Muito bom, bonito, bem feito, impecável, o programa da candidata Dilma no chamado horário gratuito na televisão. Comovente sem ser piegas em alguns momentos. Importante a participação de Lula, enfatizando a presença marcante de Dilma como ex-ministra. Dilma e Lula passaram sinceridade e objetivos comuns nos textos. Boa idéia Dilma enfatizando realizações do governo Lula com ela presente em várias regiões do Brasil. Parece ser o caminho certo Dilma salientar que é uma boa, eficiente e disciplinada discípula de Lula, destacando que a continuidade de ações a favor da coletividade é a palavra chave para cativar o eleitorado.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Manifesto Patriota
DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA, no período de 13 a 17 de outubro de 20092010 É A HORA: "A COBRA VAI FUMAR" !!!
[ A VISÃO MILITAR SOBRE O BRASIL ]
ENCONTRO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - 11º ENOREx
Os signatários deste documento, presidentes das Associações que congregam Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro filiadas ao Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil (CNOR), ou seus representantes legais, reunidos na cidade de Brasília, Distrito Federal, no período de 13 a 17 de outubro de 2009, por ocasião do 110 Encontro Nacional de Oficiais da Reserva do Exército - 110 ENOREx - promovido pela Associação dos Oficiais da Reserva do Exército do Distrito Federal - AORE Planalto – unidos e coesos, lavram, reiteram e subscrevem como compromisso de honra perante a Nação brasileira, a presente declaração de intenções, posicionamentos e conceitos, sob a forma desta DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA.
PROCLAMAM ser o território brasileiro uno, indivisível e intocável, e se declaram, como Reserva do Exército, dispostos a assim mantê-lo e defendê-lo - e às suas riquezas - ombro a ombro com os integrantes da Ativa das Forças Armadas do Brasil, se necessário, e em qualquer circunstância, para garantia dos poderes constitucionais, da lei, da ordem e da soberania do Estado Brasileiro.
DECLARAM, como membros de uma Reserva Ativa, Atenta e Forte, aglutinados nas Associações de Oficiais R/2 do país, tendo como órgão central o Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, que se dispõem, como formadores de opinião, a ser o elo entre as Forças Armadas e os demais segmentos da sociedade brasileira.
INFORMAM que atuarão como verdadeiros embaixadores do Exército no meio civil, exercendo suas ocupações com probidade, dignidade, lealdade, ética, zelo, responsabilidade, decoro, boa ordem, disciplina e exata noção do cumprimento do dever, tendo como fulcro os princípios, valores e atributos praticados nas Forças Armadas do Brasil.
CONDENAM, no exercício pleno de seus direitos constitucionais, o desapreço que alguns integrantes dos poderes constituídos dispensam às Forças Armadas, negando o devido mérito à sua profissão militar e aos valores que cultuam, difundem e exercitam, bem como sonegando os meios necessários ao cumprimento de suas missões, na tentativa vã e impatriótica de desmerecê-las, e o que é ainda pior, de enfraquecê-las.
REAFIRMAM que as Forças Armadas são a expressão natural do Poder Nacional, guardiãs incondicionais dos princípios e valores que forjaram a nacionalidade, defensoras intransigentes da soberania nacional, da verdadeira democracia, do civismo e da igualdade social, sem preconceitos de qualquer natureza, posto que ensejam em si, numa simbiose perfeita, a mais pura e plena representação da população brasileira.
EXALTAM, orgulhosos, a participação das nossas Forças Armadas em Missões de Paz da ONU, em especial no Haiti. Após a vitoriosa atuação na Segunda Guerra Mundial, o Brasil, a partir de 1957, com o embarque do primeiro contingente do Batalhão Suez, participou de inúmeras Missões da ONU. As Forças de Paz brasileiras estiveram presentes nos locais mais distantes e inóspitos. Egito, República Dominicana, Guatemala, Equador, Peru, Congo, Costa Rica, El Salvador, Honduras, Guatemala, Nicarágua, Moçambique, Timor Leste, Croácia, Prevlaka, Índia, Paquistão, Libéria, Angola, Ruanda, Ex-Iugoslávia, Nova Guiné Ocidental, Eslavônia Oriental, Costa do Marfim, Chipre, Guiné Bissau e Haiti. Atualmente, quase dois mil militares brasileiros estão integrando diversas missões em andamento pelo mundo, enfrentando condições adversas, distantes da terra natal, combatendo, salvando e pacificando guerras. Em mais de meio século de destacadas participações em missões da ONU, o Brasil perdeu alguns de seus melhores soldados. São heróis, geralmente esquecidos, que deram suas vidas pela honra e glória de seu país. Dignificaram, sobretudo, a profissão militar. A nação lhes deve uma eterna, e muitas vezes negada, gratidão.
REJEITAM a expressão “sociedade civil”, algumas vezes usada maldosamente para discriminar os militares, a eles se referindo como se não fossem partes vivas, ativas, atuantes e valorosas de uma sociedade a que todos nós pertencemos. É imperativo reconhecer que as Forças Armadas e os demais segmentos da população constituem, harmônica e indiscriminadamente, a sociedade nacional brasileira.
MANIFESTAM insatisfação pelos desmandos e ineficácia de muitos setores da administração pública no País, em especial a negligência com os programas estratégicos de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico, do preparo da base mínima de defesa, da saúde pública, da educação, do saneamento básico, dos transportes, da segurança pública, da produção e distribuição de energia.
