quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Manifestação real do povão desmascara a virtual das elites


População repudia ato ‘Fora Collor’

“Fraco e sem caráter ideológico”. Foi assim que o presidente da Juventude Nacional do PTB, Anderson Xavier, caracterizou o ato.

“Fraco e sem caráter ideológico”. Foi assim que o presidente da Juventude Nacional do PTB, Anderson Xavier, caracterizou o ato ‘Fora Collor’, promovido na manhã desta quarta-feira (11), pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). E, em contrapartida ao protesto da entidade, uma multidão de pessoas foi às ruas do Centro de Maceió para dizer que quer a volta do senador Fernando Collor de Mello (PTB) a função de governador de Alagoas. O grupo que organizou a manifestação ‘Eu quero Collor de novo’, levou centenas de cartazes e faixas para uma grande caminhada pelas principais artérias do Centro. Era gente de todas as idades num ato de solidariedade à candidatura de Collor e contra o movimento organizado pelo MCCE. “O feitiço virou contra o feiticeiro. Eles pensavam que as pessoas iriam aderir ao ato e participar dele ativamente, o que não aconteceu. Já a nossa ação foi diferente. Não precisamos contratar ninguém e nem promover uma manifestação com fins político-partidários. Aqueles que se juntaram a nós, vieram espontaneamente. Fizemos o convite, e todos aderiram. Essa foi a melhor resposta que pudemos dar às pessoas que estão por trás do MCCE”, disse Anderson Xavier.

Para ele, o ato desta quarta-feira não teve caracterização ideológica. “Os participantes do ‘Fora Collor’ estavam, em sua maioria, com adesivos de políticos que integram uma candidatura majoritária, uma prova real de que eles estavam ali com a finalidade de atingir a imagem do nosso candidato Fernando Collor. Entretanto, o povo percebeu que se tratava de um protesto de má-fé e nem deu valor. Inclusive, o MCCE trouxe ônibus com trabalhadores rurais que, quando perceberam que seriam usados politicamente, juntaram-se a nós. Resultado? Foi pior para eles”, afirmou.

Leia mais no “Alagoas 24 horas...

Lula e Collor juntos representam o amadurecimento político do Brasil


Fernando Collor disse a verdade. Lula segue, com sucesso e com melhorias, as diretrizes econômicas do governo delle. Assim como, em alguns aspéctos macroeconômicos, também fez FHC. Por diversas vezes, Collor soube reconhecer no que acertou e no que errou no seu governo. Errou no trato político com o Congresso. Acabou golpeado e não teve como dar continuidade ao que queria. Lula, hoje, tem consciência disso e vem sabendo negociar, como deve ser na democracia. Collor acertou nas diretrizes gerais de sua política econômica modernizadora e a preocupação com o social. Nem FHC nem Lula foram burros em desconstruir isso. Pelo contrário, tiveram o mérito da continuidade no que é essencial. Há poucos dias, Lula agradeceu não ter ganho em 89, pois considera que poderia ter feito bobagem. Mostrou amadurecimento político e coragem em também dizer a verdade, reconhecendo que Collor tinha um programa melhor naquele tempo, embora ambos fossem, na época, pouco experientes. Quer dizer que os dois maiores líderes políticos nacionais, os mais populares dos últimos 21 anos, amadureceram, convergiram. E, naturalmente, isto é bom para o País e para os brasileiros. Não é por outra razão que estão juntos hoje, preocupados com o interesse nacional. Os sectarismos e preconceitos foram superados pela razão e a pela experiência. Sei que a ira dos desapontados e decaídos patrulheiros cairá sobre Collor por ter a grandeza e a coragem de destacar o trabalho do atual Chefe da Nação. Mas não importa. É preciso que se escreva a legítima história política brasileira com fatos e não com traços de mágoas e ressentimentos.

