segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Cidade abandonada

Brasília, a ex-capital da esperança, é, hoje, uma cidade sem lei, sem segurança, sem hospitais, sem escolas, com pistas esburacadas e alagadas. A população vive aflita e insegura. Não tem a quem recorrer. O governador eleito terá muito trabalho pela frente. Precisará de pulso forte e muita força política para tirar Brasília do caos sáfaro atual. Os habitantes de Brasília não podem mais viver apenas de jardins bem cuidados e arquitetura arrojada. Basta de engodos e desrespeito pela coletividade.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Lula chama Sarney de “irmão de alma”

Sarney, Renan, Lula, Eunício e Michel durante jantar.
Foto: Ricardo Stuckert

Durante o jantar que selou a nomeação dos cinco ministros do PMDB no futuro governo de Dilma Rousseff, o presidente Lula deu as explicações que alguns buscavam sobre o grande poder de influência do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), nesta composição. Em um discurso de improviso, Lula rendeu suas homenagens a Sarney, a quem se referiu como seu “grande amigo e conselheiro” e “irmão de alma”, que nunca lhe faltou nos momentos mais difíceis de seus oito anos de mandato.
- Tenho muita honra de ser seu amigo. Nunca ninguém vai conseguir nos intrigar. Pude contar com sua lealdade e seus conselhos nos momentos mais difíceis de meu governo. Sarney é um companheiro leal, correto. Aliás, Sarney, é mais que um companheiro político, é um irmão de alma nesta árdua missão que Deus nos deu de carregar o Brasil nas costas – disse Lula na mesa principal do jantar oferecido pelo senador eleito Eunício Oliveira (PMDB-CE).
Do Maranhão estiveram presentes ao evento o senador Edison Lobão e os deputados Pedro Novais, Gastão Vieira e Sétimo Waquim.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Collor celebra os 20 anos do Regime Jurídico Único


O senador Fernando Collor (PTB-AL) subiu à tribuna nesta quinta-feira (9) para lembrar que, daqui a dois dias, a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, completa 20 anos. Promulgada quando ele era presidente da República, essa norma instituiu um regime jurídico para os servidores públicos civis da União, das autarquias federais e das fundações públicas federais.
- Tenho orgulho de acrescentar mais esse diploma normativo ao rol das leis que promulguei durante o exercício da Presidência da República - declarou.
O senador reiterou a importância dessa lei para a gestão pública, mas criticou as alterações posteriores "que suprimiram direitos dos servidores". Ele defendeu a revisão do Regime Jurídico Único (como a lei é conhecida), sugerindo a criação de uma comissão especial de estudos na qual Executivo, Legislativo e Judiciário estejam representados.
Collor recordou que o Regime Jurídico Único surgiu durante o processo de redemocratização do país e que tinha como objetivo unificar as normas legais existentes para a categoria "dos então chamados funcionários públicos". Ele também disse que a lei representou "uma iniciativa para atender à necessária modernização dos serviços públicos, a começar pela valorização de seu quadro de pessoal, numa época em que se inauguravam novos rumos e conceitos de gestão representados pela chamada administração gerencial".
- Mas essa lei sofreu inúmeras mutilações, na maioria das vezes retirando direitos dos servidores - protestou ele, citando "o caso das regras da aposentadoria, da incorporação de quintos ou anuênios e da licença-prêmio por assiduidade".
Além de defender o "resgate" desses direitos (segundo ele, mais de 200 dispositivos do Regime Jurídico Único foram alterados ou suprimidos), Collor propôs que o novo governo - que assume em janeiro - promova a revisão e a atualização da lei. Foi nesse contexto que ele sugeriu a instituição de uma comissão especial de estudos na qual os três poderes estejam representados.

Da Redação / Agência Senado

Leia a íntegra do pronunciamento...