DEFENDEM a exploração direta da atividade econômica pelo Estado, prevista no art. 173 da Constituição Federal, com a implantação, apoio e regulação de empresas estratégicas, que operem em setores de auto-suficiência, mobilização, defesa e segurança do Estado, ou de relevante interesse coletivo, como material bélico, de uso nuclear, de navegação, de comunicação, de missilística, de tecnologia de vôo fly by wire, de controle de bens sensíveis e armas químicas/biológicas e de empreendimentos em que o Estado é o seu único cliente. Tais atividades compreendem o cotidiano da pesquisa, do desenvolvimento científico e tecnológico e a experimentação científica. É importante ressaltar que o setor é de fundamental importância, já que, nesses segmentos, os “lucros” esperados são a soberania nacional, o aumento no poder de dissuasão, a capacidade do Estado de se mobilizar e suprir-se a qualquer tempo, livre de salvaguardas internacionais ou de embargos estrangeiros sempre reticentes e condicionais.
PROTESTAM contra a corrupção incontida que grassa em vários escalões do poderes constituídos do Estado Brasileiro, sob a égide nefasta da impunidade, com a conivência e o descaso de maus brasileiros. A sociedade assiste aturdida, decepcionada e indefesa, aos procedimentos indecorosos, antiéticos, imorais, e não raro delituosos, de muitas autoridades que têm o dever de não errar, mas que, apesar de flagrados e denunciados em atos ilícitos, permanecem impunes. Merecem o nosso repúdio e, jamais, o nosso voto.
CLAMAM contra a obsolescência dos equipamentos e armamentos da Força Terrestre Brasileira. Nosso país não pode ficar à mercê de maus governantes que ignoram - em algumas situações, propositadamente - que às Forças Armadas cabe a responsabilidade constitucional de defender a Pátria, garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem. Tão importantes e complexas atribuições, exigem que as autoridades forneçam os MEIOS necessários à existência e manutenção de forças adequadamente equipadas e adestradas, a altura da grandiosidade do país. Exércitos não se improvisam. Nossas Forças Armadas, para atingir a eficácia no cumprimento de suas missões, necessitam de recursos muito maiores do que os minguados 2% do PIB que atualmente lhes são destinados. A expressão do poder militar brasileiro, cuja repercussão dissuasória precisa ser inquestionável, pressupõe investimentos expressivos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia nacional na área de material militar, a exemplo do desenvolvimento da família de veículos blindados de transporte sobre rodas VBTP, cujo protótipo será testado pelo Exército no 2º semestre de 2010, aliados a um programa permanente de aquisição, no mercado externo, de equipamentos atualizados. A história registra o infortúnio vivenciado por algumas nações, em consequência da omissão e do descaso com suas forças armadas. É oportuno lembrar que todos possuem Exércitos: o seu ou o do invasor.
RECONHECEM a necessidade de prover a Marinha do Brasil de meios adequados e suficientes para o cumprimento de suas missões. A defesa do extenso litoral brasileiro e da nossa já cobiçada “Amazônia Azul”, exige a presença de uma poderosa esquadra, compatível com a grandiosidade de suas atribuições. O Poder Naval brasileiro, como fator dissuasório, será de fundamental importância nas próximas décadas, assegurando a defesa do nosso espaço e riquezas marítimas. Também a presença de submarinos nucleares em nossa frota será vital para que o país detenha o controle e mantenha o domínio do mar territorial brasileiro. Por outro lado, é inconcebível que a legislação ainda não estenda à Força Naval, em operações ribeirinhas, o poder de polícia que o Exército detém nas fronteiras. É um absurdo constatar que as patrulhas fluviais da Marinha não possam atuar sem a presença de autoridades policiais, mesmo em presença de flagrantes de cometimento de ilícitos penais.
APONTAM para a urgência em dotar a Força Aérea Brasileira de aeronaves e equipamentos capazes de assegurar o controle e o efetivo domínio de nosso espaço aéreo. A aviação de caça brasileira não pode, sob pena de cometimento de crime de lesa pátria, ficar refém de interesses e injunções políticas. A decisão técnica da Aeronáutica sobre a matéria deve ser acatada como conclusiva e definitiva, diante dos imensos prejuízos operacionais e financeiros que uma decisão equivocada traria para a defesa e os interesses nacionais. Por outro lado, a nossa atual frota de aeronaves de transporte, reduzida, sucatada e obsoleta, somente cumpre as missões que lhe são atribuídas graças ao esforço, competência e dedicação das equipes de vôo e manutenção. A indústria aeronáutica brasileira, reconhecida internacionalmente por sua eficácia, tem condições de fornecer a Força Aérea, em médio prazo, aeronaves de transporte modernas, capazes de atender às suas necessidades, inclusive no apoio ao Exército e à Marinha. Devemos lembrar que a Força Terrestre, cuja mobilidade é fundamental para o cumprimento de suas missões, necessita de transporte aéreo rápido, seguro e eficiente para o deslocamento de suas tropas - até mesmo no nível Brigada - para qualquer parte do nosso território, onde se façam necessárias. Já os sistemas de proteção e vigilância da Amazônia - SIPAM E SIVAM - cuja eficácia depende da destinação de recursos compatíveis com a sua importância para a defesa e incolumidade do espaço aéreo, devem se prioritários, inclusive com investimentos em pesquisa e desenvolvimento tecnológico de radares e equipamentos de comunicação de última geração.
DESAPROVAM os gastos públicos com a absurda “dívida da União” com os chamados anistiados políticos, supostos militantes de esquerda derrotados em suas investidas contra os governos militares, a partir de 1964. Tais indenizações, que já superam R$ 2 bilhões, na maioria dos casos não resistem às mais elementares justificativas quanto à sua motivação. Ao reverso, se assemelham muito mais a uma verdadeira “premiação” pelas sangrentas atividades desenvolvidas por integrantes de organizações clandestinas, cujo principal objetivo era a implantação no Brasil de um governo comunista, ao estilo da ditadura cubana. Ironicamente, o vencedor indulgente – nossas Forças Armadas - é exposto sempre como algoz. Essa prodigalidade milionária e unilateral é reprovada até mesmo por setores da esquerda brasileira, não coniventes com o verdadeiro assalto aos cofres público promovidos pela Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça.