Collor: "Lula é o melhor presidente que Brasil já teve"

IZP abriu série de entrevistas com o candidato Fernando Collor

Sabatinas prosseguem nesta quinta-feira, 12, com o candidato Jeferson Piones, do PCB

As rádios Difusora AM e a Educativa FM, emissoras do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP), realizaram na manhã desta quarta-feira, 11, a primeira entrevista da série com os candidatos ao governo de Alagoas. O primeiro a ser sabatinado foi o senador Fernando Collor de Melo do PTB. As entrevistas acontecem sempre das 8h às 9h, e prosseguem até o dia 18. Durante a entrevista, Fernando Collor, depois de lembrar o que já fez por Alagoas, respondeu a todos os questionamentos dos radialistas Elias Ferreira e Marcos Vasconcelos sobre seu programa de governo nas áreas de saúde, educação, segurança pública e saneamento básico. O candidato também destacou sua parceria com o presidente Lula e a ex-ministra e candidata ao governo federal, Dilma Rousseff, nestas eleições. Collor disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por ter seguido uma agenda implantada por ele, soube ir além e garantir um bom governo: "o presidente Lula está sabendo melhorar o que eu fiz; a meu modo de ver é o melhor presidente que o Brasil já teve", completou. Ele carregava um adesivo de Dilma do lado direito do peito; à esquerda, estava o dele. Indagado pelos jornalistas, Collor disse que, se ganhar as eleições, pode não concluir o mandato, para entrar em outra disputa eleitoral em 2014. “Não sei dizer (se deixaria o mandato antes), depende das circunstâncias políticas, depende de muitos fatores. Mas o que desejo é fazer um governo à altura das expectativas dos alagoanos”, disse. Fernando Collor também comentou o episódio que envolveu o “jornalista” da Revista Isto É, Hugo Marques. Ele lamentou sobre os xingamentos usados (gravados de forma ilegal e covarde numa conversa privada ao telefone), mas confirmou sua indignação com o comportamento nada profissional do jornalista. "Ele cometeu má fé por ter divulgado um trecho da gravação. Eu, eu já tenho apanhado tanto, sofro tanto, não perdi minha capacidade de me indignar".

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As 100 principais conquistas do governo Collor

Aniversário de um líder brasileiro...


Meu forte abraço, minha amizade e minha solidariedade, ontem, hoje e sempre, para o grande brasileiro, o ex-presidente e senador Fernando Collor, que amanhã, 12, quinta, faz 61 anos de idade. Com vigor e determinação, sempre trabalhando pela coletividade. Com o mesmo inabalável espírito público dos demais cargos que ocupou, prefeito, deputado federal, governador e Presidente da República. Gostem ou não gostem os decaídos, parasitas, desinformados e ressentidos de plantão. Saúde para ele. Um dia a História fará justiça a Fernando Collor de Mello.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Deletar Dunga

Vamos torcer para que a molecada talentosa do titio Mano não enfrente contusões graves daqui para a frente. A caminhada é árdua mas venturosa. Futebol é simples, sobretudo para quem sabe o perfume que a bola gosta. E, por favor, deletem Dunga.

Tolices na tevê

O lindíssimo e afetadíssimo casal que apresenta o Jornal Nacional a serviço da torpe e incompetente patrulha, fez a pergunta surrada e imbecil para a candidata Dilma: por que hoje Lula é aliado de antigos adversários, como Sarney e Collor. Dilma respondeu correta e didaticamente ao casal que precisa urgente fazer um supletivo de política: Não se governa sem bancada, sem base parlamentar. Sem aliados importantes para a governabilidade, como Sarney e Collor. Sugiro que Dilma na próxima vez, diante da pergunta idiota e facciosa, que seguramente os decaídos e derrotados voltarão a fazer, que simplesmente responda: política é para pessoas inteligentes. Que amadurecem e tiram lições da vida. Política não se faz com o fígado, mas com o cérebro.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Mercadante continua o mesmo...


Olha só... Escrevi em 2007. Alterar o quê? Mercadante colhe, assim, o que burramente plantou sempre.

"Sr. Redator:

Aloizio Mercadante rói a corda. Cospe no prato que ajuda o governo Lula, que colabora com a governabilidade, que na época do mensalão, junto com Sarney, foi fundamental para impedir o impeachment de Lula. Nome do prato, Renan Calheiros. Mercadante precisa trocar os óculos e comer tutano para se convencer que, fazendo sujeira com Renan, quem levará vantagem serão os adversários dele, de Lula, do governo e do PT.
Não será traindo Renan que Mercadante irá para o céu. Não será agindo com covardia que o PT crescerá em São Paulo. Não será sendo capacho de analistas venais, que insistem em destruir ou abalar Lula e as instituições, que Mercadante continuará sonhando com o governo paulista.
Acorda, Mercadante! Francamente!
Já que Mercadante também mergulhou no mar do ódio, da burrice, da hipocrisia, da covardia e da mentira dos derrotados por Lula, nas urnas, é preciso que o próprio Lula coloque ordem no time petista. Com energia, com autoridade. O desportista Lula sabe que não se mexe em time que está ganhando. Mesmo porque Mercadante não é dono do PT, nem avalista da base do governo."