Embaixador da Alemanha participa de reunião na sede da SUFRAMA

Juliana Pazuello

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) recebeu a visita do embaixador da República Federativa da Alemanha no Brasil, Wilfried Grolig e esposa, embaixatriz Christa Kern-Grolig, além do conselheiro jurídico da República da Alemanha no Brasil, Bernd Weidlich e do cônsul-geral da Alemanha, Martin Klaus Christian Klenke. A visita teve como objetivo conhecer o modelo Zona Franca de Manaus (ZFM), as vantagens competitivas para investimento no Polo Industrial de Manaus (PIM) e o trabalho desenvolvido pela autarquia em toda a sua área de atuação (Acre, Amapá, Roraima, Rondônia e Áreas de Livre Comércio de Macapá e Santana, no Amapá). Também estiveram presentes na reunião, o coordenador-geral de Análise de Projetos Industriais da SUFRAMA, José Lopo Filho, a coordenadora-geral de Estudos Econômicos e Empresariais, Ana Maria Souza, conselheiro e chefe do Escritório de Representação do Ministério das Relações Exteriores na Região Norte (ERENOR), Henrique Jenné e o assessor de Relações Institucionais para assuntos tecnológicos da SUFRAMA, Hernan Valenzuela. O embaixador Wilfried Grolig mostrou interesse em saber mais sobre as perspectivas de investimento para o fortalecimento do PIM, ocasião em que o coordenador de Análise de Projetos Industriais da SUFRAMA , José Lopo, explicou que o fortalecimento do PIM está no adensamento da cadeia produtiva, na busca por novos segmentos que tenham vocação com a Região e no investimento em pesquisa da biodiversidade amazônica, para que assim se possa depender menos da renúncia fiscal. Lopo também destacou a necessidade de fazer com que as empresas instaladas no PIM respeitem a floresta e continuem proporcionando o desenvolvimento sustentável. O Polo é um dos principais responsáveis por 98% de floresta preservada no Estado do Amazonas. Atualmente, as empresas alemãs instaladas no parque fabril local somam investimentos totais de US$ 160,91 milhões e que fazem parte dos setores termoplástico, metalúrgico, eletroeletrônico e químico. O embaixador aproveitou para convidar a SUFRAMA a participar do próximo Encontro Econômico Brasil-Alemanha, que acontecerá em setembro de 2011, no Rio de Janeiro.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Após resultado do Pisa, Collor defende investimentos na educação

Para senador, se não houver qualificação, Brasil não conseguirá atender as demandas profissionais que estão por vir com os investimentos do pré-sal

Embora tenha destacado a evolução do País como um todo, o senador Fernando Collor (PTB-AL) lamentou que os estudantes de Alagoas tenham tido o pior desempenho do Pisa em todo o Brasil. Ele pediu mais investimentos em educação e diz que se isso não ocorrer o Brasil não conseguirá atender as demandas profissionais que estão por vir com os investimentos do pré-sal e das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Este ano o senador Fernando Collor promoveu na Comissão de Infraestrutura do Senado um debate sobre a qualificação profissional dos brasileiros. Ouvindo especialistas do governo, da iniciativa privada e do mundo acadêmico, a Comissão discutiu os rumos da educação profissionalizante e apresentou um relatório final contendo sugestões para tentar solucionar o problema da mão-de-obra.
O enfoque dos debates foi a questão dos Recursos Humanos para Inovação e Competitividade: Formação e Capacitação Profissional para a Infraestrutura. Segundo Collor, o relatório traz uma série de informações, dados e propostas sobre um dos principais gargalos da infraestrutura brasileira: a escassez de mão de obra qualificada. Assim, o ciclo de debates teve também como objetivo divulgar aos jovens um quadro sobre os rumos do mundo do trabalho, de modo, segundo Collor, "a permitir que eles possam descortinar um futuro promissor no campo profissional". Collor explica ainda, na apresentação da publicação, que o relatório final mostra toda a metodologia e sistematização utilizada pela CI e pelo grupo de trabalho que consolidou as propostas. O resultado, segundo ele, é uma agenda de prioridades contendo uma pauta de ações que podem ser implantadas pelos três atores envolvidos no problema: o poder público, a iniciativa privada e meio acadêmico.

- Acredito, com isso, que a Comissão de Serviços de Infraestrutura cumpriu uma de suas atribuições, não só ao aprofundar as discussões em torno dos gargalos que o setor precisa superar para a retomada do desenvolvimento do país, especialmente no que tange à questão da carência de mão de obra qualificada, mas também apresentando propostas factíveis àqueles que detêm o poder, a estrutura e o conhecimento para colocá-las em prática através de ações concretas e políticas públicas - afirmou Collor.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Quem fundou a UnB foi Juscelino

