segunda-feira, 12 de junho de 2017

Recordações preciosas do atilado professor e jornalista Aylê Salassié

Considerações sobre o discurso do ex-presidente e senador, Fernando Collor, sobre os 25 anos da Rio-92

Muito oportuno. A questão ambiental e os discursos que a sustentam estão perdendo força, a cada dia.
O aniversário da Conferência de 92 não podia passar em branco. O então presidente Collor teve um
papel importante, não apenas no apoio à realização da Conferência Mundial do Meio Ambiente, mas
também nos posicionamentos assumidos. Era a concordância do Brasil em abrigar a Conferência. Embora
fosse um grande protagonista nas discussões ambientais, vinha sendo arrastado por atores menores.
No momento  do lançamento da Conferência, o Brasil  assumiu a vanguarda da ideia do "crescimento sustentável".
Posso dizer - a exemplo do Gilmar Mendes -, "Modéstia à parte", eu estava lá. Participei das discussões preliminares e coordenei o lançamento da Conferência, ao lado de um sujeito também formidável , Israel Klabin,  promovendo um grande evento, com a participação  do então Presidente da República, no Parque Nacional da Tijuca. Fizemos  uma caminhada de três quilômetros,  ao nascer do dia, pelo interior do Parque, com largada solene, marcada pela banda do Corpo de Fuzileiros Navais, tocando o Hino Nacional. Participaram  embaixadores,ministros, intelectuais, trabalhadores e guardas do Parque , funcionários do Ibama, jornalistas brasileiros e correspondentes internacionais. O evento foi encerrado com uma declaração do Brasil e um concerto  da Orquestra  Sinfônica Brasileira no meio da floresta. À tarde fizemos um ato de queima de uma montanha com  "dez toneladas de peles de animais silvestres, recolhidas pela fiscalização
ambiental". Pode até não ter tido o efeito esperado, mas foi lindo... Imaginem a Orquestra Sinfônica tocando Villas Lobos e Chopin dentro de uma floresta, com os pássaros despertando.
É isso. Desculpem a lembrança. Depois disso, correu tanta água debaixo da ponte....

Aylê-Salassié

sábado, 10 de junho de 2017

Vitória de Temer fortalece a democracia e o judiciário

Os sábios do jornalismo perderam o rumo. A prostração é abissal, depois da vitória de Temer no TSE. Durante meses plantaram  intrigas, mentiras, repetiram   notícias velhas. Pautaram medíocres e oportunistas nos jornais e televisões  para  tirar o couro de Temer. Constrangeram e intimidaram magistrados. Fizeram o diabo. Apelaram aos montes. Sem perdão. Para, finalmente, dar com os burros n'água. Golpistas de todas as matizes sumiram. Colocaram os rabinhos entre as pernas. Diariamente surgiam listas com nomes de castos e maravilhosos brasileiros para o lugar de Temer. O TSE não se intimidou. Como salientou o ministro Gilmar Mendes,o tribunal  julgou com serenidade e responsabilidade.Interpretou a Constituição  a luz da realidade institucional. Gilmar disparou respostas duras para todos os gostos. A seu ver, o MPF precisa assumir seu papel e respeitar o TSE. "Sem fazer o jogo da mídia", afirmou. Mendes repudiou, energicamente, a prática espúria dos vazamentos levianos e as informações falsas, contra o TSE. "Não devemos brincar de aprendizes de feiticeiros", salientou.  Jornais, revistas e televisões indicam que vão continuar urdindo ações e fatos que fragilizem Michel Temer e o governo. Nessa linha irresponsável, o advogado de Temer, Antônio Mariz, acredita que a PGR vai acusar Temer. Com    provas ou sem  provas.  Já pipocam editoriais criticando o TSE  e colunistas voltam a atacar Gilmar Mendes. A ordem é gastar o restante da munição torpe, oportunista, mentirosa  e raivosa. Gilmar Mendes está sempre pronto e atento para  as maledicências dos decaídos de espírito.Ensina o ministro:  "O TSE não é corte de cassação nem é palco de julgamentos políticos. O processo é garantia, não é voluntarismo. É fácil discurso moralista. O judiciário não vai deixar de ser responsável", concluiu.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Gol da TV-CBF

A TV-CBF passou no primeiro teste internacional, transmitindo o amistoso Brasil e Argentina da longínqua Austrália. Excelente imagem via TV-Brasil . Equipe correta, sob o comando de Nivaldo Pietro. O repórter precisa ser mais ágil e objetivo. Bom o reaparecimento de Pelé.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Neste final de semana acontece o Projeto 40Horas de Arte no Atelier Lourenço de Bem, a saber: nos dias 9, 10 e 11 de junho, das 9h30 às 22h.