REITERAM a relevância de uma maior presença das nossas Forças Armadas na Amazônia brasileira. Proclamam a necessidade de incrementar ações que proporcionem a formação de pólos que irradiem, a partir das unidades militares, o desenvolvimento das possibilidades econômicas e da realidade local. É imperativo denunciar e frustrar as tentativas de sujeitar a Amazônia brasileira à “soberania relativa” ou de internacionalizá-la. Urge responsabilizar os falsos “especialistas” que atestaram e reconheceram, nela, como sendo “nações” indígenas, grupos que muitas vezes rejeitam a nacionalidade brasileira e que, seduzidos por mercenários, em sua maioria integrantes de ONGs que atuam na região, reivindicam a autonomia de imensos espaços territoriais, onde nada produzem, interessados, apenas, na nossa imensa biodiversidade e nos vastos recursos econômicos ali existentes. O povo brasileiro precisa conhecer as verdadeiras intenções de muitos dos grupos nacionais e internacionais que atuam livremente na Amazônia Brasileira, aliciando a população, especialmente a indígena, através de idéias separatistas, geralmente mal disfarçadas em ajuda humanitária ou trabalho religioso. O episódio da Raposa Serra do Sol, área que pela ação de maus brasileiros pode ser hoje classificada como de “soberania relativa” para o Brasil, deve servir de exemplo quanto à realidade das ameaças que pairam sobre a nossa Amazônia.
RECORDAM a existência no subsolo brasileiro de um dos maiores reservatórios de água subterrânea do planeta, o pouco conhecido Aquífero Guarani, obviamente uma reserva estratégica, situada na área econômica do Mercosul, com uma superfície de quase 1,2 milhões de km²,estendida pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A maior parte da área do Aquífero Guarani está situada no Brasil, com 840 mil km², espalhando-se pelo subsolo de oito Estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, num total de 70,2 % da área total do aquífero. O Aquífero Guarani está inserido na Bacia Geológica Sedimentar do Paraná, e constitui a principal reserva de água subterrânea da América do Sul, com um volume estimado de 46 mil km³. Sob o pretexto da proteção ambiental, a existência desse manancial foi levada à mesa do Banco Mundial, onde estão sendo feitos estudos para melhor conhecer esses recursos e para o estabelecimento de parâmetros regulatórios, que sejam geridos pelos quatro países principais interessados. As reuniões desse grupo são pouco divulgadas e é imperativo exigir-lhes transparência, a fim de que não sejamos surpreendidos por uma legislação contrária aos interesses brasileiros, já que a maior parte do território do Aquífero Guarani encontra-se em nosso país.
SUSTENTAM que o indigenismo e a política indigenista não devem ser atrelados a componentes ideológicos e que a integração dos silvícolas, que são brasileiros natos, deve ser recolocada na competência constitucional da União, de onde foi subtraída ante a pressão da Igreja, da militância ideológica infiltrada na administração pública e das auto-intituladas organizações representativas da sociedade civil, a serviço do ativismo mercenário, que atuam como inimigos do desenvolvimento nacional.
CONSIDERAM que a saúde pública, que deveria ser preventiva, nem chega a ser curativa. A saúde no Brasil está abandonada, aparentemente em consequência da rejeição do Congresso Nacional em aprovar a nova CPMF. A maior parte da população não é atendida pelo inoperante sistema de saúde pública e não tem condições de arcar com os escorchantes planos de saúde privados. A vacinação é inoperante e, quando disponível, fica sujeita à adesão popular e por prazos limitados. A vacinação infantil nas maternidades e nas escolas deixou de ser praticada. Ocasionalmente, a administração pública tem ímpetos de cuidados com a saúde e anuncia à população, através de caríssimas matérias publicitárias, campanhas de vacinação, alertas contra doenças, endemias, obesidade, pressão arterial, que não alcançam parcela significativa do universo dos necessitados. Hospitais em greve, corrupção administrativa, clínicas sem médicos, equipamentos defeituosos, falta de medicamentos, ambulâncias inexistentes ou inoperantes, centros cirúrgicos desativados, esse é o quadro do desmando noticiado diariamente, sem que ninguém seja responsabilizado. De há muito que a saúde do brasileiro não é prioridade para os governantes.
LAMENTAM que a Educação e o Ensino não contemplem a formação de inteligência e que os ensinos fundamental e médio sejam ministrados sem compromissos com a compreensão dos conteúdos programáticos, o que resulta numa educação desuniforme da juventude, não lhes dando consciência de valores cívicos e morais, não dignificando o trabalho como fator de desenvolvimento pessoal e profissional. Tal consciência cívica se fundamenta no reconhecimento da igualdade das pessoas – jurídica e social - e configura a expressão máxima da cidadania, sem qualquer discriminação. Urge valorizar o magistério, retirar os componentes ideológicos do processo, reeditar a normalista e o ensino normal, arejar o sistema, eleger prioridades claras, objetivas e consequentes, e, principalmente, despertar o civismo nos jovens, sob pena de não o fazendo, comprometer o futuro na nacionalidade. Por outro lado, a Universidade, sob a proteção da autonomia universitária absoluta, permanece circunscrita às faculdades que agrupa, sem a necessária interação com o sistema. As escolas, voltadas para a meta da graduação profissional liberal, descuram da pesquisa e desenvolvimento de idéias, de novas teorias, materiais e utilidades, de novos conceitos, de diferentes caminhos da inteligência e têm, no vestibular, um negócio e um gargalo em que a memória e a técnica prevalecem sobre a inteligência, o conhecimento e o raciocínio, se afastando, por conseguinte, das características dos centros de excelência. É necessário estimular e apoiar a parceria das universidades com o sistema produtivo, proporcionando melhores condições para o desenvolvimento econômico.