Darcy Ribeiro não fundou a UnB coisíssima alguma. Os venais patrulheiros espalham mentiras que vão pegando, prejudicando a legítima história dos fatos e do próprio Brasil. Na Biblioteca Central da UnB tem fita gravada e a transcrição da conferência de Ciro dos Anjos, ex-secretário particular de JK, realizada no auditório da reitoria, em que relatou, mais uma vez, os fatos que alguns pretendem negar. Vitor Nunes Leal, ex-ministro do STF, que também confirmou a versão ao ex-reitor José Carlos Azevedo, havia pedido demissão da chefia da Casa Civil de Juscelino e sabia que o presidente queria a sua volta. Chamado por JK para procurá-lo, passou antes no escritório do também ex-ministro do STF, Osvaldo Trigueiro, que confirmou essa história, relatando sua preocupação de receber um convite irrecusável de Juscelino. Trigueiro aconselhou-o a iniciar a conversa sugerindo a JK a criação de uma universidade em Brasília, medida inaceitável para o presidente. Leal lembrou-lhe que o epitáfio escolhido por Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados Unidos, e consta da sua sepultura em Montebello, diz o seguinte:"Aqui jaz Thomas Jefferson, autor da Declaração da Independência Americana, do Estatuto da Liberdade Religiosa na Virgínia, e pai da Universidade de Virgínia", e não menciona ter sido presidente dos EUA. JK chamou Ciro e deu-lhe a missão de elaborar os atos da criação da UnB, cujo marco inicial foi o radiograma de JK ao ministro da Educação, Clóvis Salgado, datado de 2 de abril de 1960: "Ministro Clóvis Salgado, a fim de completar panorama cultural nova capital não posso deixar de fundar a universidade de Brasilia portanto peço estudar plano e redigir mensagem a ser enviada ao Congresso tendo em vista desse objetivo pt precisamos porém criar universidade em moldes rigorosamente modernos pt gostaria remeter mensagem congresso dia 21 abril ptsds JK". Não tem amparo nos fatos e é rigorosamente falso atribuir a Darcy Ribeiro a iniciativa de criação da UnB. Foi Juscelino quem a teve e determinou todas as providências para criá-la, e foi Clóvis Salgado que as levou a bom termo. Na comissão criada, em que Darcy era o únco sem curso superior, seu papel foi secundário, e de secretário, talvez. Quem se interessar em detalhes, pode consultar, além do depoimento de Ciro dos Anjos, na biblioteca da UnB, o de Clóvis Salgado, e historiadores da Universidade Federal de Minas Gerais, com perto de 10 horas de duração, que integra o projeto "História Viva" daquela universidade. Em artigo na Folha de São Paulo de 15 de setembro de 1986, na sua costumeira vesânia, Darcy afirmou ser o fundador da Universidade nacional da Costa Rica, mas nesse país não há tal universidade. Há apenas a localizada em Heredia, fundada em 1970, pelo padre Benjamin Nunes Gutierrez. Jamais revelaram por que Darcy Ribeiro, que nunca conseguira entrar em uma universidade e nem possuía curso superior, integrou a comissão instituída por JK. Ciro dos Anjos, nascido na cidade em que nasceu Darcy, Montes Claros, Minas Gerais, insinuou que lhe cabia a explicação por tê-lo incluído na comissão e sugerido seu nome para reitor quando não havia candidato a esse cargo e a UnB só existia no papel.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Lula aproveita bem o final de mandato.

Tira sarro dos desafetos, recorda feitos em beneficio da população nos seus 8 anos como presidente. Alguns colocam a carapuça, divertindo Lula ainda mais. Lula fala com o coração. Diz verdades que incomodam fariseus e vestais grávidas. Que nunca fizeram nada pelo Brasil. Que jamais ergueram um tijolo em favor da coletividade. Deixem o ex-operário falar. Fala muito porque tem o que dizer. O povão gosta das tiradas e das eventuais mancadas dele. Lula está feliz e aliviado. Com a consciência do dever cumprido. Tão cedo Lula não se verá livre dos fotógrados e dos repórteres. Continuará líder mesmo depois de passar o bastão presidencial para a amiga e discípula Dilma.

O Fluminense mereceu

Parabéns aos torcedores do fluminense. Vitória suada, sofrida, mas o título foi mais do que merecido. Forte abraço aos queridos amigos tricolores das Laranjeiras pela conquista, generais Sávio e Agenor, Rubens Azevedo Lima, Gerson Nunes, o fabuloso canhotinha de ouro, goleiraço Paulo Victor, Luiz Estevão, Pedro Bial, coronel Rezende, delegado Daniel, Sérgio Martins, Alexandre Jucá, Paulo Henrique e Wellington, excelentes goleiros do "Bão Demais" e, por fim, o samurai João Havelange. Aproveitem bem a alegria da conquista.