Neste ano, o 40 Horas de Arte completa sua maioridade. São 21 anos de acontecimento deste projeto idealizado por Lourenço de Bem, artista reconhecido pela forte atuação no campo das artes plásticas. Ao longo desse período, é incontável o número de artistas profissionais, pesquisadores, estudantes e/ou iniciantes em artes plásticas que passaram pelo atelier e/ou participaram de algumas dessas edições.

Dali, muitos cresceram, se despontaram e prosseguiram assumindo uma vida artística, levando sua arte à sociedade por meio de exposições em Brasília, em outros estados, em nível nacional e até internacional.
Esta edição acolhe aproximadamente 21 artistas participantes que, no decorrer dos três dias, participam de oficinas, workshops, palestras, exercícios de concentração voltados à criatividade, desafios práticos, etc. O tema discutido é ‘Intuição Extraordinária’ palestrado por Lourenço de Bem e artistas convidados. Dentre os objetivos, o principal é o de provocar nos participantes uma reflexão sobre cores e formas como elementos de linguagem, estilo e identidade artísticos.

Na programação, destacam-se ainda a Mesa Redonda, onde se discute o tema desta edição, e a banca de Leitura de Obras, em que os artistas inscritos no 40Horas expõem, à uma banca crítica, seus trabalhos artísticos produzidos nestes 3 dias. Ambas as atividades contam com a colaboração voluntária de renomados artistas plásticos brasileiros, dentre eles: Wagner Barja, Wagner Hermusche, Leda Watson, Helena Lopes, Sheila Tapajós, Romulo Andrade, Omar Franco, Glênio Lima, Mara Nunes, Flavita Obino, Fabio Pedrosa e Cláudio Pereira.

Embora o projeto seja direcionado aos artistas participantes inscritos, o público geral pode participar de algumas atividades, incluindo a Mesa Redonda, via inscrição, que acontece na sexta-feira (9/Jun), das 18h às 22h. Ou pode conhecer o atelier e o projeto de perto nos horários do café, do almoço ou jantar, também reservados a custos bastante acessíveis.

As atividades abertas aos visitantes são:
- Mesa Redonda: Sexta-feira, das 18h às 22h. 2 horas de conversação. Contribuição: R$40,00 (incluindo jantar: galinhada, sopa e salada).
- Noite de Festa do 40Horas: Sábado, das 18h às 23h. Contribuição: R$50,00 (incluindo o jantar: paella de frutos do mar e opção sem frutos do mar do chefe PJ).
- Café-da-manhã/Almoço/Jantar: Podem ser reservados por visitantes!

Inscrições/Reservas/Informações: (61) 99161-8838. (61) 99161.8838 (somente whatsapp) ou E-mail: alb.arteproducao@gmail.com

Serviço: 40Horas de Arte
Idealizador: Lourenço de Bem
Produção: Renata Coli e Stella Lopes
Assistente de produção: Joana Piantino
Data: de 9 a 11 de Junho.
Horário: 9h30 às 22h
Local: SMLN MI 08, Conjunto 2, Casa 18-B. Entrada à direita após 100 metros do Balão do Paranoá (sentido: Varjão-Lago Sul).


Artistas plásticos colaboradores: Cláudio Pereira, Fabio Pedrosa, Flavita Obino, Glênio Lima, Helena Lopes, Leda Watson, Mara Nunes, Omar Franco, Romulo Andrade, Sheila Tapajós, Wagner Barja, Wagner Hermusche.
Facilitadores: Wagre Furtado (coaching), Deborah de Vecchi (Médica e Monja Dasnami).
Inscrições/Reservas/Informações: (61) 99161-8838. (61) 99161.8838 (somente whatsapp) ou E-mail: alb.arteproducao@gmail.com

Brasil: sustentável, insustentável (Coluna Follow-Up)