Afinal, o que o JN quer?


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O Procurador e a melancia

O Procurador regional eleitoral precisa usar uma melancia na cabeça ou no pescoço. É mais um que saiu do anonimato à custa do carismático Joaquim Roriz. Os jovens mancebos do MP adoram aparecer como pingentes do noticiário alheio. Parecem mariposas, não podem ver um foco de luz dos holofotes. Os venais patrulheiros estão como macaco em casa de louça. Agora espalham que Roriz mesmo vencendo o pleito de outubro, não será empossado. Sabidões de meia pataca. Duvidam que apareçam nas dezenas de comunidades onde Roriz é venerado pelo povão. Acabarão apanhando.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Hildeberto Aleluia

O FIM DE UMA ERA

Foi-se o Jornal do Brasil tal e qual conhecíamos. Desfigurado e empobrecido, agonizou sem merecer os cuidados dedicados aos anciões. Na sucessão familiar no controle da empresa editora foi-se também o pouco que restava da identidade com o seu público leitor. A nova era da comunicação nem se anunciava e o velho JB já tentava encontrar novos caminhos. Era preciso sustentar os números de vendas e defender-se do implacável poder de renovação e aceitação da concorrência. Acossado pelo jornal O GLOBO de um lado e do outro por O DIA (esse, atualmente, também em queda livre) o Jornal do Brasil perdeu-se num território minado, onde era farto o talento na redação, mas escasso na área de gerência e marketing. Sem controle e sem comando foi afundando como um grande navio, aos poucos, sucumbindo a uma administração caótica e às inovações tecnológicas. No final, teve ampla e generosa ajuda dos governos, a ponto de comprometer a qualidade do jornalismo. Ficou como prova de que o leitor não é burro. Verbas de governos não salvam jornais. Agora parte para sua etapa derradeira, a edição digital, paga. Pode ser o fim definitivo. Oxalá seja esse o caminho! As experiências que vêm sendo realizadas nos Estados Unidos, Austrália e na Inglaterra não são nada animadoras. Na Inglaterra, segundo a revista “THE ECONOMIST” cerca de 70 jornais fecharam suas portas no biênio 2008/2009 e ninguém sentiu falta. Com extrema cautela, os grandes jornais do mundo vêm desenvolvendo modelos de transferência da plataforma impressa para a digital, paga. Os gigantes da mídia impressa, capitaneados pelo senhor Murdoch, o titã midiático do século XXI, buscam, desesperadamente, o novo caminho. Como sabemos, o mundo inteiro acompanha com atenção a experiência. O que acontecer lá vai orientar todo o setor nos quatros cantos do planeta. Ao que parece, quanto mais tentam, mais se distanciam de uma solução satisfatória para o futuro de seus jornais impressos. O The New York Times (NYT), um dos mais arrojados na busca do novo caminho, estreou para o grande público da WEB introduzindo a assinatura digital e cerceando o acesso gratuito de todas as formas ao conteúdo. Inovou, junto com o The Financial Times e o Wall Street Journal permitindo o primeiro e segundo clique gratuito passando a cobrar de acordo com o interesse do internauta em se aprofundar na leitura. O NYT vem perdendo receita e circulação numa espiral assustadora. A empresa editora vem abrindo mão do controle de jornais menores em outros estados americanos e mesmo assim sua dívida não para de crescer. Já passa de um bilhão de dólares. Já vendeu sua sede e incorporou o milionário mexicano Carlos Slim como sócio. Nada disso tem assegurado tranquilidade à família controladora. Recentemente o The New York Times recuou e liberou o acesso gratuito quando buscado através dos sites de relacionamento, como Facebook, Twitter e outros. Foi uma decisão difícil. A instituição da cobrança online diminuiu drasticamente os acessos de visitantes. Até que ponto esta liberação pode comprometer todo o esforço de implantação do sistema de cobrança digital? Ainda não se tem a resposta. Um dado curioso é que todos esses grandes jornais já limitaram o acesso dos leitores no passado, só permitindo àqueles da base de assinantes. Depois de alguns poucos anos liberaram o acesso total e agora partem para essa experiência de clique. Quem marcha numa vertente contrária é o jornal THE GUADIAN, de Londres. Todo acesso é gratuito. O certo é que o velho modelo de venda de espaço publicitário mais circulação já não sustenta a velha mídia.