Falta de efetivo prejudica apreensão de armas na fronteira, dizem analistas

Mariana Oliveira - Do G1, em São Paulo

Para eles, armas entram fragmentadas, e falta gente para fiscalizar veículos.Em nove meses, só 270 armas foram apreendidas pela PF em 11 estados.

A falta de servidores em órgãos de fiscalização favorece a entrada de armas de fogo pela fronteira brasileira, na avaliação de especialistas ouvidos peloG1. Eles afirmam que, na maioria dos casos, as armas entram desmontadas ou em pequenas quantidades, escondidas em outras cargas, o que torna mais difícil encontrá-las, uma vez que não há pessoal suficiente nem tecnologia para vasculhar todos os carregamentos. Em nove meses, a Polícia Federal apreendeu na Operação Sentinela, realizada em 11 estados da fronteira do país, 270 armas de diversos calibres. O número é próximo ao apreendido pela Polícia Militar do Rio em apenas duas semanas de ações na Vila Cruzeiro e no conjunto de favelas do Alemão: 222 armas. Após a megaoperação contra o tráfico no Rio, o contingente nas fronteiras foi ampliado para ajudar no combate às organizações criminosas. O coronel da reserva da Polícia Militar José Vicente da Silva Filho, ex-secretário nacional de Segurança Pública, explica que as armas chegam principalmente do Paraguai, pelo Mato Grosso do Sul e Paraná. "A maioria das armas que vem para o Brasil são acomodadas em cargas legais e quase nenhum caminhão de carga é parado." Para o procurador da República Alexandre Collares, que atua em Foz do Iguaçu (PR), fronteira com Paraguai e Argentina, a falta de pessoal é hoje um dos principais problemas para combater a entrada de armas. "O tráfico de armas é bastante especializado, as quadrilhas são bastante especializadas. Se houvesse efetivo maior, haveria mais repressão e, consequentemente, mais dificuldade para entrada de armas. Elas entram misturadas com mercadorias lícitas, descaminhadas."

Leia a matéria na íntegra no G1...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Inauguração do Memorial em homenagem ao Stuart Angel Jones no Rio de Janeiro


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Prezados amigos leitores:

A conhecida luta da brava Hildegard Angel e da mãe, a saudosa Zuzu Angel, a favor do irmão, morto pela ditadura militar, é algo fascinante e exemplar. Virou filme, muito bem aceito pela crítica. Lançado inclusive no Senado. Se pudesse, iria ao Rio abraçar a amiga guerreira. Mas deixo aqui, para quem pode ir, o convite. É isso.

Limongi

“Convidamos a todos/ todas a comparecer e ajudar na divulgação da inauguração por parte da Secretaria de Direitos Humanos de mais um Memorial (o vigésimo quinto desde 2008 ) em homenagem ao companheiro STUART ANGEL JONES. O evento, com a presença do ministro Paulo Vannuchi , se realizará na proxima quinta-feira, dia 9, as 11 horas da manhã, no Clube de Regatas Flamengo (Rio de Janeiro), no setor do Remo.

Abraço,

Maurice Politi

Coordenador geral programa direito á Verdade e à Memória
Secretaria de Direitos Humanos- Presidência da República"

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Collor fala da necessidade da federalização da AL 101 Norte com ministro dos Transportes