Coluna de responsabilidade do Cieam, editada por Alfredo MR Lopes: “O cancelamento da IX Feira Internacional da Amazônia (Fiam) foi confirmada, oficialmente, pela Suframa, nesta quarta-feira, 7. Trata-se de uma decisão tomada a contragosto pela direção da autarquia e que recebe total apoio deste Cieam, tanto pelo realismo da escolha como por sua coerência com o retrato em branco e preto do cinquentenário da Zona Franca de Manaus. Não havia recursos para esta celebração, segundo a alegação federal. Para o Cieam, a propósito, não faria sentido acalentar a ideia da feira contando apenas com o aporte das empresas, pressionadas por um desembolso que já é feito para este e outros fins à União Federal.
Temos participado desde o início da realização do evento e vimos sempre nesta vitrine de oportunidades – na direção de diversificar e interiorizar o modelo ZFM – um espaço de prestação de contas dos incentivos fiscais, nossos avanços e acertos com a boa interlocução entre as entidades do setor produtivo e a Suframa. Como, porém, ostentar um clima de euforia e recuperação econômica quando muitas empresas fecharam as portas, açoitas por quase três anos seguidos de uma retração perversa? Ora, empresas chegaram ao limite da criatividade e superação para não suspender investimentos nem perder seus colaboradores. Faltam recursos, vírgula, eles continuam sendo recolhidos e seriam suficientes para este fim. E se não há clima de celebração de acertos, é porque não há prioridade na consolidação dos mesmos.
Compromisso, obstinação e resistência
O Cinquentenário da ZFM teve seu debate de esclarecimento também suspenso, com data programada para este 8 de junho. A prestação de contas e as propostas de integração econômica e bioeconômica entre o Norte e o resto do país ocorreria no Insper, com a participação de todos aqueles que torcem o nariz para os incentivos destinados ao Norte do País, 13% de toda renúncia fiscal nacional. Temos um conjunto de acertos e avanços conquistados a mostrar, a despeito das distorções constitucionais, da dispersão e redirecionamento da riqueza aqui gerada e que é destinada, por determinação da Constituição para reduzir as desigualdades regionais. Esses recursos da Suframa são confiscados pela União na ordem de 80% desse que foram constituídos. A ordem de contingenciar recursos para aliviar o ‘déficit público’ ou engordar o ‘superávit primário’ teve a cota integral, que cabia ao Ministério do Desenvolvimento, paga exclusivamente pela Suframa. A Feira exibiria, no limite, essa contradição. Os recursos recolhidos pelas empresas, estimados em R$ 4 bilhões nos últimos 10 anos, seriam suficientes não apenas para um megaevento demonstrativo de revoluções em tecnologia da informação e comunicação como também numa poderosa indústria de ponta, com destaque para a nanobiotecnologia, a indústria de base mineral e um adensamento de inovação ao parque industrial existente. Cancelar a Feira é um ato de coragem da equipe técnica da Suframa, cujos gestores tem dado exemplo de resistência, obstinação e compromisso com o Norte Amazônico, deste país à deriva.
A UEA, o turismo, o interior 
A redução dos recursos provocada pela crise também atinge outros segmentos. Um deles é a Universidade do Estado do Amazonas, abalada pelo aumento das despesas e a redução da receita. Paga integralmente pelo setor produtivo da Zona Franca de Manaus, a instituição padece os reflexos da recessão que atingiu a todos. Impossível ficar alheio ou refratário ao processo recessivo, como também é inadiável rever conceitos e condutas na gestão dos fundos recolhidos para a academia, o desafio do turismo e da interiorização do desenvolvimento e o fortalecimento das micro e pequenas empresas. Temos insistido em participar dos conselhos de gestão desses recursos. No âmbito da UEA, com um grupo interinstitucional entre as entidades da ZFM, formatado há três anos pela reitoria e as entidades de fomento à pesquisa, vimos adormecer no gabinete na burocracia estatal o adiamento da inclusão da indústria, comércio e agricultura no conselho de gestão e aplicação dos recursos pagos à universidade. O mesmo desencanto ou recusa se dá na gestão do fundo de turismo e interiorização do desenvolvimento. O conselho perdeu razão de ser na medida em que tais recursos foram direcionados integralmente ao custeio da máquina pública. O momento do país exige outro encaminhamento, mais participativo, eticamente integrado e transparente na gestão da coisa pública”

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Herman é o novo malvado predileto global

Guardem o nome do monstro: Herman Benjamin. O novo malvado predileto dos mancebos  e das mocinhas da Globo, do Globo e da Globonews. Todos  embebecidos  com o ministro-carrasco. O prolixo Benjamin saca verdadeiras pinturas. Com voz  forte. Sem  frescuras. Herman é o cara.  Dono de  pérolas   jurídicas que ficarão para a eternidade. De causar inveja para  juristas como o eterno Nelson Hungria. Benjamin  é mais  engraçado do que Tom Cavalcante.  Mais irônico do que Luis Veríssimo. Já foi pautado pelo Pedro Bial e vai contracenar com Juliana Paes na "Força do Querer".  Cada vírgula do fascinante e bolorento relatório de Herman é solvida como licor dos deuses. É crime de lesa-pátria  não colocar na moldura o profundo e interminável relatório de Benjamin. O  charmoso Herman será eternamente grato ao Globo, Tv-Globo e Globonews, por repetirem com exaustão, emoção,   amor e carinho, todas suas infindáveis gracinhas.   Sem frescuras, claro. 