CRITICAM o abandono do setor elétrico no país: estamos de volta à escuridão. Em 2005, no VII ENCONTRO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO, a Declaração de Porto Alegre já previa uma possível carência de energia elétrica em 2010 e apontava a necessidade de se ampliar a potência instalada, pois desde 2001 nenhuma nova usina iniciara operação no País. Interesses não revelados servem-se da burocracia para postergar a construção de hidroelétricas: estudos ambientais, relatórios de impacto ambiental, licenciamento, proteção da fauna, direitos indígenas e marcos regulatórios, são alguns dos artifícios que embaraçam essas obras. Mas, na verdade, elas não prosperam pela omissão e ineficiência da administração pública.
ATENTAM para a necessidade de reordenamento dos programas de uso de fontes alternativas de energia, em especial as de origem renovável, nuclear, solar, e eólica. Os projetos e as obras das novas usinas nucleares em Angra dos Reis foram postergados a pretexto de preservar o meio ambiente e para “garantia” da incolumidade das populações locais contra o risco de acidente nuclear, ante os receios nacionais - de “representantes da sociedade civil organizada” - e internacionais (ONGs), de que o sistema não seria confiável. Por outro lado, o preço do álcool continua equivocadamente atrelado ao da gasolina, o que não conduz à economia de gasolina e, ao mesmo tempo, retira a vantagem do consumo do álcool. Via de conseqüência, o suprimento do mercado interno não tem precedência sobre a exportação, sendo refém da conveniência do mercado internacional. Além disso, o álcool concorre com o combustível produzido pela Petrobrás. Quanto a outras fontes de energia - solar e eólica – continuam ignoradas pelas autoridades governamentais.
DENUNCIAM as “alianças bolivarianas”, que estão em pleno desenvolvimento na região, e que certamente irão deteriorar a secular boa vizinhança sul-americana. É inaceitável que o governo do Brasil tenha sido seduzido pelas aventuras ideológicas antidemocráticas implantadas em alguns países do continente, reconhecido como legítimos movimentos terroristas como as FARC, adotado postura flagrantemente ideológica no tratamento de questões de extradição de criminosos e refugiados políticos, prejudicado os interesses nacionais nos episódios do gás boliviano, da Petrobrás na Venezuela e da energia elétrica de Itaipu com o Paraguai e afrontado a nossa histórica política externa de não-intervenção, ao se imiscuir em assuntos internos de outras nações, abrigando na embaixada brasileira durante meses – sem a condição de asilado político - o ex-presidente de Honduras, deposto por decisão da Suprema Corte daquele país.
CONFIAM no valor, no espírito cívico e na capacidade de superação do povo brasileiro neste ano de 2010, quando as urnas deverão indicar os futuros governantes da nação. Num passado recente, os militares devolveram à sociedade um país democrático, desenvolvido e pacificado. Todos, inclusive os que tentaram implantar em nosso país um regime totalitário esquerdista inspirado na sanguinária ditadura cubana, se beneficiaram da Lei da Anistia. A democracia legada pelos militares possibilitou que os brasileiros, indiscriminadamente, participassem do processo eleitoral e atingissem os mais altos postos da nação. A sociedade aguarda, pacífica e ordeira, a decisão soberana das urnas. Mas, nós da Reserva Atenta e Forte estaremos prontos para, se for o caso, pugnar contra eventuais tentativas de desvios de rumos objetivando o rompimento da normalidade jurídico-institucional do país.
CONSELHO NACIONAL DE OFICIAIS R/2 DO BRASIL
Sérgio Pinto Monteiro - 2º Ten R/2 Art
Presidente
PELAS ENTIDADES FILIADAS
1 - ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/DISTRITO FEDERAL
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Rômulo Jorge de Melo Nogueira
2 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/RIO DE JANEIRO
Presidente: 2º Ten R/2 Art Luiz Eugênio Bezerra Mergulhão Filho
3 - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO- ABORE/SÃO PAULO
Presidente: 1º Ten R/2 Inf Aniz Buíssa
4 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO BRASILEIRO - AOR - EB
Presidente: Ten Cel R/1 Inf Paulo Rubens Pereira Diniz
5 - ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DO CPOR/RECIFE
Presidente: 2º Ten R/2 Eng Luciano Faro Cassundé
6 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS R/2 DO RIO GRANDE DO SUL - CPOR/PORTO ALEGRE
Presidente: 2º Ten R/2 Art Eduardo Marenco de Oliveira
7 - ASSOCIAÇÃO PETROPOLITANA DE OFICIAIS DA RESERVA - APOREx - PETRÓPOLIS
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Antônio Jorge de Azevedo Clavery
8 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS R/2, EX-ALUNOS E AMIGOS DO NPOR DE NATAL - AORN
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Elisiário Ferreira Lima Júnior
9 - ASSOCIAÇÃO MATOGR0SSENSE DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AMORE
Presidente: 1º Ten R/2 Inf Jânio Gonçalo Maciel de Morais
1O - ASSOCIAÇÂO DOS OFICIAIS DA RESERVA DE PONTA GROSSA - AORPG - PARANÁ
Presidente: 1º Ten R/2 Inf Orlando Frizanco
11 - ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS E AMIGOS DO NPOR DO 9º BIMTz - PELOTAS - RGS
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Marco Antonio Almeida Tavares Gravato
12 - ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - APORE
Presidente: 1º Ten R/2 Cav Hamilton Madruga Espínola Guedes
13 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/JUIZ DE FORA
Presidente: 2º Ten R/2 Art Mauro Lúcio Pires
14 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/ALAGOAS
Presidente: 2º Ten R/2 Inf André Sahaj Lobo Monteiro
15 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/BELÉM
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Túlio Roberto Cei
PELAS ENTIDADES COLABORADORAS
1 - CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TIRO DEFENSIVO - CBTD
Presidente: 1° Ten R/2 Inf Sérgio Marcos Bitencourt Silveira
2 - CREDIÁRIO E CONSULTORIA LTDA
Presidente: 1º Ten R/2 Eng Moacir Carlos Muzzi Machado
__._,_.___
LAURO PASTOR
TURMA AVAÍ AMAN 6 JAN 1956
SÃO MAIS DE 50 ANOS!!!