Paulo Sérgio Passos diz que transferência poderá ser feita por Medida Provisória

A Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal realizou, nesta quinta-feira (2/12), audiência pública com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, para debater sobre a malha rodoviária e ferroviária nacional em função da conferência mundial sobre meio ambiente, Rio +20, a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Na oportunidade, o presidente da CI, senador Fernando Collor (PTB-AL), questionou o ministro sobre a federalização da AL 101 Norte e a PE 060, localizadas na fronteira entre os estados de Alagoas e Pernambuco. Passos respondeu que a federalização das estradas, solicitada pelos governadores dos dois estados com o apoio das bancadas federais, está em fase de análise. Na opinião do Ministro, a forma mais fácil para formalizar a federalização seria por meio de Medida Provisória. Essa discussão será levada ainda este ano ao presidente Lula. O senador Fernando Collor destacou que a federalização das duas estradas será muito importante para os dois estados, tendo em vista a grande demanda de veículos verificado em função do crescimento das atividades econômicas com empreendimentos como o complexo industrial e portuário de Suape, a Refinaria de Abreu e Lima e os estaleiros Atlântico Sul, EAS e Promar. Embora o Governo Federal esteja trabalhando na duplicação da BR 101, o senador Fernando Collor acredita que a federalização da AL 101 será de extrema importância para desafogar o trânsito entre o litoral norte de Alagoas e o litoral Sul de Pernambuco, retirando o fluxo de turistas da rodovia facilitando o transporte de cargas. Para o presidente da CI, a federalização da AL 101 Norte desafogará o trânsito na BR 101 e suas imediações, ajudando a desenvolver destinos turísticos como a cidade de Maragogi, um dos destinos turísticos mais visitados de Alagoas, um dos 65 principais destinos turísticos do país. O senador lembrou ainda os pólos turísticos de Costa dos Corais, no litoral norte de Alagoas e Porto de Galinhas, no litoral sul de Pernambuco, duas das regiões turísticas mais visitadas do Brasil. E por fim, destacou o transporte de cana-de-açúcar derivado das diversas usinas sucroalcooleiras existentes nos dois estados.

Veja também:

Ministro dos Transportes calcula em R$ 420 bi os investimentos até 2035

Collor questiona ministro dos transportes sobre federalização da AL 101 Norte

Collor determina elaboração de projeto para delimitar construção de eclusas no Brasil

A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) vai preparar um projeto para delimitar com clareza a responsabilidade na construção de eclusas no Brasil. A determinação foi feita nesta quinta-feira (2) pelo presidente do colegiado, senador Fernando Collor (PTB-AL), após ouvir a preocupação de senadores sobre a navegabilidade dos rios nos trechos em que estão sendo construídas usinas.
Eclusa (ou comporta) é uma obra de engenharia hidráulica que permite aos barcos subir e descer os rios ou mares em locais onde há desníveis provocados por barragens, quedas d'água ou corredeiras.
Durante a audiência pública realizada pela CI nesta quinta, Collor também pediu a elaboração de uma proposta que reduz os prazos dados aos órgãos de meio ambiente para realizarem estudos e oferecerem pareceres relativos à liberação de obras.
- Isso para que as obras não fiquem indefinidamente sem conclusão - explicou Collor, após ouvir várias reclamações de parlamentares sobre obras paradas em todo o Brasil.

Hidrovias

Durante a audiência, o senador Alfredo Nascimento (PR-AM) explicou que a malha brasileira de transportes, até alguns anos atrás, era totalmente concentrada nos setores rodoviário e ferroviário e deixava de lado as hidrovias. Afirmou que a condição privilegiada de navegação dos rios e mares brasileiros não deixa dúvidas de que é "preciso concentrar esforços no desenvolvimento do transporte hidroviário".
Na opinião dele, lei específica deveria obrigar a instalação de eclusas em todos os rios navegáveis nos quais estão sendo construídas usinas.
- O Congresso Nacional tem de tomar essa responsabilidade para si. Deixo aqui uma sugestão para que essa comissão elabore um projeto nesse sentido - assinalou Alfredo Nascimento, que já foi ministro dos Transportes.

Eventos

A audiência na CI foi realizada para discutir os preparativos, as expectativas e previsões acerca do atendimento da malha de transporte em função dos grandes eventos que o Brasil sediará em breve: em 2012, a Rio + 20, Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente; 2014, a Copa do Mundo; e 2016, os Jogos Olímpicos.
O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, ao explicar os pesados investimentos que sua pasta tem feito na malha brasileira de transporte, foi bastante elogiado pelos senadores da comissão. João Ribeiro (PR-TO) observou que antes do governo Lula o Ministério dos Transportes era uma vidraça "e hoje é uma vitrine".
Ao fazer questionamentos específicos sobre seus respectivos estados, os senadores Valdir Raupp (PMDB-RO), Leomar Quintanilha (PMDB-TO), Delcídio Amaral (PT-MS), Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Jayme Campos (DEM-MT) também elogiaram a atuação de Paulo Sérgio frente ao Ministério.
Raupp destacou os benefícios das duplicações de rodovias em todo o Brasil.
- A duplicação de rodovias sem dúvida diminui muito a ocorrência de acidentes - observou o parlamentar por Rondônia.
Quintanilha afirmou que tem observado as boas condições das estradas brasileiras, principalmente no Tocantins, e lembrou que as obras que estão sendo feitas para receber os eventos internacionais a partir de 2012 serão deixadas como legado aos brasileiros.
- O Brasil está realmente se preparando para ocupar um lugar de destaque no cenário internacional como uma das grandes nações. Mas sem infraestrutura, isso não seria possível - declarou Quintanilha.
Jayme Campos (DEM-MT) reconheceu que houve avanço no setor brasileiro de transportes nos últimos anos, mas reiterou que o país ainda apresenta uma série de problemas e necessidades.
- Temos ainda muitas estradas precárias no Brasil. Precisamos tomar providências drásticas em relação, por exemplo, ao transporte intermodal [o uso de duas ou mais modalidades de transporte na mesma viagem, como, por exemplo, aéreo e hidroviário] - declarou Jayme Campos.