Suframa e Ministério avançam nos preparativos para reunião do CAS em Boa Vista

A coordenadora geral de Comunicação Social da SUFRAMA, Junha Januária, e o coordenador geral de Representação Institucional da autarquia em Brasília, Marlênio Oliveira, participaram  terça-feira, 6, de reunião com equipe do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), na sede do Ministério, liderada pelo Assessor Especial do Ministro e Coordenador da Assessoria Federativa, José Luiz Motta de Avelar Azeredo. A reunião teve como objetivo discutir providências para a 280ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração da SUFRAMA (CAS), que será realizada em Boa Vista (RR), no próximo dia 6 de julho.

Além da aprovação de novos projetos de investimentos para a Zona Franca de Manaus e para a área de atuação da autarquia, a 280ª Reunião Ordinária do CAS terá também como um dos maiores destaques o lançamento de dois programas de apoio à indústria local: o Plano Nacional de Cultura Exportadora (PNCE) e o Programa Brasil Mais Produtivo (B+P).
O PNCE objetiva aumentar e qualificar a base exportadora brasileira e vem sendo implementado em estreita coordenação entre União, Estados e Municípios, além de diversas instituições parceiras. Já o Brasil Mais Produtivo oferece consultoria personalizada para pequenas e médias indústrias, com o objetivo de aumentar a produtividade das empresas, reduzindo os tipos mais comuns de desperdícios na produção. Entre as participantes que já integraram o programa, o aumento médio de produtividade foi de 58%. Mais detalhes sobre o B+P estão no site do programa: www.brasilmaisprodutivo.gov.br.

A reunião programada para Boa Vista será o segundo encontro itinerante do CAS neste ano. O primeiro ocorreu em Macapá (AP), no último dia 11 de maio, com a presença do ministro do MDIC, Marcos Pereira. A retomada do caráter itinerante na realização das reuniões do Conselho se dá no ano em que a SUFRAMA e o modelo Zona Franca de Manaus completam 50 anos, sendo considerado um dos pontos de destaque no calendário comemorativo de ações.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Fôlego para os municípios


6/6/2017
Renan Calheiros

O Congresso Nacional deu um passo importante em defesa dos municípios. Na quarta-feira (31), derrubamos os trechos vetados pelo governo federal da Lei da Reforma do ISS (Lei Complementar 157/2016), que estabelece mudanças na redistribuição do valor arrecadado com o tributo entre as cidades brasileiras. Acredito que esses novos critérios são essenciais para a promoção e o exercício da justiça fiscal entre os Estados, especialmente por permitirem que o Brasil siga uma tendência mundial ao estabelecer o recolhimento no destino.

O saudoso Ulysses Guimarães já avisava que “enquanto houver norte e nordeste fracos, não haverá Estado forte porque o país será fraco”. Essa fragilidade entre as regiões vinha se esboçando também na distribuição do ISS. Dados da Confederação Nacional dos Municípios mostram que 63% da receita com o imposto ficava nas mãos de 35 dos 5.570 municípios brasileiros. A concentração de receitas pelo ISS permitia que 100 deles respondessem por 78% do total, enquanto apenas dois recebiam 33,8% de tudo o que era arrecadado no país. Alagoas estava entre os estados prejudicados por esse cenário de desigualdade. Por isso, travei uma batalha em defesa dessa mudança quando a proposta estava no Senado e fizemos todos os esforços para que o Legislativo cumprisse seu papel em defesa da melhoria das receitas dos municípios.

Com o veto, a arrecadação do ISS pago por serviços como cartão de crédito, planos de saúde e débitos de leasing ficarão nos Estados. Alagoas terá incremento de 37,9 milhões nas receitas municipais. Maceió receberá R$ 22 milhões, Arapiraca R$ 4 milhões e Palmeira dos índios R$ 748 mil, para citar algumas das maiores cidades.

As notícias positivas – mesmo diante de um cenário de recessão e números negativos na economia- incluem ainda a aprovação do parcelamento dos débitos com a Previdência Social. No Senado, concentramos esforços para conseguir que o Executivo editasse uma Medida Provisória criando condições benéficas para que prefeituras e produtores rurais pudessem parcelar dívidas em até 200 meses. São vitórias que dão fôlego às contas públicas. Fortalecer os municípios é o melhor caminho para melhorar rapidamente a vida dos brasileiros que sofrem com as condições adversas do cenário nacional.

