropela decisão do STF, criando medidas que prejudicam a zona franca. O novo presidente do Centro das Indústrias do Amazonas, Wilson Périco, chamou os ministros Fernando Pimentel e Aloísio Mercadante de "ignorantes e mentirosos" que "desrespeitam a Constituição. Dizem uma coisa e fazem outra". Acorda, Dilma! Basta de privilegiar Estados fortes como São Paulo. Lembre-se que o Brasil também é Norte e Nordeste. Não permita que ministros arrogantes e desinformados, seguramente por má-fé, prejudiquem o Amazonas!

A luta de Sarney pela redemocratização começou logo no início da ditadura

Por Said Barbosa Dib*
Há hoje um péssimo comportamento de alguns jornalistas e políticos menores em atacar o senador Sarney como trampolim para se promoverem. O mais recente caso de oportunismo é o de Luiz Cláudio Cunha, jornalista com longa carreira em vários órgãos de imprensa, premiado por diversas vezes, mas que ultimamente se encontra implorando espaço em pequenos sites. Para sair do esquecimento resolveu escrever artigo publicado dia 26, no site Congresso em Foco, intitulado “Sarney e o torturador, Ustra e o presidente”. Puro parasitismo político. 
Entre sofismas, chavões e reducionismos históricos flagrantes, chegou mesmo a afirmar que Sarney não teria sido eleito para o governo do Maranhão, mas nomeado pelos militares. Uma grande bobagem que mostra o desespero em que se encontra o ex-grande jornalista e que desqualifica não apenas o artigo recente, mas toda a história de Luis Cláudio, pois é muito estranho um jornalista investigativo premiado não conferir informações tão óbvias. Sarney foi, sim, candidato da coligação da UDN com o Partido Social Progressista (PSP), apoiado pelos setores mais progressistas de então. Conquistou o governo do Maranhão em outubro de 1965, numa votação inédita: 121.062 votos, o dobro do segundo colocado. O sucesso veio porque Sarney conseguiu aglutinar adversários do “vitorinismo”. Em particular, os remanescentes das associações de lavradores, que haviam sido fechadas e seus principais líderes presos em virtude do golpe militar de 1964. A candidatura Sarney recebeu também o apoio de importantes personalidades progressistas do Brasil, como Glauber Rocha. O ícone do “Cinema Novo” fez questão, inclusive, de fazer filme promocional para Sarney.
Cláudio também errou feio ao afirmar que, apenas pelo fato de Sarney ter pertencido à ARENA, teria sido necessariamente “esteio da ditadura" e a favor da tortura. Simplismo gritante. E irresponsável. Seria o mesmo que afirmar que o próprio Luis Cláudio, por ter recebido diversos prêmios de transnacionais (ex: Prêmio Esso) e por ter sido destaque na revista Veja (que apoiou a regime militar), teria apoiado o arbítrio. Seria um absurdo. A verdade é que, pelas suas peculiaridades políticas conciliadoras, Sarney não diferia em nada de um Tancredo Neves ou de um Teotônio Vilela, quando os assuntos são a luta pela democracia e a estabilidade do País. Este último, assim como Sarney, também participou da ARENA, mas nunca deixou de ser ícone da luta democrática. O primeiro, Tancredo, em outro contexto, a do último governo Vargas, como ministro da Justiça, chefiou o DIP, instrumento de doutrinação ideológica e de repressão à liberdade de expressão. Mas este fato também não impede que se possa afirmar que Tancredo tenha sido um batalhador sincero pela democracia no Brasil. Mesmo assim, Luis Cláudio poupa Tancredo e Vilela, mas destila veneno contra Sarney. Por quê? 
A luta de Sarney pela redemocratização começou não com a formação da “Frente Liberal”, mas logo no início da ditadura. Não se pode esquecer que Sarney foi o único governador que protestou formalmente contra o AI-5, tendo também, por diversas vezes, feito pronunciamentos no Congresso defendendo “a necessidade de retorno à normalidade democrática o quanto antes” (discurso de 1972, em pleno governo Médici). Na época, Sarney desafiou o sistema mantendo relações de amizade e apoio aos perseguidos da ditadura, como Ferreira Gullar, Glauber Rocha, Renato Archer e o ex-presidente Juscelino Kubitschek. O próprio JK escreveu a Sarney agradecendo a forma como foi tratado por ele no Maranhão, após ser recebido com honras de ex-chefe de estado no dia 11 de dezembro de 1968, dois dias antes da edição do AI-5. Por isso, em 1967, o general Dilermando Gomes Monteiro já acusava Sarney de "proteger comunistas", conforme documentos da 10ª Região Militar levantados pela jornalista Regina Echeverria.
Ao longo do governo Geisel, Sarney tinha se manifestado reiteradas vezes em favor da política de distensão inaugurada pelo presidente. Em 1977, segundo a revista Veja, declarou-se um "otimista no processo de redemocratização". Pregou o fim da "hibernação política provocada pelos acontecimentos de 1968", pois "o desenvolvimento econômico é incompatível com o subdesenvolvimento político". Em setembro de 1978 foi convidado pelo presidente Geisel para convencer os arenistas sobre a importância da continuidade da distensão. Para esta tarefa, segundo o Presidente, “nada melhor do que alguém com o perfil de Sarney, conhecido por seus posicionamentos democratas”. Sarney entregou ao presidente relatório advogando mudanças nas medidas de emergência, a eliminação da suspensão automática dos mandatos parlamentares e a liberalização para a formação de partidos. Por esse motivo, achava que o MDB não poderia deixar de apoiar o projeto, pois ele consagrava todos os seus temas de campanha nos últimos anos: o fim do AI-5, a restauração do estado de direito e a superação dos atos de exceção. Na época, Sarney recebeu, dos setores mais radicais de seu próprio partido, críticas violentas. E com o respaldo do presidente Geisel, começou a fazer reuniões periódicas com membros da oposição. Já no governo Figueiredo, com a volta ao pluripartidarismo, Sarney foi reserva moral para respaldar a continuação da difícil abertura iniciada por Geisel. Foi designado pelo presidente para ampliar as negociações com as oposições e promover mudanças internas no então PDS. 
Como se vê, os esforços do político maranhense pela volta à democracia não começaram com a formação da “Frente Liberal” e as negociações com Tancredo. Pelo contrário, Tancredo e Sarney se aproximaram justamente porque tinham objetivo em comum há muito tempo: a retirada do Brasil da ditadura militar. Por isso, ataques levianos de ressentidos, como os de Luis Cláudio, não podem afetar a força de quem tem história, de quem foi governador, deputado e senador pelo Maranhão, presidente da República, senador do Amapá por três mandatos consecutivos, presidente do Senado Federal por três vezes. São 55 anos de vida pública, sempre eleito. 
* Said Barbosa Dib é historiador, analista político e, com muito orgulho, assessor de imprensa do senador Sarney


