quinta-feira, 30 de abril de 2026
Gilmar ama Morgana
David venceu Lula
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Eleição não é baderna
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Juíza infame e desprezível
segunda-feira, 20 de abril de 2026
Aniversário de Brasília
Sem festas os 66 anos de Brasília. A data não passará totalmente em branco. O amplo zoológico estará aberto e de graça. O brasiliense poderá ver as hienas e abutres e lembrar de Ibaneis Rocha, Paulo Henrique e Daniel Vorcaro. Também se divertir com os pavões e recordar Alexandre de Moraes, Dias Toffoly, Flávio Dino e Gilmar Mendes. As éguas, burros, cavalos, jumentos e cobras venenosas representarão políticos do centrão e do Partido Liberal. O show de palhaços homenageará crianças, em particular e o povo, em geral.
domingo, 19 de abril de 2026
Idiotice de demagogos
Eleições atraem debates, ameaças, denúncias, memes nos adversários, faixas, músicas, cartazes, mas, também, nos últimos tempos, descaradas e cretinas atitudes e decisões que emporcalham a importância do pleito, desmoralizando ainda mais a classe política diante dos brasileiros. Nessa linha, a decisão da Comissão de Relações Exteriores do senado de formalizar comitiva de parlamentares para ir aos Estados Unidos visitar o golpista, ex-deputado federal, condenado pela justiça e fugitivo Alexandre Ramagem é ultrajante pantomima que apunhala o bom senso e a inteligência dos cidadãos brasileiros. É muita falta do que fazer e cretina demagogia, além de desperdício do dinheiro público. A patética idiotice ainda precisa ser aprovada no plenário do senado e, depois, endossada ou não pelo presidente da Câmara Alta. Convenhamos, deixar de trabalhar, de cumprir o mandato em benefício da coletividade, que para isso foram eleitos, para flanar nos Estados Unidos, para levar solidariedade a um facínora engomado é um absurdo e uma parlapatice própria de apedeutas que deveriam ter vergonha na cara. É o fim da picada.
sábado, 18 de abril de 2026
Democracia perde
terça-feira, 14 de abril de 2026
O sonhado hexa
Dependendo do estrategista Golbery do Couto e Silva haveria copa do mundo de futebol todo ano e carnaval várias vezes por ano. Copa do mundo e carnaval as válvulas de escape do povo. Com copa e carnaval os graves problemas da Pátria são esquecidos. Copa do mundo será em julho. Eleições em outubro. Tempo de sobra para candidatos se fantasiarem de vibrantes torcedores. Camisas da seleção serão vendidas aos montes, para alegria dos comerciantes e camelôs. Brasil finalmente conquistando o sonhado hexa, façanha nada fácil, candidatos a Presidente da República vão disputar no tapa e safanões, o direito de ser aquele que nunca negou apoio moral e financeiro aos craques da almejada conquista. Mas o clima de euforia que deverá tomar conta do país, não alcança os jogadores da seleção. A safra é fraca. Adversários não respeitam mais a seleção brasileira como antigamente. A torcida sabia de cor a escalação da seleção principal. Hoje a seleção é repleta de atletas razoáveis, bons apenas em clubes. A amarelinha pesa. Muita quantidade, pouca qualidade. Nao temos mais monstros sagrados ccomo Pelé, Tostão, Zico, Gerson, Rivelino, Garrincha, Didi, Nilton Santos, Zito, Romário ou Zagalo. Craques que encantavam estádios do mundo inteiro. Jogadores com personalidade. Sem tatuagens pelos corpo, brincos, cabelos pintados e carros milionários na garagem. Antigamente os craques notáveis primeiro jogavam para ganhar. Depois, sim, cobravam, exigiam merecidos prêmios pela conquistas. O técnico atual, o italiano Carlos Ancelotti, chegou cheio de marra. Dono do Brasil. Ainda não ganhou nada. Mas já exige renovação do contrato. Seria cretino se não fosse gaiato e patético. Caso não traga o hexa na bagagem, seria mais prudente que Ancelotti não volte ao Brasil. Do aeroporto mesmo retorne a itália.
Papa no lugar do Trump
Bem feito, Trump, quem mandou você tirar o Papa leão do anonimato vazio e improdutivo? O mundo hipócrita agora volta-se contra você. Até igrejinhas do interior do sertão aproveitaram como ávidos desocupados e pingentes dos holofotes para tirar pedaços de você e fazer média com o Papa Leão que, como outros pontífices aproveita momentos de barulheira grossa no mundo, com balas, canhões, drones, vai altivo para a sacada do suntuoso Vaticano e clama pela paz. Pedindo mais pão, menos canhão. Seria engraçado, nessa linha, se analistas católicos, padres, bispos, cardeais, coroinhas e carpideiras por algum instante do arranca rabo inútil, que não vai acabar com a guerra nem vai baratear a gasolina nem vai acabar com a miséria no mundo, botassem Trump no Vaticano e o Papa na Casa Branca. Ações nas bolsas do planeta iriam explodir. Seria engraçado o Papa que é cidadão americano, na Casa Branca, de terno e gravata. Como presidente do país mais poderoso do mundo combatendo a guerra com orações, rezas brabas e crucifixo, rouco, enxugando gelo, com missas, discurseiras e bíblia, enfrentando bombas na Ucrânia, no Irã e no Libano.