Incentivo à luta

(Opinião/Artigo-ACrítica)

Trechos do artigo do presidente da Fieam, Antonio Silva: “O País precisa urgentemente dar continuidade às reformas, para sair definitivamente dar continuidade de apenas fornecedor de alimentos e matérias-primas para os países desenvolvidos. Já tivemos no anos 70 as nossas exportações industriais crescendo a taxa de 15% ao ano, em relação às exportações mundiais de manufaturados. Hoje, nossas exportações industriais são pequenas e a participação da indústria no PIB é reduzidíssima. Em 2015, a participação industrial do PIB foi de 11,40%, o mesmo patamar de 1947. Em 1985, a indústria chegou a ter participação de 21,6%, caindo em 30 anos 10 pontos percentuais”

Jornalismo sujo e repugnante

O Jornal Nacional de segunda-feira esmerou-se em imundice. Ultrapassou os limites da repugnância, da má-fé , da canalhice e da empulhação. Rasgou completamente a fantasia. Criminalizou e satanizou Temer sem dó nem piedade. Nenhuma informação  foi precisa, enxuta, isenta, imparcial, jornalística. Arrancou o couro de Temer com falsas informações. Se fartou de ilações cretinas e insinuações levianas. Insistiu em mandar recados ao judiciário. Se arvorou de juiz e de carrasco. Só ouviu depoimentos contrários a Temer. Um empolado  ministro do STF virou figurinha do Jornal Nacional. É a nova Madre Tereza de Calcutá da majestosa redação da felpuda platinada.  A ordem é fuzilar Michel Temer.  A  Globo e o jornal Globo querem preservar o "furo" encomendado e vazado que ganharam da PGR. O Jornal Nacional não tem nenhum pudor nem constrangimento em repetir dezenas de vezes trechos das gravações do marginal figurão da JBS com Temer. Evidente que apenas pedaços  de diálogos que interessam ao paladino de barro, Rodrigo Janot e ao jornalismo capenga e venal do Jornal Nacional. Tenho ânsia de vômito. 

O parcial, desinformado e patrulhado Faustão

Faustão, o  famoso animador de auditório, derramou-se em elogios ao físico José Goldemberg, pelo Dia Mundial do Meio Ambiente. Parcial, raivoso e patrulheiro, Faustão omitiu que Goldemberg foi Ministro da Educação do governo Collor, de agosto de 1991 a agosto de 1992. O indefectível Faustão também não disse, por má-fé ou burrice, que Goldemberg foi o coordenador da participação brasileira na Rio-92, Conferência das Nações Unidas sobre o meio-ambiente, realizada durante o governo do presidente Collor, reunindo mais de 150 chefes de Estado. 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Açodados atropelam direitos e deveres

A maluquice, o destempero, a hipocrisia, o ódio  e o revanchismo tomaram conta do noticiário e do momento político. Raros pensam e argumentam visando o desenvolvimento e o bem  estar do Brasil. A justiça tornou-se  injusta e estranha. A insensatez  quer   rasgar a Constituição e atropelar direitos e deveres. Ânimos  exaltados não solucionarão os problemas.  Não  é este o Brasil que sonho para meus netos. 


De: Kleber Sampaio 
Enviado: segunda-feira, 5 de junho de 2017 13:48
Assunto: parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Perfeita e sensata a sua colocação

domingo, 4 de junho de 2017

Carros são perigosos sem extintores

Portaria ministerial absurda e descabida, que  há muito tempo  deveria ser revogada, em benefício do bom senso, da segurança e da coletividade, é a que desobriga o uso de extintores de incêndio  em carros particulares. Delírio, má-vontade ou desinformação do Ministério das Cidades e do Conselho Nacional de Trânsito. A patética decisão do governo desempregou 15 mil brasileiros. Centenas de empresas fecharam e o Estado deixou de arrecadar 160 milhões de reais em tributos.    Setenta por cento dos motoristas são favoráveis ao extintor.  Ao contrário do que alega o governo, o extintor não onera o valor do veículo. Um extintor custa para a indústria 29 reais, já incluindo impostos. Dados da Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, revelam que nos últimos 3 anos, 23% dos carros abrangidos por recalls foram chamados por causa do risco de incêndio. Alcançando marcas como Mercedes, BMW, Suzuki, Fiat e Chevrolet. Nessa linha, números preocupantes revelam que apenas 11% dos municípios brasileiros  têm bombeiros. Em apenas 4 países o extintor não é obrigatório. Vale lembrar que neles, a cultura é outra. São nações assistidas pelo Corpo de Bombeiros e onde os  veículos apenas  são segurados se tiverem extintores. A revogação da portaria, de legítimo interesse nacional,  já foi aprovada em comissões técnicas da Câmara dos deputados, e aguarda votação no plenário . 