AMIGOS PARA SEMPRE E...
MUITO MAIS!!!
Vox Populi: cresce tendência de vitória no primeiro turno

Pesquisa Vox Populi divulgada nesta terça-feira pela TV Bandeirantes dá vantagem ainda maior da candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, em relação ao seu adversário José Serra (PSDB). Segundo o levantamento, Dilma ganharia a eleição já no primeiro turno. Ela está 16 pontos a frente de Serra com 45% das intenções de voto, enquanto o tucano tem 29%. Em relação à pesquisa Vox Populi divulgada em julho, Dilma subiu quatro pontos percentuais, enquanto Serra caiu quatro pontos. A candidata Marina Silva (PV) manteve, em agosto, os 8% da preferência do eleitorado de julho. A pesquisa Vox Populi confirma a tendência já apontada pelo Instituto Ibope que Dilma Rousseff poderia ganhar a eleição no primeiro turno.
Collor mostra como, mais uma vez, vai resgatar Alagoas
Na noite de terça-feira (17/08) Collor concedeu entrevista extremamente lúcida e propositiva à TV Gazeta (AL TV 2ª Edição). Falou sobre alguns pontos que são destaques no seu plano de governo.
Assista: http://bit.ly/aybru7 ou confira no vídeo a seguir.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
TSE garante jingles de Dilma na campanha de Fernando Collor
Com a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de derrubar a verticalização da propaganda eleitoral, o candidato Fernando Collor poderá usar o jingle de sua campanha falando de seu apoio a Lula e Dilma. Por 4 a 3 votos, os ministros concederam aos candidatos à presidência da República de partidos coligados nacionalmente o direito de no horário gratuito das legendas nos estados. Advogado da coligação “O Povo no Governo” – que lançou o nome do senador Fernando Collor (PTB) para disputar o governo do Estado –, Fábio Ferrário protocolou recurso, na Justiça Eleitoral, denominado “embargo de declaração com efeitos suspensivos e modificativos”, com objetivo de que o juiz auxiliar da propaganda eleitoral, Antônio Carlos Freitas Melro de Gouveia, reformasse a sua decisão que proibiu a veiculação dos nomes “Lula” e “Dilma” no jingle de campanha do ex-presidente.Os argumentos da defesa
Fábio Ferrário explica que o 'fundamento nuclear da proibição reside na premissa de que a propaganda eleitoral tem de obedecer o que preconiza a lei nº 9.504/97, ou seja, somente usar a imagem e a voz de candidato ou militante de partido que integre a sua coligação em âmbito nacional'. O advogado ressalta que o juiz não observeu o fato de que dois partidos que estão na coligação do candidato Collor também estão na coligação da candidata Dilma Rousseff. "O PRB é o mesmo partido do vice-presidente da República, José Alencar, e do candidato a vice do Collor, Galba Novaes. É um direito do PRB que a sua coligação explore o apoio da candidata Dilma e do Lula. Além do PRB, o PTC é outro partido da coligação do Collor que também compõe a coligação da Dilma", explicou a defesa. "Pela existência de agremiações partidárias comuns na coligação de Dilma e na coligação do candidato Fernando Collor, é legítimo usar na propaganda eleitoral em âmbito regional, inclusive no horário eleitoral gratuito, a imagem e a voz tanto de Dilma Rousseff como do presidente Lula", ressaltou Fábio Ferrário. De acordo com o advogado, o juiz só levou em consideração o fato de que o PTB, partido ex-presidente, na esfera nacional, não se coligou com o grupo da ex-ministra, mas com o grupo do seu adversário, José Serra (PSDB). "Após a Emenda Constitucional nº 52, de 2006, foi permitida a formação de coligações partidárias independente de obediência à eventuais coligações nacionais. Além disso, o PTB, apesar de estar coligado ao PSDB na esfera nacional, liberou o candidato Collor para apoiar, em Alagoas, a candidata Dilma", mencionou Ferrário, dizendo ainda que depois das convenções, os partidos políticos deixam de ter voz isolada; eles passam a integrar uma unidade. "O que tem que ser considerado é a coligação, não os partidos individualmente", concluiu a defesa.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Manifestação real do povão desmascara a virtual das elites
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População repudia ato ‘Fora Collor’
“Fraco e sem caráter ideológico”. Foi assim que o presidente da Juventude Nacional do PTB, Anderson Xavier, caracterizou o ato.
“Fraco e sem caráter ideológico”. Foi assim que o presidente da Juventude Nacional do PTB, Anderson Xavier, caracterizou o ato ‘Fora Collor’, promovido na manhã desta quarta-feira (11), pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). E, em contrapartida ao protesto da entidade, uma multidão de pessoas foi às ruas do Centro de Maceió para dizer que quer a volta do senador Fernando Collor de Mello (PTB) a função de governador de Alagoas. O grupo que organizou a manifestação ‘Eu quero Collor de novo’, levou centenas de cartazes e faixas para uma grande caminhada pelas principais artérias do Centro. Era gente de todas as idades num ato de solidariedade à candidatura de Collor e contra o movimento organizado pelo MCCE. “O feitiço virou contra o feiticeiro. Eles pensavam que as pessoas iriam aderir ao ato e participar dele ativamente, o que não aconteceu. Já a nossa ação foi diferente. Não precisamos contratar ninguém e nem promover uma manifestação com fins político-partidários. Aqueles que se juntaram a nós, vieram espontaneamente. Fizemos o convite, e todos aderiram. Essa foi a melhor resposta que pudemos dar às pessoas que estão por trás do MCCE”, disse Anderson Xavier.