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O que acontece por aí...

Mais estímulo aos covardes
Tomara que esteja enganado, que seja temor exagerado, mas faço votos para que o resultado do Ibope salientando que a maioria dos brasileiros é contra a união estável para casais do mesmo sexo, como determinou e decidiu o STF, não estimule mais ainda os frequentes, covardes, rancorosos, nocivos e injustificáveis ataques a homossexuais nas ruas. Nesta linha, a novela "Insensato Coração" faz muito bem em alertar e repudiar para o grotesco fato, que apenas serve para envergonhar o Brasil aos olhos do mundo. O Brasil precisa deixar de ser dominado pela hipocrisia e pelo rancor. Se todos cuidassem de suas próprias vidas, seríamos um país mais unido e feliz. 
Da coluna da Anna Ramalho:
Gim Argello
Já está com o presidente da comissão de Segurança da Câmara Federal, deputado Mendonça Prado, o projeto do senador Gim Argello ( PTB-DF) que cria instrumentos para combater o bullying nas escolas. Aprovado com rapidez no Senado, a proposta foi enviada  à Câmara bem antes do recesso. O problema é que sete outros projetos, todos de deputados, foram incluídos no projeto do senador Gim. Isto costuma retardar a votação dos textos. Ainda não foi designado o relator.
Gente, O Ministro da Justiça Fala!
Fantástico, sensacional, inacreditável, o ministro da Justiça também fala. Não se sabe quando começa realmente a trabalhar pela coletividade, mas, creio, já foi um bom começo, deitando falação e participando do lobby da OAB sobre o famigerado, absurdo, grotesco e ilegal exame para a "Ordem". O quê, qual o nome do ministro da Justiça? Boa pergunta, desconheço.
Lula é Lula
Em outros espaços e também aqui, claro, inclusive na Carta Capital e no meu blog, já repetir mil vezes e, logo depois que Dilma tomou posse, que Lula sempre estará pronto, a postos, para socorrer, ajudar, colaborar, aconselhar, ponderar, Dilma. Em todas as circunstâncias. Aí Lula fala, sempre franco, sincero, sem escamotear nada, publicam, porque Lula é noticia, vende jornal e revista. No Dia seguinte, vem a turma da bronca. Falam, falam, escrevem dezenas de laudas, ficam com dores nas costas e na nuca, de tanto ficar no computador, mas não desmentem Lula em nada. Nadinha. Circulação de jornal também inventa, mente, manipula, para anunciantes. Claro, sobretudo agora, com a internet. Milhares de pessoas não compram mais jornais impressos. Basta abrir os jornais a partir da meia noite, na internet. Tem gente adorando, não suja mais as mãos com o jornal que comprava nas bancas. Reclamam que Lula chama palavrões. E daí, quem não chama é cretino e hipócrita. Mesmo porque Lula estava falando para estudantes, em congresso da classe. Na saída, uma mulher, que bom , alivia, ninguém disse que a jovem odeia Lula, sapecou um beijão na boca do ex-presidente. Lula não se fez de rogado. Ah, deixou muita gente com inveja. Coleguinhas também. Lula é PT, manda no PT, elege e reelege quem quiser no PT ou fora dele. Os desapontados ficam aborrecidos. Queriam que Lula ficasse eternamente de férias, de recesso político, que não se metesse mais com Dilma nem com os problemas do Brasil. Vão morrer querendo. Ou esperem sentado. Para piorar a dor de cabeça dos éticos por correspondência, Lula anuncia que vai correr o Brasil. Danou-se. É um direito dele. Faz muito bem. Levando as idéias dele, colaborando para o sucesso do governo Dilma. Lula sabe que o êxito de Dilma é do Brasil e dele, também. Aos pauteiros e editores tucanos que babam ódio e ressentimento, só resta mãos à obra.