Hildeberto Aleluia é jornalista

Tucanada cretina e covarde

Concordo com a justa e oportuna indignação do Luiz Alberto Aquino. O desespero da tucanada incompetente é tão grande que agora apelam para colocar em dúvida o estado de saúde da candidata Dilma. Deus está vendo. Atenção. As leis divinas são implacáveis. O sujeito pode se achar bonzão, cheio de energia e saúde e, de repente, é fulminado por um raio dos Deuses. Cuidado. Ninguém sabe o dia de amanhã. Tripudiar e insinuar a propósito do tema saúde-Dilma é portanto, a meu ver, uma tremenda canalhice, cretinice, covardia e falta do que fazer.

Joaquim Roriz é amado pelo povão

Lidera folgadamente as pesquisas para governador. Seus desafetos e adversários embravejam, vão aos tribunais, querem ganhar no tapetão. Não são carismáticos como Roriz. Não têm votos como Roriz. Nunca fizeram nada por Brasilia e pela população. O TRE de Brasilia usa dois pesos e mil medidas. Só para prejudicar Roriz. Ao contrário de outros tribunais estaduais. Roriz é vítima de uma trama política suja, covarde e hipócrita. Punindo Roriz, os paladinos de meia pataca estão também castigando a maioria esmagadora do eleitor, que quer votar em Roriz.

Eleições 2010 em Brasília

Helio Fernandes no seu blog:

"Roriz IMPUGNADO no TRE, SATISFAÇÃO em Brasília, ALEGRIA no Brasil. Vai perder no TSE e no STJ"

Minha opinião enviada para o Helio:

Hélio, Não pode haver “satisfação em Brasilia”, se o candidato Roriz é disparado o preferido do povo para governador. o apressado come cru, ruim e pode ter congestão. É sempre assim, os derrotados apelam, chutam o balde, querem ganhar no tapetão. Aguardemos.Outra: mesmo realmente impugnado, que não acredito, Roriz ainda vencerá. Quem for apoiado por ele vence todos que estiverem do outro lado.

Na Mira do Belmiro

A extravagância do autoritarismo

Em nota à população, o restaurante Stravaganza, uma opção de qualidade e requinte da gastronomia de Manaus, comunicou que está fechando suas portas no Manauara Shopping. É mais um empreendimento que sucumbe às cobranças absurdas de um contrato “atípico” que pune o investidor e salvaguarda os interesses dos gestores de fundo de pensão e grupos estrangeiros dos shoppings da cidade, descomprometidos com a economia local. Um a um, os empresários nativos incrementam a assustadora taxa de mortalidade dos que se atrevem a assinar esta imposição autoritária e leonina, que são os contratos de locação com os tais shoppings. Além de cerrar as portas, todos são compelidos a desembarcar na Justiça para se livrar do arrocho e danos escondidos que as firulas jurídicas e ambíguas reservam nas letrinhas da ilusão.
A cobrança de aluguel mínimo reajustável ou alternativamente, aluguel mensal percentual, é calculada em cima do percentual do faturamento bruto da loja, sendo sempre cobrado o de maior valor, é claro. Cabe lembrar que no faturamento bruto já está inserida a cangalha tributária, ICMS, PIS, Cofins e por aí vai. A cobrança de aluguel se dá em dobro no mês de dezembro, além da cobrança de encargos acrescidos à locação que somam à cobrança de valor a maior em rateio de despesas - as despesas não são rateadas por todas as lojas, ficando fora do rateio as grifes e algumas marcas consagra das. De quebra, um fundo de promoção e marketing é imposto e usado à revelia dos pagadores. Quem suporta tanta extorsão? Há alguma dúvida se vem daí a preocupante taxa de mortalidade? As lojas locais estão perdendo espaço para as grandes marcas nacionais, e não lhes resta outro caminho que não a justiça para o resguardo da própria subsistência. O quadro é dramático, atinge o cerne do varejo nativo, pune empresas tradicionais e dá espaço para as estrangeiras, com poder de fogo e experiência com esse tipo de anomalia contratual.
As entidades de classe do Varejo mostram a crueza de seu esvaziamento diante das dificuldades de rechaçar desatinos como esse. Desarticuladas entre si e com altos índices de inadimplência dos associados, elas se afastaram do cotidiano lojista e precisariam enfrentar desafios assim – abusivos, ilegais e leoninos - para trazer de volta a crença e o apoio de toda a categoria. Não há nesse desabafo a insensatez da xenofobia nem a estreiteza do corporativismo. O que todos queremos, objetivamente, é equilibrar a relação contratual, respeitar sempre o investimento de cada parte, e jamais prejudicar qualquer empreendimento, assegurando uma relação necessariamente justa, dentro da legalidade debatida e estabelecida em comum acordo, na perspectiva madura da reciprocidade de deveres e ganhos, enfim, do bom e saudável negócio. Simples assim...