Valéria Castanho / Agência Senado

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Grato ao Barcelona por existir

Aprendi no “O Globo”, idos de 66, começando em redação, sucursal de Brasília, que furo não se explica, se leva. Mourinha poderia dizer o mesmo: show, baile, chocolate memorável não se explica, se leva. Ainda bem que o Barça existe. Jogo? que jogo? vi um fantástico dois toques, muitas vezes um toque, até meio toque, de um timaço só. O de branco na roda. Kaká (lembra dele?) escapou de uma geladíssima. Técnicos brasileiros bem

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Dia para alegrar o Rio e o carioca

Deus mandou o Sol, para iluminar as ações dos policiais e começar a detonar a bandidagem que insiste em manter refém os cariocas. Policia jamais pode perder a guerra contra marginal. É um bom começo. É animador quando a imprensa divulga que apreendeu armas, munições, motos, cocaina e maconha dos traficantes. É o que mais os ordinários odeiam, ficam tonto. Invadir seus domínios e diminuir seu poder de fogo e ação. É importante que as operações policiais continuem com todo vigor. Basta de medidas paliativas. É o momento certo para o Estado passar a realizar ações integradas com ministérios e órgãos de segurança. Onde o Estado não comparece, não ajuda, não marca presença efetiva, surgem os traficantes e colocam suas garras. Aproveitam a comunidade fragilizada. Passam a ser os donos de tudo, inclusive dos passos e atividades dos moradores. Os moradores dos morros e favelas também são pessoas trabalhadoras. Pobres mas decentes. Precisam e merecem ter paz e esperança de dias melhores.

domingo, 28 de novembro de 2010

O Brasiliense pagou pela incompetência.

Time medíocre, elenco repleto de medalhões cansados de guerra, mas que não largam o osso. Claro, duvido que algum clube da série A cuide melhor de seus atletas do que Luiz Estevão. Mas Luiz não entra em campo, não coloca chuteira para jogar. Seguramente Estevão se lamenta de fazer tudo dentro do possível para os "jogadores" do brasiliense e não receber resultados positivos em troca. Quem também lamenta e foi penalizado foi o torcedor. Terá que se contentar com joguinhos medonhos de séries C, D, etc. Sempre descendo a ladeira. O Brasiliense é clube jovem, já conquistou valiosos títulos nacionais, mas tudo indica que se acomodou, foi vencido pelos mascarados que tomaram conta do time e que não jogariam nem na minha pelada do "Bão Demais". Não honrariam a camisa. Lá primeira a gente joga, procura vencer, depois é que vamos tomar cerveja. No Brasiliense era ao contrário. Não me venham chamar esse bando de irresponsáveis de profissionais. Só se for com aspas. Quem também não deixou de ser penalizada foi a imprensa esportiva, pautada daqui para a frente para cobrir séries piores do que a B, onde estava o cambaleante Brasiliense. Luiz Estevão sabe, se realmente desejar tirar o clube da situação humilhante para onde foi, terá que montar um excelente time, com bom banco, porque a guerra na série C continuará. A maioria quer voltar para a B. A caminhada e longa e difícil. Se bobear, com esse timeco atual, o Brasiliense ficará eternamente na série C. Ou será que tem vocação para preferir ir fazer companhia do Gama, na série D?

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Conselhos de Lula para Dilma

Sábias palavras de Lula para Dilma: o povo é o melhor conselheiro. Lula sabe o que diz. Embora uma pequena legião de parvos insista em tentar desqualificar o ex-operário que cavou o destino com as próprias mãos e deixa a Presidência da República com alta popularidade. Seguramente a discípula Dilma jamais perderá de vista as ponderações do professor Lula. Autodidata que tornou o Brasil também respeitado no exterior. Por sua vez, Dilma conhece os problemas brasileiros. Como chefe da Casa Civil foi eficiente coordenadora das ações de todos os ministérios, além de ser ela própria ministra das Minas e Energia. Saberá trabalhar com competência e pulso forte. Erra feio quem torcer pelo fracasso de Dilma na chefia da Nação.