Para ele, o ato desta quarta-feira não teve caracterização ideológica. “Os participantes do ‘Fora Collor’ estavam, em sua maioria, com adesivos de políticos que integram uma candidatura majoritária, uma prova real de que eles estavam ali com a finalidade de atingir a imagem do nosso candidato Fernando Collor. Entretanto, o povo percebeu que se tratava de um protesto de má-fé e nem deu valor. Inclusive, o MCCE trouxe ônibus com trabalhadores rurais que, quando perceberam que seriam usados politicamente, juntaram-se a nós. Resultado? Foi pior para eles”, afirmou.Lula e Collor juntos representam o amadurecimento político do Brasil

Fernando Collor disse a verdade. Lula segue, com sucesso e com melhorias, as diretrizes econômicas do governo delle. Assim como, em alguns aspéctos macroeconômicos, também fez FHC. Por diversas vezes, Collor soube reconhecer no que acertou e no que errou no seu governo. Errou no trato político com o Congresso. Acabou golpeado e não teve como dar continuidade ao que queria. Lula, hoje, tem consciência disso e vem sabendo negociar, como deve ser na democracia. Collor acertou nas diretrizes gerais de sua política econômica modernizadora e a preocupação com o social. Nem FHC nem Lula foram burros em desconstruir isso. Pelo contrário, tiveram o mérito da continuidade no que é essencial. Há poucos dias, Lula agradeceu não ter ganho em 89, pois considera que poderia ter feito bobagem. Mostrou amadurecimento político e coragem em também dizer a verdade, reconhecendo que Collor tinha um programa melhor naquele tempo, embora ambos fossem, na época, pouco experientes. Quer dizer que os dois maiores líderes políticos nacionais, os mais populares dos últimos 21 anos, amadureceram, convergiram. E, naturalmente, isto é bom para o País e para os brasileiros. Não é por outra razão que estão juntos hoje, preocupados com o interesse nacional. Os sectarismos e preconceitos foram superados pela razão e a pela experiência. Sei que a ira dos desapontados e decaídos patrulheiros cairá sobre Collor por ter a grandeza e a coragem de destacar o trabalho do atual Chefe da Nação. Mas não importa. É preciso que se escreva a legítima história política brasileira com fatos e não com traços de mágoas e ressentimentos.
Collor: "Lula é o melhor presidente que Brasil já teve"
IZP abriu série de entrevistas com o candidato Fernando Collor
Sabatinas prosseguem nesta quinta-feira, 12, com o candidato Jeferson Piones, do PCB
As rádios Difusora AM e a Educativa FM, emissoras do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP), realizaram na manhã desta quarta-feira, 11, a primeira entrevista da série com os candidatos ao governo de Alagoas. O primeiro a ser sabatinado foi o senador Fernando Collor de Melo do PTB. As entrevistas acontecem sempre das 8h às 9h, e prosseguem até o dia 18. Durante a entrevista, Fernando Collor, depois de lembrar o que já fez por Alagoas, respondeu a todos os questionamentos dos radialistas Elias Ferreira e Marcos Vasconcelos sobre seu programa de governo nas áreas de saúde, educação, segurança pública e saneamento básico. O candidato também destacou sua parceria com o presidente Lula e a ex-ministra e candidata ao governo federal, Dilma Rousseff, nestas eleições. Collor disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por ter seguido uma agenda implantada por ele, soube ir além e garantir um bom governo: "o presidente Lula está sabendo melhorar o que eu fiz; a meu modo de ver é o melhor presidente que o Brasil já teve", completou. Ele carregava um adesivo de Dilma do lado direito do peito; à esquerda, estava o dele. Indagado pelos jornalistas, Collor disse que, se ganhar as eleições, pode não concluir o mandato, para entrar em outra disputa eleitoral em 2014. “Não sei dizer (se deixaria o mandato antes), depende das circunstâncias políticas, depende de muitos fatores. Mas o que desejo é fazer um governo à altura das expectativas dos alagoanos”, disse. Fernando Collor também comentou o episódio que envolveu o “jornalista” da Revista Isto É, Hugo Marques. Ele lamentou sobre os xingamentos usados (gravados de forma ilegal e covarde numa conversa privada ao telefone), mas confirmou sua indignação com o comportamento nada profissional do jornalista. "Ele cometeu má fé por ter divulgado um trecho da gravação. Eu, eu já tenho apanhado tanto, sofro tanto, não perdi minha capacidade de me indignar".
Veja também:
Aniversário de um líder brasileiro...

Meu forte abraço, minha amizade e minha solidariedade, ontem, hoje e sempre, para o grande brasileiro, o ex-presidente e senador Fernando Collor, que amanhã, 12, quinta, faz 61 anos de idade. Com vigor e determinação, sempre trabalhando pela coletividade. Com o mesmo inabalável espírito público dos demais cargos que ocupou, prefeito, deputado federal, governador e Presidente da República. Gostem ou não gostem os decaídos, parasitas, desinformados e ressentidos de plantão. Saúde para ele. Um dia a História fará justiça a Fernando Collor de Mello.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Deletar Dunga
Vamos torcer para que a molecada talentosa do titio Mano não enfrente contusões graves daqui para a frente. A caminhada é árdua mas venturosa. Futebol é simples, sobretudo para quem sabe o perfume que a bola gosta. E, por favor, deletem Dunga.