Zoom-zoom

* Alimentos insalubres – O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária entrou com ação junto à Advocacia Geral da União para suspender o início da campanha publicitária de esclarecimento e prevenção dos chamados alimentos insalubres, ou seja, com teores de sal, açúcar, gordura e álcool prejudiciais à saúde. A campanha é da Anvisa, a agência de Vigilância Sanitária, e está publicada oficialmente desde junho último.

*Guerra de foice – O conflito tem dimensões bilionárias. É preciso ponderar que, à parte a indústria farmacêutica e médico-hospitalar, não interessa a ninguém uma população doente. A guerra é de foice mas tem avaliação apressada. No longo prazo, a campanha será saudável em todos os sentidos.

* Obesidade – Não interessa à indústria de refrigerante uma população obesa, pois lhe será imposto no curto prazo a abstenção compulsória e medicinal do consumo desse tipo de bebidas. Nos EUA, a gravidade do fenômeno obesidade está obrigando Barack Obama a impor mais um imposto à sociedade, para cuidar dos excessos do açúcar na saúde dos americanos.

* Cigás e Prefeitura – Sobra para a população o imbróglio sem fim entre a Prefeitura e as obras da Cigás, com os embaraços causados pela absoluta falta de comunicação e entendimento entre a empresa e o poder público municipal. A canalização do gás virou um inferno urbano. Um conflito que repete os danos ao cidadão e que poderiam ser evitados através de uma boa, saudável e civilizada interatividade entre as partes.

Belmiro Vianez Filho é empresário e membro do Conselho Superior da Associação Comercial do Amazonas.
belmirofilho@belmiros.com.br

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

TRE confirma candidatura de Collor ao governo de Alagoas

Pleno do Tribunal Regional Eleitoral deferiu registro de candidatura da chapa liderada por Fernando Collor e Galba Novaes
GazetaWeb

O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral - TRE aprovou, em julgamento nesta terça-feira (03), o registro de candidatura de Fernando Collor de Mello (PTB) e Galba Novaes (PRB) ao governo de Alagoas. O resultado credencia, definitivamente, os dois candidatos ao pleito de 2010.De acordo com Fábio Ferrário, advogado da coligação 'O Povo no Governo', o deferimento das candidaturas majoritárias aconteceu por unanimidade. 'Os sete juízes do pleno entenderam que temos todas as condições exigidas pela Justiça Eleitoral para disputar o pleito. E também tivemos o parecer favorável do Ministério Público Eleitoral", explicou o especialista. O advogado também informou que, com o deferimento, passa a ser inexistente, a partir de agora, qualquer possibilidade de impedimento legal para que a campanha de Collor e Galba continuem nas ruas. "A chapa está definida porque tivemos o nosso pedido julgado procedente. Entregamos todas as certidões das justiças estadual e federal e os documentos estabelecidos em legislação específica. Portanto, Fernando Collor e Galba Novaes estão com as suas candidaturs homologadas", acrescentou Fábio Ferrário.

Outro julgamento

Também no dia de ontem o pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) negou provimento, em decisão unânime, à ação interposta pelo Ministério Público Eleitoral contra candidato Fernando Collor de Mello. A representação buscava a aplicação de multa, sob a alegação de que Collor teria feito propaganda extemporânea (fora do prazo legal) por meio de matérias jornalísticas divulgadas no jornal Gazeta de Alagoas – uma das empresas da Organização Arnon de Mello (OAM).As referidas matérias foram publicadas com os títulos ‘Collor inaugura obras no interior’ e ‘Collor participa de inaugurações em Alagoas’. Contudo, o argumento da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) não convenceu os juízes e desembargadores que integram o Pleno do Tribunal. Eles desconsideraram o pedido de aplicação de multa por entender que não houve a intenção, mesmo que subliminar, por parte do candidato, em influenciar a opção do eleitorado alagoano por meio das reportagens publicadas. O relator do processo foi o juiz Sebastião Vasques, cujo voto foi acompanhado pelos demais membros da Corte eleitoral.