Patrulhamento torpe e covarde

Leio com satisfação na coluna de Mônica Bergamo que Chico Buarque não vai ceder aos apetites dos parvos e torpes patrulheiros e devolver o prêmio Jabuti. Dilma venceu Serra democraticamentte nas urnas. Os eternos desapontados e maus perdedores deveriam procurar algo de mais útil, digno e grandioso para fazer. O Brasil não vai andar para trás para satisfazer decaídos.

Bandidos não podem Vencer

A insegurança e o pânico novamente tomaram conta do Rio de Janeiro, que jamais poderá deixar de ser a cidade maravilhosa de todos nós, inclusive dos turistas. Os bandidos e assassinos não podem eternamente afrontar as leis, a ordem, as autoridades e a ordeira e trabalhadora população carioca. É preciso um basta urgente. Já. Agir com vigor contra esta escória. O governador Sérgio Cabral falou bonitinho, tentou explicar a razão de tanta violência e impunidade, mas é preciso sair da teoria para a prática. Caso contrário a turma competente do Tropa de Elite 1 e 2 já tem tudo pronto para produzir o Tropa de Elite 3. Ao vivo e a cores. Maior dramaticidade é impossível.

CBF e Teixeira acreditam nas autoridades

A CBF fez muito bem em manifestar apoio e confiança nas autoridades no combate aos bandidos que insistem em afrontar as leis e os homens de bem. O Rio de Janeiro é patrimônio nacional. Não pode ficar a mercê da sanha de marginais, assassinos, traficantes e covardes. O povo trabalhador não pode ser humilhado. O presidente Ricardo Teixeira sabe muito bem, como Lula, Dilma, Temer, Cabral e Jobim, que os criminosos não podem tentar desmoralizar e arruinar as competições esportivas agendadas para o Brasil, como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Os governos têm que mostrar firmeza, enfrentar duro a bandidagem. De preferência mandando toda a corja de marginais para o inferno, cravados de balas.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Collor comemora 80 anos de criação do Ministério do Trabalho e homenageia o avô, primeiro ministro da pasta


O senador Fernando Collor (PTB-AL) comemorou nesta quinta-feira (25) os 80 anos de criação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), logo após a Revolução de 30 que derrubou a República Velha instaurando a República Nova, dando início ao governo Getúlio Vargas. A homenagem estendeu-se a seu avô, Lindolfo Leopoldo Collor, primeiro ministro da pasta, que teria consolidado a legislação existente e esparsa agrupando-a em um conjunto único que, posteriormente, foi aproveitado em 1943, na Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT. - Há, em suma, uma grande dívida de nosso Direito do Trabalho para com Lindolfo Collor. De sua inteligência e de sua pena saiu grande parte do arcabouço legislativo laboral até hoje vigente entre nós, como um marco ainda válido e atual, de pensamento jurídico - recordou o parlamentar. Collor destacou que o avô lutou pela implantação dos direitos trabalhistas "política e doutrinariamente" e também pela criação de um ministério especializado. O senador salientou ainda que o compêndio legal elaborado pelo avô buscou garantir o que havia de "mais justo e oportuno" em políticas sociais, válidas, conforme o parlamentar, até hoje. Collor recordou a "postura decisiva" de Lindolfo Collor ao compor a Aliança Liberal e redigir seu manifesto em 1929, com seu ideário de reivindicações, entre as quais constavam os direitos trabalhistas como diretriz para o avanço do país. Implantada a República Nova, disse o senador, Lindolfo Collor recusou assumir outros ministérios e condicionou sua participação no novo governo à criação do Ministério do Trabalho. A CLT, ressaltou o senador, reuniu em um só documento toda a legislação trabalhista esparsa vigente à época de sua publicação, em 1943, grande parte dela concebida e posta em vigor anteriormente por Lindolfo Collor. Ele acrescentou que a CLT, além de garantir e proteger as relações e direitos do trabalhador, assegurou a liberdade sindical, a política salarial e a negociação coletiva.

Da Redação / Agência Senado

Clique aqui para ler o pronunciamento na íntegra