Tolices na tevê
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Mercadante continua o mesmo...

Olha só... Escrevi em 2007. Alterar o quê? Mercadante colhe, assim, o que burramente plantou sempre.
"Sr. Redator:
Aloizio Mercadante rói a corda. Cospe no prato que ajuda o governo Lula, que colabora com a governabilidade, que na época do mensalão, junto com Sarney, foi fundamental para impedir o impeachment de Lula. Nome do prato, Renan Calheiros. Mercadante precisa trocar os óculos e comer tutano para se convencer que, fazendo sujeira com Renan, quem levará vantagem serão os adversários dele, de Lula, do governo e do PT.
Não será traindo Renan que Mercadante irá para o céu. Não será agindo com covardia que o PT crescerá em São Paulo. Não será sendo capacho de analistas venais, que insistem em destruir ou abalar Lula e as instituições, que Mercadante continuará sonhando com o governo paulista.
Acorda, Mercadante! Francamente!
Já que Mercadante também mergulhou no mar do ódio, da burrice, da hipocrisia, da covardia e da mentira dos derrotados por Lula, nas urnas, é preciso que o próprio Lula coloque ordem no time petista. Com energia, com autoridade. O desportista Lula sabe que não se mexe em time que está ganhando. Mesmo porque Mercadante não é dono do PT, nem avalista da base do governo."
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O Procurador e a melancia
O Procurador regional eleitoral precisa usar uma melancia na cabeça ou no pescoço. É mais um que saiu do anonimato à custa do carismático Joaquim Roriz. Os jovens mancebos do MP adoram aparecer como pingentes do noticiário alheio. Parecem mariposas, não podem ver um foco de luz dos holofotes. Os venais patrulheiros estão como macaco em casa de louça. Agora espalham que Roriz mesmo vencendo o pleito de outubro, não será empossado. Sabidões de meia pataca. Duvidam que apareçam nas dezenas de comunidades onde Roriz é venerado pelo povão. Acabarão apanhando.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Hildeberto Aleluia
O FIM DE UMA ERAFoi-se o Jornal do Brasil tal e qual conhecíamos. Desfigurado e empobrecido, agonizou sem merecer os cuidados dedicados aos anciões. Na sucessão familiar no controle da empresa editora foi-se também o pouco que restava da identidade com o seu público leitor. A nova era da comunicação nem se anunciava e o velho JB já tentava encontrar novos caminhos. Era preciso sustentar os números de vendas e defender-se do implacável poder de renovação e aceitação da concorrência. Acossado pelo jornal O GLOBO de um lado e do outro por O DIA (esse, atualmente, também em queda livre) o Jornal do Brasil perdeu-se num território minado, onde era farto o talento na redação, mas escasso na área de gerência e marketing. Sem controle e sem comando foi afundando como um grande navio, aos poucos, sucumbindo a uma administração caótica e às inovações tecnológicas. No final, teve ampla e generosa ajuda dos governos, a ponto de comprometer a qualidade do jornalismo. Ficou como prova de que o leitor não é burro. Verbas de governos não salvam jornais. Agora parte para sua etapa derradeira, a edição digital, paga. Pode ser o fim definitivo. Oxalá seja esse o caminho! As experiências que vêm sendo realizadas nos Estados Unidos, Austrália e na Inglaterra não são nada animadoras. Na Inglaterra, segundo a revista “THE ECONOMIST” cerca de 70 jornais fecharam suas portas no biênio 2008/2009 e ninguém sentiu falta. Com extrema cautela, os grandes jornais do mundo vêm desenvolvendo modelos de transferência da plataforma impressa para a digital, paga. Os gigantes da mídia impressa, capitaneados pelo senhor Murdoch, o titã midiático do século XXI, buscam, desesperadamente, o novo caminho. Como sabemos, o mundo inteiro acompanha com atenção a experiência. O que acontecer lá vai orientar todo o setor nos quatros cantos do planeta. Ao que parece, quanto mais tentam, mais se distanciam de uma solução satisfatória para o futuro de seus jornais impressos. O The New York Times (NYT), um dos mais arrojados na busca do novo caminho, estreou para o grande público da WEB introduzindo a assinatura digital e cerceando o acesso gratuito de todas as formas ao conteúdo. Inovou, junto com o The Financial Times e o Wall Street Journal permitindo o primeiro e segundo clique gratuito passando a cobrar de acordo com o interesse do internauta em se aprofundar na leitura. O NYT vem perdendo receita e circulação numa espiral assustadora. A empresa editora vem abrindo mão do controle de jornais menores em outros estados americanos e mesmo assim sua dívida não para de crescer. Já passa de um bilhão de dólares. Já vendeu sua sede e incorporou o milionário mexicano Carlos Slim como sócio. Nada disso tem assegurado tranquilidade à família controladora. Recentemente o The New York Times recuou e liberou o acesso gratuito quando buscado através dos sites de relacionamento, como Facebook, Twitter e outros. Foi uma decisão difícil. A instituição da cobrança online diminuiu drasticamente os acessos de visitantes. Até que ponto esta liberação pode comprometer todo o esforço de implantação do sistema de cobrança digital? Ainda não se tem a resposta. Um dado curioso é que todos esses grandes jornais já limitaram o acesso dos leitores no passado, só permitindo àqueles da base de assinantes. Depois de alguns poucos anos liberaram o acesso total e agora partem para essa experiência de clique. Quem marcha numa vertente contrária é o jornal THE GUADIAN, de Londres. Todo acesso é gratuito. O certo é que o velho modelo de venda de espaço publicitário mais circulação já não sustenta a velha mídia.