Recurso sobre o jingle

Fábio Ferrário também falou da expectativa a respeito do embargo de declaração com efeitos suspensivos e modificativos, impetrado na última sexta-feira (30), na Justiça Eleitoral. O recurso objetiva a manutenção integral do jingle de campanha da coligação ‘O Povo no Governo’ e o advogado, que ainda não sabe quando ocorrerá o seu julgamento, acredita que o juiz auxiliar da propaganda eleitoral, Antônio Carlos Freitas Melro de Gouveia, reformará a sua decisão. Na semana passada o magistrado proibiu a veiculação dos nomes “Lula” e “Dilma” na música que embala a campanha do ex-presidente. “Voltou a dizer que os argumentos da defesa foram baseados naquilo que preconiza a lei nº 9.504/97, ou seja, somente usar a imagem e a voz de candidato ou militante de partido que integre a sua coligação em âmbito nacional. Isso quer dizer que podemos falar de Lula e Dilma porque o PRB, partido do vice-presidente da República José Alencar, é a mesma legenda do candidato a vice do Collor, Galba Novaes. É um direito do PRB que a sua coligação explore o apoio da candidata Dilma e do presidente Lula. Além do PRB, o PTC é outro partido da coligação do Collor que também compõe a coligação da Dilma", explicou o advogado. "Pela existência de agremiações partidárias comuns na coligação de Dilma e na coligação do candidato Fernando Collor, é legítimo usar na propaganda eleitoral em âmbito regional, inclusive no horário eleitoral gratuito, a imagem e a voz tanto de Dilma Rousseff como do presidente Lula", ressaltou Fábio Ferrário.

Comissão de Infra-estrutura propõe Política Nacional de Biocombustíveis

A Comissão de Serviços de Infra-Estrutura (CI), presidida pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), apresentará à Mesa do Senado projeto de lei que dispõe sobre a Política Nacional de biocombustíveis. A decisão foi tomada pelos senadores que integram a comissão, reunidos neste momento em reunião deliberativa. O texto do projeto foi elaborado por um grupo formado pelos senadores Inácio Arruda (PCdoB-CE), Gilberto Goellner (DEM-MT) e Delcídio Amaral (PT-MS). Ao apresentar a matéria, Inácio Arruda informou que o projeto é fruto de sete audiências públicas sobre o assunto e diversas sugestões de entidades ligadas ao setor, enviadas pela internet.

Iniciativa energúmena e/ou tola...

Defendo o direito de crítica, mesmo dos canalhas ensandecidos e engravatados, como Arnaldo Jabor. A democracia é assim. Protege inclusive os asnos. Contudo, a meu ver, é o cúmulo dos absurdos Arnaldo Jabor ser convidado para falar em Brasília. Logo ele, o venal e moleque Jabor, que não poupa ninguém em suas sandices. Insulta Brasília, a família brasiliense, o presidente Lula e, sobretudo, o Senado e a Câmara como instituições. É preciso um mínimo de amor próprio. Receber bem, quem tem méritos, quem respeita seus semelhantes. Não é o caso de Arnaldo Jabá, como disse Sebastião Nery. Sem ser desmentido. De minha parte, não deixo nada sem resposta aos que enchem a boca com estrume, como Jabor, para falar mal de Brasília. Nota zero, para os infelizes autores da iniciativa. Ao Jabor, meu total e absoluto desprezo.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Collor desmascara pilantragem de "jornalista" da "IstoÉ"