Destrambelhado e folclórico Kfouri

Título do artigo de Juca Kfouri(Esporte- "Deu a louca na CBF"- FSP-1/6) a meu ver, foi inspirado na vida do próprio Kfouri. Movido pelo ódio doentio, o infame e folclórico colunista prossegue dizendo e escrevendo as maiores bobagens. Agora se fantasia de professor de jornalismo para exigir que o Jornal Nacional faça campanha contra a CBF porque a entidade optou pela TV-CBF, pela TV-Cultura  e pelo canal Brasil para transmitir os dois amistosos da seleção. Patético se não  fosse cômico e trágico. 

MINISTROS MILITARES NA NOVA REPÚBLICA

Pela situação caótica do País em termos morais, éticos, econômicos, políticos, corrupção generalizada e insegurança total, segmentos da população têm sugerido a intervenção militar.

Porém, o caminho não pode ser este!

A solução não é fácil mas tem de ser encontrada na Constituição como preconizam as pessoas equilibradas.

Em 2001, os Professores MARIA CELINA D’ ARAÚJO e CELSO CASTRO da conceituada  Fundação  Getulio Vargas (FGV) organizaram o livro “ MILITARES E POLÍTICA NA NOVA REPÚBLICA” à base de entrevistas com os principais dirigentes fardados entre 1985 e o primeiro Governo de FERNANDO HENRIQUE CARDOSO (FHC).

A obra teve grande repercussão  castrense porque contém depoimentos dos Ministros  das Forças Singulares, dos Chefes da Casa Militar da Presidência da República e do Estado-Maior das Forças Armadas(EMFA).

É um documento histórico de grande relevância.Entretanto, foi lançado prematuramente e ficou incompleto porque o Chefe da Casa Militar de COLLOR recusou reiteradamente o convite para depor e o Chefe do EMFA no Governo de FHC não quis assinar a carta de cessão do seu depoimento à FGV, legalmente indispensável para torná-lo público.Este fato está assinalado na Introdução do livro.

Os dois generais foram criticados, favorável e desfavoravelmente, por suas atitudes. Mas não quiseram participar e nem contribuir  para contradições, dissensões , divergências, antagonismos entre as Forças Singulares e, principalmente, em críticas- algumas veementes- a seus companheiros de farda.E o fizeram muito bem havendo significativa prevalência de elogios pelos seus gestos.

O momento é oportuno para relê-lo porque contém, inclusive, o procedimento de vários deles durante o processo de impedimento de COLLOR, grande  teste de observância dos princípios democráticos na primeira eleição direta de um Presidente da República após o término da “chamada ditadura”.

A conduta  dos mesmos foi exemplar e foram decisivos para a elaboração do “Comunicado à Nação”, de 25 de agosto de 1992, também  assinado por todos os Ministros e Secretários de Estado, comprometendo-se a prosseguirem no cumprimento do dever  somente até o final do julgamento  na Câmara dos Deputados,qualquer que fosse o resultado.

Na conclusão do referido documento, os signatários fazem enfático apelo a todos os brasileiros para que “ acima da crise política que encontrará seu desfecho natural na órbita da Constituição e das instituições democráticas, colaborem para a indispensável governabilidade do país, e a preservação dos interesses permanentes do Brasil”.

A História mais uma vez se repete e a saída não pode ser outra!

Lamentavelmente, hoje existe uma desunião nacional muito maior ,as agressões verbais e físicas são abomináveis, as depredações são incontroladas, a desmoralização dos políticos é incomparável, a corrupção é repugnante e não mais há o tão necessário respeito à autoridade.

Ao criar o ocioso e oneroso Ministério da Defesa (MD), FHC abaixou a crista dos militares e surgiu uma situação até então esdrúxula na vida nacional. Um brilhante general de três estrelas foi alçado a Ministro, como Chefe  do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSIPR), enquanto os Comandantes  das Forças Armadas, de quatro estrelas, perderam este status.Diante deste fato inédito, o saudoso e estimado Ministro ZENILDO recusou o convite para continuar como Comandante do  Exército e teria dito a amigos próximos , em tom jocoso, que sendo da Arma de Cavalaria não poderia”passar de cavalo a burro”, apesar de favorável a transformação.

Para Instituições que tanto preservam a hierarquia foi um duro golpe haja vista que, nos Governos Militares, ANDREAZZA E PASSARINHO foram vetados nas suas pretensões à Presidência da República por serem Coronéis.