Tucanada cretina e covarde
Joaquim Roriz é amado pelo povão
Lidera folgadamente as pesquisas para governador. Seus desafetos e adversários embravejam, vão aos tribunais, querem ganhar no tapetão. Não são carismáticos como Roriz. Não têm votos como Roriz. Nunca fizeram nada por Brasilia e pela população. O TRE de Brasilia usa dois pesos e mil medidas. Só para prejudicar Roriz. Ao contrário de outros tribunais estaduais. Roriz é vítima de uma trama política suja, covarde e hipócrita. Punindo Roriz, os paladinos de meia pataca estão também castigando a maioria esmagadora do eleitor, que quer votar em Roriz.
Eleições 2010 em Brasília
Helio Fernandes no seu blog:
"Roriz IMPUGNADO no TRE, SATISFAÇÃO em Brasília, ALEGRIA no Brasil. Vai perder no TSE e no STJ"
Minha opinião enviada para o Helio:
Hélio, Não pode haver “satisfação em Brasilia”, se o candidato Roriz é disparado o preferido do povo para governador. o apressado come cru, ruim e pode ter congestão. É sempre assim, os derrotados apelam, chutam o balde, querem ganhar no tapetão. Aguardemos.Outra: mesmo realmente impugnado, que não acredito, Roriz ainda vencerá. Quem for apoiado por ele vence todos que estiverem do outro lado.
Na Mira do Belmiro
A extravagância do autoritarismo
Em nota à população, o restaurante Stravaganza, uma opção de qualidade e requinte da gastronomia de Manaus, comunicou que está fechando suas portas no Manauara Shopping. É mais um empreendimento que sucumbe às cobranças absurdas de um contrato “atípico” que pune o investidor e salvaguarda os interesses dos gestores de fundo de pensão e grupos estrangeiros dos shoppings da cidade, descomprometidos com a economia local. Um a um, os empresários nativos incrementam a assustadora taxa de mortalidade dos que se atrevem a assinar esta imposição autoritária e leonina, que são os contratos de locação com os tais shoppings. Além de cerrar as portas, todos são compelidos a desembarcar na Justiça para se livrar do arrocho e danos escondidos que as firulas jurídicas e ambíguas reservam nas letrinhas da ilusão.
A cobrança de aluguel mínimo reajustável ou alternativamente, aluguel mensal percentual, é calculada em cima do percentual do faturamento bruto da loja, sendo sempre cobrado o de maior valor, é claro. Cabe lembrar que no faturamento bruto já está inserida a cangalha tributária, ICMS, PIS, Cofins e por aí vai. A cobrança de aluguel se dá em dobro no mês de dezembro, além da cobrança de encargos acrescidos à locação que somam à cobrança de valor a maior em rateio de despesas - as despesas não são rateadas por todas as lojas, ficando fora do rateio as grifes e algumas marcas consagra das. De quebra, um fundo de promoção e marketing é imposto e usado à revelia dos pagadores. Quem suporta tanta extorsão? Há alguma dúvida se vem daí a preocupante taxa de mortalidade? As lojas locais estão perdendo espaço para as grandes marcas nacionais, e não lhes resta outro caminho que não a justiça para o resguardo da própria subsistência. O quadro é dramático, atinge o cerne do varejo nativo, pune empresas tradicionais e dá espaço para as estrangeiras, com poder de fogo e experiência com esse tipo de anomalia contratual.
As entidades de classe do Varejo mostram a crueza de seu esvaziamento diante das dificuldades de rechaçar desatinos como esse. Desarticuladas entre si e com altos índices de inadimplência dos associados, elas se afastaram do cotidiano lojista e precisariam enfrentar desafios assim – abusivos, ilegais e leoninos - para trazer de volta a crença e o apoio de toda a categoria. Não há nesse desabafo a insensatez da xenofobia nem a estreiteza do corporativismo. O que todos queremos, objetivamente, é equilibrar a relação contratual, respeitar sempre o investimento de cada parte, e jamais prejudicar qualquer empreendimento, assegurando uma relação necessariamente justa, dentro da legalidade debatida e estabelecida em comum acordo, na perspectiva madura da reciprocidade de deveres e ganhos, enfim, do bom e saudável negócio. Simples assim...
Zoom-zoom
* Alimentos insalubres – O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária entrou com ação junto à Advocacia Geral da União para suspender o início da campanha publicitária de esclarecimento e prevenção dos chamados alimentos insalubres, ou seja, com teores de sal, açúcar, gordura e álcool prejudiciais à saúde. A campanha é da Anvisa, a agência de Vigilância Sanitária, e está publicada oficialmente desde junho último.
*Guerra de foice – O conflito tem dimensões bilionárias. É preciso ponderar que, à parte a indústria farmacêutica e médico-hospitalar, não interessa a ninguém uma população doente. A guerra é de foice mas tem avaliação apressada. No longo prazo, a campanha será saudável em todos os sentidos.
* Obesidade – Não interessa à indústria de refrigerante uma população obesa, pois lhe será imposto no curto prazo a abstenção compulsória e medicinal do consumo desse tipo de bebidas. Nos EUA, a gravidade do fenômeno obesidade está obrigando Barack Obama a impor mais um imposto à sociedade, para cuidar dos excessos do açúcar na saúde dos americanos.
* Cigás e Prefeitura – Sobra para a população o imbróglio sem fim entre a Prefeitura e as obras da Cigás, com os embaraços causados pela absoluta falta de comunicação e entendimento entre a empresa e o poder público municipal. A canalização do gás virou um inferno urbano. Um conflito que repete os danos ao cidadão e que poderiam ser evitados através de uma boa, saudável e civilizada interatividade entre as partes.
Belmiro Vianez Filho é empresário e membro do Conselho Superior da Associação Comercial do Amazonas.
belmirofilho@belmiros.com.br