Na edição de 23 de julho, a revista IstoÉ publicou matéria intitulada "Onde estão os fichas-limpas?" noticiando que o candidato ao governo de Alagoas, senador Fernando Collor (PTB-AL), não conseguiu todas as certidões exigidas pela justiça e, portanto, poderia ter sua candidatura impugnada. Em pronunciamento realizado na tarde desta terça-feira (3), o senador negou a veracidade da informação e exibiu, em Plenário, 12 certidões de "nada consta" expedidas por órgãos do judiciário federal e de Alagoas.
Segundo o senador, o título da matéria "Onde estão os fichas-limpas?" - induz o leitor a erro de interpretação. Fernando Collor acrescentou que o texto, assinado pelo jornalista Hugo Marques (a quem ele se referiu como Bruno Marques) desvirtua informações relativas à falta de certidões na Justiça como impeditivo de sua candidatura.
- Trata-se de apuração errônea do dito repórter, ou mesmo não efetuada como recomenda a boa prática jornalística. Todas as exigências da Justiça Eleitoral foram atendidas, conforme aqui comprovo, mostrando, uma a uma, todas as certidões já devidamente entregues - afirmou Collor antes de exibir e ler o nome de cada órgão que expediu certidão de nada consta em seu nome.
Fernando Collor disse que o jornalista, além de não ter cumprido as regras de uma boa reportagem, infringiu a lei quando divulgou, sem autorização, conversa telefônica de cunho particular que manteve com o senador. O repórter teria também ignorado o início do diálogo e divulgado para a mídia apenas parte da conversa, para assumir o papel de vítima.
Ao lembrar que o Congresso está apreciando proposta de emenda Constitucional que restabelece a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista, Collor comentou que o caso comprova que o diploma não garante o bom exercício profissional. Nesse sentido, opinou, a PEC apenas criaria uma reserva de mercado.


Confira o pronunciamento na íntegra:

O SR. FERNANDO COLLOR (PTB – AL. Pela Liderança. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, não é de hoje que ser sobejamente aguilhoado por meios de comunicação tornou-se uma constante em minha vida pública e privada. Muitas vezes, a causa dessa prática, reconheço, reside na altercação, um dos traços de minha personalidade e de minha conduta diante de determinadas situações e de infundadas exposições a que gratuitamente me submetem. Mas, nem por isso, a razão está sempre de um mesmo lado, por mais difícil que seja para alguns admitir a verdade.Se, de minha parte, posso reconhecer eventuais equívocos ou impropriedades que venha a cometer em circunstâncias especificas – e até mesmo me desculpando por elas –, de outra, espero que a compreensão e a justiça também prevaleçam quando em certas ocasiões meu nome e minha intimidade são sordidamente envolvidos. Artigo publicado semana passada faz alusões a uma suposta impugnação de minha candidatura ao Governo de Alagoas. Assinada por Bruno Marques, um apedeuta que se intitula jornalista, a matéria, além de induzir o leitor a um erro de interpretação com a chamada “Onde estão os fichas-limpas?”, desvirtua informações relativas à falta de certidões de “nada consta” na Justiça como impetitivo de minha candidatura. Trata-se de apuração errônea do dito repórter, ou mesmo não efetuada como recomenda a boa prática jornalística. Todas, absolutamente todas, as exigências da Justiça Eleitoral foram por mim atendidas, conforme aqui comprovo, mostrando, uma a uma, todas as certidões já devidamente entregues e que faço constar deste meu pronunciamento. São elas:

Justiça Federal, Certidão de Distribuição – Ações e Execuções, natureza criminal, nº 2010118192;

Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Secretaria Judiciária – Certidão para fins eleitorais nº 08308/2010;

Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, Comarca de Maceió – Certidão Criminal nº 234616; Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, Diretoria Adjunta de Assuntos Judiciários – Certidão de Nada Consta Criminal, de 13/07/2010;

Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Seção Judiciária do Distrito Federal (1ª Instância) – Certidão de Distribuição, Ações e Execuções Criminais, nº 249098; Tribunal Regional Federal da 1ª Região (2ª Instância) – Certidão de Distribuição, Ações e Execuções Criminais, nº 385971;

Cartório de Distribuição do Distrito Federal, Certidão Criminal de 1ª e 2ª Instâncias, de Nada Consta, nº 419821;

Supremo Tribunal Federal, Secretaria Judiciária – 3 certidões, de 23 de junho de 2010;

Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Secretaria Judiciária – Certidão de Nada Consta de Decisão ou Ação Penal, de 20 de julho de 2010;

Coordenação de Juizados Especiais de Maceió, Alagoas – Certidão de Nada Consta, de 8 de julho de 2010;

Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, Certidão Criminal de Nada Consta, nº 234616;

Justiça do Estado de Alagoas, Juízo de Direito da 17ª Vara Criminal – Certidão de Nada Consta, de 6 de julho de 2010.

Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, são informações que não tenho como deixar de trazer a esta Casa para restaurar a verdade dos fatos, a legalidade de minha candidatura e a legitimidade de meu direito à concorrência eleitoral.Contudo, diante do ocorrido, não posso também deixar de abordar o papel a que determinados indivíduos se prestam, e mais especificamente a alguns rufiões do jornalismo, simplesmente pelo prazer do doesto ou da ignomínia. Por algumas vezes, aqui mesmo deste Plenário, tenho denunciado o mau jornalismo e a desqualificada postura de pretensos profissionais da esquete da mídia, com é o caso agora deste jagodes da imprensa escrita. Não bastasse sua matéria antiética da boa reportagem, o sicofanta infringe a lei e consegue, numa única iniciativa, cometer três atos criminosos.A Constituição Federal, ao mesmo tempo em que garante a liberdade de comunicação e de pensamento, preserva, no inciso XII do seu art. 5º, a inviolabilidade do sigilo das comunicações telefônicas. Não foi o que fez o tal cáften da mentira.Primeiro, gravou sem a exigida ordem judicial e, pior, sem meu conhecimento, uma conversa telefônica de cunho estritamente particular. Segundo, divulgou a ilegalidade por ele praticada em toda a mídia sem a devida autorização ou meu consentimento. Por fim, de forma covarde, não bastasse urdir a situação numa atitude próxima à de um sicário, tramou cavilosamente ao mostrar apenas o trecho final da gravação fora do contexto real e da sequência dos acontecimentos. Ignorou todo o diálogo inicial e as afirmações anteriores para, sordidamente, forjicar o cenário para se transformar em vítima.Esse é, reconhecidamente no seu próprio meio, o estilo de reportar do Sr. Bruno Marques. Trata-se de um autêntico e conhecido ficha-suja da imprensa brasileira. Ele não se vende à verdade; ele se aluga. Ele carece de total credibilidade e que recorrentemente mancha a honra do bom jornalismo. Por fim, Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, o fato nos remete também a uma oportuna e necessária reflexão do Senado sobre a atividade jornalística. Estamos prestes a apreciar uma proposta de emenda à Constituição sobre o assunto, criando uma reserva de mercado, a meu ver, desnecessária. Acredito que este e inúmeros outros exemplos de deturpação de fatos, envolvendo principalmente, homens públicos, são uma prova de que o diploma não é, definitivamente, a garantia do bom exercício da profissão de jornalista.

Era o que tinha a dizer, Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores.

Obrigado.

Confira os vídeos com o discurso na íntegra:


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Panaca da "IstoÉ" III

Difícil saber qual dos dois é o mais sórdido e venal: Hugo Marques ou Luiz Cláudio Cunha. Fabulosas ratazanas de esgoto. Gigolôs da mentira, do recalque e do ressentimento. Ambos resolveram se fantasiar de paladinos de meia pataca para escrever sandices sobre o senador Fernando Collor de Mello. Pobres diabos. Torpes patrulheiros. Collor é infinitamente superior aos dois. O ex-presidente nasceu predestinado. Tem luz própria. Para desapontamento de pinóias. Collor respeita quem merece ser respeitado. Jornalista precisa entender que não está acima do bem e do mal. Pode escrever as bobagens que quiser. Mas que seja homem e assuma. Collor tem bom relacionamento com jornalistas verdadeiros. Tem desprezo por asnos e covardes. No papelucho contra Collor, Cunha lambe a boca de Roberto Pompeu Toledo e da Veja. Magoadinho porque Collor disse no Senado que Toledo e a revistinha prepotente e pretensiosa não valem nada. O beócio Cláudio Cunha diz um monte de idiotices no seu artiguete, achando que intimida Collor. Coitado. Cresça e apareça. Ele e outros da sua laia.

Faço questão de publicar neste espaço o comentário do lúcido amigo José Carlos Werneck no nosso post “Panaca da IstoÉ" II:

A revista "Isto É" desta semana está devendo a seus leitores a divulgação, em seu site, da íntegra do áudio contendo o diálogo travado entre o senador Fernando Collor e o jornalista Hugo Marques. Só assim o leitor poderá avaliar o que provocou a reação do ex-presidente Collor contra o repórter. Do jeito incompleto que o áudio foi mostrado, não se pode avaliar, com isenção e a necessária distância emocional, o que efetivamente ocorreu. Levar ao ar todo o conteúdo da gravação é dever da revista para com seus assinantes. É isso que se espera do bom jornalismo,ainda mais, de uma publicação que se auto intitula "Isto É Independente".

José Carlos Werneck