Ao final de 1998, nenhum político no desempenho de função parlamentar quis assumir o novel MD por dois motivos: a Pasta não dá votos  e nem margem a superfaturamento em licitações. Ocupou-a , em 1999, um ex- Senador que tinha  sido derrotado nas eleições e que nunca teve receptividade no meio militar, piorando-a no desempenho do Cargo.
Um ano após, envolvido em denúncias, foi demitido e substituído por um advogado. Já imaginaram a repercussão no ambiente diplomático se um General fosse Ministro das Relações Exteriores?

Esta era a consideração dispensada aos militares na época que só é superada pela insensibilidade de DILMA ao extinguir o GSIPR que sucedeu a tradicional Casa Militar da Presidência da República, dando margem ao pedido de demissão de seu titular.

Ainda bem que TEMER o recriou tão logo assumiu a Presidência porque o citado Gabinete terá participação decisiva na evolução dos acontecimentos cujo epílogo é, ainda, muito incerto. Seu chefe é o único Ministro Militar na Esplanada dos Ministérios em Brasília.

“O Soldado não serve a governos e sim à Pátria!”

Resta-nos orar e torcer  para uma solução constitucional definitiva e a curto prazo para estancar a sangria da desordem e para o bem do BRASIL, minimizando o ódio ideológico.
Diógenes Dantas Filho- Coronel Forças Especiais/ Consultor de Segurança  

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Trio norte-americano de violões Mobius faz apresentação no Teatro Amazonas

A Missão Diplomática dos Estados Unidos no Brasil traz a Manaus, de 5 a 8 de junho, o Mobius Trio – Trio de Violões de São Francisco. Durante a passagem pela cidade, o Mobius fará uma apresentação conjunta com a Orquestra de Violões do Amazonas, no Teatro Amazonas, tocando um repertório especial com música brasileira e norte-americana.

O trio também ministrará oficinas musicais para estudantes do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro, e fará uma apresentação no Instituto Cultural Brasil-EUA (ICBEU). As apresentações serão abertas ao público e terão entrada franca.

A vinda do Mobius Trio a Manaus é uma de muitas iniciativas e programas da Missão Diplomática dos EUA no Brasil neste ano que buscam promover o diálogo e o entendimento mútuo entre brasileiros e americanos.

Sobre o Mobius Trio – Criado em 2010 pelos violonistas Robert Nance, Mason Fish e Matthew Holmes-Linder, assumiu a missão de integrar o violão clássico ao ousado léxico musical do século 21 em toda a sua plenitude. O trio toca música exclusivamente encomendada a compositores, procurando ampliar o repertório do conjunto de violões para abranger toda a miríade de correntes que passam pela música artística contemporânea.

Em seus poucos anos de existência, o trio acumulou no repertório músicas de mais de 30 compositores, e o ritmo continua intenso. Encomendas recentes incluem compositores como Sérgio Assad, Luciano Chessa e Ryan Brown.

(Créditos: Anne Miller e Matthew Washburn)

Vida dura a de Moreno

Os atalhos da vida pegaram em cheio Jorge Bastos Moreno. De amigo do peito e confidente. Fonte especial e exclusiva. De entrar e sair do Palácio Jaburu sem problema. Michel Temer agora é outro para Moreno. Temer virou esponja suja e mal lavada para o famoso repórter global. Cruel e impiedoso, Moreno arranca o couro de Temer.  Para Moreno, Temer agora é "cego e surdo". Vida dura a de repórter. Moreno  prepara novo livro. Com título já definido, lembrando Nelson Rodrigues: " Michel, perdoa-me por te trair".

COLLOR: É UMA IRRESPONSABILIDADE OS EUA ABANDONAREM O ACORDO DE PARIS

 - "A saída dos Estados Unidos da América do Acordo de Paris causará uma reação dos outros signatários. Será que China e Índia vão se sentir obrigadas a manter a política ambiental após a saída dos EUA? Não há outra palavra senão catástrofe para descrever esta situação. É uma irresponsabilidade. É como se o planeta se resumisse aos limites geográficos dos EUA", A reação do senador Fernando Collor ocorreu nesta quinta-feira, durante reunião da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. O Acordo de Paris trata das metas que seus signatários devem estabelecer em relação à emissão de dióxido de carbono na atmosfera.

