sexta-feira, 19 de junho de 2026

CNC convida presidenciáveis para a Agenda Institucional do Comércio

Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema serão convidados a um diálogo técnico, no dia 8 de julho, sobre as pautas prioritárias para o setor produtivo brasileiro


A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realiza, no dia 8 de julho, a segunda edição da Agenda Institucional do Sistema Comércio de 2026. O encontro reunirá, na sede da entidade em Brasília, os principais pré-candidatos à Presidência da República para as eleições de outubro: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e os governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).

O objetivo do evento é apresentar as demandas estruturantes do setor terciário diretamente aos presidenciáveis. Assim como fez em 2022, a CNC busca consolidar um compromisso público com o futuro chefe do Executivo em torno de propostas que garantam estabilidade, segurança jurídica e previsibilidade para o ambiente de negócios.

O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, destaca o caráter democrático e institucional do encontro que amplia a atuação da entidade nos Poderes da República.

"A CNC cumpre sua missão institucional ao estender o diálogo técnico, que já mantemos permanentemente com o Poder Legislativo, aos líderes que pleiteiam a chefia do Poder Executivo. O setor terciário é a principal força do setor produtivo e o maior gerador de empregos do País. Levar as demandas reais do comércio, serviços e turismo aos postulantes à Presidência do Brasil é um passo que se mostrou acertado em 2022, e vamos repeti-lo para seguir contribuindo na construção de uma governança baseada na estabilidade institucional e no crescimento sustentável", afirma Tadros.

domingo, 14 de junho de 2026

Seleção triste

O sofrido empate com Marrocos teve sabor de vitória para o Brasil. Exibição medíocre, para quem disputa a copa sonhando com o hexa. Deixou o torcedor cabisbaixo. Seleção confusa, sem criatividade, errando passes infantis. Sem liderança em campo. Algum jogador tem que motivar o time, dar bronca, xingar, levantar o astral. Futebol não é esporte para mudos. Ao contrário da maioria das outras seleções, o Brasil não tem conjunto. Bons amistosos são escassos. Jogadores se conhecem no hall do hotel.  Atuações medonhas de alguns jogadores do Brasil contra Marrocos mostram que Ancelotti, treinando pela primeira vez uma seleção,  precisa falar grosso com os atletas. Dispõe de uma semana para consertar os erros. Neymar é peça fundamental para que a seleção melhore. A amarelinha é coisa séria. Copa é guerra. Vacilou, cai fora. O Brasil precisa evoluir muito.  

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Céu recebe morador ilustre bom de bola: outro monstro sagrado do tri no México. Zagueiro Brito, guerreiro na defesa daquela maravilhosa seleção que encantou o mundo.  Parte da seleção do tri continua jogando por música agora no céu. Deus é o treinador que não dá moleza para Pelé, Carlos Alberto Torres, Everaldo, Félix, Fontana.  

David Almeida denuncia retirada de R$ 100 milhões da UEA e classifica Wilson Lima e Roberto Cidade como cúmplices

 O pré-candidato ao Governo do Amazonas pelo Avante e ex-prefeito de Manaus, David Almeida, publicou na noite desta quarta-feira (10/6) um vídeo em tom de forte indignação denunciando medidas adotadas pelo Governo do Amazonas para enfrentar problemas financeiros do Estado. 


Durante a manifestação, David classificou o ex-governador Wilson Lima e o atual governador Roberto Cidade como “cúmplices” e anunciou que irá acionar os órgãos de controle para apuração dos fatos.

A principal denúncia envolve o Decreto nº 54.200, publicado em 22 de maio de 2026 pelo Governo do Estado, que transferiu R$ 100 milhões da UEA (Universidade do Estado do Amazonas) para Fundação AmazonPrev.

Segundo David Almeida, a medida ocorre em meio a investigações que envolvem investimentos de mais de R$ 300 milhões realizados pela Amazonprev no Banco Master, de Daniel Vorcaro, levanta dúvidas que precisam ser esclarecidas à sociedade. 

“Não dá para aceitar que o governo retire R$ 100 milhões da educação para cobrir a Previdência enquanto os amazonenses ainda aguardam respostas sobre os investimentos que colocaram recursos dos aposentados em risco e sob investigação. Quem vai pagar essa conta?”, questionou.

O ex-prefeito afirmou que os cortes atingem áreas estratégicas da universidade, incluindo administração, assistência estudantil, interiorização do ensino superior, extensão universitária e atendimento à comunidade acadêmica.