Dilma garante grande Copa do Mundo

Concordo com a certeza da presidente Dilma: a copa de 2014 no Brasil será um retumbante sucesso. Apesar da torcida dos derrotistas de sempre. Os eternos pregoeiros do caos, que não perdem o costume de se fantasiar de franciscanos. Pertencem ao timeco dos arrogantes que se julgam donos da verdade. Que nem pagam ingresso nos estádios. Que nunca ganharam um título pelo Brasil. Não acrescentam nada de positivo com criticas infundadas, surradas e descabidas. Preferem fazer onda em factóides, para extravasar recalques e inveja em figuras que realmente trabalham pelo futebol brasileiro e mundial. São irrecuperáveis decaídos. 
É a melhor foto
No meio de tanta onda, conversa fiada e tolas intrigas,  O Globo publicou, a meu ver, a foto mais significativa a propósito dos preparativos da Copa de 2014 no Brasil. No sorteio na Marina da Glória, sentados, juntos, unidos e trabalhando para o êxito da iniciativa, que deveria orgulhar todos os brasileiros, o presidente de honra da FIFA, o brasileiro João Havelange, que uniu povos e nações com o futebol, como presidente da entidade por 22 anos, Josef Blatter, atual presidente da FIFA, a presidente Dilma, determinada e confiante de que o Brasil saberá receber bem os visitantes e organizará uma excelente copa, Pelé, o maior jogador do mundo, o eterno Rei do futebol, e Ricardo Teixeira, presidente da CBF. Teixeira não mede esforços para que o Brasil faça bonito na copa de 2014. Trabalha incansavelmente. Não tem tempo a perder com maledicentes e vestais por correspondência. O Brasil é penta campeão do mundo com Ricardo na presidência da CBF e, com ele, será hexa em 2014. 

Governador do Amazonas sobe o tom, em defesa do Polo de Manaus

O governador Omar Aziz é aliado de primeira hora da presidenta Dilma. Mas, agora, decidiu mudar o tom e fez criticas duras ao governo federal. Motivo: diante das dificuldades enfrentadas pela zona franca de Manaus com relação à produção de tablets. Omar Aziz também se queixa que o governo discute uma nova política industrial para o Brasil sem ouvir, porém, o Estado do Amazonas, que concentra o maior polo eletroeletrõnico da America Latina. Nesta linha, Omar fez criticas diretas aos ministros Guido Mantega, Aloisio Mercadante e Fernando Pimentel, com quem esteve em junho, em Brasilia e obteve garantias de que o polo de Manaus não perderia competitividade em relação à MP 534, a dos Tablets. Para o governador Aziz, o governo brasileiro teme enfrentar a entrada ilegal de produtos chineses, porque, a seu ver, não quer entrar numa crise econõmica com aquele país.