PALAVRÕES AO VENTO Coluna Carlos Brickmann

Quem achava que Osmar Serraglio, como ministro da Justiça, não passava de uma nulidade, equivocou-se: passava, sim. Comprovou que, também em questão de caráter, tinha plenas condições de equiparar-se a outros ministros de Temer e Dilma. Seu desempenho na Justiça só não conseguiu reprovação unânime porque foi elogiado por Roberto Requião - ou seja, era pior ainda. E terminou o serviço abandonando Temer, com quem tinha tramado a estratégia para manter o mandato de seu suplente, Rocha Loures, evitando que caísse nas mãos de Sérgio Moro. Gente fina.


Serraglio virou ministro para que Loures (aquele da mala de dinheiro), assumisse sua cadeira de deputado, com foro privilegiado. Talvez Temer achasse que, se até José Eduardo Cardozo foi ministro da Justiça, por que não Serraglio? Temer logo viu o engano. Então resolveu levar Torquato Jardim, bem avaliado, bem relacionado, para a Justiça. E, para garantir o foro de Loures, Serraglio continuaria ministro, agora na Transparência.


Serraglio concordou, deixou que o Governo anunciasse a troca, e recuou, pondo Loures na linha de tiro dos juízes da primeira instância. Aécio Neves, hoje aliado de Temer, definiu-o com palavrões diversos (tranquilize-se: esta coluna é de família, não irá transcrevê-los). Serraglio bem poderia ter assumido: em Brasília, Ministério da Transparência não pode fazer nada.


E o ministro seria tão transparente que ninguém o veria.


Perdas, não: ganhos

Com a desistência de Serraglio, Temer nada perdeu: o ministro do STF Édson Fachin decidiu manter o processo de Loures unido ao dele. Temer tem foro privilegiado e Loures fica junto. Só perdeu outra preocupação: um afilhado político de Serraglio, Daniel Gonçalves Filho, ex-superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná, está no alvo da Operação Carne Fraca. Dizem que está disposto a uma delação premiada, atingindo Serraglio.


Seria muito ruim para Temer ter outro ministro sob suspeita.


Palavras ao vento

Desde a delação premiada de Joesley Batista, surgiram grandes frases. Quem acompanha a vida de alguns políticos as achará ainda melhores.

Joesley: "Eu dava essa grana toda, mas ficava muito constrangido".
Renan Calheiros: "Se falar de propina comigo, mando prender".
Rocha Loures: "Eu não sabia o que tinha na mala".
Lula: "O PT pode ensinar a combater a corrupção".
Dilma: "Olha o que eles fizeram com o Brasil"
Aécio Neves: "Lamento minha ingenuidade".

 

Escuta seu lamento

Quando governador de Minas, Tancredo Neves, avô de Aécio, deu longa entrevista a este repórter. No final, perguntei-lhe qual o melhor telefone para esclarecer alguma dúvida. Tancredo disse que não falava ao telefone.


Por que? "Eu fui ministro da Justiça e sei como são essas coisas".


Tancredo foi ministro da Justiça até agosto de 1954 - há quase 63 anos. Não havia celulares que gravam e fotografam. Mas ele sabia como eram essas coisas. Seu neto Aécio, hoje, quando gravações e interceptações progrediram um pouco, fala tudo ao telefone. Pelo jeito, herdou do avô aquele belo apartamento no Rio, alguns imóveis e o sobrenome. Só


Tem motivos para lamentar-se.

 

As diferenças

Mais uma frase, desta vez do jurista Ives Gandra Martins, sobre o comportamento da Ordem dos Advogados do Brasil:


"A OAB levou dez meses, depois do meu parecer, para pedir o impeachment de Dilma, e 24 horas com uma fita com trechos individuais nos pontos comprometedores, para pedir o impeachment de Michel Temer, no momento em que o Brasil começava a sair do caos petista".


Ajuste governamental

O novo ministro da Justiça, Torquato Jardim, em entrevista ao Correio Braziliense, já se mostrou mais adequado ao cargo e ao Governo Temer do que seus antecessores. Tem, por exemplo, uma versão mais palatável do soturno encontro nos porões do Palácio do Jaburu entre o presidente da República e Joesley Batista, que vinha gravá-lo para enriquecer sua delação premiada. Afinal, por que Temer permitiu conversas tão inconvenientes e tolerou, sem reagir, confissões de crimes que o interlocutor lhe narrava?


"O presidente é parlamentar faz 24 anos", disse Jardim, "e tem a conduta de informalidade própria de quem é do Congresso. Ele tem uma descontração ao encontrar as pessoas, doadores de campanha, empresários… Nesse âmbito é que eu compreendo ele ter recebido o empresário."


Explicar, no caso, é melhor do que negar, ou, como Aécio, lamentar a própria ingenuidade. Acreditar na explicação é outra tarefa.